domingo, 2 de agosto de 2020

.: #ResenhaRápida: Letícia Soares, atriz de corpo, alma e coração


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.
Foto: Vinicius Fleury

Uma atriz que empresta corpo, voz e sensibilidade a grandes personagens. Essa é Letícia Soares, que brilhou como a personagem Celie em "A Cor Púrpura, o Musical" (crítica neste link), espetáculo dirigido por Tadeu Aguiar, e com o qual foi indicada como melhor atriz a todos os prêmios teatrais do ano. Ganhou a maioria deles e teve a dimensão que o trabalho que faz levanta, a partir das histórias que escolhe contar e uma interpretação grandiosa, causas importantes que merecem ser debatidas. 

Ela vem se destacando cada vez mais em grandes produções como “O Rei Leão”, “Mudança de Hábito”, “We Will Rock You”, “Les Misérables”, “A Pequena Sereia”, “Rent”, “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812”, “Sunset Boulevard”, além de musicais autorais  como "Se Essa Lua Fosse Minha" e "Lugar de Escuta". Também é cantora convidada do Bloco Pagu e tem se dedicado a gravações de trilhas sonoras e campanhas publicitárias, dublagens e shows de música, tendo se apresentado em renomadas casas de espetáculo de São Paulo. 

Também é vocalista das bandas de eventos Quartula by Night, Conceitual Club e Nota Jazz. Nesta entrevista exclusiva, descobrimos o que pensa um dos nomes mais importantes da nova geração de atores que interpretam, cantam e dançam com muito talento. Com perguntas que ninguém ousou fazer... até agora.

#ResenhaRápida com Letícia Soares

Nome completo: Letícia Soares Delgado dos Santos.
Apelido: Let.
Data de nascimento: 18 de outubro de 1982.
Altura: 1,61m.
Qualidade: agregadora.
Defeito: procrastinação.
Signo: libra.
Ascendente: sagitário.
Uma mania: esfregar os pés.
Religião: católica.
Time: o que ganha.
Amor: tudo.
Sexo: meio.
Mulher bonita: Iza.
Homem bonito: Dwyane Wade.
Família é: essência.
Ídolo: meus avós.
Inspiração: meus pais.
Arte é: meu ar.
Brasil: não é para amadores.
Fé: certeza na dúvida.
Deus é: cosmos.
Política é: a arte de viver em sociedade.
Hobby: seriados.
Lugar: Ilha de Itaparica, na Bahia.
O que não pode faltar na geladeira: doce.
Prato predileto: bife de fígado com purê de batata, arroz e feijão.
Sobremesa: fatia Suprema da Palhoça Palheteria.
Fruta: banana.
Bebida favorita: champagne.
Cor favorita: amarelo.
Medo de: morrer.
Uma peça de teatro: "A Cor Púrpura".
Um show: Djavan. 
Um ator: Matheus Nachtergaele.
Uma atriz: Viola Davis.
Um cantor: Bruno Mars.
Uma cantora: Whitney Houston.
Um escritor: Milan Kundera.
Uma escritora: Alice Walker.
Um filme: "Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas". Trailer neste link.
Um livro: "A Elegância do Ouriço". Compre neste link.
Uma música: "Kiss from a Rose". Ouça neste link.
Um disco: Jonny Mats.
Um personagem: Madame CJ Walker (Netflix).
Uma novela: "Éramos Seis" (1994, no SBT).
Uma série: "Insecure" (HBO).
Um programa de TV: "Black-ish".
Uma saudade: minha madrinha.
Algo que me irrita: grosseria.
Algo que me deixa feliz é: meu filho.
Uma lembrança querida: meu avô me ensinando a assoviar.
Um arrependimento: tantos...
Quem levaria para uma ilha deserta? Meu marido e filho para continuarmos sendo felizes.
Se pudesse ressuscitar qualquer pessoa do mundo, seria... Minha madrinha, para fazermos uma refeição maravilhosa juntas e ela me contar todos os segredos da cozinha.
Se pudesse fazer uma pergunta a qualquer pessoa do mundo qual seria e a quem? Não sei.
Não abro mão de: uma boa sobremesa.
Do que abro mão: jiló.
Um talento oculto: inventar estórias e músicas para meu filho dormir.
Você tem fome de quê? Justiça.
Você tem nojo de quê? Hipocrisia do brasileiro/humanidade.
Se tivesse que ser um bicho, seria: uma baleia jubarte ou um pinguim imperador.
Um sonho: alcançar a prosperidade para mim e para os meus.
Racismo é: o entrave para o desenvolvimento social, econômico e cultural da nossa sociedade.
Preconceito é: uma espécie de burrice.
"A Cor Púrpura" em uma palavra: sororidade.
Teatro em uma palavra: transformador.
Televisão em uma palavra: alienador.
Novela em uma palavra: irreal.
O que seria se não fosse atriz: triste.
Ser atriz é: poder ser exatamente aquilo o que eu quiser.
Ser mulher, hoje, é: estar atenta à importância de estarmos juntas.
Ser mulher negra, hoje, é: entender que o feminismo branco não nos contempla.
Palavra favorita: espetacular.
Letícia Soares por Letícia Soares: uma pessoa que ainda vai mudar o mundo.

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