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quinta-feira, 30 de julho de 2026

.: Crítica: "Homem-Aranha: Um Novo Dia" é "absolute cinema" dos heróis

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em julho de 2026


Sozinho e esquecido por aqueles que amava, o amigo da vizinhança agora vive no último andar de um prédio, antes em condições bastante precárias e transformado por Peter Parker (Tom Holland, "A Odisseia") num lar doce lar. Sem cursar uma graduação, ele trabalha em conjunto com a polícia combatendo o crime em Nova York. Em "Homem-Aranha: Um Novo Dia", lidando também conta o luto da tia May (Marissa Tomei) e a ausência dos amigos, o Teioso passa pelo processo de amadurecimento (aliado ao da mutação) diante dos olhos do público.

Sendo reconhecido pelo público como herói, o escalador de paredes acompanha à distância o sucesso escolar de Michelle Jones-Watson (Zendaya, "O Drama") e Ned Leeds (Jacob Batalon, "Novocaine: À Prova da Dor"). Com o retorno da dupla para a Grande Maçã, Peter faz uma visita que o deixa magoado e com a certeza de que o feitiço do Doutor Estranho não foi quebrado.

Contudo, o Cabeça de Teia esbarra num implacável ser repleto de vilanias capaz de entrar na mente de múltiplos indivíduos e superar a vontade de cada um. Até mesmo o clássico inimigo do Homem-Aranha, o Escorpião, acaba sendo manipulado. Mesmo com a mente ágil e o sentido aranha, o Miranha que não tem poder de impedir tamanha invasão, em "Homem-Aranha: Um Novo Dia" repele a telepatia da ainda iniciante Jean Grey (Sadie Sink, "Stranger Things" e "A Baleia").

Em meio as situações hilárias da categoria que só o Miranha é capaz de entregar, o ágil e repleto de ação "Homem-Aranha: Um Novo Dia" reserva uma boa e bem trabalhada dose de drama (provocando até lágrimas). Não somente por conta da solidão de Peter Parker, mas por ele enfrentar além dos poderosos vilões (até o Hulk aparece na sua essência, externando o seu lado ameaçador e bem distante de um integrante de "Os Vingadores"), a árdua passagem para uma nova etapa da vida sem tropeçar no desejo de vingança. 

O longa de 2 horas e 25 minutos de duração, com cena pós-créditos (que indicam a presença de uma variante do Homem-Aranha ou uma ponte para os próximos filmes dos Vingadores, no caso, "Guerras Secretas") entrega tudo, além de confrontos de "absolute cinema" dos filmes de heróis. Não só do Hulk, mas a sequência com os ninjas que é de deixar qualquer um boquiaberto. Perfeita, inclusivo nas cores na telona. Redondinho e sem deixar pontas soltas, mesmo com a grande responsabilidade por vir após o emocionante e marcante encontro dos três Miranhas, "Homem-Aranha: Um Novo Dia" consegue ser estupendo. Filmaço imperdível!


"Homem-Aranha: Um Novo Dia". (Spider-Man: Brand New Day). Diretor: Destin Daniel Cretton. Roteiro: Chris McKenna e Erik Sommers. Gênero: Ação, Aventura e Ação. Duração: 145 minutos (2h 25min). Elenco principal: Tom Holland (Peter Parker/Homem-Aranha), Zendaya, Jon Bernthal e Sadie Sink. Trilha Sonora: Ludwig Göransson. Sinopse: Após o mundo ter esquecido seu nome, Peter Parker inicia um novo capítulo em sua vida, conciliando as aulas da faculdade, um trabalho de meio período e sua responsabilidade como o Homem-Aranha. Mas quando uma força misteriosa começa a desmantelar a cidade de dentro para fora, Peter se vê preso entre inimigos poderosos, legados antigos e aliados inesperados.

Trailer de "Homem-Aranha: Um Novo Dia"



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sexta-feira, 17 de julho de 2026

.: Crítica: "A Odisseia" é "absolute cinema" com epopeia clássica

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em julho de 2026


A história das histórias da literatura ocidental em uma produção impecável de grudar os olhos do público na telona, do início ao fim. Eis "A Odisseia" dirigida e roteirizada por Christopher Nolan (Dunkirk), quem entrega uma adaptação épica do poema, a epopeia clássica atribuída a Homero. Assim, a nova produção torna-se totalmente indispensável a ponto de ser necessário assistir ao espetáculo numa grande sala de cinema, não somente pela imagem gigantesca e as belas panorâmicas, mas por apresentar conteúdo e, por vezes, ditar o ritmo tal qual o poema.

Em cartaz nos cinemas, a produção que soma 2 horas e 53 minutos de literatura visual de narrativa não-linear é puro deleite. Não somente pelo elenco estelar (e nitidamente muito bem escalado) que inclui Matt Damon (Air: A História por Trás do Logo) na pele do protagonista Odisseu, Anne Hathaway (Instinto Materno) como a fiel esposa que tece a mortalha interminável para a escolha de um novo pretendente, além de Tom Holland (Telêmaco), Robert Pattinson (Antínoo), Lupita Nyong'o (Helena de Troia), Zendaya (deusa Athena) e outros (todos com tempo de tela proveitosos), mas pela entrega final de tamanha epopeia que é tal qual o meme atual muito usado: "Absolute Cinema".

A grandiosidade do poema que narra feitos heroicos, intervenções divinas e aventuras extraordinárias por meio de uma linguagem colossal se faz presente no longa de edição ágil, roteiro extremamente amarradinho e trilha sonora de arrepiar. Em meio a idas e vindas na narrativa, acompanha-se as aventuras do herói grego Odisseu (Matt Damon) e sua trajetória enfrentando monstros e a fúria de deuses como Poseidon ao regressar para casa após a Guerra de Troia, para reencontrar a esposa Penélope e o filho Telêmaco que resistem bravamente a pretendentes ao trono.

Acompanhar cada etapa da façanha mais extraordinária da literatura universal, seja das aventuras de Odisseu, esbarrando no gigante ciclope Polifemo, filho de Poseidon, na poderosa deusa e feiticeira da ilha de Eeia, Circe (Samantha Morton, de "A Baleia"), ouvir o canto das sereias, ser aprisionado por Calipso (Charlize Theron, de "O Escândalo"), a ninfa da ilha de Ogígia, assim como a luta de Penélope e Telêmaco em protegerem Ítaca de modo inteligente é um entretenimento totalmente empolgante. Tudo é como uma aula ilustrada na mais alta categoria. Com uma fotografia de encher os olhos, "A Odisseia" é sem dúvida um filme que marcará presença no Oscar 2027 e tem tudo para levar o prêmio em importantes categorias. Imperdível!

A Odisseia. (The Odyssey). Diretor: Christopher Nolan. Roteiro: Christopher Nolan. Gênero: Épico, Aventura e Ação. Duração: 172 minutos (2h e 52min). Elenco principal: Matt Damon (Odisseu), Anne Hathaway (Penélope) e Tom Holland (Telêmaco). Trilha Sonora: Ludwig Göransson. Sinopse: Odisseu, rei de Ítaca, embarca em uma jornada para retornar para casa após a Guerra de Troia.


Trailer de "A Odisseia"


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quarta-feira, 15 de julho de 2026

.: Crítica: "Moana" é o live action que ninguém pediu, mas é agradável

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em julho de 2026


A história da princesa de uma comunidade da etnia Motonui, a desbravadora da Disney, "Moana" virou live action e antes mesmo de as gravações ganharem força, choveram críticas sobre a real necessidade de adaptar "Moana: Um Mar de Aventuras", recente animação de sucesso, com atores reais. Eis que "Moana" chega as telas de cinema (sem o público pedir) trazendo uma adaptação bastante fiel ao infantil de 2016.

Muito agradável de se ver na tela gigante de cinema, mesmo com os efeitos visuais defeituosos. De fato, há pontos favoráveis pela coragem de manter a história bastante solar, o que evidencia tais problemas, muito por movimentos bruscos. Contudo, a história repleta de magia faz lembrar que ali há uma trama de ficção.

Assim, "Moana" tem sequências nitidamente preparadas por computação gráfica, mas entrega o respeito de seguir a obra original e, claro, trazer Dwayne Jackson como o semideus egocêntrico Maui. E é um deleite vê-lo em carne e osso no papel que é a cara dele.

Como aquela que dá o nome da produção está a novata Catherine Laga'aia que encarna todo carisma e poder de Moana. De rostinho delicado e bem mais bonita do que a da animação, a atriz ganha o público já nos primeiros minutos de apresentação e fica fácil torcer pela Moana humana. 

"Moana' é extremamente agradável de se assistir e é uma excelente opção de entretenimento. As sequências musicais mantém as letras conhecidas e a empolgação de quem é fã simplesmente acontece. Na versão dublada Moana Waialiki leva a voz de Bia Vasconcellos, enquanto que Maui segue com Saulo Vasconcelos (o mesmo da animação de 2016) e a Vovó Tala tem a voz de Nabia Villela. Vale a pena conferir!


"Moana" (Moana). Gênero: Animação, Aventura, Musical. Direção: Ron Clements e John Musker. Roteiro: Jared Bush, Ron Clements, John Musker, entre outros. Trilha Sonora Original: Lin-Manuel Miranda, Opetaia Foa'i e Mark Mancina. Elenco de Voz (Original): Auli'i Cravalho (Moana), Dwayne Johnson (Maui). Duração: 107 minutos. Sinopse: Moana acompanha uma corajosa jovem que, para salvar seu povo, parte em uma jornada épica pelo oceano para encontrar o semideus Maui e devolver o coração místico de Te Fiti

Trailer de "Moana"



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sábado, 4 de julho de 2026

.: 11 motivos para assistir o emocionante musical "Diana - A Princesa do Povo"

Elenco de "Diana - A Princesa do Povo": Sara Sarres, Claudio Lins, Simone Centurione e Giselle de Prattes. Imagem: Sergio Baia


Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em julho de 2026


O aclamado espetáculo musical da Broadway, "Diana - A Princesa do Povo", em cartaz nos palcos brasileiros pela primeira vez, encerra a temporada oficial em São Paulo neste fim de semana, com as últimas sessões em cartaz no Teatro Liberdade. Para que você não perca a montagem impecável sobre a intensa e emocionante trajetória da britânica Lady Di, nós do Resenhando.com elencamos 11 motivos para assistir a produção da Estamos Aqui Produções com direção de Tadeu Aguiar. Programe-se e divirta-se!


1. Retorno triunfal de Sara Sarres: A aclamada soprano, um dos maiores nomes do teatro musical brasileiro (com carreira internacional em produções como "O Fantasma da Ópera", "Os Miseráveis", "Annie, o Musical"), retorna ao Brasil após um hiato de 5 anos para viver o papel-título.

2. Elenco de peso: Ao lado de Sara, a montagem tem grandes estrelas dos palcos brasileiros no elenco, incluindo Claudio Lins no papel do Príncipe Charles, Simone Centurione interpretando a Rainha Elizabeth II e Giselle de Prattes como Camilla Parker Bowles.

3. Versão brasileira "não-réplica": Com liberdade criativa, a direção de Tadeu Aguiar adaptou a obra original da Broadway para a nossa realidade emocional, dando maior profundidade e camadas à narrativa, tornando-a mais próxima e empática para o público nacional.

4. Figurinos deslumbrantes: O espetáculo é um verdadeiro desfile de moda. São mais de 250 figurinos construídos com cerca de 1,5 km de tecidos, recriando fielmente os looks icônicos da Lady Di — incluindo o famoso e ousado "vestido da vingança" e até mesmo o vestido de noiva.

5. Cenografia grandiosa e iluminação de encher os olhos: A montagem conta com dezenas de cenários móveis luxuosos, além de mais de 2.000 pontos de fibra ótica criando diante do público um céu estrelado e lustres monumentais que descem em cena, criando uma atmosfera mágica e imersiva.

6. Coreografias e números musicais: Com direção musical de Thalyson Rodrigues e coreografias de Sueli Guerra, a peça equilibra momentos de forte tensão dramática com coreografias energéticas e memoráveis.

7. Foco no legado humanitário: Longe de ser apenas um drama sobre a realeza, a peça homenageia a força de Diana em causas sociais, como a luta pioneira ao lado de pacientes com o vírus HIV.

8. Trilha sonora tocante: As canções originais foram traduzidas e adaptadas com maestria para a língua portuguesa, emocionado o público com a força das letras e melodias.

9. A mulher por trás da coroa: O texto permite enxergar a complexidade, transformando sofrimento em voz e empatia, assim como as dores e as inseguranças da jovem que tentou viver uma história de amor e acabou no centro dos holofotes mundiais, 

10. Acessibilidade garantida: Pensada para ser "de todos e para todos", a produção oferece recursos como roteiros em Braille, programa em áudio, abafadores de ruído e sessões com tradução simultânea em Libras.

11. Temporada curta na reta final: A temporada em São Paulo é curtíssima e se despede definitivamente dos palcos brasileiros em 5 de julho de 2026.

Serviço

Espetáculo "Diana - A Princesa do Povo"
Local: Teatro Liberdade
Rua São Joaquim, 129 - Liberdade | São Paulo
Temporada até dia 5 de julho de 2026
Sessões: Sextas às 20h00, Sábado às 16h00 e 20h30. Domingos às 15h00 e às 19h30

Ingressos
Plateia Premium 
Sexta-feira, sábado e 1ª sessão de domingo - R$340,00 (Inteira) | R$170,00 (Meia)
Quinta-feira e 2ª sessão de domingo - R$ 280,00 | R$140,00 (Meia)

Plateia 
Sexta-feira, sábado e primeira sessão de domingo - R$250,00 (Inteira) | R$125,00 (Meia)
Quinta-feira e segunda sessão de domingo - R$ 190,00 | R$85,00 (Meia)
Balcão Visão Parcial - R$120,00 (Inteira) | R$60,00 (Meia)
Balcão A - R$170,00 (Inteira) | R$85,00 (Meia)
Balcão B: R$50,00 (Inteira) | R$25,00 (Meia)
Vendas: Site Sympla (https://bileto.sympla.com.br/event/114505) ou Bilheteria local
Gênero: musical
Duração: 150 minutos (com intervalo)
Classificação: 12 anos

Descontos
*Desconto 35%: Obtenha 35% de desconto no ingresso inteiro ao preencher o formulário durante o processo de compra.
Para comprar mais de um ingresso nessa modalidade, basta preencher um formulário por ingresso conforme será solicitado. Desconto disponível para todos os públicos.
*Clientes Glesp: têm 25% de desconto nos ingressos inteiros mediante a aplicação do cupom, limitado a 4 ingressos por cupom. Válido para todos os setores.
*Crianças até 24 meses não pagam entrada e ficam no colo dos responsáveis durante a apresentação. A partir de 02 anos e 1 dia, a criança paga meia-entrada mediante apresentação da carteira de identidade ou certidão de nascimento.

Ingressos
Internet (com taxa de conveniência):
Bilheteria física (sem taxa de conveniência):
Horário de funcionamento de bilheteria:
Atendimento presencial: de terça à sábado das 13h00 às 19h00. Domingos e feriados apenas em dias de espetáculos até o início da apresentação.

Acessibilidade
Deficientes físicos: teatros adequados às normas de acessibilidade, contendo elevador, corrimão, espaço para cadeirantes e acompanhantes, banheiros adaptados.
Deficientes auditivos – Agenda de apresentações com tradução em libras (em construção)
Deficientes visuais - Previsão de que, quando solicitada, a produção disponibilize texto da peça em Braile e resumo descritivo do espetáculo em Braille e em áudio (para cidadãos devidamente identificados)
Deficientes intelectuais – Quatro (quatro) assentos posicionados em local de fácil mobilidade para este público, proporcionando conforto caso haja necessidade de se retirar durante a sessão e, ainda, previsão de que, quando solicitada, a produção disponibilize abafadores de ruído (para cidadãos devidamente identificados)
Este espetáculo contém Luz Estroboscópica (flashes de luz intensa). Este efeito visual é contraindicado para pessoas com epilepsia, sensibilidade à luz ou autismo. Aconselhamos cautela.


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm 



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terça-feira, 30 de junho de 2026

.: Crítica: “Caso 137” mira na alienação com vídeos de gatinhos contra crimes

"Caso 137" pode ser assistido no site e aplicativo Reserva IMOVISION

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em junho de 2026


Vídeos de gatinhos em sequência ou encarar problemas dentro da própria corporação. Eis o contraponto da protagonista do drama “Caso 137”: Stéphanie Bertrand interpretada pela versátil Léa Drucker. Com direção de Dominik Moll, alemão radicado na França, o longa que soma 1 hora e 56 minutos de duração apresenta um jogo de gato e rato em que quem tem culpa encontra uma rede de apoio para esconder os abusos cometidos, enquanto que quem tenta dar um basta nos erros de conduta, acaba a ponto de até perder o emprego.

Flertando com o true crime, o thriller investigativo ficcional inspirado em fatos reais “Caso 137” é o palco da agente da corregedoria francesa, Stéphanie que apenas tenta ser justa nas análises de cada situação delicada. Assim, ela acaba como responsável pela investigação interna do complexo caso de violência contra o jovem de uma cidade distante, Guillaume Girard (Côme Peronnet), que acaba gravemente ferido pela polícia em Paris durante um protesto caótico dos Coletes Amarelos (movimento de protesto de origem espontânea, que começou com manifestações na França em outubro de 2018 e, posteriormente, se espalhou para outros países). 

Disponível na plataforma de streaming Reserva Imovision, o roteiro, assinado por Moll em parceria com Gilles Marchand de “Caso 137”, une um evento fictício por meio de situações reais amplamente documentadas pela imprensa europeia, que resultaram em casos de manifestantes atingidos por balas de borracha, prática questionada por organismos de direitos humanos.

Na mescla de ficção a realidade, a produção pauta a trama no faro de apuração técnica, uma vez que o estrago feito na vida do jovem que participava de seu primeiro protesto é irreversível. Ao analisar discursos e unir provas contra os colegas de profissão, Stéphanie passa a viver num dilema mais profundo ao contornar o drama pessoal, incluindo o ex-marido (com uma nova namorada provocativa), o filho e a mãe. 

Em meio aos aparentemente infinitos e convidativos vídeos de gatinhos nas redes sociais, Stéphanie enfrenta o processo burocrático e psicológico da investigação, tendo a tensão do suspense com a sobriedade do drama social. O longa com estreia mundial no Festival de Cannes de 2025, que disputou a Palma de Ouro e levou o César de Melhor Atriz com Léa Drucker é imperdível!



Filme: "Caso 137" (Dossier 137). Gênero: policial, drama. Duração: 1h56min. Classificação indicativa: 14 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: francês. Direção: Dominik Moll. Roteiro: Dominik Moll e Gilles Marchand. Elenco: Léa Drucker, Jonathan Turnbull, Mathilde Roehrich, Guslagie Malanda, Stanislas Merhar. Distribuição no Brasil: Autoral Filmes. Cenas pós-créditos: não. Assista na plataforma de streaming Reserva Imovision.

Trailer de "Caso 137"

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