A comédia dramática "Marta, Rosa e João", livro escrito pela diretora e atriz Malu Galli, no ar como a Violeta da novela "Além da Ilusão", uma consulta de tarô revela à jovem Rosa que ela está grávida. Diante da surpresa, ela resolve ir ao encontro da mãe, uma mulher que pouco conhece. Jornalista de sucesso, Marta está em crise, em casa, isolada, e convive apenas com João, passeador de cachorros que vem buscar seu cão todos os dias. A convivência das duas mulheres, forçada pela visita inesperada, traz à tona decisões e enfrentamentos inevitáveis para as personagens.
Marta precisa retomar sua vida paralisada. Rosa quer entender os sentimentos acerca da maternidade e decidir o futuro. A cada sessão, a peça se dá de forma distinta. Cada uma das 22 cenas foi escrita para uma das 22 cartas dos arcanos maiores do tarô, e é partir do jogo realizado em cena no começo da peça – com as cartas escolhidas ao acaso – que a ordem das cenas seguintes será definida.
Doze cartas ditarão, portanto, o traçado da narrativa e mais uma definirá a conclusão do jogo. Desse modo, há sempre a cada noite um espetáculo diferente, narrando, de modos diversos, a delicada aproximação entre mãe e filha. Um livro criativo e repleto de provocações filosóficas. No teatro, o texto já foi encenado pelo trio de atores Manoela Aliperti (a Lica de"Malhação - Viva a Diferença", no papel de Rosa), pela própria Malu Galli (Marta) e Rodrigo Scarpelli (João). Você pode comprar o livro "Marta, Rosa e João", de Malu Galli, neste link.
No YouTube há um catálogo virtual de Barbiese bonecas similares em escala de tamanho, além de outros brinquedos antigos e outros novos esperando por você no Canal Photonovelas, no Youtube, youtube.com/c/Photonovelas. Totalizando mais de 800 vídeos com itens que marcaram momentos importantes da vida, principalmente bonecas tipo Barbie e similares, como as queridinhas do momento, as bonecas da coleção Barbie Extra ou as mais antigas da linha Fashionistas.
No Photonovelas há vídeos de unboxing, detalhes de pertinho como análises de brinquedos já fora da caixa e até histórias interpretadas por relíquias ou novidades que podem ser encontradas em lojas. Entre as criações que condizem com o nome do canal está a fotonovela com brinquedos inspirada no romance de Roberto Drummond, "Hilda Furacão", que foi seriado de televisão pelas mãos de Glória Perez, sendo que a adaptação para fotonovela, não indicada para crianças, foi batizada de "Furacão".
Como o canal tem muito material, é possível conferir tudo de modo organizado por meio das playlists, como por exemplo, Barbie e Ken Fashionistas. Boneca Susi e Barbie Fashion Fever. Contudo, há atrativos para marmanjões como as lives sobre o boneco Falcon, que voltou a ser fabricado pela Brinquedos Estrela, além de ser possível ao passado com o antigo brinquedoCarga Pesadaou os vídeos de algunsPlaymobil System.
Até o desembrulhar de algumas bonecas foi transformado em historinha, mas para saber de causos, o interessante é acompanhar as histórias diversas de a "Turma da Dona". Além do canal no YouTube, o Photonovelas também conta com uma página no Facebook, facebook.com/Photonovelas, além do blog, photonovelas.blogspot.com. Inscreva-se no Photonovelas youtube.com/c/Photonovelas.
Criadores de uma das séries mais famosas do canal se reencontram em episódio que reúne documentário sobre história da atração e uma última receita do chef Paulo de Oliveira, interpretado por Paulo Tiefenthaler
O ano era 2008. A série curta, propositalmente com ares de improviso e sem intervalos comerciais, foi precursora de um formato que, poucos anos depois, popularizou-se na internet. Apesar da estranheza - ou talvez exatamente por isso - causada pela narrativa e pela dramaturgia que revertia o tradicional enfoque de uma atração de culinária, “Larica Total” rapidamente se tornou um sucesso na tela do Canal Brasil, gerando uma legião de fãs que o assistem até hoje nas redes sociais - é o conteúdo mais assistido no YouTube do Canal Brasil, onde todos os seus episódios estão disponíveis - e, mesmo dez anos depois de a última temporada ter ido ao ar, seguem pedindo a volta do humorístico.
Os pedidos foram finalmente atendidos: no dia 19 de fevereiro, Paulo Tiefenthaler volta a encarnar o chef de guerrilha Paulo de Oliveira no especial “Larica Total - 10 Anos Depois”, que vai ao às 21h, no Canal Brasil – e estará disponível, no mesmo dia, no Globoplay + Canais ao Vivo e Canais Globo. O especial, que terá duração de 60 minutos, será dividido em duas partes. Na primeira, Paulo encontra Caito Mainier, Felipe Abrahão e Leandro Ramos, diretores do “Larica”, para relembrar histórias da época e falar sobre os motivos que os levaram a parar de fazer o programa no auge do sucesso, além de definirem a receita e escreverem, juntos, o roteiro de um último “Larica Total”.
Na segunda parte, o quarteto volta ao apartamento no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, onde Tiefenthaler morava e o programa era gravado. Sob o mote “Dedo no Cozido e Gritaria”, Tiefenthaler interpreta novamente o icônico chef de cozinha Paulo de Oliveira para preparar um prato totalmente ao estilo “Larica Total”: como o nome sugere, um tradicional cozido.
“Larica Total - 10 Anos Depois” será lançada com uma coletiva de imprensa virtual, na terça-feira, dia 15/02, às 11h. Presenças confirmadas de Paulo Tiefenthaler (ator, diretor e roteirista) e de Caito Mainier, Felipe Abrahão e Leandro Ramos (diretores e roteiristas).
“Larica Total” surgiu de uma ideia da editora executiva, Adriana Nolasco, e de seu marido, Terêncio Porto, também produtor. Além das gravações serem realizadas na cozinha da própria casa do ator, muitas coisas que vemos, como utensílios e figurinos, também eram do Paulo. E o ator conta como essa falta de privacidade e o fato de não existir uma fronteira rígida que o separasse do personagem tornava o trabalho exaustivo e o fizeram concluir que, depois de três temporadas, era hora de deixar o “Larica”.
"Reencontrar os cocriadores do programa foi e está sendo essencial pra todos nós resgatarmos potências fundamentais em nós. Só agora nós conseguimos entender o que aconteceu de uma maneira mais lúcida e amorosa. Somos amigos e essa relação se fortalece no encontro. Havia a possibilidade de uma desconexão, mas de cara a mesma energia estava lá na hora, como sempre. O ‘Larica Total’ foi e é uma das maiores referências de humor, ousadia estética, modelo de negócio e formato na história da TV brasileira. Chegou uma hora que os canais queriam novos ‘Laricas Totais’, um programa bom e muito barato, mas obviamente não conseguiram. Viva a culinária de guerrilha! Ela quer dizer muita coisa além da comida e da cozinha. Divirtam-se. ‘Larica Total’ é um programa sobre o amor", explicou Tiefenthaler.
“Larica Total” estreou no Canal Brasilem 2008 e ficou no ar até 2012. Foram três temporadas, totalizando 74 episódios, nos quais foram preparadas receitas que se tornaram clássicos como o Frango Total Flex, o Sushi de Feijoada, Moqueca de Ovo, Churros de Aipim, Tortilha de Batata Blade Runner e o Ovo de Páscoa Natalino. A série tornou-se rapidamente um sucesso de audiência do canal mostrando o solteirão Paulo de Oliveira preparando pratos simples e sem muita técnica, com ingredientes acessíveis - numa pegada completamente diferente dos outros programas de gastronomia da TV paga.
"O ‘Larica’ foi um divisor de águas no Canal Brasil. Um programa pioneiro na TV brasileira, que ampliou muito o horizonte e o alcance do canal, trazendo um público mais jovem. O programa tem o DNA do Canal Brasil, reforçando conceitos que sempre foram importantes para a gente, como a irreverência e uma boa dose de transgressão. Todos os envolvidos no projeto – Paulo, Caito, Leandro, Felipe, Terêncio, Adriana, entre outros – são parceiros de longa data que sempre tiveram total liberdade de criação, e a química e o talento inesgotável deles sempre resulta em algo muito bom. Trazê-los de volta 10 anos depois é uma alegria imensa. Esse especial já nasce emblemático!”, afirma André Saddy, diretor-geral do Canal Brasil.
Filme sobre a cantora baiana mergulha no momento em que a tímida Gracinha se transforma em Gal Costa, durante os anos violentos, inovadores e alucinantes que ajudaram a moldar a maior cantora do Brasil. Foto: instagram.com/p/CEAYWn2H3xT/
Uma das principais cantoras do Brasil terá sua vida retratada no cinema no filme “Meu Nome é Gal”, que começa a ser rodado nesta semana em São Paulo (capital e no litoral, em São Sebastião) e no Rio de Janeiro. Com direção de Dandara Ferreira e Lô Politi, que também assina o roteiro, o longa é protagonizado pela atriz Sophie Charlotte e traz no elenco nomes como Rodrigo Lelis (Caetano Veloso), Dan Ferreira (Gilberto Gil), Camila Márdila (Dedé Gadelha), Waly Salomão (George Sauma), entre outros. A diretora Dandara Ferreira também atua, interpretando Maria Bethania, e Fábio Assunção faz uma participação especial como um diretor de televisão. O filme é uma produção da Paris Entretenimento com coprodução Globo Filmes e Dramática Filmes e será rodado ao longo de 27 dias no Rio e em São Paulo. Com distribuição da Paris Filmes, a previsão de lançamento é em 2023.
Para sobressair no universo musical inovador proposto por Gil e Caetano, Gal precisa enfrentar um grande inimigo pessoal: a própria timidez. Conforme vai se soltando, a grande promessa da música brasileira começa a desabrochar enquanto a Tropicália se torna realidade. O movimento transforma a indústria e desafia uma sociedade conservadora, misturando MPB tradicional, bossa nova e guitarra elétrica, além de propor uma transformação completa no visual e nas atitudes.
Quando Caetano Veloso e Gilberto Gil são presos e exilados em plena Ditadura Militar, Gal se afoga em uma depressão profunda. O medo e a necessidade de se posicionar se misturam e a única saída é buscar dentro de si a força para se tornar a voz da Tropicália e, assim, trazer para fora uma atitude e uma potência que irão provocar uma revolução estética e comportamental que transforma toda uma geração, principalmente de mulheres. Ela se torna um dos principais nomes da música brasileira. Mesmo depois de milhares de discos vendidos e de se tornar nacionalmente famosa, Gal Costa mantém um grande e às vezes conturbado vínculo com a mãe.
Entrevista com o desmascarado: Beto Barbosa, Foto: Rede Globo
Na tarde do último domingo (13), o Boto adocicou o "The Masked Singer Brasil" e teve sua identidade revelada. O cantor Beto Barbosa deu vida ao personagem que cantou ‘Vamos Fugir’ de Gilberto Gil e ‘Menino do Rio’ de Caetano Veloso em suas apresentações. “Foi um desafio muito interessante e diferente, que somou na minha carreira. Foi muito divertido participar e fiquei muito feliz e satisfeito com o resultado. Deu para mostrar um Beto Barbosa diferente do que canta lambada e forró”, conta Beto.
"The Masked Singer Brasil" é uma coprodução TV Globo e Endemol Shine Brasil, baseado no formato sul-coreano criado pela Mun Hwa Broadcasting Corp, tem supervisão artística de Adriano Ricco (TV Globo) e direção de Marcelo Amiky (Endemol Shine Brasil). O reality vai ao ar no domingo, após The Voice +.
Como foi a experiência de participar do ‘The Masked Singer Brasil’?
Foi um desafio muito interessante e diferente, que somou na minha carreira. Eu nunca tinha feito algo do tipo, nunca nem saí em um carnaval de rua fantasiado, então até como ator foi interessante porque eu entrei no personagem para fazer o Boto. Foi muito divertido participar e fiquei muito feliz e satisfeito com o resultado. Deu para mostrar um Beto Barbosa diferente do que canta lambada e forró.
Para você, qual a importância de ter se vestido de boto?
Foi bem diferente colocar a fantasia de um cetáceo, que seria a baleia brasileira da Amazônia. O boto é um animal em extinção e conta a lenda que ele era um cara conquistador e namorador. E é representativo para mim porque eu sou paraense e ao mesmo tempo em que a gente está no programa, estamos fazendo um movimento de proteção e chamando atenção da humanidade para o nosso golfinho brasileiro que é o boto-cor-de-rosa.
Como foi o processo de escolher o repertório e se preparar para a apresentação?
As músicas que eu cantei tinham a ver com o universo do personagem. A música do Caetano eu queria muito cantar, é uma música muito bonita que eu sempre gostei. Eu me senti muito confortável com as duas músicas que apresentei.
Como foi ver os jurados chutando nomes diferentes do seu e depois acertando o palpite?
No primeiro programa o Edu não adivinhou que era eu, mas no segundo ele já teve certeza de que poderia ser eu por causa da dancinha que eu deixei escapar. Mas eu tentei fazer de tudo para não ser nada parecido com o que eu faço. Ele está muito empenhado na competição.
Imagine um filme descabido e atual que você assistiu recentemente. "Moonfall: Ameaça Lunar", de Roland Emmerich, pode ser descrito exatamente com essas palavras. O longa protagonizado por Patrick Wilson e Halle Berry tem o roteiro fraco de Roland Emmerich, Harald Kloser e Spenser Cohen. E como não sendo suficiente o desnorteio, chega ao pontode fazer uma misturinha de outros filmes e, ao fim, não mostrar a que veio. Resumo: é uma bobajada de 2 horas que vira uma tortura com sensação de pelo menos 3 horas de duração.
O longa de ficção científica tem várias cenas de ação que, por vezes, derrubam todo o convencimento conquistado do público e transforma o filme numa total enganação. No início, "Moonfall: Ameaça Lunar" parece querer ser levado a sério e chega a convencer o público a embarcar na trama. Contudo, na sequência, a construção da atmosfera cai por terra. Sem dó!
O que se tem são frases de efeito em meio a belos efeitos visuais e uma história muito da mal-contada, justamente por não ter sentido. Não há surpresa para a trama que deveria seguir crescendo, tudo parece jogado aleatoriamente. Talvez os roteiristas tenham se perdido no espaço a ponto não reler o que escreveram e deixaram a responsabilidade para os atores: convencer quem acredita no filme a ponto de comprar o ingresso.
Aos fãs de "Interestelar", fica o alerta. "Moonfall: Ameaça Lunar" não é nem um terço da obra-prima que é a produção de Christopher Nolan. Roland Emmerich vai para a lua, tenta levar o público, mas fica numa história muito da mal-contada. Até a atuação de Halle Berry é bastante questionável, além de insossa e cheia de sorrisinhos amarelos. Por outro lado, se vê um esforço maior por parte de Patrick Wilson na defesa de seu personagem que, por um momento, dá entender que será o pai salvador de "Armageddon". Até nisso o filme engana.
"Moonfall: Ameaça Lunar" é sobre uma força misteriosa que tira a Lua da sua órbita em torno da Terra. Um grande problema, de fato. Eis que o faxineiro, atendente de fast-food e teórico conspiracionista, K. C. Houseman (John Bradley) descobre que tal catástrofe está prestes de aniquilar a vida como a conhecemos. Lembra um pouco "Não Olhe Para Cima", né?! Nem tanto. Neste não há piadas e críticas sobre a atualidade, somente alarmismo e cenas de fim do mundo.
Assim, antes do impacto que exterminará a Terra, Jo Fowler (Halle Berry), executiva e ex-astronauta da NASA acredita ser capaz de salvar a todos. Assim, ela reencontra um astronauta do seu passado, desacreditado, que entrou em decadência após um acidente no espaço, Brian Harper (Patrick Wilson). Sim! O perfil de Harper lembra muito a de Johnny Lawrence (William Zabka) no inicio do seriado "Cobra Kai".
Com um trio improvável de desajustados, a trama leva o público para embarcar numa última missão impossível no espaço. Eles deixam para trás seus entes queridos quando descobrem que a nossa Lua não é o que pensávamos que era. É a mesma surpresa que fica para quem está do outro lado da telona, "Moonfall: Ameaça Lunar" é um filme muito ruim.
Em parceria com o Cineflix Cinemas, o Resenhando.com assiste aos filmes em Santos, no primeiro andar do Miramar Shopping. O Cineclube do Cineflix traz uma série de vantagens, entre elas ir ao cinema com acompanhante quantas vezes quiser - um sonho para qualquer cinéfilo. Além disso, o Cinema traz uma série de projetos, que você pode conferir neste link.
Estou tão feliz! Já tenho meu ingresso garantido para a pré-estreia de "The Batman", no Cineflix. Nacionalmente, o filme irá estrear em 3 de março, mas com a pré, tudo vai acontecer antes. Sorte!! Não vou negar, estou muito curiosa com o filme do morcegão intepretado pelo ex-vampiro de "Crepúsculo", Robert Patinson.
Se eu espero muito desse filme de quase 3 horas?! A resposta é: Sim! Muitíssimo!!
Sou marvete, mas o homem-morcego me marcou demais com os filmes produzidos pelo fabuloso Tim Burton, principalmente pela atuação inesquecível de Michael Keaton com Batman. Como esquecer a lindeza de Kim Basinger como uma mocinha em apuros?!
Fãs de Tolkien, da cultura pop e do futebol americano pararam tudo durante o terceiro tempo da transmissão do LVI Super Bowl, quando a Amazon os transportou diretamente para a Terra-média
O Prime Video apresentou no domingo, 13 de fevereiro, o primeiro teaser trailer oficial da série Original Amazon mais antecipada para 2022, "O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder". O teaser de 60 segundos oferece ao público global os primeiros vislumbres audiovisuais da lendária Segunda Era de J.R.R. Tolkien, prometendo uma nova lenda do Amazon Studios e dos showrunners J.D. Payne e Patrick McKay que começará em 2 de setembro deste ano. Apresentando uma seleção do elenco de personagens da série -- como Elfos, Anões e Humanos -- e imagens das terras de Arda, o teaser trailer leva os espectadores a uma jornada repleta de ação e emoção em grande esplendor cinematográfic
A série traz às telas pela primeira vez as lendas heróicas da Segunda Era da história da Terra-média. Este drama épico se passa milhares de anos antes dos eventos de "O Hobbit" e "O Senhor dos Anéis" de J.R.R. Tolkien, e levará os espectadores de volta a uma era em que grandes poderes foram forjados, reinos ascenderam à glória e caíram em ruína, heróis improváveis foram testados, a esperança ficou pendurada pelo mais fino dos fios e um dos maiores vilões que já saíram da caneta de Tolkien ameaçou cobrir todo o mundo na escuridão. Começando em um tempo de relativa paz, a série segue um elenco de personagens, tanto conhecidos quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média. Das profundezas mais escuras das Montanhas Nebulosas, às majestosas florestas da capital élfica de Lindon, ao deslumbrante reino insular de Númenor, aos confins do mapa, esses reinos e personagens irão esculpir legados que viverão muito tempo depois deles.
A série é liderada pelos showrunners e produtores executivos J.D. Payne & Patrick McKay. Eles se juntam aos produtores executivos Lindsey Weber, Callum Greene, J.A. Bayona, Belén Atienza, Justin Doble, Jason Cahill, Gennifer Hutchison, Bruce Richmond e Sharon Tal Yguado; e aos produtores Ron Ames e Christopher Newman. Wayne Che Yip é co-produtor executivo e dirige junto com J.A. Bayona e Charlotte Brändström.
Thiago Lacerda e o diretor Thiago Wodarski (C), e equipe do longa 'Coexistência' - crédito: Mariana Villa Real
As cidades gaúchas de São José dos Ausentes e Porto Alegre servem de cenário para o longa em produção "Coexistência". Estreia na direção de Thiago Wodarski, o drama familiar com elementos fantásticos é uma realização da Machina Filmes e Sofá Verde Filmes. Estão no elenco Maria Galant ("Irmã"), Martha Brito ("Disforia"), Thiago Lacerda ("O Tempo e o Vento") e Juliana Wolkmer ("Legalidade") e as estreantes Helena Vaz e Julia Almeida. "Coexistência" conta a história de duas irmãs que retornam depois de anos para a casa onde cresceram. A morte da mãe as faz reviver velhos traumas. As gravações acontecem em fevereiro.
“Eu considero 'Coexistência' um filme sobre revisitar memórias, em sua essência. Acho que a memória é talvez a ferramenta humana mais traiçoeira", elabora Thiago Wodarski, conhecido por sua experiência como roteirista da série "A Bênção" (Canal Brasil) e do longa "Disforia". "Há algo muito pesado que aconteceu naquela casa e as duas irmãs claramente enxergaram este fato de forma diferente. Enquanto para uma aquilo foi um lar, com lembranças até lúdicas dos momentos, a outra enxerga vê como um período absolutamente sombrio", resume.
O diretor e roteirista define "Coexistência" como um drama de fantasia que começa a ganhar contornos de thriller no desenrolar da trama. Wodarski divide a produção com Lucas Cassales, Rafael Duarte e Taísa Ennes. Duarte e Taísa também assinam direção de fotografia e arte, respectivamente. Fernanda Bischoff e Patrick Arozi são os produtores executivos do projeto. As filmagens seguem uma série de protocolos de segurança relacionados à pandemia. O cronograma iniciou no interior do estado, em uma fazenda de São José dos Ausentes, e agora prossegue na capital gaúcha.
O ator carioca Thiago Lacerda interpreta o médico Fernando, personagem religioso que aos poucos vai mostrando suas reais intenções. Ele define o roteiro como corajoso e seu personagem como misterioso e complexo. Sobre a produção do longa-metragem, descreve: "um grupo de jovens inquietos que se reúnem pela causa nobre do cinema e pela necessidade de resistir, em cena, ao horror do descrédito e sabotagem cultural que nos cerca atualmente".
Em "Doutor Estranho no Multiverso da Loucura" da Marvel Studios, o MCU desbloqueia o Multiverso e expande seus limites ainda mais. Embarque em uma jornada rumo ao desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário.
O filme é dirigido por Sam Raimi, com Kevin Feige como produtor. Louis D’Esposito, Victoria Alonso, Eric Hauserman Carroll e Jamie Christopher atuam como Produtores executivos. O roteiro foi escrito por Michael Waldron.
PorLuiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Parece incrível que já se passaram mais de 40 anos de trabalho do Sérgio Lemos. Mas ninguém em uma redação de jornal o conhece pelo nome verdadeiro, e sim pelo apelido: Seri. Como ilustrador, chargista, desenhista, seja lá qual for a definição, ele virou referência para qualquer aspirante a uma dessas modalidades. Sua arte e genialidade pôde ser conferida diariamente nas páginas de jornais da Baixada Santista e de outros pontos do Estado. Mas agora decidiu alçar voos ainda mais altos, ao lançar o livro "Rita de Cássia", seu primeiro romance que foi adaptado magistralmente para história em quadrinhos.
Conheço o Seri desde 1984, quando passamos no vestibular da Universidade Católica de Santos (UniSantos), indo parar no extinto campus Pompeia. Ali, na Faculdade de Comunicação, fizemos parte de um grupo meio anárquico que fundou a Rádio Megafone. Ocupávamos as escadarias da faculdade na hora do intervalo para promover a comunicação social em sua essência, ao vivo e com muita prestação de serviço. As peripécias desse grupo resultaram até em um debate com candidatos a prefeito de Cubatão sobre meio ambiente, com a presença ilustre do Fernando Gabeira, entre outras ações.
Anos mais tarde, em 1996, nos encontramos novamente no jornal A Tribuna. Aí pude ver na prática a arte genial desse cara que apesar de ser humilde, tem um talento nato que cativa a todos, sem exceção. Sobre o livro, trata-se de um romance de sua autoria, adaptado para a história em quadrinhos. Narra a história de Bonita e de sua filha Rita de Cassia, além de seu pai, o policial Nicola.
A família apresenta uma trajetória que se inicia no morro e continua no asfalto, ao nível do mar. Tudo transcorre no contexto do período do Governo Militar e suas imposições de censura. Funciona como uma espécie de linha do tempo, que prende a atenção do leitor do início ao fim. Seri mostra no romance várias cenas que sua memória guardou, além de histórias que ouviu de outras pessoas conhecidas. Com isso, acabou por produzir uma obra interessante, que foge do lugar comum. Escrever um livro já não é uma tarefa fácil. Agora imagine transformar isso em HQ. O grau de dificuldade triplica.
Nem preciso dizer que a arte dos quadrinhos ficou acima da média, em todos os detalhes. E ao contemplar esse livro, percebo que aquele colega e aluno do extinto campus Pompeia continua inquieto e sagaz como sempre foi. Sempre com vontade de aprender e se aprimorar cada vez mais. O livro pode ser comprado no site da editora Papale´s, no seguinte endereço https://papales.com.br/product/rita-de-cassia-retalhos-em-quadrinhos/.
Os ingressos para a sessão de pré-estreia do novo longa do homem-morcego já estão sendo vendidos antecipadamente na rede de cinemas Cineflix. Escolha o seu assento com tranquilidade, num guichê de atendimento, presencialmente e apronte-se para curtir todo o poder de "The Batman", no 1º dia de março.
Longa da Da Warner Bros. Pictures, estreia em todos os cinemas do Brasil no dia 3 de março, com nova roupagem, tendo o ator Robert Pattinson como protagonista do bilionário solitário Bruce Wayne. Com realização de Matt Reeves, "The Batman" tem planejadas duas sequências e duas séries de televisão spin-off em desenvolvimento para o HBO Max.
Filme: The Batman
Data de lançamento: 3 de março de 2022 (Brasil)
Diretor: Matt Reeves
Orçamento: US$ 150 milhões
Roteiro: Matt Reeves; Mattson Tomlin
Companhia(s) produtora(s): DC Entertainment
Baseado em: Batman; da DC Comics
Elenco: Robert Pattinson, Jeffrey Wright, Zoë Kravitz, Paul Dano, Andy Serkis, Colin Farrell, John Turturro.