quarta-feira, 4 de novembro de 2015

.: John Mueller lança álbum "Por um Fio", dia 11, em Blumenau

Música Popular Brasileira de alta qualidade. Com a intenção de encantar o público e de compartilhar canções, enredos e poesia, o cantor, compositor e instrumentista,John Mueller, lançará o álbum “Por um Fio”, no dia 11 de novembro, às 20h30min, no Auditório Heinz Geyer do Teatro Carlos Gomes, em Blumenau, Santa Catarina. 

Grandes nomes da MPB acompanharão o artista, como Kiko Freitas, considerado o melhor baterista do Brasil, que atualmente acompanha João Bosco; Cristóvão Bastos, pianista que acompanha Edu Lobo, Gal Gosta e Paulinho da Viola; Jorge Helder, um dos mais requisitados baixistas do Brasil, que acompanha grandes nomes da Música Popular Brasileira, como Maria Bethânia, Chico Buarque, entre outros. John também estará acompanhado do guitarrista blumenauense de renome nacional, Mazin Silva, e contará com a participação especial do baixista Caio Fernando.

No novo trabalho, John Mueller buscou parcerias com outros compositores e letristas, como o Gabriel Caminha, Raul Misturada e Gregory Haertel, levando sempre em consideração a qualidade musical. O CD “Por um Fio” foi produzido no estúdio Tenda da Raposa, no Rio Janeiro, e já foi indicado como melhor álbum no Prêmio da Música Catarinense.

Os ingressos do show estão sendo vendidos pelo www.blueticket.com.br  ou na Secretaria do Teatro Carlos Gomes e, como ação social, parte da renda da bilheteria será destinada ao projeto Enloucrescer - entidade sem fins lucrativos, criada para garantir os direitos dos portadores de transtorno mental.

Serviço:
Show: Lançamento do álbum “Por um fio”, deJohn Mueller 
Data: quarta-feira, 11 de novembro
Horário: 20h30
Local: Teatro Carlos Gomes, Auditório Heinz Geyer
Valor ingresso: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Realização: Mono Produções Culturais

John Mueller - "Nostalgias"

.: Refugiados na programação gratuita no Sesc Santos

Em parceria com a UniSantos - Universidade Católica de Santos, o Sesc realiza nesta quinta, 5 de novembro, uma série de palestras e vivências que tem como base a diversidade cultural trazida pelos povos refugiados. A questão é alarmante em todo o mundo e no Brasil não é diferente. Os números em recentes reportagens chamam a atenção para a problemática do deslocamento humano, por causa de condições climáticas severas, por conta da fome e das guerras.

O apoio cultural e humanitário aos refugiados é um dos desafios da UniSantos,uma das instituições brasileiras que integra o grupo de universidades associadas ao Alto Comissariado da ONU para Refugiados - Acnur. Desde 2006, a cátedra “Sergio Vieira de Mello”, trata do tema dentro da disciplina “Direito Internacional de Refugiados”, no curso de Mestrado em Direito. Também o Sesc apoia tais iniciativas, desenvolvendo um trabalho com refugiados em algumas unidades, no âmbito da área de Diversidade Cultural desde 1995. 

Atualmente, o Brasil apresenta-se como alternativa para muitas pessoas na busca por refugio, provenientes majoritariamente da América do Sul e da África. Há cerca de 4600 refugiados hoje no Brasil - metade deles em São Paulo - vindos de 81 países diferentes. Na programação da próxima quinta, palestras e vivências vão ajudar o participante a compreender melhor as dimensões dessa situação geopolítica. Acompanhe abaixo os detalhes:

Das 15h às 16h e das 18h às 19h - Intervenção "Porto Adentro: Refúgio e Acolhimento - Contação de Histórias: Mar Adentro"
A história de muitas histórias, pelos olhos de Tigik, um pintinho russo muito curioso que viaja em busca de aventura, conhecimento, histórias e muitas emoções. Tigik não quer mais ficar na sua gaiola, por isso constrói um aviãozinho de papel e sai pelo mundo. Parte para o Japão, onde as arvores de cerejeiras estão pipocando por todos os lados com a chegada da primavera. Passa pela Índia, sobrevoa as Muralhas da China, os países Asiáticos, Europa, Austrália, Antártida, viaja pelos Bálcãs, Sérvia, Bulgária, Romênia onde visita o Castelo do Drácula. Pousa na Palestina onde conhece uma bela contadora de histórias. Histórias e músicas tradicionais de diversas partes do mundo interpretadas por Cris Miguel e por Danilo Tomic. Foyer do Teatro. Livre/ Grátis.

Das 14h às 18h - "Porto Adentro: Refúgio e Acolhimento" - Oficinas Temáticas
Professores ligados aos cursos de Direito, Relações Internacionais, Saúde Coletiva, Serviço Social, Psicologia e Comunicação buscarão contribuir para a temática do refúgio à luz de suas especialidades. O objetivo é apresentar o tema pela perspectiva de diversos saberes. Com professores da Universidade Católica de Santos vinculados à Cátedra Sérgio Vieira de Direitos Humanos. Auditório Livre/ Grátis

Das 19h às 22h - Encontro "Porto Adentro: Refúgio e Acolhimento - Roda de Conversa"
Representantes de diversas entidades que trabalham com o tema do refúgio – Universidade Católica de Santos, Sesc SP, Cáritas, CONARE, ACNUR, Bibliaspa, UNIFESP – trazem suas contribuições para refletir sobre a situação atual do refúgio no Brasil e no mundo. Teatro. Livre/ Grátis. 

Serviço

O Sesc Santos fica na rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida. 
Telefone: (13) 3278-9800

Clipe "Refugees in Brazil" - "Refugiados no Brasil"



.: Spotify revela: "Viva La Vida" do Coldplay é a música ideal para...

Pular da cama logo cedo com disposição total para encarar os compromissos do dia não é uma tarefa fácil. Pensando em acabar com aquela preguiça que surge após o despertador tocar ou os minutinhos extras de soneca, o Spotify se uniu a um especialista para ajudá-lo a acordar pela manhã. 

Uma parceria entre a plataforma de streaming e o psicólogo da música David M. Greenberg, da Universidade de Cambridge e da Universidade da Cidade de Nova York, acaba de criar a playlist "Wake Up", desenvolvida cientificamente para deixar você mais disposto logo cedo. A música que encabeça a lista é o sucesso mundial “Viva La Vida", do Coldplay.

Confira abaixo os critérios usados para a criação dessa playlist que vai diminuir seu sono ao sair da cama:

• Música que progride: uma música que é muito intensa desde o início não vai ajudá-lo a acordar bem. Canções que começam de forma mais suave (mesmo que apenas por alguns segundos) e, em seguida, vão progredindo, ajudam você a acordar de forma mais gradativa.

• Positividade: uma vez que seu alarme toca, você precisa estar motivado para o dia que terá pela frente, então letras positivas podem te dar sensação de bem-estar.

• Batidas pesadas: não são apenas as letras, mas também os elementos sonoros da música. Canções em que o baixo e a bateria se destacam vão te deixar mais elétrico e melhorar seu humor.

A playlist Wake Up ainda conta com clássicos como "Lovely Day", de Bill Withers, sucessos atuais como "Downtown" por Macklemore & Ryan Lewis, e para os workaholics, "Money On My Mind", de Sam Smith - tudo para mantê-lo cheio de energia e disposição.

"Acordar cedo é difícil. É uma verdadeira guerra para sairmos do status de sonolento para o agitado e motivado", afirma David Greenberg. "A ciência mostra que a música nos afeta de todas as formas, inclusive emocionalmente, fisiologicamente e no cérebro. A música certa, como 'Viva La Vida' do Coldplay, te traz energia positiva, ajuda a acordar bem e o deixa mais disposto para encarar o resto do dia".

A VP Global de Comunicação do Spotify, Angela Watts, comenta: "A música pode animar qualquer momento do seu dia independente se você está trabalhando ou curtindo uma festa. Essa playlist vai te deixar bem ligado logo pela manhã, antes mesmo da sua primeira xícara de café”.

Confira abaixo as músicas presente na playlist "Wake Up". Para embedar o conteúdo, clique aqui.
1.      Coldplay - "Viva La Vida"
2.      St. Lucia - "Elevate"
3.      Macklemore & Ryan Lewis - "Downtown"
4.      Bill Withers - "Lovely Day"
5.      Avicii - "Wake Me Up"
6.      Pentatonix - "Can't Sleep Love"
7.      Demi Lovato - "Confident
8.      Arcade Fire - "Wake Up"
9.      Hailee Steinfeld - "Love Myself"
10.  Sam Smith - "Money On My Mind"
11.  Esperanza Spalding - "I Can't Help It"
12.  John Newman - "Come and Get It"
13.  Felix Jaehn - "Ain’t Nobody (Loves Me Better)"
14.  Mark Ronson - "Feel Right"
15.  Clean Bandit - "Rather Be"
16.  Katrina & The Waves - "Walking on Sunshine"
17.  Imagine Dragons - "On Top of the World"
18.  MisterWives - "Reflections"
19.  Carly Rae Jepsen - "Warm Blood"
20.  iLoveMemphis - "Hit The Quan"

Sobre Spotify
Spotify é um serviço de música digital via streaming, que permite acesso sob demanda a um catálogo com mais de 30 milhões de músicas. Nosso sonho é fazer com que toda a música do mundo esteja disponível a todos, onde e quando você quiser. Spotify torna mais fácil do que nunca descobrir, gerenciar e compartilhar música com seus amigos, enquanto tem certeza de que seu artista está participando de um acordo mais que justo.

O Spotify está disponível em 58 mercados em todo o mundo e conta hoje com mais de 75 milhões de usuários ativos e mais de 20 milhões de assinantes pagantes.

Desde o seu lançamento na Suécia, em 2008, o Spotify gerou mais de 3 bilhões de dólares em direitos autorais para artistas e gravadoras. Atualmente, o Spotify é a maior fonte de receita para o mercado da música digital na Europa e o maior e mais bem sucedido serviço de streaming de música no mundo. Para saber mais sobre o Spotify e as modalidades de assinatura disponíveis para o Brasil acesse: www.spotify.com.

"Coldplay - Viva La Vida"



terça-feira, 3 de novembro de 2015

.: 5x4: "AHS: Hotel" tem noite demoníaca para o detetive Lowe

Por: Mary Ellen Farias dos Santos 
Em outubro de 2015 



Sr. Richard Ramirez (Anthony Ruivivar), morto em 2013, adentra a porta do Hotel Cortez e deixa claro não precisar de chave. Com a poderosa Liz Taylor (Denis O'Hare) comenta sobre o quanto espera por Charles Manson (conhecido serial killer ainda vivo) até que o sangue espirra na tela com a aparição de Patrick March (Evan Petters). É assim que começa o quarto episódio da quinta temporada do seriado "American Horror Story". 

A que se deve tamanha visita ilustre ? É a noite do Diabo no Hotel Cortez com direito a presença garantida de famosos assassinos seriais para um jantar exclusivo, por isso que o primeiro grande nome é o do "perseguidor da noite". Mais uma aproximação de tramas entre seriados de Ryan Murphy? Bingo! Pois em breve teremos "American Crime Story". Ah! Danadinho! Usando e abusando das produções e estabelecendo ligações entre elas.

Após a devida apresentação do assassinado serial satanista dos anos 80, a trama fica mais leve com a inserção do detetive John Lowe (Wes Bentley) ao telefone com a filhinha Scarlett. Claro que o momento fofo não dura muito, pois uma parede com sangue escorrendo não é vista assim todo dia, não é mesmo? Logo, os instintos de Lowe são aguçados. A lavadeira de lençóis, Hazel Evers (Mare Winningham), volta ao ano de 1925, quando perdeu Albert, o filhinho. Contudo, é num bate-papo confuso entre o detetive e a mãe enlouquecida, que o enredo parece se complementar. Até ela diz:"Falar com você é um conforto para a minha alma." Deve ser mesmo!

Por incrível que pareça, o enredo deste episódio remete muito ao anterior "Mommy", pois há muito arrependimento e amor materno, seja por parte de Evers ou pela doutora Alex (Chloë Sevigny ), mãe de Holden, que também chega ao limite para recuperar o filho perdido. Em tempo, a cena final é tensa! Talvez, fosse adequado o título de "Mommy - Part 2". Não é?!




No entanto, o título é da noite do demônio e o jantar oferecido pelo Sr. March, no Hotel Cortez, traz a única assassina serial do pedaço: Aileen Wuornos, interpretada por 
Lily Rabe de modo magistral. Sim! A atriz está até irreconhecível. Indicação ao Emmy e Sag Awards? Claro! Chances de vencer? Muitas! A loirinha é tão talentosa que até consegue suprir a ausência de Jessica Lange. Fato! Sem contar que ainda solta um "I hate you!". Como não lembrar do nojentinho Dandy Mott (Finn Wittrock), da temporada anterior de AHS!?

O prato principal, ou melhor, o clímax do episódio fica com o tão instigante jantar oferecido pelo dono do Hotel Cortez: Sr. March. Lá, reencontramos os assassinos seriais: Ramirez e Aileen, além de outras "figuras ilustres" adoradores da morte em série, como John Wayne (John Carroll Lynch), Jeffrey Dahmer (Seth Gabel) e o inconfundível Zodíaco. Para tornar tudo ainda mais empolgante, Lowe recebe, formalmente, um convite para participar desta mesa. Claro que ele pensa ser uma brincadeira, como os "cosplays". Tolinho!

Eis que o absinto torna o rumo da história bem sinistro, pois Lowe é facilmente algemado a sua cadeira e, passivo, assiste ao show de horror. Ele até tenta usar uma arma de fogo, mas os convidados daquela festa são 
impermeáveis ​​às fraquezas mortais. Desta forma, a pergunta sobre a retidão do detetive retoma. Como que um detetive correto -no passado, teve o único crime de ser desatento e ter o filhinho roubado- é um convidado tão ilustre quanto os outros?

É a incrivelmente louca Sally (Sarah Paulson) que ameniza toda a situação ocorrida com Lowe, além de deixar a pista de que ela é a "protetora" dele. De fato, em "American Horror Story: Hotel", os fantasmas se divertem. E a Condessa? Tem pouco destaque, neste episódio, ela aparece para explicar  o vírus de Holden para Alex, que aceita uma oferta tenebrosa. Tudo em nome do amor pelo filho. Que venha logo o próximo episódio!


Seriado: American Horror Story: Hotel
Temporada: 5
Episódio: 4 - "
Devil's Night "

Exibido em: 29 de outubroo de 2015, EUA.
Elenco: Lagy Gaga, Sarah Paulson, Wes Bentley, Denis O'Hare, Finn Wittrock, Matt Bomer, Evan Petters, 
Kathy Bates, Angela Bassett, Cheyenne Jackson


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter:@maryellenfsm 



Vídeo promocional do episódio


.: Encenação de São Vicente não será realizada por causa de crise

A Prefeitura de São Vicente divulgou que, por questões financeiras, não será realizada a Encenação da Fundação da Vila de São Vicente em 2016. De acordo com a Prefeitura, diante da dificuldade econômica em todo o país, o Poder Público Municipal decidiu priorizar os recursos para pagamento de demandas urgentes em vários setores.

Para 2016, o espetáculo teve custo estimado em R$ 3,3 milhões. Na atual gestão, a Encenação contou com apoio e patrocínios nos primeiros dois anos (2013 e 2014) pelo Governo do Estado e empresas estatais. Na edição deste ano, o espetáculo contou com financiamento total da Prefeitura.

Apesar da suspensão de vários eventos, conforme determinação às secretarias municipais, por se tratar de espetáculo tradicional que remete à fundação da Cidade, a Prefeitura manteve contatos com representantes dos governos Federal e Estadual, além de diversas empresas para solicitar apoio, o que não ocorreu pelo momento difícil enfrentado em todo o País.

Os recursos do Ministério da Cultura, por exemplo, diminuíram em 30% este ano, com previsão de novos cortes para 2016; também foi reduzida em 10% boa parte dos programas mantidos pela Secretaria de Estado da Cultura.

As condições financeiras implicam na readequação do calendário artístico, fato que infelizmente vem acontecendo em vários municípios já em 2015, onde eventos culturais tradicionais foram cancelados, ou tiveram suas edições adiadas para o ano seguinte, por falta de recursos e apoiadores.

Foram atingidos eventos tradicionais como o Festival de Cinema de Paulínia (SP), 26º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga (Juiz de Fora/MG), 23ª Festa Pré-Caju (Aracaju/SE), 18º Festival de Verão Salvador (BA), 16ª Jornada Literária de Passo Fundo (RS), 15º Festival de Formas Animadas (Jaraguá do Sul/SC), 8º Festival Pernambuco Nação Cultural (Recife/PE), Festival de Verão (Araguatins/TO) e Festival Internacional de Música Latina em Paraty (RJ), entre tantos outros. Criada em 1982, a Encenação de São Vicente já teve interrupções pela mesma razão, em edições no início dos anos 90. 

Encenação da Fundação da Vila de São Vicente 2015 "O Musical"

.: Um curso de "Etiqueta Social Japonesa" em São Paulo

A Aliança Cultural Brasil-Japão promove a 6ª edição do “Curso de Etiqueta Social Japonesa” com Lumi Toyoda, nos dias 10, 12, 17 e 19 de novembro, na unidade Vergueiro, nos horários tarde e noite.

O curso será ministrado pela professora Lumi Toyoda, pesquisadora e consultora empresarial que treina executivos e empresários para negócios com japoneses. Lumi dedica-se à pesquisa da cultura japonesa há mais de 40 anos e, desde 1989, ministra cursos de “Etiqueta Social e Empresarial Japonesa”.

Pela primeira vez, a Aliança e Lumi Toyoda realizam também o curso de “Etiqueta Empresarial Japonesa”, com o objetivo de entender a visão de mundo e a maneira de conduzir negócios na cultura corporativa japonesa, possibilitando obter mais sucesso nos negócios e nos relacionamentos profissionais. O público-alvo do curso são líderes, empresários, profissionais liberais, prestadores de serviço, estudantes e interessados. Outras informações pelo telefone: (11) 3209-6630. Realização: Aliança Cultural Brasil-Japão. Apoio: Associação Aichi Kenjinkai do Brasil.

.: Sucesso mundial dos mantras, Chandra Lacombe lança CD

A música de Chandra Lacombe reflete sua longa trajetória como buscador espiritual. Natural de Brasília, tornou-se um dos maiores expoentes mundiais do autoconhecimento e da música new age em sua vertente mais espiritualista. Seu estilo único é resultado da influência da música regional brasileira, indiana e world music com tônica do cancioneiro.

Ao juntar-se à banda Fusão Divina, Chandra pôde levar suas ambições musicais e terapêuticas a novos patamares. O grupo apresenta um show que traz uma combinação inédita de musicoterapia apoiada na tradição indiana da espiritualidade e conduzidas por um pique celebrativo e dançante dos ritmos brasileiros e internacionais.

O novo álbum Carruagem, conta com composições inéditas, versões pop para mantras tradicionais indianos, faixas bônus em Inglês e 13 músicos convidados. Os arranjos desta nova fase refletem as principais influências sonoras da banda – MPB, World Music e Música Indiana –que agora se fundem ao suingue do baião, do Ijexá, do Funk e do Reggae, sem deixar de lado a sutileza comum de suas músicas que tocam o coração.

A inventividade e o virtuosismo do cantor e kalimbista são revelados nos primeiros acordes de suas canções. O músico e terapeuta é criador e propagador de nova técnica que expandiu o uso da kalimba. De origem africana e originalmente usada com função melódica, Chandra foi o pioneiro a explorar texturas harmônicas no instrumento, tornando-o uma espécie de piano de colo dotado de timbre peculiar.

A força de sua música o levou a apresentações em diversos países e se reflete na internet com quase 1 milhão de views no Youtube, mais de 35 mil fãs no Facebook, cerca de 200 mil acessos no SoundCloud, entre outros. Em recente projeto de crowdfunding, o artista levantou 112% da meta estabelecida para o projeto de lançamento de seu quinto CD, recebendo apoio de 300 investidores de 10 países. O CD já está disponível nas principais plataformas digitais.

Serviço 
Show de Chandra Lacombe
Data: domingo, 15 de novembro
Horário: 12h
Local: Grupo Terra – Sitio Paineiras – São Roque
Endereço: Raposo Tavares km55
Ingressos: R$ 50
Informações: (11) 96606-1213
Foto: Andressa Caldeira

Chandra Lacombe - "Consciência Côsmica"


.: Instituto Neymar Jr. promove concurso de redação para crianças

Há quase um ano em pleno funcionamento, o Instituto Projeto Neymar Jr. quer saber das crianças os avanços, os sonhos e os resultados de participarem do projeto realizado no Jardim Glória. Foi pensando em explorar os pensamentos dos alunos, que acontecerá nesta quarta-feira, dia 4, o 1º Concurso de Redação com o tema “De que maneira o INJR Mudou a Minha Vida”, com cerca de 2.400 crianças integrantes do projeto.

O concurso irá reunir todas as crianças atendidas pelo projeto, mas divididas em quatro categorias por idade e critérios de avaliação pelo grau de dificuldade de acordo com a quantidade de linhas escritas: 7 a 8 anos; 9 a 10; 11 a 12 e 13 a 14 anos. A aplicação das redações irá acontecer em sala de aula ao longo do dia e durante as atividades do prédio educacional. O intuito do concurso é saber de que maneira o Instituto está contribuindo na vida dessas crianças, através de seus depoimentos em formato de redação.

A etapa final do concurso terá três finalistas por categoria. Os três finalistas de cada categoria terão seus nomes divulgados no dia 10 de novembro. Ao final do concurso, e após a fase de correção e escolha das melhores redações, será escolhido um vencedor por categoria pela presidente do INJR, Nadine Gonçalves, que também será a responsável por coroar esses meninos e meninas no dia 13 de novembro.

A premiação será de grande incentivo para as crianças contarem o que mudou desde então. Cada vencedor receberá uma camisa do FC Barcelona autografada pelo Neymar Jr. e um livro "Conversa entre Pai e Filho", que conta a história do atacante do Barça e seu pai e vice-presidente do INJR, Neymar da Silva Santos. 



.: Li X Mara: a justiça com as próprias mãos em “A Fazenda 8”

Por Helder Miranda
Em outubro de 2015

Li Martins não agrediu, apenas desrespeitou Mara Maravilha. Mara não agrediu, apenas desrespeitou a maioria do elenco da oitava edição de “A Fazenda”. Como distinguir entre certo e errado em um jogo em que estão todos quites nessa odisseia desrespeitosa que a emissora promove para a audiência começar a enxergar como normal os mais acintosos absurdos? 

Nas redes sociais o povo se manifesta e há, mais uma vez, esse discurso de “expulsão” que vem tomando conta do reality, com razão. Mas essa temporada degringolou a partir do momento em que Rebecca bagunçou as coisas de Mara e se apropriou das fotos dela, sem ter qualquer punição. Ao contrário, teve a conivência de uma emissora que quis passar o que houve como uma simples "estripulia" quando, na verdade, foi "roubo". Rebecca deveria ter sido expulsa, sim. 

Bem como Thiago, que deveria ter saído com expulsão, não como um desistente, assim como Douglas, que deveria ter ido embora pelas imagens que não foram mostradas e nunca saberemos ao certo o que aconteceu. O que houve na ocasião? Imagens sendo mostradas repetidamente com a declaração de Rebecca afirmando "estar bêbada". Então, por estar embriagada, a culpa é da mulher "embriagada"? 

Partindo dessa premissa, Li sujou a cara de Mara Maravilha com barro à contragosto dela (veja que absurdo está nessa narrativa) e eu também considero um tipo de agressão que vai além da física, isso é agressão moral a determinada personalidade com vários anos de carreira. Li está errada? Óbvio que está! Mas não chega nem perto dos empurrões que foram desferidos por Douglas a Thiago, J.P. e Rebecca. Logo, essa regra de “expulsar” os participantes, se fosse levada à risca, deveria ter sido aplicada a todos eles, e até à Mara Maravilha, que se igualou ao patamar de Rebecca quando colocou o boné do J.P. no esterco de cavalo. Eu quero regra para todos e, se não tiver para todos, eu quero regra para nenhum.

Então, aproveitando-se, a partir dos exemplos anteriores de um programa sem regra nenhuma, Li fez com Mara Maravilha o que muitos não tiveram peito, dentro e fora da casa: justiça com as próprias mãos. E, ao fazer isso, cá entre nós, ela subiu muito no meu conceito, porque ao mesmo tempo em que desestabilizou Mara do alto de sua prepotência, demonstrou que não tem medo da força de uma possível torcida da ex-apresentadora infantil e atual cantora gospel.

Os desentendimentos são forçados pela própria produção da emissora. A atividade da baia era construir um forno de pizza, e Mara fez o possível e o impossível para desestabilizar os dois companheiros de exílio: Li e J.P. Quem viu a transmissão ao vivo, sabia que a atividade só poderia dar em confusão.
Não se sabia se Mara, na maior parte do tempo, estava brigando ou de fato brincando com Marcelo Bimbi, que estava lá, mas não poderia ajudar, e com J.P. e Li. A ex-"Rouge" levantou essa lebre de que nunca sabia quando Mara estava brincando ou, de fato, brincando. 

Mas as indiretas de Mara para a moça casada que está tendo um caso com um colega de confinamento correram soltas. Para Li, uma moça aparentemente educada, explodir daquele jeito, tudo sinalizava que ela estava em seu limite, o que levou a cantora a esfregar o barro no rosto da ex-apresentadora infantil. O ato de Li, errado, obviamente, representou uma espécie de catarse coletiva entre os participantes que sofreram com o temperamento de Mara maravilha e da própria torcida contrária. A discussão aqui fora é se isso é passível de expulsão ou se é certo ou errado o que foi feito. Mas não cabe mais ao telespectador, porque tudo é permitido. E, se for para alguém sair, que saíssem todos que cometeram irregularidades ao longo desta oitava temporada.

Acredito, porém, que Mara movimenta esta edição que, sem ela, tudo estaria um marasmo. Mara é a mocinha, a vilã e a personagem agente desse espetáculo decadente, e sabe como ninguém captar todas as atenções, todos os assuntos, todas as torcidas favoráveis ou contrárias. É a catalizadora do bem e do mal de "A Fazenda 8" e nunca ninguém soube, como ela, mobilizar tanto, seja para amá-la (nenhum lá dentro e muitos aqui fora) e odiá-la (praticamente todos lá dentro e muitos aqui fora). Hoje, se você me perguntar se Mara merece ganhar, eu diria que não... porque não há argumentos que possam defendê-la com precisão. 

O máximo que pode ser dito em defesa de Mara Maravilha é que ela está no jogo inteira e exposta, mostrando a torto e a direita todos os defeitos que tem. Mas mostrar defeitos com tanta abundância não torna ninguém o vencedor de um reality-show, pelo contrário.E há em todos nós, espectadores desse jogo para fora que Mara vem fazendo desde o início uma espécie de sadismo e uma atração pelo bizarro, pelo rir do ridículo, pela contentação em ver alguém fazendo o que não se tem coragem de fazer. 

Mas é só, porque se for para falar em desprendimento, Li é despudoramente mais livre na medida em que se entrega ao homem que escolheu dentro do confinamento. Para isso, e não acredito que para fazer uma história, pois muito provavelmente perdeu um casamento de dez anos, ela arriscou muito, principalmente a reputação, o bem mais precioso de todos, quanto mais em um programa em que se julga e é julgado o tempo todo em uma espécie de apedrejamento coletivo.

Diante da mulher infiel, Jesus já disse: "quem nunca teve pecado, atire a primeira pedra". Li, cá entre nós, é livre para fazer o que quiser com o corpo dela e sabe que terá de enfrentar as consequências disso em certo momento. Ela já foi vítima da maledicência de Thiago, que não hesitava em questionar a atitude dela - como dormir fora da cama quando o caso ainda não estava assumido - para colocá-la em má situação diante das câmeras. Luka também segue a mesma premissa em seu jogo de deteriorar as atitudes dos oponentes e ser uma metralhadora de um em uma semana, de outro na próxima e, com isso, deixar de ser foco na maioria das vezes. 

Li não teve jogo de cintura para confrontar quem jogava com a fragilidade da situação em que ela divide com J.P., um assunto que foi tratado com irresponsabilidade para o público, inclusive pela própria Mara Maravilha, e pela emissora, que deveria proteger os participantes de confinamento, não incitar ainda mais o público em troca da polêmica barata que pode reverberar em audiência-não-garantida.

Li e J.P. vivem uma situação extremamente delicada que diz respeito ao casal e ao marido dela, mas, como isso foi exposto dentro do programa, o público se sente no direito, embora não tenha, de dizer se ela está certa ou errada: muitos fazem pior, a diferença é que estão longe das câmeras... 





.: Gabriel Louchard a preços populares no Teatro Glauce Rocha

“Como é que pode?” traz direção de Leandro Hassum e já circulou por diversas cidades brasileiras


O projeto Em Cena Para Todos da produtora carioca Ymbu Entretenimento, traz para o Teatro Glauce Rocha em única apresentação (e com preços populares),  o espetáculo “Como é que pode?”.

Quem nunca disse “como é que pode?” em diversas situações com as quais nos deparamos todos os dias? Como é que pode o meu filho nascer japonês? Como é que pode este trânsito? Um misto de surpresa, curiosidade e fascinação brota dessa expressão popular que serve de inspiração para o espetáculo de Gabriel Louchard, que em cartaz há dois anos, em temporadas de sucesso de público e crítica, com mais de 80 mil espectadores.

O show mostra a versatilidade de Gabriel, explorando as muitas facetas deste artista como ator, comediante e mágico. Durante o espetáculo, dirigido por Leandro Hassum e escrito em parceria com Mauricio Rizzo – roteirista de “A Grande Família” –, Gabriel realiza esquetes brincando com as situações cômicas que mágicos enfrentam durante o trabalho em uma festa infantil, convoca a plateia para participar de truques e realiza números impressionantes de mágica, sempre aliados ao bom humor de seu texto. Na abertura do show ele mostra depoimentos de amigos como Patrícia Pillar, Bruno Gagliasso e Thiago Lacerda, que falam de forma cômica sobre “o maior artista do mundo”.

Um dos pontos altos do espetáculo é o número da guilhotina, que é bem real e ganha uma boa dose de improviso, pois é apresentado com um convidado da plateia. “A participação da plateia, ocorre de forma espontânea e natural, tornando o show muito mais quente e próximo do público”, explica Gabriel.

Sobre Gabriel Louchard: Carioca, 28 anos, Gabriel Louchard é ator, comediante, mágico e apresentador. Começou a atuar e fazer mágicas aos 10 anos de idade. Em seu currículo já constam participações em eventos importantes como Circuito Cultural Banco do Brasil, Feira da Providência, Bienal do Livro, Festival de Inverno - SESCRJ, entre outros. Como ator já participou de campanhas publicitárias, peças de teatro e do elenco do humorístico “Zorra Total”, da TV Globo. Também esteve em diversos programas de televisão se apresentando, entre eles o “Domingão do Faustão”, “Programa do Jô”, “Caldeirão do Huck”, “Mais Você” e “Silvio Santos”.

“Este projeto foi contemplado pela Fundação Nacional de Artes - FUNARTE no edital de Ocupação do Teatro Glauce Rocha 2015”

SERVIÇO:
Como é que pode?
Autor: Gabriel Louchard e Mauricio Rizzo
Direção:  Leandro Hassum
Mágico e ator: Gabriel Louchard
Iluminação: Wilson Reiz
Figurino: Paulo Barbosa
Cenário: Fernando Alexim
Trilha Sonora: Marcelo H
Produção: Gustavo Rodrigues
Local: Teatro Glauce Rocha - Av. Rio Branco, 179 - Tel: (21) 2220-0259
Data: 4 de novembro
Horário: 19h
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia-entrada, clientes Metrô Rio)
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
Gênero: Comédia
Capacidade: 202 Lugares

.: Rolando Boldrin é homenageado no Persona em Foco, aos 79 anos

Programa traz depoimentos de Ana Rosa, Rogério Márcico, João Batista de Andrade e Walter Negrão


No último dia 22, quando completou 79 anos, o  ator, cantor, compositor e apresentador Rolando Boldrin ganhou uma grande homenagem na gravação do Persona em Foco, com direito a bolo, parabéns e toda sua trajetória relembrada. O especial  do artista poderá ser visto na próxima edição do programa da TV Cultura, que vai ao ar nesta terça-feira, dia 3 de novembro, às 23h30, com apresentação de Atílio Bari e roteiro de Analy Alvarez.

Aos 79 anos, sendo 58 deles dedicados à arte de representar e à música, Boldrin conta com mais de 70 trabalhos realizados entre televisão, cinema e teatro. Muitos marcaram a história da arte brasileira. Para entrevistá-lo, estão ao seu lado os atores Luiz Serra e Umberto Magnani.

Nascido em São Joaquim da Barra, pequena cidade do interior de São Paulo, ele conta que seu pai era mecânico e que deu duro para sustentar os 12 filhos. E que ao completar 16 anos, todos eram obrigados a aprender um oficio. E que ele sempre o incentivou para a música. “Seguindo a filosofia do meu pai, fui aprender um oficio. Eu fui sapateiro. Na época falava oficial de sapato. E trabalhei até 22 anos até começar a minha carreira profissional. Meu pai dizia que havia duas profissões que era possível vencer na vida, para quem não pode estudar, uma era jogador de futebol e artista de rádio”. 

Rolando também relembra que começou a tocar viola ainda criança. E, aos 12 anos, o seu pai o forçou a formar com seu irmão a dupla Boy e Formiga, que era bem-sucedida na rádio do município.

Apaixonado pela arte de representar e cantar, muda-se para São Paulo para fazer testes nas emissoras. Rolando ressalta as dificuldades do inicio de carreira até ser contratado como figurante da TV Tupi, com direito a fazer testes na Rádio, ao lado de Plínio Marcos, Fúlvio Stefanini, Chico de Assis e Walter Negrão. “A dificuldade era tamanha que eu e o Walter Negrão quando nos encontramos lembramos que dividíamos um ovo no restaurante dos artista, na padaria enfrente à TV Tupi.”

Ele fala que conquistou seu primeiro papel como ator na novela Alma Cigana, mas o sucesso veio depois da novela Direito de Nascer, na TV Tupi. Após oito anos na emissora, rompeu contrato para estrear no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) na peça Os inimigos, de Máximo Gorki, sob direção de Zé Celso Martinez Corrêa.

O apresentador ainda conta histórias do período da ditadura militar e relembra que nesta época fez o espetáculo Feira Paulista de Opinião, uma produção do Teatro de Arena, realizada no Teatro Ruth Escobar.  Após ser censurada, foi feita em desobediência civil em todos os teatros.

Explica que sempre conciliou sua vida de ator com a música, e que na televisão fez cerca de 30 novelas. Ressalta também que foi o primeiro ator a fazer o Odorico Paragassu, em Bem Amado, na televisão. Mas que preferiu seguir o rumo de apresentador para mostrar os talentos do Brasil.

Sobre sua atuação no cinema, explica o processo de construção de seu personagem, o ferroviário Pereira no filme Doramundo, dirigido por João Batista, que lhe conquistou o prêmio de melhor ator. “Era um triangulo amoroso a Irene Ravache fazendo minha esposa; o Fagundes fazia o amante; e eu era o marido traído, um maquinista. Foi filmado em estação de Paranapiacaba. Fui uma semana antes e comecei a conviver com os maquinistas, beber pinga com Cambuci, xingar, jogar bilhar, brincar e cantar com eles. Eu fui trocando as peças do figurino com as roupas deles. Quer trocar essa camisa novinha com a sua? E pegava a camisa suada e ia botando. Quer me vender seu paletó? Eu fiz pouco cinema. Foi o primeiro filme que eu fiz. Papel espetacular. Eu disse: tenho que fazer bem feito para ganhar prêmio. E ganhei. Como um ator ganha prêmio? Se dedicando pra fazer bem feito.”

O programa conta com depoimentos de amigos e profissionais que trabalharam com Rolando Boldrin, dentre eles, Ana Rosa, Rogério Márcio, João Batista de Andrade e Walter Negrão.

.: Hoje na TV Cultura: JC Debate faz alerta sobre o câncer de próstata

Programa da TV Cultura recebe dois especialistas para falar sobre a doença e a campanha Novembro Azul
                       

O programa JC Debate aproveita o Novembro Azul, dedicado à campanha nacional de conscientização sobre câncer de próstata, e exibe na próxima terça-feira, dia 3 de novembro, um debate sobre o tema, intermediado pela apresentadora Andresa Boni. O programa vai ao ar às 12h30, na TV Cultura.

Celso de Oliveira, diretor da Sociedade Brasileira de Urologia e professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, e Oswaldo Martins Rodrigues Júnior, psicólogo e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, falam sobre os riscos dessa doença, a mais frequente no sexo masculino, e a falta de conhecimento dos homens sobre ela, apesar das campanhas anuais de alerta.

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