quinta-feira, 25 de junho de 2020

.: Arismar do Espírito Santo apresenta "A Beleza e a Paciência" em live


Consagrado no meio musical e referência da música instrumental no Brasil e no mundo, Arismar do Espírito Santo realiza uma viagem sonora. Foto: Eni Cunha

Dentro da programação de junho do #EmCasaComSesc, nesta segunda-feira, dia 29, às 19h, tem o multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo que, relembrando as noites de Instrumental Sesc Brasil, apresenta o show "A Beleza e a Paciência". O Sesc São Paulo vem promovendo uma série de shows diários com transmissões pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp.

Consagrado no meio musical e referência da música instrumental no Brasil e no mundo, Arismar do Espírito Santo realiza uma viagem sonora por meio de composições que remetem a personagens e locais importantes para a música brasileira do último século. Tocando piano, violão de sete cordas, guitarra, baixo acústico e baixo elétrico, ele revisita as rodas de choro e o jazz autoral que viveu em Santos na década de 1960, passando pela música paulistana dos anos 1970 e 1980, seguindo para o cenário musical carioca da década de 1980 até chegar no mundo pós 1990, incluindo suas experiências em oficinas de criação e turnês internacionais.

Nesta terça-feira, dia 30, a cantora carioca Sandra de Sá traz todo o seu gingado com uma apresentação inédita, selecionando seus maiores sucessos para o público de casa. Direto do Rio de Janeiro, a musicista que acumula 19 discos e comemora 40 anos de carreira apresenta canções que são clássicas em sua voz, como "Olhos Coloridos" (Osvaldo Costa), "Eu quero é botar meu bloco na rua" (Sérgio Sampaio), "Flor de Lis" (Djavan) e "Madalena" (Ivan Lins / Ronaldo Souza).

Quarta-feira, dia 1º de julho, o músico, cantor e compositor Lô Borges percorre os sucessos de sua longa estrada musical no show "Paisagem da Janela". Com seus característicos voz e violão, ele relembra músicas como "Clube da Esquina n. 2", "Paisagem da Janela", "O trem azul", "Tudo que você podia ser", "Para Lennon e McCartney" e "Um Girassol da Cor dos Seus Cabelos", além de canções mais recentes, como "Dois Rios" e "Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor", acompanhados de surpresas trazidas da imersão criativa do artista nos últimos anos. 

Membro do importante movimento artístico Clube da Esquina e parceiro de grandes nomes da música brasileira, como Milton Nascimento, Beto Guedes, Nando Reis e Fernando Brandt, Lô atravessou gerações como uma grande referência do cancioneiro nacional. Na quinta-feira, dia 2, o cantor e compositor sergipano Lula Ribeiro apresenta seu repertório autoral com foco no último disco, "O Amor É Sempre Assim". 

Parcerias com grandes músicos, como Zeca Baleiro, Vander Lee e Alexandre Nero estarão no repertório, além de homenagens a compositores já gravados pelo cantor, como Luiz Melodia, Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Paulinho Moska. Pensado para ser uma celebração musical junto ao público em casa, o show de Lula Ribeiro traz ainda músicas de discos anteriores, como "Mercê de Você", "Te Amo Aracaju", "Congênito", "Você Não Tava Lá" e "Muito Prazer".

A série Música #EmCasacomSesc também tem sido uma oportunidade para promover o Mesa Brasil, programa que conecta empresas doadoras e instituições sociais para o complemento de refeições de pessoas em situação de vulnerabilidade social.  Criado há 25 anos pelo Sesc São Paulo e hoje em operação em diversos estados do país, a iniciativa está com uma campanha para expandir sua rede de parceiros doadores e ampliar a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza em meio à crise causada pelo novo coronavírus. 

Também engajados pela causa, os artistas têm aproveitado as transmissões online para convocar as pessoas, principalmente empresários e gestores, a integrarem a rede de solidariedade. Para saber como ser um doador, basta acessar o site mesabrasil.sescsp.org.br.

.: Sesc Digital antecipa novos singles de Nana Caymmi e Mateus Aleluia

Sesc Digital antecipa singles dos novos discos de Nana Caymmi e Mateus Aleluia, que chegam em julho pelo Selo Sesc

A nova plataforma Sesc Digital traz com exclusividade "Eu Sei que Vou te Amar", do disco de Nana Caymmi em tributo a Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e "Samba-Oração", do álbum africanto do artista baiano Mateus Aleluia

Já estão no ar, "Eu Sei que Vou te Amar", faixa de abertura do disco Nana, Tom, Vinicius que traz orquestra e Dori Caymmi na direção musical, regência e arranjos, e a canção "Samba-Oração", do terceiro álbum solo de inéditas "Olorum", que Mateus Aleluia lança aos 76 anos de idade. 

Nana, Tom, Vinicius com Nana Caymmi
Após 25 anos da morte de Tom Jobim e 40 sem Vinicius de Moraes, Nana Caymmi reúne-se com a família novamente para prestar um tributo especial aos compositores. O disco também marca o retorno da cantora aos estúdios para gravar projetos solo depois de dez anos. Com direção artística, violão e arranjos de Dori Caymmi, o álbum Nana, Tom, Vinicius, lançado pelo Selo Sesc, traz a voz de Nana interpretando canções da dupla Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, uma das mais famosas parcerias musicais de todos os tempos. 

Gravado em abril de 2019 no Estúdio Cia. dos Técnicos, o álbum completo chega primeiro no Sesc Digital, no dia 10 de julho, e nas plataformas de streaming, no dia 15. Ao todo são 12 faixas, com Nana Caymmi (coro/voz), Jorge Helder (baixo), Jurim Moreira (bateria), Bre Rosário (percussão), Itamar Assiere (piano) e Dori Caymmi (violão). Para concretizar e celebrar a obra, o álbum conta com as cordas gravadas pela Orquestra de Saint-Petesburg na Rússia. A versão física do disco ainda não tem previsão para lançamento, em decorrência da pandemia de Covid-19.

"Olorum" com Mateus Aleluia
"Olorum" é uma divindade, é o além do céu. Na mitologia Yorubá e em algumas religiões de matriz africana, é o ser supremo responsável pela existência da humanidade e dos orixás. É o criador de tudo e de todos. A cidade de Cachoeira, a qual fica no Recôncavo Baiano, é a região oriunda do grupo Os Tincoãs. Formado por Dadinho, Heraldo e Erivaldo, entre o fim da década de 1950 e o início de 1960, o trio vocal dedicava-se ao bolero e às sonoridades da época. 

Com a saída de Erivaldo e a chegada de Mateus Aleluia, o conjunto ganhou projeção nacional ao integrar a ancestralidade, os cantos áfricos de identidade cultural da Bahia à música popular brasileira. Em 1983, ao desenvolver um trabalho de pesquisa cultural ao governo de Angola, o compositor baiano deixa o país. Ao retornar em 2002, dedica-se em lançar discos solos: "Cinco Sentidos" (2010) e "Fogueira Doce" (2017).

Agora, com 76 anos de vida e mais de meio século dedicado à música afro-barroca, às pesquisas e filosofias africanas, aos sons de terreiro e às células rítmicas e melódicas do candomblé, Mateus Aleluia retorna em um projeto com produção musical de Ronaldo Evangelista e lançado pelo Selo Sesc. É o álbum "Olorum", que chega no Sesc Digital só no dia 24 de julho e, a partir de 29 de julho, nas demais plataformas digitais de streaming. Com um repertório de 12 faixas inéditas, este registro musical marca também o reencontro de Mateus Aleluia com João Donato. 


.: Sábado tem comemoração aos 55 anos de The Fevers em live


Do analógico ao digital, a banda The Fevers realiza primeira live para ir ao encontro dos fãs e comemorar 55 anos de carreira no próximo sábado, dia 27, às 18h30. A banda, que estava na estrada com shows por todo o país quando o mundo parou com o isolamento social imposto pela pandemia, deseja reencontrar os seus fãs pelo canal do Youtube - www.youtube.com/thefevers.

“Estamos sentindo falta dos nossos fãs e vamos tocar os nossos grandes sucessos, como 'Mar de Rosas', 'Vem me Ajudar', 'Elas por Elas', 'Guerra dos Sexos' e, claro, 'Cândida' e 'Agora eu Sei'”, declara Luiz Claudio. Os reis do baile garantem muitos sucessos nesta apresentação online, para celebrar, cantar, dançar e festejar os 55 anos de estrada e música boa. 

Com os cuidados necessários para garantir a segurança dos seus  integrantes, a apresentação vai reunir o grupo formado por Liebert (baixo), Luiz Claudio (vocal), Rama (guitarra e violão), Otávio Henrique (bateria) e Claudio Mendes (teclados e vocal). “Chegamos aos 55 anos e tínhamos uma linda turnê para realizar por todo o Brasil. Construímos uma história muito forte com nossos fãs, por isso vamos fazer esta live, mas em breve vamos nos encontrar na estrada”, reflete Liebert

The  Fevers ganhou prêmios e reconhecimento,  nacional e internacional, com mais de 50 produtos lançados, entre vinil, cassete, CD, DVD e compilações diversas, tem mais de 13 milhões de cópias vendidas, em um tempo (não tão distante) que contabilizava as vendas de produtos físicos. Nesta lista de sucessos, precisamos destacar as muitas trilhas para novelas da Globo e o sucesso estrondoso em Portugal, com execução das músicas do grupo nas rádios do país até os dias de hoje.


quarta-feira, 24 de junho de 2020

.: #ResenhandoQuizz: sabe tudo de "O Senhor dos Anéis"? Descubra!

Resenhando.com apresenta o #ResenhandoQuiz sobre o clássico da literatura universal, "O Senhor dos Anéis", escrita por J. R. R. Tolkien (John Ronald Reuel Tolkien), adaptada em animação e, nos anos 2000, como longa-metragrem, por Peter Jackson. Descubra e divirta-se em 10 questões!

Leia a crítica do livro "O Senhor dos Anéis" também. Aqui: resenhando.com/o-senhor-dos-aneis

 

.: No Hot 100 Billboard, Jack Harlow é promessa do rap e hip hop


Dono de versos ritmados que mesclam o estilo old school do Hip Hop com letras vibrantes e viciantes, além de toques de piano que dão leveza aos versos, Jack Harlow começou a carreira lançando dois mixtapes independentes. Foto: Urban Wyatt

Um dos nomes mais promissores do rap americano, que vem conquistando o mundo com versos e estilo únicos, o cantor Jack Harlow alcançou um novo pico na Billboard Hot 100 desta semana. Com o single “What’s Poppin”, Harlow subiu 18 posições e agora ocupa o 18º lugar no chart, sendo considerado, pela publicação, um dos 15 artistas de Rap e Hip Hop para ficar de olho em 2020.

“What’s Poppin”, que já ultrapassou a marca de 40 milhões de visualizações no clipe oficial no YouTube, também viralizou no aplicativo Tik Tok: o desafio “What’s Poppin Challenge” conta com mais de 8,8 milhões de visualizações. A faixa também segue uma escalada no TOP 200 do Spotify, no qual ocupa a 9ª posição, nos Estados Unidos, e a 34ª no chart Global da plataforma.

Dono de versos ritmados que mesclam o estilo old school do Hip Hop com letras vibrantes e viciantes, além de toques de piano que dão leveza aos versos, Jack Harlow começou a carreira lançando dois mixtapes independentes, “18”, em 2016, e “Gazebo”, em 2017. Mas foi com “Loose”, lançado em 2018, que Harlow conquistou a crítica e recebeu a primeira indicação ao BET Hip Hop Awards 2019 da carreira, na categoria de "Melhor Mixtape".

Em 2019, o cantor lançou “Confetti” e recebeu elogios de publicações como Rolling Stone, Complex, Billboard, FADER e XXL. O cantor de apenas 21 anos tem sido considerado uma das promessas do Hip Hop da nova geração. Apontado pela revista Forbes como “promessa para a nobreza do Hip Hop”, elogiado por publicações como a Time, a revista Paper e a Rolling Stone, Jack Harlow segue a escalada global se consolidando como aposta para a música.


“What’s Poppin” - Jack Harlow 

.: #ResenhaRápida: Alexia Bomtempo, a cantora que encantou o mundo


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.

Cantora e compositora brasileira radicada em Nova Iorque, Alexia Bomtempo está conquistando o mundo e despertando o interesse da imprensa internacional. Várias matérias a apontam como um talento que não pode passar despercebido. No álbum "Suspiro", o quarto da carreira, ela retorna às raízes da MPB e continua sua exploração pela música americana. O álbum, que pode ser escutado neste linkfoi lançado recentemente pelo prestigiado selo americano Ropeadope, em uma parceria LAB 344, selo boutique que lança nomes como Macy Gray, Ed Motta e Janet Jackson. 

Gravado no Brooklyn, com produção de Stéphane San Juan e Jake Owen, e mixado pelo lendário engenheiro Scotty Hard –, o álbum convida o ouvinte a embarcar em um rico repertório, que traz inéditas da cantora e de autores brasileiros contemporâneos (Domenico Lancellotti, Alberto Continentino, Fernando Temporão e Bruno di Lullo), e regravações distintas de clássicos da música brasileira e americana.

Filha de pai brasileiro e mãe americana, Alexia Bomtempo nasceu nos EUA e veio para o Brasil aos sete anos de idade. Estudou canto lírico na Plymouth State University, em New Hampshire. Em 2005,  no  Rio de Janeiro, conheceu o produtor Dadi Carvalho, que assinou seu álbum de estreia, “Astrolábio” (2010). No elogiado “I Just Happen to Be Here” (2012), Alexia recriou canções que Caetano Veloso escreveu em inglês, entre 1969 e 1972. Em 2017, lançou o álbum “Chasing Storms and Stars”. Nesta entrevista exclusiva, ela responde a temas inusitados e comprova, mais uma vez, que não pode passar despercebida. 

#ResenhaRápida com Alexia Bomtempo

Nome completo: Alexia Bomtempo.
Apelido: Ale-Chan.
Data de nascimento: 28 de abril.
Qualidade: empatia.
Defeito: teimosia.
Signo: touro.
Ascendente: capricórnio.
Uma mania: guardar coisas.
Religião: ateísmo.
Time: Brasil durante a copa.
Amor: tudo.
Sexo: essencial.
Mulher bonita: minha avó.
Homem bonito: meu marido.
Família é: da maior importância.
Ídolo: Alexandria Ocasio-Cortez.
Inspiração: Bill Cunningham. 
Arte é: necessária.
Brasil: esperança.
Fé: não costuma "faiá".
Deus é: força interior.
Política é: tóxica.
Hobby: cozinhar.
Lugar: Japão.
O que não pode faltar na geladeira: iogurte.
Prato predileto: moqueca.
Sobremesa: pudim de leite.
Fruta: manga.
Cor favorita: vermelho.
Medo de: morrer.
Uma peça de teatro: "Capitães da Areia".
Um show: "American Utopia", de David Byrne.
Um ator: Ethan Hawke.
Uma atriz: Juliette Binoche.
Um cantor: João Gilberto.
Uma cantora: Gal Costa.
Um escritor: Karl Ove Knausgaard.
Uma escritora: Cecilia Meireles.
Um filme: "Central do Brasil".
Um livro: "My Struggle", de Karl Ove Knausgaard.
Uma música: "Candeias", de Edu Lobo.
Um disco: "Domingo", de Caetano e Gal.
Um personagem: Monica de "Friends". 
Uma novela: "O Rei do Gado", de Benedito Ruy Barbosa.
Uma série: "Família Soprano".
Um programa de TV: Saturday Night Live.  
Um site: Reasons to be Cheerful
Um blog: LifeHacker.
Um podcast: Modern Love Podcast

Um Twitter: Fabrício Carpinejar.
Um canal no YouTube: Papo de Música
Uma saudade: infância.
Algo que me irrita: quem fala alto.
Algo que me deixa feliz é: samba.
Não abro mão de: vinho.
Do que abro mão: zoeira.
Digo sim: à democracia.
Digo não: à ignorância.
Sonho: um mundo menos desigual.
Futuro: cheio de surpresas.
Morte é: mistério.
Vida é: agora.
Uma palavra: saudade.
Ser cantora é: tudo que sei.
Ser mulher hoje é: ter resiliência. 

Trailer do álbum "Suspiro" 

Clipe - "I'm in Love Again"

.: Rodrigo Teaser fará primeira live com “Tributo ao Rei do Pop”


Um dos maiores intérpretes de Michael Jackson no mundo, Rodrigo Teaser, prepara este mês, a primeira live do "Tributo ao Rei do Pop" apresentada pelo artista no mundo todo. A transmissão marcada para as 20h, desta quinta-feira, dia 25, data em que completa 11 anos sem o astro, Michael Jackson, contará não apenas com um show de tirar o fôlego. 

Haverá também depoimentos de artistas brasileiros como o ator Mateus Solano, a cantora Simone que faz dupla com a Simaria, o artista plástico Romero Britto, os apresentadores Geraldo Luís, Celso Portiolli, Rodrigo Faro e Marcos Mion, mas também com as declarações e homenagens de familiares e de integrantes da banda original, de Michael. 

Como o coreógrafo do próprio MJ Lavelle Smith, e quem assina a direção do “Tributo ao Rei do Pop”, da guitarrista Jennifer Batten, da formação da banda original do astro e do sobrinho de Michael, TJ Jackson. Respeitando todas as orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), Rodrigo Teaser prepara uma experiência única para os telespectadores que estarão em casa. Rodrigo fará performances em uma antiga fábrica industrial, intercalando o show ao vivo, com performances no estilo vídeoclipe ao vivo, garantindo assim, trazer um pouco da genialidade e inovação do próprio rei do pop.

Além de levar entretenimento gratuito, a live também tem um cunho social, onde nela, serão feitas arrecadações destinadas para as Casas André Luiz, uma instituição de atendimento especializado e gratuito para pessoas com deficiências e necessidades especiais.

Rodrigo Teaser tinha planos definidos para 2020: lançar seu novo autoral e fazer pela primeira vez sua turnê no EUA, terras do Tio Sam. Contudo, com a pandemia da COVID-19, assim como o restante do mundo, ele precisou rever as ações e se reinventar. O artista não deixou se abalar e, mesmo em casa, deu continuidade na produção de conteúdos para entreter seus fãs. A live será transmitida no canal oficial de Rodrigo Teaser: https://www.youtube.com/user/RodrigoTeaser.   


.: Sirius lança "Ponto de Paz", novo single da trilogia de músicas


“Ponto de Paz” será lançado nesta sexta-feira, dia 26.

A banda Sirius lança “Ponto de Paz” nesta sexta-feira, dia 26 de junho. A música estará disponível nas principais plataformas digitais, assim como para todas as rádios do estado.

Com o objetivo de se consolidar no mercado autoral do pop rock, para 2020 o grupo planejou o lançamento de uma trilogia que teve início com a música “Fica”, que obteve grande sucesso tanto de público quanto de crítica; “Fica” permaneceu entre as mais pedidas por semanas na principal rede de rádios do segmento do Rio Grande do Sul. “Ponto de Paz” é o segundo single dessa trilogia, e enaltece o que todos nós precisamos nesse momento de pandemia: um ponto de paz.

Composta pelos músicos Leonardo Reis (guitarra), Augusto Bordin (teclado), Saulo Ferreira (vocal), Leonardo Gallio (bateria) e Francesco Fantinel (baixo), a Sirius teve o início de sua trajetória em 2018, quando o grupo começou a conquistar público realizando shows em escolas da região da Serra do Rio Grande do Sul. Lançaram no mesmo ano o primeiro single de trabalho, “Tudo a Ver”. 

Já em 2019, lançaram a segunda música autoral intitulada “Até o Fim”. Com o passar do tempo o projeto musical foi tomando consistência e com todo o reconhecimento, a banda passou a se apresentar nas principais casa de shows do estado. “Ponto de Paz”  tem a produção musical assinada pelo renomado Raul Albornoz. A versão em clipe da música será lançada no dia 5 de julho. Pré-save: https://ps.onerpm.com/4599288475.

.: "Vou Rifar Meu Coração" está na plataforma de streaming do Sesc


"Vou Rifar Meu Coração", de Ana Rieper, que aborda o imaginário romântico, erótico e afetivo brasileiro a partir dos principais nomes da música popular romântica de artistas. Foto: Dante Belutti

A programação de filmes em streaming do Sesc São Paulo, na recém-lançada plataforma Sesc Digital, que passou a reservar um espaço exclusivo para as sessões, oferece mais quatro novos títulos a partir desta quinta-feira, 25 de junho. Basta acessar o Cinema Em Casa para conferir longas e documentários, sempre a partir de quinta-feira, com acesso gratuito a qualquer hora do dia e sem necessidade de cadastro.

Nesta semana, o #EmCasaComSesc exibe um drama de 1974, o sublime "Violência e Paixão", do italiano Luchino Visconti. O filme conta a história de um professor americano (Burt Lancaster), que vive sozinho em uma luxuosa casa até ser incomodado por uma marquesa vulgar (Silvana Mangano), que insiste em alugar o andar de cima e joga por terra a paz que o professor tanto apreciava. Outra opção é o poético e sensível "Paterson", do norte-americano Jim Jarmusch, penúltimo filme do cineasta indicado à Palma de Ouro do Festival de Cannes, que narra a história de um pacato motorista da pequena cidade de Paterson, interpretado por Adam Driver que, além de dirigir o ônibus local, também é poeta.

A produção de cinema nacional também tem reservada duas salas (virtuais) que completam a programação desta semana. A partir de quinta, 25, o público pode conferir o documentário "Vou Rifar Meu Coração", de Ana Rieper, que aborda o imaginário romântico, erótico e afetivo brasileiro a partir dos principais nomes da música popular romântica de artistas como Odair José, Agnaldo Timóteo, Waldick Soriano, Amado Batista e Wando, entre outros. Já a ficção infantil "Corda Bamba - História de Uma Menina Equilibrista", de Eduardo Goldenstein, conta a história de Maria, uma menina de dez anos que foi criada no circo.

A programação do Cinema #EmCasaComSesc contempla quatro eixos principais neste primeiro momento. Uma curadoria de clássicos do cinema, em sua maioria cópias restauradas e exclusivas na plataforma; uma seleção contemporânea internacional, com filmes que tiveram uma trajetória relevante em festivais no mundo todo e que merecem uma nova oportunidade de exibição ao público; uma janela dedicada ao cinema nacional, com produções de grande alcance de público e filmes independentes que merecem maior espaço de exibição - haverá também destaque aos documentários, ponto forte na produção cinematográfica brasileira; e por fim, uma seleção de filmes infantojuvenis, visando a formação de público, desde os primeiros anos de vida, para a diversidade do cinema e ampliação do lastro de narrativas.

A iniciativa de oferecer filmes em streaming em sua nova plataforma digital reforça os aspectos que ancoram a ação institucional do Sesc São Paulo, garantindo o acesso a conteúdos da cultura a variados públicos. Com maior presença no ambiente online, o Sesc amplia sua ação de difusão cultural, de maneira acessível e permanente. O público ganha assim mais um espaço para contemplar, descobrir e redescobrir o cinema, a partir de grandes obras selecionadas, disponibilizadas online e gratuitamente.

Os filmes ficam disponíveis por um período determinado, com alterações e novas estreias semanais a cada quinta-feira (considerando a semana de cinema de quinta à quarta-feira). Haverá ainda possibilidade de prorrogação da exibição, conforme a demanda do público, além de sessões especiais por períodos menores (como 24h, por exemplo). A curadoria do Cinema #EmCasaComSesc conta com a experiência do CineSesc, que segue fechado desde o mês de março, por conta da crise causada pelo novo coronavírus.

Programação:
Cinema #EmCasaComSesc a partir de 25 de junho


"Villência e Paixão" (Direção: Luchino Visconti, Itália, França, 1974, Ficção, 121 minutos, Ficção, 16 anos) Roma, Itália. Um professor americano (Burt Lancaster) vive sozinho em uma luxuosa casa até ser incomodado por uma marquesa vulgar (Silvana Mangano), que insiste em alugar o andar de cima. Após muito insistir, ela consegue convencê-lo. Só que logo surgem no local o amante dela, sua filha e o namorado da filha, que jogam por terra a paz que o professor tanto apreciava.

"Paterson"
(Direção: Jim Jarmusch, EUA, França, Alemanha, 2017, 118 minutos, Ficção, 12 anos) Na cidade de Paterson, em Nova Jersey - EUA, Paterson (Adam Driver), um pacato motorista de ônibus local, vira um personagem conhecido por se destacar em uma arte diferente da condução de veículos: o rapaz é também um poeta.

"Vou Rifar Meu Coração" (Direção: Ana Rieper, Brasil, 2012, 76 minutos, Documentário, 12 anos) O imaginário romântico, erótico e afetivo brasileiro a partir da obra dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega. Letras de músicas de artistas como Odair José, Agnaldo Timóteo, Waldick Soriano, Evaldo Braga, Nelson Ned, Amado Batista e Wando, entre outros, formam verdadeiras crônicas dos dramas da vida a dois e os músicos e fãs comentam as especificidades da intimidade compartilhada.

"Corda Bamba - História de Uma Menina Equilibrista" (Direção: Eduardo Goldenstein, Brasil, 2013, 80 minutos, Ficção, 10 anos) Maria (Bia Goldenstein) é uma menina de 10 anos que, por ser filha de pais equilibristas, foi criada no circo. Após um tempo vivendo com os padrinhos, Foguinho (Augusto Madeira) e Barbuda (Cláudio Mendes), ela se muda para a cidade grande para morar com sua avó (Stela Freitas). Apesar de enfrentar dificuldades em se adaptar à nova vida, ela aos poucos passa a se lembrar de um grande trauma do passado envolvendo seus pais.

Serviço:
Cinema #EmCasaComSesc
Toda semana, sempre a partir de quinta-feira, tem quatro novos filmes para streamingsescsp.org.br/cinemaemcasa

Mais filmes em cartaz
Quem navega pela plataforma Sesc Digital encontra também outras opções de filmes que permanecem disponíveis para acesso gratuito e irrestrito do público. Em Cinema Em Casa, há o terror surrealista "A Hora do Lobo", do sueco Ingmar Bergman, o poético "Coração de Cachorro", dirigido pela musicista e multiartista Laurie Anderson, a cópia restaurada de "Mamma Roma", de Pier Paolo Pasolini, "O Homem da Cabine", de Cristiano Burlan, e os brasileiros "Aquarius", de Kleber Mendonça Filho, o delicado documentário "Jonas e o Circo sem Lona", dirigido por Paula Gomes e a animação "Historietas Assombradas" - O Filme, de Victor-Hugo Borges.


.: Forró pé de serra do Trio Virgulino é atração de live #EmCasaComSesc


Grupo responsável pelo resgate do ritmo tipicamente brasileiro e precursores do forró universitário, interpreta músicas que fizeram história. Foto: Luciano Mello

Dentro da programação de junho do #EmCasaComSesc, nesta quarta-feira, dia 24, às 19h, tem o forró pé de serra do Trio Virgulino, que em 2020 comemora 40 anos de carreira. Há mais de um mês, o Sesc São Paulo promove série de shows diários com transmissões pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp.

Formado atualmente por Adelmo Nascimento (triângulo), Roberto Pinheiro (zabumba) e Robson Pinheiro (sanfona), o grupo responsável pelo resgate do ritmo tipicamente brasileiro e precursores do forró universitário, interpreta músicas que fizeram história, em especial "Vida de Forró" e "Forró e Paixão", que dão nome aos discos lançados em 2011 e 1998, respectivamente. 

O Trio surge em 1980, quando Adelmo resolve deixar a enxada de lado em Parnamirim, no Pernambuco, e seguir rumo a São Paulo, onde iniciou essa trajetória musical de sucessos. Nestas quatro décadas já dividiram o palco com ilustres da música brasileira, como Caetano Veloso, Elba Ramalho, Moraes Moreira, Dominguinhos e Osvaldinho do Acordeom, e levaram o melhor do forró a países como Estados Unidos, França, Inglaterra, Espanha e Suíça.

Nesta quinta, dia 25, é dia de cair no samba com o pernambucano radicado em São Paulo Yvison Pessoa. Apadrinhado por Beth Carvalho, integrante do grupo paulistano Quinteto em Branco e Preto durante sete anos e compositor da Comunidade Samba da Vela (localizada em Santo Amaro, zona sul de São Paulo), hoje, o cantor e compositor que se dedica a carreira solo é conhecido como um dos representantes do Samba de São Mateus, bairro da zona leste da capital paulista. No show "Samba em Família", Yvison traz clássicos de Paulinho da Viola, Arlindo Cruz e Sombrinha, sem se esquecer do célebre Adoniran Barbosa. Canções autorais escritas em parceria com grandes compositores paulistanos completam o repertório. Yvison estará acompanhado de seu filho, o violonista Paulo Arceno.

E abrindo o fim de semana, na sexta-feira, 26, tem Letrux, nome artístico da cantora, compositora e poeta Letícia Novaes, apresentando o seu segundo trabalho, "Aos Prantos", lançado em março deste ano. A transmissão pela série Música #EmCasaComSesc é um convite a um mergulho nas profundezas sentimentais, mas com muito bailado em meio aos maremotos da existência. Neste show que fará de casa, ela trará uma seleção das 13 músicas que estão neste novo álbum.

A série Música #EmCasacomSesc também tem sido uma oportunidade para promover o Mesa Brasil, programa que conecta empresas doadoras e instituições sociais para o complemento de refeições de pessoas em situação de vulnerabilidade social.  Criado há 25 anos pelo Sesc São Paulo e hoje em operação em diversos estados do país, a iniciativa está com uma campanha para expandir sua rede de parceiros doadores e ampliar a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza em meio à crise causada pelo novo coronavírus. 

Também engajados pela causa, os artistas têm aproveitado as transmissões online para convocar as pessoas, principalmente empresários e gestores, a integrarem a rede de solidariedade. Para saber como ser um doador, basta acessar o site mesabrasil.sescsp.org.br.

terça-feira, 23 de junho de 2020

.: Denise Fraga é uma das atrações do Teatro #EmCasaComSesc


Imperdível: Denise Fraga em texto do alemão Bertolt Brecht, interpretando Galileu Galilei, em live teatral gratuita. Foto: João Caldas

Dentro de apresentações teatrais das lives #EmCasaComSesc, nesta quarta-feira, dia 24, às 21h30, a atriz Denise Fraga apresenta o monólogo "Galileu e Eu - A Arte da Dúvida". A peça narra parte da biografia do cientista italiano Galileu Galilei, que conseguiu provar que a Terra girava em torno do Sol, mas foi obrigado a negar publicamente a sua descoberta para não ser queimado na fogueira da Santa Inquisição. Sua atitude, considerada covarde por muitos, permitiu, porém, que o cientista terminasse seu famoso livro "I Discorsi", uma obra que revolucionou a ciência. 

O texto é de um dos principais dramaturgos do século 20, o alemão Bertolt Brecht. Denise Fraga viveu Galileu Galilei na premiada montagem homônima, sob direção de Cibele Forjaz, nos anos de 2015 e 2016. Agora, ela retorna à obra de Bertolt Brecht e cria novas pontes com o tempo presente. O espetáculo é uma criação e realização de Denise Fraga, José Maria e Luiz Villaça e é indicado para maiores de 14 anos. A peça pode ser assistida no YouTube do Sesc São Paulo youtube.com/sescsp -  e no Instagram do Sesc Ao Vivo - @sescaovivo.  

Na sexta-feira, dia 26, Yara de Novaes encena "Justa", uma crônica política dos nossos tempos. Do esgotamento ético ao senso de urgência de um reencantamento com a beleza da justiça. Contaminados pelo momento crítico em que atravessamos e soterrados pelas camadas de corrupção que inviabilizam este país, surge um sonho com novos paradigmas para o ideal de justiça. A peça é uma fábula com tons de noir investigativo, apimentado por uma paixão destruidora, dando espaço aos clamores do feminino e do reencontro de um filho com sua mãe, ou melhor, de um povo com sua pátria. A dramaturgia é de Newton Moreno e a classificação indicativa 18 anos.

E no domingo, 28, tem o ator Leonardo Netto apresentando "3 Maneiras de Tocar no Assunto - O Homem com a Pedra na Mão". O ponto de partida é o depoimento ficcional de um homem que esteve presente no dia da Revolta de Stonewall, ocorrida em 28 junho de 1969 em Nova York (há 51 anos), um marco fundamental da luta pelos direitos da comunidade LGBTQIA+. Com uma descrição minuciosa da noite em que os frequentadores - gays, lésbicas, travestis, drag queens - do bar Stonewall Inn, em Nova York reagiram, pela primeira vez, a mais uma batida policial no local. A autoria é do próprio Leonardo Netto e direção de Fabiano de Freitas; a classificação indicativa é 14 anos.

Para conferir a programação de teatro, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivo, às segundas, quartas, sextas e domingos, sempre às 21h30.

Denise Fraga e o sucesso de seu Galileu Galilei

.: Ed Motta, Letrux e Trio Virgulino em lives do #EmCasaComSesc


Ed Motta relembra baladas nacionais e internacionais de grandes artistas e as músicas que fizeram sucesso em live nesta terça-feira. Foto: Stefano Martin

Dentro da programação de junho do #EmCasaComSesc, nesta terça-feira, dia 23, às 19h, tem o funk-soul com influências que vão do jazz à canção brasileira, combinados a uma variedade de sons vocais inconfundíveis de Ed Motta. Há mais de um mês, o Sesc São Paulo promove série de shows diários com transmissões pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp.

No repertório do show, Ed Motta relembra baladas nacionais e internacionais de grandes artistas e as músicas que fizeram sucesso escritas em parceria com Rita Lee e Ronaldo Bastos, como "Colombina," "Fora da Lei", "Baixo Rio" e "Vendaval". Todas em versões acústicas. Cantor, compositor, multi-instrumentista, arranjador e produtor, Ed Motta desenvolveu um estilo próprio de fazer música que passa também pelo rock, da música clássica aos standards americanos, e da bossa nova ao reggae. 

Com o seu "Edmottês", uma maneira brincalhona de denominar uma música cantada que não tem letra, já se apresentou em diversos países da Europa, América do Sul além de Japão e Estados Unidos e agora se apresenta pela série Música #EmCasaComSesc .

Na quarta-feira, dia 24, tem o forró pé de serra do Trio Virgulino, que em 2020 comemora 40 anos de carreira. Formado atualmente por Adelmo Nascimento (triângulo), Roberto Pinheiro (zabumba) e Robson Pinheiro (sanfona), o grupo responsável pelo resgate do ritmo tipicamente brasileiro e precursores do forró universitário, interpreta músicas que fizeram história, em especial Vida de Forró e Forró e Paixão, que dão nome aos discos lançados em 2011 e 1998, respectivamente. 

O Trio surge em 1980, quando Adelmo resolve deixar a enxada de lado em Parnamirim, no Pernambuco, e seguir rumo a São Paulo, onde iniciou essa trajetória musical de sucessos. Nestas quatro décadas já dividiram o palco com ilustres da música brasileira, como Caetano Veloso, Elba Ramalho, Moraes Moreira, Dominguinhos e Osvaldinho do Acordeom, e levaram o melhor do forró a países como Estados Unidos, França, Inglaterra, Espanha e Suíça.

Na quinta, dia 25, é dia de cair no samba com o pernambucano radicado em São Paulo Yvison Pessoa. Apadrinhado por Beth Carvalho, integrante do grupo paulistano Quinteto em Branco e Preto durante sete anos e compositor da Comunidade Samba da Vela (localizada em Santo Amaro, zona sul de São Paulo), hoje, o cantor e compositor que se dedica a carreira solo é conhecido como um dos representantes do Samba de São Mateus, bairro da zona leste da capital paulista. No show "Samba em Família", Yvison traz clássicos de Paulinho da Viola, Arlindo Cruz e Sombrinha, sem se esquecer do célebre Adoniran Barbosa. Canções autorais escritas em parceria com grandes compositores paulistanos completam o repertório. Yvison estará acompanhado de seu filho, o violonista Paulo Arceno.

E abrindo o fim de semana, na sexta-feira, 26, tem Letrux, nome artístico da cantora, compositora e poeta Letícia Novaes, apresentando o seu segundo trabalho, Aos Prantos, lançado em março deste ano. A transmissão pela série Música #EmCasaComSesc é um convite a um mergulho nas profundezas sentimentais, mas com muito bailado em meio aos maremotos da existência. Neste show que fará de casa, ela trará uma seleção das 13 músicas que estão neste novo álbum.

A série Música #EmCasacomSesc também tem sido uma oportunidade para promover o Mesa Brasil, programa que conecta empresas doadoras e instituições sociais para o complemento de refeições de pessoas em situação de vulnerabilidade social.  Criado há 25 anos pelo Sesc São Paulo e hoje em operação em diversos estados do país, a iniciativa está com uma campanha para expandir sua rede de parceiros doadores e ampliar a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza em meio à crise causada pelo novo coronavírus. 

Também engajados pela causa, os artistas têm aproveitado as transmissões online para convocar as pessoas, principalmente empresários e gestores, a integrarem a rede de solidariedade. Para saber como ser um doador, basta acessar o site mesabrasil.sescsp.org.br.

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