domingo, 26 de outubro de 2025

.: “Harry Potter e o Cálice de Fogo” volta aos cinemas 20 anos depois


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com.

Prepare a varinha, vista o cachecol da Grifinória e escolha seu feitiço favorito: "Harry Potter e o Cálice de Fogo" retorna às telonas brasileiras no dia 15 de novembro, em comemoração aos 20 anos de lançamento do quarto filme da saga. A pré-venda de ingressos começa em 30 de outubro, na próxima quinta-feira, prometendo movimentar fãs de todas as casas de Hogwarts e despertar a nostalgia de uma geração que cresceu com o bruxinho mais famoso do cinema.

Lançado originalmente em 2005, o longa dirigido por Mike Newell marcou um ponto de virada na franquia. Foi o primeiro a mergulhar em tons mais sombrios, com Harry (Daniel Radcliffe) enfrentando desafios mortais no Torneio Tribruxo e sentindo, pela primeira vez, o peso real da ameaça de Lord Voldemort. Ao lado de Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson), o jovem bruxo precisa enfrentar dragões, sereianos, labirintos e, principalmente, o medo do inevitável.

O retorno de "Harry Potter e o Cálice de Fogo" aos cinemas não é apenas uma sessão especial: é uma oportunidade para (re)viver a emoção de uma época em que cada novo filme da saga era um evento mundial. A trilha sonora icônica, o baile de inverno, os momentos de tensão e o crescimento dos personagens ganham novo brilho na tela grande - agora com toda a qualidade de imagem e som que o público atual pode apreciar.

A exibição faz parte de uma série de reprises comemorativas que vêm celebrando duas décadas desde a estreia de "Harry Potter e a Pedra Filosofal" (2001), provando que o universo criado por J.K. Rowling continua encantando fãs de todas as idades. Para saber mais sobre ingressos, horários e salas participantes, consulte a programação da rede de cinema mais próxima - e prepare-se para gritar alto, uma vez mais: “Expelliarmus!”

Harry Potter, o menino que sobreviveu, retorna às telonas dos cinemas brasileiros em 15 de novembro com "Harry Potter e o Cálice de Fogo", em homenagem aos 20 anos do filme. A pré-venda estará disponível a partir do dia 30 de outubro (quinta-feira). No filme, Harry (Daniel Radcliffe) está de volta a Hogwarts para seu quarto ano letivo, onde tudo vira de ponta cabeça e seu nome é sorteado no Torneio Tribruxo – uma competição entre escolas de magia tão prestigiosa quanto letal. Agora o jovem bruxo terá que contar com a ajuda dos amigos, Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson), para enfrentar cada desafio e se proteger de um perigo ainda maior que está à espreita. Para mais detalhes sobre a disponibilidade de ingressos e sessões, consulte a programação da rede de cinema mais próxima.


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.: "Dom Casmurro - O Musical" retorna para duas apresentações em São Paulo


Indicada ao Prêmio APCA e vencedora do Prêmio Bibi Ferreira na categoria Dramaturgia Original, a produção revisita o clássico de Machado de Assis com ousadia, poesia e música original. Foto: Anne Beatriz

Após o sucesso de estreia em 2024 e das novas apresentações em 2025, o musical “Dom Casmurro”, adaptação do clássico de Machado de Assis, retorna ao palco do Teatro Gazeta, em São Paulo, para duas únicas sessões nos dias 4 e 5 de novembro. A produção, indicada ao Prêmio APCA nas categorias Melhor Espetáculo e Melhor Ator (Rodrigo Mercadante), conquistou público e crítica ao unir literatura, música e emoção, e segue ampliando seu reconhecimento ao receber duas novas indicações ao Prêmio Bibi Ferreira 2025 - Letra e Música e Dramaturgia Original em Musicais, categoria na qual foi vencedora. Os ingressos já podem ser adquiridos no site da Sympla ou na bilheteria física do teatro.

Assinada pela dupla Guilherme Gila (autor do premiado musical “A Igreja do Diabo”) e Davi Novaes (“O Que Restou de Você em Mim”), a adaptação conta com direção de Zé Henrique de Paula e propõe uma releitura contemporânea e musicalmente vibrante da obra-prima de Machado de Assis. A produção é uma parceria entre A Casa Que Fala e Tomate Produções, reafirmando o espaço dos musicais autorais no cenário brasileiro.


Um clássico reinventado pela música e pela emoção
O projeto de “Dom Casmurro” foi desenvolvido ao longo de três anos, em um processo colaborativo que buscou reinterpretar as tensões e ambiguidades entre Bentinho, Capitu e Escobar através de uma linguagem moderna. “Percebi que muitos musicais que amamos no exterior são baseados em obras literárias. Decidi então voltar o olhar para os nossos clássicos. ‘Dom Casmurro’ era a escolha perfeita”, comenta Gila, responsável pelas letras, músicas e direção musical.

A dramaturgia de Davi Novaes preserva a essência machadiana, mas convida o público a revisitar a história sob novas perspectivas. “Mantive a estrutura do livro, mas a narrativa agora dá espaço para a dúvida, o ciúme e a memória ganharem voz em forma de canção”, explica o autor. A direção de movimento é de Zuba Janaína, a luz é de Fran Barros, o desenho de som de Cauê Palumbo, os figurinos de Ùga agÚ, o visagismo de Jo Sant Anna e a cenografia, inspirada nas nuances psicológicas da obra, assinada também pelo diretor Zé Henrique de Paula. 


Elenco e a essência machadiana
O elenco original retorna para a nova temporada: Rodrigo Mercadante como Bentinho, Luci Saluzzi como Capitu, Cleomácio Inácio como Escobar, Larissa Carneiro como Prima Justina e Sancha, Fábio Enriquez como José Dias, Nábia Villela como Dona Glória e Eduardo Leão como Tio Cosme. A trilha sonora, que transita entre o rock e a MPB, reflete as emoções e conflitos dos personagens, executada ao vivo por Gila (piano e regência), Samir Alves (violino), Felipe Parisi (violoncelo) e Cássio Percussão (percussão).

Mais do que uma simples adaptação, “Dom Casmurro - O Musical” é uma celebração da literatura brasileira em forma de espetáculo. A produção convida o público a mergulhar no universo de Machado de Assis através de um diálogo entre texto, música e interpretação, oferecendo uma experiência sensorial e emocionante que reafirma o poder atemporal de seus personagens e dilemas.


Serviço:
"Dom Casmurro - O Musical"
Dias 4 e 5 de novembro
Terça-feira, às 20h00 | Quarta-feira, às 20h00
Teatro Gazeta – Av. Paulista, 900 – Térreo Baixo – Bela Vista, São Paulo – SP
Duração: 140 minutos (incluindo 15 min de intervalo)
Classificação: 12 anos

Ingressos:
VIP: R$150 (inteira) | R$75 (meia-entrada*)
Plateia: R$120 (inteira) | R$60 (meia-entrada*)
Venda on-line: https://bileto.sympla.com.br/event/111701
Bilheteria física: Teatro Gazeta (Av. Paulista, 900 – Térreo Baixo - Bela Vista, SP)
Horário de funcionamento: De terça à domingo das 14h às 20h

Convênio com Estacionamento
- MaxiPark - Estacionamento com desconto conveniado com entrada pela Rua São Carlos do Pinhal, 303 - subsolo com acesso por elevador ao térreo  (até 1h da manhã)
Indicação de outro estacionamento ao lado sem convênio:
- Top Center - Alameda Joaquim Eugênio de Lima, nº 424 Ou Rua São Carlos do Pinhal, nº 241  (24h)
Os ingressos dos assentos reservados para acessibilidade (PNE / PO) poderão ser adquiridos somente na bilheteria do teatro.


Ficha técnica
Texto e adaptação: Davi Novaes (baseado na obra de Machado de Assis) | Letras, músicas e direção musical: Guilherme Gila | Direção geral: Zé Henrique de Paula | Direção de movimentos: Zuba Janaína | Assistência de direção: Mafê Alcântara | Elenco: Rodrigo Mercadante, Luci Saluzzi, Cleomácio Inácio, Larissa Carneiro, Fábio Enriquez, Nábia Villela e Eduardo Leão | Banda: Guilherme Gila, Samir Alves, Felipe Parisi e Cássio Percussão | Figurino: Ùga agÚ | Cenografia: Zé Henrique de Paula | Visagismo: Jo Sant’anna | Desenho de Luz: Fran Barros | Desenho de Som: Caue Palumbo | Técnico de Luz: Claudio Gutierres | Técnica de Som: Tatah Cerquinho | Microfonista: Beatriz Passeti | Coordenação de produção: Rebeca Reis | Produção executiva: Titto Gonçalves | Coordenação de comunicação: Marcos Mattje | Assistência de produção: Anne Beatriz, Barbara Trabasso, Gabriel Arjona, Giulia Lavinia e Vitor Colli | Assessoria de imprensa: GPress Comunicação | Fotografia: Felipe Quintini, Anne Beatriz e Hallan Fidelis | Filmagem: Pedro Veras | Realização: A Casa que Fala e Tomate Produções.


.: Shakira revisita clássicos em novo episódio do "Spotify Anniversaries"


O episódio traz uma performance poderosa de “La Pared” com uma orquestra de 14 músicos, além da participação de Ed Sheeran e Beéle

Comemorando 30 anos de "Pies Descalzos" e 20 anos de "Oral Fixation" (Vol. 1 & 2), a cantora e compositora Shakira revisita os álbuns que marcaram sua carreira e inspiraram gerações em um novo episódio de Spotify Anniversaries, já disponível na plataforma. No especial, Shakira reflete sobre o processo de criação dos dois discos e apresenta novas versões de algumas de suas faixas mais queridas, como "Pies Descalzos, Sueños Blancos", "La Pared", "Antología", "Día de Enero", e"Hips Don’t Lie".

O episódio traz uma performance poderosa de “La Pared” com uma orquestra de 14 músicos, além da participação de Ed Sheeran e  Beéle em “Hips Don’t Lie”. Shakira também bate um papo com Ed Sheeran sobre como essa colaboração inesperada aconteceu. "Spotify Anniversaries" é uma série que celebra álbuns icônicos e os artistas por trás deles, com histórias, reflexões e performances exclusivas. As novas versões estão disponíveis apenas no Spotify, em EPs especiais. Juntos, os dois álbuns já ultrapassaram 6,1 bilhões de streams globais e continuam conectando diferentes gerações - com a Gen Z responsável por mais da metade dos streams de "Oral Fixation" atualmente.


Faixas mais ouvidas de cada álbum:

"Oral Fixation"
"Hips Don’t Lie" (feat. Wyclef Jean)
"La Tortura" (feat. Alejandro Sanz)
"Día de Enero"
"Las de la Intuición"
"No" (feat. Gustavo Cerati)

 
"Pies Descalzos"
"Antología"
"Estoy Aquí"
"Pies Descalzos, Sueños Blancos"
"¿Dónde Estás Corazón?"
"Un Poco de Amor"

.: Curiosidades sobre o Prêmio Nobel de Literatura (brasileiros foram indicados)


Por Daisy Gouveia, apresentadora, escritora, influenciadora digital e criadora do Clube de Leitura da Daisy

O Prêmio Nobel de Literatura é um dos mais prestigiados do mundo. A sua importância já é bem conhecida, mas você sabe de algumas curiosidades? Criado em 1901 foi idealizado por Alfred Nobel para reconhecer autores pelo conjunto da obra e não somente um livro especifico. Autores que tenham contribuído de uma forma relevante para a literatura mundial. É uma forma de prestigiar e valorizar cada um deles.

Nem todos os anos autores foram contemplados, mas você sabia que nenhum autor brasileiro recebeu o prêmio até agora? É algo bem curioso, já que temos nos destacado no mundo literário através de muitos autores brasileiros e suas obras. Será que nossos autores não contribuíram para a literatura mundial? O que será que acontece? Vale aqui uma reflexão. Já tivemos sim algumas indicações, mas que não foram convertidas em prêmios, até hoje.

Guimarães Rosa foi indicado em 1967, mas morreu no mesmo ano, sem ser condecorado. Lígia Fagundes Telles, grande nome da nossa literatura, foi indicada em 1967, mas quem levou foi Bob Dylan, que não foi receber o prêmio. Isso mesmo! Ganhou, mas não foi receber! Jorge Amado foi indicado duas vezes - em 1967 e 68 - e, Carlos Drumond de Andrade também em 1967. Tivemos outros nomes indicados como: Coelho Neto - por 3 vezes- , Clarice Lispector e Alceu Amoroso Lima. Em 1964,  Jean Paul Sartre foi contemplado com o prêmio, mas o recusou.

Aqui vale um parênteses, Courtney Henning Novak, leitora americana viralizou na redes ao eleger a obra "Memórias Póstumas de Brás Cubas", num desafio de ler um livro da cada país e se encantou com Machado de Assis comparando-o com Shakespeare e se aprofundou na nossa literatura conhecendo outros autores brasileiros, o que mostra o interesse na nossa literatura e a escrita atemporal de um clássico nacional. Incrível que nenhum de nossos escritores tenham chegado ao prêmio.Quais autores você contemplaria? Dificil a pergunta, não é?  Você também é fã de Machado de Assis como eu e Courtney?


Sobre Daisy Gouveia
Com 66 anos, Daisy Gouveia usa as redes sociais para incentivar as pessoas, principalmente as mulheres, a adotarem o hábito da leitura. Com 35 anos de experiência na área da moda, escreveu o livro 'Costurando Minha História' onde conta sua trajetória e fala sobre sua reinvenção profissional, estimulando as pessoas que também querem mudar. Instagram: @daisygouveiaoficial

.: Lançamento de livro abre espaço para reflexões sobre o poder da escrita


Literatura como crítica, reflexão e resistência: essa é a proposta de "Práticas de Leitura e Análise de Textos Literários", livro que será lançado na próxima sexta-feira, dia 31 de outubro, em São Paulo. Organizado por Jarbas Vargas Nascimento, pós-doutor em Letras, e Célia Regina Rodrigues Gusmão, mestre em Estudos da Linguagem, o volume reúne pesquisas sobre as múltiplas relações entre o fazer literário e as experiências humanas, atravessadas por questões de gênero, raça, classe, identidade e memória.

Durante o evento, que acontece a partir das 19h00, na Livraria das Perdizes, o público poderá conhecer os organizadores e autores que assinam capítulos dedicados a nomes como Geni Guimarães, Jarid Arraes, Liliana Laganá e Clarice Lispector, vozes que resgatam histórias invisibilizadas. Publicação da Editora Sabiá com apoio da CAPES, a obra é um convite à reflexão sobre o poder transformador do texto literário, sua função crítica e seu papel essencial na construção de uma sociedade mais justa e consciente.

Serviço
Lançamento de “Práticas de Leitura e Análise de Textos Literários”
Data: sexta-feira, dia 31 de outubro de 2025, às 19h00
Livraria das Perdizes  - Rua Bartira, 317 - Perdizes/São Paulo 
Entrada: franca – estacionamento no local

sábado, 25 de outubro de 2025

.: Crítica: musical "Homem com H" reza o evangelho segundo Ney Matogrosso


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com. Foto: Adriano Doria

Alguns musicais nascem de uma ideia; outros, do fogo. “Ney Matogrosso - Homem com H” é dos que ardem e iluminam. A montagem da Paris Cultural, em cartaz no Teatro Porto até dia 7 de dezembro, não apenas homenageia um artista: celebra uma entidade em vida. Ney é invocado. O palco vira altar e arena, corpo e ferida, em um ritual em que o sagrado e o profano se misturam até perderem fronteira. Entre biografia musicada, liturgia do escândalo e exorcismo contra a caretice, o espetáculo vem lotando plateias e reafirmando o poder de quem transforma a própria existência em arte.

No palco, Renan Mattos é um corpo em combustão, em que arte, dor, prazer e liberdade se confundem. Nesse papel, ele está em estado de graça: o Ney Matogrosso que renasce em cena não é cópia, mas epifania. Há algo de místico no modo como o ator acende o palco - cada nota entoada por ele soa como oração pagã e os gestos dele se impõem como sacramento profano. Nesse espetáculo, o corpo do protagonista torna-se instrumento de fé e transgressão, a serviço de uma história que emerge da coragem de existir. É raro ver entrega assim, tão absoluta que parece abolir o limite entre ator e personagem, carne e mito. 

Renan Mattos canaliza o espírito de Ney Matogrosso como quem ergue um orixá: com respeito, intensidade e vertigem. Do menino tímido de Mato Grosso ao ícone que enfrentou a ditadura com o corpo nu e a voz em brasa; do amante que amou outro homem ao artista que reinventou o amor pelo pai e pela mãe; da sombra da Aids, quando tantos se apagaram, à luz de Cazuza, que começa como amante e termina como companheiro de fé. O espetáculo agrega tudo isso e faz da memória um espaço de comunhão. Cada canção é uma oferenda - não ao passado, mas ao que sobrevive dele, e também ao que restará de todos nós.

A encenação de Marilia Toledo e Fernanda Chamma é de uma inteligência cênica que não se rende ao deslumbramento. É grandiosa, mas não se perde na pirotecnia; é teatral, mas sem afetação. As diretoras compreendem que Ney é, por natureza, uma missa herética - e o espetáculo se estrutura como tal. O público assiste às transformações de figurino e maquiagem em cena como quem testemunha um milagre. Há algo de rito iniciático em ver o ator se pintar, despir-se, erguer-se e se reerguer diante de tantas camadas de si mesmo.

O texto costura vida e mito com ecos de Eduardo Galeano, autor de “As Veias Abertas da América Latina”. O Ney de “Homem com H”, intérprete de “Sangue Latino”, canta sem pudores  e sem reservas as veias expostas, as cicatrizes que não cicatrizam e o erotismo que resiste à moral. A trilha musical, conduzida por Daniel Rocha, é outro acerto. As canções - de “Pro Dia Nascer Feliz” a “Poema”, redescoberta no TikTok - reacendem o fogo de uma época que tentou ser silenciada e acabou virando mito. 

O musical entende que Ney nunca foi um sobrevivente, mas um transfigurador contrário à cultura do mais fácil. O figurino, as luzes e o uso do corpo coletivo do elenco convergem para um estado de celebração. “Homem com H” não se contenta em ser um retrato de uma biografia bem-sucedida: é uma experiência. Ney é o santo laico de uma geração que aprendeu que resistir também é um gesto estético. O espetáculo entende isso com devoção e insolência. É um musical que poderia se acomodar na reverência, mas prefere o risco de despertar a vontade de viver, mesmo quando o mundo insiste em morrer aos poucos. E é por isso que não é triste, mas profundamente vivo. "Homem com H" celebra um homem que caiu muitas vezes e, em todas elas, levantou-se maquiado, luminoso, inteiro, selvagem, livre e humano.


Musical "Ney Matogrosso - Homem com H"

Ficha técnica
Texto: Marilia Toledo e Emílio Boechat
Direção: Fernanda Chamma e Marilia Toledo
Coreografia: Fernanda Chamma
Direção musical: Daniel Rocha
Cenografia: Carmem Guerra
Figurinos: Michelly X
Visagismo: Edgar Cardoso
Desenho de som: Eduardo Pinheiro
Desenho de luz: Fran Barros & Tulio Pezzoni
Preparação vocal: Andréia Vitfer
Realização: Paris Cultural
Patrocínio: Porto Seguro
Produção geral: Paris Cultural

Elenco
Renan Mattos - Ney
Bruno Boer - Ney Cover
Vinícius Loyola e Pedro Arrais - Cazuza, Tonho, Cláudio Tovar e Romildo
Giselle Lima - Beíta, Renate Beija-Flor e Sandra Pera
Hellen de Castro - Rita Lee, Sylvia Orthof, Gilda e Yara Neiva
Enrico Verta - Gerson Conrad, Eugênio, André Midani e Frejat
Abner Debret - Vicente Pereira e Vitor Martins
Matheus Paiva - João Ricardo, Nilton Travesso e Marco de Maria
Dante Paccola - Ney Jovem, Mazzola e Paulnho Mendonça
Maria Clara Manesco - Luli, Lidoka e Fã
Tatiana Toyota - Elvira, Rosinha de Valença
Léo Rommano - Titinho, Moracy do Val, Luiz Fernando Guimarães e Arthur Moreira Lima
Ju Romano - Lena, Regina Chaves
Maurício Reducino – Ensemble
Valffred Souza - Ensemble
Vitor Vieira – Matogrosso e Guilherme Araújo
Oscar Fabião – Dódi e Grey

Banda
Teclado 1 e Regência - Rodrigo Bartsch
Teclado 2 e sub de Regência - Renan Achar
Bateria e percussão - Kiko Andrioli
Trombone, trompete, flugel - Renato Farias
Baixo elétrico, acústico e violão - Eduardo Brasil
Reed (sax tenor, clarinete, clarone, flauta) - Tico Marcio

Serviço
Temporada: 19 de setembro a 7 de dezembro de 2025
Sessões: sextas e sábados às 20h e domingos às 17h.
Duração do espetáculo: 3h (com 15 minutos de intervalo)

Ingressos
Plateia R$ 250,00
Balcão e frisa R$ 200,00
Preço Popular*: 50,00  *Obs. O ingresso PREÇO POPULAR é válido para todos os clientes e segue o plano de democratização da Lei Rouanet e está sujeito à cota estabelecida por Lei para este valor. O comprovante para compras ao valor de meia entrada é obrigatório e deverá ser apresentado na entrada do espetáculo.

Teatro Porto
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3366.8700
Capacidade: 508 lugares.
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Gratuito para clientes do Teatro Porto.

O Teatro Porto oferece a seus clientes uma van gratuita partindo da Estação da Luz em direção ao prédio do teatro. O local de partida é na saída da estação, na Rua José Paulino/Praça da Luz. No trajeto de volta, a circulação é de até 30 minutos após o término da apresentação. E possui estacionamento gratuito para clientes do teatro.

.: "Tubarão" e "De Volta para o Futuro" voltam aos cinemas para comemorar


Público poderá rever os clássicos da Universal Pictures nas telonas de todo o Brasil

A Universal Pictures anuncia a reexibição nos cinemas de dois de seus maiores clássicos: “Tubarão” ("Jaws") e “De Volta para o Futuro” (Back to the Future) - em celebração ao aniversário de lançamento dos longas lançados em 1975 e 1985, respectivamente. A reexibição dá chance dos fãs reassistirem aos filmes que marcaram suas gerações e de atingir novos públicos com uma experiência única e nostálgica. 

Dirigido pelo lendário Steven Spielberg, “Tubarão” revolucionou os gêneros de suspense e terror no cinema. Inspirado no best-seller de Peter Benchley, o filme narra a história de um grande tubarão branco que ameaça uma pequena cidade litorânea dos EUA, levando um chefe de polícia, um biólogo marinho e um caçador de tubarões a se unirem para capturar e matar temida criatura. O clássico estará em exibição nos cinemas brasileiros entre os dias 30 de outubro e 5 de novembro, em versões dubladas e legendadas, em 3D, DBOX, 4DX e IMAX 2D. 

Já “De Volta para o Futuro”, dirigido por Robert Zemeckis, conta a história de Marty McFly (Michael J. Fox), um típico adolescente americano dos anos 80, que é acidentalmente enviado de volta a 1955 em uma DeLorean movida a plutônio, uma máquina do tempo inventada por um cientista excêntrico. Durante sua jornada, Marty deve garantir que seus pais adolescentes se conheçam e se apaixonem para poder retornar ao futuro. A obra estará disponível nos cinemas entre os dias 5 e 12 de novembro, também em IMAX, 4DX e DBOX.  Para informações sobre sessões e horários, consulte a programação da rede de cinemas mais próxima. 

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.: Literalistas: Bruno Inácio indica livros de Priscila Branco e Kaio Phelipe

Por Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com. Foto: divulgação

Autor dos livros "Desprazeres Existenciais em Colapso" (Patuá), "Desemprego e Outras Heresias" (Sabiá Livros) e "De Repente Nenhum Som" (Sabiá Livros), Bruno Inácio indica a leitura de dois livros: "Desenterrar os Ossos", de Priscila Branco, publicado pela Macabéa Edições, e "Todos Nós Sonhávamos em ser Carmen Miranda", de Kaio Phelipe, publicado pela editora Impressões de Minas. 

Jornalista, mestre em comunicação e colaborador do Jornal Rascunho, Le Monde Diplomatique e São Paulo Review e tem textos publicados em veículos como Rolling Stone Brasil e Estado de Minas. “Gosto de ler dois ou mais livros ao mesmo tempo. Em geral, intercalo prosa, poesia e não ficção. Dessa vez, as minhas leituras são duas: ‘Desenterrar os Ossos’ , da Priscila Branco, e ‘Todos Nós Sonhávamos em ser Carmen Miranda’, do Kaio Phelipe - duas obras que fazem leituras sensíveis da realidade e apresentam um trabalho cuidadoso com a linguagem", afirma. Compre os livros de Bruno Inácio neste link.

"'Desenterrar os Ossos’ reúne poesias que se aprofundam em temas como o medo e a saudade, sempre de forma bastante original, com cada palavra em seu devido lugar. Priscila Branco tem uma voz autêntica e um ritmo assertivo, capaz de transmitir desde o aconchego à claustrofobia", afirma. Compre os livros de Priscila Branco, neste link.

"Já ‘Todos Nós Sonhávamos em Ser Carmen Miranda’ apresenta contos protagonizados por homens gays e mergulha em traumas, tensões e violências, mas também no amor, no desejo, na esperança e na autodescoberta. Suas histórias envolvem, cativam, emocionam e criam uma bonita ligação entre leitores e personagens. ‘Desenterrar Os Ossos’ e ‘Todos nós sonhávamos em ser Carmen Miranda’ são dois ótimos exemplos do grande momento da literatura brasileira e um lembrete de que as editoras independentes merecem mais atenção de leitores, críticos e jurados de premiações, tanto na prosa quanto na poesia”, finaliza. Compre o livro "Todos Nós Sonhávamos em ser Carmen Miranda", de Kaio Phelipe, neste link.

.: "A Noiva Cadáver" faz 20 anos e volta aos cinemas na próxima quinta-feira


Já estão abertas as vendas para a exibição em comemoração aos 20 anos da animação de Tim Burton, "A Noiva Cadáver". A Warner Bros. Pictures traz de volta aos cinemas o filme, que é considerado um dos clássicos mais queridos do universo da animação. Vinte anos após a estreia, o público poderá reviver, ou conhecer pela primeira vez, essa história misteriosa e encantadora do aclamado diretor Tim Burton, que estará em cartaz entre os dias 30 de outubro e 5 de novembro.

 Além disso, as sessões contarão com um conteúdo extra especial que revela mais sobre os bastidores e curiosidades do longa. A pré-venda de ingressos já está aberta. Mais informações neste link. No longa, o público acompanha a história de Victor Van Dort (Johnny Depp), um jovem prestes a entrar em um casamento arranjado por interesses familiares. Ao ensaiar seus votos em uma floresta, ele acidentalmente se casa com a Noiva Cadáver (Helena Bonham Carter) e é levado para a Terra dos Mortos, e descobre um mundo muito mais acolhedor e animado do que poderia imaginar. A unidade de Cinemas Cineflix Santos, fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga.

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.: Memória viva: "Roda Viva" recebe ator Antonio Pitanga nesta segunda-feira


Ator tem mais de 60 anos de carreira, ator acumula no currículo cerca de 70 filmes, diversas novelas, seriados e peças teatrais. Foto: Rodolfo Sanchez

Antonio Pitanga está de volta ao cinema com "Malês", que retrata o maior levante urbano de negros escravizados no Brasil. Para falar sobre o longa e sua trajetória como ator e diretor, ele estará no programa "Roda Viva" nesta segunda-feira, dia 27 de outubro. Ator de 86 anos de idade e mais de 60 de carreira, Antonio Pitanga acumula no currículo mais de 70 filmes, diversas novelas, seriados e dezenas de peças teatrais. 

Um dos pilares do movimento do Cinema Novo, Pitanga trabalhou com diretores emblemáticos e definitivos para a história do cinema brasileiro como: Glauber Rocha, Trigueirinho Neto, Roberto Pires, Cacá Diegues, Joaquim Pedro de Andrade, Walter Lima Jr e Anselmo Duarte. Com apresentação de Vera Magalhães, o Roda Viva vai ar ao vivo, a partir das 22h00, na TV Cultura, no site da emissora, no app Cultura Play, além de YouTube, X, TikTok e Facebook.


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.: Entrevista: Tais Araújo celebra a estreia de "Reencarne"


Recém-saída do remake de "Vale Tudo", Tais Araújo volta para protagonizar série de terror. Foto: Globo/Estevam Avellar


Um novo capítulo no gênero do terror nacional será desvendado com a chegada de "Reencarne", série de terror Original Globoplay. Em nove episódios, sendo o primeiro aberto para não assinantes, a produção transporta o público para um Goiás pouco visto, um cenário de milharais infinitos e estradas de terra onde o terror mais visceral e genuinamente brasileiro ganha vida. A trama mescla suspense e drama existencial com cenas de horror gráfico, elementos clássicos como fenômenos paranormais e forças ocultas, e um inesperado toque de romance e desejo.

Na trama, o médico cirurgião Feliciano (Enrique Diaz) desafia todos os limites para salvar sua esposa doente, Cássia (Simone Spoladore). Enquanto ele se envolve em planos cada vez mais macabros, uma série de assassinatos volta a assombrar o interior de Goiás. Decidida a mergulhar na investigação desses crimes - marcados por ferimentos misteriosos - a cética delegada Bárbara Lopes (Tais Araújo) começa a viver experiências sobrenaturais que desafiam sua visão racional do mundo.  

Essa realidade ecoa um passado de vinte anos, quando os policiais Caio (Pedro Caetano) e Túlio (Welket Bungué) investigavam casos similares, culminando na morte de Caio, e na prisão de Túlio, acusado pela fatalidade. Após cumprir sua pena, Túlio é libertado e, em meio ao desespero e ao fim de seu relacionamento com Isadora (Isabél Zuaa), sua vida é virada de cabeça para baixo com a chegada de Sandra (Julia Dalavia), que afirma ser a reencarnação de Caio. A aparição da jovem de apenas 20 anos promete reabrir as investigações do passado e conectar os personagens aos planos macabros de Feliciano. 

"Reencarne" é produzida pelos Estúdios Globo para exibição no Globoplay e criada por Amanda Jordão, Elisio Lopes Jr, Flávia Lacerda, Juan Jullian e Igor Verde. Escrita por Amanda Jordão, Elisio Lopes Jr, Juan Jullian e Igor Verde. Tem direção artística de Bruno Safadi, direção de Noa Bressane e Igor Verde. A produção é de Isabela Bellenzani, produção executiva de Lucas Zardo e direção de gênero dramaturgia de José Luiz Villamarim.

A Delegada Lopes é uma personagem bem diferente do que você está habituada a interpretar. O que a atraiu especificamente para uma série de terror como "Reencarne”?
Tais Araújo -
O que me atraiu a essa personagem foi o fato de nunca ter interpretado nada parecido com ela e nunca ter trabalhado nesse gênero. É realmente diferente de tudo o que já fiz. Diria que é uma personagem complexa, desafiadora e difícil pra caramba de fazer. E depois de todos esses anos de carreira, fazer algo tão diferente é muito estimulante. Foi incrível, muito bom e muito divertido também. 
 

Como você explica a sua personagem?
Tais Araújo - 
A Lopes é uma profissional absolutamente cética, uma delegada, que está ali para desvendar esses assassinatos em série que acontecem. E quando ela menos percebe, a sua vida é atravessada pelo sobrenatural, por algo que ela não acredita. 

 
Como você se preparou para gravar a Lopes? Você chegou a buscar alguma referência? 
Tais Araújo - Minha preparação foi com a Estrela Strauss. Para criar a delegada Bárbara Lopes foi importante buscar uma dose de humanidade dentro de uma personagem tão cética. E sobre as referências, sim, elas foram fundamentais para eu entender o gênero, até porque eu não era parte desse público que consome terror. Passei a ver umas séries que não eram só de terror, mas também que tinham uma suspensão da realidade. E muita disposição, claro (risos). 


Quais foram os grandes desafios desse trabalho?
Tais Araújo - 
As cenas de possessão me assustaram, porque eu precisei usar uma lente branca que não me permitia enxergar nada. A preparação e a expectativa eram enormes também. Mas eu posso dizer que o processo todo foi tranquilo, porque estávamos cercados de uma equipe que nos dava muita segurança, até mesmo para “brincar” com o gênero. O Bruno Safadi, nosso diretor artístico, é tão experiente e tão calmo que abrandou a nossa ansiedade.  Tecnicamente falando, as cenas de terror são difíceis. Fotografia, a trilha sonora, a caracterização, o áudio... Tudo é fundamental para contar a história e não somente a cena em si.


Qual mensagem ou reflexão você espera que o público leve para casa após assistir a "Reencarne”?
Tais Araújo - "Reencarne" fala sobre: é possível ter a vida eterna? É possível manter as pessoas que a gente ama ao nosso lado para sempre? E se a gente pudesse fazer isso, faríamos? De que forma? Acho que "Reencarne" deixa um monte de perguntas.


Quais são as suas expectativas para a estreia?
Tais Araújo - 
Eu estou muito ansiosa. Temos uma história complexa, instigante, muito interessante. Estamos contando um terror (muito) brasileiro. Estou louca para ver como o público vai receber essa história - essa é a minha maior curiosidade. 

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

.: Crítica: "Salve Rosa" é filme denúncia sobre vilania por trás das câmeras

Cena de "Salve Rosa", em cartaz na Cineflix Cinemas de Santos


Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em outubro de 2025


Rosa é a influencer dos pequenos que parece viver num conto de fadas ao lado de Dora (Karine Teles) a mãe, empresária da filha e professora. No cenário de encher os olhos de puro encantamento de "Salve Rosa" há muito mais do que se pode imaginar de uma mãe controladora a ponto de vigiar o que a filha recebe e envia no aparelho celular. Todavia, há uma justificativa para tanto, talvez para barrar qualquer abuso externo por conta da exposição da jovem nas redes sociais.

Em contrapartida, Rosa segue feliz criando conteúdo com o apoio da mãe, ainda que seja induzida até a fazer fotos no meio de uma madrugada chuvosa. Contudo, num dia na nova escola, praticando esporte, a garota passa mal e, ao acessar o resultado de um exame descobre irregularidades na saúde. Esperta, passa a ligar os pontos (mas nem todos, como por exemplo, as escapadelas noturnas de Dora) e chega até a amiga de infância Zoe. Assim, tudo o que acontece por trás das câmeras passa a ser assustador.

Num jogo de gato e rato, Rosa descobre muito mais do possivelmente imaginável. De modo assustador, o suspense "Salve Rosa" acaba remetendo ao sofrimento de Gypsy Rose, na série "The Act", enquanto que conversa com a denúncia do influencer Felca, sobre a adultização de crianças, que ganhou grandes proporções na mídia, ainda que Rosa represente uma garota de 13 anos (e Klara Castanho convence perfeitamente) dominada por uma mãe seguidora da síndrome de Peter Pan.

A produção nacional que também é uma denúncia, tem um elenco perfeito em cada cena. A dobradinha Klara Castanho e Karine Teles está irretocável, perfeitas como mãe e filha. A primeira entregando a meiguice e inocência de uma menina perto da puberdade e a segunda com uma sensualidade transbordando pelos poros aliada a uma vilania de fazer o queixo cair. O longa dirigido por Susanna Lira entrega muita tensão na trama cheia de reviravoltas capazes de surpreender qualquer mente criativa. Vale a pena conferir "Salve Rosa" nas telonas!


"Salve Rosa". Gênero: terror. Diretora: Susanna Lira. Elenco: Klara Castanho, Karine Teles, Ricardo Teodoro e Indira Nascimento. Sinopse: Após sofrer um desmaio na escola, a jovem Rosa resolve partir para a investigação sobre o seu passado. A descoberta dela acaba colocando, não apenas a relação com a sua mãe muito protetora em risco, como a sua própria vida.


O Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021. Para acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no GonzagaConsulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN.

Trailer


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