domingo, 14 de junho de 2020

.: Rogério Flausino e Wilson Sideral cantam poema especial de Cazuza


Flausino e Sideral cantam Cazuza e alertam sobre doenças raras

Artistas unem clássicos, informação e uma canção nunca gravada na live Momento Raro, que marca os 30 anos da morte do cantor e chama a atenção para o Dia da Conscientização das Amiloidoses, em 16 de junho. 

Um poema raro, muito bem guardado dentro de um caderno que a mãe de Cazuza, Lucinha Araújo, compartilhou com Rogério Flausino e Wilson Sideral. E um momento que também é singular: em 2020, faz 30 anos que o mundo da música perdeu seu eterno poeta. Mas, no próximo dia 16, esses versos vão ecoar com força, a favor da vida. Com os irmãos como intérpretes, o som de Cazuza ajuda a dar voz para um tema que precisa sair do desconhecimento: as doenças raras, que afetam até 13 milhões de brasileiros¹. Esse é o objetivo da live Momento Raro, uma iniciativa da Pfizer em parceria com a Associação Brasileira de Paramiloidose (Abpar), o Instituto Lado a Lado Pela Vida e a Academia Brasileira de Neurologia (ABN). 

A data de 16 de junho não foi escolhida por acaso. Esse é o Dia da Conscientização das Amiloidoses, uma efeméride que já se tornou oficial em diferentes regiões do Brasil, como Paraná, Goiás e São Paulo, e traz para o centro das atenções um grupo de doenças raras significativas para o Brasil, pelas características de sua população. Fazem parte desse grupo, por exemplo, a polineuropatia amiloidotica familiar (PAF), mais comum em descendentes de portugueses², uma origem bastante encontrada no País. Outra enfermidade dessa classe é a amiloidose cardíaca, mais frequente a partir dos 60 anos³, um cenário que chama a atenção considerando o acelerado processo de envelhecimento vivido pela sociedade brasileira nos últimos anos. 

Musicado por Wilson Sideral, um poema que Cazuza nunca chegou a gravar dá o tom de raridade para a noite do dia 16, que também vai contar com clássicos bem conhecidos do artista, como O Tempo Não Para, Exagerado e Codinome Beija-flor. "A música toca as pessoas de um jeito único. Ela leva alegria, emociona. Mas saber que ela também pode ajudar a melhorar a saúde de tanta gente é algo maravilhoso", comenta Sideral. "Eu mesmo acabei aprendendo muita coisa com essa iniciativa incrível. É um prazer muito grande emprestar a nossa voz para essa causa super nobre", completa Flausino. 

Tanto para a PAF como para a amiloidose cardíaca, a falta de informação é um problema que pode abreviar vidas, porque dificulta o diagnóstico precoce. Incapacitante e irreversível, a PAF costuma se manifestar entre os 30 e os 40 anos de idade4, a partir da perda de sensibilidade nos pés5. E, se não for identificada e tratada adequadamente, pode levar o paciente à morte dez anos após os primeiros sintomas4. Para a amiloidose cardíaca, essa evolução pode ser ainda mais rápida. Sem tratamento, a expectativa de vida é de 2 a 3 anos e meio após o diagnóstico3. Por isso, alertar sobre os fatores de risco e os sintomas é essencial. 

"Essa ação tem um simbolismo muito forte. Nós queremos, literalmente, dar voz para o paciente raro perante a sociedade. Por isso, procuramos um jeito leve e diferente de chamar a atenção para esse tema tão difícil, que é pouco discutido até mesmo entre a classe médica. Ter informação e conhecer os sintomas é algo fundamental para que esses pacientes possam ser identificados precocemente e tenham a chance de um prognóstico melhor", explica a diretora médica da Pfizer Brasil, Márjori Dulcine . 

Durante o show, o público vai receber informações essenciais sobre o tema, além de conhecer dois convidados especiais. A live Momento Raro faz parte de um grande movimento de conscientização em torno do tema iniciado em 2016, com a campanha Pausa na PAF, a partir de uma parceria entre a Pfizer e a Academia Brasileira de Neurologia. Desde então, diferentes segmentos sociais, entre esportistas, artistas e associações, vêm sendo mobilizados em torno da causa, que agora também reúne esforços para alertar sobre a amiloidose cardíaca, sob o mote Pausa Pra Vida. 

Serviço: 
Live Momento Raro: Flausino e Sideral cantam Cazuza - Todas as vozes contra as amiloidoses! Dia: terça-feira, 16 de junho de 2020. Horário: a partir das 20h. 

Transmissão ao vivo pelos seguintes canais: 


Wilson Sideral - 
YouTube - youtube.com/wilsontubesideral 

ABPAR - Facebook - pt-br.facebook.com/paramiloidose 

Instituto Lado a Lado Pela Vida 

Facebook - facebook.com/institutoLAL 

Pfizer Brasil - Facebook - pt-br.facebook.com/PfizerBrasil 

YouTube - youtube.com/PfizerBrasil 

Referências: 

1. INTERFARMA. Doenças Raras: a urgência do acesso à saúde. Disponível para acesso em: interfarma.org.br/public/files/biblioteca/doencas-raras--a-urgencia-do-acesso-a-saude-interfarma.pdf 

2. ALVES IL, Altland K, ALMEIDA MR, et al. Screening and biochemical characterization of transthyretin variants in the Portuguese population. Hum Mutat. 1997;9(3):226-33. 

3. MAURER MS, SCHWARTZ JH, GUNDAPANENI B, ELLIOTT PM, MERLINI G, WADDINGTON-CRUZ, M, KRISTEN AV, GROGAN M, WITTELES R, DAMY T, DRACHMAN BM, SHAH SJ, HANNA M, JUDGE, DP, BARSDORF AI, HUBER P, PATTERSON TA, RILEY S, SCHUMACHER J, STEWART M, SULTAN; MB, RAPEZZI C; ATTR-ACT Study Investigators. Tafamidis Treatment for Patients with Transthyretin Amyloid Cardiomyopathy. N Engl J Med. 2018 Sep 13;379(11):1007-1016. 

4. BENSON MD et al. Amyloid. 1996;3:44-56. 

.: Cassio Scapin encena monólogo sobre Myrian Muniz em live teatral


Cassio Scapin encena monólogo cômico dramático a partir da biografia da atriz e diretora paulista Myrian Muniz. Foto: João Caldas

Dentro de apresentações teatrais das lives #EmCasaComSesc, nesta segunda-feira, dia 15 de junho, o ator Cassio Scapin encena "Eu Não Dava Praquilo", um monólogo cômico dramático a partir da biografia da atriz e diretora paulista Myrian Muniz (1931-2004). A apresentação, que traz passagens da vida pessoal e profissional da homenageada, pretende ser uma ode ao ofício teatral e a sua importância como agente de transformação tanto individual quanto social. 

O roteiro é do próprio Scapin e do poeta Cássio Junqueira, e a direção leva assinatura de Elias Andreato. Classificação indicativa 16 anos. A peça pode ser assistida no YouTube do Sesc São Paulo youtube.com/sescsp -  e no Instagram do Sesc Ao Vivo - @sescaovivo - às 21h30.  

Na quarta-feira, dia 17, tem a atriz carioca Clara Carvalho em "A Mais Forte", com texto do dramaturgo sueco August Strindberg. A obra foi escrita em 1889 e até hoje é um desafio para as atrizes. Traz a história de uma senhora que, ao ver em outra mesa sua rival na carreira artística e suposta amante do seu marido, vomita cobras e lagartos. Um monólogo de diálogo ácido e que exige sutileza na interpretação. 

Muito adaptada para a televisão, no Brasil ela já foi encenada por Nathália Timberg no grande Teatro Tupi. Clara Carvalho iniciou sua trajetória artística no balé, com passagem pelo Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A partir da década de 1980, vem para São Paulo com o Grupo Tapa apresentando o espetáculo "O Tempo e os Conways", de J.B. Priestley. A partir daí, passou a se dedicar definitivamente ao teatro como atriz, diretora, tradutora e professora, com seu trabalho. "A Mais Forte" tem classificação livre.

Abrindo o fim de semana, na sexta-feira, 19, é a vez de conferir o espetáculo documentário "Contos Negreiros do Brasil", com o ator, diretor e articulador cultural Rodrigo França. Um monólogo sobre a condição real e atual da negra e do negro no Brasil, seja o jovem estudante, o gay negro, a negra hipersexualizada pela sociedade, o menor infrator, a prostituta e a idosa. 

Sob direção de Fernando Philbert, o espetáculo é uma espécie de peça-aula que leva o público a presentificar índices estatísticos, contextualizados com cenas que reproduzem dores, paixões, medos, alegrias e angústias. O texto é de Marcelino Freire. Rodrigo França iniciou sua carreira no teatro e no cinema em 1992 e no ano passado ganhou o Prêmio Shell, na categoria Inovação pelo Coletivo Segunda Black. Cientista social e filósofo, é ativista pelos direitos civis, sociais e políticos da população negra no Brasil. Classificação indicativa 14 anos.

Promovidas pelo Sesc São Paulo, as apresentações - sempre às segundas, quartas, sextas e domingos às 21h30 - trazem monólogos interpretativos transmitidos diretamente da casa dos artistas. Já passaram pela série #EmCasaComSesc na categoria teatro os artistas Celso Frateschi, Georgette Fadel, Sérgio Mamberti, Ester Laccava, Jé Oliveira, Gustavo Gasparani, Lavínia Pannunzio, Grace Passô, Denise Weinberg, Cacá Carvalho, Bete Coelho, Gero Camilo, Eduardo Mossri, Cláudia Missura e Matheus Nachtergaele.

Para conferir a programação de teatro, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivo, às segundas, quartas, sextas e domingos, sempre às 21h30.

.: #ResenhaRápida - Todos os segredos de Orkut, o inventor das redes sociais



Orkut Büyükkökten é, possivelmente, o cara mais legal do mundo. Pense em alguém que imaginávamos inalcançável e que se mostrou absolutamente simpático e acessível. Sem ele, é difícil pensar no mundo conectado em que as pessoas vivem hoje. Ele é o criador do Orkut, a primeira rede social popular do planeta, que foi filiada ao Google, criada em 24 de janeiro de 2004 e desativada em 30 de setembro de 2014. 

No Brasil, a rede social teve mais de 30 milhões de usuários, até ser ultrapassada pelo Facebook. 
Ele é engenheiro de software turco, e hoje mantém outra rede, chamada Hello. Homossexual assumido, ele assina uma coluna no site gay.blog.br. Nesta entrevista, com exclusividade, desvendamos os segredos de Orkut. 

#ResenhaRápida com 
Orkut Buyukkokten

Nome completo:
 Orkut Buyukkokten.
Data de nascimento: 6 de fevereiro de 1975. 
Altura: 1,73 m.
Qualidade: amigável. 
Defeito: confiar demais.
Signo: aquário.
Ascendente: escorpião.
Uma mania: a de me conectar com o mundo.
Religião: Islã.
Time: Fenerbahce.
Amor: complicado.
Sexo: emocionante. 
Mulher bonita: Emma Watson.
Homem bonito: Chris Hemsworth (sem camisa).
Família é: fundação.
Ídolo: meu pai.
Inspiração: pessoas.
Arte é: cada um na sua.
Brasil: paixão pela vida.
Fé: é acreditar no que você não vê.
Deus é: Todo Amor.
A política é: indesejada, mas necessária.
Hobby: socializar.
Um lugar: Búzios.
O que nunca pode estar na minha geladeira: champanhe.
Prato favorito: lahmacun (pizza turca, parecida com a esfiha aberta de carne conhecida pelos brasileiros).
Uma sobremesa: brigadeiro.
Uma fruta: banana.
Bebida favorita: caipirinha.
Cor favorita: azul.
Tenho medo de: perder pessoas perto de mim.
Uma peça: "Hamilton".
Um showMaroon 5.
Um ator: Henry Cavill.
Uma atriz: Emma Stone.
Um cantor: Adam Levine.
Uma cantora: Taylor Swift.
Uma escritora: J.K. Rowling.
Um escritor: Isaac Asimoc.
Um filme: "Toy Story".
Uma música: "Man in the Mirror" - Michael Jackson.
Uma Série: "Jornada nas Estrelas".
Um programa de TV: "Sense8".
Indique um siteEngadget.
Indique um blog: BetterHumans.
Indique um podcast: TED Talks Daily.
Indique um Twitter: Lady Gaga.
Indique um canal do YouTube: Some Good News.
Uma saudade: música dos anos 90.
Algo que me irrita: egoísmo.
Algo que me faz feliz: estar com os amigos.
Quem levaria para uma ilha deserta: Chris Hemsworth, porque ele é gostoso.
Se pudesse ressuscitar alguém, seria: meu pai, ele era meu ídolo.
Uma pergunta a alguém no mundo: gostaria de perguntar ao presidente dos Estados Unidos: "O que há na Área 51?".
Não abro mão de: amigos.
Abro mão de: doces.
Se fosse um animal, eu seria: lobo.
O que seria se não tivesse inventado as redes sociais: organizador de eventos.
Rede social resumida em uma palavra: conexão.
Ser gay é: fabuloso.
Ser humano hoje em dia é: difícil.
Orkut por Orkut: apaixonado, gentil, geek, carinhoso, sincero, divertido.



.: Multi-instrumentista Manoel Cordeiro apresenta live musical nesta segunda


Manoel Cordeiro. Nome de peso no gênero da guitarrada, ele apresenta para o público do Música #EmCasaComSesc seu repertório autoral, lançado em dois discos de sua carreira, e ainda músicas inéditas

Dentro da programação de junho do #EmCasaComSesc, nesta segunda-feira, dia 15 de junho, a música paraense chega às casas de todo o Brasil com o show do multi-instrumentista Manoel Cordeiro. Nome de peso no gênero da guitarrada, ele apresenta para o público do Música #EmCasaComSesc seu repertório autoral, lançado em dois discos de sua carreira, e ainda músicas inéditas. Na apresentação, Manoel demonstrará o conceito de "guitarrada contemporânea", resultado de todo o seu trabalho de pesquisa e reinvenção do gênero paraense. Há mais de um mês, o Sesc São Paulo promove série de shows diários com transmissões, sempre às 19h, pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp

Terça-feira, dia 16, é dia de relembrar os maiores sucessos dos 50 anos de carreira de Pepeu Gomes no show "50 a Mais de Mil". O cantor e guitarrista, considerado um dos 10 melhores do mundo na categoria World Music, segundo a revista americana Guitar World, traz no repertório grandes sucessos revisitados, como as músicas produzidas junto à emblemática banda da década de 70, Novos Baianos, e outras de sua carreira solo, que fizeram sucesso nas rádios e nas trilhas sonoras de novelas.

No dia seguinte, quarta-feira, 17, a cantora Adriana Moreira apresenta o show 5 Gerações no Música #EmCasaComSesc. Para essa apresentação, ela faz um passeio por sua trajetória, entoando um pouco da bagagem histórica e cultural adquirida por herança da ancestralidade e longa caminhada por palcos do Brasil. São canções que, há cinquenta anos, compõem a trilha sonora de sua memória afetiva, bem como a de muitos brasileiros. Estão no repertório canções de compositores como Cartola, João Nogueira, Dona Ivone Lara, Djavan e Chico Buarque.

Na quinta-feira, 18, a cantora que conquistou o Brasil e o mundo, Daniela Mercury, se apresenta em versão intimista, direto de sua casa em Salvador. Ela, que vendeu 20 milhões de álbuns, foi agraciada com um Grammy Latino e lançou 20 discos e sete DVDs ao longo de seus mais de 30 anos de carreira, faz um show no formato voz e violão, relembrando canções consagradas de sua carreira em versão acústica. Também estarão no repertório as músicas de seu novo álbum, "Perfume", e outras do vasto universo da música popular brasileira.

E por fim, na sexta-feira, dia 19, a dupla Carlos Careqa e Mário Manga retomam o bom humor característico de ambos no show "Dois Cavalos". Grandes expoentes da música brasileira da década de 1980, eles colocam em cena o lado teatral para esta performance musical, na qual dois cavalos se encontram no palco e recebem os espíritos de John Lennon e George Harrisson. No repertório, o duo apresenta canções autorais da carreira solo de cada um, além de músicas que consagraram a banda de atuação de Mário Manga, Premê, como "Padaria" e "Brigando na Lua". O público terá, ainda, algumas surpresas dos beatlesmaníacos de carteirinha.

E no domingo, dia 14, no mesmo horário, às 19h, Rincon Sapiência apresenta seu "Mundo Manicongo: dramas, danças e afroreps". Em show solo, o rapper viaja pelos mais diversos ritmos, norteados pela musicalidade de vertentes da música pop contemporânea africana. Com instrumentais dançantes e divertidos, ele interpreta o repertório de seu segundo disco, cujo trabalho revela a sua evolução como artista e produtor musical, e traz a assinatura de Rincon na produção e direção do álbum. Ritmos originários das periferias, como o pagodão baiano e o funk brasileiro - desde o Mandela até o 150 bpm, também devem compor o set list do show.

Para conferir toda essa programação, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivoA série Música #EmCasacomSesc também tem sido uma oportunidade para promover o Mesa Brasil, programa que conecta empresas doadoras e instituições sociais para o complemento de refeições de pessoas em situação de vulnerabilidade social. 

Criado há 25 anos pelo Sesc São Paulo e hoje em operação em diversos estados do país, a iniciativa está com uma campanha para expandir sua rede de parceiros doadores e ampliar a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza em meio à crise causada pelo novo coronavírus. Também engajados pela causa, os artistas têm aproveitado as transmissões online para convocar as pessoas, principalmente empresários e gestores, a integrarem a rede de solidariedade. Para saber como ser um doador, basta acessar o site mesabrasil.sescsp.org.br.

sábado, 13 de junho de 2020

.: #ResenhaRápida: Rosana Hermann, uma mente brilhante


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.


Rosana Hermann é mais que uma escritora, roteirista e apresentadora. É uma mulher que tem muito a dizer sobre o mundo, ainda mais em tempos em que pessoas luminosas são absolutamente necessárias para que todos mantenham o mínimo de sanidade. Foi ao assistir a live que ela promoveu sobre escrita no Instagram, na semana passada, que surgiu a ideia do convite para a #ResenhaRápida - em que ela se mantém corajosa e responde a perguntas que talvez ninguém tenha feito. 

Se Rosana Hermann não está apresentando o programa "Porta Afora", ao lado do humorista Fábio Porchat, no Multishow, está escrevendo - livros e textos de internet, com sua figura onipresente nas redes sociais. Agora, está escrevendo a biografia da atriz Claudia Raia. E assumiu os cabelos brancos, o que a torna ainda mais charmosa e interessante. Rosana faz, acontece e torna a internet um ambiente melhor. 


#ResenhaRápida com Rosana Hermann

Nome completo: Rosana Hermann Efraim.
Apelido: Ro.
Data de nascimento: 26 de julho de 1957.
Altura: baixinha.
Qualidade: sensata.
Defeito: irritada.
Signo: leão.
Ascendente: gêmeos.
Uma mania: dois travesseiros.
Religião: Deus existe.
Time: São Paulo.
Amor: sempre.
Sexo: nem sempre.
Mulher bonita: Penélope Cruz.
Homem bonito: George Clooney.
Família é: a que a gente quer. 
Ídolo: Albert Einstein.
Inspiração: o conhecimento.
Arte é: essencial.
Brasil: acabando.
Fé: sempre.
Deus é: energia.
Política: é todo dia.
Hobby: tricô.
Lugar: Islândia.
O que não pode faltar na geladeira: ovo.
Prato predileto: berinjela.
Sobremesa: quindim.
Fruta: morango.
Bebida favorita: água.
Cor favorita: laranja.
Medo de: altura.
Uma peça de teatro: "The Book of Mormon".
Um show: Queen no Morumbi.
Um ator: Pedro Cardoso.
Uma atriz: Andrea Beltrão.
Um cantor: Jim Croce.
Uma cantora: Billie Holliday.
Um escritor: Ruy Castro.
Uma escritora: Martha Batalha, Patrícia Mello.
Um filme: "Groundhog Day" (trailer neste link).
Um livro: "A Vida Invisível de Eurídice Gusmão", de Marha Batalha.
Uma música: "While My Guitar Gently Weeps" - The Beatles.
Um disco: "You Don't Mess Around With Jim" - Jim Croce.
Um personagem: Dorothy ("O Mágico de Oz").
Uma novela: "O Bem Amado", de Dias Gomes.
Uma série: "24 Horas".
Um programa de TV: "Tudo pela Audiência".
Indique um site: theverge.com.
Indique um blogKottke.org.
Indique um podcast"Foro de Teresina".
Indique um Twitter (não pode ser seu): @deniserossi.
Algo que me irrita: burrice.
Algo que me deixa feliz é: sol.
Quem levaria para uma ilha deserta: levaria meu canivete.
Uma pergunta a qualquer pessoa do mundo: para Deus: "quem matou Marielle?".
Não abro mão de: correr.
Do que abro mão: carro, não tenho.
Se tivesse que ser um bicho, eu seria: esquilo.
O que seria se não fosse jornalista: cientista.
Jornalismo em uma palavra: verdade.
Redes sociais em uma palavra: conversa.
Televisão em uma palavra: ilusão.
Ser biógrafa em uma palavra: cumplicidade.
Democracia em uma palavra: justiça.
Ser jornalista é: vocação.
Ser mulher, hoje, é: o que temos.
Rosana Hermann por Rosana Hermann: estuasiasmada.

Um beijo, um browse, um aperto de mouse da
@rosana

.: Museus-Casas Literários celebram o 33º Bloomsday na próxima terça


Os Museus-Casas Literários irão celebrar o 33º Bloomsday, evento dedicado à obra de James Joyce, com uma programação online e gratuita. Na foto, a primeira edição de "Ulysses", obra-prima de James Joyce

Museus-Casas Literários celebram o 33º Bloomsday. O evento anual celebra a obra do escritor irlandês James Joyce com uma programação dedicada ao autor, sob o tema “Juízo Final”. A Rede de Museus-Casas Literários, programa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e gerenciado pela Poiesis, celebrará o 33º Bloomsday com uma programação especial.

O evento, que ocorre anualmente, é uma homenagem ao grande escritor irlandês, James Joyce. A data de sua realização, 16 de junho, é o dia em que transcorre a ação do romance mais famoso do autor, Ulysses. Nele, o personagem central, Leopold Bloom, perambula por Dublin, em 1904. A celebração ocorre em diversas cidades do mundo, como Dublin, Londres, Nova York e São Paulo, onde foi criado em 1988 pelo poeta Haroldo de Campos, que participou da organização até seu falecimento, em 2003.

Em 2020, as comemorações na cidade de São Paulo completam 33 anos e, este ano, a Rede de Museus-Casas Literários irá homenagear o escritor irlandês em um formato diferente. As atividades serão realizadas a distância, pela plataforma Google Meet, das 18h30 às 20h30 do dia 16 de junho, terça-feira. Para participar, bastará acessar o link da reunião: meet.google.com/nhm-btpw-rtd

Neste ano, o tema é “Juízo Final”, baseado no sexto capítulo de Ulysses, o Hades, no qual o personagem Leopold Bloom reflete sobre a vida e a morte durante o enterro de um amigo. O programa incluirá leituras de trechos do capítulo em vários idiomas, por diversos convidados, além de poesia, música e comentários sobre a história do evento.

Coordenado a apresentado por Marcelo Tápia, diretor da Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo, o evento se abrirá com a exibição de uma colagem de cenas de filmes baseados na obra de Joyce, e apresentará, em seguida, a leitura de um fragmento do Canto XI (episódio do Hades) da Odisseia de Homero, obra que foi tomada como referência por Joyce para a criação de seu Ulysses. Logo após, o sexto capítulo do romance será lembrado em inglês, português, francês, italiano, alemão e hebraico, revivendo uma tradição de leituras em diversas línguas no Bloomsday, iniciada por Haroldo de Campos.

Saindo da obra Ulysses, Reynaldo Damazio fará a leitura do fragmento final do conto “Os Mortos”, do livro Dublinenses, de Joyce. Posteriormente, serão lidos poemas de Augusto dos Anjos e de James Joyce, por Donny Correia e Rodrigo Bravo.

A gravação da canção “Bid Adieu to Girlish Days”, do autor homenageado, será apresentada e, por fim, será feita a leitura de um trecho de Finnegans Wake, o último e mais experimental romance de Joyce, seguida da exibição de um vídeo sobre a história do Bloomsday em São Paulo.

O dia 16 de junho foi escolhido por James Joyce para a narrativa de "Ulysses" porque nesse dia ele viveu um encontro amoroso com sua futura mulher, Nora Barnacle. O aspecto autobiográfico é presente em toda a sua obra, que inclui o livro de contos Dublinenses, e os romances Um retrato do artista quando jovem e Finnegans Wake. 

Hoje, James Joyce é reverenciado em todo o mundo e considerado pela maioria dos críticos como o maior prosador do século XX, mas inicialmente suas obras encontraram resistência, receberam duras críticas e censura direta. O romance "Ulysses" (publicado em livro em 1922) acabou sendo proibido, à época, nos Estados Unidos e na Inglaterra, por ser julgado imoral pelas autoridades.

.: Marat Descartes faz estreia online do espetáculo documental "Peça"


O contexto online trouxe ganho de camadas cênicas: na quarentena, o público aprofundou sua relação com o formato digital, expandiu as horas de uso de redes sociais e expôs detalhes de sua privacidade. Foto: Gabi Brites

O trânsito entre arte e vida, o tempo suspenso no período de isolamento social, a crise de sentidos e uma discussão do contexto sociopolítico do Brasil a partir da própria biografia são alguns traços de "Peça", espetáculo escrito e idealizado por Marat Descartes, com direção de Janaina Leite, assistência de Gisele Calazans e colaboração de Nuno Ramos.

Gestada em ensaios presenciais, mas amadurecida e nascida já num contexto on-line, Peça terá sua estreia e exibição pelo YouTube da produtora Corpo Rastreado a partir do dia 20 de junho, sábado, 21h. O ator, nas sessões teatrais virtuais, fará uma transmissão ao vivo a partir de sua casa mesclada com vídeos pré-gravados. Para assistir ao espetáculo, basta acessar este link. Peça foi realizada com o apoio da 9ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a cidade de São Paulo da Secretaria Municipal de Cultura.

Processo de criação da peça
Em 2017, Marat Descartes escreveu um monólogo a partir das propostas estéticas do pintor e escultor Marcel Duchamp (1887 – 1968) e mais especificamente sobre o ready-made, modo de produção idealizado pelo artista que consiste em deslocar objetos comuns do cotidiano ao contexto de galerias ou espaços culturais para que esses fossem considerados obras de arte. Marat apresentou essa versão ao artista plástico Nuno Ramos, que propôs um outro caminho que ainda partisse da lógica do ready-made, mas que não precisasse de uma citação direta a Duchamp.

A escolha fez com que Descartes mergulhasse em sua própria biografia para colocá-la em um contato mais direto com o Brasil atual e com seus temas mais urgentes. Nesta etapa, o artista convidou a atriz Janaina Leite para a direção. A pesquisa artística de Janaina passa pelo teatro biográfico, documental e pela autoficção, elementos que tem trabalhado em obras recentes, como Stabat Mater e o díptico Feminino Abjeto.

Devido ao fechamento dos teatros em março de 2020 em decorrência da pandemia do novo coronavírus, "Peça" - que já tinha um período de ensaios presenciais de aproximadamente dois meses - teve que mudar sua percepção da relação palco/plateia e passou a construir as cenas na lógica digital. Isso exigiu de Marat a reescrita de parte do texto, mas potencializou os tópicos que começavam a ser levantados no início do projeto, como a ascensão do fascismo no Brasil, o genocídio da população negra, o aumento do feminicídio e outros problemas sociais graves que cresceram durante o período de isolamento social.

“A peça foi reformulada e a todo tempo tive a preocupação de adequar o conteúdo a essa nova linguagem em vez de pensar numa adaptação do que já existia. A nova proposta está muito validada por ser o registro da necessidade de um artista em dialogar com seu tempo, com o confinamento e com a barbárie que o país está vivendo”, diz Marat Descartes.

O título - "Peça" - traz uma síntese da proposta do ready-made idealizada por Duchamp, afinal o espetáculo se trata de uma peça de teatro; mas também corresponde ao imperativo do verbo pedir. “É um pedido por uma nova possibilidade de estarmos vivos”, diz Marat.

Além dos seus trajetos pela casa, a peça também conta com alguns vídeos que contrapõem a experiência do confinamento a diferentes noções de nascimento e reinvenção. Janaina conta que o processo dos ensaios online propunha uma relação conjunta de montagem e edições. Com o auxílio de Gisele Calazans, bailarina e esposa de Descartes, era possível que o trio pensasse na dinâmica dos deslocamentos, no enquadramento de cada cena e nos cenários que serão expostos ao público. “Fomos entendendo juntos o que o material pedia. Eu propunha dispositivos de criação, fazia provocações a partir dos ambientes de ensaio e montávamos juntos o material a partir do jogo dramatúrgico e audiovisual”, conta Janaina sobre o processo de criação da peça.

O Museu Biográfico como processo
Um dos dispositivos iniciais incitados por Janaina foi para que Marat criasse um “museu pessoal”. A ideia era possibilitar ao ator expor questões íntimas de uma maneira mais aprofundada e que gerasse comunicação direta com o público.

Com apoio de Nuno Ramos e Janaina, o artista entendeu que dispor as partes do seu corpo como itens de um museu facilitaria o delicado processo de falar sobre seus mortos - pai, mãe, irmãos e outros ancestrais - além do revolucionário Jean Paul-Marat, personagem central da Revolução Francesa e o filósofo francês René Descartes, as duas figuras históricas que compõem seu nome, que também estão presentes na Peça e que, segundo Marat, “revelam a própria contradição em que me encontro atualmente: a necessidade de parar tudo e apenas refletir sobre o mundo, e o desejo de agir no sentido de uma revolução que nos traga um novo mundo, já que este em que estamos definitivamente ruiu em suas bases civilizatórias”.

“A ideia de museu era uma imersão, mas a leitura do Nuno Ramos sobre ele fez com que as partes do corpo do Marat ajudassem a contar essa história”, diz Janaina. A artista complementa que quando eles precisaram transferir a Peça para o contexto online, houve ganho em muitas camadas, pois o formato já incita uma série de elementos que dialogam diretamente com um público que está em quarentena, como o uso das redes sociais, a exposição na internet, a privacidade e a sensação de um tempo suspenso, diferente do que se conhecia antes da quarentena.

“Trazer meus mortos para a cena também estabelece comunicação, já que nesse cenário terrível que estamos vivendo, não é nem possível que as pessoas possam ritualizar suas perdas. Além disso, as notícias diárias têm nos levado a refletir sobre a necessidade de estabelecer outros paradigmas, outro olhar para o que queremos do futuro”, diz o ator.

Mesmo que ambientada em um momento de tanta fragilidade, o artista destaca que a Peça também aponta para as possibilidades de nascimento, reafirmações de vida e esperança. “No processo de investigação desse museu, também havia momentos sublimes que são evocados na peça, como meu casamento e o nascimento das minhas filhas”. Muitos desses momentos estão presentes a partir dos vídeos documentais que são executados durante a peça e que contribuem para a construção da narrativa.

Sinopse
O espetáculo "Peça", escrito e encenado por Marat Descartes dentro de sua casa, reflete a partir da linguagem documental sobre o contexto sociopolítico do Brasil e sobre as questões levantadas pela necessidade do isolamento social, como a suspensão do tempo, a crise de sentido e o desejo de um novo futuro.

Ficha Técnica - "Peça"
Concepção, texto e atuação: Marat Descartes. Direção: Janaina Leite. Colaboração: Nuno Ramos. Assistência de direção: Gisele Calazans. Figurino: Fabio Namatame. Cenário e luz: Marisa Bentivegna. Vídeos: Gabi Brites. Trilha sonora original: Natalia Mallo. Produção: Corpo Rastreado - Natasha Bueno. Assessoria de imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques. Assistentes de assessoria de imprensa: Daniele Valério e Diogo Locci. Comunicação digital: Thompson Loiola/ 99 Comunicação. Programação visual: Sato do Brasil. Realização: Fermina Daza Produções artísticas e Corpo Rastreado.

Serviço
De 20 de junho a 9 de agosto de 2020. Sextas, sábados e domingos, às 21h. Ingressos: grátis. Onde: youtube.com/corporastreadoDuração: 50 minutos. Classificação: 16 anos.

.: O sucesso mais que impressionante de "Ninguém Dá Certo Cmg" de Elana Dara


O single já alcançou mais de 160.000 reproduções no Spotify e ainda ficou na 2ª posição dos Trending Topics do Twitter no país. Já o vídeoclipe da música, lançado no mesmo dia, já possui mais de 400.000 visualizações,  chegando em 6° lugar no “Em Alta” do YouTube

Não é à toa que Elana Dara, com apenas 20 anos de idade, é considerada uma das grandes apostas da música brasileira. Parte de uma geração de jovens artistas talentosos que fazem “pop urbano”, Elana lançou no último dia 11, pela Warner Music Brasil, o terceiro single de sua carreira, "Ninguém Dá Certo Cmg", e a resposta do público foi instantânea. 

Com apenas 24 horas desde o lançamento, a faixa é responsável por um dos melhores lançamentos orgânicos já vistos por artistas novos, angariando número inéditos na carreira de Elana. Até o momento, está com mais de 160.000 reproduções no Spotify e ainda ficou na segunda posição entre os trending topics do Twitter no país. Além desse feito, o videoclipe que foi lançado no mesmo dia, conseguiu galgar a sexta posição no “Em Alta” do YouTube, atualmente com mais de 400.000 visualizações. Essa conquista dá continuidade ao sucesso que Elana teve com seu single anterior, “Falei de Você pra Minha Mãe”, lançado no começo de 2020, ter ficado entre as 50 músicas virais do país no Spotify. 

”Está sendo incrível! Eu sabia que ia gerar identificação nas pessoas, mas eu não nunca imaginaria uma repercussão tão positiva, rápida e intensa nem nos meus melhores sonhos.  Eu me dei 100%  quando estava compondo essa música, então estou muito feliz com tudo o que está acontecendo e espero que essa música possa chegar em muito mais pessoas”, comemorou a artista com a repercussão.

"Ninguém Dá Certo Cmg" teve todas suas frentes criativas criadas durante a quarenta. Com composição 100% de Elana Dara, o single também ganhou um caprichado clipe, do diretor Fernando Moraes, que já assinou vídeos para grandes nomes do cenário atual, como Laura Pausini, Ludmilla, Luan Santana, Pabllo Vittar, Luísa Sonza, Preta Gil, Lexa, Johnny Hooker,  Rouge, Dilsinho, entre outros. 

Totalmente gravado durante a quarentena e respeitando o isolamento social, o vídeo foi feito dentro de um apartamento, com equipe extremamente reduzida, respeitando as diretrizes de distanciamento e com a recomendações das autoridades. Fazer o vídeo dialogar com a música e ainda entregar um trabalho impecável aos fãs diante da situação de pandemia foi um desafio e tanto. Por isso a criatividade deu o tom e foi essencial ao criar ambientes diversos dentro de uma única locação. O material já está disponível  no canal oficial de Elana Dara no YouTube.

Elana traz um background de inspirações bastante plural, por isso flerta em suas composições de maneira única e interessante com o Pop, Rap e R&B. Inicialmente se destacou como um dos grandes nomes de artistas covers na internet. Mais tarde, lançou seus primeiros dois trabalhos, “Muda Tudo” e “Falei de Você pra Minha Mãe”, que a colocaram oficialmente nos holofotes como artista completa que compõe, toca e canta. Entre os singles, e já com sucesso reconhecido,  foi convidada a participar da oitava edição do maior projeto de RAP acústico do Brasil, o “Poesia Acústica”, ao lado de Projota, Cynthia Luz e MV Bill. 

Apesar do pouco menos de dois anos de carreira, Elana conta com mais de 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify e soma quase meio milhão de inscritos, e mais de 34 milhões de visualizações em seu canal no YouTube. 

Elana Dara
Curitibana de 20 anos, acompanhada de seu violão, desbrava as barreiras do cenário fonográfico com sua voz aveludada. Autodidata, aprendeu a arte sozinha, começando aos oito anos, quando comprou seu primeiro violão. Sempre muito tímida, no início ela se apresentava apenas para poucos amigos. Quem vê este cenário não consegue imaginar o caminho da cantora até o sucesso no YouTube. Com mais de 463 mil inscritos e mais de 34 milhões de visualizações, Elana começou a ganhar notoriedade com seus covers na internet.

Com o awareness a artista lançou o primeiro single autoral, “Muda Tudo” – o clipe da faixa já ultrapassa 650 mil visualizações. Este foi o primeiro passo dentro do mercado fonográfico, o qual deu início à recente descoberta da artista pelas composições. Elana sempre escreveu muitas poesias, desde mais nova, mas, transformar as palavras em composição é a nova paixão da curitibana. Do cotidiano às histórias dos conhecidos, filmes, séries e até leituras do dia a dia, tudo vira música.

Acompanhada do violão, a cantora conquistou, em particular, com uma fusão única de MPB, pop, rap e R&B, os ouvidos de Márcio Buzelin, tecladista do Jota Quest. O encontro entre eles aconteceu em um estúdio de Belo Horizonte - MG, quando a artista foi convidada pelo produtor Pedro Peixoto, também sócio de outro integrante da banda, o guitarrista Pedro Cassini, para gravar, sem compromisso, algumas músicas na capital mineira. Em 2019, Elana Dara entrou para o casting do Grupo GB (Granola Talentos) e assinou contrato com a Warner Music Brasil, hoje as responsáveis pela gestão de sua carreira artística.

Antes do single seguinte, o público teve a oportunidade de curtir um pouco de Elana ao participar da faixa “Poesia Acústica #8: Amor e Samba”, projeto ao lado de Projota, Pineapple StormTV, Cesar MC, Kayuá, Froid, Cynthia Luz, MV Bill e Bob do Contra. Em menos de um mês de lançamento, o vídeo da música já contabilizava mais de 33 milhões de visualizações. 

Em 2019 foi lançado seu segundo single, o primeiro em parceria com a Warner Music Brasil: “Falei de Você pra Minha Mãe”. A música ficou entre as mais virais do país por várias semanas, chegando na posição #10 do chart “As 50  virais do Brasil” do Spotify e, atualmente, o videoclipe conta com quase 3 milhões de visualizações. 2020, com certeza, será o ano de Elana Dara.


"Ninguém Dá Certo Cmg" - Elana Dara

.: "Roda Viva" entrevista o ministro Luís Roberto Barroso nesta segunda-feira


O ministro do Supremo Tribunal Federal e novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, ocupa o centro do "Roda Viva" nesta segunda-feira, dia 15. Com apresentação de Vera Magalhães, o programa vai ao ar às 22h, ao vivo, na TV Cultura, no site da emissora, Twitter, Facebook, YouTube e LinkedIn.

Formado em direito pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Barroso tem mestrado pela Universidade de Yale e doutorado pela UERJ, onde é professor titular. Também foi professor visitante na Escola de Direito de Harvard. Como advogado, atuou em causas polêmicas perante o STF, como a defesa das pesquisas com células-tronco embrionárias, que podem levar à cura de inúmeras doenças, e da equiparação das uniões homoafetivas às uniões estáveis tradicionais, além da proibição do nepotismo no poder judiciário.

Em 1985, assumiu o cargo de procurador do Estado do Rio de Janeiro, que exerceu até 2013, quando foi indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff para ocupar uma vaga no STF. Ao assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral, no mês passado, fez um discurso que teve enorme repercussão em defesa da educação como meio de melhorar a vida da população. “A falta de educação, disse o ministro, produz vidas menos iluminadas, trabalhadores menos produtivos e um número limitado de pessoas capazes de pensar um país melhor e maior. A educação, mais do que tudo, não pode ser capturada pela mediocridade, pela grosseria e por visões pré-iluministas do mundo”. Segundo o ministro, é preciso armar o povo com educação, cultura e ciência.

O "Roda Viva" conta com uma bancada de entrevistadores formada por Luísa Roig Martins, repórter do jornal Valor Econômico; Bruno Boghossian, colunista do jornal Folha de S. Paulo; Fernando Mello, sócio e diretor do JOTA Labs; Carolina Brígido, repórter do jornal O Globo e da revista Época; Claudio Dantas, diretor do site O Antagonista; e Katiuscia Ribeiro, filósofa, doutoranda em filosofia africana pela UFRJ e coordenadora geral do laboratório Geru Maã da UFRJ. Há ainda a participação remota do cartunista Paulo Caruso.

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