Baseado no romance de Ferdinand von Schirach, "O Caso Collini" narra a história dramática de um jovem advogado chamado Caspar Leinen, que é incumbido de fazer a defesa obrigatória em um caso espetacular: há mais de 30 anos, o italiano Fabrizio Collini, que desde os anos 1970 trabalha de forma honesta na Alemanha, aparentemente, mata o respeitado industrial Hans Meyer (Manfred Zapatka ) em sua suíte de hotel em Berlim.
Com o caso nas mãos, Caspar tem muito mais em jogo do que seu primeiro grande caso como advogado de defesa. A vítima é o avô de Johanna, sua namorada de infância e foi como um pai para o advogado. Além disso, seu oponente no tribunal será Richard Mattinger, advogado de defesa com um lendário histórico de vitórias, um rival que lhe parece ser muito superior.
Para resolver o caso, Caspar tem que descobrir por que Collini matou um cidadão exemplar como Meyer. O interesse público no caso é imenso, mas Collini, persistentemente, silencia seu motivo. À medida que Caspar se aprofunda no caso, contra todas as probabilidades, ele não é apenas confrontado com seu próprio passado, mas se depara com um dos maiores escândalos judiciais da história alemã e uma verdade que ninguém quer saber.
"O Caso Collini" será lançado nos cinemas em 19 de novembro de 2020.
O Caso Collini
Título Original: The Collini Case
Alemanha | 2019 | 123 min. | Drama – Suspense | 14 anos
Direção: Marco Kreuzpaintner
Roteiro: Christian Zübert, Robert Gold, Jens-Frederik Otto
Baseado no romance de Ferdinand von Schirach
Elenco: Elyas M'Barek, Alexandra Maria Lara, Heiner Lauterbach
Não há melhor entusiasta da literatura de horror no Brasil que Cesar Bravo. Ele também está entre os melhores de gênero na atualidade. Autor do romance "VHS: Verdadeiras Histórias de Sangue" e organizador da “Antologia Dark”, em que vários autores fazem contos que homenageiam Stephen King, ambos lançados pela Darkside Books. Em cada trabalho, este escritor coloca em palavras todo o respeito que tem a esse gênero literário.
Com uma bonita trajetória na literatura contemporânea, Cesar Bravo nasceu em 1977, em Monte Alto, São Paulo. Bravo publicou suas primeiras obras de forma independente e em pouco tempo ganhou reconhecimento dos leitores e da imprensa especializada. É autor e coautor de contos, romances, enredos, roteiros e blogs. Transitando por diferentes estilos, possui uma escrita afiada, que ilumina os becos mais escuros da psique humana.
Suas linhas, recheadas de suspense, exploram o bem e o mal em suas formas mais intensas, se tornando verdadeiros atalhos para os piores pesadelos humanos. Pela DarkSide®, o autor já publicou "Ultra Carnem", "VHS: Verdadeiras Histórias de Sangue", e a tradução de "The Dark Man", de Stephen King. Cesar ainda aluga fitas VHS na videolocadora "Fire Star" em um município próximo. Nesta entrevista exclusiva, Cesar Bravo fala sobre horror, literatura, cinema Stephen King e até memória afetiva.
Resenhando - A que você atribui o sucesso permanente da obra de Stephen King que, de geração em geração, continua vivo e conquistando cada vez mais leitores? Cesar Bravo - King ainda guarda alguns segredos que não conta para ninguém (e eu não duvidaria nada se nem mesmo o rei soubesse defini-los). O que conseguimos notar é sua notável disciplina na escrita, sua dedicação ao horror, e a exploração e conhecimento profundo de praticamente todos os elementos do gênero. Voltando no tempo, Stephen King escreveu "Carrie" enquanto lecionava. King é um exímio observador da vida real, ele conhecia seus alunos. Já nesse primeiro trabalho, ele se tornou familiar aos adolescentes, tocando em pontos muito particulares de suas vidas. Acredito que o fato de sempre manter essa proximidade com a vida real em seus textos contribua para revigorar e renovar sua legião de fãs. E agora, o mais importante: Stephen King sempre escreveu ótimos livros.
Resenhando - Como surgiu a ideia de lançar a “Antologia Dark” e quais as motivações? Cesar Bravo - O que todos fazem quando têm um professor preferido? O chamam para ser paraninfo na formatura, possivelmente (risos). Na escolha de um nome como Stephen King, levamos em conta o conjunto da obra, o próprio autor e o valor afetivo dessa combinação para os leitores. King botou o horror na cara do mundo, inundou os cinemas com suas ideias, pavimentou o caminho de centenas de escritores talentosos e está, desde 1974, mantendo sua produção em um ritmo impressionante. Quando começamos a imaginar uma antologia, seu nome saltou à frente como um neon sujo de sangue.
Resenhando - Quais são os desafios de lançar uma obra cujos contos são de terror em plena pandemia, em que parte das pessoas estão pessimistas? Cesar Bravo - Lançar livros no Brasil é sempre um desafio, com ou sem uma pandemia nos assolando. Falando especificamente desse período delicado, minha principal dúvida era se o número discreto de leitores que se interessam pelo horror no Brasil ainda teria a literatura como prioridade. Estávamos (e estamos) lidando com desemprego, com uma situação de doença contagiosa galopante, em alguns momentos me questionei se a carga emocional e financeira não tornaria tudo mais difícil. A resposta veio nas vendas e na recepção especial de Antologia Dark. As pessoas estavam machucadas, assustadas, mas seu amor pelos livros, pela Darkside e por Stephen King continuou blindado. Nesse período percebemos com uma clareza ainda maior o poder transformador, até mesmo consolador da literatura. Escrevemos uma série de histórias de horror, mas elas estavam no lugar certo, dentro das páginas. O que deixava nossos leitores exaustos era outra coisa, era a vida real.
Resenhando - Como foi feita a seleção dos autores que participam do livro? Cesar Bravo - Decidimos mesclar talentos de diferentes áreas, que tinham Stephen King como fator em comum em suas inspirações. Em “Antologia Dark”, encontramos autores exclusivamente literais, produtores e diretores de cinema, roteiristas, rappers, jornalistas, criminalistas e entusiastas do gênero. Acima de tudo, o leitor visitará profissionais que estão nesse exato momento construindo um mercado de entretenimento nacional muito mais interessante e promissor para os próximos anos. Que eu me lembre, todos ficaram muito empolgados com a oportunidade de participar, mesmo os autores e criadores que não se dedicavam exclusivamente ao gênero. A convocação foi outra missão prazerosa. Com a chegada do livro e o retorno dos leitores, essa assertividade ficou ainda mais clara.
Resenhando - O que as ilustrações de Hokama Souza contribuem com os textos e com a recriação do universo do autor homenageado? Cesar Bravo - A Darkside Books sempre trata seus livros como uma experiência sensorial. Podemos notar isso na textura da capa, na diagramação, no meu livro "VHS", por exemplo, temos o formato de uma fita de videocassete, em meu novo livro "DVD: Devoção Total a D." seguimos essa mesma linha, e o livro se assemelha a um DVD. As ilustrações de “Antologia Dark” ficaram por conta de Hokama Souza, que também emprestou seu traço a outros trabalhos da DarkSide, como "Edgar Allan Poe, vol. 2". A profundidade e fidelidade que Hokama alcançou nesses dois trabalhos realmente nos impressionou muito, é quase uma síntese, uma legenda do que virá a seguir. A direção de arte da DarkSide é sempre uma declaração de amor aos livros, a escolha de cada ilustração é tratada de forma única, sempre buscando uma maneira de se comunicar ou até mesmo espelhar a parte textual vinculada a ela.
Resenhando - Das obras de Stephen King, qual é a sua favorita? Cesar Bravo - Gosto de quase tudo de King, mas a mais fundamental para mim é a série "A Torre Negra". Nesses livros King costura e recostura seus universos, visita outros livros, outros mundos, cria personagens que jamais sairão de nossas mentes. Em "A Torre Negra", Stephen nos mostrou o tecido fino que separa a realidade da imaginação. Essa mensagem mudou a forma como eu escrevia até então.
Resenhando - Qual a característica do texto e das obras de Stephen King que o diferenciam dos outros autores do mesmo segmento? Cesar Bravo - Stephen King é verdadeiro, é real. Em todos os livros, você sente que ele conhece nossos dilemas mais sombrios, que ele é tão próximo que poderia morar na casa ao lado. A fluidez de King é lendária, a maneira como ele nos enreda em suas tramas, os personagens notadamente humanos. Ninguém é verdadeiramente mau ou bom em seus livros, não existe mocinho perfeito ou vilão longe do alcance da redenção. Assim como nós, humanos, os personagens de King se comportam segundo motivações momentâneas, podendo ser terrivelmente canalhas em alguns momentos e perfeitos salvadores em outros.
Resenhando - O que você diria para convencer leitores que têm preconceito com Stephen King a lê-lo pela primeira vez? Cesar Bravo - Diria que eles estão perdendo tempo em não ler um autor tão competente, e fazendo uma pirraça infantil. Seguindo nessa analogia: ninguém está apto a criticar o que não experimentou.
Resenhando - Qual o livro você indicaria para começar e por quê? Cesar Bravo - "Carrie" ainda é um clássico. É ágil, rápido, e é um livro mais curto e dinâmico que os outros volumes da enciclopédia King. Eu o indicaria como romance de abertura. Para um primeiro leitor um pouquinho mais ansioso, recomendo "Sombras da Noite", coletânea com textos curtos e incríveis. O livro traz um King diferente, ainda iniciante e totalmente natural na escrita.
Resenhando - Qual foi o seu primeiro contato com as histórias de terror? Cesar Bravo - Minhas primeiras memórias de infância já traziam essa vontade de consumir horror. Eu me lembro claramente de novelas com lobisomens, naves espaciais e conversas com espíritos. Depois, me lembro de alguns filmes que eu não podia assistir em minha casa, porque ainda era muito jovem. Como nunca fui bom em obedecer a regras, eu saía às escondidas e assistia filmes de horror na casa de amigos. Claro que as noites eram difíceis, ainda mais com minha imaginação fértil. Apesar das imagens horríveis que minha mente projetava no quarto, a insônia assustada só servia para me impulsionar ainda mais, eu queria saber o que existia ali, o que era capaz de embutir tanto medo. A literatura veio mais tarde, e chegou a mim com a mesma potência. Atraído pelo que via nos filmes, eu queria ir mais fundo. Quando conheci Stephen King, minha bússola mudou irreversivelmente, e passei a devorar tudo o que era exotérico ou assustador, de Clive Barker a discos do Black Sabbath, de livros de magia cigana a H. P. Lovecraft. Que eu me lembre li "O Iluminado"primeiro, ou "A Zona Morta", não sei exatamente qual foi.
Resenhando - Como a literatura entrou em sua vida? Cesar Bravo - Pelas letras de músicas de rock. Eu era daqueles garotos que ficavam horas lendo letras de bandas de heavy metal; Black Sabbath, Iron Maiden, Dio e Blue Öyster Cult, procurando por traduções do The Doors, ouvindo Guns and Roses, Motörhead e Ac/Dc no talo. Fui abduzido pela literatura formal mais tarde, por volta dos 11-12 anos. Nessa fase, meu mundo começou a ficar bagunçado pela adolescência, e a literatura me deu energia e entendimento para seguir em frente. Desde então os livros são meus melhores amigos e conselheiros.
Resenhando - De quem maneira literatura e cinema se complementam? Cesar Bravo - São experiências diferentes. No livro, a nossa imaginação tem uma chance maior de se expressar, então cabe a nós a construção de alguns cenários, de personagens, até mesmo do clima e da temperatura — quando o autor não nos ambienta. No cinema, a experiência me parece um pouco mais relaxada, já que tudo nos é entregue de maneira mais imediata, e não precisamos nos preocupar com nada que não seja antecipar a próxima cena ou o final do filme. Por outro lado, o cinema (sobretudo o cinema mainstream atual) é uma peneira, cheio de buracos de trama e com sérios problemas de motivação de personagens. Em títulos mais antigos, eu certamente equilibraria cinema e leitura. Com os filmes de hoje em dia eu prefiro muitas vezes deixar a TV desligada e me divertir com um livro.
Resenhando - Como o autor de "VHS" vê o cinema brasileiro hoje? Cesar Bravo - Vejo com um olhar esperançoso. Existem ótimos títulos, o problema é que eles não chegam no grande público, não têm a publicidade que merecem. Publicidade não é só propaganda de “em cartaz no cinema”, mas uma ação maior que indique ao espectador que ele encontrará a qualidade e o encantamento que procura. Tenho alguns títulos aqui pra citar. “Estômago” é absolutamente brilhante, “Memórias de Um Liquidificador” é incrível, “Morto Não Fala” é uma obra de arte. Isso sem citar nosso gênio maior, José Mojica Marins, que nos deixou recentemente. Temos mais, muito mais, embora seja preciso um bom garimpo para encontrar, uma vez que boa parte dos veículos de comunicação não se importa em nos indicar o caminho. Atualmente, também temos a Netflix e a Amazon investindo nas produções nacionais, o que é uma boa notícia. Em contrapartida, temos um governo infantil que decidiu “enforcar” a ANCINE, grande mola propulsora da arte no Brasil, para executar mais uma pirraça eleitoreira. Enfim, precisamos ter um olhar apurado e otimista para seguirmos em frente.
Resenhando - Em "VHS" há uma videolocadora entre os espaços retratados na história. O que fez você ambientar o livro e inserir uma videolocadora? Cesar Bravo - As fitas em VHS são uma memória coletiva, e as locadoras são a melhor maneira de resgatá-la em sua essência. De alguma forma, minha narrativa, meus padrões conceituais, tudo o que produzo ainda se relaciona com a melhor década de todos os tempos, onde as locadoras tinham a mesma importância dos bancos e das igrejas. Quando a ideia inicial de "VHS" nasceu, pensávamos muito no que teria esse poder de consolidação sobre os meus textos, um lugar comum a todas as diferentes formas de horror que eu pretendia abordar. Acabamos voltando nossos olhos para os anos 1980, VHSs e para as videolocadoras onde a inventividade e a variedade de temas eram extremas.
Resenhando - Neste livro, você apresenta para uma nova geração, coisas que já não existem mais - como a própria fita VHS e as videolocadoras. O passado, para você, é algo que deve ser reverenciado? Por quê? Cesar Bravo - O passado existe para ser observado, contemplado e analisado, uma vez que não podemos resgatá-lo ou modificá-lo. Na minha opinião de homem de quarenta e tantos anos, o mundo de hoje tem facilidades que destroem muito da magia do passado. Hoje temos acesso rápido a tudo e pouquíssimas coisas nos parecem importantes ou dignas de uma memória afetiva. Eu não cultuo o passado, mas gosto de me divertir com ele. É como rever aquele baú de família, rir das roupas, mas ficar com um nó na garganta, porque os tempos não são mais tão leves e divertidos quanto costumavam ser.
Resenhando - O que há de autobiográfico nos textos que escreve? Cesar Bravo - Bem pouco hoje em dia. O que faço como autor é resgatar alguns fragmentos que podem participar das histórias, sempre mantenho uma distância segura da vida real. A vida dos outros sempre desperta curiosidade e parece incrível e impressionante, mas no fundo é uma chatice. As emoções e sensações, eu coleciono e guardo em diferentes gavetas. Na hora certa, elas ganham o mundo, no contexto certo, para deixar todo mundo aterrorizado.
Resenhando - Escrever histórias de terror é uma maneira de enfrentar os próprios medos? Cesar Bravo - Acredito que sim. Não só de enfrentar, como de se entender com eles. A escrita e a leitura nos permitem experimentar o pior em um ambiente seguro, e de certa forma nos prepararam para esses momentos mais pesados e obscuros que vez ou outra nos alcançam. Eu não diria que um livro nos faça sofrer a dor de uma morte na família, por exemplo, mas ele talvez nos dê ferramentas para lidar de uma forma menos drástica e destrutiva com esse fardo. Falamos há pouco de Stephen King. Para qualquer leitor de King, o apocalipse viral não é segredo ou novidade. Nós não queríamos ver o que aconteceu, claro que não, mas já não considerávamos completamente impossível. Isso nos deu forças para seguir em frente e esperar que a chuva fosse embora. Infelizmente, ela ainda está ali, machucando as pessoas, mas King e outros grandes mestres da escrita também nos ensinaram que não pode chover para sempre.
Maior fenômeno da poesia mundial nos últimos anos, a autora indiana-canadense inspira leitores a uma conversa interna em busca de aceitação e confiança em "meu corpo minha casa".
Uma das maiores poetas da atualidade, Rupi Kaur estreia nesta terça-feira, 17, sua terceira coletânea de textos. Com lançamento mundial e simultâneo nos Estados Unidos e Brasil, "meu corpo minha casa" chega pela editora Planeta. Na obra, a escritora indiana-canadense que vendeu mais de 500 mil livros por aqui inspira os leitores a uma conversa interna em busca de aceitação e confiança, retomando temas densos como abuso e perda.
A voz potente de uma das maiores poetas da atualidade, que vendeu mais de oito milhões de livros traduzidos para 20 idiomas, voltou. meu corpo minha casa é a terceira coletânea de Rupi Kaur. Desta vez, a best-seller traz o corpo como o templo sagrado, o espaço de conexão consigo e com o outro, único, insubstituível e pleno por essência. Amor, sexo, abuso, trauma, perda, feminilidade, família e imigração. Rupi retoma temas presentes em outros jeitos de usar a boca e o que o sol faz com as flores em uma profusão de sentimentos, expressados em fragmentos poéticos e ilustrações – assim como nos palcos. “Depois de tanto tempo separados, minha mente e meu corpo enfim voltam a se encontrar”, resume.
Publicada pela Editora Planeta e com tradução de Ana Guadalupe, a obra lançada mundialmente de forma simultânea é dividida em quatro partes: mente, coração, repouso e despertar. Os textos transitam por dilemas e questões como a esperança em meio à angústia, a violência no amor, o equilíbrio diante das obrigações, a aceitação nos dilemas.
Poeta, ilustradora e performer indiana, radicada no Canadá, Rupi Kaur mostra mais uma vez por que virou a principal referência em poesia urbana, gênero que ela mesma inaugurou, e se tornou um dos maiores destaques no mercado literário no Brasil. Por aqui, a autora vendeu mais de 500 mil exemplares nos últimos três anos – um recorde no gênero.
Os relatos das experiências pessoais a partir de uma perspectiva feminista inspiram anônimos e celebridades também nas redes sociais. No Instagram, são mais de 4 milhões de seguidores que interagem com as fotos pessoais e poemas publicados frequentemente por Rupi. "home body", título original do lançamento, segue o mesmo caminho.
Da autora número um do The New York Times, "meu corpo minha casa", a terceira coletânea de poesias de Rupi Kaur, maior fenômeno da poesia mundial nos últimos anos. Um dos temas mais frequentes na obra de Rupi é a importância que há em crescer e estar sempre em movimento. Em "meu corpo minha casa", ela leva leitoras e leitores a uma jornada de reflexão através da intimidade e dos sentimentos mais fortes, visitando o passado, o presente e o potencial que existe em nós.
Os poemas dessa coletânea, ilustrada pela autora, inspiram uma conversa interna em cada uma, em cada um, lembrando que precisamos nos preencher de amor, de aceitação e de confiança em nossas relações familiares e de comunidade. E, sempre, que precisamos estar de braços abertos para as mudanças em nossas vidas. Você pode comprar "meu corpo minha casa", de Rupi Kaur, neste link.
Sobre a autora Rupi Kaur é poeta, artista e performer. Quando estudante universitária de vinte e um anos, Rupi escreveu, ilustrou e publicou de maneira independente seu primeiro livro de poesia “outros jeitos de usar a boca”. Depois veio o irmão “o que o sol faz com as flores”. Essas coletâneas venderam mais de oito milhões de cópias e foram traduzidas para mais de vinte idiomas. "meu corpo minha casa" é sua terceira coletânea de poesia. Os poemas de Rupi falam de amor, perda, trauma, cura, feminilidade e imigração. Ela se sente em casa quando produz arte ou declama seus poemas num palco.
Casa mergulho na nascente do meu corpo e chego a outro mundo eu tenho tudo de que preciso aqui dentro não há motivo para procurar em outro lugar (meu corpo minha casa, p. 160)
Ficha técnica
Título:"meu corpo minha casa" Autora: Rupi Kaur Assunto: ficção/poesia Editora: Planeta ISBN: 978-65-5535-199-6 Páginas: 192 Formato: 14 x 21 cm Link de pré-venda na Amazon:https://amzn.to/3nyhz9s
Atriz, apresentadora e locutora, Analice Pierre estará em live com os editores do portal Resenhando, Mary Ellen Farias e Helder Moraes Miranda, para falar sobre teatro, televisão e como é ser artista no Brasil. A live será nesta quarta-feira, dia 18, às 21h, nos instagrans @portalresenhando e @analicepierre. Será uma conversa descontraída. Para participar, basta seguir os Instagrans e estar online no horário da conversa. Depois, o bate-papo ficará disponível tanto no Instagram @portalresenhando, quanto no YouTube do Resenhando, que pode ser acessado neste link.
Artista flexível e versátil, preparada para atuar do drama à comédia, no teatro, na TV, no cinema, publicidade e séries, Analice Pierre iniciou a carreira em 2000 em Ribeirão Preto, em São Paulo, com Teatro e TV. Fez Faculdade de Artes Cênicas (2003) e estreou sua primeira peça profissional "O Mágico de Oz", ainda em Ribeirão Preto, e desde então, coleciona 13 peças teatrais (profissionais) em seu currículo, de autores como Nelson Rodrigues, Plínio Marcos, Shakeapeare, Federico Garcia Lorca, Domingos Oliveira, Vladimir Capella, entre outros.
Em 2010, formou-se pela Escola de Atores Wolf Maya. No cinema, atuou em “Desculpe o Transtorno”, produzido pela Gullane Filmes, com Marcos Caruso e Gregório Duvivier, em cartaz nos cinemas em 2016 . Foi protagonista no Curta-Metragem “Heleninha Costa, Um Furacão Radiofônico”, e atriz coadjuvante em mais três curtas, pelo Projeto Memórias-Velhos Nomes, Novos Talentos e participou também como atriz, assistente de direção e produtora da webSérie "Isso Não É Uma História de Amor", no festival de curtas Mulheres no Cinema em SP 2020 e no Rio WebFest 2020 concorrendo a dois prêmios.
Na TV, participação na novela "Uma Rosa com Amor" (SBT); Seriado "Mothern"(GNT); Série "Desprogramados”(Multishow). Fez mais de 30 campanhas publicitárias, foi apresentadora de alguns curtas e atualmente está em seis microvídeos da Natura, fez algumas locuções e ficou em cartaz no Teatro de Arena em São Paulo com uma peça inspirada nas obras de Plínio Marcos – “Bendito Seja Seu Maldito nome”, em sua quarta temporada. Ficou em cartaz no Teatro Folha com o espetáculo "As Guerreiras do Amor", com André Mattos, por três meses, direção de Isser Korik.
Esteve em cartaz com o espetáculo infanto juvenil "Miranda" , de Vladimir Capella, no Teatro Alfredo Mesquita em 2019, e foi indicado ao prêmio de melhor espetáculo infanto juvenil pela Aplauso Brasil 2020. Além de atriz, é também diretora e produtora do Coletivo Floresce Menina com o espetáculo "Página em Branco", selecionado para o Festival de Curitiba na Mostra Fringe 2019 e Satyrianas de São Paulo 2018, onde teve destaque no site oficial e também na Virada Cultural de São Paulo 2019; algumas apresentações por São Paulo em escolas, clínicas e em 2020 no Teatro West Plaza.
O espetáculo "Grand Espectacle Du Cirque" faz 4 apresentações presenciais no Teatro J. Safra em novembro com número de público reduzido. Fotos: Ronnie Stein
Visto por mais de 3 milhões de pessoas entre Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, Colômbia, Panamá, Costa Rica e México, o Grand Espectacle du Cirque, da companhia circense Universo Casuo, faz quatro apresentações presenciais no Teatro J. Safra, em São Paulo, nos dias 21 e 22 de novembro de 2020. O espetáculo tem como plataforma música, performance, humor e poesia e a trilha sonora - criada por Charlie Dennard e Igor Pimenta – é executada pela banda The White Clowns. As apresentações acontecem no próximo sábado, dia 21, das 17h às 21h, domingo, dia 22, às 15h e às 19h.
A companhia Universo Casuo é liderada por Marcos Casuo, o único brasileiro a protagonizar uma obra do Cirque Du Soleil, onde atuou por oito anos, se apresentando com o espetáculo "Alegria" para mais de 12 milhões de pessoas. "Grand Espectacle du Cirque" busca dentro de cada espectador “a sua essência de criança, os sentimentos mais doces, a pureza das emoções que habitam nossos sonhos e nos fazem passear por um mundo onde as nuvens são feitas de algodão-doce e o Sol sorri, um convite para viajarmos ao sabor do vento com cheiro de tutti-frutti”, conta Marcos.
Ao todo, 26 profissionais entre cenógrafos, artistas, músicos, produtores e bailarinos fazem parte do espetáculo. O Grand Espectacle du Cirque resgata a excelência da arte circense através de uma inovadora combinação de performances de tirar e fôlego e uma tecnologia de ponta. O espetáculo conta a história de um universo paralelo, o “Universo Casuo”. Um lugar mágico onde tudo é possível. Nele, o personagem denominado Jean Francua, o Clown, percebe que a Terra, o Planeta Azul, o qual antigamente esbanjava cores, hoje está desbotada e quase sem cor. O Clown resolve atravessar o portal, entrar no nosso mundo e trazer de volta todos os sonhos, fantasias e tornando novamente colorido.
Após alcançar reconhecimento internacional por sua fantástica e criativa atuação de quase uma década no espetáculo “Alegria”, do Ciirque du Soleil, e ter sido aplaudido em 24 países por 12 milhões de pessoas, inclusive, reis, rainhas, celebridades da música internacional e astros de Hollywood, Marcos Casuo, o único protagonista brasileiro na Cia Canadense, trouxe, em 2008, toda essa bagagem adquirida para sua própria “fábrica de fazer Sonhos”. O Universo Casuo surpreende pela combinação emocionante de performances, música, humor e poesia. Com figurinos exuberantes, a Cia. encanta com maquiagem artística, body painting e com o que há de mais moderno em termos de luz, som e efeitos especiais. Uma obra totalmente brasileira que emociona e traz de volta o brilho e a vitalidade dos anos dourados do circo.
Sobre Marcos Casuo Artista consagrado em mais de 24 países, Marcos Casuo apresenta toda sua experiência internacional junto com sua trupe. Tornou-se conhecido ao redor do mundo pela sua fantástica atuação no espetáculo ‘Alegria’, da famosa trupe Canadense Cirque du Soleil. Único brasileiro protagonista, Casuo atuou na trupe durante oito anos sendo aplaudido em 24 países por aproximadamente 12 milhões de pessoas, inclusive, reis, rainhas, celebridades da música internacional e astros de Hollywood.
Serviço: “Grand Espectacle Du Cirque” Duração: 90 minutos Classificação: livre Sábado - 21 de novembro - às 17h e às 21h Domingo - 22 de novembro - às 15h e às 19h
"Stories", filme de Camilla Rollemberg, com direção de Liviah Prestes e Thiago Sacramento, será lançado no YouTube dia 20 de novembro.
Escrita originalmente para o teatro no Núcleo de Dramaturgia do Sesi/2019, o texto de Camilla Rollemberg, Stories, virou experimento cênico. O filme será lançado via Streaming no dia 20 de novembro, às 21h, na plataforma Youtube, e ficará disponível para acesso, mediante contribuição voluntária, até dia 6 de dezembro. Haverá uma programação de lives no perfil do @storiesemcena, às sextas, 21h, a partir de 30 de outubro, até o final da temporada, com dança, música, debates, performances e cenas inéditas.
Com direção de Liviah Prestes e Thiago Sacramento, o elenco é composto por atores de São Paulo, Amazonas, Bahia, Rio de Janeiro e Mato Grosso. São eles: Stephanie Lourenço, que faz a personagem principal, Aline Abovsky, Camilla Rollemberg, Carol Marafiga, Dani D’eon, Laura Paro, Marcelo Selingardi, Márcio Braz, Miriam Palma, Thiago Brianti e Thiago Winter.
Com mais de 20 personagens, Stories é o retrato tragicômico da vida fragmentada de Joana, presa em sua casa pela pandemia, à tela do celular e aos desejos de todos que a rodeiam, e que exigem dela com cada vez mais intensidade e velocidade. Adaptar o texto para as nossas atuais circunstâncias não foi uma tarefa que exigiu grandes mudanças, uma vez que a vida da personagem principal, Joana, antes mesmo da pandemia, já era quase inteiramente virtual.
“Através de seu cotidiano fragmentado e digital, tal como se vê hoje em dia por meio dos Stories no Instagram de amigos e personalidades que seguimos, podemos testemunhar as antigas e atuais demandas sobre o feminino (casar, engravidar, manter-se jovem e bela, zelar pela família e amigos, ser bem sucedida profissionalmente), que com os anos apenas se acumulam e se fazem pressionar ainda mais pela tecnologia, e pela expectativa social de que a mulher esteja sempre pronta a servir e satisfazer a todos, sem muitas vezes encontrar espaço para escuta e satisfação pessoais”, conta a dramaturga Camilla.
Na direção de "Stories", Liviah Prestes conta que já nos bastidores trabalham cada um em sua casa via internet: Amazonas, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Bahia. “O experimento/filme mostra como a completa rotina de uma pessoa acontece dentro dos limites da tela do celular. O quanto isso pode ser prejudicial, ou libertador. A personagem é massacrada por uma multidão de interlocutores e informações online, interagindo somente com textos, áudios, imagens, sons e vídeos. A pandemia aumenta o drama da comunicação via celular. Além da ausência de contato com a realidade física, Joana sofre da falta dela mesma. O modo de vida virtual, se torna a única forma possível de ser”, completa.
Thiago Sacramento relata que "Stories" permite uma identificação sensorial com Joana, a personagem principal, que discute especialmente o lugar das mulheres hoje, mas também o espaço dos homens, a masculinidade quando exercida de maneira tóxica, e sua igual sujeição à imensa carga de afazeres, excesso de cobranças e expectativas de resultado, todos ampliados pela força da tecnologia, excessiva e opressora. “Meu papel foi fazer a ponte da concepção original da obra para teatro, traduzindo-a para o audiovisual. Incorporei à estética os limites e entraves do modelo de gravação, sem tentar escondê-los ou disfarçá-los, uma vez que dispunha apenas dos recursos de câmera, áudio e luz existentes nas casas cada ator. Creio que esse formato conceba um testemunho histórico de nosso atual contexto e a nova realidade visual de interação entre as pessoas”. Conclui se tratar de um novo caminho, “que não se confunde nem com teatro nem com cinema, uma nova forma de expressão artística e dramatúrgica, que agrega elementos para essa grande arte que é a arte da interpretação”.
A Netflix confirmou a segunda temporada da série "Bom Dia, Verônica", seriado de sucesso incontestável baseado no livro homônimo de Raphael Montes e Ilana Casoy. "É emocionante ver o público abraçar uma série de suspense que dá voz a temas tão importantes e atuais. Quando uma história nasce da literatura e chega a milhões de pessoas através do trabalho incrível de uma equipe, o sentimento de realização é enorme. Como criador da série, eu espero que a história de Verônica chegue a mais e mais pessoas. E posso adiantar que, na segunda temporada, Verô vai enfrentar um vilão ainda mais cruel do que Brandão", afirma Raphael Montes, autor do livro homônimo, criador e roteirista da série.
Ilana Casoy, autora do livro homônimo e roteirista da série, confessa que se emocionou. "Vem aí a segunda temporada de 'Bom dia, Verônica'! As verônicas que vivem dentro de mim estão emocionadas por poderem contar suas histórias. As verônicas que vivem fora de mim agora tem voz".
Tainá Müller, a atriz que protagoniza a série, também comemorou. "Minha felicidade é imensa de saber que a nossa série tocou as pessoas, que gerou tantos debates e que o pessoal pede para ver a continuação da trajetória de Verônica. Não vejo a hora de já entrar de cabeça e coração, com todo o meu ser, nessa segunda temporada. Avante, Verônica!". José Henrique Fonseca, diretor-geral da série, afirma que ficou muito feliz em fazer a segunda temporada. "Essa série, além de todos os temas que chamaram a atenção dos espectadores, trata também de uma mulher libertária em busca da verdade e de seu desejo", finaliza.
Sobre a Netflix A Netflix é o principal serviço de entretenimento por streaming do mundo. São mais de 195 milhões de assinaturas pagas em mais de 190 países assistindo a séries, documentários e filmes de diversos gêneros e idiomas. O assinante Netflix pode assistir a quantos filmes e séries quiser, quando e onde quiser, em praticamente qualquer tela com conexão à internet. O assinante pode assistir, pausar e voltar a assistir a um título sem comerciais e sem compromisso.
Sobre a Zola Filmes A Zola é uma produtora de audiovisual carioca voltada exclusivamente para conteúdo ficcional. Entre seus projetos, estão os telefilmes da série Mandrake (2012), os dramas Lucia McCartney (2016) e Romance Policial - Espinosa (2015) e a série infantil Valentins (2017). Atuando desde 2011, é formada por José Henrique Fonseca, Eduardo Pop e Gustavo Bragança.
Sobre "Bom Dia, Verônica" Verônica Torres trabalha como escrivã na delegacia de Homicídios de São Paulo, onde vive uma rotina burocrática e pouco dinâmica dentro do sistema. Casada e mãe de dois filhos, ela se vê diante do abismo quando presencia um suicídio que acaba por despertar nela dolorosas feridas do passado. Na mesma semana recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, Verônica decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: a jovem suicida, enganada por um golpista na internet, e a esposa subjugada de um inteligente serial killer. Ao se aprofundar nessas investigações, Verônica irá enfrentar um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria existência.
Jornalista Adriana Araújo conta a trajetória que enfrenta com a filha, Giovanna, estudante de medicina que possui uma síndrome ortopédica rara e grave.
Deficiente. Você faz ideia do que significa para uma mãe ouvir essa palavra? Provavelmente não. Ninguém pensa nisso. Nunca havia pensado até me ver diante das toneladas que dez letras podem pesar.
Ainda na gravidez, Adriana Araújo descobriu que a filha teria uma síndrome ortopédica rara e grave, a hemimelia fibular, uma doença que trouxe Giovanna ao mundo com os ossos da perna e dos pés deformados e apenas dois dedos na mão direita. Perguntas como "mãe, eu sou deficiente?" e "mãe, se eu rezar muito, Deus vai fazer nascer dedos na minha mão?" eram algumas das quais Adriana escutava da filha. Em 18 anos, Giovanna passou por dez cirurgias para poder andar com as próprias pernas.
Em "Sou a Mãe Dela", a jornalista narra a jornada que trilharam juntas, desde batalhas médicas a luta diária pela inclusão. "A minha menina, com diferenças físicas e plena consciência da sua condição, precisava crescer com autoestima, aprender a se amar e respeitar. Nos demos as mãos num duelo cotidiano contra rótulos, palavras que machucam, limitam, olhares de piedade e preconceito. Essa era a maior luta a vencer", conta Adriana.
Nesta obra, a jornalista narra de forma forte e comovente sobre culpas, dores, fraquezas, medos e, ao mesmo tempo, fala do caminho que ela e a filha encontraram para seguir sem vitimização. Em um momento em que é necessário dizer sim à vida e à ciência, "Sou a Mãe Dela" traz textos que Adriana produziu nos últimos quatro anos como um gesto de gratidão à família e aos médicos que cuidaram de Giovanna. Este livro é uma declaração de amor de uma mãe à filha que a fez enxergar que a verdadeira beleza da vida está nas cicatrizes e não na perfeição.
Sobre a autora: Adriana Araújo é, antes de tudo, mãe da Giovanna. Mineira de Itabirito, formada pela PUC-MG, a jornalista atua há 26 anos em TV como repórter e apresentadora. Lança o primeiro livro para celebar uma jornada de amor e gratidão.
A quarentena deu cria. Quatro filhotes nasceram da reclusão, da reflexão e do trabalho de sete artistas brasileiros. Biógrafo de Chico Xavier, o autor Marcel Souto Maior transformou uma noite de insônia em "Nós, os ETS". O texto foi teclado quase todo de uma só vez e sofreu algumas mudanças depois, todas fruto da troca com Mariana Massarani, artista visual icônica no meio da literatura infantil, que aceitou o desafio de construir essa dupla com Marcel. São histórias assim, nascidas num ambiente de criatividade reclusa, que deram vida aos quatro livros que acabam de ser lançados pelo selo Caveirinha, da DarkSide Books, inteiramente dedicado ao público infantil.
O universo mágico da DarkSide e seus selos ganham novos territórios e novos personagens. Conhecido por sua poesia franca e direta nascida na periferia de São Paulo, Ferréz transforma uma história de dor em uma homenagem à memória, em "Anna e o Balão", que ganha as cores e os traços de Fernando Vilela. A Caveirinha também promoveu o encontro de Raphael Gancz (texto) e Mariana Coan (arte), que embarcaram numa viagem em busca da magia, do mistério, em “Meu Querido Abismo”. O quarto título é de um antigo parceiro da DarkSide, Wesley Rodrigues, que estreia no selo Caveirinha com “O Balde Vazio”.
"Nós, os ETS" – O jornalista e escritor Marcel Souto Maior é autor do livro, que nasceu em meio à pandemia. Suas frases se uniram às imagens lúdicas e solares de Mariana - autora e ilustradora de mais de duas centenas de obras (muitas delas premiadas com o Jabuti, entre outros) e ao projeto gráfico da Caveirinha para essa edição, que inclui tintas exclusivas. Quem somos nós? Qual a nossa missão? De onde viemos? Para onde vamos? O que nos move e comove de verdade? São respostas a estas perguntas que eles, os ETs, buscam neste livro. Você pode comprar "Nós, os ETS", de Marcel Souto Maior, neste link.
"Anna e o Balão" – Autores premiados e com olhar crítico em todas as manifestações artísticas, Ferréz (autor de "Capão Pecado") e Fernando Vilela ("Lampião & Lancelote") assinam a obra que conta uma história de luto e saudade, mas também de companheirismo, aprendizado e amor, por meio da personagem Anna. A menina junta moedas para realizar seu maior desejo: fazer um passeio de balão e chegar perto das nuvens, onde poderia reencontrar o pai. Durante o passeio com o sr. Jacob, dono e condutor do balão, Anna rememora e homenageia o pai, narrando os bons momentos que passaram juntos, lembrando do que ele lhe ensinou, tentando abrandar a dor que sente. A partir da palavra, da arte e da lembrança, Anna mostra que é possível, sim, apesar de toda a dor, seguir em frente. Você pode comprar "Anna e o Balão", deFerréz e Fernando Vilelaneste link.
“Meu Querido Abismo” – O que mais pode haver no mar? O que pode haver dentro de cada um de nós?, é o que perguntam Raphael Gancz e Mariana Coan nesta obra dedicada aos pequenos leitores. Meu Querido Abismo parte da curiosidade que todos temos ao mergulhar na imensidão do oceano ou dos compartimentos secretos escondidos em nossa mente. Uma jornada que nos estimula a descobrir o novo, e nos aproxima da magia e do mistério diante da vida. “Meu Querido Abismo” propõe um diálogo sobre a existência, a criatividade e o saber. Como criar, como produzir arte? Como romper o medo do papel em branco? Você pode comprar “Meu Querido Abismo”, deRaphael Gancz e Mariana Coan, neste link.
"O Balde Vazio" – o premiado autor e quadrinista Wesley Rodrigues é o autor do título sobre um balde solitário, que tem como único amigo o vento. É ele quem passa para fazer uma visita e o leva para passear, apresentando belas paisagens e o estimulando a conhecer seu lugar no mundo. É assim que ele vai parar perto de uma casinha onde mora um casal de passarinhos, Amnésia e Tristão, que logo encontram o balde e pensam em fazer dele o ninho para seus filhotes. Até que um dia, o vento retorna furioso, formando uma tempestade, e acaba por levar o balde — e os pequeninos pássaros — para longe. É a partir daí que acompanhamos a saga do casal pela perigosa floresta do esquecimento em busca de sua ninhada. Você pode comprar o livro "O Balde Vazio", deWesley Rodrigues, neste link.
Sobre a DarkSide Books A DarkSide® Books é a grande casa do terror. Nasceu no Dia das Bruxas, em 2012. Hoje, já mobiliza mais de 1 milhão de leitores nas redes sociais, que colecionam seus títulos — edições sempre caprichadas e em capa dura. A DarkSide® Books se tornou uma referência entre as novas editoras do mercado e mantém uma relação intensa, de admiração e troca, com seus fãs e seguidores, que não deixam de acompanhar, curtir, sugerir títulos e cobrar lançamentos com a Caveirinha.
Além da qualidade do design e do acabamento gráfico das edições, esta legião de fãs busca, na DarkSide®, as preciosidades de um catálogo diversificado, que aposta em revelações da literatura mundial, premiadas no exterior (como Andrew Pyper, Caitlín R. Kiernan e Keith Donohue), em ícones do universo do terror e da fantasia (como Robert Bloch, Stephen King e Jim Henson) e em obras-primas que continuavam inéditas no país como Fábrica de Vespas, o premiado livro do autor Iain Banks.
Na semana em que completa 100 lives teatrais apresentadas, a série Teatro #EmCasaComSesc apresenta os espetáculos "Ex-Gordo" (quarta-feira, dia 18), "Prot{Agô}nistas" (sexta-feira, dia 20) e "Dentro" (domingo, dia 22). Programação alterna apresentações da casa de atores e atrizes com transmissões dos palcos das unidades, sem a presença do público e dentro de todos os protocolos de segurança, aos domingos, quartas e sextas, às 21h. Elenco de "Ex-Gordo" em foto de Patrícia Cividanes
Na semana em que a série de Teatro completa a marca de 100 espetáculos transmitidos, na próxima quarta-feira, dia 18, o Sesc Ipiranga recebe "Ex-Gordo", com o CaTI - Caxote Teatro Íntimo. Sexta-feira, dia 20, é a vez do elenco de "Prot{Agô}nistas" se apresentar diretamente do Sesc Santo Amaro, e no domingo, dia 22, Laura Nielsen, do Teatro Inominável, apresenta o monólogo "Dentro", transmitido de sua casa. Os espetáculos são transmitidos no youtube.com/sescsp e no instagram.com/sescaovivo.
A programação de Teatro #EmCasaComSesc está em nova fase, com os atores e as atrizes ocupando os palcos das unidades do Sesc na capital paulista, além das apresentações transmitidas das casas dos artistas. Com a mudança, o Sesc São Paulo passa a acolher versões de espetáculos com estruturas maiores, contando com os recursos do palco para a transmissão. As exibições seguem sem a presença do público e dentro de todos os protocolos de segurança no horário das 21h. A série tem apresentações aos domingos, quartas e sextas.
O formato híbrido, com a manutenção das transmissões realizadas da casa dos artistas, permite que a série continue oferecendo encontros com nomes de outros estados e com atores e atrizes em condições de maior vulnerabilidade ao coronavírus. Com a possibilidade das transmissões nos palcos do Sesc, dá-se oportunidade a mais profissionais, ajudando a estimular o setor cultural. Com uma parcial e gradativa retomada das atividades do Sesc São Paulo, o início da programação nos palcos é um momento importante para a cultura e para uma retomada mais ampla no futuro.
Na semana em que completa 100 lives teatrais apresentadas, a série Teatro #EmCasaComSesc apresenta os espetáculos "Ex-Gordo" (quarta-feira, dia 18), "Prot{Agô}nistas" (sexta-feira, dia 20) e "Dentro" (domingo, dia 22). Programação alterna apresentações da casa de atores e atrizes com transmissões dos palcos das unidades, sem a presença do público e dentro de todos os protocolos de segurança.
Ainda nesta semana, no domingo, dia 15, Álamo Facó apresenta de sua casa, no Rio de Janeiro, o monólogo de sua autoria, "Desmame - Ato Fílmico" a partir do texto "Mamãe". Assinando também a direção, ao lado de Cesar Augusto, o ator mostra o resultado de um processo de criação a partir da repentina morte de sua mãe, a arquiteta Marpe Facó, 100 dias após o diagnóstico de um câncer no cérebro. Influenciado por artistas como Hélio Oiticica (1937-80), Lygia Clark (1920-88) e Bruce Nauman, o trabalho faz uma recriação da sua relação com a mãe do ponto de vista emocional e corpóreo. A peça dá voz à personagem Marta que, perdendo suas faculdades mentais, começa a expandir sua consciência a limites inesperados. Com este solo, Álamo foi indicado ao prêmio da Associação dos Produtores de Teatro em 2015 na categoria Melhor Autor, e ganhou o prêmio Questão de Crítica, também em 2015, no quesito Melhor Dramaturgia. Classificação: 14 anos.
Na quarta-feira, dia 18, com transmissão do Sesc Ipiranga, o CaTI - Caxote Teatro Íntimo encena o espetáculo "Ex-Gordo", com texto e direção de Fernando Aveiro, que também interpreta o protagonista, e codireção de Naiene Sanchez. Após fazer uma cirurgia bariátrica, um homem que vive isolado em seu minúsculo apartamento, no 48º andar, confronta figuras do passado com o objetivo de descobrir sua verdadeira essência. Ele convida um grupo de artistas para ir à sua casa e interpretar os personagens que habitam sua memória, na tentativa de se sentir parte de uma sociedade e de sair de seu caótico mundo particular. Em meio a uma atmosfera onírica e surrealista, o público também é convidado a adentrar na casa desse protagonista e a acompanhar uma espécie de sessão de psicodrama teatral. Nesta versão online, a ideia é que a poltrona da casa do espectador rompa a barreira espacial e o lance para dentro da arena do jogo. A montagem, que fez temporada no Sesc Ipiranga em 2019, é a terceira parte da "Trilogia da Evolução", projeto do CaTI com reflexões sobre o despertar da consciência de indivíduos para processos sociais que os aprisionam e os moldam. Com Bárbara Salomé, Camila Biondan, Humberto Caligari e Murilo Inforsato. Classificação: 14 anos.
Sesc Santo Amaro recebe "Prot{Agô}nistas", espetáculo que estreou em abril de 2019 no Festival Internacional de Circo de São Paulo FIC-SP. Foto: Noelia Najera
Para celebrar o Dia da Consciência Negra, na sexta-feira, dia 20, data em que a série Teatro #EmCasaComSesc completa 100 lives apresentadas -, o Sesc Santo Amaro recebe "Prot{Agô}nistas", espetáculo que estreou em abril de 2019 no Festival Internacional de Circo de São Paulo FIC-SP. Com direção de Ricardo Rodrigues, o espetáculo circense reúne elenco formado por artistas negros da dança, da música e do circo. A partir da interconexão dessas linguagens, o grupo propõe uma reflexão sobre a arte e sua posição na sociedade. Com Renato Ribeiro (bateria, arranjos e palhaço), Dica L. Marx (baixo, voz e composição), Eric Oliveira (voz e palhaço), Jaqueline Silva (voz e pandeiro), Mariana Per (voz e flauta), Melvin Santhana (guitarra, voz e composição), Tô Bernado (trombone, djembê e arranjos), Vinicius Ramos (trompete, voz e composição), Diego Henrique (dança), Guilherme Awazu (perna de pau), Maíza Menezes (malabares com facas), Monique Costa (dança), Tatilene Santos (tecido acrobático), Zanza Monocova (contorção), Allyne Cassini e Marcos Silva (sonorização), Hilton Esteves (palco) e Danielle Meirelles (iluminação). Prot{Agô}Nistas - O Movimento Negro no Picadeiro é um projeto que nasceu em 2019 a partir da união de artistas negros que trazem sua pluralidade artística técnica para resultar numa nova experiência sonora, discursiva e acolhedora. Classificação: 14 anos.
Espetáculo "Dentro", que estreou em 2019, marcou as comemorações dos 10 anos da Cia. Teatro Inominável. Foto: Thaís Grechi
No domingo, dia 22, Laura Nielsen, do Teatro Inominável, encena diretamente de sua casa, no Rio de Janeiro, o monólogo "Dentro", com dramaturgia de Diogo Liberano e direção de Natássia Vello. A peça fala de Leonor, uma mulher de 40 anos que volta à casa que um dia foi de sua família para tomar um café com suas antepassadas mortas. A partir desse resgate de memórias, ela mergulha num processo de autoconhecimento, fazendo questionamentos sobre suas próprias escolhas e seu lugar no mundo hoje: reflexões sobre repetições de convenções e padrões já estabelecidos, sobre o vínculo - nem sempre visível - entre uma história pessoal e subjetiva e outra mais geral e objetiva, sobre os fatos e acontecimentos culturais, sociais e políticos do país são trazidas à tona. A protagonista abre espaço ainda para tratar de assuntos que também participam da história de suas ancestrais, como a escravidão, o racismo, a maternidade e a condição de subordinação da mulher em nossa sociedade. O trabalho, que estreou em 2019, marcou as comemorações dos 10 anos da Cia. Teatro Inominável. Classificação: 14 anos.
Agenda de 15 a 22 de novembro, sempre às 21h Domingo, dia 15: Álamo Facó em Desmame - Ato Fílmico a partir do texto "Mamãe".
Quarta-feira, dia 18: CaTI - Caxote Teatro Íntimo - Bárbara Salomé, Camila Biondan, Fernando Aveiro, Humberto Caligari e Murilo Inforsato - em "Ex-Gordo".
Sexta-feira, dia 20: Renato Ribeiro (bateria, arranjos e palhaço), Dica L. Marx (baixo, voz e composição), Eric Oliveira (voz e palhaço), Jaqueline Silva (voz e pandeiro), Mariana Per (voz e flauta), Melvin Santhana (guitarra, voz e composição), Tô Bernado (trombone, djembê e arranjos), Vinicius Ramos (trompete, voz e composição), Diego Henrique (dança), Guilherme Awazu (perna de pau), Maíza Menezes (malabares com facas), Monique Costa (dança), Tatilene Santos (tecido acrobático), Zanza Monocova (contorção), Allyne Cassini e Marcos Silva (sonorização), Hilton Esteves (palco) e Danielle Meirelles (iluminação) em "Prot{Agô}Nistas".
+ Sesc na quarentena Desde o final de agosto, cinco meses após a suspensão majoritária do atendimento presencial nas unidades, o Sesc São Paulo anunciou uma parcial e gradativa retomada, com um número restrito de atividades, dirigidas aos alunos que já eram inscritos nos cursos de Ginástica Multifuncional, Práticas Corporais e Corrida, além de pacientes das Clínicas Odontológicas cujos tratamentos foram interrompidos pela pandemia. Todas essas atividades estão sendo previamente agendadas, visando restringir a circulação de público no interior das unidades. Em outubro, a instituição anunciou nova etapa da retomada gradual dos serviços, desta vez de Exposições - inicialmente nas unidades da capital, Grande São Paulo, Santos e Taubaté -, das Bibliotecas alocadas nas unidades e a exibição de filmes no CineSesc, tudo mediante agendamento prévio pelo sistema de bilheteria online em sescsp.org.br. Todas as 40 unidades do estado deram início a essa retomada gradual, à medida que os municípios em que estão instaladas atinjam a classificação necessária para reabertura, estabelecida pelo Plano São Paulo do Governo do Estado, e em conformidade com as regulações municipais.
Paralelo à retomada gradual de alguns serviços presenciais, a instituição segue oferecendo um conjunto de iniciativas on-line, que garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita. Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.
+ Sesc Digital A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado.
Ministério do Turismo & Banestes apresentam Nany People no novo solo “Nany é Pop - Um Musical”
Com texto e direção de Nany People e direção musical de Ricardo Severo, Nany fará sua estreia em plataformas digitais de forma gratuita e ao vivo. Espetáculo acontece dia 21 de novembro, sábado, às 20 horas, direto do Teatro Universitário sendo transmitido pelas plataformas digitais da WB Produções.
O espetáculo que faz parte da 11ª edição do Circuito Banestes de Teatro – Edição especial Online, com patrocínio do Banestes, através da Lei de Incentivo à cultura – Lei Rouanet.
No musical a artista canta as variações do amor e tem intérprete em libras. Nany possui várias facetas como humorista, atriz, locutora, cantora, apresentadora, jornalista, colunista e repórter e recentemente fez parte do elenco da novela “O Sétimo Guardião”, da TV Globo, além de concorrer ao título do programa “Popstar”, da mesma emissora.
"O que temos é um espetáculo divertido, interativo, cheio de boa música e que vai contagiar e trazer emoções ao público, do início ao fim.” comenta Nany.
O novo espetáculo será transmitida no formato live, ao vivo, gratuito e em tempo real pelo Youtube e facebook da WB Produções com patrocínio do Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes), por meio do Ministério do Turismo e da lei de incentivo à cultura – Lei Rouanet.
Bate-papo após apresentação Para deixar a live mais especial, após apresentação, a atriz baterá um papo virtualcom mediação do ator, apresentador e comediante capixaba Haeckel Ferreira (@aquelecaratv ). O tema será: As transformações do Humor.
O espetáculo terá o QR Code para doações e que serão em prol do projeto SOS Graxa ES, movimento em prol de profissionais dos bastidores de eventos. A live ficará disponível pelo período de um mês no Youtube da WB Produções. A estrutura será montada respeitando todas as determinações dos órgãos da saúde em relação ao distanciamento.
“A ideia é oferecer ao público espetáculos dotados dos mesmos rigores técnicos aplicados nas peças presenciais, em um palco especialmente preparado com sistemas específicos de vídeo, iluminação e sonorização, que vão assegurar a melhor experiência, com todo o respeito que o teatro merece. Os colaboradores seguirão todos os critérios de segurança estabelecidos pela OMS”. comenta Wesley Telles, diretor de produção ao lado de Bruna Dornellas.
Sobre Nany People Nany People é mineira, nascida em Machado, criada em Poços de Caldas de onde mudou-se para São Paulo com o objetivo de viver como artista e conquistar seu espaço. Cursou a extensão universitária de interpretação pela Unicamp e estudou Teatro no Teatro Escola Macunaíma.
Como artista multifacetada, quebrou barreiras e foi uma das pioneiras da televisão brasileira. Integrou o elenco de diversos programas como Goulart de Andrade, Programa Hebe, Xuxa Meneghel, Flash, A Praça é Nossa, Cante Se Puder, entre outros. Além de ter construído uma extensa carreira no Teatro, Rádio e Cinema.
Recentemente estrelou no elenco da novela "O Sétimo Guardião" da Rede Globo, escrita por Aguinaldo Silva, interpretando o químico trans, Marcos Paulo Pianowski. Ainda na Globo, Nany participou do programa "Popstar" onde pode apresentar em shows inesquecíveis, seu talento também como cantora, apresentando mais essa sua faceta ao grande público. Atualmente está em turnê com com os espetáculos, “Tsunany” e “Nany É Pop - Um Musical”.
O Circuito Banestes de Teatro teve início em 2009 e, durante esses 11 anos, foram realizados um total de 56 espetáculos, com 157 apresentações. Além de Vitória, o projeto já se apresentou nas cidades de Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Alegre, Guaçuí, Linhares, São Mateus, Aracruz, Anchieta e Afonso Cláudio entre outras, alcançando um público de 85 mil espectadores. O projeto em todos os anos foi realizado por meio lei de incentivo à cultura – Lei Rouanet, com patrocínio do Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes). Grandes nomes do Teatro Brasileiro se apresentaram em palcos capixabas por meio do Circuito Banestes, como Bibi Ferreira, Miguel Falabella, Marieta Severo, Marco Luque, Denise Fraga, Antonio Fagundes, Tarcísio Meira, dentre outros.Os variados gêneros teatrais também foram apresentados: dramas, comédias, stand-ups, musicais e infantis. Artistas locais e seus respectivos grupos também fizeram parte do Circuito: Grupo de Teatro Empório, Cia Folgazões, Grupo Rerigtiba, Grupo Vira Lata, Cia de Teatro Urgente, Grupo Gota, Pó e Poeira, Comédia a La Carte.
Ficha técnica Com texto e direção: Nany People Artes e design: Marcos Guimarães Direção musical: Ricardo Severo Iluminação: Ronny Vieira Produção executiva: Waldir Terence.
Equipe de produção/Técnica: Direção de produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles Equipe de Transmissão da Live: Zoom Filmes Diretor de Corte: Secundo Rezende Caracteres: Matheus Moura Técnico de áudio: Augusto Ferreira Produtor Técnico : Erique Luna Intérprete de Libras: Fernanda Nogueira Social Media: Deivid Andrade Assessoria de Imprensa: Adriana Jenner e Pombo Correio Design Gráfico: José Lucas Simoes Assistente administrativa: Letícia Napole Assessoria Jurídica: PMBM Advocacia Assessoria Contábil: Leucimar Martins Realização: WB Produções Patrocínio : Banco Banestes Apresentado por Ministério do Turismo
11ª edição do Circuito Banestes de Teatro “Nany é Pop”, com Nany People. Data: 21 de novembro – sábado. Hora: às 20 horas Local: YouTube e Face da WB Produções Gênero: comédia Classificação: 12 anos Duração: 75 Minutos Espetáculo transmitido ao Vivo, diretamente do Teatro Universitário, sem a presença de plateia e com adoção de todas as medidas para prevenção à Covid-19. Doações para o projeto SOS GRAXA ES Realização: WB Produções - https://wbproducoes.com/ YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC4uenCksJtG2-WgB6ruiBbQ
A atriz Bia Bom estará novamente na apresentação de ‘Matilda - In Concert’ no próximo domingo (15), no Teatro D, em São Paulo.
Mais uma produção do Estúdio Broadway Moema, o sucesso de ‘Matilda - In Concert’ está de volta, com nova apresentação no Teatro D, com a atriz Bia Bom em seu elenco.
O elenco composto por jovens talentos no clássico que conta um pouquinho da história do musical com canções e cenas que arrebatou plateias de todo o mundo. ‘Matilda - In Concert’ é um incrível e divertido espetáculo que foi inspirado no livro de Roald Dahl, com canções versionadas por Rafael Oliveira, responsável pelo site Musical em Bom Português. O espetáculo conta direção geral de Fernanda Chamma, direção musical de Flávio Lago e coreografias de Wesley Messi e Thiago Garça.
Para proporcionar segurança e bem estar, elenco e plateia usaram máscara. Cada integrante da plateia terá seu assento higienizado e poderá sentar em espaços determinados com o devido distanciamento.
Bia Bom esteve em cartaz no musical "Achados e Perdidos", com direção de Cininha de Paula, interpretando a Menina do Riso. Já participou do curso de montagem de "Matilda - O Musical", da Espaço Artístico 4 Fun, onde interpretou Alice. Recentemente integrou o elenco da versão musical de "João e Maria", com direção de Fernanda Chamma.