quarta-feira, 9 de março de 2022

.: Canal Viva: "Presença de Anita" estreia dia 15 de março

Atração será exibida de segunda a sexta, a partir das 19h30. Foto: Divulgação


No dia 15 de março, estreia no VIVA a minissérie “Presença de Anita”. Inspirada pela obra homônima de Mário Donato, a atração apresenta uma história de obsessão, sedução e morte. A trama acompanha o casal Lúcia Helena (Helena Ranaldi) e Fernando (José Mayer), que enfrentam uma crise conjugal e resolvem viajar com a família para fugir da violência da cidade grande. 

Eles decidem ir para a cidade natal de Lúcia, Florença, no interior de São Paulo. No entanto, os planos são interrompidos pela chegada da jovem Anita (Mel Lisboa) à cidade, que transforma a vida e a rotina dos moradores locais. Com direção de Edgard Miranda e autoria de Manoel Carlos, o programa será exibido de segunda a sexta, a partir das 19h30.

terça-feira, 8 de março de 2022

.: Crítica: "Misery", peça de teatro traz Mel Lisboa deliciosamente diabólica


Por 
Helder Moraes Miranda, editor do Resenhando. 

Poucos artistas aproveitaram tanto a chance de se reinventar no teatro quanto Mel Lisboa, atriz que ficou famosa nacionalmente após protagonizar uma minissérie na principal emissora do país. No teatro, Mel Lisboa é uma força da natureza. Ela está deliciosamente diabólica em "Misery", adaptação do romance de Stephen King, sucesso da Broadway em cartaz até dia 27 de março no Teatro Porto Seguro, em São Paulo. 

O espetáculo gira em torno da relação entre um escritor que sofre um acidente em uma região isolada e é salvo por uma ex-enfermeira que é grande fã dos livros dele e passa a demonstrar um lado obscuro e obsessivo. "Misery" marca a retomada da programação de artes cênicas no Teatro Porto após um período de obrigatoriedade de reclusão por conta da covid-19.

Após a estreia arrebatadora na televisão, a trajetória de Mel Lisboa como artista versátil vem sendo coroada no teatro com grandes papéis. Nos últimos anos, ela foi, entre outras personagens, Rita Lee, a doce e abnegada Grace em "Dogville" (papel que foi de Nicole Kidman no filme de Lars von Trier) e a escritora e médium russa Helena Petrovna Blavatsky.

Despida de vaidade e de qualquer resquício de delicadeza, sob a direção certeira de Eric Lenate, ela dá vida a uma mulher dura, solitária e amargurada. No espetáculo, Mel Lisboa interpreta Annie Wilkes, obcecada pela série de livros "Misery", do escritor Paul Sheldon, em papel defendido por Marcello Airoldi. Completa o elenco o ator Alexandre Galindo, no papel do xerife Buster, que traz um pouco de leveza à atmosfera pesada do enredo nas cenas em que aparece e brilha uma das cenas mais tensas do teatro da atualidade.

É preciso ressaltar também a qualidade da caracterização de Airoldi como o escritor acidentado com as pernas imobilizadas por talas. Também a força da cena em que as pernas do personagem é quebrada a marretadas, em um cenário que se move e é parte da história, como um personagem atento à movimentação dos personagens: assim como o público, ele é a testemunha ocular e, às vezes cúmplice, do que acontece entre quatro paredes. 

A sensibilidade de Mel Lisboa está presente na construção de uma personagem diferente de tudo o que ela já interpretou. As nuances da personagem, a euforia e as mudanças repentinas de humor deste papel - algumas engraçadas, outras aterrorizantes - tornam-se um desafio para a artista, que vem se desafiando cada vez mais nos papeis das histórias que escolhe contar. Mel Lisboa é uma das atrizes mais versáteis de sua geração e vem traçando no teatro uma trajetória interessante.

Ao lado dela na maior parte das cenas, está Marcello Airoldi, que esbanja charme e carisma no papel de Paul Sheldon - o personagem é sedutor e, por vezes, alterna com Mel Lisboa o papel de algoz e vítima. Ele quer ir embora, ela sabe disso e quer mantê-lo perto. Ambos refazem no teatro de suspense os papéis que já pertenceram a James Caan e Kathy Bates em uma interpretação que rendeu a ela o Oscar de melhor atriz e a conduziu ao estrelato em Hollywood.

A cena em que a fã psicótica tortura o escritor e o deixa manco está na lista da Bravo's dos 100 momentos mais assustadores do cinema. O fato de Mel Lisboa ser uma mulher bonita torna a personagem ainda mais peculiar e profunda. Não adianta ser uma mulher interessante, que oferece literalmente casa, comida, roupa lavada e afeto (do modo dela) a alguém se não há liberdade. Alguém sempre vai querer ir embora.


Para ampliar a experiência do teatro, você pode comprar o livro "Misery - Louca Obsessão", de Stephen King, neste link.

Serviço:
"Misery", de Stephen King.
Dramaturgia:
 William Goldman.
Tradução/Adaptação: Claudia Souto e Wendell Bendelack.
Direção artística: Eric Lenate.
Elenco: Mel Lisboa, Marcello Airoldi e Alexandre Galindo.
De 4 de fevereiro a 27 de março - Sextas e sábados às 20h e domingos às 19h. As sessões de domingo contam com intérprete de Libras
Ingressos: R$80 plateia / R$60 balcão/frisas.
Classificação: 14 anos.
Duração: 120 minutos.
Gênero: suspense. 


Teatro Porto Seguro
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3366.8700

Bilheteria:
Aberta somente nos dias de espetáculo, duas horas antes da atração.
Clientes Cartão Porto Seguro têm 50% de desconto.
Clientes Porto Seguro têm 30% de desconto.
Vendas: www.sympla.com.br/teatroportoseguro
Capacidade:
 508 lugares.
Formas de pagamento: cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: dez lugares para cadeirantes e cinco cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm desconto.


Encerramento de "Misery" no Teatro Porto Seguro - Apresentação de domingo, dia 6 de março


.: Crítica: "A Felicidade das Pequenas Coisas" da vida na montanha

Por: Mary Ellen Farias dos Santos 

Em março de 2022


"A Felicidade das Pequenas Coisas" é o tipo de filme que aquece o coração. Não há como sair indiferente da sala de cinema do Cineflix, após assistir ao drama de 1h50m. A trama do professor Ugyen Dorji (Sherab Dorji) convida a refletir sobre as diferentes realidades. Dirigido e roteirizado por Pawo Choyning Dorji, o longa leva o título em inglês de "Lunana: A Yak in the Classroom", o que entrega parte do que acontece no filme que concorre ao Oscar 2022, na categoria "Melhor Filme Internacional", representando a nação muito montanhosa, de interior, situada na Ásia, Butão.

O professor Ugyen Dorji, de 20 e poucos anos, sonha em se mudar para a Austrália e ser um cantor famoso. Para tanto, ele aguarda o visto para seguir viagem e começar a batalha cantando em bares de Sydney. Contudo, ele que vive com a avó e sem nenhuma vocação para ensinar, precisa cumprir um ano inteiro de contrato no cargo, com o governo. Assim, ele é mandado para Lunana, onde assume a "escola mais remota do mundo", situada no topo de uma imensa montanha. 

Após levar o público numa subida de dias nas montanhas e gerar uma fotografia belíssima, Ugyen, antes mesmo de conhecer os alunos, manifesta o desinteresse de assumir a turma aos responsáveis locais. Qual o maior problema para o moço? Ele é bastante dependente da tecnologia moderna. Tanto é que sobe a montanha ao som de músicas no fone de ouvido. 

Ugyen detesta a vida pacata como as que todos ali levam, além da falta de acesso a itens modernos. Até lousa a escola não tem. Contudo, como a vida é cheia de surpresas, nas pequenas coisas ele consegue descobrir o prazer da vida simples e encontra a felicidade. Nesse meio tempo, parte do sonho do rapaz acontece e deixa o público na dúvida sobre o rumo da história do professor

"A Felicidade das Pequenas Coisas" é um filme cheio de ensinamentos, seja aos sem acesso a modernidade quanto ao dependente dela. No entanto, destaca justamente o ser professor que a cada ano é enviado a uma escola diferente e precisa conhecer conquistar novas turmas. Imperdível!


Em parceria com a rede Cineflix Cinemas, o Resenhando.com assiste aos filmes em Santos, no primeiro andar do Miramar Shopping. O Cineclube do Cineflix traz uma série de vantagens, entre elas ir ao cinema com acompanhante quantas vezes quiser - um sonho para qualquer cinéfilo. Além disso, o Cinema traz uma série de projetos, que você pode conferir neste link.


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm


Filme: A Felicidade das Pequenas Coisas

Título em inglês: Lunana: A Yak in the Classroom (Butão/China)

Gênero: Drama/Aventura

Roteiro: Pawo Choyning Dorji

Diretor: Pawo Choyning Dorji

Ano: 2019 

Duração: 1h 50m




.: Espetáculo “Se Essa Lua Fosse Minha” reestreia em São Paulo

Musical de Vitor Rocha, “Se Essa Lua Fosse Minha”, reestreia em nova temporada, às terças e quartas, no Teatro Viradalata, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda.


O premiado espetáculo "Se Essa Lua Fosse Minha" volta aos palcos do Teatro Viradalata, após integrar a programação da Mostra de Teatro Musical Autoral “Arte É Progresso”.

Saído de Terrarrosa, uma província da Espanha, um povo navega pelo oceano em busca de um lugar para construir um novo amanhã. Eis que lhe é apresentada a terra de Porto Leste, uma ilha que para a surpresa de todos já era habitada por um outro povo. A diferença de crenças e culturas faz com que uma divisão se torne indispensável e uma linha é riscada no chão a fim de evitar a guerra. De um lado fica a destemida Leila e do outro o rebelde Iago. Quem é que faria um coração respeitar uma linha riscada no chão?

A lua escuta mais versos de amor do que os próprios amantes. Enquanto isso, da Espanha vem Belisa, predestinada a se casar com ele, da terra vem a flor do alecrim, talvez a solução para ela. O lencinho branco cai no chão. O anel que era de vidro e se quebra. Os pés virados para trás. Um canto que atrai os homens. Pirulito que tanto bate. A história às vezes rima, às vezes ensina e às vezes faz os dois ao mesmo tempo, são dois coelhos numa cajadada só!

“Se Essa Lua Fosse Minha” terá apresentações às terças e quartas-feiras, às 20h30, no Teatro Viradalata, em São Paulo. Os ingressos estão à venda pelo Sympla.com ou na bilheteria do teatro.


Ficha Técnica:

Idealização e Texto de VITOR ROCHA

Letras de ELTON TOWERSEY e VITOR ROCHA

Direção de VICTORIA ARIANTE

Músicas, Direção Musical e Arranjos de ELTON TOWERSEY

Direção de Movimento e Coreografia de ALBERTO VENCESLAU

Preparação de Elenco de LENITA PONCE


Elenco:

LUCI SALUTES como Leila

JULIA SANCHEZ como Leila (alternante)

ARTHUR BERGES como Iago

ALINE CUNHA como Anciã/Madrinha

MARISOL MARCONDES como Belisa Passaláqua

DAVI TÁPIAS como Florípio

VITOR ROCHA como Pirulito

DANIEL HAIDAR como Levi e cover de Florípio

FILIPE INACIO como Delfim

FÁBIO VENTURA como Capitão R. E. Batesquião

LARISSA CARNEIRO como Sra. Batesquião

ALBERTO VENCESLAU como cirandeiro e cover de Capitão R. E. Batesquião

FERNANDO LOURENÇÃO como Chefe dos Guerreiros e cover de Levi

Desenho de Luz de FRAN BARROS

Operação de Luz de MARINA GATTI

Desenho de Som de PAULO ALTAFIM por AUDIO S.A.

Operação de Som de KAUÊ RAVANEDA

Microfonista: THIAGO VENTURI

Operação de Trilha: GUSTAVO FLÓ

Produção Geral: LUIZA PORTO e VITOR ROCHA

Produção: VICTOR MIRANDA

Redes Sociais: GUSTAVO BRAIT e VICTOR MIRANDA

Fotografia: VICTOR MIRANDA

Assessoria de Imprensa: MAY CALIXTO por UNICÓRNIO ASSESSORIA E MÍDIA


Serviço:

“Se Essa Lua Fosse Minha”

Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré. São Paulo/SP) 

Estreia 08 de março de 2022

Curta temporada até 30 de março de 2022

Terças e quartas-feiras, às 20h30

Ingressos

PLATEIA: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia)

BALCÃO: R$70,00 (inteira) e R$35,00 (meia)


Vendas de ingressos: bileto.sympla.com.br/event/71674/d/127682

Gênero: Musical

Duração: 140 min.

Classificação etária: 12 anos 

Ponto de Venda sem Taxa de Conveniência: 

Teatro Viradalata - Rua Apinajés, 1387 - Sumaré, São Paulo - SP

Informação: (11) 3868-2535 

Horário de atendimento ao público: 

Sexta - das 19h até 22h

Sábados - das 19h até 22h 

Domingos - das 17h até 20h

*Abertura da bilheteria: duas horas antes do espetáculo 

Informações sobre meia entrada – 50% de desconto: O benefício da meia-entrada é concedido, mediante a apresentação do comprovante, a estudantes; idosos (pessoas com mais de 60 anos); jovens pertencentes a família de baixa renda com idades de 15 a 29 anos; pessoas com deficiência e acompanhante, quando necessário; diretores, coordenadores, pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais; e professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino.


.: Dança e visitas: Museu da Língua Portuguesa homenageia mulheres



Enquanto no sábado, dia 12 de março, as atividades vão destacar a existência de mulheres trans no acervo da instituição e a luta por direitos de mulheres em situação de prostituição, no domingo, dia 13/3, o enfoque será no protagonismo feminino na exposição principal


Na semana em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher, o Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, organiza uma aula de dança e visitas temáticas que enaltecem a presença feminina em sua exposição principal. Organizadas pelo Núcleo de Articulação Social e pelo Núcleo Educativo, as atividades visam valorizar o protagonismo de mulheres no acervo do Museu. 

No sábado, dia 12, o Núcleo de Articulação Social do Museu promove uma visita temática pela exposição principal, destacando a existência das mulheres trans. A ação é um convite à reflexão sobre as pluralidades das identidades femininas a partir da palavra travesti. Vale lembrar que o Museu da Língua Portuguesa está localizado entre os bairros da Luz e do Bom Retiro, onde vários grupos de mulheres trans residem e também trabalham. 

Ao longo do percurso de 1h30 pelos espaços do Museu da Língua Portuguesa – entre as 10h30 e 12h -, o público vai passar por experiências como o Palavra Cruzadas, onde é possível descobrir a origem da palavra “travesti”, e o Falares, no qual mulheres trans dão depoimentos sobre suas trajetórias pessoais a partir da relação entre suas práticas profissionais, corpo, cidade e a língua. 

À tarde, no mesmo dia 12, entre as 13h e 15h, o Coletivo Mulheres da Luz e o Museu da Língua Portuguesa organizam a aula de dança “Mulheres da Luz (re)existem: dança pela visibilidade e direitos”. Trata-se de uma ação de acolhimento, aproximação patrimonial e empoderamento dos corpos femininos que ocupam a Estação da Luz por meio da arte. Mulheres que queiram participar bastam chegar no horário marcado à passarela da Estação da Luz, onde ocorrerá o evento. 

Já no domingo, dia 13, em dois horários (10h e 13h), quem organiza a visita é o Núcleo Educativo. Nesta ação, a visita temática vai evidenciar o protagonismo feminino na exposição principal. Serão levantadas questões como a presença da mulher na literatura brasileira e em movimentos culturais, como a Semana de Arte Moderna, por exemplo. 

Para participar de ambas as visitas, não é necessário agendamento prévio. Os grupos são formados por ordem de chegada no térreo do Museu, perto da Bilheteria. Aos sábados, a entrada ao museu é gratuita para todos os públicos. Aos domingos, os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). A aula de dança é gratuita. 


Visita temática destacando a presença de mulheres trans na mostra principal 

Sábado, dia 12/3 

Das 10h30 às 12h 

Grátis, no Museu da Língua Portuguesa 


Mulheres da Luz (re)existem: dança pela visibilidade e direitos 

Aula de dança promovida pelo Coletivo Mulheres da Luz e o Museu da Língua Portuguesa 

Sábado, dia 12/3 

Das 13h às 15h 

Grátis, na passarela da Estação da Luz 


Visita temática destacando a presença de mulheres na exposição principal 

Domingo, dia 13/3 

Às 10h e às 13h 

R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia), no Museu da Língua Portuguesa 


Museu da Língua Portuguesa  

Praça da Luz s/n - Luz - São Paulo  

De terça a domingo, das 9h às 16h30 (permanência até as 18h)  

R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia)  

Grátis aos sábados  

Grátis para crianças até 7 anos  

Ingressos na bilheteria e pela internet: bileto.sympla.com.br/event/68203  


Sobre o Museu da Língua Portuguesa: O Museu da Língua Portuguesa é uma realização do Governo Federal e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, concebido e realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.  

A reconstrução do Museu tem patrocínio máster da EDP e patrocínio do Grupo Globo, Itaú Unibanco e Sabesp – todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O apoio é da Fundação Calouste Gulbenkian.  

A Temporada 2022 conta com patrocínio do Grupo Volvo, do Instituto Cultural Vale e do Itaú Unibanco, apoio da Booking.com e do Grupo Ultra e das empresas parceiras Cabot, escritório Mattos Filho, Verde Asset Management, Faber-Castell e Bain&Company. Rádio CBN, Revista Piauí e Guia da Semana são seus parceiros de mídia. A Temporada é realizada pelo Ministério do Turismo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.  


.: Entrevista: Juan Paiva, o robô do "The Masked Brasil"


Foto: Rede Globo/Divulgação

Pane no sistema, o Robô foi desmascarado! No último episódio do "The Masked Singer Brasil" a identidade do Robô foi revelada e quem deu vida à fantasia foi o ator Juan Paiva, o Ravi de "Um Lugar ao Sol". Cantando de Pitty a Seu Jorge, o ator entrou no personagem e conquistou o carinho do público e dos jurados. “Eu adorei ter participado, foi uma experiência única que me fez lembrar do teatro e do contato com o palco e com o público. E foi um programa que me deu a oportunidade de cantar, situação que eu ainda não tinha me aventurado”, conta Juan. 

"The Masked Singer Brasil" é uma coprodução TV Globo e Endemol Shine Brasil, baseado no formato sul-coreano criado pela Mun Hwa Broadcasting Corp, tem supervisão artística de Adriano Ricco (TV Globo) e direção de Marcelo Amiky (Endemol Shine Brasil). O reality vai ao ar no domingo após o "The Voice+". 

Conte um pouco da experiência de participar do "The Masked Singer Brasil"?
Juan Paiva - 
O convite foi uma surpresa para mim, eu tinha acabado de gravar a novela e estava de férias. Eu queria experimentar algo novo e diferente de tudo que já fiz. Adorei ter participado, foi uma experiência única que me fez lembrar do teatro e do contato com o palco e com o público. E foi um programa que me deu a oportunidade de cantar, situação que eu ainda não tinha me aventurado.
 

Como foi ser o Robô?
Juan Paiva - Foi uma construção a cada programa. Eu fui vivenciando o personagem, desde os ensaios até a hora da apresentação. E fui descobrindo algo novo na fantasia e explorando mais, estava ganhando mais confiança e experimentando situações diferentes. Eu peguei alguns passos de referência do Michael Jackson e fui brincando.
 

Qual a parte mais difícil deste desafio?  
Juan Paiva - A parte mais difícil foi o canto. Eu nunca tinha tido essa experiência, sempre tive noção de ritmo, mas no canto mesmo eu nunca tinha experimentado, então chegar nos tons agudos foi um desafio.


E a mais fácil? 
Juan Paiva - A mais fácil é sempre depois da apresentação, porque eu ficava nervoso, queria acertar a coreografia, mas depois que eu me apresentava dava um alívio enorme de missão cumprida.
 

Como foi ver os jurados errando o seu nome e a internet acertando? 
Juan Paiva - Esse momento é muito engraçado e divertido. Fiquei interagindo com os jurados como se fosse quem eles estavam falando mesmo. Eles acertaram na trave, mas não acertaram o meu nome. Na internet eu acompanhei muito, o povo foi muito sagaz, quase todo mundo acertou o nome. Todo mundo fala que minha voz é muito marcante, pode ter sido isso. 
 

Como foi ser desmascarado e ver a reação do público? 
Juan Paiva - Foi um misto de sentimentos. Ao mesmo tempo que eu queria reencontrar minha família, deu uma sensação de dever cumprido.

segunda-feira, 7 de março de 2022

.: Primeiras fotos de "Meu Nome é Gal", com Sophie Charlote

Atriz fala sobre os desafios de interpretar Gal Costa no cinema


Para interpretar Gal Costa no cinema, Sophie Charlotte mergulhou fundo na preparação da personagem. Todo o elenco, equipe e diretoras de “Meu Nome é Gal” passaram por uma residência artística em janeiro e fevereiro para uma imersão no universo da artista: “Foi um encontro potente de grandes atores, todos empolgados e entregues, em uma ciranda criativa onde nos aproximamos cada vez mais desses ídolos que são Gal, Caetano, Gil, Dedé, Wally, Macalé, Tom Zé, Maria Bethânia. Acredito que, para um encontro tão forte como esse, é preciso tempo, estudo, entrega e amor”, afirma Sophie.

Com direção de Dandara Ferreira e Lô Politi, que também assina o roteiro, o longa traz ainda no elenco nomes como Rodrigo Lelis (Caetano Veloso), Dan Ferreira (Gilberto Gil), Camila Márdila (Dedé Gadelha), George Sauma (Waly Salomão), Luis Lobianco (o empresário Guilherme Araújo), entre outros. A diretora Dandara Ferreira também atua, interpretando Maria Bethânia, e Fábio Assunção faz uma participação especial como um diretor de televisão. O filme é uma produção da Paris Entretenimento com coprodução Globo Filmes e Dramática Filmes e está em processo de filmagem nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Com distribuição da Paris Filmes, a previsão de lançamento é em 2023.

Fã assumida da cantora, Sophie Charlotte passou algumas temporadas na Bahia buscando se aproximar e entender mais sobre o lugar e não esconde a alegria com o novo desafio na profissão: “É um grande privilégio interpretar Gal no cinema. Me sinto vivendo um verdadeiro sonho”, diz a atriz, que elege a música que dá nome ao filme como sua preferida do momento no vasto repertório da cantora.

“Meu Nome é Gal” não é uma cinebiografia, mas retrata parte da trajetória de Maria da Graça Costa Penna Burgos, uma menina tímida que desde muito cedo soube que a música iria guiar seus caminhos. Gracinha, como era chamada pela mãe Mariah, uma de suas grandes incentivadoras, foi criada sozinha por essa mulher batalhadora que sempre a estimulou a correr atrás de seus sonhos. Aos 20 anos, ela decide viajar rumo ao Rio de Janeiro para se tornar cantora. Lá, a jovem encontra seus amigos da Bahia: Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Dedé Gadelha, que acompanham os primeiros passos de Gal na música profissional no final da década de 1960.



.: Batman: "Queria que ele ainda não soubesse como ser", diz Matt Reeves

Estrelado por Robert Pattinson, novo filme do Homem-Morcego está em cartaz exclusivamente nos cinemas desde o dia 1º de março


Diretor de "Batman", Matt Reeves, já havia dito que esse novo filme não seria uma história de origem, mesmo tendo algumas referências de como surgiu o vigilante. Seu intuito para a construção do Homem-Morcego, interpretado por Robert Pattinson, é revelado em conteúdo exclusivo divulgado no canal do YouTube da Ingresso.com. Eu queria que ele ainda não soubesse como ser Batman e fosse o maior detetive do mundo, revelou. O longa estreou nas telonas na última terça-feira, dia 1º.

Reeves não esconde seu amor por Batman e afirma que procurou trazer o máximo de elementos contidos nos quadrinhos. “Eu queria que ele usasse a frase: Eu sou a vingança’, pois é uma missão pessoal, mas ao mesmo tempo, tem um lado sombrio”. “A história do Batman tem 80 anos. Ele não tem superpoderes, mas sim a determinação de um super-herói para tentar tornar o mundo melhor”, complementou.

Robert Pattinson afirmou que o cenário construído para ‘Batman’ o atraiu após conversa com Reeves. “Matt não me mostrou o roteiro, mas passou o ambiente da história. Isso me pareceu muito diferente de tudo o que eu tinha visto nos filmes do Batman”, contou.

Zoë Kravitz, a Mulher-Gato, afirmou que os fãs podem esperar um longa definitivamente misterioso. “Nem tudo é preto no branco, bem ou mal. Há muitas coisas indefinidas”. A atriz também rasgou elogios ao diretor Matt Reeves. “Acho que nunca trabalhei com alguém tão atento aos detalhes”.

Os ingressos para "Batman" estão disponíveis nos canais da Ingresso.com.

.: "Elza & Mané - Amor Em Linhas Tortas" é a nova série do Globoplay

Produzido pelo Esporte da Globo, série em quatro episódios traz material inédito e últimas entrevistas de Elza antes de sua morte. Documentário conta com depoimentos de Chico Buarque, Caetano Veloso, Sandra de Sá, Zeca Camargo, Ruy Castro e craques da seleção brasileira e do Botafogo. História de amor entre o ídolo do futebol e a diva da música aborda também machismo, preconceito, violência doméstica e alcoolismo. Fotos: Divulgação

 

Deus escreve certo por linhas tortas. A minha foi escrita por pernas tortas”. Elza Soares assim resumiu a sua história poucos meses antes de morrer. Este e outros depoimentos exclusivos da cantora, conhecida por uma voz e um estilo incomparáveis, roupas coloridas e penteados extravagantes estão em "Elza & Mané – Amor Em Linhas Tortas", original Globoplay produzido pelo núcleo de documentários do Esporte da Globo, com estreia dia 4 de março. O lançamento acontece 60 anos depois do início do romance e também da conquista do bicampeonato mundial da seleção brasileira, que teve Garrincha como protagonista e Elza, a fonte de inspiração. 

Elza Soares foi ao Chile para uma temporada de shows na mesma época em que a Copa do Mundo seria disputada no país. O casal se conheceu meses antes. Dois gênios de duas paixões nacionais: a música e o futebol. Jovens negros, de origem pobre, nascidos no início da década de 1930. A ela foi imputada a culpa pelo fim do casamento de Garrincha, que já administrava uma vida poligâmica, e a responsabilidade pela decadência do craque nos anos seguintes. A crônica de amor e drama vivida pelos dois também trafega pelo alcoolismo, machismo, preconceito, conservadorismo, violência doméstica, ditadura e grandes perdas. Uma união tão forte que o destino se preocupou em dar o mesmo dia 20 de janeiro para ambos saírem de cena definitivamente. Ele em 1983. Ela, 39 anos mais tarde, em 2022. “Imagine como o Brasil reagiria hoje se o melhor jogador de uma Copa vencida pela Seleção começasse a namorar fora do casamento uma estrela de primeira grandeza da música brasileira. Foi isso que aconteceu em 1962 com Elza e Mané. E aquele Brasil conservador, que estava prestes a entrar em uma ditadura militar, reagiu mal a esta união” resume Gustavo Gomes, gerente de formatos do Esporte da Globo. 

 A equipe viajou ao Chile e à Itália para entrevistar personagens que foram testemunhas desta história que já nasceu discriminada pela sociedade. Além da própria Elza, o documentário conta com depoimentos exclusivos de músicos como Chico Buarque, Caetano Veloso, Sandra de Sá e Lobão; do filho primogênito da cantora, João Carlos Soares, da neta, Vanessa Soares, e de Maria Cecília, filha de Mané; dos biógrafos Ruy Castro (Garrincha) e Zeca Camargo (Elza Soares); dos ex-jogadores Gerson, Rivelino, Jairzinho e Pepe; e dos jornalistas José Trajano, Juca Kfouri e Paulo César Vasconcellos. “Além desses depoimentos, outro ponto forte deste material são nossos arquivos, uma verdadeira riqueza. Eles atravessam um período que vai dos anos 1960 até meados da década de 1980. O documentário traz uma estética narrativa em preto e branco até chegar no colorido, com imagens telecinadas de latas de película 16 milímetros que pertencem ao acervo da TV Globo”, explica a diretora Caroline Zilberman.

Com cerca de 50 minutos, os quatro episódios mostram o início da paixão, a forte reação da opinião pública àquela união, a vida de exílio em Roma, a amizade com o casal Chico Buarque e Marieta Severo, a decadência da carreira de Garrincha, a relação cada vez mais abusiva com o álcool, as agressões dentro de casa até a separação do casal, e as mortes de Mané e do único filho do casal, com apenas nove anos. 

Muitas provações que quase deram fim a uma das carreiras mais longevas e bonitas da música popular brasileira. Um convite de Caetano Veloso para gravar a canção "Língua", em 1984, representou a retomada de Elza Soares, que foi eleita pela BBC, anos mais tarde, como a cantora do milênio. “Este documentário é uma história de amor que fala muito sobre o Brasil. O Brasil de antes e o Brasil de hoje. Assim como ‘Doutor Castor’, ‘Elza & Mané’ nos ajuda a entender um pouco mais sobre nós mesmos – e como viemos parar aqui. Essas são sempre histórias que queremos contar”, ressalta Gustavo Poli, diretor de programas e conteúdo digital do Esporte da Globo. 

Juntos, Elza e Garrincha incomodavam. 'Elza & Mané – Amor Em Linhas Tortas' é a história de dois ídolos que, apesar do talento, resistiram e enfrentaram julgamentos e preconceitos. A série original Globoplay que estreia nesta sexta, tem a direção é de Caroline Zilberman, que também assina o roteiro com Rafael Pirrho.

.: Tradição Daruma: Japan House São Paulo promove palestra online grátis

Das duas palestras que serão realizadas, a primeira apresentará uma das três maiores feiras de Daruma do Japão, a Bishamonten Taisai Daruma Ichi, e as atratividades da cidade de Fuji da província de Okayama. Foto: Divulgação


A Japan House São Paulo realiza no dia 9 de março, às 19h30, o seminário online “Tradição do Daruma e as atrações locais da cidade de Fuji” em seu canal do Youtube. O evento gratuito irá abordar a história do amuleto japonês e a Feira de Daruma no Festival de Bishamontem Matsuri, realizado anualmente em Fuji, na província de Shizuoka, no Japão.

Estas palestras fazem parte da programação online da Campanha Daruma (#DARUMAJHSP), que acontece até o final de março no site e redes sociais da instituição, com o objetivo de envolver o público nesse costume japonês de positividade e perseverança. Muito reverenciado e popular no país nipônico, o Daruma é conhecido como um amuleto da sorte para a realização de desejos, bastando pintar o olho esquerdo ao fazer o pedido, e o direito quando este é atendido, em um processo chamado de “O abrir dos Olhos”.

Nessa primeira palestra será apresentada a cidade de Fuji, da província de Shizuoka e suas atratividades regionais. Uma delas é a Feira de Daruma, do Grande Festival Bishamonten, que acontece no Templo Kakusan Myohoji em Imai, conhecida como “uma das maiores feiras de Daruma do Japão”, seguida pelas realizadas em Takasaki, Gunma e Jindaiji, Fuchu em Tóquio. Além disso, a palestra também abordará a ativa produção de daruma na cidade, que faceia a baía de Suruga e recebe benefícios do Monte Fuji, apresentando uma rica natureza.

Sob a mediação do jornalista e influenciador de viagens, Rodrigo Ruas, do programa "Ruas Mundo Afora", a palestra contará com a participação do especialista e pesquisador do Daruma no Japão, Sr. Naoteru Hayashi, para falar sobre a origem, história e diferentes tipos do amuleto, além das embaixatrizes e representantes da Secretaria do Turismo de Fuji, Kaho Saito e Natsune Sato, contando detalhes sobre o Festival e sobre as principais atrações culturais, gastronômicas, naturais e experiências religiosas da cidade de Fuji. A participação é livre e gratuita e o evento conta com tradução simultânea japonês-português.

A próxima palestra será no dia 23 de março (quarta-feira), apresentando a cidade de Shirakawa, da província de Fukushima, e a diversidade da região.


Serviço:

Seminário Online “Tradição do Daruma e as atrações locais da cidade de Fuji (Shizuoka)"

Data: 9 de março de 2022 (quarta-feira)

Horário: das 19h30 às 20h30

Plataforma: Youtube da Japan House São Paulo

Evento online e gratuito, com tradução simultânea japonês-português.

Português: youtube.com/watch?v=BFf37yDHFnA

Japonês: youtube.com/watch?v=oRV0xY3_kjA


.: Papagaio Louro, a nova música da Galinha Pintadinha, é novidade

Valorizando a cultura nacional, o videoclipe traz uma história de romance entre a Galinha Pintadinha e o Galo Carijó por meio de cartinhas de amor


Foi lançado em fevereiro, o tão esperado primeiro  single do Álbum 5 da Galinha Pintadinha, que terá no total 14 novas músicas autorais e do cancioneiro popular. Agora em Março, chega mais um lançamento: Papagaio Louro, um clássico do cancioneiro popular, contando uma história de cartinhas de amor enviadas por um simpático papagaio. Para a alegria dos pequenos, o pré-lançamento nas plataformas digitais como Deezer e Spotify já está disponível, assim como o clipe da música completa está no YouTube. No ano passado, o canal da Popó chegou a quase 30 milhões de inscritos. No quesito visualizações, só o canal nacional tem quase 21 bilhões.

O Papagaio Louro quer voar ainda mais alto em sua melodia! A música tem como protagonista a famosa ave da fauna brasileira. Na história da canção, o personagem é o mensageiro do amor, levando a cartinha para o namorado, interpretando o romance antigo entre a Galinha Pintadinha e o Galo Carijó.

Sempre com o intuito de envolver as crianças e seus familiares, a nova música da Popó tem letra simples e de fácil memorização, a música é ideal para cantarolar com todos juntos, criando mais um momento especial entre os entes queridos.

“Seguindo nosso cronograma de lançamento do Álbum 5, a Galinha Pintadinha traz sempre novidades  e alegria para as crianças. Papagaio Louro está muito bonito e trará um calor no coração dos pequenos e de toda família”, comenta Marcos Luporini, co-criador e Diretor Musical da Galinha Pintadinha)

Sobre a Galinha Pintadinha: Fenômeno da internet brasileira, a Galinha Pintadinha é hoje uma das marcas infantis mais queridas do mundo. Presente na vida dos pequenos desde cedo, ela é considerada o “primeiro personagem do bebê”, sendo uma das franquias mais fortes junto ao público pré-escolar de até cinco anos, com 100% de aprovação de pais, mães e das próprias crianças. Surgido de um vídeo no YouTube, em 2006, esse projeto musical viralizou na rede. Depois disso, toda a trajetória da Galinha está registrada em recordes de visualizações e parcerias de sucesso: cerca de 3 milhões de DVDs vendidos, centenas de produtos oficiais licenciados e mais de 33 bilhões de views dos canais em português e internacionais. Disponível nos principais serviços de streaming, como a Netflix, a personagem também está na televisão, na TV Cultura, no SBT e no canal Nat Geo Kids, com episódios especiais da série “Galinha Pintadinha Mini”, que traz novas historinhas, atividades educativas e conteúdos inéditos. Para mais informações, acesse galinhapintadinha.com.br

domingo, 6 de março de 2022

.: "Animal": Lisa Taddeo, autora de "Três Mulheres", lança romance ousado


Sou depravada. Espero que vocªe goste de mim. Esta é a apresentação da protagonista do romance "Animal", primeira obra de ficção de Lisa Taddeo, autora do best-seller do jornal The New York Times e fenômeno editorial "Três Mulheres". A obra chega ao Brasil com o selo da editora Harper Collins e conta a história de Joan, que passou a vida aguentando diferentes tipos de abusos de homens.

Ela acaba de presenciar uma morte brutal. Seu chefe, um homem casado com quem mantinha um caso, cometeu suicídio na sua frente. Assombrada por seu passado, ela parte em busca da única pessoa capaz de trazer sentido aos acontecimentos traumáticos que viveu. Em Los Angeles, Joan confronta o terrível evento que a chocou quando era criança, procura forças para revidar e refletir sobre toda a perversidade que acomete a natureza humana.

Alice é a única pessoa que pode ajudá-la a entender um evento traumático de seu passado. “Deixei a cidade de Nova York depois que um homem estourou os miolos na minha frente. Era um homem glutão, e quando seu sangue jorrou parecia sangue de porco. É cruel pensar assim, eu sei. Foi em um restaurante onde eu estava jantando com outro homem, outro homem casado. Está vendo aonde isso vai dar? Mas eu nem sempre fui assim”, revela a personagem.

"Animal" é uma representação da fúria feminina em sua forma mais pura, e uma exploração do desmantelamento de uma sociedade dominada por homens. Com uma escrita dilacerante e hipnótica, Taddeo ilustra a transformação de uma mulher de presa à predadora.

Descubra uma narrativa visceral sobre trauma, luta, fúria e desejo feminino em "Animal", de Lisa Taddeo, autora do best-seller aclamado pela crítica "Três Mulheres". Esta é uma leitura forte e realista sobre uma anti-heroína que vai te surpreender até a última página. Você pode comprar "Animal", de Lisa Taddeo, neste link.



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