sexta-feira, 21 de junho de 2019

.: O “Partido da Lava Jato” e a eleição de Bolsonaro. Afinal, por que ele ganhou?


Especialistas em marketing eleitoral e psicologia política, Juliano Corbellini e Maurício Moura apresentam em "A Eleição Disruptiva – Por que Bolsonaro Venceu" as razões estruturais que levaram ao triunfo do candidato do PSL. Análise se baseia na observação da conjuntura e fundamentalmente em dados estatísticos do IDEIA Big Data, startup de consultoria em opinião pública que mais se aproximou do resultado final da eleição.

Se a disputa presidencial de 2018, que resultou na eleição de Jair Bolsonaro, tivesse sido o roteiro de um thriller político, muitos espectadores poderiam questionar a verossimilhança do filme. Difícil acreditar que a sucessão de fatos pudesse ser real, diante da prisão do favorito em todas as pesquisas de intenção e do atentado ao segundo colocado. 

As circunstâncias excepcionais, no entanto, não foram as principais determinantes na vitória do candidato do PSL. É o que defendem o economista Maurício Moura e o cientista político Juliano Corbellini, autores de "A Eleição Disruptiva – Por que Bolsonaro Venceu", lançamento da editora Record. A curva ascendente de Bolsonaro já podia ser percebida muito antes da facada em Juiz de Fora. Em suas análises, Maurício Moura e Juliano Corbellini, especialistas em psicologia política e marketing eleitoral, respectivamente, sustentam a tese com base em dados estatísticos da IDEIA Big Data.

Com metodologias inovadoras que permitiram um monitoramento 360º e em tempo real, a startup da área de opinião pública apresentou os prognósticos que mais se aproximaram do resultado final de um pleito surpreendente e que colocou em xeque a credibilidade das análises de opinião tradicionais. "A Eleição Disruptiva – Por que Bolsonaro Venceu" é uma obra fundamental para quem trabalha com campanha eleitoral ou simplesmente para quem deseja entender o atual momento político brasileiro e as perspectivas futuras. Duas noites de autógrafos com Maurício Moura e Juliano Corbellini já estão marcadas para junho.

O aspecto estrutural identificado pelos autores Maurício Moura e Juliano Corbellini em "A Eleição Disruptiva – Por que Bolsonaro Venceu", muito antes de iniciada a corrida eleitoral, é justamente o que a dupla de analistas convencionou chamar de Partido da Lava-Jato. As investigações empreendidas pela força tarefa da operação, cujas conclusões embasaram as acusações do então juiz federal Sergio Moro e que culminaram na controversa prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, alavancaram um forte sentimento anti-política e o anti-petismo. 

O cenário de terra arrasada da política tradicional trouxe uma mudança de paradigma no processo eleitoral brasileiro, com a substituição da tradicional polarização entre PT e PSDB, que marcava as eleições presidenciais desde 1994, por dois novos pólos dinâmicos que mediram forças no pleito de 2018: o lulismo e o “partido da Lava Jato”. Quem mais se beneficiou deste cenário, foi sem dúvida Jair Messias Bolsonaro. Seu discurso politicamente incorreto e intolerante era tudo o que a massa de indignados queria ouvir, e as redes sociais o veículo perfeito para sua disseminação, num movimento que Moura e Corbellini classificaram como a memeficação da política.

A curva ascendente do candidato do PSL em pesquisas de intenção de voto espontânea, apontam os autores de  "A Eleição Disruptiva – Por que Bolsonaro Venceu", já era nítida e consistente desde meados de 2017. Bolsonaro soube como nenhum outro candidato surfar a tsunami gerada pela Lava Jato, que resultou no esvaziamento do centro político, fenômeno semelhante ao que havia sido apontado Wanderley Guilherme dos Santos como um dos fatores para o Golpe de 1964. 

“No caso de 2018, esse enfraquecimento se deve basicamente a fatores exógenos ao sistema político e de representação, que o golpearam 'de fora para dentro': as ações da Lava Jato e a sua espetacularização na mídia em geral. Em 2018 também se observou uma ruptura, não de caráter institucional como em 1964, mas uma ruptura radical com o padrão de competição eleitoral vigente desde a década de 1990, e com os atores em função dos quais se organizava”, ponderam os autores no capítulo "A eleição dos indignados", no qual ainda diferenciam o fenômeno do lulismo e do petismo e apontam o efeito bumerangue da derrubada de Dilma Rousseff para o PSDB.

A leitura precisa deste cenário intrincado pautou o trabalho da start up IDEIA Big Data. O monitoramento em tempo real das redes, aliado a outras metodologias inovadoras, permitiu que seus prognósticos fossem os mais precisos entre os institutos de pesquisas e analistas políticos. Com base neste retrato fiel, Moura e Corbellini minimizam o papel de episódios que o censo comum pode identificar como determinantes na ascensão de Bolsonaro ao poder, como a facada em Juiz de Fora. 

Em contraposição ao lulismo, emerge, então o bolsonarismo, que conseguiu angariar parte dos órfãos de Lula. Esta conclusão foi possível graças ao trabalho inovador de antropologia digital, liderado por dois antropólogos especializados que acompanharam 2,5 mil eleitores que declaravam voto no ex-presidente da República. Toda semana o grupo era incentivado a gravar vídeos sobre a eleição, como pensavam e suas motivações. “Indentificamos que Bolsonaro ganhava 1/3 dos eleitores do Lula, o que corroborava os dados das outras fontes e dava uma leitura muito privilegiada”, aponta Maurício Moura, fundador e CEO da IDEIA Big Data.

No capítulo dedicado ao papel das redes sociais, Moura e Juliano Corbellini refletem sobre o poder de mobilização orgânica do bolsonarismo, que, na última semana do primeiro turno, chegou a impactar 40 mil grupos por dia e, possivelmente, 28 milhões de indivíduos. "A Eleição Disruptiva – Por que Bolsonaro Venceu" analisa ainda o papel de Olavo de Carvalho, das fake news e da facada como evento propagador do mundo digital. Em pouco mais de duas horas desde a agressão, o nome de Jair Bolsonaro recebeu mais de 380 mil menções na web, considerado um evento inédito no mundo digital.

Muito mais que um retrato fiel da situação do Brasil atual, o livro incentiva o leitor a refletir sobre o rumo das campanhas eleitorais daqui para frente. O “modelo Bolsonaro” é uma fórmula que poderá levar outros candidatos a triunfos, como um novo paradigma? 

Neste ponto, Moura e Corbellini são reticentes: “Nossa resposta, com todos os riscos que implica, é não. A vitória de Bolsonaro, que carregou consigo uma enorme taxa de renovação no Congresso e a emergência de novas lideranças outsiders, explica-se pela articulação entre uma grande mudança tecnológica nas plataformas de comunicação política – isso com certeza veio para ficar e impactará cada vez mais as campanhas futuras – e uma conjuntura muito específica, que combina a indignação dos eleitores, a ascensão de um mosaico de antidiscursos de natureza conservadora, a desmoralização do sistema partidário tradicional como consequência da Operação Lava Jato e a decorrente perda, por parte da atividade política, porém, pode ser momentânea. É difícil imaginar que não reencontre um caminho”, vislumbram os autores em A eleição disruptiva: Por que Bolsonaro venceu.

Maurício Moura é economista pela USP, especialista em Psicologia Política pela Universidade de Stanford, mestre em Ciências Sociais pela Universidade de Chicago, mestre em Política pela Universidade George Washington e doutor em Economia e Política do Setor Público pela FGV-SP. Também é formado pelo OPM 52 (Owner and President Management Program) da Escola de Negócios de Harvard. Atualmente é CEO do IDEIA Big Data, presidente do Conselho do Alexandria AI e membro do Conselho da Escola de Pós-Graduação em Política da Universidade George Washington.

Juliano Corbellini é doutor em Ciência Política pela UFRGS, foi professor de Marketing Político e de Comportamento Eleitoral na ULBRA-RS e professor convidado na ESPM de Porto Alegre. É consultor de campanhas eleitorais há mais de dezoito anos, tendo sido coordenador de marketing, entre outras, das campanhas de Flávio Dino (Governo do Maranhão, 2010, 2014 e 2018); Eliziane Gama (Senadora pelo Maranhão, 2018); Jairo Jorge (Governo do Rio Grande do Sul, 2018); Daniel Coelho (Prefeitura de Recife, 2016); Edivaldo Holanda Jr. (Prefeitura de São Luís, 2012); Manuela d’Ávila (Prefeitura de Porto Alegre, 2008 e 2012); Yeda Crusius (Governo do Rio Grande do Sul, 2006) e José Fogaça (Prefeitura de Porto Alegre, 2004). Também é autor de "Lições de Uma Campanha Eleitoral: a Derrota do Grupo Sarney" (Tomo Editorial, 2019).

"A Eleição Disruptiva – Por que Bolsonaro Venceu"
Maurício Moura e Juliano Corbellini
168 páginas | R$ 34,90
Editora Record | Grupo Editorial Record

Autógrafos em Porto Alegre e São Paulo
Porto Alegre
Terça (25), às 19h
Livraria Cultura
Bourbon Shopping Country

São Paulo
Quinta (27), às 19h
Livraria da Vila
Alameda Lorena, 1731


.: John Diva acerta do início ao fim com "Mama Said Rock´n Roll Is Dead"


Por Luiz Gomes Otero*, em junho de 2019.

O estilo chamativo do visual parece enganar a primeira vista. Mas é fato que John Diva & The Rockets of Love é aquilo que imaginamos, ou seja, uma boa banda de hard rock,no melhor estilo dos anos 80. Prova disso é  que seu lançamento de estreia, o CD "Mama Said Rock´n Roll Is Dead", foi um acerto do início ao fim.

A banda é composta por J.J. Love & Snake Rocket (guitarras), Remmie Martin (baixo) e Lee Stingray (bateria). E parece ter sido abençoada com o talento de trazer um pouco de ar fresco ao rock clássico. Eles são os legítimos herdeiros de uma era em que o Van Halen, o Aerosmith, o Bon Jovi, o Whitesnake, o Scorpions, o Guns N`Roses ou o Mötley Crüe percorriam o planeta e faziam as plateias pulsarem no ritmo de seu som.

John Diva é um tipo de frontman que desempenha bem o seu papel, enquanto que a banda funciona como um ótimo apoio para o vocalista. Nesse disco podemos destacar as faixas "Lolita", "Rock´n Roll Heaven", "Wild Life" e "Blinded". Todas com refrões grudentos e que funcionam bem nos shows ao vivo.

E como não poderia faltar, há ainda uma balada bem no estilo do rock anos 80. A faixa "Just A Night Away" cumpre esse papel no álbum. Difícil apontar uma faixa apenas com destaque. Todas valem a pena ser conferidas. E ao contrário do que o título do disco diz, o rock está mais vivo do que nunca com John Diva e seus Rockets Of Love.




"Rock´n roll Heaven"


"Lolita"

"Rocket Of Love"

*Luiz Gomes Otero é jornalista formado em 1987 pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Trabalhou no jornal A Tribuna de 1996 a 2011 e atualmente é assessor de imprensa e colaborador dos sites Juicy Santos, Lérias e Lixos e Resenhando.com. Criou a página no Facebook Musicalidades, que agrega os textos escritos por ele.

.: "Cole Porter - Ele Nunca Disse Que me Amava" estreia nesta sexta-feira em SP

Espetáculo de grande sucesso da dupla Möeller & Botelho em homenagem ao compositor 
Cole Poter reestreia repaginado em junho, no Teatro Porto Seguro
Chega em São Paulo, no Teatro Porto Seguro, a partir desta sexta-feira, dia 21, o musical "Cole Porter - Ele Nunca Disse Que me Amava". O espetáculo estreou no ano 2000 para uma curta temporada e se tornou um marco na carreira da dupla Charles Möeller & Claudio Botelho. Foram dez meses de lotação esgotada no Café Teatro de Arena, no Rio de Janeiro, que se tornaram quatro anos em cartaz, entre diversas temporadas no Rio, São Paulo e Portugal.


Agora em 2019, quase 20 anos depois, a dupla Möeller & Botelho, atendendo a muitos pedidos, remonta o musical com algumas modificações. "Cole Porter - Ele Nunca Disse Que me Amava" estreia nesta sexta-feira, dia 21, no Teatro Porto Seguro. A temporada vai até 7 de julho, com sessões sextas às 21h, sábados às 21h e domingos, às 19h. 

No elenco da atual montagem estarão duas atrizes que participaram do espetáculo original: Alessandra Verney e Stella Maria Rodrigues. Elas dividirão a cena com as atrizes Malu Rodrigues, Marya Bravo, Analu Pimenta e Bel Lima. "Estamos 20 anos mais maduros como artistas e temos hoje mais conhecimento da obra de Cole Porter. Por isso, apesar de ser uma remontagem, será um novo espetáculo, com a inserção de canções e texto. É uma nova visão, mas manterá o nosso mesmo amor por Cole Porter", revela Claudio Botelho. 

"Revisitei o texto, afinal eu tinha 32 anos na época", comenta Charles Möeller. "Hoje, passados 20 anos, tudo mudou. A discografia de Cole Porter está inteiramente disponível na internet, o que não existia naquela época. Além disso temos hoje disponíveis imagens raras de Porter, um universo de documentários, entrevistas inteiras, ou seja, muito mais material do que tínhamos há 20 anos", diz o diretor ressaltando que manterá a estrutura do espetáculo, com as mesmas personagens, mas com essa riqueza de dados que a internet possibilitou.

No espetáculo, são interpretadas mais de 30 canções que pontuam sua trajetória. Não há uma preocupação cronológica na apresentação dessas canções, elas estão entrelaçadas a partir do contexto da ação teatral.  Além de sucessos, indispensáveis aos fãs do artista, como "Night and Day", "So in Love", "I Get a Kick out of You", "Everytime We Say Goodbye", "I´ve Got You Under My Skin", "Love for Sale" e "Let´s Do It", o público conhecerá algumas composições não tão famosas, praticamente inéditas no território nacional.

O espetáculo 
"Cole Porter - Ele Nunca Disse Que Me Amava" é um espetáculo original da dupla Möeller & Botelho sobre a vida e obra de um dos maiores artistas de todos os tempos: o compositor norte-americano Cole Porter (1891-1964). 

A ideia de montar um espetáculo baseado na vida de Cole Porter nasceu depois que Charles Möeller e Claudio Botelho assistiram a uma montagem de "Kiss me Kate" na Broadway. “Saímos extasiados. Era a primeira vez que víamos um Cole Porter na Broadway. A primeira vez que o encontrávamos no seu veículo original, o teatro. E isto nos incendiou de tal forma que, no restaurante, minutos depois do espetáculo, já falávamos do ‘nosso’ Cole Porter, aquele que ‘tínhamos’ que fazer no Brasil o mais urgente possível “, disse Charles Möeller.

A montagem brasileira foi considerada o primeiro divisor de águas na carreira da dupla. E foi o momento perfeito para Claudio ter a ideia de criar a chancela: um espetáculo de Charles Möeller & Claudio Botelho.

Sucesso de crítica e público
"Cole Porter - Ele Nunca Disse que me Amava" foi um grande sucesso de público e crítica na ocasião de sua primeira montagem. Nomes como Mauro Rasi, Zuenir Ventura, Affonso Romano de Sant´Anna, Marília Gabriela e Luís Fernando Veríssimo rasgaram elogios ao espetáculo.

A crítica Barbara Heliodora teceu muitos elogios ao musical no jornal O Globo: “'Cole Porter - Ele Nunca Disse que me Amava' é um espetáculo charmoso e gostoso, no qual fica patente o quanto o Brasil amadureceu no gênero (…) O trabalho de Claudio Botelho é surpreendente. Ele consegue, em suas versões, manter o humor, a malícia e a sofisticação das memoráveis letras do original (…) O Rio de Janeiro está celebrando com grande encanto a obra de Cole Porter”.

Em 2001, depois de se apresentar com muito sucesso por dez meses no Café-Teatro de Arena, no Rio, e por cinco no Teatro Alfa, em São Paulo, o musical "Cole Porter - Ele Nunca Disse que me Amava" fez temporada no famoso Cassino Estoril, em Portugal, arrancando elogios da crítica lusitana: “É uma fantástica oportunidade para apreciarmos o que de bom tem um musical”, escreveu o crítico do Diário de Notícias, ressaltando também as “soberbas toilettes que decoram a encenação“.

Sinopse
O musical de Charles Möeller & Claudio Botelho, apresenta a vida e obra do compositor americano Cole Porter (1891-1964) pela ótica feminina. Seis atrizes, representado mulheres importantes na vida do artista, narram sua história e revelam a personalidade dúbia e contraditória, bem como o fascínio e o repúdio que Porter causava. 

O espetáculo é uma celebração do talento e da genialidade de um dos maiores compositores do mundo. Repleto de picardia, bem típica da personalidade de Cole, a comédia musical extrai este fino humor da extravagância, dos bons e dos maus costumes dos chamados "anos loucos". 

A história é contada sob o ponto de vista das mulheres que o acompanharam e marcaram sua vida. São elas: Linda Porter, esposa de Cole, com quem foi casado muitos anos; Kate Porter, a mãe de Cole, rica e obsessiva para tornar o filho um astro; Elsa Maxwell, uma famosa colunista de fofocas e amiga indispensável de Cole Porter, que deu visibilidade ao compositor dentro da elite; Ethel Merman, a primeira grande diva da Broadway e preferida de Cole; Bessie Marbury, a agente do compositor; e por fim, Angélica, personagem fictícia misteriosa.

Cole Porter - The Top of Top
Filho de uma mulher rica e obsessiva, Cole Porter nasceu em 1891, nos EUA, e desde criança foi obrigado a estudar música exaustivamente. Sua mãe acreditava cegamente no talento do filho e estava disposta a fazer dele um astro. 

Em um primeiro momento, Porter é o compositor de talento incomum, compulsivo na criação, alegre e fútil nas relações. Em seguida, depois da amputação de uma das pernas devido a um acidente, ele se torna amargo e solitário. Cole Porter não é representado fisicamente no musical, sua persona está em cena apenas em textos gravados em off pelo diretor Claudio Botelho, representado sua figura emblemática. 

Durante o espetáculo, essas mulheres, acompanhadas por três músicos, contam os detalhes da vida de um homem, carismático, frágil e mentiroso, considerado um "bon vivant", que viveu com extravagância os considerados "anos loucos", sempre com muito luxo, viagens e festas. Mas, acima de tudo, um homem genial, de um talento exuberante, capaz de criar mais de 800 composições para musicais da Broadway e de Hollywood, das quais pelo menos cem atravessaram o século e são cantadas até hoje.

Ficha Técnica
Elenco: Alessandra Verney (Bessie Marbury), Analu Pimenta (Elsa Maxwell), Bel Lima (Kate Porter), Malu Rodrigues (Angélica), Marya Bravo (Ethel Merman)  e Stella Maria Rodrigues (Linda Porter). Texto/Direção: Charles Möeller. Versão brasileira/Direção musical: Claudio Botelho. Coreografia: Charles Möeller. Arranjos musicais: Marcelo Castro. Figurinos: Marcelo Marques. Cenário: Rogério Falcão. Designer de Som: Marcelo Claret. Iluminação: Paulo Cesar Medeiros. Coordenação artística: Tina Salles. Produção: Luciana Conde. Produção executiva: Carla Reis.

"Cole Porter - Ele Nunca Disse Que Me Amava"
De 21 de junho a 7 de julho – Sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 19h.
Classificação: 12 anos. Duração: 100 minutos. Gênero: Musical.
Ingressos: R$ 120 plateia / R$ 90 frisas / 60 balcão.

Teatro Porto Seguro
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226.7300.
Bilheteria: De terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.
Capacidade: 496 lugares.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.
Serviço de Vans: Transporte gratuito Estação Luz – Teatro Porto Seguro – Estação Luz. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. Como pegar: na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro. Bicicletário – grátis.
Gemma Restaurante: Terças a sextas-feiras das 11h às 17h; sábados das 11h às 18h e domingos das 11h às 16h. Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras das 17h às 21h.
Vendas: tudus.com.br
Facebook: facebook.com/teatroporto
Instagram: @teatroporto

.: "Matinê Cultura" contará com a Turma da Mônica


O sábado, dia 22, chega com uma programação super especial para a criançada. A Turma da Mônica aparece na telinha da TV Cultura para uma maratona de uma hora e meia cheia de muitas aventuras. 

Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali vêm direto do Bairro do Limoeiro para tornar a tarde de sábado ainda mais divertida. O "Matinê Cultura" vai ao ar às 16h, na emissora e no aplicativo da Cultura Digital.


quinta-feira, 20 de junho de 2019

.: Sérgio Mallandro, "O Errado Que Deu Certo", em SP para única apresentação


Um dos artistas mais conhecidos do Brasil apresenta novo show em São Paulo. Ingressos já à venda pelo site Uhuu.com.

Sérgio Mallandro, um dos artistas mais conhecidos do Brasil desde os anos 80, se reinventou criando stand-up comedy que vem lotando as principais casas do País. O humorista apresenta, no próximo dia 29, no palco do Teatro Opus (Shopping Villa-Lobos), em São Paulo, o show "O Errado Que Deu Certo". Os ingressos custam de R$ 40 a R$ 100 e já estão à venda pelo site Uhuu.com.

Em "O Errado Que Deu Certo", Sérgio Mallandro conta histórias de sua carreira e de sua vida de um jeito hilário. Nas histórias cita seu padrasto general, Xuxa, João Dória, Bolsonaro, Maradona, Jorge Ben Jor, Silvio Santos, Rodrigo Hilbert, entre outros. Também conta como é viver e ter morado junto com sua ex-mulher, Mary Mallandro. 

Sérgio promete que seu show não é só "glu glu, yeah yeah" e que tem histórias hilárias, novas piadas e cheio de surpresas, além de boa participação do público. No final, abre a Porta dos Desesperados pra fechar com chave de ouro a apresentação.

Sergio Mallandro terá participação no filme "MIB – Homens de Preto", da Sony Pictures, sendo escolhido por uma minuciosa pesquisa para ser o representante do nosso Brasil no longa-metragem. Duração: 100 minutos aproximadamente. Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos.

.: Monster Jam retorna a São Paulo para duas apresentações no Allianz Parque


Com realização da Opus Promoções e da Feld Entertainment os shows ocorrem no dia 21 de dezembro, no Allianz Parque.

O maior evento de ação em quatro rodas do mundo está de volta! Monster Jam® retorna a São Paulo para duas apresentações, às 14h e 20h, dia 21 de dezembro, no Allianz Parque. Trucks gigantes se enfrentam em provas que mesclam manobras radicais, altura, distância e muita adrenalina. Os ingressos já estão disponíveis para venda. Confira o serviço completo abaixo.

A pista é projetada para testar a perícia e a destreza dos competidores que desafiam a gravidade em provas únicas e imprevisíveis. Esse ano, o line up confirmado já conta com Grave Digger®, El Toro Loco®, Max Dä e Monster Energy.

A atração, cheia de adrenalina e repleta de ação, conta com pilotos treinados na Monster Jam University. Os competidores dominam as habilidades necessárias para pilotar um truck com as proporções de Monster Jam. São aproximadamente 1.500 cavalos de potência, três metros de altura e largura, cinco metros de comprimento e peso de seis toneladas. Os trucks são máquinas personalizadas, construídas para distâncias curtas e de alta potência, alcançando velocidade superior a 100km por hora. No ar, podem chegar a quase 40 metros.

Sobre a Feld Entertainment
Feld Entertainment é líder mundial em produzir e apresentar experiências de entretenimento ao vivo para a família que unem pessoas e elevam o espiríto humano. Seus espetáculos incluem: Monster Jam ®, Monster Energy Supercross, Disney On Ice, Disney Live!, Marvel Universe LIVE!, Sesame Street Live!, DreamWorks Trolls The Experience e Jurassic World Live Tour (que estreia no outono americano de 2019). No portifólio da marca a Feld Entertainment já levou entretenimento para milhões de famílias em mais de 75 países e 6 continentes. Visite feldentertainment.com para mais informações.

Sobre Opus Promoções
A Opus acredita no poder transformador da tríade cultura, conteúdo e experiência e, desde 1976, já trouxe ao Brasil grandes nomes nacionais e internacionais do entretenimento e da cultura. Atualmente, administra nove casas de espetáculos pelo Brasil. São elas: Teatro do Bourbon Country (RS), Teatro Feevale (RS), Auditório Araújo Vianna (RS), Teatro Bradesco (SP), Teatro Opus (SP), Teatro VillageMall (RJ), Teatro RioMar Recife (PE), Teatro RioMar Fortaleza (CE) e Teatro Riachuelo (RN).

Programação
10h - Pit Party
12h - Encerramento Pit Party
12h - Abertura dos portões para o primeiro show
14h - Primeiro show
16h - Encerramento do primeiro show
18h - Abertura dos portões para o segundo show
20h - Segundo show
22h – Encerramento do segundo show

Serviço:
Dia 21 de dezembro
Sábado, às 14h e 20h
Allianz Parque (Av. Francisco Matarazzo, 1705 - Água Branca, São Paulo)

* O setor VIP não possui incidência de meia-entrada, pois já possui Pit Party incluso (Pit Party – ação que antecede a primeira sessão e é caracterizado por momento em que os fãs podem encontrar os pilotos e os trucks, tirar fotos e pedir autógrafos);
**O valor de meia-entrada dos setores que incluem Pit Party, na sessão das 14h, consideram 50% do valor do setor + valor ingresso de Pit Party, equivalente a R$ 70,00.
*** A segunda sessão não terá Pit Party.
Descontos:
- 30% de desconto para compras efetuadas até o dia 23 de junho.
  
Canais de vendas oficiais:

Bilheteria do Teatro Bradesco São Paulo
3º Piso do Bourbon Shopping São Paulo
Rua Palestra Itália, nº 500 - Loja 263 - 3° Piso - Perdizes - São Paulo, SP
Horário de funcionamento: domingo a quinta, das 12h às 20h | sexta e sábado, das 12h às 22h.

Bilheteria Oficial
Bilheteria do Teatro Opus
4º Piso do Shopping Villa-Lobos
Av. das Nações Unidas, 4777 - Alto de Pinheiros - São Paulo, SP.
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 20h.

Outro ponto de venda (sujeito à taxa de conveniência:)
Site: www.uhuu.com

Formas de pagamento:
Dinheiro e cartões (Mastercard, Visa, Elo, American Express, Hipercard, Banrisul, Diners Club e Ticket Cultura).

1º Monster Jam Brasil

.: Banda Mirim encerra temporada de "Buda" no Teatro Procópio Ferreira

Foto: Jonatas Marques
Público tem só mais um fim de semana para conferir a história do príncipe Sidarta Gautama contada no musical "Buda", montagem da Banda Mirim, em cartaz no Teatro Procópio Ferreira. As sessões acontecem no sábado, às 16h e no domingo, às 15h, até o dia 23 de junho. Com dramaturgia e direção de Marcelo Romagnoli e direção musical de Tata Fernandes, o musical é recomendado para toda a família.

Com 11 artistas em cena e música ao vivo tocada em cerca de 30 instrumentos de várias origens, o elenco conta com Alexandre Faria, Cláudia Missura, Cristiano Meireles, Edu Mantovani, Lelena Anhaia, Luciana Araujo, Nina Blauth, Nô Stopa, Olivio Filho, Simone Julian, Tata Fernandes,  Thiago Amaral, que mostram o resultado de 3 anos de pesquisa. Buda foi vencedor do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem nas categorias Cenário e Espetáculo Jovem, e eleito o melhor espetáculo infantil no Guia da Folha pelo voto popular e júri técnico.

“Figura emblemática principalmente para a cultura oriental, o desafio de superação do jovem Sidarta até alcançar a Iluminação e transformar-se em Buda é também um profundo ritual de passagem, pelo qual todos nós passamos durante a vida”, fala o diretor Marcelo Romagnoli.

Segundo a tradição, Sidarta foi concebido pelo Espírito da Verdade, que desceu à  Terra sob a forma de elefante branco. Gurus previram seu destino, mas seu pai, o Rei Sudodana, queria que o filho seguisse seus passos e durante 29 anos escondeu de Sidarta o sofrimento e as misérias do mundo. Confinado pelos muros do palácio, desfrutou então de uma infância e adolescência de prazeres intermináveis.

Certa noite, porém, sua grande descoberta tem início quando foge para conhecer a cidade, o lado real da vida. A dura realidade da existência, marcada pela velhice, doença e morte fazem Sidarta mudar totalmente seu pensamento. O encontro com o Outro é o começo do encontro consigo mesmo. Naquele momento, decide cortar os cabelos, vestir-se com os trapos do desapego e partir em busca de um caminho que acabe com a eterna roda do sofrimento humano.

Sinopse de "Buda"
A história mítica do príncipe Sidarta, que há 2.500 anos alcançou a Iluminação e se tornou Buda, é apresentada com música ao vivo pelos artistas-narradores da premiada Banda Mirim. O musical, fruto de três anos de pesquisa, trata com humor e leveza sobre o despertar para o outro, a superação do pensamento e a busca pelo auto-conhecimento.  

Sobre a Banda Mirim
A premiada Banda Mirim é especialista em criar espetáculos que mesclam teatro, música e circo para crianças e jovens. O coletivo é formado pelos artistas, Alexandre Faria, Cláudia Missura, Edu Mantovani, Lelena Anhaia, Marcelo Romagnoli, Marisa Bentivegna, Nina Blauth, Nô Stopa, Olivio Filho, Simone Julian e Tata Fernandes.

O repertório do grupo conta com os musicais "Felizardo" (2004); "O Menino Teresa" (2007), que foi transformado em um programa da TV Cultura e em uma série de oito episódios publicadas no suplemento infantil da Folha de S.Paulo; "Sapecado" (2008), eleito o melhor espetáculo infantil pelo Guia Folha e pela revista VEJA; "Espoleta" (2010), que também ganhou um especial televisivo na mesma emissora e foi reconhecido pelos mesmos veículos impressos; "Rádio Show" (2011); "A Criança Mais Velha do Mundo" (2011), "O Fantasma do Som" (2013) e "Festa" (2014) – que fará circulação nacional este ano.

Ao longo de seus 15 anos de trajetória, Banda Mirim realizou aproximadamente 900 apresentações (para cerca de 200 mil espectadores) e cinco mostras de repertório, além de lançar quatro CDs, cinco DVDs, três livros e duas revistas. Entre os prêmios recebidos, estão cinco troféus da APCA, quatro da FEMSA, um Prêmio Governador do Estado de São Paulo e um da Cooperativa Paulista de Teatro.

Ficha técnica:
Dramaturgia e direção: Marcelo Romagnoli. Direção musical: Tata Fernandes. Elenco: Alexandre Faria, Cláudia Missura, Cristiano Meireles, Edu Mantovani, Lelena Anhaia, Nina Blauth, Nô Stopa, Olivio Filho, Simone Julian e Tata Fernandes. Atores convidados e figurino: Luciana Araujo e Thiago Amaral. Direção de arte, cenário e iluminação: Marisa Bentivegna. Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli. Produção: Andrea Pedro. 

Serviço:
"Buda" no Teatro Procópio Ferreira
Temporada: até 23 de junho. Sábado às 16h. Domingo às 15h.
Duração: 70 minutos. Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada).
Gênero: musical. Classificação etária: livre para todas as idades.
Teatro Procópio Ferreira - Rua Augusta, 2823 – Cerqueira César.
Telefone: (11) 3083 4475
Capacidade: 624 lugares.
Bilheteria: terça e quarta das 14h às 19h. Quinta a domingo, das 14h até o início do espetáculo. Abertura da casa: 1 hora antes de cada espetáculo.
Vendas - https://www.ingressorapido.com.br/

.: "Escala Musical", com Lucas Santtana e Fernanda Abreu


No "Escala Musical" de sexta-feira, dia 21, o funk, o samba e as experimentações aparecem no reencontro dos amigos Lucas Santtana, baiano, e Fernanda Abreu, carioca da gema. No episódio, os dois se encontram em São Paulo para mandar um som que promete não deixar ninguém parado.

A fim de explorar a relação que existe entre músicos de diversas regiões e a cidade paulista, o programa da TV Cultura vai ao ar às 22h30, na emissora e no aplicativo Cultura Digital, com apresentação de Renata Simões.




.: Casa Natura Musical recebe o Pajuball – Baile de Vogue antes da Parada LGBT


Na Casa Natura Musical, dois eventos que celebram à diversidade acontecem antes e depois da Parada LGBT, dia 23 de junho. No dia 21 de junho, o espaço recebe o Pajuball – Baile de Vogue, festa do Coletivo Amem com entrada que terá, como abertura, performance da multiartista Jup do Bairro; uma Ball com doze categorias inspirada nas festas LGBT estadunidenses dos anos 70; e edição inédita da festa Amem. Já no dia 28 de junho, a Casa recebe uma edição da festa Batekoo, que terá como convidadas especiais as artistas Lei di Dai, Deize Tigrona e Mis Ivy. 

O Pajuball – Corpos em Performance, acontece no mesmo dia da 2ª Marcha do Orgulho Trans de São Paulo e antecede a 3ª Parada Preta. Idealizado pelo Coletivo Amem, o evento propõe a união da cultura Ballroom e o dialeto Pajubá, comunicações verbais e corporais criadas pela comunidade LGBTI+. A noite será composta por mesa de debate, competições (Ball) e performance da artista trans Jup do Bairro – O evento ainda celebra 50 anos da revolta de Stonewall, rebelião iniciada pelo movimento trans que deu origem a toda a luta por direitos LGBT no mundo.

As Balls são bailes que surgiram em meados dos anos 60, realizados pela comunidade LGBTI negra e latina de Nova Iorque, dando origem à cultura House Ballroom, que traz em sua essência possibilidades de performances baseada em identidades de gênero, raça e sexualidade. O Pajubá é uma linguagem em códigos criada pela comunidade LGBTI+ como uma forma de resistência e comunicação que utiliza termos de origem nagô e iorubá.

O começo da noite será composto por uma mesa de discussões encabeçada por artistas e performers sobre a cultura Ballroom, trazendo questões presentes nos dias de hoje, como as diferentes identidades de gênero e o protagonismo das travestis, pessoas trans e negras em movimentos políticos e sociais como o Stonewall, muitas vezes referenciados como conquistas apenas da população masculina e branca.

Pajuball – Corpos em Performance
Dia 21 de junho – Sexta-feira, 23h
Abertura da casa: 21h30
Ingressos: gratuito
Classificação: 18 anos
Duração: 90 minutos
Capacidade: 710 lugares

Casa Natura Musical
Rua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo
Telefone: (011) 3031-4143
Horário da bilheteria: de terça a sábado, das 12h às 20h. Segundas e domingos, quando houver show. Em dias de espetáculo, a bilheteria fecha mais tarde, até uma hora após o início da apresentação

quarta-feira, 19 de junho de 2019

.: Escritora Katja Petrowskaja está confirmada na Flip 2019


Katja Petrowskaja estará na Casa Europa, parte da programação paralela da festa literária. Talvez Esther, o primeiro e premiado romance da escritora será lançado no dia 13/06 e já está em pré-venda.

Mais uma autora da Companhia das Letras confirmada na Flip 2019. Katja Petrowskaja estará na Casa Europa, parte da programação paralela da festa literária - mais detalhes em breve. "Talvez Esther", o primeiro e premiado romance da escritora ucraniana de língua alemã, foi lançado pela Companhia das Letras no última dia 13 e já está em pré-venda.⠀A tradução é de Sergio Tellaroli⠀
Sinopse:⠀
Numa esquina da Kiev de setembro de 1941, a babuchka, que talvez se chamasse Esther, pergunta em iídiche a soldados alemães o caminho para Babi Yar, onde, dois dias depois, mais de 33 mil judeus seriam mortos. Essa história, porém, começa muito antes e é narrada de um ponto de vista singular: o de uma ex-cidadã soviética nascida na Ucrânia no início da década de 1970 que escolhe Berlim como refúgio e ponto de partida, e adota o alemão, aprendido aos 26 anos, como instrumento de resgate de uma fragmentada história familiar. É dessa Berlim, hoje pacífica, que parte a jornada da narradora em busca da própria história, entrecruzada a todo instante por eventos cruciais do século XX.⠀

“Uma obra de arte que pouco se encontra na literatura de língua alemã: uma história familiar não sufocada pela convenção literária nem pelo peso da matéria narrada.” — Sebastian Hammelehle, Spiegel Online⠀

“Raras vezes uma história familiar — e há uma profusão delas — foi apresentada de forma tão apaixonante e comovente.” — Volker Hage, Der Spiegel⠀

#talvezesther #katjapetrowskaja #literatura #literaturaestrangeira #bookstagram #companhiadasletras⠀

.: Marina Melo cai no pop no videoclipe color block do single “Eita, Baby”


Quantas vezes já sonhamos com a possibilidade de existir um control + z na vida real? Um atalho que pudesse desfazer uma ação ou então sumir com algo que foi dito. Após chamar alguém de “amor” antes do momento certo, a protagonista da faixa “Eita, Baby” certamente é uma das pessoas que gostaria de recorrer a tal recurso. 

O primeiro single do próximo disco da cantora e compositora Marina Melo brinca com essa temática.  “Eita, Baby” acaba de chegar aos aplicativos de música e também ganhou um videoclipe no YouTube. Composta por Marina Melo em parceria com outros expoentes da música brasileira, no caso Giovani Cidreira, Jadsa Castro, Marcelle, “Eita, baby” tem pinceladas de um pop dançante. 

“Um dos objetivos do meu próximo trabalho é o de falar mais do ponto de vista de ‘nós’ e de ‘mim’ em vez de esbravejar contra um ‘você’”, diz a artista paulista. Previsto para agosto de 2019, o disco tem produção de Chico Neves e foi gravado no estúdio dele, o Estudio304, que fica em Macacos, distrito envolto por rios e montanhas próximo a Belo Horizonte.

O videoclipe dirigido por Laís Aranha vai de encontro com a ideia da canção. Com um quê de color block no conceito, o registro audiovisual brinca com supostas “cagadas voltando atrás”, seja ela um copo ou uma bexiga cheia de água caindo no chão. Os quatro compositores de “Eita, baby” também aparecem em cena. “Quando estamos no chão em um clima íntimo e amoroso, é como se revelássemos o outro lado da música: o afeto”, explica Marina.


Assista ao videoclipe de “Eita, Baby”

Ficha técnica da música:
Compositores:
Marina Melo, Giovani Cidreira, Jadsa Castro, Marcelle
Voz e percussão vocal: Marina Melo
Violão: Jadsa Castro
Coro: Marina Melo, Jadsa Castro, Giovani Cidreira, Raíssa Lopes
Piano, baixo e programação de bateria: Chico Neves

Ficha técnica do videoclipe:
Direção e direção de fotografia: Laís Aranha
Edição: Bruna Fortes
Direção de arte: Fernanda Leite
Assistente de direção de arte: Beatriz Lopes
Maquiagem: Fernanda Leite
Assistente de maquiagem: Samantha Machado
Fotografia still: Janaína Carvalho
Produção: Josie Rodrigues
Artistas convidados: Giovani Cidreira, Jadsa Castro, Marcelle

.: "Ponti", de Sharlene Teo, é ambientado na Cingapura contemporânea

Forte romance de estreia ambientado na Cingapura contemporânea narra a complexidade dos relacionamentos humanos. “Extraordinário. Seus personagens reluzem com vida, humor e desespero” (Ian McEwan)

Sharlene Teo faz sua estreia com um romance já bastante elogiado. Ambientada em Cingapura, a obra mostra a evolução na vida e nas relações de três mulheres em um retrato generoso da avassaladora solidão da adolescência e de como pequenas e grandes tragédias podem nos tornar monstros. Contado pela perspectiva delas em momentos distintos, "Ponti" é uma história original sobre amizade e memória que se passa no breve espaço de algumas décadas.

Szu e Circe se conheceram ainda na adolescência, em Cingapura, e desenvolveram uma intensa e problemática amizade. Sem amigos e abandonada pelo pai, Szu vive à sombra da mãe, Amisa, por quem nutre uma profunda admiração, mas de quem não recebe nenhum carinho e reconhecimento. Amisa é uma ex-atriz frustrada que ganha a vida como médium, em uma casa caindo aos pedaços. O nascimento de Szu é apenas mais um dos fracassos que ela coleciona na vida. Circe, uma menina privilegiada e sarcástica que estuda com Szu, logo desenvolve um fascínio por Amisa e as três acabam estabelecendo uma dinâmica que as marcará profundamente.

Quando, 17 anos depois, Circe está lidando com os desdobramentos de um divórcio complicado, um projeto novo surge no trabalho: a refilmagem do filme cult de terror dos anos 1970 "Ponti!", a obra que definiu a curta carreira de Amisa. De uma hora para outra, Circe mergulha nas memórias das mulheres que ela conheceu, na culpa e em um passado que ameaça sua consciência tranquila.

Sobre a autora
Sharlene Teo nasceu em Cingapura em 1987. Tem bacharelado em Direito pela Universidade de Warwick e mestrado em Escrita Criativa pela Universidade de East Anglia, onde recebeu o Booker Prize Foundation Scholarship e o prêmio David TK Wong Creative Writing. Foi finalista do prêmio Berlim Writing Prize. Em 2016, ela ganhou, com Ponti, o prêmio de autor estreante do Deborah Rogers Writer’s Award.

"Ponti"
Autora: Sharlene Teo
Tradução: Alessandra Esteche
Editora: Intrínseca
272 páginas
Impresso: R$ 49,90
E-book: R$ 34,90

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