terça-feira, 1 de setembro de 2015

.: Dr. Rey lança autobiografia na Bienal do Livro do Rio de Janeiro

“Dr. Rey – o brasileiro que se tornou o Dr. Hollywood” apresenta a trajetória do cirurgião plástico, empresário de sucesso, homem de mídia e político, e de como se tornou um fenômeno mundial


Dr. Rey – o brasileiro que se tornou o Dr. Hollywood, obra autobiográfica de Robert Rey, será lançada e autografada no próximo dia 5/09, sábado, às 14h, no estante da Distribuidora Loyola, na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro (Riocentro - Av. Salvador Allende, 6.555 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro). 

O livro apresenta os desafios enfrentados por um menino nascido em uma família desajustada do bairro da Lapa, em São Paulo, e que foi morar com uma família cristã nos Estados Unidos. Sua vida é uma impressionante história de superação e de empreendedorismo... Ela tinha tudo para dar errado, mas se formou na Universidade de Harvard em cirurgia plástica e se tornou o cirurgião mais famoso do mundo. Uma celebridade internacional, com uma fortuna de milhões de dólares. 

Dr. Rey conta detalhes terríveis de sua vida pessoal e revela os segredos de como, saindo praticamente do nada, se tornou o famoso, homem de mídia conhecido em todo o planeta e um empresário de sucesso que com apenas a linha de produtos “Dr. Rey Shapeware”, faturou 100 milhões de dólares no último ano. 

Dr. Rey – o brasileiro que se tornou o Dr. Hollywood levará leitores e fãs descobrir o profissional e os planos para o futuro do Dr. Rey, o brasileiro que se tornou o Dr. Hollywood. 

Ficha técnica
Dr. Rey – o brasileiro que se tornou o Dr. Hollywood
Autor: Dr. Robert Rey
Formato: 16x23cm
Acabamento: Brochura
Nº de páginas: 240
Encarte com fotos coloridas e PB

.: Crônica: Foco e fé, pois a montanha-russa da vida é surpreendente

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2015



A vida é uma montanha-russa. Cheia de emoções e por mais que tenhamos consciência, surpresas acontecem. 

Há mais de um ano, muitas coisas mudaram. Às vezes, penso que não seria capaz de lidar com tudo isso caso não fosse madura como sou hoje, embora precise crescer ainda mais. As mudanças numa prefeitura são inevitáveis diante de um novo dirigente. Eis que, aquele que sempre esteve ao meu lado, até que demorou a levar um empurrão para o precipício do aborrecimento, que ainda tem nos afetado. 

Não! Nunca tivemos a ajuda de pessoas influentes. Então, tudo é muito, mas muito mais difícil. Conquistamos algumas coisas, pois tudo o que conseguimos foi com o nosso esforço e o apoio moral e de total incentivo de nossos familiares. 

Tanto tempo se passou e ainda é complicado ter que lidar com este revés. Ainda sentimos muito tudo o que foi e como foi feito. Como alguém que nunca fez parte daquele meio poderia ser apontado como um espião? Ao ouvir a acusação pela primeira vez, tudo parecia uma piada. Não! Aquela invencionice foi usada, descaradamente.

Assim, ficou claro que quem está mergulhado na sujeira sabe disseminar mentiras a respeito de quem quer que seja, até daquele que não fede e nem cheira, mas que, por total azar, está no caminho. No entanto, para este tipo de "ser", não basta tirar o alvo da frente, é preciso espezinhar. De repente, mais uma vez você percebe que novo teste de resistência e persistência estão para acontecer... Assim, a vontade de desabar parece ser maior.

Levantar-se não é fácil, principalmente após uma rasteira tão forte como esta. No entanto, a montanha-russa da vida nos prepara também para o momento bom, aquele em que a visão lá do alto e o ventinho no rosto compensam tudo.


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter: @maryellenfsm 

.: E o começo de "Empire" já é de mexer com as emoções

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em agosto de 2015



Não gosto de me apegar a tantos seriados. Estava decida a não dar uma chance a "Empire", mas não teve jeito. A trama é muito bem elaborada e a apresentação final dos episódios é sensacional. Lembra a novela "Império"? Só um pouquinho -bem "inho". Na série criada por Lee Daniels e Danny Strong tudo o que acontece não é aleatório. Nada pode ser ignorado, nem mesmo o comentário de um figurante. Tudo sempre volta para complementar a história.


A abertura na voz de Veronika Bozeman, "What Is Love" é de arrepiar. Na sequência, Lucious Lyon (Terrence Howard), rapper que saiu das ruas e prosperou na música construindo a gravadora Empire é apresentado. Com firmeza, o dono do pedaço comanda uma gravação. Contudo, a problemática envolverá os habitantes da casa, ou melhor, mansão -os filhos. 

No episódio de estreia, rapidamente sabe-se que todo o império musical precisa de um novo líder. Por quê? Lucious descobre ser portador de ELA, grave doença que leva à morte. Assim, o leão mor da família convoca os três filhos: Andre (Trai Byers), Jamal (Jussie Smollett) e Hakeem (Bryshere Y. Gray), para informá-los que um deles será escolhido para assumir a gravadora.

Contudo, uma reviravolta traz a personagem que dá o tempero perfeito para a história de "Empire": Cookie (Taraji P. Henson), a ex-esposa de Lucious. Hilária e cheia de atitude, ela que passou 17 anos na prisão, volta disposta a recuperar tudo que perdeu. Resultado: Risadas e surpresas com as falas e atitudes da personagem. 



Seriado: Empire
Episódio: Pilot
Criado por: Lee Daniels, Danny Strong (2015)
Elenco: Terrence Howard, Taraji P. Henson, Bryshere Y. Gray, Trai Byers, Jussie Smollett, Grace Gealey, Malik Yoba, Kaitlin Doubleday, Gabourey Sidibe
Gênero: Drama, Novela, Musical
Duração: 42 minutos


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter: @maryellenfsm 



.: O filme favorito de Daniela Souza, poeta

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em agosto de 2015



O que dizer de um filme como "As Horas", que reúne um elenco de protagonistas interpretadas por atrizes do calibre de Nicole Kidman, Julianne Moore e Meryl Streep? Para a responsável do Projeto AASEJ - Universitários e Cultura em Ação, Daniela Souza, a adaptação do livro para película é intenso.

"O filme "As horas" reflete em mim o que há de mais intenso e paradoxo dentro de um ser. A alma é tocada por cada cena, por cada pensamento e por cada olhar que, no filme, exibem a aflição de um ser que vive em conflito, mas, que é capaz de encontrar a calma em sua própria alma libertária de inibições e de morais pesadelos", comenta.

No filme, três mulheres fantásticas vivem épocas distintas, mas com muito em comum. O drama é originado na personagem referente à escritora Virgínia Woolf (Nicole Kidman), o centro da narrativa. É dela que surgem Laura Brown (Julianne Moore) e Clarissa Vaughn (Meryl Streep). Enquanto que Laura espera o segundo filho e forma uma família tradicional para a época dos anos 50, Clarissa é uma mulher antenada e super moderna, vivendo nos dias atuais.

Estes três períodos distantes são conectados por meio do livro "Mrs. Dalloway". Tendo Woolf, em uma crise de depressão e ideias de suicídio, como autora da obra literária em questão, a leitora, Laura Brown, dona de casa grávida que mora em Los Angeles, que planeja uma festa de aniversário para o marido enquanto não consegue parar de ler o livro. Para fechar o triângulo, surge Clarissa Vaughn (Meryl Streep), editora de livros que vive em Nova York e dá uma festa para Richard (Ed Harris), escritor que fora seu amante no passado e hoje está com AIDS e morrendo.


Cena final


Sobre Daniela Souza: Poeta e responsável pelo Projeto AASEJ - Universitários e Cultura em Ação que desenvolve ações sociais e atividades culturaishttps://www.facebook.com/projetoaasej

Daniela Souza é a 13º entrevistada do #Resenhando.com para a série de depoimentos #MeuFilmeFavorito. Qual é o seu #MeuFilmeFavorito? Para os internautas interessados em participar, basta curtir a fanpage do portal –www.facebook.com/PortalResenhando - e enviar, por mensagem, a indicação, os motivos de ser o filme escolhido e uma cena favorita.


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter: @maryellenfsm 


.: Resenha de "As Horas", Michael Cunningham

.: JC Debate discute Saídas Para a Crise durante a semana

As edições especiais contam com profissionais que abordam temas como o papel do Estado na economia, investimentos e crise na infraestrutura


Como parte da campanha Saídas para a Crise, promovida pela Fundação Padre Anchieta em parceria com a OAB/SP, a Assembleia Legislativa de São Paulo e o Instituto de Estudos Avançados da USP, o JC Debate recebe ao longo desta semana de 31 de agosto a 4 de setembro especialistas para debater os fatores que desencadearam a crise em diferentes setores da economia brasileira e apresentar alternativas a ela. Apresentado por Andressa Boni, o programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 12h30, na TV Cultura.

A primeira edição, que foi ao ar hoje (31/8), trouxe um panorama geral da crise com a presença de Brasílio Sallum Jr., sociólogo e professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH-USP); Otto Nogami, consultor econômico e professor de economia do INSPER; e do cientista político José Álvaro Moisés.

Na terça-feiram, dia 1º de setembro, o programa destaca o papel do Estado na economia brasileira como investidor e criador de empregos e negócios. Entre as discussões presentes na edição está a interferência ou não do Estado nesse processo. Participam do debate Marcos Antônio de Andrade, professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie; e Edney Cielici Dias, pesquisador em Ciência Política e Estudos Econômicos da Fundação Seade.

Já na edição de quarta-feira (2/9), o foco é a crise na infraestrutura. Com a presença de Manoel Reis, professor da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas) e coordenador do FGV Projetos; e de Tharcisio Souza Santos, economista e diretor do MBA da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), o programa questiona por que as dificuldades do modelo econômico adotado no Brasil e a falta de planejamento levaram à quase paralisação dos investimentos em infraestrutura e quais são os caminhos possíveis para alavancar o desenvolvimento no setor.

Os programas de quinta (3/9) e sexta-feira (4/9) discutem, respectivamente, o reflexo da crise nos investimentos e nos setores de indústria e agronegócios.

A campanha: A Fundação Padre Anchieta, a OAB/SP, a Assembleia Legislativa de São Paulo e o Instituto de Estudos Avançados da USP, sempre presentes nas questões nacionais, lançaram a campanha  Saídas para a Crise, que será realizada entre 27 de agosto e 15 de setembro, e contará com uma série de ações, incluindo duas edições temáticas do Roda Viva, reportagens especiais no Jornal da Cultura e um seminário na sede da OAB/SP, com a participação de personalidades políticas, jurídicas e empresariais.

A iniciativa é um chamamento aos cidadãos, especialistas, autoridades, políticos, sindicalistas e empresários com o objetivo de apresentar propostas para melhoria das políticas públicas do país.

A primeira ação da campanha ocorreu no dia 27 de agosto, quando a TV Cultura levou ao ar o programa Roda Viva temático Saídas para a Crise, que discutiu as possíveis soluções políticas e econômicas para o atual cenário brasileiro.

Até o final da campanha, o Jornalismo da TV Cultura terá um cronograma intenso de atividades. Será exibida uma série de reportagens especiais no Jornal da Cultura, com os diversos assuntos relevantes.

Outras edições do Roda Viva, bem como o JC Debate, também trarão o tema para o centro das discussões. Além disso, emissoras parceiras da TV Cultura irão mostrar as opiniões de moradores das regiões mais distantes do nosso território sobre o assunto.

A campanha se encerra com dois dias de seminário, nos dias 14 e 15 de setembro, na sede da OAB de São Paulo, com abertura ao público em geral  e com a participação de personalidades políticas, jurídicas e empresariais. As mesas de debates nos períodos da manhã e da tarde terão transmissão, ao vivo, pelo canal 6.3 da TV Cultura (canal digital) e pelo portal da TV Cultura – cmais.com.br – e sites das organizações envolvidas no evento. Nos dois dias de seminário, a TV Cultura ainda realizará o JC Debate diretamente dos estúdios da OAB/SP, com uma hora de duração.

Ao fim da campanha Saídas para a Crise, haverá a edição de um documento propositivo que será encaminhado, posteriormente, aos  poderes Executivo, Legislativo e Judiciário nacionais. 

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

.: InterLivro: As melhores cabeças da indústria debatem o livro no Rio​‏

Na próxima quinta-feira, 3 de setembro, o SNEL e a Fagga realizam, na Bienal do Rio, o "I Encontro Internacional de Profissionais do Livro - InterLivro", com curadoria do PublishNews. Trata-se de uma tarde de programação direcionada especialmente a profissionais do livro. Portanto, se você atua em algum dos elos da cadeira do livro, você não pode perder este evento.

A programação conta algumas das melhores cabeças do indústria mundial do livro, que vão discutir aqui no Brasil os principais temas que afetam o mercado editorial. 

Veja um resumo da programação: "A Indústria Global do Livro em 2015", com Rüdiger Wischenbart, "Os Desafios e Oportunidades da Atualidade para os Editores Britânicos", com Emma House, "O Papel da Produção e o Papel na Produção", com Elisa Braga, do Grupo Companhia das Letras; Daniel Brêtas, da Taschen; Aline Valli, da Cosac Naify; Christiano "Chucky" Menezes, da DarkSide Books Frankfurt CEO Panel, com Jorge Oakim, da Intrínseca; Jo Lendle, da Carl Hanser Verlag; e Stefano Mauri da Mauri Spagnol.

O evento, que acontece das 15h às 19h no auditório Madureira, no pavilhão verde da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, é gratuito e contará com tradução simultânea. E no final dele, será feita a entrega do "Prêmio Jovens Talentos 2015". Não dá para perder, não é verdade? Então não perca tempo e faça sua pre-inscrição agora neste link. Mais informações no site do evento: www.interlivro.com.br.

O I Encontro Internacional de Profissionais do Livro é gratuito e aberto a todos os profissionais da cadeia do livro. Haverá tradução simultânea inglês-português no evento.

Serviço
"I Encontro Internacional de Profissionais do Livro - InterLivro"
Data: 3 de setembro
Horário: 15h às 19h
Local: Auditório Madureira, Pavilhão Verde, Bienal do Livro, Riocentro, RJ.
Evento Gratuito. Haverá tradução simultânea.

.: Documentário “O Excomungado” ganha premiação nos EUA‏. Assista

O documentário “O Excomungado”, do curitibano Alex Ferreira, conta a história da excomunhão do Padre Beto de Bauru, e foi premiado na 66ª edição do RNA 2015 Documentaries Contest, um dos mais tradicionais concursos do gênero. 

A premiação aconteceu no dia 29 de agosto, na Filadélfia, Estados Unidos. O curta de 30 minutos foi gravado em Bauru, no interior de São Paulo, em 2013, pela DOCSFILMS, produtora de documentários brasileira voltada ao mercado internacional. O filme fala sobre a história do Roberto Francisco Daniel, Padre Beto, excomungado pelo Vaticano por pregar ideias humanistas, ao defender o amor incondicional, a união entre pessoas do mesmo sexo, o uso de preservativos e a reflexão de dogmas.  O documentário está disponível no site http://docs-films.com/portfolio-view/viagem-09/

Embora querido por milhares de adeptos em todo o país e com missas lotadas, sua excomunhão foi assinada pelo Papa Francisco o que o tornou mundialmente conhecido por ser o primeiro padre excomungado por pregar ideias humanistas desde Giordano Bruno, em 1600, 414 anos depois. Padre Beto fundou a Igreja Humanidade Livre, que segue a teologia da libertação e prega o amor sem preconceitos. 

Beto acredita que é possível levar a palavra de Deus através de uma reflexão aberta sobre a vida e a essência humana e com a Humanidade Livre, pretende apresentar uma nova maneira de vivenciar a religiosidade. Além disso, o Padre ministra aulas de filosofia no Centro Universitário da cidade e na Universidade Paulista (Unip) e lançou livros como, Verdades Proibidas e Jesus e a Sexualidade. Beto também celebra casamentos gays, de divorciados, batismos e celebra missas no interior paulista que atrai mais de mil pessoas todos os domingos. 

Alex Ferreira é jornalista e sociólogo, com mestrado pela Sorbonne, de Paris, em sociologia da arte, onde estudou cinema e dramaturgia com o prestigiado diretor Jean François Peyrret. Com mais de 18 anos de profissão, foi jornalista responsável do "Fórum Mundial para a Paz e o Desenvolvimento Sustentável", promovido pela ONU, BID, UNESCO, OIT, National Geographic, Rainforest Aliance, WWWFund, entre outros. Ferreira é documentarista freelancer internacional com trabalhos para StoryHunter TV (EUA), Yahoo! (EUA), RFI (França), DailyNew (Austrália), El País (Espanha) entre outros. Semifinalista do Sundance Screenwriters Lab 2015, EUA e RNA 2015 Documentaries Contest, EUA.

.: VMA 2015: Confira a lista dos vencedores da noite e divirta-se

O VMA 2015 aconteceu na noite do último domingo de agosto, dia 30, no Microsoft Theater, em Los Angeles, com apresentação da cantora Miley Cyrus. A festa começou com uma performance de Nicki Minaj para os hits “Trini Dem Girls” e “The Night Is Still Young”. No entanto, a maior surpresa foi a entrada de Taylor Swift, com a rapper cantaram o sucesso “Bad Blood”.

Deixando de lado a confusão que as duas tiveram, Taylor e Nicki, além de cantarem juntas até se abraçaram. No entanto, a verdade é que a noite foi da loirinha. Não só por ter levado os prêmios importantes de melhor vídeo feminino e de vídeo do ano. Numa única noite, Taylor enfrentou, com bravura e educação: Kanye West e Nicki Minaj. Confira a lista dos vencedores:




Video do ano
Taylor Swift feat. Kendrick Lamar, “Bad Blood” (vencedor)
Ed Sheeran, “Thinking Out Loud”
Beyoncé, “7/11″
Mark Ronson feat. Bruno Mars, “Uptown Funk”
Kendrick Lamar, “Alright”



Melhor vídeo feminino
Taylor Swift, “Blank Space” (vencedor)
Beyoncé, “7/11″
Nicki Minaj, “Anaconda”
Sia, “Elastic Heart”
Ellie Goulding, “Love Me Like You Do”



Melhor vídeo masculino
Mark Ronson feat. Bruno Marks – “Uptown Funk” (vencedor)
Ed Sheeran – “Thinking Out Loud”
Kendrick Lamar – “Alright”
The Weeknd – “Earned It”
Nick Jonas – “Chains”




Melhor colaboração
Taylor Swift feat. Kendrick Lamar, “Bad Blood” – vencedor
Mark Ronson feat. Bruno Marks, “Uptown Funk”
Wiz Khalifa feat. Charlie Puth, “See You Again”
Ariana Grande and The Weeknd, “Love Me Harder”
Ariana Grande, Nicki Minaj, and Jessie J, “Bang Bang”


Melhor vídeo com mensagem
Big Sean feat. Kanye West and John Legend, “One Man Can Change The World” (vencedor)
Colbie Caillat, “Try”
Jennifer Hudson, “I Still Love You”
Rihanna, “American Oxygen”
Wale, “The White Shoes”



Melhor vídeo de pop
Taylor Swift, “Blank Space” (vencedor)
Beyoncé, “7/11″
Ed Sheeran, “Thinking Out Loud”
Maroon 5, “Sugar”
Mark Ronson feat. Bruno Mars, “Uptown Funk”



Melhor vídeo de hip hop
Nicki Minaj, “Anaconda” (vencedor)
Fetty Wap, “Trap Queen”

Kendrick Lamar, “Alright”
Big Sean, “IDFWU”
Wiz Khalifa feat. Charlie Puth, “See You Again”



Melhor vídeo de rock
Fall Out Boy, “Uma Thurman” (vencedor)
Hozier, “Take Me To Church”
Florence + the Machine, “Ship To Wreck”
Walk The Moon, “Shut Up And Dance”
Artic Monkeys, “Why’d You Only Call Me When You’re High?”




Melhor fotografia
Flying Lotus feat. Kendrick Lamar, “Never Catch Me” (vencedor)
Ed Sheeran, “Thinking Out Loud”

Taylor Swift feat. Kendrick Lamar, “Bad Blood”
FKA Twigs, “Two Weeks”
Alt-J, “Left Hand Free”



Melhor coreografia
OK Go, “I Won’t Let You Down” (vencedor)
Beyoncé,”7/11″

Chet Faker, “Gold”
Ed Sheeran, “Don’t”
Flying Lotus feat. Kendrick Lamar, “Never Catch Me”



Melhor direção de arte
Snoop Dogg, “So Many Pros”  (vencedor)
Taylor Swift feat. Kendrick Lamar, “Bad Blood”
Jack White, “Would You Fight For My Love?”
The Chemical Brothers, “Go”
Jack U feat. Justin Bieber, “Where Are U Now”



Melhor edição
Beyoncé, “7/11″ (vencedor)
Taylor Swift feat. Kendrick Lamar, “Bad Blood”
Ed Sheeran, “Don’t”
A$AP Rocky “L$D”
Jack U feat. Justin Bieber, “Where Are U Now”


Melhor direção
Kendrick Lamar, “Alright” — Colin Tilley & The Little Homies (vencedor)
Taylor Swift feat. Kendrick Lamar, “Bad Blood” — Joseph Kahn

Mark Ronson feat. Bruno Mars, “Uptown Funk” — Bruno Mars & Cameron Duddy
Hozier, “Take Me To Church” — Brendan Canty & Conal Thomson of Feel Good Lost
Childish Gambino, “Sober” Hiro Murai



Melhores efeitos visuais
Jack U feat. Justin Bieber, “Where Are U Now” (vencedor)
Taylor Swift, “Bad Blood”

FKA Twigs, “Two Weeks”
Childish Gambino, “Telegraph Ave”
Tyler, The Creator “F*cking Young/Death Camp”


Música do verão:
5 Seconds of Summer — “She’s Kinda Hot” (vencedor)
Fetty Wap — “My Way”
Fifth Harmony (featuring Kid Ink) – “Worth it”
Selena Gomez (featuring ASAP Rocky) — “Good for You”
David Guetta (featuring Nicki Minaj) — “Hey Mama”
Demi Lovato — “Cool for the Summer”
Major Lazer — “Lean On”
OMI — “Cheerleader”
Silento — “Watch Me (Whip/Nae Nae)”
Skrillex and Diplo (featuring Justin Bieber) — “Where Are U Now”
Taylor Swift — “Bad Blood”
The Weeknd — “Can’t Feel My Face”


Melhor Aposta:
Fetty Wap – “Trap Queen” (vencedor)
Vance Joy – “Riptide”
George Ezra – “Budapest”
James Bay – “Hold Back The River”
FKA Twigs – “Pendulum”



.: Miley Cyrus, Kanye West presidente e o que rolou no VMA

Kanye West recebeu o prêmio “Michael Jackson Video Vanguard” e fez um discurso de 13 minutos em que refletiu vida, carreira, meio artístico e cultura pop e também sobre sua relação tênue com premiações. Tendo recebido a estatueta das mãos de Taylor Swift, West mostrou estar arrependido da sua postura e do seu discurso no VMA de 2009, mas manteve sua posição enquanto defensor dos artistas. Ao final, ele declarou sua intenção em candidatar-se à presidência da república, em 2020.

Taylor Swift levou quatro prêmios para casa, incluindo o de clipe do ano pelo seu épico “Bad Blood”. A cantora foi a grande vencedora da noite e faturou também melhor clipe feminino, com “Blank Space”. Mark Ronson e Bruno Mars venceram na categoria melhor clipe masculino, com o hit “Uptown Funk”.  

O “MTV Video Music Awards” 2015 foi ao ar, ao vivo, diretamente do Microsoft Theater, em Los Angeles, e teve diversas performances do VMAs Downtown Los Angeles apresentadas pela Pepsi, diretamente do icônico Orpheum Theatre. A apresentadora do evento, Miley Cyrus, teve uma performance muito colorida e cheia de brilho, com figurinos ousados, selvagens e esquetes divertidas.

Nicki Minaj abriu a premiação de cima de um trono formado por dançarinos e cantou “Trini Dem Girls”. Minaj apresentou “The Night Is Still Young” e então, as surpresas começaram com a aparição de Taylor Swift, que surgiu por baixo do palco para um dueto épico com Minaj.


Com o público ainda se recuperando, o show transferiu-se para o Orpheum Theatre onde Macklemore and Ryan Lewis incendiaram com seu novo single, “Downtown”. Macklemore marchou até South Broadway com uma tripulação de b-boys que incluiu lendas do hip hop como Kool Moe Dee, Grandmaster Caz e Melle Mel. Quando Foxy Shazam subiu ao palco, o vocalista Eric Nally chegou em uma carruagem em forma de cabeça de águia, cantando alto com a plateia em coro, com as mães para o alto.

The Weeknd apresentou uma performance singular e dançante do hit “Can’t Feel My Face”, em um palco banhado de luz vermelha. O artista canadense circulou por todo cenário até fixar-se em um anel de fogo, no piso debaixo, que rodava em torno dele.

Demi Lovato também fez linda performance com sem hit do verão “Cool for the Summer”, sob o pôr do sol de Los Angeles. Demi e sua equipe subiram ao palco com guarda-sóis enormes e brilhantes e cerejas flutuantes. Em outra grande surpresa da noite, Iggy Azalea também surgiu de surpresa para um dueto inédito. Demi Lovato terminou navegando para a multidão em um bote inflável.


Um dos momentos mais esperados era o retorno triunfante de Justin Bieber que voou por cima da multidão e trouxe um mix do seu hit, que tem a colaboração de Jack Ü, “Where Are Ü Now” e seu novo single “What Do You Mean?”.

A cantora e compositora Tori Kelly apareceu com uma guitarra elétrica para cantar uma versão remix do seu single “Should’ve Been Us”. Kelly terminou seu show com uma versão capela do refrão, enchendo o teatro com sua voz soul.

Twenty One Pilots e A$AP Rocky juntaram-se para um mashup cheio de energia de “Heavy Dirty Soul” e “Lane Boy” e do rapper do Harlem “M’$”. A$AP e o vocalist do Pilots, Tyler Joseph, encheram o palco com lasers coloridos e tiros de confete.

Na apresentação final, Pharrell Williams fez um show explosivo com “Freedom”. Williams abriu com um freestyle, acompanhado por dançarinos, que trazia movimentos que combinavam com o estilo retro-swing.

Em uma apresentação surpresa, a apresentadora Miley Cyrus fechou o evento com as lendas do rock The Flaming Lips, cantando sua nova faixa incrivelmente bizarra “DOO It”, que fala de amor, paz, universo, disco voadores e ervas daninhas. A cantora surgiu de uma tela de LED seguida por drag queens de “H.R. Pufnstuf”.  Muitas das dançarinas eram da “RuPaul’s Drag Race”, série de TV que fez sucesso na Logo, canal parceiro da MTV. 


.: "O livro precisa ir aonde o leitor está", diz Luís Antonio Torelli, da CBL

Por Luís Antonio Torelli*
Em agosto de 2015

O substantivo “leitor”, num olhar mais contemporâneo e holístico, não pode continuar sendo apenas a definição de “pessoa que lê” (livros, jornais, revistas...). Hoje, necessariamente, também deve ser entendido como sinônimo de “cidadão”, pois as prerrogativas deste não têm como ser plenamente exercitadas sem o acesso ao conhecimento. 

Por isso, é preocupante o estudo divulgado pelo Fórum Mundial de Cidades Culturais, rede colaborativa das 27 principais metrópoles do Planeta, com sede em Londres, que indica: São Paulo, com 335 lojas, e Rio de Janeiro, com 252, estão entre as que apresentam o menor número de livrarias (3,5 e 5, respectivamente) e bibliotecas (apenas uma) para cada cem mil habitantes.

A líder mundial, em termos de livrarias, é Buenos Aires, com 734 lojas. Este número significa 25 pontos de venda para cada cem mil habitantes, à frente de Berlim, Nova York, Londres, Paris, Madri, Tóquio e Amsterdã. No tocante às bibliotecas públicas, a campeã mundial é Paris, com sete estabelecimentos para cada cem mil habitantes. Na capital argentina, são três.

Os dados reiteram a necessidade de nosso país implementar os pontos de venda. A insuficiência destes, ainda, ainda mais acentuada em bairros periféricos e municípios distantes dos grandes centros, é um dos fatores responsáveis pelo baixo índice de leitura no Brasil: 1,7 livro/ano por habitante. Essa média poderia ser ainda menor se não fosse o esforço epopeico dos vendedores porta a porta, que utilizam até pequenos barcos para chegar às mais remotas localidades, levando o livro aos compradores mais improváveis.

O trabalho do Fórum Mundial de Cidades Culturais, demonstrando estatisticamente uma realidade há muito conhecida pelo mercado editorial brasileiro, legitima a proposta que estamos trabalhando na Câmara Brasileira do Livro (CBL), de um programa, em âmbito nacional, que contempla a leitura nos parques, criação de bibliotecas volantes, de feiras e mecanismos para fomentar a abertura de novas livrarias. Além disso, considerando os dados da última pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, na qual os professores são apontados como os principais incentivadores dos leitores, segundo 45% dos entrevistados, queremos capacitar docentes para dinamizar sua relevante atuação de estímulo ao livro nas presentes e novas gerações. 

Nossa meta é que o projeto tenha a participação do mercado editorial e suas entidades de classe, ao lado de organismos estatais. Com o mesmo propósito, aprimoraremos a Bienal Internacional do Livro de São Paulo e seguiremos apoiando eventos similares em todo o Brasil, pois as feiras também aproximam o público das obras e seus autores.

O acesso ao livro é decisivo para que a sociedade apodere-se do conhecimento, assim como a escolarização. Com baixo índice de leitura e a 60ª colocação, dentre 76 países, no novo ranking da qualidade do ensino que acaba de ser divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil terá imensas dificuldades para evitar crises intermitentes, estabelecer um crescimento econômico duradouro e cumprir com sucesso um projeto de desenvolvimento.

Devemos inspirar-nos nos princípios do próprio Fórum Mundial de Cidades Culturais, compartilhando sua crença na importância do conhecimento para a criação de sociedades prósperas. Somente assim poderemos definir uma agenda focada num futuro urbano sustentável. Por isso, é decisivo que o livro vá cada vez mais aonde o leitor está, outorgando-lhe a cidadania plena.

*Luís Antonio Torelli é presidente da Câmara Brasileira do Livro.

.: Ex-Simba na Broadway, Tiago Barbosa apresenta show‏ solo

Ele é carioca, filho de pais envolvidos com a música, e respira arte desde os cinco anos de idade. De São João de Meriti, Tiago é formado em Pedagogia e cursava Fonoaudiologia quando precisou interromper os estudos para pegar a estrada e viver de arte em São Paulo. 

Com um currículo profissional de alto nível, o artista multifacetado que já foi preparador vocal do renomado grupo de teatro da ONG “Nós do Morro”- localizada no Morro do Vidigal -, teve uma passagem bem sucedida pelo Reality Show “Ídolos 2012”, exibido pela Rede Record – onde recebeu inúmeros elogios dos jurados e foi um dos mais fortes candidatos, conquistando o oitavo lugar da atração e reconhecimento como cantor.

No mesmo ano estreou no mundo do teatro musical, onde encarou a grande responsabilidade de protagonizar o maior espetáculo da Broadway e da Disney, “O Rei Leão”. Tiago foi escolhido pela criadora e diretora-geral do musical, Julie Taymor, para dar vida ao personagem Simba, e foi considerado por ela o melhor intérprete entre todas as montagens já realizadas no mundo. Sua atuação como o jovem leão, lhe rendeu em 2014 o prêmio de "Melhor Ator Revelação" na segunda edição do Prêmio Bibi Ferreira, e na mesma época, teve sua “Trajetória de Vida” premiada na 12ª edição do Troféu Raça Negra.

Atualmente em cartaz na divina comédia da Broadway, “Mudança de Hábito”, Tiago dá vida ao capanga TJ e explora uma veia cômica até então desconhecida pelos fãs. Em paralelo, o artista lança o seu primeiro projeto solo, “Estrada”, onde resgata suas raízes e influências musicais, relembrando suas conquistas e levando ao palco a idéia de que toda história tem um começo; Através de um repertório eclético e variado, Tiago passeia de forma musical e cronológica pela estrada que o trouxe até aqui.

"Estrada - O Show‏"
 Tendo a música como amiga de infância, foi aos 30 anos de idade que Tiago Barbosa decidiu fazer as malas e embarcar em uma viagem histórica, emocionante e divertida. Juntou nelas suas memórias e referências, e caiu na estrada, disposto a dar novos passos e chegar a novos lugares. Assim surgiu a ideia do show que revela sua caminhada, onde ele conta enquanto canta sobre experiências, aprendizados e inspirações. Resumidas em um set list escolhido a dedo, pode-se esperar por clássicos sucessos de grandes nomes da música, entre eles Chico Buarque, Milton Nascimento, Cazuza, Sandra de Sá, The Carpenters, Luther Vandross e Ray Charles, incluindo ainda composições autorais - sendo uma delas feita em parceria com o amigo e colega de palco, César Mello.

“O show Estrada conta sobre a história da minha vida em três momentos diferentes. Ele é a minha evolução, minha descoberta musical, provocada por uma efervescência, uma inquietação desde a infância. Começo com uma música mais reflexiva, que conta um pouco sobre como foi minha infância e como poderia ter sido; Parto da influencia do meu pai, com um pouco de MPB, Samba, e R&B, depois entro em um momento mais clássico, com orquestra, chego até a história do programa Ídolos, que é o momento onde preciso me entender e aceitar como um cantor, até a fase em que descubro o universo do teatro musical e começo a trabalhar para a Disney, chegando até o momento em que estou, de enfim compor o som que realmente gostaria de fazer e que por muito tempo optei por esconder. Isso é a estrada...”, explica Tiago.

Com um clima intimista, influenciado pela estética do universo vintage, e sem abrir mão da modernidade, Tiago é acompanhado por 10 músicos – quarteto de cordas, teclado, guitarra, contrabaixo e percussão –, e três backing vocals, que o apoiam na condução de um show inovador, capaz de garantir momentos emocionantes e também dançantes, além de propor ao público uma conexão mais próxima com o astral e a sensibilidade do artista. 

Sob a direção e produção de Luísa Cassab, a direção musical e arranjos de Fernando Presta, arranjo de cordas de Fred Silveira, o design de luz de Nils Xuxa Grinstein, e design de som de Fábio Del Mazza.

Serviço:
Data: 29 de setembro (quarta) às 21h30
Local: Bourbon Street – Rua Dos Chanés, 127 – Moema – São Paulo/SP
Ingressos: R$ 65 / Clientes Ourocard: R$ 45
Vendas online: ingressorapido.com.br
Call Center: 11 4003 1212
Ponto de venda: Bilheteria Bourbon Street
(de segunda a sexta, das 9h às 20h; sábado e feriado das 14h às 20h).
Reservas: (11) 5095-6100 (segunda a sexta) das 10h às 18h
Censura:18 anos e 16 anos acompanhado de responsável
Capacidade: 450 pessoas
Estacionamento/ Valet: R$ 25
Site: bourbonstreet.com.br

.: Quarta tem MTV MÓV3L com jovens empreendedores

O tema empreendedorismo é bastante atual, mas pode ser visto por algumas pessoas como algo distante e complicado. Então, o MÓV3L descomplica! Mas como? Com papos super descontraídos entre os apresentadores e jovens empreendedores, como KondZilla (produtor de clipes de funk), Checho Gonzales (chef), Bel Pesce (A Menina do Vale) e muitos outros.

O programa dessa semana fala – além do espírito empreendedor – sobre espaços de coworking, financiamentos coletivos e, claro, internet. E como MÓV3L não é MÓV3L se não tiver um desafio, Checho faz uma competição entre os apresentadores para ver quem faz a melhor tapioca. Faça suas apostas e não perca o quinto episódio desse programa sensacional!

SERVIÇO
MÓV3L – 1a Temporada
Exibição: quarta-feira, 02 de setembro, às 21h
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