domingo, 19 de julho de 2020

.: O aguardado "Liga da Justiça" é a atração do "Tela Quente" desta segunda


Inédito na TV aberta, longa com personagens da DC Comics tem Ben Affleck, Henry Cavill e Gal Gadot no elenco

Os fãs das histórias de super-heróis podem comemorar. Nesta segunda, dia 20, o "Tela Quente" exibe 'Liga da Justiça', um grande sucesso do universo DC Comics, inédito na TV aberta. Na história dirigida por Jack Snyder, impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. 

Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes - Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque. Lançado em 2017, o longa-metragem é repleto de efeitos especiais e trilha sonora marcantes. O elenco também conta com os veteranos Jeremy Irons e Diane Lane. O "Tela Quente" vai ao ar às segundas-feiras, logo após "Fina Estampa".


sábado, 18 de julho de 2020

.: #ResenhaRápida: as mil faces de Bruno Fagundes em entrevista exclusiva


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.

A alma de Bruno Fagundes transcende o ofício de ator. Ele é mais. É um contador de histórias de uma sensibilidade rara que está em todos os lugares, como um deus do teatro quase que onipresente. Uma hora está em uma peça que desperta a memória afetiva das pessoas, como "Zorro - Nasce Uma Lenda" - crítica neste link e também neste - para, em outro momento, comover e comunicar o drama de pessoas com deficiência, em "Tribos". 

Até em uma novela completamente inovadora e teatral, como "Meu Pedacinho de Chão", ele foi o mocinho, e na série "3%", da Netflix. Em comum, entre intérprete e personagens, o brilho no olhar de quem faz tudo com verdade. Poderia ter escolhido caminhos mais fáceis, por ser filho de quem é, mas sempre opta pelos caminhos mais condizentes com as histórias que escolhe contar. E nesta entrevista exclusiva, e reveladora, ele mostra quem é e para onde vai. Apaixone-se você também.

Bruno Fagundes em "Meu Pedacinho de Chão". Foto: Rede Globo
Bruno Fagundes em "Meu Pedacinho de Chão". Foto: Rede Globo


#ResenhaRápida com Bruno Fagundes

Nome completo: Bruno Santos Carvalho da Silva Fagundes. 
Apelido: Bru.
Data de nascimento: 24 de maio de 1989.
Altura: 1.81m.
Qualidade: divertido.
Defeito: teimoso.
Signo: gêmeos, ascendente em aquário, e lua em capricórnio.
Uma mania: cantar o tempo todo.
Religião: umbanda.
Time: zero, nenhum.
Amor: preciso.
Sexo: saudade.
Mulher bonita: Dua Lipa, muito crush.
Homem bonito: Rodrigo Santoro.
Família é: maravilhosa, porém, maluca.
Ídolo: Benedict Cumberbatch.
Inspiração: Benedict Cumberbatch.
Arte é: força motriz.
Brasil: afundando.
Fé: importante sempre.
Deus é: tudo, eu, você e todos nós.
Política é: necessário.
Hobby: tocar piano.
Lugar: minha casinha.
O que não pode faltar na geladeira: cream cheese.
Prato predileto: comida japonesa, qualquer sorte de prato.
Sobremesa: todas.
Fruta: melancia.
Bebida favorita: vinho.
Cor favorita: azul.
Medo de: nada.
Uma peça de teatro: "Tribos", de Nina Raine.
Um show: Daft Punk Alive 2007.
Um ator: Oscar Isaac.
Uma atriz: Fernanda Torres.
Um cantor: John Legend.
Uma cantora: Iza.
Um escritor: Dostoievski.
Uma escritora: Hilda Hilst.
Um filme: "A Chegada", com Amy Adams. Trailer neste link.
Um livro: tantos...
Uma música: "Chega", do Jaloo com a Duda Beat. Ouça neste link.
Um disco: "Fame Monster". Ouça neste link. Compre neste link.
Um personagem: André, meu personagem no "3%".
Uma novela: "Avenida Brasil", de João Emanuel Carneiro.
Uma série: "3%", obviamente.
Um programa de TV: Ellen Degeneres.
Uma saudade: da vida sem pandemia.
Algo que me irrita: burrice.
Algo que me deixa feliz é: brigadeiro.
Uma lembrança querida: meus últimos aniversários.
Um arrependimento: não ter pirado tanto nesse último carnaval.
Quem levaria para uma ilha deserta? Benedict Cumberbatch pra me ensinar a ser um pouco maravilhoso.
Se pudesse ressuscitar qualquer pessoa do mundo seria...: Amy Winehouse pra ela fazer mais álbuns. 
Uma pergunta a qualquer pessoa do mundo: "Ryan Murphy por que você não me contrata?".
Não abro mão de: risadas.
Do que abro mão: gente chata.
Um talento oculto: bolos e, a bem da verdade, qualquer tipo de doce. 
Um sonho: carreira internacional.
Palavra favorita: garfo.
Teatro em uma palavra: insubstituível. 
Televisão em uma palavra: essencial.
Novela em uma palavra: contratem-me.
Você tem fome de quê? Conhecimento. 
Você tem nojo de quê? Desonestidade.
Se tivesse que ser um bicho, eu seria: cachorro.
O que seria se não fosse ator: artista.
Ser ator é: mergulhar num abismo profundo em segurança.
Ser homem, hoje, é: tentar ser tão forte quando uma garota.
Bruno Fagundes por Bruno Fagundes: geminiano leal e divertido, aventureiro em busca de evolução emocional.

Encerramento do espetáculo "Zorro, Nasce Uma Lenda"



.: Glória Pires relembra Maria de Fátima de "Vale Tudo", que volta no Globoplay

Glória Pires e Gilberto Braga relembram o sucesso de ‘Vale Tudo’, que chega neste domingo, dia 19, ao Globoplay. Foto: Divulgação / TV Globo

Retratando as mazelas humanas e sociais do Brasil como poucas novelas o fizeram até aquele ano de 1988, quando foi exibida originalmente, "Vale Tudo" foi revolucionária ao mostrar deliberadamente a corrupção arraigada na memória coletiva brasileira, a falta de ética e os mais altos níveis de indignidade que uma pessoa é capaz de atingir pela ganância. 

Notoriamente uma das novelas mais importantes da história da televisão, dona do mistério que fez o Brasil parar se perguntando  “quem matou Odete Roitman?”, personagem inesquecível de Beatriz Segall,  a obra escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères e dirigida por Dennis Carvalho, Ricardo Waddington e Paulo Ubiratan, chega ao Globoplay na noite deste domingo, dia 19, para assinantes.

Em "Vale Tudo", as nuances entre honestidade e desonestidade são exploradas em diferentes medidas e com diferentes abordagens através de vários personagens, como a própria Odete Roitman, uma rica e manipuladora empresária disposta a tudo por seus interesses, ou de Marco Aurélio (Reginaldo Faria), vice-presidente de sua empresa que, sem o menor escrúpulo, é capaz de qualquer coisa para se dar bem. Mas a relação em que essa ambivalência se destaca mais é entre Raquel Accioli (Regina Duarte) e a filha Maria de Fátima (Glória Pires). “Achei que esse antagonismo ia conquistar o espectador”, diz  o autor Gilberto Braga ao relembrar a época em que escreveu a novela.

Ao contrário da mãe, que sempre batalhou para sobreviver honestamente, Maria de Fátima, movida por seu desejo quase doentio de subir na vida e com aversão à sua origem e à pobreza, é capaz de passar por cima de tudo e todos para atingir seus objetivos. A começar por vender a única propriedade da família, no Paraná, e fugir com o dinheiro para o Rio de Janeiro para tentar a carreira de modelo. Desesperada e preocupada, Raquel vai atrás de Maria de Fátima e  passa a vender sanduíches na praia. enquanto a filha se alia a César (Carlos Alberto Riccelli), um aproveitador do mais baixo calão que a estimula a seduzir o milionário Afonso Roitman (Cássio Gabus Mendes) e se casar por interesse.

Responsável por unir em uma mesma novela duas das maiores vilãs da teledramaturgia, Gilberto Braga fala sobre a característica que marca a maior diferença entre Odete Roitman e Maria de Fátima, tornando-as personagens inesquecíveis.  “A diferença maior entre as duas é que Odete Roitman tinha o poder e Maria de Fátima queria chegar lá. O desempenho das duas atrizes ajudou muito a que alcançássemos o sucesso”, diz. Glória Pires tinha apenas 25 anos quando deu vida a essa personagem, uma das mais importantes de sua carreira. A atriz relembra os momentos mais importantes deste trabalho.


Você tinha apenas 25 anos quando interpretou Maria de Fátima. Qual foi o seu maior desafio na construção dessa personagem tão intensa?
Antes de qualquer coisa, preciso dizer o quanto adoro essa novela. O melhor do estilo Gilberto Braga está lá, com todas aquelas  tintas  do folhetim tradicional. O meu entendimento era que Maria de Fátima era uma personagem cerebral, eu busquei fazê-la desprovida de empatia, como os psicopatas são, em vez de acentuar os atos condenáveis que cometeu contra a própria mãe.


E como era fora das telas? Após fazer tanta maldade na ficção, você conseguia desligar da personagem quando não estava atuando?
Não são as ações más ou boas, que pesam na rotina da novela- são os sentimentos que levam àquilo, e nisso é que mora toda a questão do stress.


E o público, confundia muito a ficção com a realidade? Como era a repercussão nas ruas?
Acho que Vale Tudo inaugurou uma questão que eu não havia reparado antes, nas novelas, a empatia do público com a vilania. Isso é muito interessante porque a crítica social que a novela traz é muito próxima.


Como você classifica a Maria de Fátima?
Uma jovem mulher ambiciosa e sem empatia. Creio que se encaixa no perfil psicopata.


De todas as coisas que a Maria de Fátima aprontou, qual delas você considera a pior?
Sem dúvida, deixar a mãe desamparada.


Teve alguma cena que te marcou mais?
Houve uma cena que fiquei bloqueada. Era com o pai, Rubinho.  Ela o desclassificava, como “fracassado” que era, o humilhava.


Qual a importância da Maria de Fátima para sua carreira?
Foi um divisor de águas, na vida e na carreira. Foi com ela que passei à idade adulta e também para um outro patamar profissionalmente.



.: CCXP anuncia evento virtual em 2020 e promete contar tudo em agosto


Agora é oficial: 
CCXP atende a pedido dos fãs e anuncia evento virtual em 2020. Intitulado "CCXP Worlds: A Journey of Hope" o evento traz uma mensagem positiva, extrapola os limites da cidade de São Paulo e leva aos fãs do mundo inteiro a experiência épica do maior festival de cultura pop do planeta. Foto: Diego Padilha/ I Hate Flash

Em 2019, a CCXP se consolidou como o maior festival de cultura pop do planeta, recebendo 280 mil visitantes em quatro dias. E, para 2020, a organização do evento já previa mais uma edição histórica, com inúmeras novidades e conteúdos diferenciados. Mas a pandemia da Covid-19 pegou a todos de surpresa e impôs ao mundo novos desafios, incluindo a forma de se divertir e se relacionar. 

Ao longo destes quatro meses de isolamento, o evento vem discutindo seu formato para este ano, além de acompanhar de perto os pedidos do público nas redes sociais. Por entender que o evento traz visitantes de todo o Brasil, e que seria imprudente reunir um número tão grande de pessoas diante da situação atual, a CCXP anuncia para o começo de dezembro sua primeira edição 100% virtual.

A decisão está calcada no bem-estar de todos os envolvidos na engenharia de fazer este megaevento acontecer - fãs, equipe, artistas convidados e todos que dão vida à CCXP. Como vai ser? Segundo o CEO da CCXP, Pierre Mantovani uma coisa é certa: "Não será uma simples live. Direcionamos todos os esforços para que cada parte da CCXP esteja presente na casa de milhares de pessoas, como um pedacinho da experiência, só que digital. E justamente por ser digital, pela primeira vez na história, teremos um evento de escala global para a indústria do entretenimento".

E como uma saga épica, essa edição especial terá nome e sobrenome especiais: "CCXP Worlds: A Journey of Hope", que traz uma mensagem positiva após um período difícil para o mundo inteiro: "Vamos investir toda a nossa capacidade criativa e o alcance da nossa comunicação para trazer uma pauta positiva e construir um lugar para nos encontrarmos e para compartilhar o que cada um tem de melhor. Essa jornada de esperança busca um mundo mais justo, com oportunidades igualitárias e mais sustentável", diz Marcelo Forlani, head de cultura, diversidade e pertencimento da Omelete Company.

Mas... e o Artists’ Alley? E os encontros com celebridades? E os estúdios? E as fotos com os cosplayers? A experiência será gratuita? Todos estes mistérios serão desvendados e detalhados para o público a partir do dia 25 de agosto. Nessa data, a CCXP realizará uma coletiva virtual para a imprensa e, em seguida, também começará a detalhar o evento em seus canais proprietários. Outras informações serão divulgadas em breve no site www.ccxp.com.br.

.: Ator e mágico Célio Amino estreia dia 1° e pode ser visto por crianças


O ator e mágico Célio Amino se impôs o desafio de criar este espetáculo especialmente para o ambiente digital. Com 50 minutos de duração, são 20 números de mágica e 20 efeitos especiais inéditos. Habilidoso com a técnica, o artista também valoriza o texto. Foto: Cisco Vasques

O presente de um passado futuro é a nova provocação do mágico e ator Célio Amino. Estreia dia 1º de agosto, domingo, às 16h. São 20 números de mágica e 20 efeitos especiais inéditos no ambiente virtual ao vivo. O espetáculo é para adultos e pode ser visto por crianças. Depois de "Wakatta", falado em japonês wakatta, o artista tem o desafio de criar especialmente para o cenário virtual.

Desde o primeiro dia do isolamento, seguindo sua intuição, Célio Amino decidiu investir em fazer mágica para o ambiente virtual. A primeira fase foi de criar números que o espectador fizesse em casa junto com ele. Desta fase sobreviveram dois atos dentro do espetáculo. Em um segundo momento, começou a fazer lives no Instagram e Facebook sobre  mecânica quântica, um dos assuntos do trabalho. A terceira fase foi a incorporação de realidade aumentada, desenvolvida pelo programador e motion designer Victor Levy e de técnicas de cinemas, criadas em conjunto com o mágico e físico Tatá Trivério, que também opera remotamente o computador de Célio Amino, uma das engenhosidades do trabalho.

O presente de um passado futuro foi criado para todos da família assistirem juntos pela tela do computador ou do celular. A estreia está marcada para dia 1º de agosto, domingo, às 16 horas, com ingressos a R$ 40 e preço promocional de R$ 20 nas primeiras semanas. Temporada aos domingos, às 16 horas. Pode ser assistido pela plataforma Sympla Streaming através do aplicativo Zoom. O primeiro ensaio aberto deste trabalho foi em 13 de junho. 

Retomando a relação dos mágicos com o audiovisual, iniciado com George Méliès,  ilusionista francês e precursor dos efeitos especiais no cinema, um dos personagens da apresentação, Célio incorporou a lógica cinematográfica e televisiva de edição para criar momentos nos quais você fica em dúvida se ele está ao vivo ou gravado. Pede que o espectador interaja para que tenha certeza de que está ao vivo. Usa referências a virais do Tik Tok, surpreendendo ainda mais aqueles que os conhecem, pelo adição de novas camadas de surpresa. São 20 números de mágica e 20 efeitos especiais inéditos no ambiente virtual ao vivo.

E faz uma aposta radical, em sentido contrário à tendência atual. Para preservar a surpresa dos participantes, nenhum trecho do espetáculo foi anteriormente exibido em lives públicas, e continuará sendo assim durante toda a temporada. Por outro lado, ciente da situação dos artistas e de grande parte do público, disponibilizará grande quantidade de convites para aqueles que solicitarem. 

Usando as facilidades do ambiente digital, destinará a renda de parte dos ingressos para alguns artistas, através de códigos promocionais para este fim. “Este espetáculo é para você que não viu nada de realmente novo criado durante este período de isolamento. Surpreendente, interativo, criativo e inovador. Usa técnicas e ferramentas inéditas dentro da mágica e do entretenimento, para criar poesia e encantamento dentro do ambiente virtual”, provoca o artista de 30 anos de carreira. E desafia as pessoas a descobrirem se está ao vivo ou pré-gravado e em qual momento.

Será um espetáculo de mágica, um filme, uma conversa improvisada, um desafio ou uma palestra? Onde está no momento a fronteira entre mágica e tecnologia? O presente de um passado futuro é baseado nestas múltiplas possibilidades de pontos de vista e na constante quebra de expectativas lógicas, fundamento dos números de mágicas, mas aplicado globalmente  na criação desta nova linguagem. 

Célio Amino discorre sobre o passado, sua influência no presente e compartilha sua questão: Como será a mágica no futuro? Sendo coerente com a proposta de dupla ou mesmas múltiplas realidades: as crianças se divertirão e  sairão interessadas em saber mais sobre o funcionamento do olho, a mágica e as novas tecnologias. Os adultos e adolescentes serão surpreendidos com as reflexões e o vislumbre de novas possibilidades dentro do que já conhecem do ambiente virtual.

"Wakatta" falado em japonês
O novo espetáculo chega depois do sucesso de Wakatta, em que o mágico Célio Amino convidou o público a descobrir seu grande segredo: como, mesmo falado em japonês, todos entenderiam. Wakatta  significa entendi na língua japonesa.

Sobre Célio Amino
Brasileiro, 50 anos, é mágico profissional há 30 anos. Começou a se envolver com mágica aos seis. Formado em Física pela USP, é fundador da Magicorp, uma das maiores empresas de ilusionismo da América Latina. É autor da peça Além da Mágica. Trabalha com novas tecnologias e física moderna em apresentações para empresas e no circuito cultural.

Serviço e ficha técnica
"O Presente de Um Passado Futuro" – Espetáculo de mágica, adulto, que pode ser visto por crianças. Estreia dia 1º de agosto, domingo, às 16 horas, com ingressos a R$ 40 e preço promocional de R$ 20 nas primeiras semanas. Temporada aos domingos, às 16 horas. Duração: 50 minutos. Recomendação etária: a partir de oito anos. Acesso pela plataforma Sympla Streaming pelo aplicativo Zoom. O primeiro ensaio aberto deste trabalho foi em 13 de junho.

Elenco: Célio Amino. Concepção e direção: Célio Amino. Operação remota: Tatá Trivério. Videos e realidade aumentada: Victor Levy. Trilha: Grupo Oculto do Aparente. Consultoria técnica: Juan Araujo, Rafael Bogomoltz, Talles Hasegawa, Allan Chaubet, Angelo Mundy, Luciano Costa, Maria Lia, Haroldo Constanzo, Rudi Solon, Tatá Trivério, Mário Kamia, Marco Zanqueta, Mathilde Amino. Consultoria mágica: Ricardo Malerbi, Juan Araújo, Marco Gubitoso, Kevin Iwassaki, Edson Iwassaki, Tatá Trivério, Edson Pardini. Identidade visual e design: Edson Konioshi. Fotos: Cisco Vasques. Assessoria de imprensa: Arteplural. Se puder, tenha um folha de sulfite ou caderno, caneta e 2 elásticos para um número interativo.

.: Volta da radionovela traz suspense de Vinicius de Moraes


Isolamento social faz pesquisadores do teatro se reinventarem durante pandemia

Em tempos onde o distanciamento das pessoas virou regra, atuantes das artes tiveram de buscar alternativas para continuar a produzir e apresentar seus trabalhos. E mesmo os estudantes de teatro que tiveram as aulas presenciais interrompidas precisaram de um plano “B” para concluir um curso tão prático como esse. Alunos da disciplina de “Montagem” da escola Recriarte que estão prestes a se formar tiveram de adaptar seus trabalhos de conclusão de curso para um formato de enorme sucesso na década de 1950: as radionovelas.

Escolhido para ser rememorada nessa iniciativa, a peça “Procura-se uma Rosa”, de Vinicius de Moraes, foi criada em cima de um fato real retratado pelos jornais da época onde uma personagem desaparece da vista de seu amado em uma estação de trem movimentada. O espetáculo consiste em um único ato e relata a busca de Lino dos Santos pela sua amada Rosa.

Impedidos de ensaiar desde março devido às restrições de funcionamento impostas pelos órgãos do Governo, as aulas tiveram de migrar para o ambiente digital e transformar a apresentação da peça em uma transmissão radiofônica foi uma solução criativa e que também pôde manter todos em atividade.

Para Aline Ferraz, professora do módulo e que assina a direção da peça, o compromisso dos alunos para fazerem uma adaptação digna do texto de Vinícius fez enorme diferença no produto final. “Durante os encontros virtuais para a retomada dos estudos tive o privilégio de presenciar artistas-pesquisadores engajados. A medida que o trabalho de mesa (leitura, discussão do texto, construção da gênese, entre outros) crescia, a noção de que voz é presença se efetivava”, explica Aline.

Com estreia marcada para hoje, 13 de julho, a radionovela foi dividida em três capítulos e poderá ser acessada de forma gratuita para os amantes da arte e, em especial, do teatro. A iniciativa tem caráter acadêmico e não possui fins lucrativos. No ano em que se comemora o aniversário de 40 anos da partida do poeta, a singela homenagem é o mínimo que esses estudantes poderiam oferecer a quem fez tanto pela nossa arte.

Serviço:
Radionovela “Procura-se Uma Rosa” – Uma obra original de Vinicius de Moraes.
Ouça através do link: www.soundcloud.com/lmendesproducoes


sexta-feira, 17 de julho de 2020

.: Crítica musical: Fernanda Takai – Será que você vai acreditar?


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico musical.

Elaborado em pleno período da pandemia do Covid-19, o novo disco de Fernanda Takai, ganhou um título prá lá de sugestivo: "Será Que Você Vai Acreditar?". E pode acreditar: é um trabalho de extremo bom gosto onde o destaque são as canções inéditas.

Trata-se de seu quarto álbum solo. E podemos dizer que foi um ato de coragem produzir e lançá-lo nesse período em que o isolamento ainda é a melhor arma para se evitar o contato com o vírus. A produção e arranjos ficaram a cargo de John Ulhoa, marido e parceiro na banda Pato Fu.

Algumas canções estão sintonizadas com o momento atual, como "Terra Plana" (“Se alguém te contar/Que a Terra é plana/E não dá pro espaço viajar/Será que você vai acreditar?/Não pode ser/Onde é que eu errei?/Como é que isso Foi acontecer?”).

A doce melodia de "O Amor em Tempos de Cólera" conta com os vocais de Fernanda e de Virginie Boutaud, da banda Metrô. A combinação de vozes ficou perfeita para transmitir a mensagem de cunho positivo (“...Mesmo em dias de trovão/Rasgando a escuridão/Há sempre um brilho/Que esquenta o coração...”).

Há também releituras interessantes de "One Day In Your Life" (hit da fase inicial de Michael Jackson), "Love is a Losing Game" (de Amy Winehouse) e "Não Creio em Mais Nada" (do cantor Paulo Sérgio), além de uma parceria de Fernanda e John com Maki Nomiya, da banda Pizzicato Five na faixa "Love Song", com letra em português e japonês.

Nesse seu quarto disco, Fernanda Takai mantém intacta a sua aura doce como intérprete. E acredito que o resultado final das canções inéditas provou que ela não precisa recorrer tanto às releituras, ainda que elas tenham ficado boas.

"Não Esqueça"

"O Amor em Tempos de Cólera"

 "One Day In Your Life"

.: #ResenhandoExplica com exercícios: plural de substantivos compostos

Dicas de Português: plural de substantivos compostos
#ResenhandoExplica

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora e criadora do Resenhando.com

Em julho de 2020


O uso do plural deve seguir normas e quando temos substantivos compostos, algumas regras devem ser seguidas.

Pluralizam-se os dois elementos unidos por um hífen quando:

substantivo+substantivo:
cirurgião-dentista: cirurgiões-dentistas
decreto-lei: decretos-leis
abelha-mestra: abelhas-mestras

Observação: Ressalve-se o caso de substantivos compostos intercalados por preposição.

substantivo + adjetivo:
amor-perfeito: amores-perfeitos
guarda-civil: guardas-civis
obra-primas: obras-primas

adjetivo + substantivo
boa-vida: boas-vidas
curto-circuito: curtos-circuitos
livre-pensador: livres-pensadores

numeral + substantivo
segunda-feira: segundas-feiras
quarta-feira: quartas-feiras
sexta-feira: sextas-feiras

Varia o último elemento quando houver:

elementos unidos sem hífen:
pontapés
girassóis
autopeças

verbo+substantivo:
guarda-louças
guarda-roupas
beija-flores

elemento invariável + palavra variável:
sempre-vivas
ave-marias
alto-falantes

palavras repetidas:
quero-queros
tico-ticos
quebra-quebras

Varia apenas o primeiro elemento:

substantivo + preposição + substantivo
pés de moleque
pães de ló
sinais da cruz

segundo elemento limita ou determina o primeiro, indicando finalidade, tipo, semelhança, funcionando como se fosse um adjetivo.
pombos-correio
navios-escola
fazendas-modelo

Não é errado plurizar os dois elementos, uma vez que os dicionários brasileiros registram as duas formas:
pombos-correios
peixes-bois
porcos-espinhos
navios-tanques
bananas-maçãs
mangas-rosas
couves-flores

Os dois elementos ficam invariáveis quando houve:

verbo + advérbio
bota-fora
pisa-mansinho

verbo + substantivo plural:
guarda-vidas
saca-rolhas
troca-tintas

Casos especiais:
o louva-a-deus: os louva-a-deus
o diz que diz: os diz que diz
o bem-te-vi: os bem-te-vis
o bem-me-quer: os bem-me-queres
o joão-ninguém: os joões-ninguém
o fora da lei: os fora da lei
o ponto e vírgula: os ponto e vírgulas
o sem-terra: os sem-terra
o mico-leão-dourado: os micos-leões-dourados
o bumba meu boi: os bumba meu boi
o arco-íris: os arco-íris

Hora de praticar!

.: Imprescindível, Festival Estar Bem ganha acessibilidade a partir de sábado


Criado no início do isolamento social, o Festival Estar Bem hoje possui mais de 120 vídeos de profissionais da área de saúde e bem estar, além de arte de grandes artistas. A partir deste sábado, o festival ganha vídeos com acessibilidade em seção no YouTube – vídeos também estarão no Instagram, Facebook. Além disso, sob a coordenação da Inclusive Acessibilidade, vídeos ganham libras, legendas e audiodescrição.

Com mais de 120 vídeos com práticas, orientações e sugestões de saúde e bem estar, e arte, o Festival Estar Bem chegou no início do isolamento social, no dia 18 de abril e 2020, com o intuito de acolher com afeto e ajudar a manter o equilíbrio mental das pessoas em casa.  Agora, a partir de sábado, 18 de julho, os canais do Festival recebem vídeos com acessibilidade para deficientes visuais e auditivos e ganha seção especial intitulada Festival Estar Bem Acessível, dentro do seu canal do YouTube. Abaixo, lista dos vídeos acessíveis e ficha técnica. Os vídeos podem ser assistidos no YouTube – www.youtube.com/festivalestarbem – Instagram instagram.com/festivalestarbem
– e Facebook – facebook.com/festivalestarbem.

“Ter acessibilidade em alguns vídeos era um sonho desde a criação do Festival. Só tenho a agradecer a Inclusive Acessibilidade e equipe, que nos acolheu voluntariamente com muita responsabilidade e delicadeza, para que pudéssemos ter este encontro do Festival Estar Bem com os deficientes visuais e auditivos”, declara Silvana Espirito Santo, idealizadora do evento.

Conteúdos fixos de profissionais da área de saúde e bem estar, o evento online, Festival Estar Bem, conta com dicas de: artesanato; estética; contadora de histórias; pedagogia; consultoria de animais; gastronomia; massoterapia, nutrição; psicologia; educação física; escrita criativa, terapias alternativas (como Yoga e Fitoterapia), estudante de medicina e astrologia. Além das dicas da Vó Maria, animada e sábia japonesa de 92 anos, sucesso na programação do Festival. Músicos e atores participam com sua arte, em vídeos também disponíveis nos canais do Festival

O Festival Estar Bem foi idealizado pela jornalista e profissional de comunicação Silvana Cardoso do Espirito Santo e criado em parceria com a professora de Yoga Renata Lima, ambas moradoras de Petrópolis, com a designer Patrícia Fernandes e a jornalista Juliana Feltz. Parcerias e apoios: Inter TV, Clube O Globo, Inclusive Acessibilidade, Chamon Audiovisual, suporte em assessoria de imprensa de Ana Paula Romeiro.

Vídeos Festival Estar Bem Acessível

Bom dia!! | Naila Pinheiro
Professora de Educação Física e proprietária da Academia Nadar em Itaipava, Naila Pinheiro ensina e incentiva as pessoas a fazer alongamento ao acordar - mesmo que esteja muito frio é possível começar a acordar o corpo embaixo das cobertas.


Yoga – Saudação ao Sol (adaptada na cadeira)| Renata Lima 
Instrutora de yoga e meditação, e thetahealer, uma das realizadoras do Festival Estar Bem, Renata Lima ensina a fazer um exercício de Yoga na cadeira, para aquelas pessoas impossibilitadas de realizar atividades físicas sentados no chão, como geralmente são as práticas de Yoga.

 
Cantando Sukiyaki | Vó Maria
Japonesa de 92 anos, Vó Maria possui uma alegria de viver invejável e incentiva as pessoas a viver, estar bem consigo mesmo e canta música tradicional japonesa. A Musa do Festival, Vó Maria contribuiu com mais de 10 vídeos da sua rotina durante a pandemia.


Menos olheiras e inchaço nos olhos | Vanessa Akozlowski
Profissional da Fisiocipre, clinica de estética, pilates e fisioterapia, Vanessa ensina um passo a passo com técnicas caseiras para a diminuição de olheiras e inchaço nos olhos.

 
Como preparar um chá com afeto | Jeane Nogueira
Farmacêutica, Especialista em fitoterapia e Professora universitária em Petrópolis e Teresópolis, Jeane Nogueira ensina o passo a passo de um chá que ajuda a melhorar a imunidade.


Moqueca de banana da terra com pescado | Chef Bruno Canatto
Chef Bruno Canatto, do Ariá Restaurante, de Itaipava, ensina de forma rápida e prática, o passo a passo de como fazer uma moquequinha de banana com pescado.


Rotina de cuidade facial | Tais Marciano
Massoterapeuta e shiatzuterapeuta, Tais Marciano ensina um passo a passo de hidratação facial, para cuidado diário com a pela, com técnicas de movimentos que massageiam a pele.


Crianças seletivas e as etapas do comer | Mariana Claudino 
Nutricionista comportamental infantil, Mariana Claudino busca ajudar o entendimento sobre a importância das etapas do comer e não se importar apenas com a hora que a comida chega à mesa.


Cães de Raça (Rodhesian Ridgeback)  | In-Coelum Perdigão
Consultora de animais e criadora de cães das raças Rodhesian Ridgeback e Podengo Português, In-Coelum Perdigão explica as características da raça de cães Rodhesian Ridgeback. No vídeo também busca mostrar a importância de algumas raças.


Seu Mané e Seu José | Vovó Marli Tanaka
Professora de literatura, a contadora de história Marli Tanaka, conta sobre Seu Mané e Seu José, dois amigos que moram nas montanhas, passam dias se desencontrando, mas um dia se encontram no meio do caminho e demonstram alegria por serem amigos.


Ficha Técnica |  Festival Estar Bem
Idealização | Silvana Espírito Santo
Realização | Juliana Feltz (tecnologia), Patrícia Fernandes (design), Renata Lima (curadoria), Silvana Espirito Santo (curadoria)
Suporte Edição Vídeo | Diego Martins 
Captação | Thompson Soares
Produção e Comunicação | Passarim Comunicação www.passarimcomunicacao.com

Ficha Técnica |  Festival Estar Bem Acessível
Coordenação de Acessibilidade | Inclusive Acessibilidade, Georgea Rodrigues

Audiodescrição
Roteiro | Georgea Rodrigues e Larissa Hobi
Conaultoria | Cida Leite
Narração | Aline Esteves e Daniel Mackline
Legendagem descritiva | Lila Protásio

Libras
Intérpretes |  Jadson Abraão e Davi de Jesus (JDL Traduções)
Mixagem e Masterização Áudio/Montagem de video | Daniela Rebello e Eduardo Chamon (Chamon Audiovisual) e Luiz Hiroshi 
Curadoria e produção | Silvana Espirito Santo

.: Maglore lança clipe de versão acústica de "Calma". Deleite-se!

Maglore. Foto de divulgação

"Calma" (Lucas Gonçalves/ Teago Oliveira/ Lelo Brandão), uma deliciosa canção do álbum "Todas as Bandeiras" (Deck/ 2017), acaba de ganhar uma versão acústica e um lindo clipe com os integrantes tocando cada um na sua casa e a participação de Barthô, cachorro do Felipe. "Originalmente, a música aborda a calma como contrapeso da impulsividade, do desespero causado pela ansiedade, mas isso também se aplica aos conturbados dias atuais. A calma que eu enxergo nessa música não é a de se manter passivo, mas de estarmos cientes de que a paciência nos traz muito mais benesses - a longo prazo - do que agir com desespero" - comentou Teago Oliveira.

Teago Oliveira (violão e vocal), Lelo Brandão (violão), Lucas Gonçalves (baixo e vocal) e Felipe Dieder (bateria) registraram suas participações à distância. "Gravamos pelo celular, recolhemos o registro de áudio/vídeo das câmeras de cada um e o Lucas Gonçalves mixou e masterizou. A edição de vídeo ficou a cargo de Duane Carvalho" - conta Teago. A banda também chamou o trio de metais que os acompanha nos shows; Felipe Nader (Saxofone), Gustavo Souza (Trompete) e Douglas Antunes (Trombone).

Assista ao clipe


.: Tchaka fala de Rupaul e como é ser Drag no Brasil

Em plena pandemia a drag continua com o projeto #muitatchakanestahora


Foto: Divulgação

Desde que o mundo é mundo homens se vestem de mulher como uma forma de arte. Da Grécia antiga, quando nascia o teatro, ao Kabuki no Japão, os papéis femininos eram feitos por homens, já que mulheres eram proibidas de se apresentar no teatro. Os tempos mudaram a arte drag também. Assim, dia 16 de julho passou a ser comemorado como o dia internacional das Drag Queens.

O termo "drag" vem do verbo em inglês "to drag", que significa arrastar em português. E se refere aos longos vestidos e roupas utilizadas na época. Logo Drag, virou um termo usado para os homens vestidos de mulher. O termo Queen, só foi adicional pela comunidade gay no século 20 e continua até hoje. As drag queens encontraram lugar na cultura pop e estrelam programas de TV, figuram nas listas das músicas mais tocadas e tem festas lotadas. Mas nem sempre foi assim, com as drag queens circulando tão livremente pela cultura popular. Nomes como Laddy Bunny, Gypsy, Divine, Rupaul entre outras, fazem história no cenário drag internacional.

"RuPaul é uma espécie de nossa mestra mundial, Mama Ru assim chamada pelas #TheQueens de todo mundo me inspira a cada dia ser mais glamorosa, fina, elegante, politizada, bem humorada e extremamente atual. Tchaka Drag Queen além de ser nossa rainha das festas, pode ser considerada a RuPaul brasileira, pois sua meta diária é que produtoras de conteúdo nos programas brasileiros possam direcionar os holofotes para seu talento". Explica Valder Bastos, advogado que dá vida a Tchaka há mais de 20 anos.

RuPaul Charles. Foto: Site Oficial


No Brasil, o cenário drag nacional acompanhou de modo geral o internacional. Na televisão, não era estranho homens fazendo papéis de mulheres, especialmente os cômicos. Durante o período da ditadura, a comunidade gay, e consequentemente as drags, perdeu espaço público. Nos anos 90, a cena renasceu e as drags ganharam espaço em clubes e boates gays, especialmente de São Paulo. Márcia Pantera, Sylvetti Montilla, Miss Bia (in memorian), Tchaka, Dimmy Kieer  e tantas outras ainda fazem do cenário lgbti o mais importante do país.

"Ser Drag Queen no Brasil hoje além da arte que transforma, cutuca, propõe possibilidades, emociona, refresca, despressuriza, encanta e cria pontes para momentos de felicidade também é resistência, enfrentamento dos desmandos políticos com humor inteligente, visagismo inspirador para mundo da moda, fotografia, programas de tv, eventos corporativos, etc. Enfim nós drag queens somos o futuro no presente", finaliza.


quinta-feira, 16 de julho de 2020

.: #ResenhaRápida: Guilherme Schwab, um músico nos "Tempos dos Sonhos"


Por 
Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.

Cantor e multi-instrumentista, Guilherme Schwab ficou conhecido nacionalmente em 2014, quando se apresentou na TV Globo como integrante do Suricato. Em 2015, com a banda, tocou no Rock in Rio, fez ainda mais sucesso com a canção “Trem” nas rádios, conquistou um Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock Brasileiro com “Sol-te” e emplacou canções em trilhas sonoras de novelas. A experiência o levou a acompanhar, como instrumentista, grandes nomes da cena musical brasileira e internacional em palcos, estúdios, programas de TV e trilhas sonoras. 

Agora, em carreira solo, lança o álbum "Tempo dos Sonhos". Com arranjos solares e refrões marcantes, o álbum evidencia mais uma vez o talento de Guilherme Schwab como autor e intérprete e demonstra a capacidade dele em traduzir sons para o universo pop. Dono de um estilo único, ele se apresenta com instrumentos de várias partes do mundo, como o weissenborn (violão havaiano) e o hang drum (percussão original da Suíça). Nesta entrevista exclusiva, ele responde a questões que até então nunca foram feitas para ele.

#ResenhaRápida Guilherme Schwab

Nome completo: Guilherme Schwab Ramos. 
Apelidos: Gui, Chu, Guiga, Chubs, Chuchu.
Data de nascimento: 3 de maio de 1983.
Altura: 1,76m.
Qualidade: persistente. 
Defeito: teimoso. 
Signo: touro. 
Ascendente: escorpião. 
Uma mania: só uma (risos)?
Religião: respeito.
Time: Fluminense. 
Amor: necessário. 
Sexo: muito bom. 
Mulher bonita: minha esposa, meu amor. 
Homem bonito: meu filho. 
Família é: TUDO. 
Ídolo: Ayrton Senna. 
Inspiração: música. 
Arte é: necessária, transformadora.
Brasil: complexo. 
Fé: tem poder de curar.
Deus é: mistério. 
Política é: deveria ser limpa. 
Hobby: cavalgar. 
Lugar: perto da família. 
O que não pode faltar na geladeira: um doce!!
Prato predileto: bife com batata frita. 
Sobremesa: chocolate. 
Fruta: manga. 
Bebida favorita: vinho. 
Cor favorita: azul. 
Medo de: não poder tocar. 
Uma peça de teatro: ano passado vi o musical 70. Década do Divino Maravilhoso e o nome traduz. 
Um show: Rolling Stones no Maracanã 1995, eu tinha 11 anos! Meu primeiro show grande. 
Um ator: Charlie Chaplin. 
Uma atriz: Fernanda Montenegro. 
Um cantor: Paul McCartney. 
Uma cantora: Janis Joplin.
Um escritor: Paulo Leminski. 
Uma escritora: Clarice Lispector.
Um filme:  "Apenas Uma Vez" ("Once"). Trailer neste link.
Um livro: "Vida", a autobiografia do Keith Richards. Compre neste link
Uma música: meu single "Hora e Lugar". Sou suspeito (risos). Ouça neste link
Um disco: "Exile on Main St." - The Rolling Stones. Ouça neste linkCompre neste link  
Um personagem: Wolverine. 
Uma novela: "Pantanal", de Benedito Ruy Barbosa. Foi incrível, era criança e via todo dia. 
Uma série: "La Casa de Papel". 
Um programa de TV: vejo pouca TV, mas adoro aqueles programas sobre o espaço e grandes mistérios do universo. 
Uma saudade: meus avôs e avós. 
Algo que me irrita: mentira. 
Algo que me deixa feliz é: viajar, conhecer lugares novos.
Uma lembrança querida: viajar com a família pro interior, andar descalço na roça e andar à cavalo o dia todo.
Um arrependimento: não ter estudado piano quando criança.
Quem levaria para uma ilha deserta? Minha família. Preciso estar perto dela pra ser feliz. 
Se pudesse ressuscitar qualquer pessoa do mundo... Meus avós. Pra aproveitar mais tempo com eles. Minha avó materna faleceu antes de eu nascer e gostaria de ter tido mais tempo com os outros. 
Uma pergunta a qualquer pessoa do mundo... Perguntaria a um feto como é se desenvolver dentro do ventre. Por mais que todos tenham passado por isso, ninguém lembra. 
Não abro mão de: tocar, fazer música. 
Do que abro mão: algumas horas de sono, sou da noite (risos).
Um sonho: no momento, que possamos voltar a vida normal. 
Palavra favorita: paz. 
Música em uma palavra: conexão.
Você tem fome de quê? De vida. 
Você tem nojo de quê? De rato. 
Se tivesse que ser um bicho, eu seria: um cavalo selvagem. 
O que seria se não fosse músico: sou jornalista de formação, poderia trabalhar com isso também. 
Ser músico é: viver na corda bamba e ser feliz.
Ser homem, hoje, é: ser sensível, ter olhar aguçado para o outro. Se enxergar apenas como parte do todo. 
Guilherme Schwab por Guilherme Schwab: um cara que que ama a família, a música  e tenta melhorar todo dia. 


"Hora e Lugar" - Guilherme Schwab

"Tocando em Frente" - Guilherme Schwab 

"Vem" - Guilherme Schwab 

"Seu Pra Sempre" - Guilherme Schwab 

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