quinta-feira, 21 de abril de 2022

.: Estreia: "Detetives do Prédio Azul 3 - Uma Aventura no Fim do Mundo"

Dirigido por Mauro Lima, o filme conta com participação de Alexandra Richter, Klara Castanho, Lázaro Ramos, Alinne Moraes e Rafael Cardoso. Foto: divulgação

O filme "Detetives do Prédio Azul 3 - Uma Aventura no Fim do Mundo" estreia na rede Cineflix e em cinemas de todo o Brasil com sessões a partir do dia 21 e circuito completo, em todo o país, no dia 28. Dessa vez, os detetives Pippo (Pedro Motta), Bento (Anderson Lima) e Sol (Letícia Braga) estão em apuros após Severino (Ronaldo Reis) encontrar a metade de um colar poderoso nos escombros de um avião.


O que parecia um inofensivo acessório é, na verdade, a parte maldosa do “Medalhão de Uzur”, responsável por controlar e manipular toda a magia existente no mundo. Assim que coloca o artefato no pescoço, o porteiro tão querido por todos começa a se transformar em uma figura maligna e muito perigosa. Agora, o trio precisa entrar em ação para ajudar Severino, o que acaba os levando rumo a uma aventura congelante no fim do mundo. No entanto, nessa missão, eles não estarão sozinhos!

Contarão com a ajuda e as trapalhadas da feiticeira Berenice (Nicole Orsini). O longa-metragem conta com direção de Mauro Lima e traz ainda no elenco Alexandra Richter e Klara Castanho, no papel das vilãs Duvíbora e Dunhoca, além das participações especiais de Lázaro Ramos, Alinne Moraes e Rafael Cardoso. “D.P.A. 3” tem coprodução da Paris Entretenimento, Gloob e Globo Filmes, além de contar com efeitos especiais incríveis, assinados por Marco Prado. A distribuição é da Paris Filmes e da Downtown Filmes.

Na trama, o trio está determinado a encontrar a outra parte do medalhão para quebrar o feitiço e salvar Severino. Para isso, une-se à feiticeira Berenice (Nicole Orsini) que, apesar de algumas desavenças e implicâncias, já é membro honorário do grupo, e todos embarcam rumo à uma aventura recheada de contratempos, aventuras e muita diversão no Ushuaia, na Argentina, conhecida como a cidade do fim do mundo, por ser a mais ao sul do planeta. Para deixar toda a situação ainda mais tensa e complicada, eles precisam ainda lidar com as bruxas Duvíbora e sua filha Dunhoca, que estão dispostas a fazer qualquer coisa para colocar as mãos na relíquia.

Com as vilãs na cola o tempo todo, eles precisam correr contra o tempo para encontrar a metade bondosa do colar antes que a situação saia do controle. Sem a ajuda de Leocádia (Claudia Netto), Theobaldo (Charles Myara) e Vó Berta (Suely Franco), que tiveram seus poderes neutralizados por Severino, os detetives e Berê, conduzidos pelo Comandante Téo (Rafael Cardoso), partem em uma viagem até o Fim do Mundo, um lugar congelante e repleto de magia. Por lá, são ajudados pelos "Los Inspetores de La Casa Naranja", os detetives argentinos Pablo, Alejandra e Juanita, e pelo mago Elergun (Lázaro Ramos), dono de uma fábrica de doce de leite que, na verdade, abriga mais segredos do que doçuras. Outra grande novidade de "Detetives do Prédio Azul 3 - Uma Aventura no Fim do Mundo" é que a música de abertura da série, “Um Barulho, Um Sumiço”, é interpretada pela cantora Ivete Sangalo no início do filme.

Anderson Lima (Bento), Sol (Letícia Braga), Pippo (Pedro Motta) e Berenice (Nicole Orsini). Foto: divulgação.

"Detetives do Prédio Azul (D.P.A.)" completa dez anos desde que estreou no Gloob, em junho de 2012, e é marca líder do canal. A série faz tanto sucesso na TV que não poderia ser diferente no cinema. O primeiro filme sobre o trio mirim de detetives levou mais de 1,2 milhão de espectadores aos cinemas em 2017. O segundo longa repetiu a dose em 2018, com um público que ultrapassou 1,3 milhão de pessoas:

“O ano de 2022 tem um gostinho especial pela celebração dos nossos 10 anos e ‘D.P.A.’ tem um papel importante nessa história, pois foi a série que abriu o sinal do canal lá em 2012, por isso, a estreia do ‘D.P.A. 3’ não poderia vir em melhor hora. Temos muito orgulho dessa produção original que conquistou milhares de fãs brasileiros e até novos territórios ao redor do mundo. ‘D.P.A.’ acompanhou a infância de uma geração de crianças, nos permitiu apresentar 3 gerações de detetives interpretados por talentos do nosso país e nos fez rir e nos emocionar. As histórias acontecem dentro de um prédio, mas, com elas, foi possível criar novos mundos, magias, finais alternativos, games e uma imensidade de experiências para encantar esse público tão especial. Recebemos um carinho muito grande em retorno, diariamente, nas nossas redes sociais, fale conosco e todas as vezes que podemos ver os olhos brilhando quando falam sobre os seus personagens favoritos. É uma história de sucesso que não para por aqui, ainda tem muita novidade chegando nesse e nos próximos anos! Vida longa ao nosso ‘D.P.A.’!”, comemora Tatiana Costa, diretora da Unidade Infantil e de Entretenimento da Globo.

A expectativa para a estreia de “D.P.A. 3” é grande, já que os fãs estão ansiosos por novas aventuras do trio que conquistou o coração de milhares de crianças por todo o país. Além disso, é a última oportunidade de reunir os detetives Pippo, Sol e Bento na resolução de um mistério. “Os dois primeiros longas da franquia tiveram excelentes resultados. Nossa expectativa é que ‘D.P.A. 3’ seja, além de um novo sucesso do cinema brasileiro, uma opção fantástica para as famílias que estão ansiosas pelo filme que encerra com chave de ouro a trilogia desta turminha nas telonas. ‘D.P.A.3’ cresceu muito em qualidade de produção, assim como a aventura para a garotada está super garantida. É um lançamento comemorativo”, afirma Jorge Assumpção, diretor da divisão de cinema da Paris Filmes.

Panini lança coleção especial sobre a Série "D.P.A. - Detetives do Prédio Azul" do Gloob
Em comemoração aos dez anos da série “D.P.A. - Detetives do Prédio Azul”, do Gloob, a editora Panini, líder no segmento de colecionáveis, está lançando uma edição especial dedicada às três gerações de detetives que vestiram as capas vermelhas no seriado infantil. A novidade estará disponível em todo o país a partir do dia 25 de março, em bancas de jornal e na Loja Panini.

O primeiro lançamento da coleção - composta por quatro mini álbuns - será dedicado à capa vermelha e a cada um dos personagens que a vestiram, Mila, Sol e Flor. Os álbuns celebram as capas e os nove detetives que passaram pelo Prédio Azul nesses 10 anos de sucesso no Gloob. A feiticeira Berenice não fica de fora e ganha uma edição inteirinha só para ela.

 Diferente dos álbuns de figurinhas lançados anteriormente pela editora, a coleção contará com lâminas soltas e diversas possibilidades de interação com passatempos, solução de mistérios e até criação do próprio certificado de detetive! O BOX D.P.A. Capa Vermelha contém 16 páginas, uma pasta que simula um arquivo antigo para guardar as folhas, três cartelas de cromos com meio corte - sendo uma delas com cromos holográficos -, e ainda uma caixa exclusiva para arquivar os quatro mini álbuns da série. O kit completo será vendido por R$ 39,90.

No ar desde 15 de junho de 2012 no Gloob, “D.P.A. - Detetives do Prédio Azul” é uma das séries infantis mais longevas da TV brasileira e a primeira produção original do canal. É produzida pela Conspiração e escrita por Flávia Lins e Silva, com direção de Fernanda Novaes, direção geral de Tatiana de Lamare e direção artística de Arthur Fontes. Já foram confirmadas 16 temporadas do programa.


Personagens e elenco
Sol (Leticia Braga), Pippo (Pedro Motta), Bento (Anderson Lima), Berenice (Nicole Orsini), Duvíbora (Alexandra Richter), Dunhoca (Klara Castanho), Gertrudes (Alinne Moraes), Cadete Sofia (Débora Ozório), Comandante Téo (Rafael Cardoso), Elergun (Lázaro Ramos), Baltazar (Perfeito Fortuna), Leocádia (Claudia Netto), Theobaldo (Charles Myara), Vó Berta (Suely Franco) e Severino (Ronaldo Reis).


Ficha técnica
Filme:
 "Detetives do Prédio Azul (D.P.A.)"
Direção: Mauro Lima
Roteiro: Flávia Lins e Silva, Rêne Belmonte e Mauro Lima
Produção: Marcio Fraccaroli e Sandi Adamiu
Produção executiva: Patrícia Zerbinatto e Mariana Marcondes
Produção associada: Juliana Capelini e Rosane Svartman
Direção de fotografia: André Faccioli
Direção de arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Ana Avelar
Produção: Paris Entretenimento
Coprodução: Gloob e Globo Filmes
Distribuição: Paris Filmes e Downtown Filmes


.: Tudo sobre "Medida Provisória", um dos filmes mais aguardados do ano


Lázaro Ramos estreia na direção com a imagem de um Brasil distópico, onde o governo decreta a migração de todos os cidadãos negros à África. Baseado em uma peça de Aldri Anunciação, o filme tem Taís Araújo, Seu Jorge e Alfred Enoch no elenco.

Em cartaz na rede Cineflix Cinemas um dos filmes nacionais mais aguardados do ano, “Medida Provisória”, primeiro longa metragem dirigido por Lázaro Ramos. “Ninguém vai passar batido por esse filme. Ele vai te tocar em algum lugar ou em muitos lugares e ficará reverberando na cabeça das pessoas”, disse a atriz Taís Araújo em recente entrevista sobre o longa-metragem, que também conta com a participáção de Seu Jorge, Alfred Enoch, Emicida e outros artistas. 

A história se passa em uma realidade distópica: uma ordem de que todos os afrodescendentes se mudem para o continente africano. Para o diretor Lázaro Ramos, de fato, o ponto de partida da narrativa do filme é totalmente ficcional, mas conta que houve um exercício na hora de escrever a produção para trazer reflexões. “Quais são os alertas que nós queremos levar ao público? Afinal, ali tem várias coisas que já aconteceram e muitas até acontecem hoje em dia. Violências, descrédito, silenciamento, enfim. Várias situações que não estão sob o nosso controle, mas já foram vivenciadas”, explica Lázaro.

"Medida Provisória" marca a estreia de Lázaro Ramos como diretor de cinema. Casado há quase 18 anos com Taís Araújo, os dois já contracenaram juntos algumas vezes, mas ser dirigida pelo marido é uma experiência vivida apenas pela terceira vez para a atriz. Mas e os pitacos durante o processo, será que Lázaro gosta de receber?

“Olha, eu o deixava em paz. Quando ele começa um trabalho que é assim muito importante, nossa fica insuportável. Então eu nem converso, não quero nem saber”, brinca. “É um filme que eu queira muito fazer, a história que eu queria contar e com essas pessoas. Talvez tenha sido o roteiro do Lázaro que eu menos tenha participado”, complementa.


Taís Araújo ainda entrega o lado “diretor exigente” do marido. Aos risos, ela lembra de uma das tomadas que protagonizou e os seguidos pedidos do diretor para repetir. “Teve uma cena que foi terrível. Eu fazia e ele já virava dizendo: não é isso, não é isso. Eu já não sabia mais o que eu podia dar. Aí depois ele me disse que queria uma cena mais sensorial. Bastava ter dito antes, né querido?”.

O drama disruptivo mostra um Brasil do futuro em que um governo conservador decide enviar a população negra à África, de onde vieram seus ancestrais. Gravado em 2019 e lançado este ano devido a pandemia, o filme é baseado no roteiro de "Namíbia, Não!", de Aldrin de Anunciação. 

“O momento é de muita ansiedade, estou doido para que as pessoas vejam para entender qual será a reação delas. O filme foi filmado em 2019, mas foi escrito em 2015, era um alerta sobre coisas que nós não gostaríamos que acontecesse, mas várias dessas coisas aconteceram. E um ponto que eu acho que é muito da nossa realidade, assim como a Trace, por exemplo, é a ocupação de espaço. O filme fala sobre isso, sobre diversidade de vozes, então, eu fico muito feliz por achar que ele faz parte de um movimento, que é um desejo também”, ressalta Lázaro Ramos.

O ator e diretor ainda comenta algumas particularidades do longa.“Eu registrei todos os momentos de decisão da criação do filme, em um livro chamado ‘Diário do Diretor’, porque têm vários experimentos, várias decisões e, inclusive, políticas. Por exemplo, não havia armas no filme, aparece arma, uma vez, e em uma situação e mensagem muito específica: com uma protagonista feminina, negra e forte. Coisa que a grande maioria dos nossos filmes feitos no Brasil estão devendo”, comenta. “Um filme que tem 77 atores, a produção com a maior equipe preta na frente e atrás das câmeras da história do cinema brasileiro”, enfatiza. Você pode comprar o livro "Medida Provisória - Diário do Diretor", de Lázaro Ramos, neste link.


"Medida Provisória" (2022)
Duração:
1h34
Categoria: drama
Direção: Lázaro Ramos
Elenco: Alfred Enoch, Taís Araújo, Seu Jorge, Emicida e outros

Trailer de "Medida Provisória"


Em parceria com a rede Cineflix Cinemas, o Resenhando.com assiste aos filmes em Santos, no primeiro andar do Miramar Shopping. O Cineclube do Cineflix traz uma série de vantagens, entre elas ir ao cinema com acompanhante quantas vezes quiser - um sonho para qualquer cinéfilo. Além disso, o Cinema traz uma série de projetos, que você pode conferir neste link.



.: Entrevista com Ivete Sangalo sobre final de "The Masked Singer Brasil"

Comandante fala sobre a final da segunda temporada do "The Masked Singer Brasil". Foto: Globo/Maurício Fidalgo


No próximo domingo, dia 24, logo após a "Temperatura Máxima", Ivete Sangalo comanda o que promete ser um espetáculo: a grande final da segunda temporada do "The Masked Singer Brasil". O Dragão, a Leoa e o Camaleão disputam a preferência do público e dos jurados com apresentações marcantes e cheias de surpresas. “A final vai ser incrível, de muita emoção e de muita música. Tem os especiais do programa, as apresentações que vão para além do talento do fantasiado, que são todas as equipes engajadas em fazer um lindo espetáculo. A luz, o palco, o balé, a edição, a direção do programa, é tudo muito mágico”, garante a cantora e apresentadora. 

Ligados no modo detetive e atentos a todos os detalhes estão os jurados Rodrigo Lombardi, Taís Araujo, Eduardo Sterblitch e Tatá Werneck. Nos bastidores, Priscilla Alcantara ajudou a abrilhantar a temporada com seus múltiplos talentos ao lado de Ivete que não economiza elogios para a eterna Unicórnio. “Além de uma grande cantora, já sabia da sua capacidade de comunicação, porque Priscilla é uma figura que tem uma relação com a TV desde criança. Muito engraçada, bonita, falante e viveu a experiência de ser mascarada. Ela entrou nesse papel muito bem e com a personalidade dela”, afirma Ivete.  

Na entrevista abaixo, a comandante, Ivete Sangalo, conta sua expectativa para a grande final e o que mais lhe surpreendeu na temporada. Confira!


O que você não esperava ver no programa, e que te surpreendeu? 

Desde que comecei a ser a capitã do programa, eu me surpreendo com tudo o que criei na minha cabeça sobre como ele poderia ser. Um programa divertido, com as fantasias, onde a curiosidade é o grande barato, onde há expectativa de quem possa estar atrás da máscara. A minha surpresa foi ver muitos sonhos realizados naquele palco. Um caráter da nossa versão brasileira é o quesito emoção. Porque os discursos e as revelações dos mascarados engrandeceram o programa. Além de eles trazerem a performance, a alegria e a diversão trouxeram um lado da experiência que a gente não contava. Uma unanimidade dos comentários dos participantes é a experiência positiva que a fantasia trouxe, como a possibilidade de ser e viver coisas que tinham o receio de experimentar. Eu, como artista, enxergo que isso vai além do entretenimento. E, de verdade, fui tocada muitas vezes. Eu, os jurados, a plateia e o povo brasileiro. Sendo um momento tão diferente para nós, que é o momento da pandemia, ser capaz de trazer um suspiro, uma gargalhada espontânea, uma conversa nos grupos, nas famílias, eu acho que esse programa aproximou muito as pessoas.


O que o público pode esperar do episódio final? 

Eu diria que a semifinal foi uma final. Acho que as pessoas podem esperar muito da semifinal também. E a final foi emocionante, ver aqueles artistas realizando sonhos e conquistando aquele lugar, aquele momento. É uma alegria, saber que o sonho existe e a gente pode realizá-lo é sensacional. A final vai ser incrível, de muita emoção e de muita música. Tem os especiais do programa, as apresentações que vão para além do talento do fantasiado, que são todas as equipes engajadas em fazer um lindo espetáculo. A luz, o palco, o balé, a edição, a direção do programa, é tudo muito mágico.


Como foi dividir mais uma temporada com Taís Araújo, Eduardo Sterblitch, Rodrigo Lombardi e Tatá Werneck? 

A primeira temporada com Simone já foi uma coisa muito maravilhosa, sou amiga dela há muitos anos, e da Taís também. Já conhecia Rodrigo nas nossas andanças artísticas, mas pude conhecê-lo profundamente e ele é uma criatura sensacional. E eu já conhecia o Edu também, mas ainda em caráter de encontros artísticos, não em caráter de amizade. E aí nós criamos assim o nosso clã. Porque eles são pessoas admiráveis, hoje, meus amigos. Aí, na segunda temporada veio Tatá, que é uma figura muito sensacional também, divertida, alegre, criativa demais. Dentro de um programa onde o tema é a fantasia, ela deu um tom muito delicioso. As duas temporadas com esses times foram uma reunião de amigos e gente que admiramos. Foi incrível, me divirto e me emociono muito com eles.  


E a chegada da Priscilla Alcantara? Como foi dividir a apresentação com ela? 

Ela é um talento. Eu sou suspeita para falar da Priscilla, porque já conhecia o trabalho dela, mas pude me aprofundar mais sobre ela na primeira temporada do programa, porque todo dia que entrava ali, ela gerava em mim uma comoção. Além de uma grande cantora, já sabia da sua capacidade de comunicação, porque é uma figura que tem uma relação com a TV desde criança. Ela bateu a bola no peito e arrebentou. Muito engraçada, bonita, falante e viveu a experiência de ser mascarada. Ela entrou nesse papel muito bem e com a personalidade dela. 


Como foi acompanhar com o público nas redes sociais? 

Divertido, porque tem uma coisa leve da ideia do programa, e todo o conteúdo de rede social trazia essa leveza, o que foi fundamental na construção da ideia e do sentimento do programa. E mexer com a curiosidade das pessoas é muito interessante, porque eu via isso dentro de casa, na minha família, na minha equipe trabalhando, a discussão sobre quem era o Boto, quem era o Robô, quem era a Rosa. Isso é muito legal, é reunir de novo. 

  

O "The Masked Singer Brasil" é uma coprodução TV Globo e Endemol Shine Brasil, baseado no formato sul-coreano criado pela Mun Hwa Broadcasting Corp, tem supervisão artística de Adriano Ricco (TV Globo) e direção de Marcelo Amiky (Endemol Shine Brasil). O reality vai ao ar no domingo após "Temperatura Máxima". 



.: Helen Russell ensina a "Como Ser Triste" da melhor maneira possível


O livro "Como Ser Triste: Tudo o que Aprendi sobre a Felicidade com a Tristeza", de Helen Russell, lançado pela editora Leya Brasil, faz uma afirmação realista e contundente: é impossível ser feliz 24 horas por dia. Vai dizer que você nunca achou estranho o comportamento obsessivo nas redes sociais em busca da felicidade e “contra” toda e qualquer manifestação de tristeza?  

Assim como qualquer momento no ciclo da vida, a tristeza é uma parte intrínseca e essencial dessa experiência humana que chamamos de “vida”, uma resposta natural às dores emocionais do dia a dia. Da mesma forma como o dia é para a noite, arroz para o feijão... 

Em seu mais novo livro, Helen Russell, autora de "O Segredo da Dinamarca" e "Virando Viking" chega para pôr um fim na positividade tóxica e nos ensinar a conviver com a nossa própria tristeza! Como ser triste mostra que, como sociedade e como indivíduos, só temos a ganhar sendo capazes de abraçar a tristeza com mais carinho. Você pode comprar "Como Ser Triste: Tudo o que Aprendi sobre a Felicidade com a Tristeza", de Helen Russell, neste link.


Sobre a autora
Helen Russell, uma especialista em busca da felicidade, combina sua poderosa história pessoal com o resultado de surpreendentes pesquisas e conselhos de especialistas, que nos revelam qual é o segredo para encontrar a alegria: permitir que a tristeza enriqueça sua vida e seus relacionamentos. 


O que disseram sobre o livro
"Como ser triste” é um livro comovente, engraçado e um guia profundamente prático para compreender melhor uma de nossas emoções humanas mais incompreendidas. É uma leitura obrigatória para quem procura melhorar sua felicidade fazendo amizade com todos os seus próprios sentimentos." - Laurie Santos, professora de Psicologia Chandrika e Ranjan Tandon na Universidade de Yale e apresentadora do podcast The Happiness Lab. 




.: Fabio Assunção: primeiro papel da carreira em drama sobrenatural

Fabio Assunção comenta sobre seu primeiro papel da carreira em um drama sobrenatural. Foto: divulgação


A fictícia Brígida é uma pequena cidade do interior no Sul do país que parece parada no tempo, mas esconde segredos e mistérios que ultrapassam gerações e séculos. O centenário Traian Troader (Fabio Assunção) é um dos personagens mais enigmáticos que aparece na região, uma colônia ucraniana no Paraná, na segunda temporada da série Original "Desalma", que estreia no dia 28 de abril.

Traian é um antigo bruxo que carrega em si uma maldição. A cabeça dele, que estava enterrada na floresta, é encontrada e vira objeto de estudo e pesquisas no IML da cidade. Ela chama a atenção pelo seu ótimo estado, o que gera ainda mais curiosidade e perplexidade em todos. O suspense aumenta quando o corpo de Traian simplesmente desaparece e ele revive, indo em busca de Haia (Cassia Kis) para um acerto de contas que começou há mais de cem anos.

Traian Troader, que estava enterrado, volta à vida em 2019. Ele é um ser, uma criatura, de carne e osso, descendente da mitologia do Vârcolac, que é uma crença romena específica daquele país e por isso carrega uma áurea de mistério, algo assombroso.”, explica a autora Ana Paula Maia. Confira a entrevista  com Fabio Assunção!

 

Para começar, queria que você contasse quem é Traian Troader? Como você define esse personagem e a função dele nesta segunda temporada? 

O Traian se apresenta de forma misteriosa, com poder de magia. Ele vence o tempo, é imune à morte, e há registros da existência desde o século XIX. Ele não é ucraniano ou descendente, como os outros personagens da série. Ele é romeno. Ele ultrapassou a morte e está condenado à vida. O Traian tem um conhecimento que é de outros séculos, de outros tempos, uma universalidade no pensamento. Acho que os poderes que ele tem são do próprio conhecimento da alma que ele foi adquirindo com o tempo. É uma pessoa que não tem mais culpa de ser julgada, que não tem mais medo das consequências das suas ações. O Traian foi perdendo os parâmetros e as referências, os amigos da geração. É como se ele fosse se descolando desse mundo e vai para uma espécie de niilismo. 

 

Como foi a sua preparação para interpretar uma figura tão diferente na versão ‘morto’ e ‘vivo’? Onde foi buscar referência para esta composição? 

Esse personagem não tem referências. Não estamos buscando estereótipos já feitos em filmes ou personagens clássicos. Na verdade, estou em busca de algo novo, fechado, discreto e real, seguindo a direção do Manguinha (Carlos Manga Jr, diretor artístico). O Traian está solto no tempo e tentamos buscar uma maneira de expressar visualmente essas camadas do tempo. Os tons claros no cabelo, por exemplo, os tons vermelhos e os tons brancos têm essa junção de vários tempos.

 

É a sua primeira incursão neste gênero de drama sobrenatural? O que diferencia a atuação numa série como Desalma se comparada a um drama contemporâneo, por exemplo? 

Acredito que a liberdade de escolha. Quero ir para a abstração, brincar entre o obscuro e a iluminação, confundir a compreensão do espectador, encontrar o que há além do corpo físico. E, ainda, talvez encontrar sutileza dentro disso tudo. 

 

Como você acha que será a reação do público ao vê-lo em Desalma 2 como Traian? 

Estou curioso para ver como irão receber o Traian. Ele é muito profundo e não está no Sul do Brasil à toa. A série é incrível. Adorei a primeira temporada, achei bastante encorpada e crível, mesmo estando no campo metafísico.

 

Como surgiu o convite para atuar na série? Há alguma dificuldade quando você chega numa segunda temporada? 

O convite veio através do Manguinha, nosso diretor artístico, e aceitei prontamente. Fizemos a novela 'Vamp' juntos, em 1991, ambos começando suas vidas profissionais e esse trabalho nos reaproxima e reanima a nossa amizade. Além disso, a série é incrível. Entrar na segunda temporada é uma novidade para mim. Gostei disso também. Em geral, a entrada de uma personagem assim, de forma inesperada, provoca a trama, envolve o público. Essa é minha expectativa.  

 

Criada e escrita por Ana Paula Maia, a série é um drama sobrenatural original Globoplay desenvolvido pelos Estúdios Globo, que conta com a direção artística de Carlos Manga Jr., e direção de Lúcio Tavares e Pablo Müller. A primeira temporada completa está disponível para assinantes no Globoplay. 

 

.: Lady Night: Alexandre Nero diz que foi atropelado por Tatá Werneck

"A Tatá é uma potência, um dínamo, e eu fui atropelado: até hoje eu não sei o que aconteceu". Foto: Divulgação


No "Lady Night" que vai ao ar nesta quinta-feira, dia 21, na TV Globo, Alexandre Nero enfrenta o humor afiado de Tatá Werneck. O ator revela que não foi nada fácil encarar a missão. "Fiquei nervoso o tempo todo. Antes, durante e depois. Não sabia o que responder durante todo o programa. A Tatá é uma potência, um dínamo, e eu fui atropelado: até hoje eu não sei o que aconteceu (risos)".

Apesar dos desafios, Alexandre adorou a experiência de estar ao lado da humorista. "O que me motivou foi o fato de ser o programa da Tatá Werneck, que eu acho uma gênia do humor. Gosto quando tenho a possibilidade de estar perto de pessoas brilhantes como ela, para tentar decifrar a mente, sugar por osmose o máximo que eu puder, ficar mais próximo da genialidade dessas pessoas", enaltece.

"Lady Night" vai ao ar após o ‘BBB 22’ e tem apresentação de Tatá Werneck, roteiro de Caíto Mainier e João Marcos Rodrigues, redação final de Tatá Werneck e direção geral de Lilian Amarante.

quarta-feira, 20 de abril de 2022

.: BBB 22: entrevista com eliminado, Gustavo, o "caçador de lollipoper"

"Eu falei que meus alvos, na verdade, eram as pessoas que estavam na sombra, mas, coincidentemente, todo mundo que estava na sombra era ‘lollipoper’". Foto: Selfie/Rede Globo


Gustavo não chegou ao "Big Brother Brasil" da maneira mais convencional. Quase um mês depois da entrada dos primeiros participantes, apareceu de surpresa, ao lado de Larissa, na casa de vidro instalada na academia da residência. Por decisão do público, teve a chance de viver a experiência completa de um confinado. Ao entrar no BBB, “chamou seu vulgo malvadão” e foi logo dizendo o que pretendia: movimentar o jogo. E assim fez. Com sua estratégia de mandar à berlinda quem vinha fugindo de sucessivos paredões, conseguiu deixar nas mãos do público o poder de decidir pela saída de algumas pessoas, especialmente os “lollipopers”. A casca de durão, no entanto, se desmanchou em poucos dias, depois que engatou um romance com Laís e deixou claros seus sentimentos pela médica. Mostrou um lado carinhoso não só com a goiana, mas também por meio de sua sensibilidade e empatia com os colegas de confinamento, apesar do posicionamento arriscado. Contudo, a passagem pelo reality findou no ‘Top 6’. Na última terça-feira, dia 19, o paranaense foi eliminado com 81,53% dos votos ao enfrentar Eliezer e Paulo André no paredão. Agora fora da casa, o bacharel em Direito avalia que conseguiu  cumprir seu objetivo na competição: “Eu sempre falei que meu maior medo era participar do programa e não marcar a edição de alguma forma, de ser aquele participante esquecido na temporada, entre os 22 nomes. Eu acho que isso não vai acontecer. Sempre quando lembrarem desta edição, vão se recordar do ‘caçador de lollipoper’, do cara que entrou depois e começou a ‘mirar’ as pessoas que estavam escondidas no jogo”, declara.

No papo a seguir, Gustavo conta mais sobre sua estratégia na competição, comenta o critério de votação que utilizou no BBB, avalia o jogo de outros confinados e revela planos para a vida pós-reality, que incluem a tentativa de manter o relacionamento com a ex-participante Laís.

 

Quando entrou na casa de vidro, você falou que seu objetivo era movimentar o jogo dos confinados. Acredita ter usado a melhor estratégia para isso?

Eu acredito que sim, porque eu consegui movimentar o jogo sem ferir meus princípios e meu caráter. E acho que se eu não tivesse entrado no jogo com essa estratégia, não teria tido tanto tempo de programa. Acredito que o público realmente abraçou a minha ideia, a minha estratégia, que era algo que eu, como espectador nas duas primeiras semanas, sentia falta no BBB. Tanto é que a outra pessoa que entrou comigo teve esse discurso, mas não teve os atos que eu tive, e acabou saindo no seu primeiro paredão. Então, eu acho que foi a estratégia correta para o momento do jogo, sim.

 

Você ficou conhecido como o “caçador de Lollipopers”, mas enfrentou um deles no paredão e acabou saindo. Por que acha que foi eliminado nessa berlinda?

Eu falei que meus alvos, na verdade, eram as pessoas que estavam na sombra, mas, coincidentemente, todo mundo que estava na sombra era ‘lollipoper’. Então, tudo bem, eu aceito a expressão numa boa. Falando do paredão em que eu saí, eu não acho que quem me tirou tenha sido a torcida do Eli. Foi outra coisa: a torcida do Arthur.

 

Como você avalia seu desempenho na competição?

Eu estou muito feliz. Sem falta de humildade, eu acho que fui muito importante para o jogo, consegui cumprir o objetivo de quando eu entrei na casa, que era movimentar o jogo. Depois, mais de uma pessoa veio falar comigo: ‘Eu despertei no jogo quando você entrou’. Eu sempre falei que meu maior medo era participar do programa e não marcar a edição de alguma forma, de ser aquele participante esquecido na temporada, entre os 22 nomes. Eu acho que isso não vai acontecer. Sempre quando lembrarem desta edição, vão se recordar do ‘caçador de lollipoper’, do cara que entrou depois e começou a ‘mirar’ as pessoas que estavam escondidas no jogo.

 

Apesar de estar focado em competir, você viveu um romance com a Laís na casa. Como essa relação mexeu com o seu jogo? 

Eu já via a Laís e a achava atraente na TV, mas eu não esperava viver um romance, um sentimento tão grande. Tanto que quando eu entrei, falei que sabia diferenciar muito bem o sentimento do game e que isso não iria abalar meu jogo. Mas em um primeiro momento que marcou o programa, que foi quando eu sabia que ia ao paredão e precisava de um voto para desempatar com o Eli, que a Naty promete que não vai votar em mim e vota para salvar o Eli e a Laís não faz o mesmo comigo, eu percebi que eu não sabia diferenciar tão bem o sentimento do jogo. Eu entendi os motivos dela por não ter votado no Eli e respeito; ela já tinha um mês de convivência com ele, eram aliados e amigos. Teve também aquele jogo do Bate e Volta insano, contra o Arthur e a Jade, que eu consegui escapar. Só que ela também entendeu o meu lado de ficar chateado, tanto que depois eu conversei com ela, no outro dia, e achei melhor a gente se separar para eu poder realmente só pensar no jogo. Mas passou um dia e eu não consegui ficar olhando para ela sem poder beija-la. Aí eu falei: ‘Olha, quer saber? É melhor sofrer só no domingo do que de segunda a sábado. E já que a gente não é aliado no jogo, eu vou continuar o meu’. Portanto, eu acho que isso não abalou o meu jogo, tanto é que depois eu continuo com a mesma proposta, indo nas pessoas que eram aliadas dela. Não mexeu comigo, não vejo que isso tenha atrapalhado a minha estratégia e o meu discurso. Pelo contrário, eu acho que só quem está lá que passa. A nossa cabeça fica muito pilhada lá dentro. Então, a Laís era muito importante para mim, para ter um momento de sair, de esvaziar a cabeça, pensar em coisas boas e não ficar só naquela neurose de jogo, jogo, jogo; e ter também momentos de paz lá dentro, até para poder desenvolver o jogo melhor. É importante ter esses momentos com alguém que você possa vivenciar outras coisas além da competição. No final, acredito que o meu relacionamento com ela foi um ponto positivo para o meu jogo.

 

Foi uma estratégia sua ou uma paixão? De ambas as partes?

Da minha parte foi paixão (risos). Ontem, no ‘Bate-papo’ com a Rafa Kalimann, eu vi um vídeo dela falando com a Jade, antes de a gente se beijar ainda...mas eu já conversei com ela ontem e não fiquei bolado, não. Acredito que aquilo ali tenha sido antes de ela me conhecer. E depois que ela me conheceu, não foi só estratégia, não. Realmente rolou uma química bem legal entre nós. Então, se em um primeiro momento, para ela foi estratégia, eu acredito que depois tenha virado um sentimento genuíno.

 

Como enxerga esse relacionamento aqui fora? 

A gente conversou bem pouco: no programa da Rafa e depois a gente fez uma videochamada rápida, em que ela e minha mãe já estavam best friends. Eu ainda nem liguei meu celular, falei com ela pelo da minha mãe. Vou ficar no Rio até a próxima semana e ela já está vindo para cá também. A gente vai sentar e conversar. Eu quero que dê certo, a gente vai tentar. É óbvio que as nossas vidas são totalmente diferentes: ela mora a quase 2 mil quilômetros de distância de mim. Mas eu quero tentar viver um amor aqui fora com ela.

 

Logo que chegou na casa, você mencionou que seu jogo era arriscado. Depois de um tempo, acabou formando um grupo com Douglas, Pedro Scooby, Paulo André e Arthur. Imaginava fazer amigos no BBB? 

No meu primeiro jogo da discórdia, o Tiago fez um discurso segundo o qual o jogo se constrói com base nas relações. Mas eu sabia que eu estava entrando em um jogo no qual relações já estavam formadas, então eu não poderia ter esse mesmo discurso. Eu não tive o privilégio de ser prioridade para alguém porque as prioridades já estavam estabelecidas. Quando eu comecei a me aproximar do D.G., do Scooby e do P.A., eu sabia que eles eram um trio e que eu seria o quarto ou o quinto – já que o Arthur tinha uma relação muito forte com o P.A. Mas isso nunca me doeu ou gerou ciúmes porque eu sabia que havia chegado depois no bonde. Um dia lá vale como dez. Eu entrei [na casa de vidro] 25 dias depois, que equivale a quase um ano de relacionamento que as pessoas já tinham formado. Eu sabia que estava para trás. Mas a gente foi construindo essa relação e, graças a Deus, eu tive a oportunidade de ficar até o final e fortalecer esses laços. O Arthur nem tanto, mas com certeza o D.G., o P.A. e o Scooby eu vou levar para a minha vida inteira.

 

O fato de ter entrado algumas semanas depois no jogo te beneficiou de alguma forma ou atrapalhou a construção das relações com os demais participantes?

Gustavo não chegou ao ‘Big Brother Brasil’ da maneira mais convencional. Quase um mês depois da entrada dos primeiros participantes, apareceu de surpresa, ao lado de Larissa, na casa de vidro instalada na academia da residência. Por decisão do público, teve a chance de viver a experiência completa de um confinado. Ao entrar no BBB, “chamou seu vulgo malvadão” e foi logo dizendo o que pretendia: movimentar o jogo. E assim fez. Com sua estratégia de mandar à berlinda quem vinha fugindo de sucessivos paredões, conseguiu deixar nas mãos do público o poder de decidir pela saída de algumas pessoas, especialmente os “lollipopers”. A casca de durão, no entanto, se desmanchou em poucos dias, depois que engatou um romance com Laís e deixou claros seus sentimentos pela médica. Mostrou um lado carinhoso não só com a goiana, mas também por meio de sua sensibilidade e empatia com os colegas de confinamento, apesar do posicionamento arriscado. Contudo, a passagem pelo reality findou no ‘Top 6’. Na última terça-feira, dia 19, o paranaense foi eliminado com 81,53% dos votos ao enfrentar Eliezer e Paulo André no paredão. Agora fora da casa, o bacharel em Direito avalia que conseguiu  cumprir seu objetivo na competição: “Eu sempre falei que meu maior medo era participar do programa e não marcar a edição de alguma forma, de ser aquele participante esquecido na temporada, entre os 22 nomes. Eu acho que isso não vai acontecer. Sempre quando lembrarem desta edição, vão se recordar do ‘caçador de lollipoper’, do cara que entrou depois e começou a ‘mirar’ as pessoas que estavam escondidas no jogo”, declara.

No papo a seguir, Gustavo conta mais sobre sua estratégia na competição, comenta o critério de votação que utilizou no BBB, avalia o jogo de outros confinados e revela planos para a vida pós-reality, que incluem a tentativa de manter o relacionamento com a ex-participante Laís.

 

Quando entrou na casa de vidro, você falou que seu objetivo era movimentar o jogo dos confinados. Acredita ter usado a melhor estratégia para isso?

Eu acredito que sim, porque eu consegui movimentar o jogo sem ferir meus princípios e meu caráter. E acho que se eu não tivesse entrado no jogo com essa estratégia, não teria tido tanto tempo de programa. Acredito que o público realmente abraçou a minha ideia, a minha estratégia, que era algo que eu, como espectador nas duas primeiras semanas, sentia falta no BBB. Tanto é que a outra pessoa que entrou comigo teve esse discurso, mas não teve os atos que eu tive, e acabou saindo no seu primeiro paredão. Então, eu acho que foi a estratégia correta para o momento do jogo, sim.

 

Você ficou conhecido como o “caçador de Lollipopers”, mas enfrentou um deles no paredão e acabou saindo. Por que acha que foi eliminado nessa berlinda?

Eu falei que meus alvos, na verdade, eram as pessoas que estavam na sombra, mas, coincidentemente, todo mundo que estava na sombra era ‘lollipoper’. Então, tudo bem, eu aceito a expressão numa boa. Falando do paredão em que eu saí, eu não acho que quem me tirou tenha sido a torcida do Eli. Foi outra coisa: a torcida do Arthur.

 

Como você avalia seu desempenho na competição?

Eu estou muito feliz. Sem falta de humildade, eu acho que fui muito importante para o jogo, consegui cumprir o objetivo de quando eu entrei na casa, que era movimentar o jogo. Depois, mais de uma pessoa veio falar comigo: ‘Eu despertei no jogo quando você entrou’. Eu sempre falei que meu maior medo era participar do programa e não marcar a edição de alguma forma, de ser aquele participante esquecido na temporada, entre os 22 nomes. Eu acho que isso não vai acontecer. Sempre quando lembrarem desta edição, vão se recordar do ‘caçador de lollipoper’, do cara que entrou depois e começou a ‘mirar’ as pessoas que estavam escondidas no jogo.

 

Apesar de estar focado em competir, você viveu um romance com a Laís na casa. Como essa relação mexeu com o seu jogo? 

Eu já via a Laís e a achava atraente na TV, mas eu não esperava viver um romance, um sentimento tão grande. Tanto que quando eu entrei, falei que sabia diferenciar muito bem o sentimento do game e que isso não iria abalar meu jogo. Mas em um primeiro momento que marcou o programa, que foi quando eu sabia que ia ao paredão e precisava de um voto para desempatar com o Eli, que a Naty promete que não vai votar em mim e vota para salvar o Eli e a Laís não faz o mesmo comigo, eu percebi que eu não sabia diferenciar tão bem o sentimento do jogo. Eu entendi os motivos dela por não ter votado no Eli e respeito; ela já tinha um mês de convivência com ele, eram aliados e amigos. Teve também aquele jogo do Bate e Volta insano, contra o Arthur e a Jade, que eu consegui escapar. Só que ela também entendeu o meu lado de ficar chateado, tanto que depois eu conversei com ela, no outro dia, e achei melhor a gente se separar para eu poder realmente só pensar no jogo. Mas passou um dia e eu não consegui ficar olhando para ela sem poder beija-la. Aí eu falei: ‘Olha, quer saber? É melhor sofrer só no domingo do que de segunda a sábado. E já que a gente não é aliado no jogo, eu vou continuar o meu’. Portanto, eu acho que isso não abalou o meu jogo, tanto é que depois eu continuo com a mesma proposta, indo nas pessoas que eram aliadas dela. Não mexeu comigo, não vejo que isso tenha atrapalhado a minha estratégia e o meu discurso. Pelo contrário, eu acho que só quem está lá que passa. A nossa cabeça fica muito pilhada lá dentro. Então, a Laís era muito importante para mim, para ter um momento de sair, de esvaziar a cabeça, pensar em coisas boas e não ficar só naquela neurose de jogo, jogo, jogo; e ter também momentos de paz lá dentro, até para poder desenvolver o jogo melhor. É importante ter esses momentos com alguém que você possa vivenciar outras coisas além da competição. No final, acredito que o meu relacionamento com ela foi um ponto positivo para o meu jogo.

 

Foi uma estratégia sua ou uma paixão? De ambas as partes?

Da minha parte foi paixão (risos). Ontem, no ‘Bate-papo’ com a Rafa Kalimann, eu vi um vídeo dela falando com a Jade, antes de a gente se beijar ainda...mas eu já conversei com ela ontem e não fiquei bolado, não. Acredito que aquilo ali tenha sido antes de ela me conhecer. E depois que ela me conheceu, não foi só estratégia, não. Realmente rolou uma química bem legal entre nós. Então, se em um primeiro momento, para ela foi estratégia, eu acredito que depois tenha virado um sentimento genuíno.

 

Como enxerga esse relacionamento aqui fora? 

A gente conversou bem pouco: no programa da Rafa e depois a gente fez uma videochamada rápida, em que ela e minha mãe já estavam best friends. Eu ainda nem liguei meu celular, falei com ela pelo da minha mãe. Vou ficar no Rio até a próxima semana e ela já está vindo para cá também. A gente vai sentar e conversar. Eu quero que dê certo, a gente vai tentar. É óbvio que as nossas vidas são totalmente diferentes: ela mora a quase 2 mil quilômetros de distância de mim. Mas eu quero tentar viver um amor aqui fora com ela.

 

Logo que chegou na casa, você mencionou que seu jogo era arriscado. Depois de um tempo, acabou formando um grupo com Douglas, Pedro Scooby, Paulo André e Arthur. Imaginava fazer amigos no BBB? 

No meu primeiro jogo da discórdia, o Tiago fez um discurso segundo o qual o jogo se constrói com base nas relações. Mas eu sabia que eu estava entrando em um jogo no qual relações já estavam formadas, então eu não poderia ter esse mesmo discurso. Eu não tive o privilégio de ser prioridade para alguém porque as prioridades já estavam estabelecidas. Quando eu comecei a me aproximar do D.G., do Scooby e do P.A., eu sabia que eles eram um trio e que eu seria o quarto ou o quinto – já que o Arthur tinha uma relação muito forte com o P.A. Mas isso nunca me doeu ou gerou ciúmes porque eu sabia que havia chegado depois no bonde. Um dia lá vale como dez. Eu entrei [na casa de vidro] 25 dias depois, que equivale a quase um ano de relacionamento que as pessoas já tinham formado. Eu sabia que estava para trás. Mas a gente foi construindo essa relação e, graças a Deus, eu tive a oportunidade de ficar até o final e fortalecer esses laços. O Arthur nem tanto, mas com certeza o D.G., o P.A. e o Scooby eu vou levar para a minha vida inteira.

 

O fato de ter entrado algumas semanas depois no jogo te beneficiou de alguma forma ou atrapalhou a construção das relações com os demais participantes?

A respeito das relações com outros participantes, eu acho que não beneficiou. Mas em relação a estratégia de jogo, sim, porque ali eu era um espectador que sabia que faltava no programa alguém que não ficasse no comodismo. Como eu já fui com essa mentalidade, acho que ficou muito mais fácil a minha percepção de escolher com qual estratégia eu deveria seguir no jogo. As relações eu digo que a casa de vidro prejudicou no sentido de que eu não era pódio nem prioridade de ninguém, a não ser da Laís – depois que as amigas dela já tinham saído. Mas para a minha estratégia e para o jogo que eu gostaria de fazer foi bom ter entrado depois.

 

Apesar de fazer parte de um grupo, você teve algumas discordâncias com o Arthur. Como avalia o jogo dele?

O Arthur é um gênio porque é um cara que sabe jogar com o público. Eu só acho que havia algumas divergências na fala dele que talvez o público aqui fora não conseguisse perceber. Ele falava que jogava sozinho, mas não jogava. Ele dizia que era perseguido, mas não tinha sido indicado pela casa até a semana passada, em que nós mesmos tivemos que votar nele depois de um critério que estabelecemos como o mais justo. E, mesmo assim, ele não conseguia entender. O critério – e me arrependo da forma como falei – era ‘o último a ir ao paredão’, só que teve o paredão falso, que de falso não tem nada; é um paredão-dinâmica. Mas eu falei: ‘Cara, você não teve risco de sair. Teu último risco de sair da casa foi lá no paredão 7 com a Jade’. E ele não entendia, dizia que nós tínhamos nos juntado para combinar voto nele. Ele estava sempre se colocando naquele lugar de excluído, de sozinho. E quem acompanhou edições anteriores sabe que isso gera muita empatia do público com quem tem esse discurso de exclusão. Eu não consigo fazer esse discurso de vítima, de solidão, ainda mais quando não existia isso que ele plantava. Era ele quem se isolava. Depois quando foi conveniente, ele se juntou com os meninos e ainda assim continuou com o discurso de que era sozinho, que ninguém jogava com ele – quando não era verdade. Então, ele é um gênio por saber jogar dessa forma, é um ator nato e muito bom, por sinal. Mas a gente tem muitas diferenças, acho que a gente não vai ter uma relação aqui fora porque temos personalidades muito distintas. Eu sei que ele tem um bom coração, é uma pessoa boa, mas no quesito jogo ele plantou um discurso que o público comprou como verdade. Mas, quem estava ali dentro enxergava outras coisas, que talvez aqui fora não fossem tão óbvias.

 

O critério de escolha de voto entre o seu grupo nessa última semana foi por quem tinha mais tempo sem ir ao paredão. Na sua visão, essa foi uma estratégia confortável?

De confortável não tem nada porque com essa estratégia a gente sabia que era paredão, sim, paredão, não. Você ia acabar estando no paredão. Mas, olhando de fora, é confortável porque não gera incômodo. Quando você tem um critério pré-estabelecido, você acaba ficando fora dos conflitos, que são o que realmente movimenta o jogo. Então, agora olhando de fora com uma visão mais de espectador do que de participante, entendo que esse critério pode ter gerado conformismo nesse sentido de gerar incômodo. Mas não gera comodismo porque a gente sabia que estaria na berlinda de qualquer forma, já que não seria sempre o último da lista. Haveria sempre dois ou três na sua frente para intercalar. 

 

Teria feito alguma coisa diferente em sua participação no reality? 

Teria ficado amigão do Arthur. Eu iria grudar nele, bajular, dar pão para ele todo dia (risos).

 

Quais foram os pontos altos do seu confinamento?

Os pontos altos eu digo sempre que foram as voltas do paredão. Mesmo antes de ir ao paredão eu sabia que, para viver a melhor experiência, você tem que passar pela pior. E não existe sentimento melhor do que chegar na terça-feira ou no dia de eliminação e o Tadeu não falar seu nome. É muito bom! A prova Bate e Volta que eu ganhei contra o Arthur e a Jade também foi um negócio de outro mundo, acho que foi a maior virada num jogo já registrada. A Laís também foi um ponto alto da minha trajetória. E a minha amizade com os meninos – o D.G., o Scooby e o P.A.

 

Você pretende manter essas amizades aqui fora?

Com certeza. Eles e a Laís são quatro pessoas que eu vou levar para a vida. Sei que não vou ter contato com muitos participantes. Esses quatro são os que eu acho que vou ter mais relacionamento, mas existem pessoas que eu quero muito encontrar. A Lina é uma pessoa com quem eu adorava conversar; quero tomar uma cervejinha com a Jessi; quero ver a Naty desfilar no sambódromo. 

 

Na sua visão, quem está jogando melhor no programa e por quê?

A resposta é óbvia: o Arthur. Ele joga com o público com maestria. Ele consegue pintar um cenário de solidão, de perseguição que não existe. E agora, no final, eu acho que o Eli também está jogando bem porque ele percebeu que a torcida do Arthur está forte e grudou no ‘bichinho’. Vai garantir a final com isso.

 

Quem acha merece vencer o "BBB 22"?

Hoje a minha torcida vai para o P.A. Falei várias vezes que o D.G. foi o primeiro que eu tive contato, o cara que me abriu as portas, o primeiro que me acolheu. O Scooby tem aquele jeito ‘maluco beleza’ dele. Só que o P.A. é hoje a pessoa que eu mais torço para ganhar o prêmio, pelo jeito dele, pela família, pelo filho, por tudo... ele é a pessoa que tem minha torcida.

 

Que rumos profissionais e pessoais pretende seguir nesta fase pós-BBB? 

Eu tenho que ver como está esse mundo pós-BBB, mas eu nunca escondi que eu tenho um projeto de abrir uma empresa ramo gastronômico. Eu quero aproveitar também essa visibilidade para criar um canal de culinária, de receitas. Também vou estar aberto a novas

propostas que podem surgir nesse cenário, mas esse meu projeto vai sair, sim, sem dúvidas. Só não vou dar detalhes senão alguém rouba minha ideia e vai dar ruim pra mim (risos). Mas eu boto muita fé no meu negócio e, em breve, vocês saberão o que é.

O "BBB 22" tem direção artística de Rodrigo Dourado, direção de gênero de Boninho e apresentação de Tadeu Schmidt. O programa vai ao ar de segunda a sábado, após "Pantanal", e domingos, após o "Fantástico".

 

.: Escute o seu lado sombrio: audiossérie "Batman Despertar" ganha trailer oficial


Audiossérie Original Spotify estreia globalmente no dia 3 de maio. Adaptação em Português conta com Rocco Pitanga, Camila Pitanga, Tainá Müller, Hugo Bonemer, Maria Bopp e outras estrelas da dramaturgia nacional no elenco.


"Gotham ouvintes, agora eu quero saber a opinião de vocês sobre esse Ceifador. Como é que você se sente com esse maluco à solta?", pergunta Vicki Vale na abertura do trailer oficial da áudiossérie Original Spotify Batman Despertar. Escute aqui e prepare-se para mergulhar nesta inovadora Gotham City. Mas, cuidado: quanto mais fundo você vai, mais escuro fica.

Com estreia global no dia 3 de maio, "Batman Despertar" apresenta um serial killer conhecido como "O Ceifador" que aterroriza Gotham City, mas Batman não aparece para salvar a cidade. Na verdade, Bruce Wayne não tem nenhuma memória de que um dia ele foi o Cavaleiro das Trevas. Ele é um patologista forense, e está começando a autópsia no corpo da mais recente vítima do serial killer quando é atacado pelo próprio Ceifador.

Bruce fica cada vez mais obcecado com o assassino, e o Dr. Thomas Wayne, chefe do Hospital de Gotham City, determina que o filho precisa se afastar do trabalho para iniciar terapia com Dr. Hunter, um estranho psicólogo. Sem poder contar com Batman, Barbara Gordon precisa da ajuda do segundo detetive mais inteligente de Gotham: O Charada.

"Batman Despertar" é uma produção da Spotify Studios em associação com Ultrassom Music Ideas, adaptada do original dos Estados Unidos Batman Unburied, produzido por Phantom Four e Blue Ribbon Content em associação com Wolf at the Door, criado por David S. Goyer, responsável pela trilogia Batman - O Cavaleiro das Trevas.

O diretor de cinema Daniel Rezende ("Bingo", "Turma da Mônica" e "Tropa de Elite") e a diretora de voz Marina Santana assinam a direção da adaptação para o Brasil que conta com Rocco Pitanga como Bruce Wayne, Camila Pitanga como Kell, Tainá Müller como Barbara Gordon, Augusto Madeira como Charada, Adriana Lessa como Martha Wayne, Nill Marcondes como Thomas Wayne, Hugo Bonemer como Ceifador, Carol Abras como Renne Montoya, José Rubens Chachá como Alfred, Marcelo Varzea como Dr. Hunter, Maria Bopp como Vicki Vale e as participações especiais de Felipe Castanhari como Frenologista, Erico Borgo como Fantasma Cinzento, Catarina Garcia como Poltergeist, Ivan Costa como Ladrão e Gabriel Godoy como Samuel.


Da esquerda para a direita: Rocco Pitanga, Tainá Müller, Augusto Madeira, Camila Pitanga, Marcelo Varzea, Adriana Lessa, Nill Marcondes, Hugo Bonemer e Maria Bopp. Crédito: Dirceu Neto/Spotify


Este será o primeiro projeto a estrear como parte do acordo plurianual entre Spotify, Warner Bros. e DC. A parceria levará a vasta biblioteca de personagens icônicos da DC em novos podcasts do Spotify para unir fãs de todo o mundo em uma experiência de áudio inesquecível. A áudiossérie estreia globalmente com oito adaptações do roteiro original dos Estados Unidos desenvolvidas para Brasil, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão e México.

.: Tenor Jean William conta trajetória de vida em “O Resumo da Ópera”


Lançado pela editora Letramento, livro foi escrito pelo jornalista Elcio C. Padovez. 


O tenor Jean William coleciona fatos marcantes em sua trajetória. As apresentações para quatro presidentes da República no Brasil e diante do Papa Francisco durante a XVIII Jornada Mundial da Juventude, em 2013, foram, sem dúvidas, alguns deles. Mas o caminho percorrido não foi fácil.

Histórias e curiosidades sobre a vida do cantor podem ser lidas em "O Resumo da Ópera - Como Jean William Cresceu e Venceu pela Música", livro escrito pelo jornalista Elcio C. Padovez e lançado pela editora Letramento. Na obra, estão reunidas as memórias, alegrias, mas também as tristezas como o preconceito racial e até uma depressão que enfrentou em 2018 no mais completo levantamento já feito sobre a vida e obra do artista.

Nascido no interior de São Paulo, em uma família pobre e preta, Jean teve como grande inspiração seu avô materno, Joaquim, que lhe ensinou os primeiros acordes. Após apresentações em igrejas, bandas de rock e até funerais, obteve grande reconhecimento ao se tornar o tenor solista da Orquestra Filarmônica Bachiana SESI-SP, sob a regência de João Carlos Martins. Isso, após uma apresentação no apartamento do maestro, em 2009. A partir daí, viu sua carreira se consolidar e ganhou o mundo.

Jean, hoje com 36 anos, diz que não esperava ter um livro biográfico. Ele sabe que as pessoas quando leem uma obra desse gênero esperam somente histórias positivas de alguém vitorioso. Ele, porém, deseja que o leitor veja ali uma pessoa que está expondo as suas vulnerabilidades e, mais ainda, mostrando a sua própria humanidade.

“O foco principal desse livro certamente é a minha vivência na música. Eu quero que fique bem claro que a música na minha vida é esse instrumento de transformação. Ela transformou a minha vida em todos os âmbitos, desde o profissional socioeconômico até a minha relação interpessoal. A música é esse grande conversor, esse grande guia de transformação”, ressalta Jean William.

O livro, com 160 páginas, está dividido em dois atos (capítulos um a quatro e capítulos cinco a oito), além do bis, que propõe, por meio de pesquisas, documentos e depoimentos, reconstituir as histórias da vida pessoal e profissional de Jean.

Elcio conta que levou seis três anos para concluir a obra, que além das histórias, conta também com depoimentos de pessoas que fazem parte da vida de Jean e do Brasil. “É uma grande alegria poder contar a história desse grande artista, que é uma pessoa que tem uma história incrível. Os leitores, realmente como em uma ópera, vão rir e chorar. São histórias surpreendentes de vitórias, derrotas, alegrias e muitas curiosidades da vida dele”, diz.


Serviço
“O Resumo da Ópera - Como Jean William Cresceu e Venceu pela Música”
Editora Letramento
Lançamento: 26 de maio
Pré-venda



.: Single póstumo de Elza Soares, "Meu Guri" ganha data de lançamento


Inédito, o último registro de Elza Soares foi gravado no Theatro Municipal de São Paulo e faz parte do disco e DVD "Elza ao Vivo no Municipal" (Deck/Natura Musical), que será lançado no dia 13 de maio. 

Elza Soares (1930-2022) segue viva em suas canções e no legado eterno de sua contribuição para a cultura brasileira. Ela dizia que “Um país que não reconhece seus negros em vida é um país póstumo”. Ela, que por décadas passadas foi barrada em hotéis de luxo, aos 91 anos reinou no Theatro Municipal de São Paulo cantando ao lado de um pianista negro. O registro, feito nos dias 17 e 18 de janeiro de 2022 (Elza Soares faleceu dois dias depois), traz um álbum visual documental com linguagem cinematográfica com o patrocínio de Natura Musical.

Do material está sendo lançado também um clipe, gravado na sala onde agora acontece a exposição Contramemória, parte da programação do centenário do movimento Modernista no Brasil. No vídeo inédito, a cantora dialoga, a partir de seu corpo, performance, músicas, vestes e adereços, com a própria estrutura do Theatro, tensionando assim a formalidade e o estilo neoacadêmico da construção. Quem for conferir a exposição, em cartaz até 05 de junho poderá ver o clipe de “Meu Guri” por meio de um QR Code.

O clipe tem direção geral de Pedro Loureiro e direção cinematográfica de Cassius Cordeiro, sócio fundador e diretor da produtora Broders e um dos idealizadores do projeto "Elza ao Vivo no Municipal". Cordeiro, que já havia trabalhado com Elza, tem no currículo a cinebiografia musical de outros nomes da música popular brasileira, como Alcione, João Donato, Gilberto Gil, Toquinho, Caetano Veloso e Milton Nascimento.

O lançamento oficial do single digital de “Meu Guri” se dará no dia 22 de abril e o clipe no dia 25 pela Deck/Natura Musical. A música de Chico Buarque e cantada por Elza abre o álbum e DVD "Elza ao Vivo no Municipal", que será lançado no dia 13 de maio. Elza é acompanhada do pianista Fábio Leandro e canta com a propriedade de quem perdeu um filho para a fome, como ela mesma dizia, os versos:


“Quando seu moço nasceu meu rebento não era o momento dele rebentar
Já foi nascendo com cara de fome, eu não tinha nem nome pra lhe dar
Como fui levando não sei lhe explicar, fui assim levando ele a me levar
E na sua meninice ele um dia me disse que chegava lá
Olha aí
Olha aí
Olha aí ai o meu guri olha aí”.

O registro “Elza ao vivo no Municipal” foi selecionado pelo programa Natura Musical, através de edital, ao lado de nomes como Linn da Quebrada, Bia Ferreira, Juçara Marçal, Kunumi MC, Rico Dalasam. Ao longo de 16 anos, Natura Musical já ofereceu recursos para mais de 140 projetos no âmbito nacional, como Lia de Itamaracá, Mariana Aydar, Jards Macalé.

“Este projeto, assim como os demais selecionados pelo edital Natura Musical, tem a potência de gerar impacto positivo no ecossistema onde está inserido. Isso se traduz em ações de inclusão, sustentabilidade, apoio à diversidade e educação. São pilares fundamentais para as mudanças que desejamos vivenciar no mundo”, afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding.


Ficha técnica do clipe “Meu Guri”
Direção:
Cassius Cordeiro
Direção-geral: Pedro Loureiro
Direção de produção: Dani Godoy e Débora Ribeiro de Lima
Direção musical: Rafael Ramos

Sobre Contramemória
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, anuncia uma ação histórica no Theatro Municipal. O espaço, que foi palco da Semana de Arte Moderna há 100 anos, promove, pela primeira vez desde 1922, uma exposição de grande porte: Contramemória, com curadoria de Jaime Lauriano, Lilia Moritz Schwarcz e Pedro Meira Monteiro. A abertura acontece dia 18 de abril, com visitas guiadas pelos curadores, e o acesso é gratuito.

O intuito da exposição é reler e traduzir criticamente a Semana de 22 e o seu ambiente cultural e político. Para isso, serão expostas tanto obras contemporâneas quanto as do Acervo Modernista do Centro Cultural São Paulo (CCSP). O choque produzido entre essas duas vertentes desnuda os silêncios e as ambiguidades presentes na hoje canônica Semana de Arte Moderna, agora revista por novos olhares, histórias e protagonismos, muito mais plurais. As ideias e visões de uma maioria masculina, branca e abastada do passado, em contraste com artistas negros, indígenas, trans, mulheres e de várias gerações.

 Serão exibidas obras de artistas contemporâneos como Ailton Krenak, Denilson Baniwa, Daiara Tukano, O Bastardo, Adriana Varejão, Raphael Escobar, Bertone Balduino, Ana Elisa Egreja, Lídia Lisbôa, Mídia Ninja e Val Souza. Essas obras estarão lado a lado com os quadros de Anita Malfatti. Alfredo Volpi, Tarsila do Amaral, Emiliano Di Cavalcanti e Flávio de Carvalho, entre outros.

"A exposição traz para o Theatro Municipal, símbolo da Semana de 22, quem ficou de fora: as mulheres, os negros, os indígenas”, afirma a secretária Aline Torres. “Estamos ressignificando o espaço, o conceito de modernismo, e introduzindo e valorizando novos protagonistas, artistas que não estariam na Semana de 22 há um século”.

“Em 1922, o Theatro Municipal abriu, pela primeira vez, suas portas para uma exposição de arte. Passados 100 anos, a mostra Contramemória ocupa novamente o edifício. Por isso o debate e fricção com obras produzidas naquele contexto é direto, bem como a releitura depois de um século”, afirma Lilia Moritz Schwarcz. “Ao lado dos trabalhos modernistas estão agora obras de artistas contemporâneos, sobretudo negros, mulheres e indígenas. O resultado é uma invasão decolonial.”

"Uma das inspirações da exposição é a releitura da Semana de Arte Moderna proposta por Emicida em AmarElo, filme em que o Theatro Municipal figura como espaço de uma memória que se irradia do centro de São Paulo a suas periferias, e de lá ao resto do país e ao mundo todo”, comenta Pedro Meira Monteiro. “Contramemória pretende recuperar os caminhos de uma memória rota, de modo a recolocar, no centro, o que ficou fora dele.”

“Em Contramemória retiramos a aura revolucionária da famigerada 'Semana de Arte Moderna de 1922', reposicionando, criticamente, a importância da exposição que aconteceu em São Paulo”, afirma Jaime Lauriano. “Com isso, pretendemos descentralizar os debates em torno dos modernismos brasileiros, contribuindo, assim, com os necessários tensionamentos provocados pela produção de artistas negres, indígenas e de gêneros contra hegemônicos.”

“Em Contramemória retiramos a aura revolucionária da famigerada “Semana de Arte Moderna de 1922”, reposicionando, criticamente, a importância da exposição que aconteceu em São Paulo”, afirma Jaime Lauriano. “Com isso, pretendemos descentralizar os debates em torno dos modernismos brasileiros, contribuindo, assim, com os necessários tensionamentos provocados pela produção de artistas negres, indígenas e de gêneros contra hegemônicos”.


Sobre Natura Musical
Natura Musical é a plataforma de cultura da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu cerca de R$ 174,5 milhões no patrocínio de mais de 518 projetos - entre trabalhos de grandes nomes da música brasileira, lançamento e consolidação de novos artistas e projetos de fomento às cenas e impacto social positivo.

Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do País e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais. Em 2020, o edital do Natura Musical selecionou 43 projetos em todo o Brasil e promoveu mais de 300 produtos e experiências musicais, entre lançamentos de álbuns, clipes, festivais digitais, oficinas e conferências. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente da música brasileira, com uma programação contínua de shows, performances, bate-papos e conteúdos exclusivos.


Serviço
"Contramemória"
Data:
de 18 de abril a 5 de junho
Abertura: 18 de abril, com visitas guiadas: 10h30; 12h30; 15h
Horário: terça-feira a sexta-feira, 11h às 17h e sábado e domingo, 10h às 15h
Local: Theatro Municipal - Salão Nobre | Praça Ramos de Azevedo s/nº | Centro
Ingressos: retirada dos ingressos gratuitos pelo site. Limite de 2 ingressos por pessoa
Gratuito




.: Escrito por Gabriel Chalita, solo "Sorriso de Mãe" estreia Teatro Eva Herz


Dirigido por Fernando Philbert e estrelado por Joelson Medeiros, monólogo trata do afeto a partir das memórias de um filho com a sua mãe. Fotos: Nil Caniné

Depois de estrear no Rio de Janeiro, o monólogo "Sorriso de Mãe", com dramaturgia de Gabriel Chalita e direção de Fernando Philbert, desembarca em São Paulo para uma temporada entre os dias 6 de maio e 26 de junho no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. As apresentações acontecem às sextas, às 20h; aos sábados, às 17h; e aos domingos, às 18h.

Estrelada por Joelson Medeiros, a peça mostra, com delicadeza e de forma não-linear, uma série de memórias oriundas da união entre Cícero e sua mãe. Diante da plateia, o protagonista narra e revive lembranças, causos, personagens e amigos que ambos conheceram pelo caminho, costurando uma narrativa que enfatiza aspectos emocionais dessa relação e a necessária valorização dos afetos familiares.

À medida em que Cícero narra todas essas histórias, a plateia conhece como ele se sente com relação a tudo isso. Se esse encontro é uma despedida, uma visita, um sonho ou uma conversa entre Cícero e sua mãe, o público decidirá. “O próprio personagem diz para a mãe em determinado momento: ‘são muitas histórias, várias vidas em uma só’. E é isso. São muitas vidas em cena. E a nossa maior preocupação é humanizar ao máximo esses personagens apresentados por Cícero, sem que eles se sobreponham à história. O que vai impactar é o sentimento”, comenta Joelson Medeiros, que encara o desafio de fazer um monólogo sem uma caracterização intensa, apoiado quase que unicamente na sua interpretação.

Membro da Academia Paulista de Letras, da Academia Brasileira de Educação e da Academia Brasileira de Cultura, o escritor Gabriel Chalita conta que escreveu a peça antes da pandemia, ao se solidarizar com a história de um amigo que havia perdido sua mãe. “Fui atingido pela tristeza daquela despedida. Fiquei pensando em tantas histórias como aquela e isso me inspirou a falar da celebração dos momentos que eles viveram juntos e de homenagear não somente esse vínculo, mas todos os vínculos humanos. Não de um jeito triste. Ao contrário. Com muita verdade e sensibilidade”, conta o autor.

Para conduzir essa história com a humanidade e a sensibilidade necessárias, Fernando Philbert optou pela simplicidade, pois para ele, a relação entre mãe e filho é baseada nas coisas simples. “Todo mundo, em algum momento, é impactado pelo texto e pelas questões que ele traz. Além disso, ‘Sorriso de Mãe’ aborda essa relação pelo cotidiano e o cotidiano tem uma força imensa. Ainda mais nos dias de hoje. É importante lembrar que ficamos dois anos isolados em casa e que muita gente ficou exilada do seu próprio cotidiano. Assim, a peça usa o dia a dia para comunicar, trazendo uma delicadeza que vai atravessar as pessoas com muita potência", afirma.

O diretor vê no teatro um ambiente paralelamente ligado às reflexões familiares: “A gente aprende sobre a vida ouvindo e vendo os nossos pais. O teatro também é isso. Ele acontece desse encontro com o público, é uma ação de ouvir. Tanto o ator ouve a plateia, quanto o contrário”, acrescenta. Você pode comprar os livros de Gabriel Chalita neste link.

Sinopse
O espetáculo narra as lembranças de um filho diante de sua mãe. Esse encontro seria um sonho? Realidade? Ele revive momentos marcantes de sua trajetória ao lado dessa mãe amorosa, trazendo à tona diversos personagens que acompanharam sua trajetória de vida.


Sobre Gabriel Chalita
Ao longo de sua carreira, Gabriel Chalita publicou 84 livros, entre eles “A Ética do Rei Menino”, “O Pequeno Filósofo”, “Pedagogia do Amor” e “Sócrates e Thomas More - Correspondências Imaginárias”. Dirigiu várias instituições educacionais e ocupou importantes cargos públicos, entre eles de Secretário da Educação do Estado de São Paulo e Secretário da Educação do Município de São Paulo. Foi, também, vereador em São Paulo e deputado federal. Chalita é professor dos cursos de graduação e pós-graduação nas universidades PUC-SP, Mackenzie, IBMEC e Uninove. É membro da Academia Brasileira de Educação, da Academia Brasileira de Cultura e da Academia Paulista de Letras.


Sobre Fernando Philbert
Gaúcho, radicado há mais de 30 anos no Rio de Janeiro, Philbert começou sua carreira como assistente de direção de figuras tarimbadas do teatro como Domingos Oliveira, Aderbal Freire-Filho e Gilberto Gawronski. Atualmente, é um dos diretores mais atuantes da cena carioca, tendo dirigido peças como “Quando as Máquinas Param”, “Diário do Farol”, “Contos Negreiros do Brasil”, “Idas e vindas”, “Embarque imediato”, “Parabéns, Senhor Presidente”, “Nefelibato”, “O Corpo da Mulher como Campo de Batalha” e “O Escândalo Felippe Dussaert”. Foi ainda indicado ao Shell de Melhor Direção por “Todas as Coisas Maravilhosas”, em 2019. É diretor do programa “Arte do Artista” da TV Brasil e foi codiretor do espetáculo “No Topo da Montanha”.


Sobre Joelson Medeiros
Joelson Medeiros tem mais de 30 anos de carreira no teatro, na TV e no cinema. Entre seus inúmeros trabalhos nos palcos, estão as peças “Werther” (1989), de Goethe, "O Livro de Jó" (1997), “Apocalipse 1,11” (1999), “O Bom Canário” (2012), “José do Egito” (2013), “O Lado B” (2019) e “Na Mesa com Clarice” (2020). Em 2015, é indicado ao Prêmio Shell de Melhor Ator pela peça “Madame Bovary”. Na TV, atuou em novelas como “Páginas da vida” (2006), “Caras e Bocas”, “Terra Prometida” (2016), “A Fórmula” (2017), “Tempo de Amar” (2017) e “Gênesis” (2021).


Ficha técnica:
Espetáculo:
"Sorriso de Mãe"
Autor: Gabriel Chalita
Direção: Fernando Philbert
Ator: Joelson Medeiros
Cenografia: Natália Lana
Figurino: Tiago Ribeiro
Iluminação: Vilmar Olos
Iluminadora assistente: Celma Ungaro
Operador de luz: Luiz Fernando Vaz Junior
Trilha sonora: Maíra Freitas
Operador de som: Éder Soarez
Violino e Rabeca: Carol Panesi
Programação visual: Victor Bittow
Costura: Ateliê das Meninas
Contrarregra: Agilson dos Santos
Camareira: Gisele Pereira
Cenotécnico: André Salles
Costureira de cenário: Nice Tramontin
Produção executiva: Elisangela Monteiro
Direção de produção: Roberto Monteiro e Fernando Cardoso
Coordenadora administrativa: Cenne Gots
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Fotos de divulgação: Nil Caniné
Realização: Mesa2 Produções Artísticas
Equipe Teatro Eva Herz
Curadoria artística: André Acioli
Gerência técnica: Hélio Schiavon Junior

Serviço
"Sorriso de Mãe", de Gabriel Chalita
Temporada: 6 de maio a 26 de junho, às sextas, às 20h; aos sábados, às 17h; e domingo, às 18h.
Teatro Eva Herz - Livraria Cultura do Conjunto Nacional - Avenida Paulista, 2073, Cerqueira César
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada).
Compra on-line: em Sympla
Bilheteria: terça a sábado, das 14h às 20h; e aos domingos e feriados, das 13h às 18h (feriados sujeitos a alterações)
Telefone: (11) 3170-4059
Duração: 60 minutos.
Classificação: livre.
Capacidade: 168 lugares (quatro lugares para cadeirantes).



terça-feira, 19 de abril de 2022

.: 5x14: "9-1-1" em "Dumb Luck" dá arrepios e reflete sobre segunda chance

Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em abril de 2021


O 14º episódio de "9-1-1""Dumb Luck" começa com um lindo dia ensolarado e um casal num apartamento incrível, num andar super alto, até que o clima é levado para outro nível. Assim, a mulher termina pendurada do lado de fora do prédio, numa placa de vendas. Que situação horrível de pavorosa, mas que poderia ter sido facilmente evitada. Desde que os dois tivessem usado a cabeça. Pois é! Contudo, basta analisar bem o título do episódio para sacar que serão exibidas situações inusitadas.

Em casa, Eddie está com o filho até que ouve do menino: "O que há de errado com a sua perna"?! Tiros, sangue, o bombeiro acredita estar morrendo, mas tudo era um pesadelo. Ufa! Ele acorda e Bobby (Peter Krause) está lá. Numa conversa sobre sofrimento e trauma, Bobby menciona entender o que está havendo com ele, pois já perdeu a família. Sugestão do bombeiro?! Encontrar o caminho para a cura.

Hen (Aisha Hinds) se despede de "segunda-feira", Jonah Greenway (Bryce Durfee), afinal Chimney (Kenneth Choi) está de volta. Longue do 118, um homem encosta o carro para deixar doações, até que algo bobo e provável acontece. A chave do carro cai dentro do compartimento e para resgatá-la, o pior é o que se tem como resultado. Situação tensa. Dentro e sem ter como sair, por fora, passa um, passa outro, mas ninguém escuta o homem. Nem mesmo acionando o alarme do carro ele consegue chamar a atenção. Ao anoitecer, o guincho vem buscar o carro dele. A sorte dele só surge quando Hen percebe algo estranho.

Na estrada. uma mulher de bicicleta disputa a pista, sem encostar. Após ser ultrapassada, um outro carro faz o mesmo. Entretanto, quando grita para que "leia a placa", a resposta é assombrosa: uma peça escrito "STOP" a atinge em cheio. Sinceramente, do outro lado de tela, mesmo sendo só uma encenação, a cena é de assustar. Parece até filme de terror! 

Lá, para o atendimento chega Athena (Angela Basset) que chama a equipe do 118. Chimney, o paramédico parceiro de Hen entra em ação. Athena e Bobby buscam informação sobre a placa que atingiu a mulher. Seguem até o local, descobrindo de onde foi removida. Claro que a policial ficará de olho para encontrar quem está fazendo isso.

Pausa para mexer com a emoção do público, quando Eddie conversa com o filho, de modo aberto e emocionante. Lindo de se ver na tela. Eddie, por sua vez, segue nas sessões com o psicólogo, e ainda conta com os amigos do 118, tanto é que Buck vive por perto. Ainda em "Dumb Lunk", há outra situação de pais e filhos, desta vez é Maddie que leva a bebê ao médico: a pequena não para de chorar. O que está acontecendo com a bebê?! 

Enquanto há dúvidas, Chimney encontra Maddie e os dois destacam os problemas de saúde que podem ter sido herdados de suas famílias. Sempre muito compreensivo, ele acalma Maddie, uma vez que ela se sente culpada pelo problema que a bebê possa ter. Ok. Tudo só para aproximar os dois, ainda mais que não é o problema que o médico suspeitou no início. Coisas de bebê!


Fazendo a ronda, Athena vê dois rapazes arrancarem uma placa. Ao se darem conta da aproximação dele, um menino vai em direção ao parabrisa de carro. Pois é! Como eles arrancaram a placa, o motorista não parou. De qualquer forma, é o tipo de cena de fazer o queixo cair e deixar o público totalmente apreensivo. Ainda que os rapazes estivessem fazendo o que não devia e tenham tentado escapar. E só ao perguntar se o amigo está bem, Athena manda o recado para o outro sobre "pensar ser invencível por ser jovem.

No 118, a pauta é o estado de saúde do garoto e Donato fala que reconheceu a socorrista de plantão: era a mulher que havia ficado pendurada na placa do prédio, no início do episódio e que foi socorrida por ela. De fato, "Dumb Luck"

Athena separa cartas num jogo solitário, enquanto que Bobby brinca sobre um possível poker. Entretanto, ela desabafa sobre não ter dormido durante a noite, por conta do atropelamento do menino que brincava de colecionar placas. Para ela, aquele tênis ao chão, a fez pensar no filho, Harry. 

Ainda no clima família, Eddie e Buck vão com Chris para fazer terapia equina. Com o distanciamento do garoto, os amigos conversam sobre quebrar as regras do trabalho, das relações e Buck diz: "O trabalho da gente é salvar pessoas, não sabemos o que acontece depois". Eis que antes de terminar, diagnostica que o fazer deles é mais do que isso, pois "o que importa é dar uma segunda chance". 


Seriado: 9-1-1
Temporada: 5
Episódio: 14, "Dumb Luck"
Exibição: 18 de abril de 2022
Emissora original: Fox Broadcasting Company
Criadores: Ryan Murphy, Brad Falchuk, Tim Minear
Produtores executivos: Ryan Murphy, Brad Falchuk, Tim Minear, Alexis Martin Woodall, Bradley Buecker
Elenco: Angela Bassett (Athena Grant), Peter Krause (Bobby Nash), Jennifer Love Hewitt (Maddie Buckley), Oliver Stark (Evan "Buck" Buckley), Aisha Hinds (Henrietta "Hen" Wilson), Kenneth Choi (Howie "Chimney" Han), Marcanthonee Reis (Harry Grant), Ryan Guzman (Eddie), Arielle Caroline Kebbe (Lucy Donato), Bryce Durfee (
Jonah Greenway), Rockmond Dunbar.

*Editora do site cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm

← Postagens mais recentes Postagens mais antigas → Página inicial
Tecnologia do Blogger.