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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

.: Crítica: "O Diário de Pilar na Amazônia" dá recado de conscientização

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora e criadora do Resenhando.com

Em janeiro de 2025


"O Diário de Pilar na Amazônia", que surgiu para o púbico, há 25 anos, por meio de um livro escrito por Flávia Lins e Silva, anos depois chegou os palcos de teatro, está em cartaz nos cinemas com uma história de conscientização para a preservação da natureza. O longa de aventura e fantasia que agrada a todos da família, encanta o público de idades diferentes nas salas de cinemas Cineflix.

produção começa com a trama da garota Pilar (Nina Flor) recebendo de seu avô Pedro (Roberto Bomtempo) uma rede amarela que é mágica. Logo depois, a menina fica indignada com a derrubada de uma árvore próxima a casa dela e resolve protestar. Contudo, após receber alguns sinais do item mágico, incluindo um gato, a menina e o amigo Breno (Miguel Soares) são embalados na rede a ponto de chegar na Amazônia.

Lá, esbarram em Maiara (Sophia Ataíde) que está perdida dos pais, após ter seu povoado destruído por criminosos ambientais. No caminho de promover o reencontro da garota com os pais, entra em cena Bira (Thúlio Naab). Com o quarteto formado e unido para enfrentar a missão de impedir a derrubada de mais árvores, na telona, os vilões caricatos de Emílio Dantas como Serra, Marcelo Adnet como Dr. Ernesto, Rafael Saraiva como Zé Minhoca e Babu Santana como Montanha acrescentam deboche com um toque de medo. É nítido o quanto a escalação do elenco foi certeira.

Nessa jornada, lendas brasileiras tornam a trama ainda mais rica, como por exemplo, a do Curupira, mesclando de modo agradável e envolvente a fantasia, sem deixar de acrescentar a educação ambiental e a identidade cultural. Ao longo de 1 hora e 30 minutos, a trama é desenvolvida sem subestimar a inteligência do público jovem, uma vez que o elenco mirim dá conta do recado, entregando com muita naturalidade a interpretação dos amigos que amam a natureza. 

O ritmo envolvente e fotografia impecável de "O Diário de Pilar na Amazônia", tornam o filme com direção de Duda Vaisman ("No Corre: Partiu Entrega") e Rodrigo Van Der Put ("Dois é Demais em Orlando"), uma produção cinematográfica brasileira de qualidade, desde a trama, incluindo todo o elenco, do mirim ao adulto, locações detalhadas e reviravoltas convincentes. Em certos momentos remete ao filme do mesmo gênero e também lindo "Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa".

De roteiro assinado por João Costa Van Hombeeck em parceria com a autora Flávia Lins e Silva, "O Diário de Pilar na Amazônia" dá vida à própria Amazônia que sofre ameaça severa, tendo ainda no elenco a atriz Nanda Costa, na pele da mãe de Pilar, uma jornalista, além de Rocco Pitanga, namorado da mãe da garota e Roberto Bomtempo, como o avô Pedro. 

Produzido pela Conspiração, com coprodução e distribuição da The Walt Disney Company no Brasil, o filme é um infantil que transita pela responsabilidade social, ética e a informação sobre a realidade do nosso clima ambiental reforçando a necessidade de preservação do que ainda nos resta da natureza. Vale a pena conferir e em família!


Em parceria com a Cineflix Cinemas, o Resenhando.com assiste aos filmes em Santos, no primeiro andar do Miramar ShoppingPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN

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* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Siga: @maryellen.fsm

Ficha técnica
“O Diário de Pilar na Amazônia” (título original)

Gênero: aventura, drama, família. Classificação indicativa: livre. Ano de produção: 2025. Idioma: português. Direção: Duda Vaisman e Rodrigo Van Der Put. Roteiro: João Costa Van Hombeeck e Flávia Lins e Silva. Elenco: Lina Flor, Miguel Soares, Sophia Ataíde, Marcelo Adnet, Emílio Dantas, Babu Santana, Nanda Costa, Roberto Bomtempo. Distribuição no Brasil: The Walt Disney Company Brasil. Duração: 90 minutos. Cenas pós-créditos: não.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

.: Crítica: "Marty Supreme" reflete a imaturidade de quem nega a realidade



Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em janeiro de 2025


O longa dramático, ambientado no mundo esportivo, "Marty Supreme"inspirado no mesatenista Marty Reisman, que viveu diversos episódios curiosos e reais em sua trajetória pessoal e esportiva, apresenta uma história tão cheia de reviravoltas que parece um novelão ao longo de suas 2 horas e 29 minutos de duração. De fato, o longa dirigido por Josh Safdie ("Bom Comportamento" e "Se Eu Tivesse Pernas Eu Te Chutaria") vai além da vivência do esportista, entregando muito o que somente uma produção cinematográfica é capaz de realizar.

O protagonista nitidamente abraçado por Timothée Chalamet até consegue fazer o público torcer por ele, apesar do estilo extravagante, personalidade narcisista e somente ter interesse em ganhar dinheiro com apostas e jogos de exibição. Usando chapéus e roupas coloridas, Marty é um tanto que insuportável por condutas desonestas e absurdas. Seja por negar veementemente a paternidade ou passar a mão no dinheiro de um acidentado e, de quebra, sumir com o animal de estimação o qual combinou levar no veterinário. 

Marty é o tipo de pessoa que transpira problemas e mais problemas, sempre levando a todos ao seu redor para o mesmo abismo, sobrando sempre algo extremamente desagradável. E, claro, com a personalidade de quem não se compromete com nada, além do tênis de mesa, ou ninguém, Marty "leva a vida na flauta" com tamanha naturalidade. Sendo totalmente competente para se esquivar de qualquer responsabilidade elabora planos mirabolantes para conseguir o dinheiro alheio de modo fácil. 

O mentir parece algo familiar e habitual, uma vez que a própria mãe o faz. Perfeitamente doutrinado com mentiras, Marty é o tipo de personagem traiçoeiro, porém Timothée Chalamet entrega tanto a ponto de conquistar o público e, facilmente, mergulha cada um dentro da sala de cinema na trama cheia de ação, conseguindo até com que, hora ou outra, acabemos torcendo por este homem tão errado.

Chalamet dá um show de atuação, interpretando com maestria o jogar do tênis de mesa. Tendo a trilha sonora como complemento perfeito e de excelente seleção, o longa inicia com "Forever Young", da banda Alphaville e termina com um momento emocionante e que representa a virada na chave da mudança de vida daquele que viveu o auge da imaturidade, estando, então, ao som de "Everybody Wants To Rule The World", de Tears For Feavers. De fato, o trecho "Welcome to your life, there's no turning back" (Bem-vindo à sua vida, não há volta) diz tudo e consegue concluir tantos disparates. Excelente filme que tem ainda no elenco Gwyneth Paltrow e Odessa A'Zion!


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"Marty Supreme". (Marty Supreme). Gênero: Biografia, Comédia Dramática, Esporte. Direção: Josh Safdie. Roteiro: Josh Safdie, Ronald Bronstein Elenco Principal: Timothée Chalamet, Gwyneth Paltrow, Odessa A'Zion, Tyler, the Creator, Fran Drescher, Abel Ferrara. Duração: 2h 29min. Sinopse: Baseado na vida de Marty Reisman, um jogador de tênis de mesa. 

Trailer de "Marty Supreme"



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quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

.: Lista: 11 filmes que marcaram os cinemas em 2025

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em dezembro de 2025


Os frequentadores e fãs de cinema com pipoca quentinha foram presenteados por variadas produções no ano em que o Brasil ganhou o primeiro Oscar da história, na categoria "Melhor Filme Internacional", além de Fernanda Torres, levar o Globo do Ouro como Melhor Atriz, ambos prêmios pela produção brasileira "Ainda Estou Aqui". Ainda em 2025, alguns longas foram extremamente marcantes a ponto de serem considerados os melhores do ano. Para tanto, nós do Resenhando.com elencamos 11 filmes que fizeram sucesso nas telonas de cinema pelo mundo. Confira, porque tem filme bônus!

 

O Agente Secreto

Premiado nos festivais cinematográficos, o longa dirigido e roteirizado por Kleber Mendonça Filho (Bacurau), O Agente Secreto, protagonizado por Wagner Moura é uma história repleta de brasilidade, mas também capaz de retratar um período conturbado do Brasil. O filme nacional com a cara do Brasil é um completo deleite cinematográfico que dá orgulho das produções brasileiras, dos minutos iniciais ao último segundo de duração. A produção ambientada de forma ousada em Recife entrega uma rica trama capaz de estabelecer diversas conexões com o público. 

Nos primeiros minutos, num Fusca amarelo, Marcelo (Wagner Moura) vê um corpo estendido no chão arenoso de um posto de estrada, coberto por um jornal. É esta cena que dita o rumo da história, servindo como que uma espécie de dica do que acontecerá com o professor especializado em tecnologia. Em viagem de fuga, ele é obrigado a enfrentar um passado conflituoso, ritmando um alucinante destino ao homem.


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O longa de ação, suspense e comédia dirigido por Paul Thomas Anderson, protagonizado por Leonardo Di Caprio como Bob Ferguson, entrega ficção engenhosa e texto ágil. O roteiro assinado também pelo diretor aborda a polarização política e suas consequências máximas -imutáveis mesmo com o passar dos anos. Com elenco impecável, a caçada envolvente de 2 horas e 50 minutos tão bem aproveitadas na telona, ainda  deixa um gostinho de quero mais. Inspirado no romance "Vineland", livro de Thomas Pynchon (1990), o longa aborda temas como conflitos ideológicos, perseguição de dissidentes pelo Estado e a força da resistência, adaptando a narrativa para o contexto político contemporâneo.

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O longa "Pecadores", apresenta uma história de época que esbarra na moralidade, culpa e redenção. Dirigido e roteirizado por Ryan Coogler entrega uma estética impecável. Com muito jazz e blues, o longa de 2 horas e 17 minutos, em cartaz na Cineflix Cinemas, empolga quem está diante da telona, entregando toda uma atmosfera tensa de construção dos protagonistas Fuligem e Fumaça, em inglês, Smoke e Stack. Os gêmeos que estão de volta à cidade natal para apagar um passado conturbado e refazer a vida por meio de um espaço de entretenimento musical e muita dança.

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A conclusão da épica história das bruxas de Oz acontece magistralmente com a química perfeita de Cynthia Erivo como Elphaba e Ariana Grande na pele de Glinda. O desfecho grandioso e comovente, com um visual de cenários e figurinos impecáveis, amarra as pontas soltas da trama paralela a do clássico "O Mágico de Oz". Assim, tudo é retomado durante a construção da estrada de tijolos amarelos. Pelo ar, no caminho para a Cidade das Esmeraldas, surge a demonizada Bruxa Má do Oeste dando o seu recado. 

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A ficção científica épica também dirigida por James Cameron, é um novelão empolgante que cativa ao pautar a trama na família e seus imbróglios, sem deixar de reforçar a importância de respeitar a mãe natureza. Mantendo o show visual, o longa que soma 3 horas e 17 minutos de puro encantamento, entrega a constante luta pela sobrevivência dos Sully, em meio a ameaças de extermínio de rivais (os humanos) e iguais (outra tribo Na'vi), enquanto os jovens tentam aprender a lidar com os ensinamentos dos ancestrais, sendo que cada um da família tenta encontrar a melhor forma de contornar o luto por Neteyam.

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Mais uma produção brasileira para nos deixar orgulhosos do cinema nacional. Dirigido por Gabriel Mascaro, na trama, Tereza (Denise Weinberg), uma mulher de 77 anos, muito ativa, entra automaticamente para o programa "O Futuro é Para Todos", tendo sua vida completamente bagunçada. Assim, perde o emprego e recebe somente alguns dias para se organizar antes de ir obrigatoriamente para a colônia, local em que vivem todos os idosos brasileiros. Mesmo perdida com tamanha reviravolta, ela é instigada a realizar algum desejo antes de seguir seu rumo. Assim, ela mira no sonho de voar. 

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O longa que abriu o Festival de Cinema Francês do Brasil de 2025, usa a comédia com sabedoria ao tratar de xenofobia. Com direção de Julie Delpy, o filme tira boas risadas do público enquanto faz refletir sobre pensamentos impregnados de preconceitos. Contudo, há também espaço para aqueles que estão empenhados em receber os outros e suas diferenças. Um bom exemplo é a professora Joëlle Lesourd (Julie Delpy), interpretada pela diretora do longa Julie Delpy. Todavia, mesmo com boa vontade e acolhimento, não consegue convencer a todos a aceitarem a nova família na bucólica cidade de Paimpont, na região da Bretanha, França. 

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O drama costura a relação confusa e complexa entre duas filhas e um pai. Ele, um diretor de cinema conceituado, esbarra numa atriz famosa do momento, tendo em mãos um grande projeto de produção.  Ao convidar a filha Nora, atriz dedicada ao teatro, para protagonizar o próximo filme e ter uma negativa, a queridinha Rachel Kemp é mergulhada numa história familiar com direito a algumas mentiras. A casa da família agora sem a mãe, usada como alegoria, é a causa do resgate das rusgas familiares, enquanto que as irmãs tentam esvaziar o lugar. 

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Uma família transita num veículo, num lugar pouco iluminado e atropela um animal. Com problemas para seguir viagem, conseguem socorro de um morador, mas um reconhecimento confuso é capaz de tornar a trama cheia de reviravoltas e confusões. O longa franco-iraniano-luxemburguês dirigido por Jafar Panahi, nome reconhecido do cinema iraniano pós-Revolução de 1979 e tem sido associado à Nova Onda Iraniana, brinca com a dúvida em meio ao desejo de vingança e o humanismo. A produção expõe as emoções misturadas de torturados, prisioneiros do regime iraniano, diante de um homem que parece ter sido seu torturador e de uma peculiaridade: era manco. 

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Um filme que simplesmente acontece diante dos olhos do público. Envolvente e agradável, a produção dirigida e roteirizada por Esmir Filho, apresenta uma linda história de vida que transpira arte e se mistura com a da música brasileira. Da infância até o presente momento, na telona está estampado de modo encantador um Ney Matogrosso irreverente e completamente desnudo diante do público.  Em meio a vivências e amizades, a linha do tempo de Ney esbarra num período político conturbado e da força do vírus da HIV que ceifava vidas facilmente. Retratando também a resiliência de Ney, o filme sobre o artista originalmente mais performático do Brasil faz sucesso e ganha a todos na sala de cinema. Seja pela forma de Ney ser e ver o mundo ou a cada sucesso que faz parte da trilha sonora.

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Uma sequência de colorido vibrante, cheia de ritmo e hilário. A animação Disney que prova a possibilidade de fazer acontecer na primeira e segunda produção. Desta vez, os agora parceiros inseparáveis na polícia de Zootopia, a oficial Judy Hopps e o detetive Nick Wilde são incumbidos de solucionar um novo mistério que envolve rastros deixados por um grupo de répteis. Assim, a dupla esbarra na serpente misteriosa, Gary. A animação que soma 1 hora e 48 minutos facilmente pode ser analisada em paralelo com a vida humana em que quem tem o poder, geralmente, o dinheiro, pode tudo, inclusive, tirar seres indesejáveis de seu caminho.

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BÔNUS: Não menos importante que os 11 longas elencados, mas tão excelente quanto e não pode ser deixado de fora da seleção. Um suspense psicológico que esbarra num drama com um desfecho plausível de atingir quaisquer mulheres. O romance "A Empregada", adaptado do livro de mesmo título assinado pela escritora Freida McFadden, começa com a jovem Millie tentando e conquistando a vaga de empregada na mansão de um casal rico, os Winchester. Desesperançada em relação a vaga, uma ligação é capaz de mudar tudo.  Contudo, assim que pisa na casa para iniciar a experiência de trabalho, os indícios de que a estadia ali seria um pesadelo assombroso são dados. 

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