No dia 27 de outubro, a comédia-metragem emergencial "Às Terças" será apresentada online. A transmissão ficará disponível das 14h às 23h30, e possui duração de 60 minutos. No espetáculo, quatro mulheres com sérios problemas de personalidade abandonam o terapeuta e passam a realizar encontros virtuais, no meio da Pandemia, afim de ajudarem umas as outras a resolverem seus problemas.
Uma comédia de Marcélli Oliveira (autora da "Escolinha do Professor Raimundo") com direção de Alexandre Contini. O elenco conta com Stella Maria Rodrigues, Marcella Muniz, Carina Sacchelli e Marcélli Oliveira. A transmissão ficará disponível das 14h às 23h30, e possui duração de 60 minutos. O link será enviado no dia da apresentação a partir das 13h e vai expirar às 23h30. Os ingressos custam entre R$ 10 e R$ 20, e podem ser adquiridos através do site www.bilheteriaexpress.com.br.
Serviço "Às Terças" - Comédia Emergencial Data: 27 de Outubro Horário: Transmissão disponível das 14h às 23h30 Onde: Youtube Classificação: 16 anos Preços: Meia - R$ 10 + R$ 1,50 de taxa de serviço. Inteira - R$ 20 + R$ 3 de taxa de serviço. Pode ser comprado por qualquer pessoa. Estudantes: Ensino Fundamental, Ensino Médio, Graduação e Pós-Graduação (apresentar boleto original do mês, caso a carteirinha de estudante não tenha validade vigente), aposentados, pessoas acima de 60 anos, professores da rede pública. Onde comprar: www.bilheteriaexpress.com.br Dúvidas e Televendas: 11 2771-0016 - Whatsapp 11 94591-1557 Produção: Alexandre Contini
Em razão do anúncio sobre o avanço da capital à fase verde do Plano São Paulo, o Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo reabriu com a exposição "Egito Antigo: do Cotidiano à Eternidade". A reabertura do CCBB SP seguirá um planejamento previamente desenvolvido, que contempla restrições e regras definidas com base em orientações das autoridades sanitárias para garantir maior segurança aos visitantes e funcionários.
Das atrações do CCBB SP, apenas a exposição "Egito Antigo: do Cotidiano à Eternidade" à eternidade estará aberta ao público e exigirá agendamento prévio pelo site www.eventim.com.br. A unidade vai funcionar todos os dias, das 9h às 17h, exceto às terças.
"Egito Antigo: do Cotidiano à Eternidade" entrou em cartaz no CCBB São Paulo em 19 de fevereiro e com visitação de até 7 mil pessoas por dia. A exposição pode ser visitada até dia 3 de janeiro de 2021. Em sua passagem pelo Rio de Janeiro, atingiu a marca de 1.433.188 visitantes, entre outubro de 2019 e fevereiro deste ano. O patrocínio é do Banco do Brasil, BB DTVM e BB Seguros; copatrocínio da Brasilprev e apoio do Banco Votorantim. A produção e organização são da Art Unlimited.
Ao todo, a mostra reúne 140 peças que têm em comum a relevância para o entendimento da cultura egípcia, que manteve parcialmente os mesmos modelos religiosos, políticos, artísticos e literários por três milênios. Aspectos da historiografia geral do Egito Antigo são apresentados de forma didática, por meio de esculturas, pinturas, amuletos, objetos cotidianos, um "Livro dos Mortos" em papiro, objetos litúrgicos e óstracons (fragmento de cerâmica ou pedra usados para escrever mensagens oficiais), além de sarcófagos, múmias de animais e uma múmia humana da 25ª dinastia. Os itens são oriundos do Museu Egizio de Turim, na Itália, segundo maior em acervo egípcio do mundo. A exposição é dividida em três momentos:
Vida cotidiana (seção amarela) O cotidiano é apresentado por meio de vídeos e fotografias – do Nilo, de sítios arqueológicos, tumbas e objetos importantes. As imagens transportam o público para o modo de vida de uma civilização intimamente ligada à figura do Sol, Deus representado em pinturas, escritos, adereços e objetos, entre outros artefatos, relacionados ao Egito Antigo.
O amarelo que colore essa seção está associado ao Sol, mas também ao ouro (material do qual a pele dos deuses era feita), assim como ao tom ocre comumente usado em Deir el-Medina – a vila abrigava artesãos das tumbas do Vale dos Reis, de onde vêm a maior parte da informação sobre o dia a dia dos antigos egípcios. Por meio dos objetos expostos – adornos, artigos de higiene, pentes, frascos de cosméticos, sapatos, vestimentas, entre outros – é possível entender aspectos como trabalho, nutrição e saúde da civilização egípcia.
Os níveis sociais em torno da cultura e das esferas administrativas e sacerdotais eram reservados a altos dignitários, que desfrutavam dos maiores privilégios, praticavam caça e pesca e cuidavam do corpo com óleos, pomadas, banhos e perfumes. Tanto mulheres quanto homens usavam maquiagem, especialmente o kohl, uma mistura preta aplicada ao redor dos olhos, que servia a um propósito protetor.
Já os camponeses viviam como o esteio da economia, junto com os servos. Suas vidas e trabalho eram determinados por um evento cíclico fundamental: a inundação do Nilo, em julho, que transformava os campos em pântanos lamacentos. Era muito incomum mudar de classe social, mas um escriba poderia melhorar muito seu status, uma vez que seu conhecimento era requisito para os cargos mais altos: era necessário dominar o hieróglifo e a escrita administrativa, em particular hierática (versão cursiva do hieróglifo), muito mais rápida, usada em anotações e documentos. Enquanto o hieróglifo era escrito em pedra ou papiro precioso, o hierático era registrado em óstracons.
Religião (seção verde) A segunda parte da exibição ilustra a relação dos egípcios com o sagrado, levando o visitante para dentro de um templo, em um ambiente em tons de verde. Essa cor está ligada a muitos conceitos, em especial ao renascimento e à regeneração, assim como à cor da pele do deus Osíris, rei dos mortos, e do papiro, planta identificada com o Nilo, que crescia na água e representava uma nova vida. A luz é suave, para evocar o que teria sido a iluminação típica dos templos, onde os cultos oficiais eram praticados e os sacerdotes escreviam os textos sagrados e determinavam a vida religiosa. Eram subdivididos em espaços públicos e sagrados, nos quais apenas alguns sacerdotes e o rei podiam entrar. Sua arquitetura substituía progressivamente a luz pela penumbra e escuridão.
A religião egípcia era politeísta, marcada por um grande número de divindades maiores e menores. A forma mais íntima de devoção pessoal era o culto votivo, que envolvia a consagração de objetos representando as divindades.
Muitos deuses assumiam a forma animal, e espécies associadas a divindades específicas eram adoradas. Nos templos, um animal associado a um deus poderia ser considerado sua encarnação e, se morresse, seria mumificado e poderia ser deixado como oferenda. Foram encontradas centenas de milhares de múmias, especialmente gatos para a deusa Bastet, cães para o deus Anúbis, falcões para o deus Hórus e íbis para o deus Thoth. As múmias eram acompanhadas de objetos em vários materiais, incluindo estátuas de divindades e estelas de pedra calcária, diante das quais as oferendas seriam deixadas.
Outro aspecto importante da religião era a magia, desde a vida cotidiana até os ritos funerários – às vezes, considerada o único remédio contra o comportamento incompreensível dos deuses, demônios, anjos e espíritos dos mortos. A doença era vista como uma possessão por uma entidade prejudicial que precisava ser derrotada. As estátuas de cura pertencem a essa esfera e apareceram pela primeira vez no Império Novo (iniciado em cerca de 1500 a.C.), podendo curar picadas de cobra e escorpião, com a água ou leite que era derramada sobre elas e sobre os textos mágicos que cobriam as feridas.
Eternidade (seção azul) A escuridão noturna, fase em que a deusa Nut engolia o Sol, era associada ao reino dos mortos; e o azul é a cor do lápis-lazúli, mineral precioso valorizado pelos egípcios. Em um ambiente com iluminação azul meia-noite, considerada por eles a cor da eternidade, o terceiro espaço expositivo irá abordar as tradições funerárias e a vida após a morte. A luz ainda mais fraca sugere os locais fechados e selados das câmaras funerárias, onde os bens da sepultura eram originalmente colocados. Assim, o visitante é transportado ao interior de uma tumba para acompanhar desde a sua idealização e construção até o sofisticado ritual de mumificação.
Os elementos da arquitetura das tumbas atendiam exigências relacionadas às crenças funerárias. Esse ritual atingiu sua máxima expressão com a mumificação, que era considerada uma proteção do corpo para continuar a vida após a morte. Os órgãos internos eram retirados, tratados e guardados em vasos canópicos, pois os egípcios acreditam que era preciso preservá-los para assegurar a vida eterna; só o cérebro era descartado; e o coração, a casa da alma, era recolocado na múmia.
Essa função protetora da mumificação era reforçada pela recitação de fórmulas mágicas, representando espíritos ou divindades particulares, e posicionando amuletos em pontos específicos da múmia: o djed (hieróglifo em forma de pilar) era colocado atrás do corpo, como símbolo de estabilidade e força; o besouro coberto de fórmulas mágicas protetoras, no coração; os espíritos funerários, no músculo cardíaco; as divindades protetoras, nos órgãos do abdômen.
A partir do Império Médio (iniciado em cerca de 2000 a.C.), as tumbas ganharam estatuetas funerárias, conhecidas como shabtis, que tinham a tarefa de substituir o falecido se fosse convocado para realizar trabalho agrícola ou qualquer outra tarefa após a morte. No entanto, o objeto mais importante era o caixão, cuja função principal era preservar o corpo. Ao longo dos séculos, mudou tanto em forma quanto em decoração e, muitas vezes, era identificado com Nut, a deusa do céu e mãe divina, que acolhia os mortos e lhes permitiria começar uma nova vida.
CCBB São Paulo reforçou protocolos de segurança Além da mudança de horário e necessidade de agendamento pelo site www.eventim.com.br, o CCBB colocou em prática uma série de protocolos para garantir a segurança de funcionários e visitantes. A entrada será apenas pela porta principal da unidade, com necessidade de validação do ingresso e medição da temperatura corporal. A visita terá duração de 50 minutos, começando pelo subsolo e passando pelos quatro andares do prédio. Serão até 50 visitantes por grupo, que vão receber a orientação de usarem as escadas durante o deslocamento.
O uso de máscara é obrigatório para ter acesso ao CCBB São Paulo e haverá fiscalização em todo o prédio, assim como a disponibilização de álcool em gel. Para garantir a segurança do público, a exposição Egito Antigo: do cotidiano à eternidade passou por reformulações, que não comprometem o entendimento sobre a mostra. A réplica da pirâmide, anteriormente exibida no térreo da unidade, foi desmontada com o objetivo de favorecer a área de circulação e o distanciamento entre os visitantes. A interação de selfie com a esfinge, no subsolo, terá higienização reforçada.
Todos os funcionários receberam orientações sobre os protocolos de segurança. Além disso, há marcações no piso dos elevadores e galerias que reforçam a necessidade de distanciamento. O serviço de guarda-volumes está suspenso no momento e não serão mais disponibilizados materiais impressos. Os bebedouros da unidade foram desinstalados e as televisões e totens do prédio vão exibir informes sobre os protocolos na nova dinâmica de funcionamento do CCBB São Paulo.
Sobre o CCBB SP O CCBB São Paulo ocupa o prédio construído em 1901 na Rua Álvares Penteado, 112, esquina com a Rua da Quitanda. Localizado no coração histórico da cidade, numa via hoje de pedestres, o edifício foi comprado em 1923 pelo Banco do Brasil. Em 1927, após uma reforma projetada pelo arquiteto Hippolyto Pujol, tornou-se o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil na capital. A construção foi inteiramente reformada para abrigar o CCBB São Paulo, inaugurado em 21 de abril de 2001. Os elementos originais foram restaurados, mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século XX.
Serviço "Egito Antigo: do Cotidiano à Eternidade" Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. Rua Álvares Penteado, 112 - Centro Histórico, Triângulo, São Paulo. De 16 de outubro de 2020 a 3 de janeiro de 2021, aberto todos os dias, das 9h às 17h, exceto às terças. Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô. Informações: (11) 4298-1270. Entrada gratuita, mediante agendamento pelo aplicativo Eventim.
Estreia neste domingo, dia 25, às 22h, na HBO e na HBO GO, a minissérie original "The Undoing", produção com elenco estrelado, encabeçado pelos protagonistas Nicole Kidman e Hugh Grant. A trama se desenvolve em torno da terapeuta Grace (Kidman), que não percebe os sinais de que o marido, o famoso oncologista pediátrico Jonathan (Grant) tinha passagens obscuras em sua vida.
O casal nova-iorquino leva uma vida perfeita, até que uma morte violenta e desdobramentos inesperados faz tudo desmoronar. A seguir, algumas das principais razões que farão deste drama repleto de surpresas e intrigas, em que nada é o que parece ser, uma obra irresistível:
• Nova parceria de dupla de "Big Little Lies". A produção reúne mais uma vez o criador David E. Kelley e a atriz Nicole Kidman. A primeira parceria da dupla foi em "Big Little Lies" também da HBO. Com duas temporadas, a série ganhou inúmeros prêmios, incluindo 8 Emmys®. A exemplo do que ocorreu na produção anterior, Kidman também é produtora executiva de "The Undoing".
• Hugh Grant teve raríssimas aparições na TV. Um dos atores mais reconhecidos do cinema, Hugh Grant retorna à TV com "The Undoing". O charmoso britânico é conhecido mundialmente por seus papéis em filmes como "Razão e Sensibilidade", "Um Lugar Chamado Notting Hill", "O Diário de Bridget Jones" e "Mickey Olhos Azuis". Na TV, as suas aparições foram pontuais (ele esteve, por exemplo, em um episódio de "The Nanny", na quarta temporada), o que gera oportunidade rara de vê-lo em ação durante seis episódios consecutivos.
•Donald Sutherland em um papel essencial. Veterano das telas, Donald Sutherland interpreta o pai de Nicole Kidman em "The Undoing", em um papel que será essencial à trama na medida em que ele tenta manter a todo o custo o status da família abalada pelo escândalo. Ao contrário de Grant, que direcionou a carreira para o cinema, Sutherland transitou muito bem entre os dois formatos. A nova série da HBO é mais uma oportunidade para reverenciar seu talento e lembrar das suas participações em outros títulos. Sutherland participa de series desde a década de 1960 ("The Saint" e "Os Vingadores") e emprestou seu peso a produções recentes, como a franquia "Jogos Vorazes".
• Seriado é adaptado de um livro de sucesso. "The Undoing" é mais uma adaptação da HBO para a TV a partir de uma obra literária. No livro "You Should Have Known", que você pode comprar neste link, a americana Jean Hanff Korelitz propõe ao público um suspense de primeira categoria. Grace é também autora renomada que guia mulheres a escutarem melhor a intuição. Na obra original, o gatilho para a trama acontece na noite de autógrafos de Grace. Na minissérie, o ponta pé inicial será uma festa beneficente.
• Seriado se passa no bairro mais descolado e elegante de Nova Iorque. Por fim, "The Undoing" se passa em Nova York, no Upper East Side, o bairro mais elegante e descolado da cidade. Muitos endereços nova-iorquinos estão em cena e fazem lembrar outras produções que tiveram a cidade como parte integral da trama.
Desde o início da pandemia, a organização da Horror Expo acompanha os desdobramentos visando a realização de um evento completo e seguro, tanto para o visitante quanto para os artistas, expositores, convidados, patrocinadores, equipe e todos os demais envolvidos.
Mesmo com planos de reabertura em andamento, não julgamos que seja seguro e viável a realização de um evento do porte que planejamos para 2020. Desta forma, formatamos uma grandiosa experiência online, a "Horror Expo Live 2020", que será realizada de forma gratuita entre os dias 26 e 31 de outubro de 2020.
A transmissão ocorrerá simultaneamente nas plataformas e redes sociais oficiais do evento, tendo o TikTok, principal destino para vídeos curtos em dispositivos móveis que incentiva a criatividade e a autenticidade dos usuários em todo o mundo, como principal parceiro. Para visitar o perfil da "Horror Expo" no TikTok e acompanhar cada detalhe, basta seguir @horrorexpobrasil.
Serão seis dias com lives, atividades, entrevistas, visitas guiadas, área de venda de produtos exclusivos, Horror Artists' Pavilion, música, meet & greet online e muito mais.
As atrações, formatos e detalhes serão anunciados ao longo das semanas e meses que antecedem o evento. A "Horror Expo Live 2021"retornará ao formato físico e será realizada no mês de outubro do próximo ano, em São Paulo/SP.
Todas as atrações da "Horror Expo Live 2020" estão sendo anunciadas nas redes sociais do evento e também estão disponíveis pelo site horrorexpo.com.br.
Algumas atrações - "Horror Expo Live 2020" já confirmou presença do escritor e cineasta Dacre Stoker, sobrinho-bisneto do lendário escritor irlandês Bram Stoker, autor do romance Drácula (1897), uma das obras mais aclamadas da história do horror, no dia 31 de outubro.
O ator norte-americano Rob Mello, que ficou conhecido no mundo do Horror por interpretar o vilão John Tombs nos filmes “A Morte Te Dá Parabéns” (2017) e “A Morte Te Dá Parabéns 2” (2019), da Blumhouse, além da aparição na série “Fear the Walking Dead”, em 2018, participará da Horror Expo Live 2020 com uma entrevista exclusiva.
O parapsicólogo e diretor do The Warren Legacy Foundation for Paranormal Research, Chris McKinnell, neto de Ed e Lorraine Warren, participará no dia 29, conversando sobre o legado de seus avós, os itens amaldiçoados que a família reúne e a forma como atua The Warren Legacy Foundation for Paranormal Research.
Estava aqui pensando profundamente com os meus botões e conclui algo com relação... Eita palavrinha complicada: Relação. A verdade é que sou de poucos relacionamentos no quesito amigo, acho que vivo numa bolha e nela raras pessoas adentram.
No meio do colecionismo então... há exceções, mas a maioria se aproxima com o intuito de ganhar algumas das minhas bonecas que foram compradas -e não caíram do céu- ou na esperança de obter alguma das minhas garotas a precinho campeão, o famoso preço de desapego.
Por sorte, há muitas pessoas interessadas em brincar e conversar, de fato. Amém!!
Espetáculo "A Banheira" volta em cartaz no Teatro Maria Della Costa. Com todos os protocolos de volta, a montagem irá fazer todo mundo rir. Foto: Letícia Lima
Depois da parada pela pandemia do Covid19 a peça "A Banheira" volta em cartaz para fazer a alegria dos amantes do teatro nacional. A montagem que é uma comédia rasgada trará mais alegria aos dias do público paulistano com todas as medidas e protocolos de segurança que a época ainda merece.
Sem patrocinadores desde a sua estreia no Teatro a peça "A Banheira" se mantém nos palcos graças ao público que comparece ao teatro semanalmente. Com ótima média de público por apresentação a montagem de grande sucesso no Teatro Maria Della Costa.
A história desenrola quando o pai de família leva para sua casa uma amante completamente diferente dos padrões, um pouco inusitada, porém um ladrão aparece no apartamento prendendo os dois no banheiro. Durante o imbróglio instituído ainda descobrem que a amante é parente da mulher traída.
A peça é uma comédia, escrita pelo dramaturgo Gugu Keller e se destaca por seu humor ágil, dinâmico e leve, além de cativar a todos e colaborar significativamente para a inserção do universo teatral na sociedade brasileira. A linguagem é coloquial e faz com que o público se identifique favorecendo ao espetáculo e quebrando o preconceito da simplicidade da fala. "A Banheira" leva também a reflexão sobre os valores da vida atual.
Carol Hubner, que interpreta Fernanda na montagem aponta sobre a importância no retorno das atividades culturais após o tempo de quarentena, mas alerta nas preocupações que estão tendo para manter todos os protocolos. "Vamos ter o distanciamento social entre as cadeiras com pelo menos 1 metro e meio, abriremos mais cedo a sala para não ter aglomeração no hall do teatro, disponibilizaremos álcool em gel, manteremos uma quantidade limite de ingressos vendidos e incentivaremos a compra sempre do ingresso on-line. Inclusive fizemos algumas alterações na peça pensando na saúde de todos os envolvidos. Queremos trazer alegria com muita responsabilidade".
"A Banheira" é marcada pelo humor e irreverência está nos palcos do Teatro Maria Della Costa às sextas e sábados no horário das 21h30.
Serviço: "A Banheira" Sextas e sábados às 21h30. Duração: 75 minutos. Classificação: 14 anos. Gênero: comédia. Teatro Maria Della Costa - Rua Paim 72 - Bela Vista. Texto: Gugu Keller. Ingressos: 60 e 70. Informações: (11) 3256-9115. Produção: Val Keller. Atores: Carol Hubner, André Grecco, Glaura Lacerda, Wagner Maciel e Jorge Paulo.
Ativa desde agosto de 2020, nessa semana, a lojinha do Resenhando ganhou novos produtos para venda. Entre as novidades estão os livros "O deus das pequenas coisas", "A história do olho", "Quando em Roma" e "A perfeita ordem das coisas".
Os Resenhanders Helder Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos disponibilizaram no Enjoei mais novidades incríveis a um precinho atrativo. Tudo pode ser conferido no site de vendas mais divertido da internet, aquienjoei.com.br/resenhando.
Para comprar na lojinha do Resenhando, no Enjoei é muito fácil. É só amar, perguntar ao vendedor, pagar e receber em casa. Para efetuar as compras, você só precisa de um cadastro provando que não é um robô viciado em compras.
O pagamento pode ser feito por meio de cartão de crédito, boleto bancário ou com os créditos de suas próprias vendas no Enjoei. Todos os dados são criptografados, que é um tipo de criptonita contra hackers. Dá uma passadinha lá, você compra, a gente vende e todo mundo fica bem. Vem conhecer essa novidade: enjoei.com.br/resenhando.
A atriz Alexia Annes contará detalhes sobre a websérie "Isso Não É Uma História de Amor" em live com os jornalista Mary Ellen Farias dos Santos e Helder Moraes Miranda, editores do portal Resenhando, nesta quarta-feira, dia 28 às 20h, nos Instagrans @portalresenhando e @alexiaannes. Para assistir a conversa, basta seguir as contas no Instagram. Posteriormente, a entrevista será colocada também no YouTube do portal Resenhando, neste link: https://www.youtube.com/channel/UCGJiXCQyjP1ecs2yzmc_7fg.
"Isso Não É Uma História de Amor" surgiu da necessidade em abordar o universo da violência contra a mulher e iniciou com um curta-metragem em 2019, que deu origem ao seriado. Selecionada para o maior festival de séries do Brasil, o Rio WebFest, que acontece em novembro, no Rio de Janeiro, a websérie "Isso Não É Uma História de Amor" concorre em duas categorias: a do voto Júri Popular e a de "Incentivo à Produção Brasileira".
"Falamos sobre mulheres brasileiras, mergulhadas em seus relacionamentos abusivos. Elas estão unidas por uma realidade cruel: o medo de denunciar e enfrentar o julgamento da sociedade", explica Alexia Annes, que assina o roteiro do seriado e interpreta a protagonista, Iris, personagem que inicia a rede de denúncias, porém não consegue apoio da polícia. Revoltada ela tenta encontrar outras formas para alcançar a justiça.
"O objetivo de minha personagem é construir um espaço para que essas mulheres sejam abrigadas e consigam sair das relações abusivas", explica Alexia Annes, que é também a idealizadora do Festival de Curtas Mulheres no Cinema, que este ano chegou à terceira edição.
Ficha técnica "Isso Não É Uma História de Amor" Elenco: Alexia Annes, Adriano Arbol, Analice Pierre, Augusto Marin, Amanda Matos, Chico Cabrera, Cristhian Fernandes, Daniel Jorge, Edison Camoski, Juciara Aiwô, Katia Camoski, Humberto Aliperte, Luiza Jorge, Marina Ginesta, Madu Almeida, Monyke Procópio, Paloma Gomes, Raphaella Paes, Renan dos Reis. Equipe: Roteiro e Direção: Alexia Annes. Direção de fotografia: Pedro Kalli. Direção de aúdio: Juliana Penfold. Direção de drone: Marcos Rogério Pereira. Direção de arte: Alexia Annes. Direção de produção: Analice Pierre. Edição: Isa Luchetenberg. Making Of: Danilo Bergamini. Making Of: Caio Santisteban. Assistência de direção: Analice Pierre. Assistência de fotografia: Gabriel Del Reis. Assistência de Produção: Ana Livia Kanno. Maquiagem: Giovanna Annes Produção. Executiva: Batom Produções. Realização: Batom Produções. Apoio: Folha da Mooca, BTNK Art Bar, Colorbio. Leila da Silva Paula: almoço para atores e equipe. Making of:Caio Santisteban. Direção de arte: Alexia Annes. Direção de produção: Analice Pierre. Apoiadores e contato com a equipe: batomproducoes@gmail.com.
Ontem fizemos compras no supermercado e decidimos esticar até o Shopping Brisamar. É pertinho e fomos andando mascarados, claro!
Mas, eis que no meio do caminho, na Avenida Antônio Emmerick, bem diante do posto da esquina, num cruzamento pra lá de perigoso, íamos de mãos dadas e...
Um barulho horrível de freada que arrepia -e você se encolhe. Na sequência o som de batida. Apertei a mão de meu maridão e paralisei ali.
Os envolvidos: um senhorzinho de bicicleta e um motoqueiro. Quem estava errado? Não sabemos.
Maridão disse: Vamos lá ajudar!
Atravessamos a rua.
Quando vimos o senhor da bicicleta com o pneu da frente retorcido, usava máscara e já estava de pé, apoiado num rapaz que pedia para ele conferir se estava com as pernas ok. Pensei: Tadinho! Claro que não vai sentir nada agora, deixa o sangue esfriar.
Enquanto isso o motoqueiro ainda estava no meio da avenida. Enquanto maridão com outro cara levantaram a moto, outro tirou a caixote de entrega das costas dele e eu peguei o capacete dele, que já estava no chão. De repente, a motocicleta já estava na calçada do posto, então coloquei a caixote dele perto do veículo, com o capacete em cima.
O mais maluco é que o sinal abriu, sendo que na segunda vez, alguns carros tentaram e até conseguiram passar.
Enquanto isso o motoqueiro acusava o ciclista de ter se enfiado na frente dele.
Pensei: Será que foi isso? Ou acusava o outro com medo de ser linchado?
Sem saber, não dá para defender ninguém, pois sabemos muito bem que ciclistas e motociclistas agem de modo questionável no trânsito cotidiano.
Enfim, o negócio é estar sempre atento, pois na rua, principalmente, no trânsito, as coisas dão ruim e podem ser fatais.
Veterano no cenário do blues rock, o músico Walter Trout apresenta mais um trabalho com canções ambientadas do blues tradicional. Um trabalho que reflete sua genialidade e talento, com letras que demonstram detalhes de sua vida e as barreiras que teve que superar para chegar até aqui.
Walter Trout pode ser considerado um sobrevivente dessa vida. Durante o final dos anos 60 e 70, ele trabalhou na estrada com Big Mama Thorton, Joe Tex e John Lee Hooker. Na década de 1980, integrou o Canned Heat e a John Mayall & the Bluesbreakers. Ele liderou suas próprias bandas desde 1990 e experimentou ciclos de triunfo, tragédia, álcool e vício em narcóticos, além de se recuperar de um transplante de fígado quase fatal que exigiu duas cirurgias.
"Ordinary Madness" foi produzido pelo colaborador de longa data, Eric Corne, e gravado no estúdio do guitarrista Robby Krieger, fundador do The Doors. São 11 canções com citações de honestidade brutais de infância e traumas adultos, lutas com problemas de saúde mental, emocional e física, deficiências pessoais e muito mais. As letras angustiantes de Trout retratam uma mente observando a si mesma em um ato de autodestruição, frustrada por sua falta de controle.
Impossível apontar uma faixa como a melhor do disco. Walter Trout vai do blues tradicional ao bluesrock mais acelerado, como na faixa "Wanna Dance." "Heartland" é uma canção de amor que une guitarras elétricas e acústicas a uma intrincada melodia de rock de raiz atemporal. Em "Make It Right", ele investe no blues funky de Chicago e em vocais comoventes na tentativa de fazer as pazes com sua amada antes que o tempo acabe.
"Ordinary Madness" é muito mais do que um disco de blues. É um trabalho onde Walter Trout se mostra por inteiro em letras com temas angustiantes. Sua profundidade musical e lírica revela uma abundância transbordante de criatividade inquieta. Este álbum é perfeito para o público americano finalmente considerar Trout como um ícone do blues. Os europeus já fizeram isso há décadas.
Atriz da série "Riverdale" escreve poesias desde os 16 anos e explora em seu primeiro livro temas como amor na juventude, ansiedade e depressão.
A editora Alt, selo de literatura jovem da Globo Livros, lança "Nado Livre: Swimming Lessons", primeiro livro de poesia de Lili Reinhart, atriz da série "Riverdale". A obra traz mais de cem poemas inéditos, ilustrações de Cort Montgomery, tradução da poeta Ana Guadalupe e páginas coloridas em tons de rosa e vermelho.
No livro, Lili Reinhart, famosa por interpretar a carismática Bety Cooper na série, explora a euforia do amor na juventude, a batalha conta a ansiedade e a depressão frente à fama e a inevitável desilusão resultante de um grande amor. Com temas universais e, ainda assim, profundamente íntimos; provocantes, reconfortantes e profundos, os textos são sobre crescer, cair e se erguer novamente.
Os poemas de "Nado Livre" capturam a experiência de ser uma jovem mulher no cenário atual de um mundo obcecado pela imagem e refletem a honestidade, o otimismo e a perspectiva única pelos quais Lili já é conhecida. Com ilustrações marcantes, os textos mergulham nas profundidades da experiência feminina, e formam a primeira obra de uma contadora de histórias em processo de autodescobrimento. A atriz e ativista em prol da divulgação de questões relacionadas à saúde mental. "Nado Livre" é seu primeiro livro de poesia. Você pode comprar o livro neste link.
Giulia Bertolli e Lília Cabral, mãe e filha na vida real, se encontram no “Palco Instituto Unimed-BH em Casa” para apresentação gratuita do espetáculo "A Lista". Foto: Cristina Granato
Com texto de Gustavo Pinheiro e direção de Guilherme Piva, montagem marca o retorno de Lilia Cabral ao teatro após cinco anos sem subir aos palcos e a sua estreia ao lado da filha. O espetáculo será transmitido ao vivo e gratuitamente na quinta-feira, dia 5 de novembro, às 20h30, pelos canais no Youtube do Sesc em Minas (SescemMinasGerais) e do Teatro Claro Rio (TeatroClaroRJ) e pelo Canal 500 da Claro TV.
Uma aposentada trancada no seu apartamento em Copacabana, evitando se contaminar com o vírus que assolou o mundo da noite para o dia. Munida da lista de compras do supermercado de Laurita, é a jovem Amanda quem abastece a casa da vizinha. O encontro de Laurita (Lilia Cabral) e Amanda (Giulia Bertolli) detona um turbilhão de sentimentos, lembranças e descobertas que marcarão suas vidas para sempre.
Essa é a tônica de “A Lista”, quarto espetáculo da segunda temporada do projeto “Palco Instituto Unimed-BH em Casa” que até o mês de novembro realizará as apresentações gratuitas e on-line de cinco excelentes produções nacionais do teatro. A montagem será apresentada na quinta-feira, dia 5 de novembro, às 20h30, com transmissão simultânea pelos canais no Youtube do Sesc em Minas (SescemMinasGerais) e do Teatro Claro Rio (TeatroClaroRJ) e pelo Canal 500 da Claro TV.
“É uma alegria conduzir esse encontro de duas gerações, mãe e filha, numa comédia dramática cheia de poesia e afeto. E fazer teatro online é uma novidade, um grande desafio, a gente ainda está entendendo como fazer, mas o importante é que nós estamos fazendo teatro neste momento!”, afirma Guilherme Piva, amigo de longa data de Lilia, com quem já havia trabalhado como ator em novelas, como “Chocolate com Pimenta”, atualmente em reprise no Canal Viva. Para ele, a transmissão online reforça a imortalidade do teatro. “Voltamos ao teatro essencial: texto e ator. E a isso veio se somar a tecnologia do teatro online, feito para câmeras, mas que chega a centenas de pessoas em suas casas”, conclui.
Com mais de 30 anos dedicados ao teatro, Lilia Cabral estreia ao lado da filha, a atriz Giulia Bertolli, e com “A Lista”, pela primeira vez, se apresenta pela internet. “É emocionante, essa peça veio em um momento muito oportuno para todos nós. Ensaiar com a pessoa que mais amo, somos duas atrizes estudando e trabalhando juntas. E de alguma forma encontramos uma maneira de levar a nossa arte para todos os lugares. Nós nos reinventamos nesse momento tão difícil para a arte e cultura do nosso país, e acho que achamos um novo caminho de chegar nas pessoas. É isso o que me move, levar a arte para todos os lugares do Brasil”, diz Lilia, que pretende seguir com a peça para novas temporadas e planeja adaptar o enredo do espetáculo para uma série de televisão.
Para Giulia, nesses novos tempos caóticos, “A Lista” virou uma linda surpresa. “Uma peça emocionante, surpreendente e singela (no melhor significado da palavra). Uma peça que resgata aquilo que nós seres humanos temos de mais especial: a comunicação. Estou muito feliz de participar desse projeto, com essa equipe tão especial e, mais feliz ainda de poder, de alguma forma, estar perto do público, mais uma vez. O teatro aproxima as pessoas. E, se ele não pode nos aproximar fisicamente, então que ele nos aproxime pelo que o ser humano tem se melhor: sua capacidade de compartilhar sentimentos”, afirma a atriz. Para ela, a primeira palavra que lhe vem à cabeça quando pensa em “A Lista” é "encontro". “O encontro entre amigos de longa data que queriam trabalhar juntos, o encontro entre mãe e filha, o encontro entre gerações, o (re)encontro com o teatro e, acima de tudo, o encontro entre duas vizinhas que tem tantas coisas em comum”, conclui.
A apresentação do espetáculo contará com tradução em libras e áudio descrição para garantir o acesso das pessoas com deficiências auditivas e visuais. Durante a apresentação o público poderá fazer doações, por meio de QR Code, para o Mesa Brasil Sesc, programa de combate à fome e ao desperdício de alimentos promovido pelo Sesc.
Ficha Técnica "A Lista"| Elenco: Lilia Cabral e Giulia Bertolli | Texto: Gustavo Pinheiro | Direção: Guilherme Piva | Assistente de direção: Lu de Oliveira | Iluminação: Renato Machado | Direção de movimento: Marcia Rubin | Gênero: comédia dramática | Classificação etária: 12 anos
“Palco Instituto Unimed-BH em Casa” O projeto é uma iniciativa da Pólobh, produtora sediada em Belo Horizonte, MG, tem patrocínio do Instituto Unimed-BH e do Programa Sociocultural Unimed-BH, viabilizado por mais de 5,1 mil médicos cooperados e colaboradores, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Tem realização do Ministério do Turismo e Governo Federal, patrocínio da Pottencial Seguradora e apoio cultural do Sesc em Minas e MIP Engenharia, promoção exclusiva da Rádio Alvorada e apoio da Coreto Cultural, Culturadoria, Fredizak, HBA, Jornal O Tempo, JVasconcelos, Medlevensohn, Rádio Super Notícia e SouBH.
Cuidado rigoroso A produção dos espetáculos seguirá todos os protocolos e recomendações relacionados à prevenção da Covid-19 tais como a restrição do número de profissionais a trabalho nas montagens, o rigor no controle de circulação nas dependências do teatro (apenas pessoas a trabalho) e a medição da temperatura de todos os profissionais antes do acesso. Além disto, as áreas ocupadas serão frequentemente higienizadas, e haverá a disponibilização de álcool gel em diferentes setores, além da distribuição de máscaras para todos os envolvidos. Outras ações são a higienização do material antes de entrar no teatro (cenários, figurinos etc.), e o impedimento do consumo de alimentos e bebidas no local. Haverá, ainda, a presença de um bombeiro brigadista durante as atividades, para assegurar que todas as medidas serão cumpridas.