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domingo, 11 de junho de 2023

.: Mariana Elisabetsky lança o primeiro livro "Seu Vô e a Baleia"


Com 30 anos de carreira no teatro, TV e cinema, Mariana Elisabetsky lança seu primeiro livro, o infantil Seu Vô e a Baleia, A atriz, cantora, dubladora e roteirista tem se destacado recentemente por assinar as versões brasileiras dos musicais "Wicked" e "Once" e do filme live-action "A Pequena Sereia", da Disney


Dona de uma carreira bem-sucedida no teatro, na música, na TV e no cinema, Mariana Elisabetsky tem se destacado nos últimos anos como atriz, apresentadora, manipuladora de bonecos, locutora, dubladora, roteirista e versionista/tradutora de musicais, séries de TV e filmes.

Agora, ela se prepara para estrear no universo da literatura ao lançar o livro infantil "Seu Vô e a Baleia" (editora Martins Fontes – selo Martins), com ilustrações de Valentina Fraiz. O evento acontece no dia 24 de junho, às 15h, na Livraria Martins Fontes – Jardins, seguido por um pocket show, às 16h.

"Seu Vô e a Baleia" conta a história de como o garoto Mundinho, filho e neto de pescadores, aprende a lidar com a morte de Seu Vô. O vazio deixado por ele ganha corpo de uma forma inesperada. Com o tempo, ele se lembra como sorrir e brincar e vai processando a perda até a dor virar saudade.

“O livro é um convite para as famílias falarem com as crianças sobre assuntos delicados como a perda, o luto, o vazio, e a saudade. O assunto não é fácil, mas necessário. E às vezes, achar uma maneira de dividir a perda é uma forma de dizer ‘Vamos ficar tristes juntos até a saudade virar outra coisa?’”, filosofa a autora.

Elisabetsky ainda conta que a história foi tomando a forma de um livro infantil quase que sem querer. “Comecei a escrever achando que era uma peça de teatro ou um roteiro audiovisual, mas, aos poucos, a história me contou que queria ser um livro. Me surpreendi, já que nunca havia escrito um livro antes. Mas deixei a narrativa me mostrar pra onde ela queria ir. Acho que o meu repertório teatral e minha experiência em roteiro ajudam a trazer um aspecto bem imagético ao livro. E, ainda que tenha nascido em forma de literatura, já consigo enxergar essa história sendo contada num curta de animação ou até em cima de um palco. Vai saber pra onde a onda leva...”.

Para ela, produzir cultura para crianças é expandir os olhares dos pequenos para além do imediato. “É nutrir a imaginação e a curiosidade; é arrancar essas gerações das telas e do conteúdo que já vem mastigado; é ajudar a formar leitores, escritores, plateias, consumidores de arte, ilustradores, diretores, roteiristas e contadores de histórias", completa.

E, para marcar o lançamento de "Seu Vô e a Baleia", a atriz e cantora ainda promete que, no evento, vão rolar pipoca para a criançada e uma apresentação no melhor estilo voz e violão de canções de Dorival Caymmi e Clara Nunes. Compre o livro "Seu Vô e a Baleia" neste link.

Mais sobre Mariana Elisabetsky
Mariana Elisabetsky
teve sua estreia nos palcos aos 13 anos e, desde então, integrou o elenco de “Estado de Sítio”, ”Boca de Ouro”, “Peer Gynt”, “Um Réquiem para Antonio”, todos dirigidos por Gabriel Villela. Além disso, fez parte dos elencos dos musicais “Mudança de Hábito”, “Godspell”, “Meu Amigo, Charlie Brown”, “Sitio do Picapau Amarelo”, “A Flauta Mágica”, “O Mágico de Oz”, “Pinocchio”, “Grease”, “Cazas de Cazuza”, “Pocket Broadway”, entre outros. 

Ela também integra o elenco fixo do projeto “Aprendiz de Maestro”, com diversas apresentações anuais na Sala São Paulo, nas quais atua e canta com orquestra, sob regência do Maestro João Maurício Galindo. Integrará o elenco da próxima edição, no dia 1° de Julho de 2023.

Dentre seus diversos créditos em televisão, apresentou durante três anos os programas “Turma da Cultura” e “Traquitana”, ambos na TV Cultura e atuou como manipuladora de bonecos nas séries “Igarapé Mágico” (TV Brasil) e “Rádio Zoo” (ZooMoo / Canal Futura – Globoplay). Além de fazer a voz original para séries brasileiras e dublar séries internacionais.

Foi responsável pela versão brasileira dos musicais “Once”, “Meu Amigo, Charlie Brown” (pelo qual recebeu o Prêmio Bibi Ferreira de melhor versão brasileira) e “RENT” (2016/2017). Em parceria com Victor Mühlethaler, versionou para o português os musicais “Charlie, A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2021), “A Escola do Rock” (2019, versão vencedora do Prêmio Bibi Ferreira), “Billy Elliot” (2019, versão indicada ao Prêmio Bibi Ferreira), “Sunset Boulevard” (2019), “Cantando na Chuva” (2017, vencedor do Prêmio Bibi Ferreira), “A Pequena Sereia” (indicada ao Prêmio Bibi Ferreira) e “Wicked” (2016 e 2023, indicada ao Prêmio Bibi Ferreira, além de ter feito atualização do script de “O Fantasma da Ópera” para a montagem de 2018/2019. 

Fez supervisão de roteiro e escreveu letras para o musical original “O Pequeno Príncipe” (2022), colaborou no roteiro do musical “Dois Filhos de Francisco” (2018) e escreveu, em parceria com Daniela Cury, a dramaturgia do espetáculo infantil “Bento Batuca”, ganhador do Prêmio APCA de melhor espetáculo musical infantil de 2018. O texto também foi indicado ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (antigo Prêmio Femsa).

Suas versões para cinema incluem os filmes “A Pequena Sereia” (live action da Disney), “Matilda” (Netflix), “Pinocchio” (Disney), “Pinocchio” (Netflix), “Encanto” (Disney), “Red, Crescer É Uma Fera”(Disney/Pixar), Ä Fera do Mar” (Netflix), “Próxima Parada: Lar Doce Lar (Netflix) , “Vivo” (Netflix), “Arlo, O Menino Jacaré” (Netflix), “Cruella”, “Soul” (Disney/Pixar), “A Dama e o Vagabundo”, “Mulan” (live action), “Frozen 2”, “O Rei Leão” (live action) “Aladdin” (live action), “O Retorno de Mary Poppins”, “Dumbo”, “Viva, a Vida É Uma Festa”, “Moana”, “A Bela e a Fera” (live action), “Carros 4”, “Christopher Robin”, “Ralph Wi-fi”, entre outros. Além de adaptar para o português as canções de mais de quarenta séries da Disney e dez séries da Netflix. Garanta o seu exemplar de "Seu Vô e a Baleia" neste link.

Serviço
Lançamento do livro "Seu Vô e a Baleia". Dia 24 de junho, às 15h | Pocket show: às 16h. Livraria Martins Fontes – Alameda Jaú, 1742, Jardins/São Paulo. Entrada grátis.  Editora: Martins Fontes – Selo Martins.

quinta-feira, 20 de outubro de 2022

.: "Wicked": fenômeno da Broadway volta ao Brasil para curta temporada

Myra Ruiz e Fabi Bang protagonizaram a primeira montagem de Wicked no Brasil em 2016 e se reencontrarão no palco do Teatro Santander vivendo a dupla Elphaba e Glinda. Foto: Jairo Goldflus

"Wicked", o maior sucesso da Broadway escrito no século 21, é a história não contada das bruxas de Oz, em referência ao clássico filme de 1939. Muito antes de Dorothy ser levada por um tornado ao mundo esmeralda, Elphaba e Glinda vivem uma das melhores histórias do teatro musical. Após um encontro com o Mágico de Oz, elas se veem obrigadas a tomar uma decisão.

Enquanto Glinda está determinada a se manter popular, Elphaba não quer trair seus valores morais. Inevitavelmente, suas vidas tomaram rumos muito diferentes. Uma nascida com pele verde esmeralda, esperta, impetuosa e incompreendida e a outra bonita, ambiciosa e muito popular. Apresentado pela Comgás, Wicked conta a história dessa extraordinária odisseia e a amizade improvável de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste, e Glinda, a Bruxa Boa do Norte. O musical aborda questões ligadas à injustiça e ao preconceito; é cômico e emocionante ao expor que há sempre pelo menos dois pontos de vista para uma mesma história.

Declarado o “melhor musical da década” pela Entertainment Weekly e “um fenômeno cultural” pela Variety, "Wicked" é baseado no romance de Gregory Maguire, com música e letras de Stephen Schwartz e roteiro de Winnie Holzman. A produção original da Broadway é vencedora de mais de 50 dos maiores prêmios internacionais, incluindo o Grammy Award e três Tony Award, e uma adaptação para o cinema está sendo produzida com estreia prevista em 2024. Wicked esteve em cartaz no Brasil, no Teatro Renault (SP), em 2016 e foi assistido por mais de 340 mil pessoas.

A produção do Instituto Artium de Cultura, em parceria com o Atelier de Cultura, será também protagonizada por Myra Ruiz, como Elphaba, e por Fabi Bang, como Glinda. Myra estrelou, este ano, o grande sucesso "Evita", vivendo a personagem título. Fabi Bang protagonizou "Cinderella" e "A Pequena Sereia". A direção geral será de John Stefaniuk, diretor associado de "The Lion King" em vários países do mundo, e da temporada brasileira em 2013-2014. Stefaniuk também dirigiu as produções brasileiras de "Billy Elliot" (2019), "Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate" (2021) e "Evita Open Air" (2022). 

Stephen Schwartz, compositor de "Wicked", selecionou alguns poucos produtores do mundo licenciando os direitos da obra para novas abordagens sobre o espetáculo. Schwartz orientou os produtores que Wicked é um fenômeno do teatro musical e já foi visto em todos os lugares e que, portanto, agora é necessário conhecer novas propostas para a obra, com novos projetos de encenação, de cenografia e figurinos, de coreografias, de design de luz, de efeitos especiais e som. Stefaniuk promete uma abordagem "mais atual, mais conectada aos problemas deste momento, que dialogue com o público e, principalmente com os jovens, realçando todas as nuances deste texto hoje muito necessário".

Morgan Large será o responsável pelo design dos complexos cenários e figurinos que darão forma ao inédito projeto de encenação. Large é um dos mais requisitados designers do West End em Londres, da atualidade. Entre outros, destacam-se entre seus trabalhos recentes: "Sister Act"(Mudança de Hábito), "Joseph and the Amazing Technicolor Dreamcoat" (José e o Incrível Manto Technicolor), "Newsies", em 2022, e "Evita Open Air", a mais recente produção do Atelier de Cultura.

A nova montagem preservará a versão de texto e letras de músicas para a língua portuguesa de Mariana Elisabetsky e Victor Mühlethaler que estão vivas e presentes na memória afetiva do público de "Wicked" no Brasil, com as icônicas canções "Desafiando a Gravidade", "Ódio", "O Mágico e Eu", entre outros sucessos.

​​“Entregaremos uma grande produção, pois é o que o título nos obriga a fazer. Stephen Schwartz está supervisionando nossa produção de Nova York e fará visitas a São Paulo. Além disso, o 'buzz' gerado pela expectativa dos filmes, que terão Ariana Grande e Cynthia Erivo no elenco, está enorme. Estamos recebendo centenas de mensagens em nossas redes sociais perguntando sobre a possível vinda do espetáculo. Por isso, resolvemos antecipar o anúncio da temporada com 6 meses de antecedência e acreditamos que a temporada de Wicked em 2023 venha a ser um grande ‘trending topic’ nacional”, declara Carlos Cavalcanti, presidente do Instituto Artium de Cultura e um dos produtores do espetáculo. "Wicked" estreia no dia 9 de março de 2023, no Teatro Santander, em São Paulo, para curtíssima temporada de apenas dois meses, com seis sessões semanais de quinta-feira a domingo.


Ficha técnica de "Wicked"
Letras e músicas: Stephen Schwartz
Texto: Winnie Holzman
Baseado no romance de: Gregory Maguire
Produção original na Broadway de: Marc Platt, David Stone & Universal Stage Productions
Produção original na Broadway dirigida por: Joe Mantello
Orquestração: William David Brohn
Arranjos musicais: Alex Lacamoire & Stephen Oremus
Direção geral: John Stefaniuk 
Direção musical: Vânia Pajares
Cenário e figurino: Morgan Large
Coreografia e direção associada: Floriano Nogueira 
Design de Maquiagem: Joe Dulude II
Design de Perucas: Feliciano San Roman
Design de Luz: Ben Cracknell
Design de Som: Gastón Briski


Serviço: "Wicked"
Estreia dia 9 de março de 2023
Temporada até dia 30 de abril de 2023
No Teatro Santander
Vendas em wickedbrasil.com

Sessões: quinta-feira, às 19h30. Sexta-feira, às 19h30. Sábado, às 15h e 19h30. Domingo, às 15h e 19h30.
Local: Teatro Santander
Endereço: Shopping JK Iguatemi - Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041
Classificação etária: livre. Menores de 12 anos acompanhados de responsável.
Capacidade: 1.080 pessoas
Gênero: teatro musical
Duração: 150 minutos e 15 minutos de intervalo
Ingressos: de R$ 50 a R$ 400
Bilheteria on-line (com taxa de conveniência): wickedbrasil.com
Bilheteria física (sem taxa de conveniência): Teatro Santander. Horário de funcionamento: todos os dias das 12h às 18h. Em dias de espetáculos, a bilheteria permanece aberta até o início da apresentação. A bilheteria do Teatro Santander possui um totem de autoatendimento para compras de ingressos sem taxa de conveniência 24h por dia. Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041.


Descontos
50% de desconto | Meia-entrada:
obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário.

30% de desconto | Cliente Santander - Na compra de ingressos realizada por clientes Santander, limitado a 20% da lotação do teatro. Não cumulativo com meia­-entrada. Limitados a 2 (dois) ingressos por CPF. Esta compra deverá ser realizada com cartões do Banco Santander, para compras on-line somente o cartão de crédito Santander, compras na bilheteria e totem, o pagamento com o desconto poderá ser realizado em débito ou crédito. De acordo com o art. 38, inciso I, da Instrução Normativa nº 1, de 20/03/2017 e com base na Lei Federal nº 8.313 (Lei Rouanet) e Decreto nº 5.761, é proibido comercializar o produto cultural (ingressos) em condições diferentes para clientes Santander, das praticadas ao público em geral.


"Wicked"
Apresentado por Ministério do Turismo e Comgás
Patrocínio:
Esfera e Santander Seguros e Previdência
Apoio: Hyundai Financiamentos e Rio Branco
Hotelaria Oficial: Radisson Blu São Paulo
Catering Oficial: Dona Deôla
Uma coprodução Atelier de Cultura
Realização:
Instituto Artium de Cultura, Secretaria Especial de Cultura e Ministério do Turismo


"Wicked 2023" em curta temporada no Teatro Santander

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

.: Grandioso e profundo, "Pippin" tenta caminhos para se encontrar

Foto: @musicalpippin


"Vai, que vida é só uma. Vai se bagunçar, depois a gente te arruma. Vai sem pensar, porque não tem talvez, viver é só uma vez" 


O grandioso e profundo musical "Pippin", escrito por Roger O. Hirson, com versão brasileira de Claudio Botelho e direção Charles Möeller, a mesma dupla de 43 espetáculos como os sucessos "Beatles Num Céu de Diamantes", "A Noviça Rebelde" e "Rocky Horror Show"conta a história de um jovem e confuso príncipe, ansioso para encontrar um propósito. Quem nunca sentiu insatisfação com o rumo da própria vida e quis tentar caminhos para se encontrar? 

Em cartaz no Teatro FAAP, em São Paulo, de sexta-feira à domingo, "Pippin" tem um elenco de primeira. Com a talentosa Totia Meireles na pele da Mestre de Cerimônias, que ora é anjinho, ora diabinho nos ouvidos do protagonista, dá um show de interpretação e solta o vozeirão, roubando os olhares do público. No entanto, há generosidade da influenciadora que dita o ritmo da história conturbada de Pippin, brilhantemente interpretado por João Felipe Saldanha. Alto, esguio e dono de uma voz potente, Saldanha é excelente ao expor questionamentos que todos temos, mas optamos por ignorá-los. 

A verdade é que os protagonistas têm parceiros no palco que engrandecem a trama. Fernando Patau, traz um Carlos Magno, pai de Pippin, esperançoso em seguir o reinado por meio do filho maduro que retorna após anos de estudo. A vovó Berthe (Mira Haar), engraçada e sem papas na língua, endossa a importância do jovem buscar as respostas para as dúvidas que carrega, assumindo o trono ou vivendo no campo.

Entre manter os pés no chão do pai e o voar em busca dos sonhos como incentiva a vó, Pippin precisa lidar com a figura tenebrosa e astuta da Fastrada (Mariana Gallindo), que ambiciona tornar Rei o próprio filho, o caçula Lewis (Thiago Machado). Que dupla! Embora as intenções não sejam as melhores para o mocinho da história, a ignorância do filhinho da malvada diverte. Há leveza no drama que tem espaço para o uso da metalinguagem.

Embora a história da vida de "Pippin", dependa, unicamente, das escolhas dele -mesmo as instigadas pela Mestre de Cerimônias. Logo, até os erros podem ser desfeitos. Após servir numa batalha, Pippin não se encontra e, cai, fatalmente, nos prazeres da vida. A trupe, com movimentos belos de balé, composta por Andreza Medeiros, Giu Mallen (de Peter Pan, o Musical da Broadway), Gustavo Della, Renato Bellini (de Sunset Boulevard), Sandro Conte e Vanessa Costa (a professora de Billy Elliot - O Musical) alavancam a narrativa que provoca o público a supor finais para o príncipe -totalmente diferentes do encenado.



Assim, diante da viúva Catharina, defendida pela dona de uma voz marcante, Bel Lima, (de Cole Porter: Ele Nunca Disse Que Me Amava), mãe do encantador Theo (Pedro Burgarelli), é que o príncipe descobre o seu papel, embora a vida no campo não seja agradável. As vozes de João Felipe Saldanha e Bel Lima casam perfeitamente, assim, a música romântica entre seus personagens é uma explosão de bons sentimentos que arrepiam e emocionam. Ah! O amor!  

Os figurinos belíssimos e cheios de vida, no cenário com direito a cortinas e uma bela coroa no centro, é de encher os olhos e ainda valoriza a orquestra no alto, parte à esquerda e à direita, com Paulo Nogueira (Regência, Teclado 1), Cinthia Sell (Teclado 2), Helena Imasato (Violino), Mauro Domenech (Contrabaixo elétrico e acústico), Cauê Brisolla (Guitarra e Violão), Douglas Andrade (Bateria e Percussão), Bruno Belasco (Trompete e Flugelhorn), Chiquinho de Almeida (Flautas, Piccolo, Clarinete, Sar Soprano e Sax Alto).

Por meio das versões inesquecíveis das canções é que se estabelece uma comunicação natural entre os personagens e o público, permitindo que aqueles que apreciam a narrativa, imaginem que aquela poderia ser a trilha sonora da vida de cada um presente. Antes que as cortinas sejam encerradas, o incrível jogo de luzes, grande trunfo do musical, lembra que somos os atores no palco de nossas vidas. Imperdível!!


Pippin - O Musical
Temporada SP: Teatro FAAP 
Até 18/08
Sextas-feiras, às 21h 
Sábados, às 17h e às 21h 
Domingos, às 15h e às 19h
Duração: 120 minutos
Endereço: 1, R. Alagoas, 903 - Higienópolis, São Paulo - SP, 01243-010
Inauguração: 1976
Telefone: (11) 3662-7233
Capacidade: 510 pessoas
Ingressos: teatrofaap.showare.com.br/Default.aspx?EVENTID=146


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm





Encerramento do espetáculo no Teatro FAAP




domingo, 9 de setembro de 2018

.: “Pequena Miss Sunshine” e "O Pequeno Príncipe" serão produzidos


O Centro de Formação em Teatro Musical (CEFTEM) completou cinco anos em junho deste ano, e, com isso, o seu fundador, o ator, Reiner Tenente, presenteia o público com dois projetos de sucesso. Tenente adquiriu os direitos do musical Off-Broadway “Little Miss Sunshine”. Além de "Pequena Miss Sunshine", outro musical que será apresentado por alunos do CEFTEM será "O Pequeno Príncipe", que terá apresentações originais, com músicas autorais.

Ambos serão encenados de forma semiprofissional, ou seja, como "Prática de Montagem", com os alunos-atores do CEFTEM. A previsão é de que os musicais sejam apresentados no final de 2018 e/ou início de 2019. No entanto, ainda não têm data e local confirmados.

Além das obras serem protagonizadas por crianças, para Reiner Tenente, outra semelhança existente é o sentimento de afetividade que ambas remetem ao ator.

"Sobre 'Pequena Miss Sunshine', conheci a obra primeiramente no cinema, quando estreou em 2006, e a história me tocou muito. Eu tenho uma afetividade muito grande por obras que tenham protagonista criança, pois acredito que eles contam a história de outra forma, por um outro viés. Outros exemplos são espetáculos como 'Annie', 'Billy Elliot' e 'Matilda', que seguem o mesmo caminho, e eu gosto disso", revela Tenente.

Já em "O Pequeno Príncipe", a afeição do ator começou na infância, quando teve contato com a obra pela primeira vez. "Quando eu era criança, frases do "O Pequeno Príncipe", como "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" e "O essencial é invisível aos olhos, e só se pode ver com o coração", eram usadas pela minha mãe, que serviam como valores para os filhos. Logo, desde cedo, tenho afetividade por este livro".

Desde que descobriu os espetáculos Off-Broadway, Reiner resolveu pesquisar mais sobre. "No caso de 'Pequena Miss Sunshine', quando eu soube que tinha o musical, fui pesquisar e gostei das músicas e do roteiro. Comecei a negociar para fazer pelo CEFTEM como 'Prática de Montagem', mas com uma responsabilidade maior, pois queremos fazer uma produção à altura desse espetáculo. Estou muito animado com tudo", conta orgulhoso.



segunda-feira, 4 de maio de 2020

.: #ResenhaRápida com Sara Sarres, a grande estrela de musicais


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.

Estrela de grandes musicais, Sara Sarres protagonizou espetáculos de sucesso, como "O Homem de La Mancha", "Annie", “Billy Elliot” e "Escola do Rock”, em 20 anos de carreira. Atriz, cantora, orientadora e futura fonoaudióloga, essa brasiliense de 39 anos conta que, inspirada por Dorothy e seus sapatos de rubi, descobriu ainda criança que teria uma vida mais feliz se fosse movida pela arte.

Estrela de musicais marcantes e com talento reconhecido dentro e fora do Brasil, ela foi apresentada ao Balé aos quatro anos, pouco antes de conhecer a magia da primeiras notas musicais na Escola de Música de Brasília, onde estudou piano, percussão erudita, e descobriu a força de sua delicada voz ao participar de corais, grupos de câmara e orquestras.

Em 2001 veio a grande chance ao interpretar a jovem Cosette, de “Les Misérables”, na montagem brasileira de 2001 e, depois, foi escolhida por Andrew Lloyd Webber, um dos grandes nomes da Broadway, para estrelar o famoso “O Fantasma da Ópera”, no papel de Christine Daaé, personagem que, dez anos após sua estreia, lhe proporcionou uma experiência internacional, ao ser convidada para reviver a personagem na turnê mundial. Nesta entrevista exclusiva, responde perguntas que ninguém teve a ousadia de fazer para ela.


#ResenhaRápida com Sara Sarres

Nome completo: Sara de Almeida Sarres.
Apelidos: Sarinha, Sa... vários.
Data de nascimento: 9 de junho de 1980.
Qualidade: amo.
Defeito: teimosia.
Signo: gêmeos.
Ascendente: libra.
Uma mania: listas.
Religião: todas são uma.
Time: Brasil.
Amor: família.
Sexo: opa!
Mulher bonita: com empatia.
Homem bonito: com generosidade.
Família é: porto seguro.
Ídolo: pai.
Inspiração: Bibi Ferreira.
Arte é: combustível.
Brasil: terra adorada.
Fé: motor.
Deus é: Pai.
Política é: impossível em uma palavra.
Hobby: carteado.
Lugar: lar.
O que não pode faltar na geladeira: energético.
Prato predileto: fruta.
Sobremesa: pavê da minha mãe.
Fruta: manga.
Cor favorita: branco.
Medo de: enlouquecer.
Uma peça de teatro: "Les Misérables".
Um show: Queen no Rio - queria ter ido.
Um ator: Daniel Day-Lewis.
Uma atriz: Lu Pone.
Um cantor: (Luciano) Pavarotti.
Uma cantora: Netrebko
Um escritor: Gabriel García Márquez
Uma escritora: Clarice Lispector
Um filme: "Amadeus". Trailer neste link.
Um livro: "Os Miseráveis", de Victor Hugo.
Uma música: "This Woman’s Work" - Kate Bush. Videoclipe neste link.
Um disco: "Renaissance Josquin Desprez" - The King’s Singers.
Um personagem: Aldonza, de "O Homem de La Mancha"
Uma novela: brasileira? "Renascer", de Benedito Ruy Barbosa.
Uma série: ixe... é por estilo?
Um programa de TV: "Amanpour" (CNN) e "Roda Viva" (TV Cultura).
Indique um site: www.sarasarres.com.
Indique um podcast: que é isso? (risos).
Indique um Twitter: @ssarres.
Indique um canal no YouTube: /sarasarres.
Uma saudade: pai.
Algo que me irrita: soberba.
Algo que me deixa feliz é: palco.
Não abro mão de: dignidade.
Do que abro mão: competição.
Digo sim: à boa vontade.
Digo não: ao egoísmo .
Sonho: maternidade.
Futuro: causa e efeito.
Morte é: mudança de endereço.
Vida é: plenitude.
Uma palavra: amor.
Ser atriz é: transformação.
Ser mulher hoje é: ser dez em uma.


terça-feira, 2 de março de 2010

.: Framboesa de Ouro 2010 premia os piores da década no cinema

Framboesa de Ouro 2010: A grande novidade ficou por conta da escolha dos piores da década
Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em março de 2010


Antes do Oscar: Confira aqui os vencedores do Framboesa de Ouro. A premiação dos piores do cinema!


Completando 30 anos, o Framboesa de Ouro 2010 premiou Transformers: A Vingança dos Derrotados com três prêmios: pior filme, pior roteiro e pior diretor. Desta vez, Michael Bay não teve como escapar da estatueta indesejada, pois conseguiu se safar com "Armaggedon" e "Pearl Harbor".

Os Razzies também foram parar nas mãos da atriz Sandra Bullock duas vezes, pois além de receber como a pior atriz do ano por seu trabalho em All About Steve, também teve que dividir o troféu de pior dupla em cena com Bradley Cooper pelo mesmo filme. 


Pior filme
Transformers: A Vingança dos Derrotados (vencedor)
All About Steve
G.I. Joe: A Origem de Cobra
O Elo Perdido
Old Dogs


Pior ator
Todos os três Jonas Brothers (Jonas Brothers 3D - O Show)  (vencedores)
Will Ferrell (O Elo Perdido)
Steve Martin (A Pantera Cor de Rosa 2)
Eddie Murphy (Imagine Só!)
John Travolta (Old Dogs)


Pior atriz
Sandra Bullock (All About Steve)  (vencedor)
Beyoncé (Obsessiva)
Miley Cyrus (Hannah Montana: O Filme)
Megan Fox (Garota Infernal e Transformers: A Vingança dos Derrotados)
Sarah Jessica Parker (Cadê os Morgans?)


Pior dupla/casal
Quaisquer dois (ou mais) Jonas Brothers (Jonas Brothers 3D - O Show)  (vencedores)
Sandra Bullock & Bradley Cooper (All About Steve)
Will Ferrell & Qualquer Coprotagonista ou Piada (O Elo Perdido)
Shia LeBouf & Megan Fox ou Qualquer Transformer (Transformers: A Vingança dos Derrotados)
Kristin Stewart & Robert Pattinson ou Taylor Lautner (A Saga Crepúsculo: Lua Nova)


Pior atriz coadjuvante
Sienna Miller (G.I. Joe: A Origem de Cobra)  (vencedora)
Candice Bergen (Noivas em Guerra)
Ali Larter (Obsessiva)
Kelly Preston (Old Dogs)
Julie White (as Mom) (Transformers: A Vingança dos Derrotados)


Pior ator coadjuvante
Billy Ray Cyrus (Hannah Montana: O Filme)  (vencedor)
Hugh Heffner (Miss March)
Robert Pattinson (A Saga Crepúsculo: Lua Nova)
Jorma Taccone (O Elo Perdido)
Marlon Wayans (G.I. Joe: A Origem de Cobra)


Pior remake, derivado ou continuação
O Elo Perdido  (vencedor)
G.I. Joe: A Origem de Cobra
A Pantera Cor de Rosa 2
Transformers: A Vingança dos Derrotados
A Saga Crepúsculo: Lua Nova


Pior diretor
Michael Bay (Transformers: A Vingança dos Derrotados)  (vencedor)
Walt Becker (Old Dogs)
Brad Silberling (O Elo Perdido)
Stephen Sommers (G.I. Joe: A Origem de Cobra)
Phil Traill (All About Steve)


Pior roteiro
Transformers: A Vingança dos Derrotados, de Ehren Kruger & Roberto Orci & Alex Kurtzman  (vencedor)
All About Steve, de Kim Barker
G.I. Joe: A Origem de Cobra, de Stuart Beattie e David Elliot & Paul Lovett
O Elo Perdido, de Chris Henchy & Dennis McNicholas
A Saga Crepúsculo: Lua Nova, de Melissa Rosenberg, baseado no romance de Stephenie Meyer


Pior filme da década
A Reconquista (10 indicações, 8 Framboesas, incluindo Pior Drama dos Nossos 25 Primeiros Anos)  (vencedor)
Fora de Casa (9 indicações, 5 Framboesas)
Contato de Risco (10 indicações, 7 Framboesas, incluindo Pior Comédia dos Nossos 25 Primeiros Anos)
Eu sei Quem me Matou (9 indicações, 8 Framboesas)
Destino Insólito (9 indicações, 5 Framboesas)


Pior ator da década
Eddie Murphy (12 indicações, 3 Framboesas)  (vencedor)
Ben Affleck (9 indicações, 2 Framboesas)
Mike Myers (4 indicações, 2 Framboesas)
Rob Schneider (6 indicações, 1 Framboesa)
John Travolta (6 indicações, 3 Framboesas)


Pior atriz da década
Paris Hilton (5 indicações, 4 Framboesas)  (vencedora)
Mariah Carey (A maior votação individual da década: mais de 70% dos votos na categoria de pior atriz em 2001)
Lindsay Lohan (5 indicações, 3 Framboesas)
Jennifer Lopez (9 indicações, 2 Framboesas)
Madonna (6 indicações, 4 Framboesas)

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