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quarta-feira, 20 de junho de 2018

.: Entrevista com Charles Möeller, o homem do teatro musical

"É fascinante trabalhar num personagem dentro de um musical que tem um pacto com a dúvida! Hoje em dia, com as redes sociais, todos têm tanta certeza de tudo, pois estão ilhados atrás de seus avatares", Charles Möeller

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Colaboração de Helder Moraes Miranda 
Em junho de 2018



Charles Möeller, figura importante para a dramaturgia brasileira, devido a longa estrada galgada com trabalhos inesquecíveis, da TV ao teatro, não se gaba pela extensão de seu currículo que inclui as ocupações de ator, diretor, autor, figurinista, cenógrafo e professor de teatro. Homem de diversas facetas dentro do teatro, brilhou na televisão em novelas como "Mico Preto" e "Xica da Silva", fez seriados como "Você decide", passou para atrás das câmeras e trabalhou em "Chiquinha Gonzaga" e "Dalva e Herivelto: Uma Canção de Amor".

Formando a produtora M&B, Möeller e Botelho, ao lado do também ator Cláudio Botelho, a dupla foi responsável pelo resgate do teatro musical no Rio de Janeiro, trazendo aos palcos brasileiros sucessos como "Beatles Num Céu de Diamantes", que há 10 anos viaja pelo Brasil, incluindo apresentações internacionais, "A Noviça Rebelde", após temporada aclamada em São Paulo, com estreia no Rio, em julho, e a novidade "Pippin", com primeira apresentação marcada para 2 de agosto, no Rio. Confira entrevista ESPECIAL com Charles Möeller, o homem do teatro musical!





RESENHANDO - Como é ser um dos responsáveis pelo resgate do teatro musical no Rio de Janeiro?
CHARLES MÖELLER: Quando começamos a fazer musical em 1990, não tinha essa caráter de resgate. Era quase um sonho impossível, uma teimosia, éramos dois garotos cheio de sonhos. Sofremos muito. Insistimos no gênero. No começo só conseguíamos pautas em teatro públicos e em horários mortos e não ia ninguém. Mas nunca esmorecemos, cada conquista foi celebrada, cada crítica, o aumento de público devagar. Formamos literalmente gerações de plateias e elencos. Eu me sinto um bandeirante que abriu estradas para todos os que vieram. Esse resgate quase impossível era de um gênero absolutamente desacreditado e faltava tudo: Desde equipamento à equipe. E não tínhamos elenco capaz de fazer com excelência as três coisas: dançar cantar e interpretar, era tudo setorizado e separado. Me dá muito orgulho de termos conseguido tanto e revertido esse placar.


RESENHANDO - Como foi sair do litoral paulista -Santos- e ganhar o mundo?
C.M. - Sempre sonhei com essa profissão. Acho que tinha muita fé também. Fé, às vezes, cega. Tudo aconteceu muito rápido comigo. Fui muito levado pelos acontecimentos e sempre chutei a bola mais pra frente que podia. Fiz teatro amador desde sempre e com 13 anos já tinha DRT e com 16 anos estava protagonizando um espetáculo na abertura do teatro SESC de Santos, chamado "O Noviço", essa peça me levou para festivais e fui imediatamente para o CPT, Companhia do Antunes Filho que fiz paralelamente aos meus estudos na faculdade de artes cênicas. Estava formado com 20 anos, fiz minha primeira peça fora o CPT,  chamada "O Concílio do Amor", com direção de Gabriel Vilela. Um olheiro me viu num elenco de 30 pessoas e me indicou para um teste na Rede Globo, para uma novela das 19! Fui para o Rio sem nunca ter pisado na cidade. Fiz o teste  e passei. Foi tudo tão rápido que em três semanas já tinha me mudado para o Rio num verão de 50 graus. Tenho pavor de calor. Com 20 anos, sozinho no Rio de Janeiro, sem conhecer ninguém, com um salário que mal pagava as minhas contas e com uma personagem enorme sem nunca ter feito TV. Foi só pancadaria. A vida sempre me colocou em furacões, mas acredito muito que marinheiro bom se faz em tempestade! E isso nos fortalece muito na estrada. Nos molda.  


RESENHANDO - O que o teatro representa em sua vida?
C.M. - O teatro me salvou em todos os sentidos. Se não fosse o teatro eu não respiraria, não comeria. Não tenho sobrevida fora do teatro. O teatro me deu tudo que tenho hoje. Sou um homem de teatro. Sou um ator, diretor, autor, figurinista, cenógrafo e professor de teatro. Não falo isso com arrogância. Falo isso, pois tudo nesse ofício, para mim, sempre foi oxigênio. Quando não trabalhava como ator, estava fazendo cenário, figurino. Assim, nasceu o autor, o diretor, o professor e o produtor. Por sobrevivência e por não me imaginar fazendo outra coisa que não seja esse ofício. A minha vida é totalmente atrelada a minha carreira e meus anos são contados por aquilo que realizei.


RESENHANDO -  Nas artes cênicas, o que prefere: ser ator, criar figurino, fazer cenografia ou produzir?
C.M. - Certamente ser diretor virou o meu ofício principal. Tanto que ele ofuscou todos os outros e hoje sou produtor apenas para realizar meus sonhos de diretor e não ter que ficar à deriva, à mercê de fazer títulos que não me interessam como artista.


RESENHANDO - O musical "Beatles Num Céu de Diamantes" completou 10 anos em cartaz, nos palcos paulistas e cariocas. Imaginava que a produção seria esse sucesso todo?
C.M. - Nunca! Beatles foi uma janela de pauta entre o "Sete - O musical" e "A Noviça Rebelde". Fui chamado no SESC Copacabana para criar um musical jovem, pois queriam mudar o público que frequentava e tive a ideia dos Beatles. Quando propus ao SESC Copacabana eles me perguntaram: Beatles é jovem? E eu respondi: Eles são eternos! Desconstruímos o som. Tiramos a bateria, a guitarra e fizemos um gênero que amo: o Musical Revue. Naquela época pouco difundido no país. Estreou muito timidamente, e em um mês éramos uma febre absoluta, os ingressos da temporada toda no Sesc se esgotaram. Formatamos para palco italiano, pois originalmente era em teatro de Arena e nunca mais parou. Já estivemos no Brasil todo. Fomos para a Europa e a cada temporada eu vejo uma enorme renovação. Tenho a sensação de que nunca vamos parar de fazer o espetáculo. Todo último dia dos Beatles a gente fala: Até daqui a pouco. Fenômeno não se explica.  


RESENHANDO - 2018 marca o resgate  de "A Noviça Rebelde" após 10 anos. Terminada temporada de sucesso em São Paulo, o musical segue para o Rio de Janeiro. Por que a trama de Maria foi escolhida? 
C.M. - A Noviça Rebelde foi um marco nas nossas carreiras. Foi o primeiro musical gigante que fizemos. Era estreia do Teatro Oi Casagrande e foi o primeiro de uma série de musicais old Broadway que tivemos uma enorme felicidade de fazer. "A Noviça" foi um sucesso estrondoso há 10 anos e repetiu um feito ainda maior dessa vez que foi lotar o Teatro Renault, de quarta a Domingo. Na primeira produção, não era uma franquia e isso aumenta muito a responsabilidade de estar naquele palco sagrado onde o nível de excelência é absoluto. 



RESENHANDO - Qual é a mágica que faz essa história tocar o coração das pessoas?
C.M. - A mágica, eu acho, está em não repetir fórmulas. Não ficar preso no sucesso de 10 anos atrás e tentar não me auto franquiar ou me remontar. Fizemos do zero. Nova roupagem, nova visão. Novo enfoque. Mas com o mesmo amor por essa história fascinante de Maria, do Capitão Von Trapp e seus filhos. Uma metáfora para o poder da musica, da arte e da cultura, capazes de mudar o luto e enfrentar qualquer totalitarismo e tirania. Claro que isso não seria possível se não tratasse de um dos musicais mais perfeitos do Oscar Hammerteimm e Richard Rodgers.


RESENHANDO - Qual é a diferença entre a Maria de Kiara Sasso e a de Malu Rodrigues? 
C.M. - Kiara e a Malu começaram comigo, são frutos de terra muito arada, regada e adubada por nós. Acho que 10 anos depois queria ter outro enfoque do personagem! Quis me aproximar mais da verdadeira Maria Kutchera. Mais indisciplinada e mais bagunceira, mais respondona. Mais selvagem e tirolesa. Uma camponesa mesmo. A Malu  tem a mesma idade  da Maria quando chega na casa do Capitão. Lemos todas as biografias existentes inclusive da Agathe Von Trapp, filha mais velha do Capitão. Acho o trabalho de ambas, Kiara e Malu, maravilhosos. A Kiara era perfeita para aquela concepção:  mais centrada,  polida , romântica  e dona da situação. A de Malu é mais para selvagem e moleca, tem relação de igual para igual com as  crianças, enquanto a de dez anos atrás era mais de governanta e preceptora. Não tinha como mudar o olhar da peça e não passar pela Maria. Sou suspeito pois amo as duas! São tintas perfeitas para quadros muito diferentes .


RESENHANDO - Gottsha -muito admirada pelo público do portal Resenhando.com- já atuou em produções Möeller e Botelho, como "Nine", "Beatles Num Céu de Diamantes" e "Rocky Horror Show", sendo que atualmente, está em "A Noviça Rebelde". Como é trabalhar com ela?
C.M. - Gottsha é minha irmã. Temos um relação que vai além dos palcos. Começamos juntos. Passamos por tudo. Muitas alegrias, muitas tristezas. Temos uma simbiose. Amamos estar juntos e ela é um gênio. Tem dos timbres mais lindos que já ouvi. Gosto sempre de dar outros rumos para ela, fiz isso a vida toda com ela, e ela embarca cegamente em todas e tudo que peço. 



RESENHANDO - Por que colocá-la no papel de Madre Superiora em "A Noviça Rebelde"?
C.M. - A Madre Superiora é  tudo aquilo que ninguém pensaria em dar para ela. Acostumada a papéis muito exuberantes, voz muito vinculado ao Pop music e a Disco, como encarar uma senhora, quase lírica e de hábito, sem maquiagem?  Mas ela vai de Bach a Emilinha. Ela é um ser humano muito agregador. Tem uma relação de muito amor e envolvimento com o trabalho quando ela acredita. Também, quando não acredita sai de baixo! Ela gosta quando é provocada e corre atrás de superação. Somos muito amigos, mas sabemos muito bem a hora de trabalhar. Se tenho que ser duro com ela, ela sabe que serei.  É muito difícil quando você trabalha com artistas que não querem ser dirigidos ou quando são ficam num mar de lágrimas e justificativas. Gottsha é muito prática, como eu, e sabe que sempre vou querer ela brilhando e ela sempre brilha. Nunca passa desapercebida, pois tem muita luz e é uma estrela no melhor sentindo da palavra. Ela brilha, mas sabe que não faz isso sozinha então sempre vai pensar no todo.


RESENHANDO -  Há novos projetos no teatro musical de Möeller e Botelho com Gottsha?
C.M. - Sempre há ! E quando não há ela se escala. (risos)


RESENHANDO - Como é a experiência de refazer super produções como "Beatles Num Céu de Diamantes" e "A Noviça Rebelde"?
C.M. - A experiência é sempre ter um frescor, não pensar em repetir e tirar coelhos da cartola e sempre se reinventar, manter a chama acesa, não cair nunca no burocrático e deitar no sucesso. Os deuses não perdoam quando você se acredita muito e acha que sabe tudo. Sempre estou me atualizando. Estou reiniciando todos os dias. Gente que acha que chegou lá fica sempre chata e chateado. Acho a chatice o túmulo do artista.


RESENHANDO - "Rocky Horror Show" é uma produção emblemática. Por que vocês sentiram vontade de montar esse espetáculo que toca em assuntos ainda polêmicos? Há previsão de ser remontada?
C.M. - Não acho polêmico, acho muito saudável e divertido brincar com esses temas. Antes de mais nada ele trata de uma grande homenagem ao trash movie, filme B, ficção cientifica. O "Rocky Horror" é anárquico por natureza. E não podemos colocar numa caixa, rotularmos ou classificá-lo, assim ele perderia sua essência que é ser o avesso do avesso. Trata com muito humor a possibilidade de não idealizar a vida, não romantizar o sonho. Não Sonhe : seja! Faça aquilo que te dê prazer, em todos os sentidos. Não é à toa que eles brincam iconicamente com a imagem da boca faminta, sedenta... Não temos previsão pra remontar, mas é claro que o ROCKY merece ser revisto sempre pois: Let's do the time-warp again.




RESENHANDO - Atualmente, está trabalhando na produção de "Pippin". O que lhe impulsionou a escolher outro grande musical da Broadway?
C.M. - Nesses 30 anos de carreira, já temos mais de 44 espetáculos e todos tem um norte: Nunca fizemos um espetáculo pensando se ele será um sucesso de público ou qual é demanda do mercado. O Pippin assim como muitos é sonho antigo. Amo essas músicas desde adolescente. Somos adoradores de Bob Fosse e durante anos nosso aquecimento era feito com "Magic to do", em todas as peças! Tentei comprar algumas vezes e nunca conseguia. Quando soube da remontagem, enlouqueci e estava na primeira fila da estreia da Diane Paulos.  Quando os direitos de não réplica ficaram disponíveis compramos e estamos renovando há muitos anos e finalmente conseguimos patrocínio para a tão sonhada mágica .


RESENHANDO - "Pippin" trabalha o autoconhecimento e o significado da vida. O que já pode adiantar da nova produção?
C.M. - A peça é muito profunda e quanto mais trabalho nela, vejo a modernidade. Acho o "Pippin", o "Hamlet" dos musicais. É fascinante trabalhar num personagem dentro de um musical que tem um pacto com a dúvida! Hoje em dia, com as redes sociais, todos tem tanta certeza de tudo, pois estão ilhadas atrás de seus avatares. É maravilhoso tratar de um personagem que duvida de tudo, o tempo todo, até dele mesmo e quer, acima de tudo, ter uma vida extraordinária sem escolhas ordinárias! A produção está sendo feita com o rigor e amor de sempre. Estamos muito apaixonados por todo o processo e espero que todos tenham o mesmo prazer vendo do que estamos tendo em fazer.


RESENHANDO - Entre as excelentes produções da dupla Möeller e Botelho, há preferência por alguma? Qual?
C.M. - É como você me perguntar qual é o filho que eu acho mais bonito? Vou sempre falar o último, pois nunca fiz nenhum trabalho sem chegar no meu limite. Quando faço, vivo aquilo tão intensamente que me transformo por inteiro. Tanto que quando estreia eu me afasto para tentar me reciclar e deixar o navio zarpar. Não tenho uma preferencia explícita. Tenho marcos na carreira. Às vezes, nem sempre, foram os que deram mais bilheteria. Mas tiveram mais significado.  O "7 - O musical", foi nossa peça de menor bilheteria que me deu mais prêmios, mais dívidas, mas fui muito feliz fazendo.


RESENHANDO - Há outros projetos para levar aos palcos? 
C.M. - Muitos outros sempre. Na sequência do Pippin faremos "West Side Story", no Teatro Municipal. Ano que vem já temos duas remontagens de outros títulos da M&B, estamos gostando de nos revisitar. E mostrar para novas gerações títulos nossos. Vivo disso e não me dou o luxo de achar que ocupo um lugar inatingível. Continuo matando um leão por dia, a tapa, e sei que não existe hegemonia nessa profissão. Sou operário braçal mesmo.



*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm



Audição não é só difícil pra quem faz . A banca sofre muito . O espetáculo começa a ser feito nesse xadrez . Quem é reprovado não significa que ele não serve . Tudo é uma fórmula que é criada naquele instante . Um NÃO numa audição pode ser um SIM para uma próxima . Assim como um SIM nessa pode significar um NÃO pra próximas . O artista se faz no dia a dia no convívio ,na jornada ! Há anos não via uma audição tão sensacional de gente tão incrível como no @musicalpippin ! Queria ficar com todos . Bravo pra todos que participaram e pelo nível de excelência de TODOS.Já com estou muitas saudades da audição de @musicalpippin e já loucos para começar a ensaiar! 😊 🕺🤸 #charlesmoeller #Pippin #pippinmusical #musicalpippin #teatromusical #musicais #moellerbotelho #musicaltheatre
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terça-feira, 29 de agosto de 2017

.: Espetáculo com repertório dos Paralamas do Sucesso no Teatro Folha

Crédito: Flavio Russo
Grandes artistas da MPB assinam novos arranjos com variedade de referências musicais


O musical “Paralamas em Cena” estreia dia 06 de setembro no Teatro Folha e tem como fonte de inspiração o repertório da banda Paralamas do Sucesso, mesclando música e teatro, com referência nos anos 80 num estilo “rock de garagem”. As sessões serão as quartas e quintas-feiras às 21h até 26 de outubro.

As músicas da banda ganham novos arranjos para o espetáculo que tem direção geral de Isser Korik. As letras são utilizadas como texto de teatro e formam o fio condutor da montagem. O musical exalta a riqueza de letras como “Meu Erro”, “Óculos” e “Lanterna dos Afogados”, entre outros hits. Esta é a segunda montagem do projeto MPB em cena, que promete continuar revisitando e valorizando a música brasileira.

Os arranjos apresentam variedade de referências musicais passando pelo hardcore, rock balada, ritmos brasileiros, jazz e, claro, rock dos anos 80. Com direção musical e arranjos vocais do maestro  Paulo Nogueira, o espetáculo conta com renomados músicos que formam o time de arranjadores. Zeca Baleiro fez arranjo de um medley com as músicas “Saber Amar”, “Um Amor Um Lugar”, “Cuide Bem  do Seu Amor” e “Aonde Quer que eu Vá”; André Abujamra trabalhou com as músicas “O Calibre”, “Selvagem” e “O Beco”; Miguel Briamonte criou arranjo para “Lanterna dos Afogados”; Jair Oliveira assina arranjo para o medley com as músicas “A Lua que Eu te Dei”, “Só Pra te Mostrar”, “O Amor Não Sabe Esperar”. O musical tem também arranjos feitos por Ricardo Severo, Drika Lima, Marcelo Castro, Crika Amorim, Peter Mesquista, Rodolfo Schwenger, Kalau, Ivan Parente, Osmar Barutti e Paulo Nogueira.

A montagem conta ainda com a coreógrafa e preparadora corporal Vanessa Guillen, que além de coordenar a movimentação dos atores, realizou um trabalho de criação de coreografia com movimentos baseados na linguagem do teatro musical.

O elenco é formado por quatro atores convidados e mais sete escolhidos de uma oficina de teatro musical realizado pela produtora Conteúdo Teatral durante os meses de junho, julho e agosto de 2017. Os atores convidados Ruy Brissac - que interpretou o personagem Dinho no musical “Mamonas Assassinas”-, Carol Bezerra, Juliana Romano e Diego Rodda vão se juntar aos sete atores selecionados da oficina de teatro musical que passaram por um intenso processo de preparação ao longo de três meses. São eles: Ana Catharina Oliveira, Anna Paula Alonso, Carol Eloá, Érica Correia, Éric Terra, Gui Giannetto e Nalin Junior.

Sobre o projeto MPB em Cena: A montagem é a segunda realização do projeto MPB em Cena, que nasceu em 2014 com o espetáculo “Ivan Lins em Cena”. O projeto faz homenagem a grandes criadores da música brasileira, apresentando o melhor de seu repertório para público de todas as gerações. Além disso, investe numa renovação da linguagem de teatro musical brasileiro.

Sobre o diretor geral Isser Korik: Diretor, ator, produtor, tradutor e dramaturgo. É diretor artístico da produtora  Conteúdo Teatral e do Teatro Folha. Coleciona trabalhos marcantes como comediante em quase 30 anos de carreira, como, “Vacalhau & Binho”, de Zé Fidélis, que permaneceu oito anos em cartaz; “O Dia que Raptaram o Papa”, de João Bethencourt; “E  o Vento não Levou”, de Ron Hutchinson, Concebeu “Nunca se Sábado...”, apresentado em quatro temporadas sob sua direção-geral, marcando a cena paulistana. Dirigiu a trilogia cômica de Alan Ayckbourn “Enquanto Isso...”; “O Mala”, de Larry Shue; o projeto “Te Amo, São Paulo”, que reuniu grandes nomes da dramaturgia paulista; além dos infantis “A Pequena Sereia”, de Fábio Brandi Torres; “Grandes Pequeninos”, de Jair Oliveira; “Cinderela”, “O Grande Inimigo” e “Ele é Fogo!”, de sua autoria, tendo recebido por esse último o Prêmio APCA.

Seus trabalhos de direção mais recentes são as comédias “A Minha Primeira Vez”, de Ken Davenport; “Jogo Aberto”, de Jeff Gould; e “O Empréstimo”, de Jordi Galceran, atualmente em cartaz no Teatro Folha.

No teatro musical, foi coprodutor de espetáculos muito bem recebidos pelo público e crítica: “Um Violinista no Teatro”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 minutos” ,“Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles Num Céu de Diamantes”, todos dirigidos por Charles Möeller e Claudio Botelho, além de ter dirigido “Ivan Lins em Cena”.

Sobre o diretor musical Paulo Nogueira: Cursou bacharelado  em Direito e Música, iniciando sua carreira como pianista e, posteriormente, professor, maestro e diretor musical. Aperfeiçoou-se com grandes profissionais brasileiros e estrangeiros. Vencedor de vários prêmios, atuou no campo operístico como regente e diretor musical em montagens do Theatro Municipal de São Paulo. Regente-Coral desde 1989, desenvolveu junto à terceira idade um importante trabalho de cunho sociocultural reconhecido pela sociedade artística através de honrarias e CD's. Assumiu as funções de regente e assistente de direção na Orquestra Sinfônica Municipal, Orquestra Experimental de Repertório e nos musicais O Fantasma da Ópera, Miss Saigon, A Bela e a Fera e Cats. Conduziu orquestras Brasileiras em concertos, récitas de óperas, apresentações com solistas renomados e o Balé da Cidade de São Paulo. Foi diretor musical para o casting de Zorro e A Família Addams, regeu a trilha sonora do filme Salve Geral. Como professor, dirigiu os cursos de montagem dos musicais Ópera do Malandro, Priscilla, A Rainha do Deserto, Rock of Ages, O Fantasma da Opera, Fame, Chorus Line, Footloose, The Book Of Mormon, Rent, Cats e Jekyll&Hyde. Exerceu funções de Diretor Musical, Maestro e Primeiro Pianista nos musicais Pernas pro Ar com Cláudia Raia, O Médico e o Monstro (Jekyll&Hyde), Mamma Mia, FAME e Nas Alturas (In The Heights). Diretor Musical, arranjador e orquestrador em Como Vencer na Vida Sem Fazer Força (indicado como melhor direção musical pelo Prêmio Censgranrio e APTR) e O Menino Maluquinho, o musical. Seus próximos projetos incluem, Ghost, o musical, Dias de Luta , Dias de Glória e The Young Frankenstein.

Sobre a coreógrafa Vanessa Guillen: Bailarina, coreógrafa e diretora teatral. Tem sólida formação em ballet clássico e dança contemporânea, através dos melhores profissionais do Brasil e de Cuba. Possui cursos de formação em teatro, direção, expressão corporal e aperfeiçoamento em técnicas corporais. Foi bailarina das companhias: Balé da Cidade de SP, Ballet Stagium, Cia de Danças de Diadema, Siameses e Cia Druw. Participou de tournées pela Alemanha, França, Áustria, Luxemburgo, Espanha, Uruguai e China, e por quase todos os estados brasileiros. Foi assistente de direção, diretora residente e dance captain ao lado de José Possi Neto nos musicais: Crazy For You, Cabaret, New York New York, Emoções Baratas e Bark! Um Latido Musical. Assistente de direção de Rodolfo Garcia Vasquez na peça Roberto Zucco, prêmio APCA de melhor direção 2010 e de José Possi Neto na peça Vidas Privadas. Dirigiu e coreografou O Homem n´Água, com Paulo Goulart Filho. Ministra aulas e coreografa grupos há 20 anos.

Sobre a orientadora de interpretação Fezu Duarte: Foi diretora artística do Teatro Brasileiro de Comédia de 1998 a 2003. No TBC, criou a Cia. de Repertório e atuou como atriz em “Ópera do Malandro”, com direção de Gabriel Villela. Fundou também a Cia. de Teatro Rock, em que dirigiu os espetáculos “QAP”, “A Borboleta sem Asas” e “Na Cama com Tarantino”. Em 2004, dirigiu “Revolução Urbana”, primeiro espetáculo sobre o Legião Urbana. Assinou a direção dos musicais “A Sessão da Tarde ou Você Não Soube Me Amar”, “Lado B – Mudaram as Estações” e “Os Saltimbancos”, que permaneceu por quatro anos entre os dez melhores espetáculos infantis na Veja São Paulo.
Sua direção mais recente é o musical “Na Laje”, escrito por Marcos Ferraz, um espetáculo bem brasileiro, com pagodes dos anos 90.

Sobre o elenco convidado: 
Carol Bezerra - formada em Educação Artística com habilitação em Cênicas e Música pelo Instituto de Artes da Unesp-SP e em Canto Popular pela antiga Universidade Livre de Música (atual EMESP). Integrou o elenco do espetáculo "Garricha" do diretor americano Bob Wilson. Também atuou em "Beatles num Céu de Diamantes", "Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 minutos", direções de Moeller e Botelho, "Divina Elizeth", "Tom e Vinícius" e "Grandes Pequeninos",  peça infantil com direção de Isser Korik, que lhe rendeu indicação ao prêmio FEMSA de melhor atriz coadjuvante. No cinema fez o longa-metragem "Noel: Poeta da Vila", vivendo o papel de Aracy de Almeida.

Diego Rodda - ator, músico e produtor musical. Atuou em “A Lenda do Quebra-Nozes”, direção de Telma Dias, do Grupo Permanente de Pesquisa;  “Pinocchio - The Broadway Musical" e "O Mágico e Oz", direção de BillyBond; "Os Saltimbancos" e “Na Laje”, com direção de Fezu Duarte. Pela Cia. de Teatro Rock, atua em "A Sessão da Tarde", "Lado B – Mudaram As Estações” e "Se Essa Rua Fosse Minha" com direção de Fezu Duarte, Marcos Okura e Fábio Ock. Integra a Cia. Viradalata, atuando em "Medinho Medão”, "Viralatas - O Musical” e “Vilcabamba", com direção de Alexandra Golik.

Juliana Romano - cantora, atriz e dubladora. Começou cantando em casas noturnas, interpretando vários estilos musicais. Já atuou em diversos musicais “O Pinocchio”, “O Mágico de Oz”, entre outros.

Ruy Brissac - ator, cantor e compositor. Começou sua carreira no mundo da música muito cedo, aos 8 anos de idade, cantando no coral da igreja e na escola que estudava. Aos 15 anos montou sua primeira banda de Rock com seus amigos, a "Kronos". Entre vários trabalhos, atuou em "Palavra Cantada", "Mamonas Assassinas", que lhe rendeu prêmio de ator revelação no Prêmio Bibi Ferreira.

FICHA TÉCNICA
Direção de atores - Fezu Duarte e Isser Korik
Direção musical  e preparação vocal - Paulo Nogueira
Coreografia e preparação corporal - Vanessa Guillen
Assistentes de coreografia e preparação corporal - Helen Ferla e Anna Paula Alonso
Elenco - Ana Catharina Oliveira, Anna Paula Alonso, Carol Bezerra, Carol Eloá, Diego Rodda, Érica Correia, Éric Terra, Gui Giannetto, Juliana Romano, Nalin Junior e Ruy Brissac.
Arranjadores convidados - André Abujamra, Crika Amorim, Drika Lima, Ivan Parente, Jair Oliveira, Kalau, Marcelo Castro, Miguel Briamonte, Osmar Barutti, Paulo Nogueira, Peter Mesquita, Ricardo Severo, Rodolfo  Schwenger e Zeca Baleiro.
Cenário  e figurinos - Isabel Gomez
Assistentes de cenário  e figurinos - Pedro Pó e Leticia Faria
Vídeos - Lucas Mendes
Iluminação - Isser Korik
Assistente de iluminação - Rafael Pereira
Equipe técnica - Jardim Cabine
Criação Gráfica - LAB 212
Fotografia  - Flavio Russo      
Coordenação de produção  - Isabel Gomez
Assistente de produção e administração - Pedro Pó
Direção Geral - Isser Korik
Realização - Jornaleiro Participações

SERVIÇO – “Paralamas em Cena”
Local: Teatro Folha
Estreia: 06 de setembro 
Temporada até: 26 de outubro
Apresentações: quartas e quintas-feiras, 21h
Ingresso: R$40,00 (setor único)
Duração: 60 minutos
Classificação: 10 anos

Sobre a Conteúdo Teatral: O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua há mais de quinze anos em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística de Isser Korik e direção comercial de Léo Steinbruch, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores.

Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, “A Pequena Sereia”, “Grandes Pequeninos”,  “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”, “Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso...”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado...” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

.: Conteúdo Teatral convoca para montagem de "Paralamas em Cena"

Montagem é o segundo projeto do Programa de Inserção ao Mercado de Teatro.

A Conteúdo Teatral seleciona 32 parceiros coprodutores, entre atores,  estudantes de teatro ou recém-formados, para a segunda montagem a ser realizada dentro do Programa de Inserção ao Mercado de Teatro (PIT). O musical “Paralamas em Cena” será montado com os maiores sucessos da banda Os Paralamas do Sucesso, um dos ícones do rock nacional. As inscrições para a seleção devem ser feitas no site da Conteúdo Teatral (http://www.conteudoteatral.com.br) até o dia 29 de fevereiro.

“Paralamas em Cena” fará sua estreia no Teatro Folha no dia 5 de agosto e cumprirá temporada até 25 de setembro. Antes da temporada os atores passarão por um processo que, além de prepará-los para o palco, propõe atividades para que tenham noções práticas de produção. Um dos objetivos do PIT é deixar os atores preparados para serem empreendedores de seus próprios projetos. Este processo já está em curso com o elenco da primeira montagem do PIT, a comédia “Pra Inglês Ver”, que estreará no dia 4 de maio no Teatro Folha.

O investimento de cada ator-coprodutor para a montagem de “Paralamas em Cena”  é de R$4.400,00, que pode ser dividido em quatro parcelas. Este investimento garante a realização da montagem e temporada. Eventuais lucros obtidos na temporada serão pagos aos coprodutores em valores proporcionais à cota investida no projeto.

Ao final da primeira etapa preparatória serão selecionados oito atores, entre os 32 coprodutores, para compor o elenco do espetáculo. Os ensaios acontecerão no período de 18 de março a 12 de junho. Antes da estreia para o público, a montagem deverá ser apresentada em diversos ensaios abertos e apresentações para convidados durante os meses de junho e julho, num processo que busca afinar todos os detalhes do musical para apresentar um resultado profissional.

Sobre a montagem “Paralamas em Cena”
O espetáculo musical promete ser uma grande viagem pelo repertório da banda Os Paralamas do Sucesso. A montagem dá continuidade ao projeto "MPB em Cena", iniciado no ano de 2014 com a peça “Ivan Lins em Cena”.

“A proposta é mergulhar no rico universo das letras de compositores da Música Popular Brasileira para desenvolver a montagem de um musical. Haverá uma maratona de ensaios de canto, expressão corporal e interpretação. Os atores participarão da vivência da construção completa de um espetáculo e parte deles entra no elenco definitivo”, explica o diretor Isser Korik.

O repertório da banda Os Paralamas do Sucesso, uma das mais importantes do rock nacional, ganhará novos arranjos. As letras serão trabalhadas como um texto de teatro e os arranjos criados de acordo com a potência vocal de cada ator. A ideia é que o resultado artístico possa se comunicar com o público que não esquece o marcante repertório e também os mais jovens que poderão conhecer sucessos, como, “Meu Erro” e “Lanterna dos Afogados”.

Além de Isser Korik, a equipe de preparação dos atores conta com a coreógrafa Vanessa Guillen, o diretor musical Paulo Nogueira e a diretora Fezu Duarte. O trabalho destes profissionais em conjunto deve resultar num musical com novos arranjos, letras das músicas formando uma dramaturgia teatral, tudo feito a partir da criação com o elenco.

Sobre o diretor musical Paulo Nogueira
Cursou bacharelado  em Direito e Música, iniciando sua carreira como pianista e, posteriormente, professor, maestro e diretor musical. Aperfeiçoou-se com grandes profissionais brasileiros e estrangeiros. Vencedor de vários prêmios, atuou no campo operístico como regente e diretor musical em montagens do Theatro Municipal de São Paulo. 

Regente-Coral desde 1989, desenvolveu junto à terceira idade um importante trabalho de cunho sociocultural reconhecido pela sociedade artística através de honrarias e CDs. Assumiu as funções de regente e assistente de direção na Orquestra Sinfônica Municipal, Orquestra Experimental de Repertório e nos musicais "O Fantasma da Ópera", "Miss Saigon", "A Bela e a Fera" e "Cats". Conduziu orquestras brasileiras em concertos, récitas de óperas, apresentações com solistas renomados e o Balé da Cidade de São Paulo. 

Foi diretor musical para o casting de "Zorro" e "A Família Addams", regeu a trilha sonora do filme "Salve Geral". Como professor, dirigiu os cursos de montagem dos musicais "Ópera do Malandro", "Priscilla, A Rainha do Deserto", "Rock of Ages", "O Fantasma da Ópera", "Fame", "Chorus Line", "Footloose", "The Book Of Mormon", "Rent", "Cats" e "Jekyll&Hyde". Exerceu funções de Diretor Musical, Maestro e Primeiro Pianista nos musicais "Pernas Pro Ar com Cláudia Raia", "O Médico e o Monstro" ("Jekyll&Hyde"), "Mamma Mia", "FAME" e "Nas Alturas" ("In The Heights"). Diretor Musical, arranjador e orquestrador em "Como Vencer na Vida Sem Fazer Força" (indicado como melhor direção musical pelo Prêmio Censgranrio e APTR) e "O Menino Maluquinho", o musical. Seus próximos projetos incluem, "Ghost, o Musical", "Dias de Luta" , "Dias de Glória" e "The Young Frankenstein".

Sobre a Coreógrafa Vanessa Guilen
Bailarina, coreógrafa e diretora teatral. Tem sólida formação em balé clássico e dança contemporânea, por meio dos melhores profissionais do Brasil e de Cuba. Possui cursos de formação em teatro, direção, expressão corporal e aperfeiçoamento em técnicas corporais. Foi bailarina das companhias: Balé da Cidade de SP, Ballet Stagium, Cia. de Danças de Diadema, Siameses e Cia Druw. Participou de turnês pela Alemanha, França, Áustria, Luxemburgo, Espanha, Uruguai e China, e por quase todos os estados brasileiros. Foi assistente de direção, diretora residente e dance captain ao lado de José Possi Neto nos musicais: "Crazy For You", "Cabaret", "New York New York", "Emoções Baratas" e "Bark! Um Latido Musical". Assistente de direção de Rodolfo Garcia Vasquez na peça "Roberto Zucco", prêmio APCA de melhor direção 2010 e de José Possi Neto na peça "Vidas Privadas". Dirigiu e coreografou "O Homem n´Água", com Paulo Goulart Filho. Ministra aulas ecoreografa grupos há 20 anos.

Sobre a orientadora de interpretação Fezu Duarte
Foi diretora artística do Teatro Brasileiro de Comédia de 1998 a 2003. No TBC, criou a Cia. de Repertório e atuou como atriz em “Ópera do Malandro”, com direção de Gabriel Villela. Fundou também a Cia. de Teatro Rock, em que dirigiu os espetáculos “QAP”, “A Borboleta sem Asas” e “Na Cama com Tarantino”. Em 2004, dirigiu “Revolução Urbana”, primeiro espetáculo sobre o Legião Urbana. Assinou a direção dos musicais “A Sessão da Tarde ou Você Não Soube Me Amar”, “Lado B - Mudaram as Estações” e “Os Saltimbancos”, que permaneceu por quatro anos entre os dez melhores espetáculos infantis na Veja São Paulo.

Sobre o diretor geral Isser Korik
Diretor, ator, produtor, tradutor e dramaturgo, coleciona trabalhos marcantes como comediante em quase 30 anos de carreira. Entre eles, “Vacalhau & Binho”, de Zé Fidélis, que permaneceu oito anos em cartaz; “O Dia que Raptaram o Papa”, de João Bethencourt; e, recentemente, “E  o Vento não Levou”, de Ron Hutchinson, e “Toda Donzela Tem um Pai que É Uma Fera”, de Gláucio Gill. Como diretor se destaca na comédia e no humor. Concebeu “Nunca se Sábado...”, apresentado por quatro temporadas sob sua direção-geral, que marcou a cena paulistana. Dirigiu o sucesso “A Minha Primeira Vez” (crítica neste link), de Ken Davenport; a trilogia cômica de Alan Ayckbourn “Enquanto Isso...”; “O Mala”, de Larry Shue; o projeto “Te Amo, São Paulo”, que reuniu grandes nomes da dramaturgia paulista; além dos infantis “A Pequena Sereia”, de Fábio Brandi Torres; “Grandes Pequeninos”, de Jair Oliveira; “Cinderela”, “O Grande Inimigo” e “Ele é Fogo!”, de sua autoria, tendo recebido por esse último o Prêmio APCA. É diretor artístico da Conteúdo Teatral.

No teatro musical, foi coprodutor de espetáculos muito bem recebidos pelo público e crítica: “Um Violinista no Teatro”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos” ,“Nine - Um Musical Felliniano” e “Beatles Num Céu de Diamantes”, todos dirigidos por Charles Möeller e Claudio Botelho, além de ter dirigido “Ivan Lins em Cena”.

Ficha Técnica - “Paralamas em Cena”
Direção Geral - Isser Korik
Interpretação - Fezu Duarte
Expressão Corporal - Vanessa Guillen
Diretor Musical - Paulo Nogueira 

Serviço – Programa de Inserção no Mercado de Teatro (PIT)
“Paralamas em Cena”
Inscrições: As inscrições para a coprodução podem ser feitas no site da Conteúdo Teatral (http://www.conteudoteatral.com.br/) até 29 de fevereiro de 2016. O candidato deve preencher formulário no site e enviar curriculum e foto. Trinta e duas vagas. 

Investimento: R$ 4.400,00, em quatro parcelas de R$ 1.100, a serem pagas em 15 de março, 15 de abril, 15 de maio e 15 de junho de 2016.

Ensaios: de 18 de março a 12 de junho de 2016, sextas-feiras e domingos, das 13h às 19h. Haverá ensaios abertos e apresentações para convidados durante os meses de junho e julho.

Local dos ensaios: Teatro dos Arcos. Rua Jandaia, 218 – São Paulo, SP. CEP: 01316-100

Feedback aos participantes e anúncio do elenco definitivo: 21 de junho de 2016 
Ensaios do elenco definitivo: Acontecerão de 23 de junho a 4 de julho de 2016, ensaios abertos em 5, 12, 19 e 26 de julho de 2016, e ensaios finais de 27 de julho à 4 de agosto de 2016.

Temporada – “Paralamas em Cena”
Local: Teatro Folha
Estreia: 5 de agosto
Temporada até: 2 de outubro
Apresentações: sexta-feira, 21h30; sábado, 20h e 22h; domingo, 20h

Sobre a Conteúdo Teatral
O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua há mais de dez anos em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística de Isser Korik e direção comercial de Léo Steinbruch, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores.

Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, “A Pequena Sereia”, “Grandes Pequeninos”,  “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”, “Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso...”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado...” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

.: #ResenhandoIndica: Maratona teatral em São Paulo para final de semana

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em dezembro de 2017



Maratonar é um verbo comumente usado por quem se propõe a assistir uma sequência de filmes ou episódios de uma determinada série. Seguindo essa ideia, o #ResenhandoIndica uma maratona de peças teatrais em São Paulo, a qual nossa equipe provou e aprovou, nesse último final de semana, de 2 a 3 de dezembro.

Sábado, às 15 horas, foi dado o ponta-pé inicial com "Kiwi", no Teatro Eva Herz. A peça teatral provoca a refletir diante da história de uma jovem abandonada pela mãe durante a adaptação da cidade-sede dos Jogos Olímpicos. Nas ruas, encontra uma "nova família", passa a ser chamada de Kiwi (Rita Batata), entregue à dura realidade se depara com a violência, o uso de drogas e a prostituição infantil. Contudo, é o amigo Lichia (Lucas Lentini) quem minimiza o impacto dos eventos ruins. Assim, essa parceria ganha importância na construção de um sonho a se tornar realidade. 

Mais: http://www.resenhando.com/2017/11/premiado-espetaculo-kiwi-em-curta.html



Na sequência, às 23:59 horas, foi o início do show de hipnose cômica: "Magicamente", no Teatro Folha. Brincalhões, os hipnólogos André Attie, Eduardo Neaime e Sany Machado envolvem, com muito bom humor, a plateia, inclusive, os interessados sobem ao palco para participarem das hipnoses que divertem de modo sadio. Embora sejam feitas brincadeiras para entreter a todos, como por exemplo, falar coisas engraçadas, dançar, formar uma banda musical com instrumentos imaginários, há muita ética e respeito dos hipnólogos com os convidados. É uma experiência inesquecível, seja para quem permanece na plateia ou participa com o trio, no palco.

Mais: http://www.resenhando.com/2017/10/espetaculo-magicamente-um-show-de.html



Às 16 horas do domingo, foi a vez do espetáculo infantil "Alice no País das Maravilhas", da Cia Le Plat du Jour, no Teatro Folha. A adaptação livre do livro “Aventuras de Alice no país das maravilhas” de Lewis Carroll, é encantadora e envolvente para todo o público, desde as crianças aos adultos. Assim, todo o público participa da grande viagem da protagonista, a mudança de tamanho, a amizade com um coelho que anda de ponta cabeça, o encontro engraçado com um cachorro gigante, um cogumelo que canta, um dragão que voa, até aparecer a rainha autoritária que assusta pela pequena dose de maldade, mas faz muito mais graça. 

Mais: http://www.resenhando.com/2017/09/alice-no-pais-das-maravilhas-reestreia.html



Para encerrar a maratona teatral dos Resenhanders, com chave de ouro assistimos a última apresentação de "Chopin ou o Tormento do Ideal", no Teatro Porto Seguro. No palco, Nathalia Timberg interpreta Chopin ao lado da pianista Clara Sverner, com música e poesia, ilustradas por belas imagens projetadas ao fundo, a atuação da dupla se complementa. A montagem consagrada aos 20 anos de vida de Chopin, dirigida por José Possi Neto, traz a atriz Nathalia Timberg,  pela primeira vez na carreira, interpretando um personagem masculino. Sensível e marcante!

Mais: http://www.resenhando.com/2017/11/chopin-ou-o-tormento-do-ideal-com.html

Então, quer seguir o conselho? Aproveite dezembro e escape para os teatros paulistanos. "KIWI", fica em cartaz , até o dia 10 dezembro, no Teatro Eva Herz, dentro da Livraria Cultura, na Avenida Paulista. “Magicamente - Um show de Hipnose Cômica”, pode ser conferido até o dia 16 de dezembro, no Teatro Folha. Também no Teatro Folha, dentro do Shopping Pátio Higienópolis, "Alice no País das Maravilhas” fica em cartaz até 17 de dezembro. Já "Chopin ou o Tormento do Ideal" teve somente sessões especiais nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro. Qual é a nossa sugestão para o seu domingo à noite, então? Assistir o musical “Beatles Num Céu de Diamantes”, também no Teatro Folha, às 20 horas. Nós recomendamos!





"KIWI"
Teatro Eva Herz (168 lugares)
Livraria Cultura – Conjunto Nacional
Avenida Paulista, 2073 – Bela Vista - São Paulo/SP
Bilheteria: (11) 3170-4059 / www.teatroevaherz.com.br
Terça a sábado, das 14h às 21h. Domingos das 12h às 19h. Formas de Pagamento: Dinheiro / Cartões de débito – Visa Electron e Redeshop / Cartões de crédito – Amex, Visa, Mastercard, Dinners e Hipecard. Não aceita cheque.
Vendas: www.ingressorapido.com.br
Sábados e domingos às 15h - R$ 40 
Duração: 60 minutos
Recomendação: 12 anos
Texto de Daniel Danis
Com Rita Batata e Lucas Lentini



“Magicamente - Um show de Hipnose Cômica”
Local: Teatro Folha
Temporada: até 16 de dezembro de 2017
Apresentações: sábado, às 23h59
Ingresso: R$50 (setor único)
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: 10 anos
*Valor referente a ingresso inteiro. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.
Teatro Folha
Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço 
Telefone: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 
Site: www.teatrofolha.com.br


"Alice no País das Maravilhas”
Local: Teatro Folha
Temporada: até 17 de dezembro de 2017
Apresentações: sábados e domingos, às 16h.
Ingresso: R$ 40,00 (setor único) *
*Valor referente ao ingresso inteiro. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.

Endereço: Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço 
Telefone: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 
Site: www.teatrofolha.com.br


"Chopin ou o Tormento do Ideal" com Nathalia Timberg e Clara Sverner
Dias 1º, 2 e 3 de dezembro - Sexta-feira e sábado às 21h. Domingo às 19h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 70 minutos.
Gênero: espetáculo teatral.
Site: http://www.teatroportoseguro.com.br
Facebook: facebook.com/teatroporto
Instagram: @teatroporto


“Beatles Num Céu de Diamantes”
Temporada: até 17 de dezembro de 2017
Apresentações: sexta-feira, 21h30; sábado, 20h e 22h; e domingo, 20h
Ingresso: R$ 50 (setor 2) e R$ 70 (setor 1).
Duração: 70 minutos
Classificação etária: livre 
Teatro Folha
Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço
Telefone: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 
Site:www.teatrofolha.com.br


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm 

quarta-feira, 23 de maio de 2018

.: Junho: “João e o Pé de Feijão” reestreia no Teatro Folha

O famoso conto é apresentado no palco com iluminação ultravioleta, resultando num visual encantador para as crianças novíssimo cozinheiro

Crédito: Isabela Savastano


A famosa história de “João e o Pé de Feijão” é contada em teatro de bonecos com iluminação ultravioleta. A técnica cria um efeito mágico em que os manipuladores não são vistos e os bonecos parecem ganhar vida própria. A montagem com direção de Sérgio Tastaldi reestreia no Teatro Folha dia 02 de junho e fica em cartaz até 29 de julho, aos sábados e domingos, 16h.

João, diante da pobreza da sua família, é obrigado a vender sua vaquinha para comprar comida. Mas acaba trocando a vaca por feijões mágicos que germinam num pé de feijão que cresce até alcançar as nuvens.

Na sua dramaturgia, o espetáculo se apoia na delicadeza para transmitir conceitos de dignidade, coragem e justiça. “Para isso, estudamos diferentes versões da clássica história, optando por dar ao protagonista uma personalidade ingênua, ao mesmo tempo ousada, que se espelhasse na criança. Por isso o público infantil se identifica com o herói da trama em seus momentos de alegria, tristeza, medo, entusiasmo e coragem”, explica o diretor Sérgio Tastaldi.

O diretor optou pelo uso da iluminação ultravioleta porque produz efeitos emocionantes e mesmo intrigantes, em que  os manipuladores, vestidos de negro, não são vistos em cena, fazendo brilhar somente os bonecos num efeito mágico. “Essa magia é ainda reforçada por efeitos visuais que normalmente são utilizados em desenhos animados”, conta.


SOBRE O DIRETOR SERGIO TASTALDI

É dramaturgo, diretor e produtor de teatro, criador de bonecos e animações. O artista também atua, manipula bonecos, além de compor trilhas sonoras e arranjos musicais.

Ministra oficinas de confecção de bonecos, principalmente com a tecnologia do látex, que domina desde 1982. Seus espetáculos já foram levados para todo o Brasil e para a Europa.

Foi diretor de arte da Rede Globo de São Paulo, de 1976 a 1978; da TV Cultura – SP, de 1978 a 1979; da Rede Bandeirantes, de 1982 a 1983; e da extinta TV Tupi, de 1971 a 76.

Foi diretor musical de shows de Jô Soares, entre 1972 e 1980; chargista e ilustrador da Folha de São Paulo, em 1978 e 1979; professor de Desenho de Propaganda da Unicamp, em 1986 e 1987; e professor de Desenho Animado em sua própria escola, de 1979 a 1982, e no MIS–SP, de 1982 a 1984.

Recebeu premiação no Festival Internacional de Cinema de Cuba com seu trabalho “Cinema Feito a Mão”, em 1988.

Promoveu o 1º Encontro Brasileiro do Cinema de Animação no MIS – SP, em 1981, e a 1ª Feira do Desenho Animado no SESC Pompéia, em 1982.

Criou o boneco Tomy, integrante do Xou da Xuxa, em 1990.

Produziu programas infantis para a TV, como, “O Bicho de Goiaba”, apresentado em Brasília pela Radiobras, em 1982; e “Capivara e Lig-o-Plug”, apresentados na TV Gazeta–SP de 1983 a 1988.

Em Florianópolis desde 1995, criou a empresa Studio Sérgio Tastaldi com Márcia Pagani. Juntos, criaram e produziram mais de 20 espetáculos e esquetes, além de exposições e trilhas sonoras para teatro e programas de TV.

FICHA TÉCNICA
Autoria e direção: Sérgio Tastaldi 
Elenco: Anderson Gangla e Thaiz Larizatti
Produção: Lene Venerio                  


SERVIÇO – João e o Pé de Feijão

Local: Teatro Folha
Estreia: 02 de junho
Temporada: até 29 de julho.
Apresentações: sábados e domingos, às 16h
Ingresso: R$ 40,00 (setor único)*
*Valor referente ao ingresso inteiro. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.
Duração: 45 minutos
Classificação etária indicativa: 03 anos

TEATRO FOLHA 
Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço 
tel.: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 
Site: www.teatrofolha.com.br
Capacidade: 305 lugares 
Vendas por telefone e internet
Não aceita cheques / Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex 
Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais 
Clube Folha 50% desconto / 50% de desconto para funcionários e clientes do Cartão Renner. 
Horário de funcionamento da bilheteria: quarta e quinta, das 15h às 21h; sexta, das 15h às 21h30; sábado, das 12h às 22h; e domingo, das 12h às 20h 
Acesso para cadeirantes
Ar-condicionado
Estacionamento do Shopping: R$ 14,00 (primeiras duas horas)
Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) 3113-3215 / 97628-4993 / Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, CSN, Owens-Illinois, LUPO, Grupo Pro Security, Andritz, Consigaz, EMS e Bain & Company.

SOBRE A CONTEÚDO TEATRAL: O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua há mais de quinze anos em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística de Isser Korik e direção comercial de Léo Steinbruch, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores.

Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, “A Pequena Sereia”, “Grandes Pequeninos”,  “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”, “Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso...”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado...” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.

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