sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

.: Dramaturgo e roteirista Motti Lerner estará em SP para um ciclo de debates


Aproveitando o sucesso e a reestreia do espetáculo "Amor Profano", em cartaz no Teatro Raul Cortez com Vivianne Pasmanter e Marcello Airoldi no elenco, o dramaturgo e roteirista israelense Motti Lerner estará em São Paulo para um ciclo de debates em fevereiro

Conhecido internacionalmente pelo conjunto de sua obra que inclui livros, peças de teatro e filmes, Motti Lerner é encenado pela primeira vez no Brasil e seu brilhante texto vem encantando público e crítica. “Há anos participei de uma leitura desse texto e desde então ele nunca me saiu da cabeça, profundo, tocante, dramaturgia pura”, diz Vivianne Pasmanter.

Motti Lerner atuou como professor residente em Oxford e professor visitante no Departamento de Drama da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, no Knox College em Illinois e na Jawaharlal University em Nova Deli.

Com frequência é convidado a proferir palestras em universidades europeias e americanas sobre o teatro israelense e o conflito israelo-palestino. Seus textos com forte ênfase política, os personagens construídos com requinte e enredados em tramas inteligentes envolvem o espectador e o levam a pensar e se questionar.

Perguntado se Motti Lerner estava para a dramaturgia israelense assim como Amos Oz estava para a literatura, o autor, humilde, respondeu: “Não me cabe responder a esta pergunta”. A visita de Motti Lerner tem o apoio institucional do Consulado de Israel e da Federação Israelita do Estado de São Paulo.

Agenda de Motti Lerner em São Paulo de 1º a 6 de fevereiro:

Dias 1º, 2 e 3 no Teatro Raul Cortez:
Debate com a plateia ao final do espetáculo "Amor Profano"
  
Dia 5, das 14h às 16h, na Casa das Rosas:
Workshop voltado para roteiristas
A importância da criação de um processo de catarse para o protagonista na estrutura de uma peça. Motti sugere uma nova definição de catarse e demonstra suas vantagens discutindo a estrutura da peça Macbeth. O workshop tem duração de duas horas e será realizado em inglês.
Entrada franca. http://www.casadasrosas.org.br/

Dia 5, das 18h às 21h, no Sesc Bela Vista:
Exibição do filme "Primavera 1941"
Na sequência debate com tradução simultânea.
A inscrição será feita pelo portal do Sesc e em suas unidades http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/
  
Dia 6, das 8h30 às 11h, no Célia Helena Centro de Artes e Educação:
Café da manhã e bate-papo com os alunos, com a presença de Viviane Pasmanter e Michel Joelsas. Exclusivo para alunos do Célia Helena.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

.: Curitiba: 11 motivos para visitar o município brasileiro

Por Mary Ellen Farias dos Santos*
Em janeiro de 2019 
 



Viajar para Curitiba é atraente aos que amam cidade, verde e praia. Junto e misturado, o município brasileiro do Paraná reserva muitas maravilhas a serem visitadas por turistas e, algumas podem também ser aproveitadas naquela folguinha de uma viagem a negócios. 

De lugares públicos bem preservados como parques, com entrada gratuita a uma esticadinha até Santa Felicidade e Morretes para desfrutar da gastronomia local. Confira a lista das dicas do que curtir em Curitiba e divirta-se!


Foto: Divulgação

Centro Cultural Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade)
A instituição cultural modernista, com mural de Poty Lazzarotto na fachada, considerada uma dos maiores da América Latina, comporta auditórios para teatro, dança e espetáculos musicais. Situado no complexo arquitetônico da Praça Santos Andrade, fica diante do Campus Prédio Histórico da UFPR. Mantido pelo governo do estado, ainda assegura a Orquestra Sinfônica do Paraná, a companhia de dança Balé Teatro Guaíra e o Teatro de Comédia do Paraná (TCP). Centro Cultural Teatro Guaíra: Rua XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba.


Foto: Divulgação

Feira do Largo da Ordem
A grande "feirinha" dos curitibanos, acontece aos domingos de manhã, no Centro Histórico de Curitiba. Em meio a várias barracas com venda de lembrancinhas, camisas e canecas personalizadas, plantas, produtos artesanais e comidas, artistas de rua fazem apresentações, no estilo Avenida Paulista. De quebra, dá para conhecer a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Chagas (R. Mateus Leme, 01 - São Francisco, Curitiba), o Templo Hare Krishna Curitiba Mandir (Rua Duque de Caxias, 76 - São Francisco, Curitiba) e o Relógio Floral (Praça Garibaldi, s/n - São Francisco, Curitiba). Feira do Largo da Ordem: R. Kellers, s/n - São Francisco, Curitiba. Domingo: 9h às 14h. 

Foto: Divulgação

Jardim Botânico ou Jardim Botânico Francisca Richbieter
Um dos principais pontos turísticos de Curitiba, situado no bairro Jardim Botânico, é cheio de atrações de ar puro e encanto natural para os olhos, desde a famosa e chamativa estufa ao Jardim das Sensações, além do Museu Botânico de Curitiba, com o quarto maior herbário do país. A visita com entrada gratuita ao monumento mais votado em 2007 para estar entre as Sete Maravilhas do Brasil, promovido pelo site Mapa-Mundi, é imperdível. Passar uma tarde no espaço é uma excelente pedida. Jardim Botânico: R. Engo. Ostoja Roguski - Jardim Botânico, Curitiba. Segunda-feira a sexta-feira: 09h30 às 11h45 e 13h às 17h | Sábado e Domingo: 09h às 18h

Foto: Divulgação

Mercado Municipal
Localizado no Centro de Curitiba, em frente à Rodoferroviária, o Mercado Municipal é bem movimentado aos finais de semana, mas abre diariamente. Entre os boxes com venda de frutas, legumes, saladas e produtos diversos, tem uma praça de alimentação e espaço para eventos. Mercado Municipal: Av. Sete de Setembro, 1865 - Centro, Curitiba. Terça-feira a sábado: 07h às 18h | Domingo: 07h às 13h | Segunda-feira: 07h às 14h



Mirante Restaurante Terrazza 40 ou Sky Curitiba, Observatório panorâmico
O espaço instalado na cobertura do Edifício Champagnat Tower, construído, na década de 90, somente em 2013 passou a funcionar de acordo com o projeto original: o primeiro restaurante de Curitiba projetado para ser uma atração aos turistas. Ainda que não tenha uma reserva no restaurante, ainda é possível subir e ter uma linda vista de Curitiba, gratuitamente. Em frente, também é possível tirar belas fotos na Praça da Ucrânia. Terraza 40: Rua Pe. Anchieta, 1287, Cobertura, Bigorrilho, Curitiba. Segunda-feira a sexta-feira: 12h às 16h e 19h às 00:30 | Sábado: 12h às 16h e 19h às 00:00 | Domingo: 12h às 16h e 18h às 22h


Foto: Helder Moraes Miranda
Morretes (Bistrô da Vila)
O restaurante Bistrô da Vila é um pedaço da Sicília no clima tropical de Morretes, no Paraná. Ali, tudo conspira a favor da experiência gastronômica que os visitantes terão, desde as cores vibrantes que refletem a alegria do espaço, ao ambiente familiar que propicia conversas ao som de músicas agradáveis. A entrada é um corredor com bonecos grandes e coloridos dá a vista para o lugar em que o restaurante funciona. Em meio ao verde da natureza e as cores escolhidas na decoração, a refeição é feita em plena harmonia. Vale conferir a especialidade da casa, que é robalo com legumes e serve duas pessoas.
Bistrô da VilaLargo Lamenha Lins, 66, Morretes, Paraná. Telefone: +55 41 3462-4016. Segunda a sexta-feira: 10h às 18h | Sábado e domingo: 10h às 19h


Foto: Divulgação

Museu Ferroviário

A amostra de uma antiga Estação Ferroviária, ou seja, o Museu Ferroviário, está no Shopping Estação, com entrada gratuita. O espaço apresenta objetos da época de quando funcionava a estação de trem que ligava Paranaguá e Curitiba para a exportação da erva-marte, incluindo uniformes dos funcionários, além de painéis explicativos sobre a história das ferrovias do Paraná. Museu Ferroviário: Av. Sete de Setembro, 2775 - Rebouças, Curitiba. Segunda-feira a sexta-feira: 10h às 18h | Sábado: 10h às 18h | Domingo: 11h às 19h


Foto: Divulgação

Museu Oscar Niemeyer (MON)
 maior museu de arte da América Latina, inaugurado em 22 de novembro de 2002, abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional, com aproximadamente 7 mil obras nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, com cerca de 35 mil metros quadrados de área construída e mais de 17 mil metros quadrados de área para exposições. O Museu Oscar Niemeyer, com projeto de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro que dá nome ao lugar, já apresentou cerca de 350 mostras nacionais, internacionais e itinerantes. Nas 12 salas expositivas, a cada ano são realizadas mais de 20 mostras, que juntas recebem um público superior a 360 mil visitantes. O espaço é para ser curtido em um dia inteiro. A dica é dividir a visitação em dois dias, pois toda quarta-feira a entrada é gratuita. Museu Oscar Niemeyer: R. Mal. Hermes, 999 - Centro Cívico, Curitiba. Terça-feira a domingo: 10h às 18h


Foto: Divulgação
Paço da Liberdade
O prédio de 1915, localizado no centro da cidade, que abrigou o primeiro elevador da cidade de Curitiba, foi construído para ser prefeitura onde antes estava o Mercado Municipal e depois foi sede do Museu Paranaense, atualmente é o Sesc Paço da Liberdade. O prédio imponente, tanto por fora, como por dentro, é o centro cultural do SESC com programação de filmes, cursos e palestras, além de biblioteca e o Café do Paço. A visita ao local, que tem entrada gratuita, já é de grande valia pela riqueza de informações históricas, além de estar perto da belíssima Catedral de Curitiba. Sesc Paço da Liberdade: Praça Generoso Marques, 189 - Centro, Curitiba. Terça-feira a sexta-feira: 09h30 às 20h45 | Sábado: 09h30 às 17h30 | Domingo: 09h30 às 17h00


Santa Felicidade - Churrascão Colônia
O bairro Santa Felicidade, formado majoritariamente por italianos, é um reduto gastronômico em que está localizado o Churrascão Colônia. A casa ampla, localizada próxima ao portal italiano da Cidade, é especializada em carnes assadas na brasa e oferece buffet variado, incluindo comida chinesa, como por exemplo, sushiO Churrascão Colônia é um espaço familiar com música ambiente, além de televisões, o que propicia uma atmosfera sossegada para conversas agradáveis. Aos pequenos, há um espaço amplo, na entrada, com brinquedos para completo entretenimento de toda a família.
Churrascão Colônia: Av. Manoel Ribas, 3250 - Santa Felicidade, Curitiba, Paraná. Terça-feira a sábado: 11h30 às 14h30 e 18h30 às 23h00 | Domingo: 11h30 às 15h30


Shopping Estação. Foto: Divulgação

Shoppings
É inevitável escapar do momento das compras quando estamos em viagem e Curitiba, por sua vez, não deixa a desejar em nada. Já na Avenida Sete de Setembro, no número 2775, está o grande Shopping Estação, subindo a mesma Avenida está o Shopping Curitiba (com o endereço de R. Brg. Franco, 2300) e também é possível chegar ao Shopping Crystal (R. Comendador Araújo, 731), pois fica perto do Shopping Curitiba. Mesmo de transporte público, é possível seguir até o Terminal do Portão, onde está localizado o gigante Shopping Palladium (Av. Pres. Kennedy, 4121), além do Ventura Shopping (R. Itacolomi, 292). Outro grande centro comercial é o Shopping Pátio Batel (Av. do Batel, 1868), localizado próximo ao Memorial da Imigração Japonesa (Av. Sete de Setembro, S/N - Água Verde).




*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm

.: Infantil "A Minicostureira" estreia neste sábado no Teatro Porto Seguro

Com direção de Débora e Cynthia Falabella, espetáculo infantil "A Minicostureira" 
estreia dia 2 de fevereiro no Teatro Porto Seguro. Fotos: Lee Kyung Kim
As irmãs Débora Falabella e Cynthia Falabella dirigem espetáculo A Minicostureira que estreia dia 2 de fevereiro, sábado, às 15h, no Teatro Porto Seguro. A peça é inspirada livremente no conto A Moça Tecelã de Marina Colasanti e na carta A Tecelã do tarô Egípcio. No elenco estão Frann Ferraretto, Bruno Ribeiro, Antoniela Canto e Mateus Monteiro.

O conto que inspirou o espetáculo traz a história de uma jovem tecelã cuja obra feita no tear se transforma na própria realidade da personagem. Isso faz com que a menina reflita sobre a própria vida numa jornada constante de autoconhecimento. O espetáculo, por sua vez, a partir de pesquisas que caminham pelo imaginário, pelo onírico, pela espiritualidade e também pela psicomotricidade, integra fantasia e realidade, provocando a reflexão sobre questões sensíveis e de um campo pouco visitado na infância.

Na trama, a garotinha Clara cria seu próprio mundo, em meio a linhas, agulhas e tesouras. Lá vivem criaturas retalhadas por ela, como um peixe dourado que se chama Fidalgo, e assume o papel de seu melhor amigo, e uma Santa protetora das minicostureiras. Juntos, eles decidem realizar o maior sonho da menina, que logo vira um terrível pesadelo e faz com que a garota precise tomar a decisão mais difícil de seus vividos nove anos de idade – e para o resto de sua vida.



Entre retalhos e costuras, o público é convidado a ponderar sobre o seu potencial no mundo, por meio da imaginação e da concepção das próprias vontades, poderes e planos. As crianças, mais do que ninguém, sabem viajar instantaneamente para onde quiser sem sair do lugar. O espetáculo estimula a expedição por este mundo tão especial, onde é possível criar grandes navios com a sobra de uma calça, ou fazer a cortina de um teatro com um pano de chão.

O intuito do espetáculo é justamente estimular a imaginação por meio de signos têxteis que impulsionam o público para a reflexão sobre questões inerentes ao ser humano, como a afetividade, a espiritualidade e a imaterialidade.  A Minicostureira instiga com simplicidade o que há de mais antigo e precioso no mundo: a força de acreditar em algo até que isso aconteça.

Ficha técnica:  
Texto: Frann Ferraretto. Orientação Dramatúrgica: Silvia Gomez. Direção: Cynthia Falabella. Co-Direção: Débora Falabella. Elenco: Antoniela Canto, Bruno Ribeiro, Frann Ferraretto e Mateus Monteiro. Assistente de Direção: Flávia Fernandes. Cenário e Figurino: Kleber Montanheiro. Trilha: Trio Pompéia – Chuck Hipólito, Thiago Guerra e Tiago Mago. Desenho de Luz: Aline Santini e Laiza Menegassi. Fotos e Vídeos: Leenkyung Kim. Design Gráfico: Alexandre Brandão. Consultoria de Movimento: Leonardo Bertholini. Operação de Som: Chuck Hipólito. Operação de Luz: Jefferson Bessa. Manipulação de bonecos: Gisele Pereira. Produção: Mesa2 produções Artísticas Ltda. Produção Executiva: Elisangela Monteiro. Adereços e Cabeças: Michele Rolandi. Bordados e Finalizações: Luma Yoshioka.  Costureira: Creuza Medeiros. Cenotécnico: Agilson dos Santos. Visagismo: Louise Helèn. Assessoria de imprensa: Madalena Martins.

"A Minicostureira"
Direção de Cynthia e Débora Falabella
De 2 de fevereiro a 17 de março – Sábados e domingos, às 15h.
Ingressos: Plateia: R$ 50 / Balcão e frisas: 40.
Classificação: livre.
Duração: 60 minutos.
Gênero: comédia infantil

Teatro Porto Seguro
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone: (11) 3226.7300.
Bilheteria: de terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.
Capacidade: 496 lugares.
Formas de pagamento: cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.

Serviço de Vans: Transporte gratuito Estação Luz – Teatro Porto Seguro – Estação Luz. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. Como pegar: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Bicicletário – grátis.

Gemma Restaurante: Terças a sextas-feiras das 11h às 17h; sábados das 11h às 18h e domingos das 11h às 16h. Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras das 17h às 21h.

Vendas: http://www.tudus.com.br
Facebook: facebook.com/teatroporto
Instagram: @teatroporto

.: "A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe - O Musical" em cartaz


Inspirado na obra escrita pelo francês Antoine de Saint-Exupéry, o Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical (CEFTEM) traz a Prática de montagem "A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe - O Musical" com temporada de 2 a 24 de fevereiro no Teatro XP Investimentos, no Jockey Club (RJ).

O diretor Gustavo Klein conta que a ideia da peça surgiu do diretor-assistente, Anderson Rosa, que é apaixonado pelo livro e que, portanto, sugeriu ao coordenador do CEFTEM, Reiner Tenente, que reproduzisse o espetáculo.

"Primeiro ocorreu o processo de adaptar uma obra literária e narrativa para a linguagem de teatro-musical, tentando se ater ao original. Durante os ensaios, foi mais uma questão de adequar as falas, aumentar ou diminuir cenas na tentativa de contar a história da melhor maneira, além de criar novidades para deixar mais claro algumas situações que no livro são narradas, e aqui precisávamos entender",  conta Gustavo.

Embora seja um conto infantil, o espetáculo, que tenta ser o mais fiel possível do original, pode ser voltado para os grandinhos também, apresentando múltiplas facetas que permitem mais de uma abordagem, sem perder a essência genuína. “A expectativa é de que consigamos entregar nosso melhor, e que o público receba de coração aberto esse fruto do nosso esforço. E, certamente, a plateia pode esperar muita fofura”, finaliza Gustavo.

“A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe – O Musical” fará sessões aos sábados e domingos às 16h.

A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe - O Musical
Temporada: de 2 a 24 de fevereiro
Dias: sábado e domingo
Horário: 16h
Teatro XP Investimentos
Av. Bartolomeu Mitre, 1.110 - Leblon (Jockey Club do Rio de Janeiro), Rio de Janeiro, RJ
Valor: R$ 60,00 Inteira / R$ 30,00 Meia
Lotação: 366 lugares
Classificação: livre
Duração: 90 minutos

Ficha Técnica:
Elenco: Bárbara Valadão, Brenda Pedrotti, Bruna Botelho, Mafê Magoulas, Matheus Torres, Sofia Rocha, Amanda Prevot, Kaio Antunes, Luisa Machado, Paty Bueno e Rafaela Takaki e Vitória Rocha
Direção: Gustavo Klein
Direção Musical: Carol Saboya
Direção de Movimento: Bella Mac
Diretor Assistente: Anderson Rosa
Coordenação Pedagógica: Reiner Tenente
Assessoria de imprensa: MercadoCom / Ribamar Filho
Produção: CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical)

.: Última apresentação de "Annie" leva público ao delírio - e às lágrimas


Por Helder Moraes Miranda, em janeiro de 2019.

A história de uma pequena órfã que luta contra tudo e todos para reencontrar os pais e pela sobrevivência é um argumento que sempre é bem acolhido pelo público. Muitas vezes, a crítica também se rende a esse argumento e a mágica se faz. Na literatura, com Charles Dickens, em "Oliver Twist", ou mesmo em "Sozinha no Mundo", do brasileiro Marcos Rey - sucesso entre os adolescentes, leitores da série Vaga-Lume. A identificação com o personagem gera empatia.

"Annie - O Musical", espetáculo baseado na história em quadrinhos "Little Orphan Annie", de Harold Grayem, é sobre uma órfã cheia de personalidade e otimismo. A obra também rendeu um filme que foi clássico da "Sessão da Tarde" nos anos 80 e, posteriormente, outros dois, e continua atual hoje, até mesmo necessário em tempos em que se precisa, cada vez mais, de esperança.

Quando um milionário resolve adotar essa orfã e oferecer a ela tudo aquilo o que lhe foi privado, a personagem se torna uma espécie de "Cinderela-mirim", com todas as desventuras que o passado de órfã pode oferecer, como impostores e interesseiros dispostos a tirar alguma vantagem da sorte da menina. Do outro lado do palco, no entanto, absolutamente todos um dia quiseram se colocar no lugar dessa heroína tão forte e destemida.

Envolvido por essa atmosfera de empatia e identificação, além de canções que grudam na mente em cenários de encher os olhos, o público que assistiu a última apresentação de "Annie" teve acesso a uma apresentação mais do que especial por vários motivos. 

Todo o teatro Santander estava mobilizado para aquele momento como se as pessoas ali tivessem o mesmo objetivo - atores, plateia e funcionários do espaço: fazer parte daquela história. O destaque da última apresentação foi Ingrid Guimarães, muito mais solta do que na apresentação em que assistimos anteriormente - crítica neste link

No tom de comédia, ela acrescentava no texto coisas que soavam emocionais: "Pela última vez, saiam daqui!", para as órfãs e, em outra cena, dirigindo-se às atrizes-mirins na pele da personagem engraçada e má: "Não é do meu feitio dizer isso, mas vocês são muito talentosas"

Miguel Falabella, diretor e um dos protagonistas, disse, em cena, ainda interpretando o personagem, que as crianças do espetáculo terão a trajetória que merecem após esse espetáculo, que foi um divisor de águas na carreira de muitos ali. A presença dele, colocando improvisos em cena, tornaram tudo mais engraçado e leve.

As três protagonistas, revezando-se no papel de "Annie" deram, cada uma, uma interpretação diferente da personagem, terminaram o espetáculo emocionadíssimas - foi um xororô daqueles. Não teve como se emocionar, porque nas lágrimas dessas meninas havia um misto de emoção por um ciclo concluído e as incertezas típicas do que vem pela frente após a concretização de um projeto tão grandioso. Tudo muito compreensível, já que é difícil se despedir de uma personagem tão emblemática e cheia de mensagens como a própria Annie.

Em comum entre todas as atrizes que interpretaram o papel-título, a afinação e a sensação de que todos ouvirão falar muito delas, crianças que, hoje, são tão dedicadas ao teatro. Isso faz com que ainda se tenha esperança no futuro e, principalmente, na nova geração. 

Luiza Gattai abriu o espetáculo e deu a graça e a melancolia que o papel necessitava - é uma Annie sofrida. Em seguida, Maria Clara Rosis imprimiu a força necessária à personagem e conseguiu emocionar com a sua presença de palco consistente. Sienna Belle, a menor das três é, também, a mais engraçada e, naturalmente, a Annie mais infantil e espontânea da temporada.

Sara Sarres estava impecável como a governanta que faz a história girar. Cleto Baccic, no papel de um trambiqueiro, brilha com o seu vozeirão e mostra versatilidade em papéis diferentes - já que na primeira vez, ele era o substitudo de Falabella. Ludmillah Anjos, que ficou conhecida nacionalmente pela participação na primeira edição do programa "The Voice" sendo uma das finalistas, e em "Ghost - O Musical" foi uma das protagonistas, crava presença com várias personagens pequenas, mas marcantes. 

Entre as orfãs, uma das que mais se destaca é Valentina Oliveira. Na pele da Letícia de "As Aventuras de Poliana", ela é engraçada. Como a órfã que espera por dias melhores, ela demonstra uma energia e uma presença de palco que faz com que seja difícil tirar os olhos dela. Com ela, estamos diante de uma pequena grande atriz que também vem despontando para o estrelato. Miguel Falabella tem o olho clínico para descobrir talentos.


Que o digam as meninas que, selecionadas entre 3.500 crianças, com muita competência, fizeram o espetáculo ser o que é: Ashley Bernardi, Beatriz Kuffel, Maria Clara Bueno, Lili Siqueira, Luíse Nogueira, Rinon Ueyama, Giovana Maciel, Manu Costa, Mafê Mossini, Bia Brumatti, Isabella Daneluz, Nina Medeiros, Ana Clara Martins, Júlia Berlim, Giulia Ferrari, Helô Baumarchi e Isabella Faile. "Annie", além de ser uma bela homenagem à família e à celebração de ser criança no teatro musical, deveria ter, como subtítulo, "Nasce Uma Estrela". Várias delas surgiram a partir desse espetáculo. Tempo ao tempo.

"Annie - O Musical" - 'Vida Dura Irmão' ("It's The Hard Knock Life")

*Helder Moraes Miranda é bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.

.: "Amor em Tempos de Ódio" estreia nas plataformas digitais

Uma História de Amadurecimento no Mais Brutal dos Tempos. Disponível nas plataformas digitais a partir de 30/01


Uma história de amor proibida, inspirada em fatos reais, que se passa na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial, "Amor em Tempos de Ódio" (Where Hands Touch, Sony Pictures, 2018) estará disponível nas plataformas digitais dia 30 de janeiro de 2019 pela Sony Pictures Home Entertainment. Escrito e dirigido por Amma Asante (Belle; Um Reino Unido), "Amor em Tempos de Ódio" é um rito de passagem de uma adolescente birracial lutando pela sobrevivência na Alemanha nazista, estrelado por Amandla Stenberg (Jogos Vorazes, Tudo e Todas as Coisas), George MacKay (Capitão Fantástico, Orgulho e Esperança), Abbie Cornish (Três Anúncios para um Crime, Brilho de uma Paixão) e Christopher Eccleston (Thor: O Mundo Sombrio, seriado “Doctor Who”).

Sinopse: Alemanha, 1944. Lenya (Amandla Stenberg) cresceu durante o caos da guerra. Sua mãe (Abbie Cornish) fez o possível para protegê-la, mas o credo racista do Nacional Socialismo a tornou uma excluída pela cor de sua pele. Mas a paixão da juventude floresce nos mais improváveis lugares: Lenya se apaixona por Lutz (George MacKay), um jovem nazista. Lutz se conforma com o antissemitismo, mas permanece atraído por Lenya, apesar da repulsa nazista pela ideia da raça alemã de cor negra. Quando essa repulsa se torna uma ameaça direta à sobrevivência dela, Lenya e Lutz precisam enfrentar as inevitáveis consequências de seu impossível e perigoso romance.

"Amor em Tempos de Ódio" foi produzido por Charlie Hanson (A Way of Life), tem duração de aproximadamente 122 minutos.

Sobre a SONY PICTURES HOME ENTERTAINMENT: A Sony Pictures Home Entertainment (SPHE) é uma empresa da Sony Pictures Entertainment (SPE). A Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Entertainment Inc., uma subsidiária da Sony Corporation sediada em Tóquio. As operações globais da SPE englobam a produção, aquisição e distribuição de filmes e de televisão; as redes de televisão; a criação e distribuição de conteúdo digital; a operação dos estúdios e desenvolvimento de novos produtos, serviços e tecnologias de entretenimento.

.: The Noite: elenco de "As Aventuras de Poliana" conversa com Danilo Gentilli

Parte do elenco de Poliana com o apresentador (Crédito: Lourival Ribeiro/SBT)


Na sexta, 25 de janeiro, Danilo recebe uma parte do elenco da nova novela do SBT, “As Aventuras de Poliana”. O apresentador conversa com os atores Sophia, Igor, Enzo, Duda, Theo, Vinícius, Kauan e Pietra sobre seus personagens e as crianças contam detalhes de cada um deles para o apresentador. “é um peso maior, queria fazer muito esse papel, gosto do meu trabalho. É uma diversão para mim. É uma nova fase da minha carreira”, diz Sophia sobre interpretar a protagonista. 

“João é um Cearense arretado que sai de Quixadá, conhece Poliana e juntos vão viver várias aventuras", adianta Igor. Eles falam ainda sobre uma das mensagens principais da trama, o “Jogo do Contente”, que é ver o lado bom de toda situação.

O The Noite com Danilo Gentili vai ao ar de segunda a sexta-feira no SBT. Site oficial: sbt.com.br/thenoite

.: Artigo sobre Brumadinho: quantas cidades serão devastadas?


Por Alexandre Pierro


Menos de quatro anos depois do desastre da Samarco, em Mariana, tido até então como a maior tragédia ambiental da história do Brasil, Brumadinho, também em Minas Gerais, sofre com o rompimento de outra barragem de dejetos minerais da Vale, causando um dano ainda maior que o incidente anterior. Em 2018, a Hydro Alunorte, mineradora localizada no município de Barcarena, no Pará, também ocupou boa parte dos noticiários quando sofreu um transbordamento de seu depósito de água contaminada, provavelmente ocasionado pelas fortes chuvas de verão. Dessa forma, são três acidentes gravíssimos ocorridos em um intervalo de três anos.

Três tragédias sociais e ambientais, sendo duas de responsabilidade da mesma empresa, a Vale. Todos esses casos mostram que há um deliberado descaso à gestão em nosso país. Infelizmente, o modelo administrativo das empresas brasileiras está muito mais focado em remediar os problemas do que em preveni-los. O mesmo pode ser notado com os recentes problemas com pontes na cidade de São Paulo. Enquanto não há um problema instaurado, ninguém pensa na manutenção preventiva.

Todos os prejuízos humanos, ambientais e financeiros poderiam ter sido evitados com uma medida muito simples: a implementação de um Sistema de Gestão, baseado nas metodologias das normas ISO. Esse sistema é uma ferramenta eficaz para garantir que a empresa atenda aos requisitos necessários para evitar novos desastres, fraudes de documentação, além de dar a devida resposta em caso de acidentes, de maneira a minimizar danos.

Em Mariana, foram 230 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo afetados, não só pela inutilização da área pelos próximos 100 anos, graças aos agentes contaminantes, como também pelo suprimento de água, morte de fauna e flora da região, afetando inclusive sua economia. Até hoje, a Samarco pagou apenas 1% dos R$ 4 bi de multa aplicados a ela. Dá para imaginar que em Brumadinho a situação não deve ser muito diferente. A impunidade compensou os riscos, fazendo com que a negligência levasse a uma tragédia ainda maior.

No exterior, o modelo de gestão “vista grossa”, definitivamente, não compensa. Em 2010, a plataforma petroleira Deep Water Horizon da Trans Ocean explodiu, gerando vazamento de óleo por três meses no Golfo do México, despejando 600 milhões de litros de poluentes no mar. A empresa pagou US$ 22 bi de multa e teve de gastar mais US$ 32 bi com a limpeza. Ela perdeu 35% de seu valor de mercado nos meses que se seguiram. Esse tipo de acontecimento costuma fazer com que a empresa repense toda a sua gestão, tirando lições importantes das tragédias.

A gestão de risco lá fora não é vista como uma obrigação a mais. Ela faz parte do negócio. É uma das bases para o seu devido funcionamento. A gestão adequada, inclusive, permite que práticas anticorrupção sejam aplicadas. O Brasil ainda é o país em desenvolvimento com o menor número de empresas certificadas em diversas normas, inclusive considerando suas renovações periódicas. Nos últimos cinco anos, perdemos quase 80% das certificações internacionais ligadas a algum tipo de gestão (ambiental, saúde ocupacional, riscos, qualidade, continuidade de negócios, entre outras).

Segundo dados do INMETRO, saímos de 30 mil empresas certificados em 2015, para pouco mais de 6 mil no fim de 2018. Isso demonstra como a cultura brasileira não enxerga valor na prática de gestão, vendo isso como um ônus, um custo, e não como uma ferramenta para melhorar a maturidade e qualidade dos produtos e serviços prestados. Enquanto não desenvolvermos uma maturidade de gestão voltada ao planejamento e à gestão de risco, infelizmente, continuaremos sendo vítimas dessas tragédias.

Alexandre Pierro é engenheiro mecânico, bacharel em física aplicada pela USP e fundador da PALAS, consultoria em gestão da qualidade e inovação.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

.: Anavitória lança seu próprio festival - NAVE - em SP, no dia 31 de março


A relevância de Ana Caetano e Vitória Falcão para a música brasileira nesse final de década extrapola os limites da obra fonográfica da dupla Anavitória. Além do talento das meninas no ofício de fazer e apresentar canções, reconhecido por um público cada vez maior, o caso de sucesso das duas se tornou algo importante também para quem faz música.

Isso começou a se desenhar assim que elas lançaram o primeiro álbum (em 2016) e logo furaram o bloqueio do sertanejo e do funk conseguindo penetrar o grande mercado lotando shows gigantes e entrando para as listas de mais tocadas do país nas rádios e nas plataformas digitais.

Por consequência imediata disso, acabaram por inspirar e influenciar decisivamente no som e na carreira de uma novíssima geração que surgiria em seguida - artistas que, como elas, trabalham atravessando de um lado para o outro as fronteiras entre MPB e música pop. Anavitória (ou “as Anavitória”, como os portugueses carinhosamente se referem a elas) mostrou que era possível chegar longe fazendo um som fora dos padrões estéticos então vigentes no mainstream

Por isso é que faz tanto sentido que, junto de seu empresário e “descobridor” Felipe Simas, Anavitória tenha criado seu próprio festival. A primeira edição do NAVE acontece no dia 31 de março de 2019, no Espaço das Américas, em São Paulo. E, como uma nave-mãe, elas abraçam outros jovens artistas que começam a trilhar caminhos parecidos com o delas. Cuidando para manter sempre a unidade estética, o lineup traz nomes em diferentes fases de carreira.



Os artistas do line-up

Melim
Já estourada, a banda Melim foi formada em Niterói pelos irmãos Diogo, Rodrigo e Gabriela Melim e ficou conhecida a partir do programa “Superstar”, da Rede Globo. Com álbum de estreia lançado em 2018 pela Universal Music, já frequenta as listas de mais tocadas do país, sobretudo com os hits “Meu Abrigo” e “Ouvi Dizer”.

Vitor Kley
Outro tripulante da NAVE que já conta com números astronômicos para seu curto tempo de carreira é o cantor gaúcho Vitor Kley. Com seu single “O Sol”, produzido por Rick Bonadio, chegou ao topo das paradas de música pop brasileira.

Lagum
A banda mineira Lagum é a nova aposta da gravadora Sony. Ficaram mais conhecidos quando o jogador Neymar publicou em seu instagram um storie ouvindo a canção “Deixa”. Foi o chute que faltava para a Lagum entrar no ranking das 50 músicas mais tocadas no Spotify.

Anavitória
O NAVE também tem um show de Anavitória. É claro!

OutroEu
Formado por Mike Tulio e Guto Oliveira, o OutroEu também surgiu entre os concorrentes do “Superstar”, conquistando o terceiro lugar na terceira temporada do reality show, em 2016. O primeiro trabalho foi lançado no mesmo ano pelo Slap, selo pop da gravadora Som Livre. Em 2018, o duo participou de “Outrória”, faixa do álbum “O Tempo é Agora”, o mais recente das anfitriãs Anavitória.

Hotelo
Separadas, Ana e Vitória participam do primeiro trabalho dos paulistanos do Hotelo, “Mapa Astral”, lançado em agosto e que vai ser mostrado na programação do NAVE. Como o nome indica, o álbum traz 12 faixas, um paracada signo do zodíaco.

As participações especiais
Além dessa escalação principal, o lineup do festival traz ainda um caprichado time de participações especiais, uma para cada show. A lista tem Mariana Nolasco, Manu Gavassi, Nina Fernandes, Rubel, Gabriel Elias e Ana Gabriela.

Serviço
Local: Espaço das Américas
Endereço: Rua Tagipuru, 795 (Barra Funda)
Data: 31 de março de 2019
Horário: 16h (abertura dos portões) e 17h30 (início dos shows)
Ingressos: A partir de R$50 (meia-entrada - primeiro lote)

.: Manu Gavassi inova e lança primeiro EP fotográfico do Brasil


Aos 25 anos, Manu Gavassi transita por diversas áreas como cantora, atriz, escritora, diretora e recentemente como roteirista na websérie - “Garota Errada” - um projeto desenvolvido pela própria, em cinco episódios disponibilizados no Youtube. 

Agora sua novidade é musical! Manu lançou o novo EP “Cute But Psycho”, que volta a um momento de auto-reflexão e redescoberta, enquanto se desprende da pressa em emplacar algum novo hit. Com três faixas, o EP que contou com produção musical do  Headmedia, passeia por versos que falam de sua personalidade aos questionamentos sobre seus sentimentos.  

Neste projeto todo o registro foi orgulhosamente composto, roteirizado e dirigido pela cantora, que  não só inovou nas canções, mas também na forma de divulgação do EP. Ao invés de focar em videoclipes rotineiros para cada música, Manu investiu em um formato diferente, contando as histórias de cada faixa em ensaios fotográficos seguidos de legendas.  Para conferir o resultado acesse o IG (@manugavassi).

“Cute But Psycho” já está disponível nos principais apps de música. Com seus quase dez anos de carreira, Manu Gavassi ainda carrega o olhar de uma artista que não quer apenas fazer para ser vista, mas sim, se ver no que faz. E um olhar mais atento aos seus trabalhos desfaz qualquer impressão de que isso seja apenas conversa. 

.: Selo Sesc lança álbum digital de Rashid gravado ao vivo no Sesc Vila Mariana


O Selo Sesc lança em fevereiro o álbum digital "Sessões Selo Sesc #4: Rashid". Gravado em junho de 2018 o disco traz o repertório de "Crise", lançado no mesmo ano e no qual o artista retrata suas crises pessoais e políticas, contestando e manifestando em forma de rimas e batidas com origem na periferia, mas que falam para o mundo todo.

 A crise com a qual Rashid nomeou seu penúltimo trabalho é uma via de mão dupla. Trata-se da crise sobre estar no trono e ainda assim preocupado. Com narrativas contestadoras de uma maneira visceral, o disco traz dois alicerces: o som e o business, este último, refletido na maneira como lançou o projeto seguindo as novas tendências do consumo de música, com quase um single por mês, seguido de clipe na internet, o que fez com que o cantor paulistano conseguisse um destaque grande nas redes sociais e o colocou entre os artista mais tocados do Spotify no Brasil.

"Estar no trono e mesmo assim preocupado, contradiz as expectativas das pessoas. Por melhor que você esteja, não significa que não tenha problemas ou, por mais problemas que tenha, não significa que você esteja em queda. 'Crise' simboliza os dois lados de uma mesma moeda. Não é o bem contra o mal, é mais para 'tá tudo bem, não tá tudo tão bem assim'", diz o cantor e compositor, nascido com o nome de Michel Dias Costa e rebatizado como Rashid em 2007.

Em "Sessões Selo Sesc #4: Rashid", além do repertório de "Crise", o álbum reúne também faixas de trabalhos anteriores, como "A Coragem da Luz" (2016), "Que Assim Seja" (2013), "Virando a Mesa" (2013) e "Dádiva & Dívida" (2011), com as faixas "Ruaterapia", "Homem do Mundo", "Coisas da Vida", "Abre Caminhos", "Que Assim Seja", "Poucos e Bons" e "Virando a Mesa".

Rashid é rapper, nascido no Lauzane Paulista, criado em Ijaci, cidadezinha de Minas Gerais. Batalhou nas rinhas de MCs, ao lado de Emicida, e participou do disco solo do rapper Kamau. Seu primeiro lançamento veio só em 2010, quando liberou o EP "Hora de Acordar". Hoje, tem três EPs, e dois discos lançados. O rapper é também business man, e comanda a linha de roupas Foco na Missão.

Além das rimas
O rapper, que cultiva desde a infância o gosto pela leitura e pelo universo literário, também tem na conta de suas habilidades o livro Ideias que rimam mais que palavras - Vol.1, seu primeiro. Como referência das rimas e de lírica, escreveu crônicas de suas músicas enquanto relembrou momentos marcantes da carreira. Rashid narra partes de sua trajetória musical, indo dos dias mais precários até os mais expressivos, ao dar detalhes das composições e daquilo que o inspirou a fazer os versos que o tornaram consagrado. O livro cobre o período de 2008 a 2014, enquanto construía uma base sólida de trabalho e abria caminho para os sonhos que escrevia em forma de poesia nos cadernos, seus diários de bordo que ainda têm muito a dizer.

#4 Rashid – Sesc Vila Mariana [repertório do CD]
1. Sem sorte
2. Estereótipo
3. Ruaterapia
4. Musashi
5. Homem do Mundo
6. Química
7. Música de Guerra
8. Coisas da Vida
9. Abre Caminhos
10. Que assim seja   
11. Primeira Diss     
12. Poucos e bons
13. Bilhete 2.0
14. Pés na areia
15. Virando a Mesa
16. Se tudo der errado amanhã

Sessões Selo Sesc
Atento a vasta programação musical circulante nas unidades do Sesc, o Sessões Selo Sesc surge com o intuito de disponibilizar registros sonoros de shows com boa qualidade e em formato digital através das plataformas de streaming (Deezer, Spotify, Apple Music, entre outras). Em formato bootleg, mas com excelente captação, mixagem e masterização, os álbuns reaproximam o público da experiência in loco e podem ser acessados a qualquer momento pela internet. No ar desde 2017, no projeto já foram lançados os álbuns de Orquestra Mundana Refugi (Sesc Consolação), Siba e a Fuloresta (Sesc Pompeia) e Metá Metá (Sesc Bom Retiro).

Selo Sesc
O Selo Sesc tem o objetivo de registrar o que de melhor é produzido na área cultural. Constrói um acervo artístico pontuado por obras de variados estilos, da música ao teatro e cinema. Em 2018 lançou dezenas de discos, entre eles “Debut” de Paulo Martelli, “A Paixão Segundo Catulo”, dirigido por Mário Sève, “Mar Virtual” de Eugénia Melo e Castro, “Viola Paulista”, dirigido por Ivan Vilela, “Tradição Improvisada”, de Nelson da Rabeca e Thomas Rohrer, “Cantos de Trabalho II”, da Cia. Cabelo de Maria e “Intuitivo”, de Itiberê Zwarg & Grupo, além do Box de DVDs Movimento Violão e os lançamentos exclusivos para o digital: “Basa Black Bossa” de Alexandre Basa e a série “Sessões Selo Sesc”, com gravações de shows ocorridos nas unidades do Sesc: #1: Orquestra Mundana Refugi, #2: Siba e a Fuloresta e #3: Metá Metá.

Em 2017, o Selo Sesc colocou na praça os CDs “Aluê” (Airto Moreira), “A poesia de Aldir Blanc” (Maria João), “Avenida Atlântica” (Guinga e Quarteto Carlos Gomes), “AM60 AM40 (Antonio Meneses e André Mehmari), “No Mundo dos Sons” (Hermeto Pascoal & Grupo), “Carlos Gomes, Alexandre Levy e Glauco Velásquez”(Quarteto Carlos Gomes), “Fruta Gogoia: Uma Homenagem a Gal Costa” (Renato Braz e Jussara Silveira), “Guarnieri Nepomuceno” (Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e Cristina Ortiz), “Box Villa-Lobos” (Quartetos Bessler-Reis e Amazônia), “Com Alma” (Banda Mantiqueira), “Festival Música Nova” (Ensemble Música Nova), “Saudade Maravilhosa” (Mario Adnet),  e o DVD “Alcance dos Sentidos” (Ivaldo Bertazzo).

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