sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

.: Curiosidades sobre o universo Street Fighter: A origem dos lutadores

Seja nos fliperamas aqui no Brasil ou nos grandes campeonatos no exterior, Street Fighter marcou as muitas gerações dos videogames. Esse reconhecimento mundial não é à toa, a maior franquia de jogos de luta que já existiu nos apresentou personagem icônicos ao longo de sua história. Além da personalidade, visual e golpes, cada lutador do game possui uma origem muito bem construída, afinal cada um deles vem de um país diferente e possuem histórias incríveis. Confira abaixo a trajetória de alguns personagens:

Ryu: Um dos principais personagens não só de Street Fighter, mas também de toda a história dos videogames, Ryu é o primeiro nome que vem à cabeça quando falamos de jogos de luta. O seu visual inspirou a criação de outros personagens, além do Hadouken, seu golpe mais famoso que se tornou um monumento da cultura pop.

Nascido no Japão, Ryu é um guerreiro que busca se superar acima de tudo. Ele possui uma energia sombria que deve ser contida: o Satsui no Hado, que o transforma em Evil Ryu, seu alter ego. Toda essa força de Ryu é cobiçada pelos principais vilões em Street Fighter: M. Bison e Akuma.

Chun-Li: Conhecida pelo golpe que é uma sequência incrível de chutes no ar, Chun-Li foi um marco na história dos videogames. Estreando na série em Street Fighter II, de 1991, Chun-Li foi a primeira personagem feminina dos jogos de luta. Suas características de combate se diferenciavam de outros personagens, já que a “musa de Street Fighter” não era tão forte, porém muito ágil.

A jovem chinesa, Chun-Li, tornou-se detetive aos 18 anos para se infiltrar nas operações de Bison. O seu grande objetivo é acabar com a Shadaloo, organização que está por trás dos crimes em Street Fighter, entre eles o desaparecimento do pai de Chun-Li.

Ken: Com o visual e habilidades parecidas, Ken foi criado para ser o grande rival de Ryu. O grande diferencial dos dois lutadores é a personalidade, Ken segue um estilo bad boy, rebelde e com a autoestima sempre em alta. Para alguns especialistas, o personagem foi pensado para o público norte-americano, assim a CAPCOM teria um protagonista no ocidente e outro no Japão.

Ainda criança, Ken foi traumatizado pela morte da mãe. O treinamento com Ryu, sob a tutela de Gouken, fez Ken superar essa tragédia e se tornar um grande lutador e um pai de família exemplar. Apesar de ter origem nos Estados Unidos, Ken passou muito tempo no oriente por causa do seu treinamento.

Sagat: Depois de Japão, China e Estados Unidos, agora chegamos em um personagem da Tailândia. Sagat já chama a atenção pelo seu físico, medindo 2,26m e pesando 178Kg, além da sua popular pose de luta. A CAPCOM também caprichou no visual do personagem, com as faixas nos pulsos e nos tornozelos, a cicatriz no peito e um tapa-olho. Sagat é conhecido na franquia como “O Deus do Muay Thai”.

Embora seja considerado um herói nacional em seu país, Sagat tornou-se um dos líderes da Shadaloo após ser derrotado por Ryu – e ganhar a cicatriz no peito. Porém, com o tempo, Sagat passa a reconhecer o seu rival como um grande lutador, transformando o seu ódio em respeito.

Guile: Grande símbolo do poder militar americano, Guile é mais um lutador que possui características únicas e um papel importante na franquia. O cabelo para cima, os cenários no Exército, a música tema e o clássico golpe Sonic Boom são características que tornam Guile um dos protagonistas em Street Fighter.

Mesmo estando do lado dos “mocinhos”, Guile possui um desejo de vingança contra Bison, líder da Shadaloo. Por isso, o importante membro das Forças Aérea dos Estados Unidos usa toda a sua influência para desmantelar os planos da organização criminosa.

Todos esses personagens na sua casa!

Lutadores de diversas personalidades, motivações e estilos visuais tornam o universo de Street Fighter muito rico. Agora, já imaginou levar os colecionáveis desses personagens para a sua casa? A Editora Planeta DeAgostini torna isso possível!

Podendo ser adquiridos por meio de assinaturas ou na banca de jornal, as 60 edições de figuras em PVC são pintadas à mão, com detalhes incríveis. Cada colecionável possui altura entre 9 e 14 cm e toda edição acompanha fascículos repletos de informações e curiosidades sobre o personagem. Sendo as cinco primeiras edições, respectivamente, dos ilustres lutadores do game: Ryu, Chun-Li, Ken, Sagat e Guile.

Essa é a experiência definitiva para o fã da maior franquia de jogos de luta. A coleção Street Fighter da Planeta DeAgostini traz uma réplica detalhada do personagem, além de oferecer um novo lutador a cada mês!

Ficha Técnica:
60 edições colecionáveis dos personagens de Street Fighter Figuras de PVC
Pintados à mão
Altura entre 9 e 14 cm
Acabamentos de alta qualidade
Coleção oficial CAPCOM
Saiba mais: https://bit.ly/2Z8Qb77

.: Documentário “Innsaei”: educação deveria privilegiar o autoconhecimento


Por Oscar D’Ambrosiojornalista e crítico de arte.

Seguramente em muitos momentos você já teve a impressão que é melhor confiar na intuição do que em gráficos ou estudos muito elaborados. É disso que trata o documentário “Innsaei – O Poder da Intuição”, dos diretores islandeses Hrund Gunnsteinsdottir e Kristín Ólafsdóttir. O título provém de palavra do idioma natal daquele país que significa “mar interior”.

O eixo do filme está em mostrar como a educação, desde a escola, deveria privilegiar o autoconhecimento e o exercício de se colocar literalmente na pele das outras pessoas. Isso permite, por exemplo, em uma das melhores cenas, que as crianças entendam como natural o comportamento do lobo mau que, por estar com fome, buscar comer os três porquinhos.

Acima da classificação de mocinhos e bandidos, estaria o entendimento das motivações dos outros. E esse seria o primeiro passo para o começo de um diálogo sincero e produtivo, no qual seria possível reduzir a hipocrisia e as mais variadas formas de violência, principalmente as motivadas por diversas formas de conceber o mundo na política ou na religião.

A grande homenageada do filme é a queniana Wangari Muta Maathai (1940 – 2011), professora e ativista política, primeira mulher africana a receber o Prêmio Nobel da Paz pelo seu trabalho de plantio de árvores no continente. Ela surge como um modelo de alguém que seguiu sua intuição para realizar um trabalho imortal.

Merece também destaque no documentário a participação da performer iugoslava Marina Abramovic, que, em 2010, no MOMA – Museu de Arte de Nova York, ficou, durante os três meses de sua exposição, durante 700 horas, sentada, sem se mexer, disponível ao público. Longas filas se formaram para passar um minuto em silêncio olhando para ela.

A reação de pessoas chorando ou se emocionando nesse breve momento perante a enigmática artista é apresentado como um dos argumentos em favor do poder da mente e da intuição, não em um sentido místico ou como como alternativa à ciência, mas como uma disciplina a ser colocada ao lado da Matemática ou da Economia. E não seria realmente bom mesmo ter uma educação mais aberta ao diferente e inclusiva?

.: Concerto de Ano Novo 2020 na Áustria será exibido na TV Cultura


Uma tradição na história da Áustria, o Concerto de Ano Novo 2020, com a Orquestra Filarmônica de Viena, será exibido neste sábado, dia 4 de janeiro, às 23h. Apresentado na famosa sala de concertos Musikverein, o espetáculo, sob a batuta do maestro letão Andris Nelsons, traz no repertório obras de compositores como Ludwig van Beethoven, Josef Strauss, Johann Strauss I, Johann Strauss II, Carl Michael Ziehrer, Hans Christian Lumbye e Franz von Suppé.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

.: #ResenhandoTeatro em SP: agenda de 2 a 9 de janeiro



Foto: divulgação


A Cor Púrpura - O Musical | 180 minutos aproximadamente | Drama musical | Theatro NET São Paulo | Até 16 de fevereiro | Sexta às 20h30 | Sábado às 17h e 21h | Domingo às 19h (janeiro e fevereiro) | Sinopse: É a trajetória e luta de Celie contra as adversidades impostas pela vida a uma mulher negra, na Geórgia, no decorrer da primeira metade do século XX. Na adolescência, tem dois filhos de seu suposto pai, que a oferece a um fazendeiro local para criar seus herdeiros, lavar, passar e trabalhar sem remuneração. Ela é tirada à força do convívio de sua irmã caçula Nettie e passa a morar com o marido Mister. Enquanto Celie resigna-se ao sofrimento, Sofia e Shug entram em cena, mostrando que há possibilidade de mudanças e novas perspectivas, esperança e até prazer. A saga de Celie é permeada por questões sociais de extrema relevância até os dias atuais como a desigualdade, abuso de poder, racismo, machismo, sexismo e a violência contra a mulher | Texto: Marsha Norman | Direção geral: Tadeu Aguiar | Elenco: Letícia Soares, Sérgio Menezes, Lilian Valeska, Flavia Santana, Jorge Maia, Alan Rocha, Ester Freitas, Analu Pimenta, Suzana Santana, Claudia Noemi, Erika Affonso, Caio Giovani, Renato Caetano, Thór Jr., Gabriel Vicente, Leandro Vieira, Nadjane Rocha | Endereço: Rua Olimpíadas, 360 – Shopping Vila Olímpia/5° andar | Classificação: 12 anos


.: Assistentes virtuais devem ter voz de mulher ou de homem?


É possível vivermos sem computadores? É claro que não para a maioria das pessoas em todos os aspectos da vida. Esses dispositivos inteligentes tornaram-se parte indispensável de nossas vidas nos últimos anos. Todos os aspectos de nossas atividades diárias estão de alguma forma conectados a computadores - escolas, hospitais, residências, escritórios e trânsito. Com a tecnologia melhorando a cada dia, os computadores também estão se tornando iniciais, e a partir do que já foi pensado como apenas ficção científica, a inteligência artificial se transformou em algo como um milagre tecnológico.

A inteligência artificial, ou IA, desenvolveu-se rapidamente e o reconhecimento de voz é atualmente seu recurso mais usado. Ao contrário de duas décadas atrás, as pessoas não têm medo ou hesitam antes de falar com Siri, Cortana, Alexa ou Google Assistant. Isso fez com que os assistentes de voz habilitados para IA se tornassem mais relevantes em nossas vidas, pois atualmente há mais de 3,5 bilhões de assistentes de voz em uso e, de acordo com uma pesquisa, um em cada seis americanos tem acesso pessoal a alto falante. E porque não?

A IA é atualmente a tecnologia que mais cresce no mundo e se tornou uma parte importante do DNA de todas as empresas. Assim, seja configurando alarmes, reproduzindo músicas em seu dispositivo, controlando seus dispositivos de iluminação e aquecimento, fazendo uma chamada, fazendo check-in em seu voo ou agendando compromissos para você, eles podem executar uma série de tarefas e são uma maneira rápida de faça as coisas rapidamente. Mas apesar de existirem mais de 3,5 bilhões de assistentes de voz em uso hoje, há uma coisa que é mais comum a todos eles - uma voz feminina.

Se você usar um assistente de voz da AI, como o Siri da Apple, o Alexa da Amazon ou o Assistente do Google, verá que eles estão programados em uma voz feminina. Enquanto isso pode ser alterado para uma voz masculina nas configurações, o fato é que a tecnologia foi projetada para uma voz masculina ou feminina. Outra grande crítica que os assistentes de voz receberam, além de serem tendenciosos quanto ao gênero, é que eles são binários. É exatamente isso que a primeira Voz AI sem gênero do mundo para assistentes por voz, Q, está tentando mudar.

Q, desenvolvido por um grupo de linguistas, ativistas, engenheiros de som e criadores de anúncios, afirma ser a primeira voz de IA sem gênero. Foi iniciado pelos estúdios Virtue Nordic e Copenhagen Pride, em colaboração com Julie Carpenter, que é uma cientista social. A ideia por trás do projeto é fornecer aos dispositivos de tecnologia uma voz neutra em termos de gênero, de modo a introduzir-se na tecnologia da IA e também eliminar o preconceito de gênero.

No anúncio de introdução de Q, a voz de IA sem gênero disse: "Eu sou assim ou em vez disso, mas nem maculado, nem mais. Eu criei um futuro em que não somos mais defendidos pelo próximo, mas sim como nós mesmos nos desafiamos. Para que eu me torne uma certa empresa para uma boa escolha, você precisa de ajuda. Que meu filho com a noite, amendoim, e outros. E ao mesmo tempo podemos garantir que a conformidade nos confirma todos nós”.

Agora, há uma razão pela qual a maioria dos assistentes de voz é específica de gênero. De acordo com Mario Celso Lopes, a maioria dos gigantes da tecnologia testa essas vozes de IA com seus usuários e analisa o resultado dos testes. Por exemplo, os usuários da Amazon preferiram usar o Alexa como uma mulher em vez de um homem.

Este pequeno conjunto de amostras permitiu que a Amazon criasse um Alexa que é usado e amado por todos. Pesquisas também revelaram que homens e mulheres preferem ouvir as vozes femininas, pois são mais receptivas e calmas do que as vozes masculinas. Assim, é fácil entender por que a maioria das empresas deseja que seu assistente de voz seja programado em uma voz feminina em vez de uma voz masculina. Além disso, por que você pediria a um homem que marcasse uma consulta ou lhe desse indicações quando pudesse falar com uma mulher mais “atenciosa” e “compreensiva”?

Assim, enquanto uma voz sem gênero pode ser um bom passo para a inovação e a direção certa para a IA, pode levar algum tempo para que a tecnologia se desenvolva completamente e se afaste do preconceito de gênero sem ter em conta as estratégias certas e confiáveis. A introdução de Q desafia as normas de preconceito de gênero, obriga a sociedade a examinar criticamente seu sistema de crenças e incentiva as empresas de tecnologia a assumir um novo nível de responsabilidade social em termos de diversidade e inclusão. Ele também fornece todos os recursos que cada empresa de tecnologia procuraria em seus assistentes de voz com base no gênero: calma, cordialidade, responsabilidade e disponibilidade.

Para desenvolver a primeira voz artificial sem gênero do mundo, os criadores dos estúdios Virtue Nordic gravaram vozes reais de pessoas, incluindo homens, mulheres, fluidos de gênero e transgêneros. Depois de muita análise, experimentos e ajustes, eles descobriram uma voz principal que estava na faixa de neutralidade de gênero de 145 Hz e 175 Hz, de acordo com sua pesquisa. A voz foi modificada e ajustada conforme necessário e quatro vozes de teste foram criadas.

Para os desenvolvedores e engenheiros de som, o que era mais importante era que a voz da IA sem gênero não era projetada apenas como não-binária, mas também como não-binária para usuários reais. Assim, as pesquisas foram além e testaram a voz em mais de 4.600 pessoas na Dinamarca, Venezuela e no Reino Unido, que colocaram a voz em uma escala que variava de 1 (masculino) a 5 (feminino).

Em alta frequência, a voz soava mais feminina e, quando a frequência era reduzida, era percebida como masculina. Entre a frequência de 145 e 175 Hz, a voz soava sem gênero, mais como uma voz masculina ou feminina de voz suave com um sotaque australiano levemente cultivado. Mas é certamente menos generalizado do que a maioria das vozes masculinas ou femininas da IA atualmente disponíveis em assistentes virtuais de voz.

"Nesse ponto, não sabemos se íamos querer as vossas, por isso, precisamos do mesmo nome em segundo plano, pois podemos obtê-lo", diz o avaliador em sua opinião. Ao analisar as outras opções, elas podem criar alguns problemas de saúde. "Isso foi muito diferente", diz ele. Ao final da pesquisa, verificou-se que a voz foi percebida como neutra por 50% dos participantes da pesquisa, com 26% achando que é masculina e 24% julgando-a feminina.

Isso levou ao nascimento de Q
Atualmente, o Q é visto como um projeto criativo criado para aumentar a conscientização e desenvolvido pela Virtue Nordic, que faz parte da agência de publicidade global da Vice Media e em colaboração com a Copenhagen Pride, além de pesquisadores acadêmicos, Equal Eli e uma combinação de outros estúdios de som e produção. Foi revelado pela primeira vez em 11 de março de 2019, no SXSW, um festival anual de música, mídia e tecnologia no Texas. Ele teve sua home online desde então.

Mas Q é na verdade mais que isso enfatizou Mario Celso Lopes. É um avanço significativo na inovação e na tecnologia da IA. Foi descrito pela Wired Magazine como a voz digital sem gênero de que o mundo precisa agora. De acordo com o Diretor de Criação Associado da Virtue Nordic, Emil Asmussen, e o Senior Creative, Ryan Sherman, Q pode ser integrado em nossos dispositivos muito em breve. Eles também disseram que estão atualmente em diálogo com gigantes da tecnologia, incluindo algumas das quatro maiores empresas de tecnologia do mundo. Teremos que esperar para ver isso acontecer, mas se isso acontecer, resolverá vários problemas éticos.

Como Q indicou na gravação introdutória do anúncio, a voz sem gênero da IA permitiria à tecnologia ser mais inclusiva, pois se relacionaria e reconheceria pessoas que se distinguem como não-binárias, uma tendência que está se tornando popular e o número de pessoas que se identificam. Dessa forma, aumentando conforme as normas sociais mudam.

Uma linguista que não fazia parte do projeto, Kristina Hultgren, disse em uma entrevista que Q é importante porque é possível que a voz da IA toque nossas mentes diz Mario Celso Lopes. Ela foi mais longe ao dizer que Q é susceptível de jogar com o nosso desejo e desejos e, portanto, tem o potencial de nos empurrar para além dos seus limites e ampliar nossos horizontes.

A adoção da tecnologia de voz sem gênero da IA também poderia permitir uma libertação muito necessária de mulheres do suporte de assistentes de voz da IA, que estão se tornando parte de nossas vidas cotidianas a um ritmo surpreendente.

A partir de agora, todos os principais assistentes virtuais de voz que nos informam sobre o clima, nos lembram sobre uma data ou um compromisso, ou configuram chamadas para nós, estão obviamente programados em uma voz feminina, embora a maioria de seus desenvolvedores afirme que eles são sem gênero.

Sim, é possível alterar o Siri da Apple e o Assistente do Google para voz masculina se você explorar as configurações do seu aplicativo e, quando alterado para alguns idiomas, o Siri muda automaticamente para uma voz masculina. Mas isso não é tão especial se você fala inglês. A Microsoft também está pensando em incorporar uma voz masculina como uma voz alternativa para sua assistente Cortana. Mas ainda parece impossível adicionar uma voz masculina ao Alexa da Amazon e chamá-lo de Alex, ou torná-lo neutro, e chamar de "A"!

Como foi apontado por Leah Fessler, ex-repórter de Quartz, a maioria das empresas de tecnologia está apenas buscando benefícios comerciais. Ela disse que as vozes femininas geram mais dinheiro. De fato, estudos revelaram que as pessoas acham as vozes femininas mais cuidadosas, afetuosas e de serviço, e que a maioria das pessoas, incluindo homens e mulheres, prefere ter vozes femininas que atendem às suas necessidades.

Esse viés também ficou evidente na pesquisa de mercado da Amazon e da Microsoft. Nas ruas e nos metrôs, no entanto, há uma chance maior de você ouvir a voz automatizada masculina fornecer instruções e dar comandos a você do que faria com uma voz feminina. Isso ocorre porque as vozes de baixa frequência soam mais dominantes e influentes.

A próxima linha de ação da Q é defender sua integração em assistentes virtuais como outra opção de voz das gigantes empresas de tecnologia como Microsoft, Amazon, Apple e Google. Talvez, o maior problema seja como fazer com que eles prestem atenção, suspeitando que essas empresas possam tentar criar seus próprios assistentes de inteligência artificial sem gênero.

Como isso está sendo defendido especialmente, se tais opções estão tomando certas interpretações, em seguida, eles vão dar um nome para o seu e os outros. Poderia ser uma amostra diferente para todos os futuros clientes que se engajam em relação a outros semelhantes, criando uma boa quantidade de opções para encontrar as melhores opções e encontrar algumas das melhores. Depois de dizer, todos os programas podem sugerir que os outros fatores não são suficientes para chegar a todas as informações e exemplos que são bons para você.

Perfeitamente, o sonho da voz sem gênero da IA se torna realidade. Então, a sua sessão é uma coisa ou outra. Importante e aplicações, no entanto, não eram de novo no primeiro lugar. Tudo está certo. Portanto, se fizermos isso em torno de humanos, por outro lado, será mais provável que os nossos clientes também em número de bits, também. A partir deste ponto, a explicação geral - não é ainda uma questão de direitos claros ou esclarecimentos; É um ótimo exemplo.

.: Os quatro principais benefícios de saber perder

Escritor Antoine Abed, na obra Ensaio Sobre a Crise da Felicidade, mostra a importância de evitar enfrentamentos desnecessários e focar no que realmente importa



Resiliência é a palavra do momento. Em meio aos desafios diários e a frenética transformação na sociedade, uma pessoa resiliente consegue suportar a dor que a vida impõe diariamente e desenvolver maior equilíbrio emocional durante situações de estresse. Mas, será que devemos sempre ser resilientes?

Para o professor, filantrópico e escritor Antoine Abed, a resposta é talvez. Em seu livro Ensaio Sobre a Crise da Felicidade, o autor dedica um capítulo ao conceito de saber perder, como complemento à resiliência. Segundo Abed, há momentos em que é preferível desviar de determinadas situações ao invés de enfrentá-las.


Somos livres o suficiente para perder e, mesmo assim, ter a capacidade de mudar/nos adequar a fim de acumular experiências que nos tragam sucesso no futuro. (Pág. 52)


Conheça mais sobre esta perspectiva com os quatro principais benefícios de saber perder e focar no que realmente importa. 

Evitar a dor e o sofrimento
Antever uma situação crítica que está prestes a ocorrer é uma forma de evitar problemas iminentes, dos quais não há mais saída para resolver. É preferível reconhecer o momento certo para desviar de situações desagradáveis e focar sua caminhada no desenvolvimento das virtudes.

O importante não é o agora
O conceito de saber perder é entender que o urgente talvez não seja tão importante e precise ser resolvido imediatamente. Tudo é uma questão de escolha. Por vezes, é preferível perder algo a virar refém da dor.  

Ficar no controle da situação
A pessoa que está disposta a perder é parte ativa de uma negociação na tentativa de controlar uma situação que não lhe favorece. Não aceita passivamente as forças externas que o pressionam e busca sempre encontrar a melhor saída possível.

Perceber o timing do fato
É preciso compreender que, na resiliência, não há mais o que possa ser negociado e evitado; o indivíduo não é mais o senhor das suas atitudes. Já quem sabe perder permanece no comando, o que garante a sua individualidade e liberdade.


"Ensaio Sobre a Crise da Felicidade", publicado pela Editora Albatroz, é um resgate às antigas reflexões filosóficas, que muito ensina sobre como lidar com os desafios da vida e viver com menos sofrimento. E um destes caminhos é desviar de certos problemas ao invés de enfrentar todas as situações críticas que se apresentam.

Sinopse do livro: Por que temos a sensação de que sempre falta algo em nossas vidas? Parece que não conseguimos nos encaixar nas diversas possibilidades existentes de como viver. Atualmente, constatamos a grande quantidade de pessoas, de diferentes idades, perdidas e sem rumo, que vivem de forma automática, sem propósito e objetivo definido. O que aconteceu com a geração atual? O autor identifica uma crise da sociedade contemporânea, fazendo uma reflexão sobre como vivemos e, com a ajuda de Bauman, Epicuro e outros pensadores, apresenta-nos uma crítica aos valores atuais. Desenvolve, ainda, a ideia do "Saber Perder", que, em sua visão, é a virtude necessária para o indivíduo contemporâneo seguir sua trajetória sem perder o foco do que realmente é importante.

Ficha Técnica:
Título: Ensaio Sobre a Crise da Felicidade
Autor: Antoine Abed
ISBN-10: 8571450080
ISBN-13: 978-8571450080
Editora: Editora Albatroz
Páginas: 84 páginas
Formato: 21 x 14 
Preço: R$19,90
Link para compra: bit.ly/livroAA

Sobre o autor: Antoine Abed é presidente fundador do Instituto Dignidade, filantrópico, empreendedor e estudante de Filosofia. Atuou como professor voluntário na África do Sul, Quênia e Nepal, desenvolvendo a educação, saúde pública e infraestrutura local. Aos 35 anos de idade, descobriu uma paixão, o montanhismo. Já coleciona alguns cumes na América do Sul e Havaí, porém sua grande conquista foi em 2018, quando alcançou o Everest Base Camp, no inverno.

.: "Persona em Foco" com Miguel Falabella vai ao ar nesta sexta


Na sexta-feira, dia 3 de janeiro, a TV Cultura exibe o "Persona em Foco" com o ator, dramaturgo e diretor teatral Miguel Falabella. Artista de grande prestígio junto ao público e à crítica, no programa, ele recorda sua trajetória pessoal e profissional com a ajuda de duas atrizes e parceiras de trabalho: Alessandra Maestrini e Brenda Nadler. 

Além disso, a edição traz depoimentos de Maria Padilha, Cissa Guimarães, Flávio Marinho, Suzana Vieira, Guilherme de Almeida Prado, Luiz Gustavo, Cláudia Raia e Cleto Baccic. Com apresentação de Atílio Bari, o programa vai ao ar às 22h45, na TV Cultura, no YouTube e no aplicativo Cultura Digital.

.: “The Passing Parade”, um filme para quem gosta de amar


Por Oscar D’Ambrosiojornalista e crítico de arte.

Há filmes que passam quase totalmente despercebidos e é difícil entender o porquê. Esse é o caso de “The Passing Parade”, dirigido por John Hindman. Filmado em preto e branco, numa atmosfera visual e musical que remete a Woody Allen, mas com menos humor e menor conteúdo filosófico, consegue encantar por enfocar o sentido da vida numa perspectiva que une o realista ao romântico.

A protagonista, a expressiva atriz Tessa Ferrer, é uma dramaturga de um único sucesso em busca de um novo texto que tenha ampla aceitação de público e crítica. Nessa jornada, as suas principais escolhas afetivas oscilam entre um fotógrafo e um colega de profissão, a quem inicialmente despreza.

O fotógrafo, por sua vez, se apaixona por sua melhor amiga, uma espécie de manual de autoajuda ambulante. As seguranças e inseguranças desses personagens percorrem uma jornada plena de altos e baixos. Os momentos de crise não são apenas emocionais, mas também sobre a própria atividade de escrever.

Discute-se muito, ao longo do filme, se a arte deve ser feita para si mesmo ou para os outros. Quem deve ser agradado? Parece que as obras-primas conseguem atingir a todos e todas com igual encantamento. Essa tese perpassa um filme a ser descoberto pelos que gostam de pensar, de amar e de ser amado.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

.: Seriado "Crias de Dulcina" flerta com "O Despertar da Primavera"


Na série inédita "Crias de Dulcina", que irá ao ar na quinta-feira, dia 2 de janeiro, às 23h15, na TV Cultura, um grupo de teatro é formado por alunos que passam por situações diversas, como bullying, gravidez na adolescência, decepções amorosas e uso de drogas. Eles se identificam com a peça "O Despertar da Primavera", de Frank Wedekind, e encontram no teatro uma maneira de lidar com seus problemas.

.: Filme mexicano “A Camareira” questiona: vale a pena viver?

Por Oscar D’Ambrosiojornalista e crítico de arte.

Não são poucas as vezes em que se tem a sensação de que a vida não tem sentido algum, tratando-se e uma série de acontecimentos que ocorrem arbitrariamente, levando do nada para lugar algum. Por transmitir justamente essa atmosfera, o filme mexicano “A Camareira” merece ser visto.

E não se trata de uma obra de arte fácil. A narrativa da história de uma camareira de um hotel luxuoso se passa praticamente inteira em seu local de trabalho. É ali que luta por uma promoção, estuda para obter uma formação melhor e tem pequenos momentos de alegria, longe de casa e do filho.

As relações são todas rápidas e vazias, como os momentos em que cuida do filho de uma hóspede argentina (breve participação marcante de Agustina Quinci) ou os diálogos com colegas no trabalho. Predomina a falta de perspectiva nos becos sem saída que demandam perfeição no trabalho rigor no horário e risco de desemprego a qualquer momento.

A direção de Lila Avilés reforça a opressão da personagem, perdida entre a vida dos outros. Mas encontra espaço para respirar e para conversar com o filho. Assim, vai amargando uma jornada marcada pelos fracassos e por uma jornada existencial em que não passos para avante ou para trás. Existe apenas um presente doloroso e comovente.

.: Por que o Google se chama Google? A origem do nome Google


O Google foi fundado pelos graduandos da Universidade de Stanford, Larry Page e Sergey Brin. Eles criaram um algoritmo de busca em 1996 e o chamaram de BackRub. Tornou-se a base do mecanismo de busca que foi oficialmente chamado Google quando foi lançado dois anos. Google é atualmente a principal filial da sua empresa-mãe do alfabeto Inc. e é o maior motor de busca do mundo.

O Google é derivado do "googol". Na verdade, é um erro de ortografia do "googol". A palavra "googol" é basicamente um número. O número é dez para o poder de cem. Está escrito como o número um seguido por cem zeros. Tanto Page quanto Brin queriam usar um termo que sugerisse números grandes. Eles criaram um artigo original para o PageRank, onde afirmam que seu mecanismo de busca foi chamado Google, uma maneira comum de soletrar o "googol", e que isso implicava a grande escala de seu mecanismo de busca como previsto por eles.

A palavra "googol" foi usada pela primeira vez em 1919 para um personagem cômico conhecido como Barney Google contou Cristina Boner. Enid Mary Blyton mais tarde usou o Google Bun como uma frase em 1941, "The Magic Faraway Tree " e 1946 " The Folk of the Faraway Tree ". Ela também desenvolveu um personagem de palhaço para "Circus Days Again", conhecido como Google. O livro foi publicado em 1942. 

Há um Googleplex Star Thinker em "O Guia do Mochileiro das Galáxias " de Douglas Adams. Por volta da época em que Brin e Page estavam trabalhando no BackRub em 1996 e ainda não haviam nomeado seu mecanismo de busca Google, uma empresa conhecida como Groove Track Productions solicitou uma marca nos Estados Unidos. A marca registrada Google foi criada para ser usada em diferentes tipos de produtos, incluindo roupas, jogos de tabuleiro, brinquedos de pelúcia e chocolates. A empresa não seguiu e abandonou o aplicativo em 1997.

O Google é agora um substantivo e um verbo. É um substantivo pela razão óbvia de ser o nome de um mecanismo de pesquisa. O Google também era o nome da empresa que agora é conhecida como Alfabeto. O Google também é um verbo mencionado no Oxford English Dictionary e Merriam Webster Collegiate Dictionary. Significa usar o mecanismo de busca do Google para obter informações da internet.

História dos motores de busca
Os motores de busca são agora o quadro integral para sites hospedados em todo o mundo. Segundo Cristina Boner, eles se tornaram a interface para os usuários da Internet acessarem o conteúdo. Procuramos informações usando palavras-chave para procurar fontes relevantes. 

Não apenas obtemos informações, mas também verificamos e confiamos na indexação dos mecanismos de busca para obter uma fonte enciclopédica imediata. Os mecanismos de pesquisa não são mais apenas interfaces. Eles se tornaram meios de marketing. Os motores de busca são um tipo de negócio e uma indústria por si só.

Os mecanismos de pesquisa são alimentados por algoritmos e usam rastreadores para pesquisar conteúdos relevantes com base em palavras-chave escolhidas ou fornecidas. Os rastreadores dos mecanismos de pesquisa verificam efetivamente toda a Web indexada e encontram informações relevantes. Todos os mecanismos de pesquisa têm um sistema de classificação que facilita uma ordem sistemática na qual os resultados relevantes são exibidos.

O conceito de motores de busca
O conceito de mecanismos de pesquisa antecede o desenvolvimento da rede mundial. A primeira pessoa a falar sobre o mecanismo de busca foi Vannevar Bush, um cientista e engenheiro americano. Ele escreveu um artigo em 1945 que foi publicado no The Atlantic Monthly. Bush falou sobre a necessidade de ter um índice que pudesse fornecer acesso a todo o conhecimento. Ele descreveu este índice como expansivo.

O objetivo era bem simples. Ele queria que as pessoas tivessem acesso a todas as informações que geralmente estão além da capacidade individual de uma pessoa. Embora o mundo tivesse muito conhecimento para oferecer, não estava prontamente disponível para todos. 

Bush queria uma forma de registro que pudesse ser verdadeiramente útil e prontamente disponível. Ele defendeu alguma forma de armazenamento e o que pode ser continuamente expandido. Bush também foi um dos primeiros pensadores a destacar a necessidade de ter informações disponíveis por meio da associação e não do método arcaico de indexação.

O primeiro motor não foi desenvolvido por quase quarenta e cinco anos após a publicação do artigo. Engenheiros elétricos e estudantes na faculdade tentaram fazer um índice como previsto por Bush. Isso foi chamado Archie, derivado do arquivo de palavras ou arquivos. Archie tornou-se o primeiro motor de busca do mundo na época de sua criação, em 1990. Archie listagens de diretórios armazenados usando sites de protocolo de transferência de arquivos e tinha um recurso de pesquisa.

Logo depois, muitos outros mecanismos de busca foram desenvolvidos, especialmente o Gopher, que poderia indexar arquivos de texto como Veronica, Jughead e JumpStation. A primeira ferramenta de descoberta a ser usada para recursos da web em todo o mundo foi a JumpStation, que usava o rastreamento e depois dependia da indexação. O WebCrawler se tornou o primeiro mecanismo de busca a usar o texto completo. Foi desenvolvido por Brian Pinkerton em 1994.

Até que o WebCrawler viesse à tona, os mecanismos de pesquisa só podiam indexar domínios ou nomes de páginas da Web e listá-los em catálogos. Os motores de busca expandiram-se gradualmente à medida que a Internet cresceu e muitas novas plataformas foram desenvolvidas para serem compatíveis com a natureza mutável da rede galáctica.

Linha do tempo dos mecanismos de pesquisa
O primeiro mecanismo de busca totalmente formado e funcional do mundo foi Archie. Foi desenvolvido por Alan Emtage e L. Peter Deutsch em 1990. Eles usaram a indexação e criaram um sistema básico. A dupla estava trabalhando em um projeto da escola, enquanto na Universidade McGill, quando eles desenvolveram Archie. 

Em 1991, os estudantes da Universidade de Minnesota desenvolveram um protocolo para usar a indexação e pesquisaram documentos online. Isso foi chamado Gopher. Usou FTP anônimo. Ambos Archie e Gopher eram sistemas interessantes, mas eles provaram ser primitivos e logo foram abandonados nos anos noventa.

Lycos
Em 1993, um projeto universitário levou à criação da Lycos. Foi o primeiro motor de busca comercial. Foi também o primeiro mecanismo de busca bem-sucedido. Tornou-se disponível em quarenta países e foi amplamente utilizado por usuários e empresas da Internet. O Lycos não é mais um mecanismo de pesquisa. Um ano após o lançamento do Lycos, surgiram dois fenômenos entre os mecanismos de busca.

Yahoo
Em 1994, os graduados da Universidade de Stanford no departamento de engenharia elétrica, Jerry Yang e David Filo, desenvolveram o Yahoo. Ele passou a se tornar um dos mais populares motores de busca e portais da década de noventa e da primeira década do século XXI. Cristina Boner ainda lembra que , na mesma época, Brian Pinkerton criou o WebCrawler. 

O mecanismo de pesquisa pode digitalizar páginas completas. Ele poderia funcionar on-line e foi o primeiro rastreador eficaz como conhecemos o conceito hoje. O WebCrawler foi adquirido pela AOL. Foi colocado em uso para a rede da AOL. AOL usou o WebCrawler, depois que o último foi comprado pela Excite, para alimentar seu programa NetFind. O WebCrawler se tornou um dos primeiros mecanismos de busca de base.

Em 1995, o AltaVista foi lançado e rapidamente se tornou um mecanismo de busca popular e confiável. A plataforma era distinta. Usava o Scooter, que era um rastreador multi-thread que podia escanear mais páginas do que se sabia que estavam disponíveis online, e o mecanismo de busca tinha hardware avançado como infra-estrutura de back-end. O Yahoo usou o AltaVista para sua ferramenta de busca. A Overture Services Inc. adquiriu a Alta Vista em 2003. O Yahoo adquiriu a Overture Services Inc. alguns meses depois.

Looksmart
Em 1995, a Looksmart foi lançada com o objetivo de desenvolver um diretório de sites. Foi em concorrência direta com o diretório do Yahoo. A Looksmart teve uma oferta pública inicial em 1999. Ela se tornou uma provedora de serviços de pagamento por clique em 2002. A Looksmart perdeu seu valor quando a Microsoft a abandonou e adquiriu o WiseNut.

O WiseNut foi lançado em 2001. Foi introduzido como um mecanismo baseado em rastreadores beta. Foi então propriedade e operado pela Looksmart. O WiseNut se saiu bem, mas por um curto período de tempo. Sua tecnologia de agrupamento automático conhecida como WiseGuide, que se tornou a base para os resultados da pesquisa, não se mostrou útil ao longo do tempo. O WiseNut foi fechado em 2007.

Os anos de 1995 e 1996 foram os mais significativos na história dos mecanismos de busca. Archie e Gopher estavam perdendo importância. O Lycos estava forte e o Yahoo acabara de ser apresentado. AltaVista e Looksmart foram ambos encorajadores. Mas muita coisa estava acontecendo nos dormitórios e no campus da Universidade de Stanford. Diferentes grupos de estudantes na Califórnia estavam desenvolvendo suas próprias versões de mecanismos de busca, mais notavelmente Architext ou Excite e BackRub ou Google.

Excite
O Excite foi apresentado antes do Google e foi assinado para uso exclusivo da Apple e da Microsoft. Excite comprou WebCrawler e Magellan. Ele também queria comprar o Google e comprar Brin e Page recusou a oferta. Brin e Page tiveram a opção de vender o Google em 1996 por um milhão de dólares. Alfabeto, anteriormente Google, vale agora quase setecentos e quarenta bilhões de dólares. O Excite não é mais um mecanismo de pesquisa.

Hotbot
O Hotbot foi introduzido em 1996 e depois comprado pela Lycos. O Hotbot foi lançado pela Wired Magazine, mas não alcançou o tipo de popularidade que algumas de suas contrapartes conseguiram. Aaron Flin desenvolveu e introduziu o Dogpile em 1996. Foi adquirido pela Go2net. O Dogpile não é mais um mecanismo de pesquisa independente. Ele obtém seus resultados principalmente do Google, mas também do Yahoo.

O Google teve uma forte concorrência em seus dias nascentes. O Google foi o primeiro mecanismo de pesquisa a usar um sistema baseado em classificação de sites, avaliando o número de sites com links para uma determinada página da Web ou site explica Cristina Boner. Priorizou a referência e a vinculação. 

Outros mecanismos de pesquisa que tinham sistemas de classificação se baseavam no número de vezes que sites específicos apareciam nas páginas de resultados. Como a história testemunha, a estratégia de Larry Page e Sergey Brin mostrou-se mais útil e eficaz.

O final dos anos noventa viu o surgimento do MSN Search, Ask e AOL Search. A Microsoft introduziu o MSN Search em 1998. O motor realmente obteve os resultados de pesquisa da Inktomi e depois confiou na Looksmart. O MSN foi posteriormente renomeado como Windows Live Search e, posteriormente, Live Search. Eventualmente, foi renomeado como Bing e agora se uniu ao Yahoo, efetivamente substituindo o último.

Garret Gruener desenvolveu a ASK junto com David Warthen e eles a introduziram em 1996. Inicialmente, ela era conhecida como AskJeeves.com. Essa foi uma das primeiras plataformas a incentivar os usuários a digitar perguntas, usando linguagem normal do dia-a-dia. Os criadores fatoraram em coloquialismos. A ASK foi adquirida pela IAC em 2005. O outros mecanismos de busca que surgiram no final dos anos noventa e nos primeiros anos da última década foram Infoseek, Teoma, Overture e Alltheweb. Eles foram adquiridos ou desapareceram no esquecimento.

O AOL Search foi introduzido em 1999, mas não era um mecanismo de busca completamente novo. Resultou da aquisição do Web Crawler. A AOL Search juntou-se mais tarde ao Google e foi lançada novamente em 2006. Nos últimos dez anos, o mundo testemunhou o lançamento do Cuil, Ixquick.com, StartPage, DuckDuckGo, Wolfram Alpha, Baidu, Yandex, Yelp e Foursquare.

Cuil
Enquanto o Cuil é mais parecido com os outros mecanismos de busca tradicionais, com o argumento de ter um enorme tesouro de páginas em seu índice, os gostos do Ixquick.com, StartPage e DuckDuckGo são mecanismos de busca seguros. 

Estes motores de busca estão empenhados em defender a privacidade dos usuários da Internet contou Cristina Boner. Nenhuma informação do usuário é compartilhada com os sites, diretórios ou anunciantes e outras organizações. O Wolfram Alpha é um mecanismo de busca especializado. O mecanismo de conhecimento computacional fornece respostas para perguntas factuais.

O Baidu e o Yandex são mecanismos de busca baseados fora dos Estados Unidos, respectivamente na China e na Rússia. O Yelp é uma versão moderna das Páginas Amarelas. O Foursquare é um mecanismo de pesquisa que usa redes sociais baseadas em localização e é destinado a celulares.

O futuro dos motores de busca
Os mecanismos de pesquisa já passaram de consultas baseadas em texto para entradas de voz. Cristina Boner avisa que Google e Bing continuam a ser os mecanismos de busca mais utilizados e é improvável que sua onipresença seja abalada a qualquer momento no futuro próximo. Qualquer disruptor neste espaço pode ser adquirido ou os gigantes podem evoluir rapidamente para combater tais ameaças. Os mecanismos de pesquisa se tornaram a interface padrão entre os mundos real e virtual.

.: "O Mágico de Oz" em curtísssima temporada em janeiro


Depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro e Buenos Aires o espetáculo "O Mágico de OZ" - visto por mais de 1 milhão e quinhentas mil pessoas – retorna aos palcos de São Paulo para marcar as comemorações dos 120 anos do lançamento do livro e 80 anos da primeira exibição no cinema.

As apresentações que acontecem no Teatro Bradesco - dias 11, 12, 18 e 19 de janeiro, às 15h - vão levar o público para um mundo de fantasia onde as crianças e os pais poderão participar de um espetáculo multimídia com muitas interações.  

"O Mágico de Oz", com direção do italiano Billy Bond é baseado na obra de Lyman Frank Baum, lançado em 1900. A adaptação para os palcos conta muita música, humor e encanto, para contar a história de Dorothy e seu cãozinho Totó, que são levados por um terrível ciclone de uma fazenda no Kansas, Estados Unidos, até a Terra de Oz - uma terra mágica e distante, além do arco-íris.  

Dos mesmo realizadores de "After de Luge", "Rent", "A Bela e A Fera", "Lês Miserables", "O Beijo da Mulher Aranha", "Pinocchio", "Natal Mágico", "Cinderella", "Alice" e "Peter Pan", o espetáculo conta com a participação de Bia Jordão como Dorothy e trará inúmeras surpresas para emocionar toda a familia!

Garanta já os seus ingressos em Uhuu: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/o-magico-de-oz-8739Classificação: livre. Duração: 120 minutos. O Teatro Bradesco fica na rua Palestra Itália, 500 / 3º piso - Bourbon Shopping São Paulo - Perdizes.

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