sexta-feira, 5 de outubro de 2018

.: TV Cultura estreia sucessos infantis, como O Show da Luna! e Vivi Viravento

As atrações vão ao ar a partir de segunda-feira, na TV Cultura e no app Cultura Digital


O mês das crianças está chegando e, junto a ele, muitas novidades para a garotada. A partir de outubro, a TV Cultura tem diversão garantida com a estreia de uma leva de novos programas e episódios inéditos de atrações que já integram a grade e são sucesso entre os pequenos. De segunda a sexta-feira, a partir de 8 de outubro, serão levadas ao ar as séries Vivi Viravento, às 14h30 – com horário alternativo aos sábados, às 8h15, e aos domingos, às 15h – e O Show da Luna!, às 14h45. Já no final de semana, dia 13, estreiam na emissora Rubra e as Criaturas, às 7h, e Pratinho da Iaiá, às 7h15, ambas produções da TV Rá-Tim-Bum!; Bela e Criativa, às 7h30; O Diário de Mika, às 7h45; As Microaventuras de Tito e Muda, às 7h50; e Superhands, às 8h. Além dos lançamentos, no dia das crianças, 12 de outubro, uma nova temporada de Moranguinho completa os destaques da programação infantil do mês.

Vivi Viravento dá o pontapé inicial à nova programação do mês de outubro. A trama gira em torno de Vivi, uma menina que adora aventuras fantásticas e pautadas pela imaginação. Ela vive em busca de Viravento, um lugar onde nascem todas as ideias e viaja pelo mundo acompanhada por dois grandes amigos, o tranquilo Mochilão e o sapeca Lanterninha.

Outra série que chega na telinha da Cultura nesse mês da criança é Show da Luna!. Nela, é possível conhecer Luna, uma menina de 6 anos completamente apaixonada por ciências. Aquilo que a maioria ignora, Luna quer saber. O programa incentiva a curiosidade infantil em torno das ciências e encoraja as crianças a investigarem como o mundo funciona.

No sábado, dia 13 de outubro é a vez de Rubra e as Criaturas, produzida pela TV Rá-Tim-Bum!, contar a história da palhaça Rubra, que está descobrindo o que mais interessa no mundo: os seres humanos e todas as suas capacidades. Por meio da interação com suas criaturas inimagináveis, a cativante Rubra explora a essência do que as crianças têm de melhor – sua criatividade e espontaneidade – por meio de entrevistas, brincadeiras divertidas, charadas e videoclipes.

Em seguida, a emissora exibe Pratinho de Iaiá. A série, também produzida pela TV Rá-Tim-Bum!, apresenta Iaiá, uma alquimista que mistura culinária e música na mesma panela. A personagem recebe crianças do mundo real em sua cozinha mágica e ali faz receitas que vão muito além do preparo de alimentos. Em cada episódio, as comidas despertam poderes diferentes: amizade, solidariedade, respeito, saudade e força. A sobremesa é a boa música, composta especialmente para os programas.

Logo após, é a vez de Bela e Criativa invadir a telinha. O programa conta a história de Bela, uma garotinhas de 5 anos com muita imaginação na creche Cirandinha. Longe de preconceitos e rótulos, o local é o ponto de encontro para que os amigos possam entender que o importante é o que a pessoa tem dentro dela. Depois de ganhar seu primeiro par de óculos, Bela começa a enxergar o mundo através de suas “lupas mágicas”. A partir daí, vive muitas aventuras em um mundo impulsionado por sua criatividade, ao lado de Dado, Theo e Lis.

Também no sábado, vai ao ar o programa Diário de Mika. A animação conta a história de Mika, uma menina de 4 anos muito curiosa, que está aprendendo a lidar com tudo que o mundo tem para oferecer. Após cada acontecimento que surge em sua vida, a menina corre até seu quarto e, por meio de desenhos feitos em seu tablet, conta o que está lhe acontecendo para seus amigos brinquedos, que ganham vida em sua presença, assumindo traços de sua personalidade.

Outro programa que vai ao ar no fim de semana é As Microaventuras de Tito e Muda. A série conta a história de Tito, o menor garoto do mundo. Um dia, ele descobriu um vilarejo no quintal de sua casa onde todos os habitantes são minúsculos, chamado Mini-Mini, um lugar perfeito para alguém de sua estatura. Esse é um universo em miniatura onde as casas dos moradores são objetos pequeninos, como bules, tambores e caixas de sapato. As Microaventuras deseja mostrar ao público que sempre existe um lugar especial com amigos que nos aceitam do jeito que somos.

Fechando a programação inédita do mês, a emissora exibe a série Superhands. O intuito do programa é estimular a criatividade e a coordenação motora das crianças assistindo a truques fascinantes com materiais do dia-a-dia, que podem ser feitos em casa pela garotada.

Além das estreias, a TV Cultura também exibe a quarta temporada de Moranguinho, acompanhando as aventuras da garotinha ao lado de suas amigas fiéis, no Dia das Crianças (12/10).

Estreias Infantis

8 de outubro:
Vivi Viravento – Às 14h30
O Show da Luna! – Às 14h45

13 de outubro 
Rubra e as criaturas – Às 7h
Pratinho da Iaiá – Às 7h15
Bela e Criativa – Às 7h30
O Diário de Mika – Às 7h45
As Microaventuras de Tito e Muda – Às 7h50
Superheads – Às 8h

.: "O Barco dos Sonhos" é indicado novamente ao Jabuti

Premiada em 2016 na categoria Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil, obra de Rogério Coelho concorre agora na categoria Livro brasileiro publicado no exterior


A Câmara Brasileira do Livro divulgou os finalistas da 60ª edição do Prêmio Jabuti e o ilustrador Rogério Coelho concorre a seu terceiro prêmio. A obra “O Barco dos Sonhos”, da Editora Positivo, foi vencedora da 58ª edição do prêmio na categoria Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil e agora concorre na categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior. “O Barco dos Sonhos” disputa com outras seis publicações.

Em 2016, “O Barco dos Sonhos” recebeu o troféu HQMIX para desenhista nacional e foi publicada nos Estados Unidos. Em 2017, o livro recebeu a medalha de ouro na categoria "children's picture books" (para todas as idades) no Independent Publisher Book Awards 2017, na edição americana, pela Tilbury House Publishers e foi incluída na lista anual da New York Public Library como uma das 100 melhores obras literárias para crianças.

Paulista radicado em Curitiba, Rogério Coelho também já havia conquistado o Jabuti em 2012, na categoria Didático e Paradidático (Mundo Leitor - linhas da vida: caderno do orientador, Editora Ahom Educação). O Ilustrador e quadrinista assinou mais de 100 livros de literatura infantojuvenil em sua carreira e, além de ilustrar textos de autores renomados, também é autor do livro "O gato e a árvore" e da Graphic MSP “Louco-Fuga”, do personagem de Maurício de Souza - indicada ao Jabuti 2016.

Em uma história composta apenas por com imagens, “O Barco dos Sonhos” conta, com uma sequência de quadros, a história de um senhor que, em uma casa antiga à beira-mar, recebe uma folha em branco, encontrada dentro de uma garrafa que veio do mar. Ele desenha um barco, enrola o papel, recoloca na garrafa e à envia de volta. Na sequência, um menino recebe a mensagem com o barco e nele deposita seus sonhos. As ilustrações mudam de tonalidade de acordo com o passar do tempo e do espaço em que o leitor se encontra. A cerimônia de premiação do Jabuti 2018 está marcada para o dia 8 de novembro, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo.

Sobre o Prêmio Jabuti: Organizado pela Câmara Brasileira do Livro, o Prêmio Jabuti foi criado em 1958 e é o mais tradicional e consagrado prêmio do livro no Brasil. Abrangente, valoriza escritores e também o trabalho das demais áreas envolvidas na criação e produção de uma obra. Atualmente, o Prêmio contempla 27 categorias. Este ano, mais de 2.400 títulos foram inscritos. Além de recompensa financeira, o Jabuti laureia os vencedores com o reconhecimento da comunidade intelectual brasileira, do mercado editorial e, principalmente, dos leitores.

Sobre a Obra: “O Barco dos Sonhos”, de Rogério Coelho (Editora Positivo) -  é uma encantadora narrativa em que a realidade e o sonho se misturam. As belíssimas imagens que compõem esse livro retratam a magia que pode surgir de uma folha em branco, das mãos de um velho ou das de um menino, da misteriosa correspondência entre os dois. Trabalha os temas amizade, afetividade, gerações, realidade x imaginação. Recomendado para crianças a partir de 9 anos. Preço sugerido: R$ 41,90.

Sobre a Editora Positivo: Fundada há 39 anos, a Editora Positivo tem a missão de construir um mundo melhor por meio da educação. Tendo as boas práticas de ensino como seu DNA, a Editora especializou-se ao longo dos anos e tornou-se referência no segmento educacional, desenvolvendo livros didáticos, literatura infantil e juvenil, sistemas de ensino e dicionários. A Editora Positivo está presente em milhares de escolas públicas e particulares com os seus sistemas de ensino. Amplamente recomendados pela área pedagógica e reconhecidos pelos seus resultados, os sistemas foram criados de modo a atender a realidade de cada unidade escolar. Mais de 800 mil alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão.

Book Trailer


quinta-feira, 4 de outubro de 2018

.: The Rolling Stones - “Beggars Banquet” (edição de 50º aniversário)


Edição Limitada em Versão Vinil 180 Gram, incluindo Versão Mono 12” do single “Sympathy For The Devil” e Flexi Disc de 1968 com a entrevista de Mick Jagger acondicionada numa capa super especial.

No dia 16 de novembro, a Universal Music vai lançar, em todos os formatos, The Rolling Stones Beggars Banquet (Edição de 50º aniversário). Gravado entre março e julho de 1968, no Olympic Sound Studios, em Londres, e mixado no Sunset Sound, em Los Angeles, Beggars Banquet foi o primeiro álbum dos Stones produzido por Jimmy Miller, e marca o início do que é considerada a mais prolífica era de álbuns da banda. Beggars Banquet tem um lugar especial na história da banda, já que é o último álbum com a formação original: Mick Jagger, Keith Richards, Brian Jones, Bill Wyman e Charlie Watts.

O pacote limitado da edição de vinil terá uma capa especial, com o bônus de 12” do single de grande sucesso “Sympathy For the Devil”, em Mono cortado em 45 rpm, acompanhado com a polêmica gravura da capa original do vaso sanitário. Também estará incluída uma réplica do raro bônus do disco flexi japonês contendo uma entrevista por telefone com Mick Jagger, feita em 1968, um código de download para o álbum e mais uma entrevista. O histórico álbum foi recentemente masterizado pelo engenheiro vencedor do Grammy® Bob Ludwig, o verniz (lacquers) foi cortado em Abbey Road e prensado em vinil 180g.

Na edição do dia 10 de agosto de 1968 da revista Rolling Stone, seu fundador e editor, Jann Wenner, deu para seus leitores uma prévia sobre o álbum dizendo: “The Rolling Stones retornaram e estão trazendo o rock and roll de volta com eles. Eles acabaram de terminar seu mais novo álbum — intitulado Beggars Banquet — e é o melhor disco que eles já fizeram até hoje. Em todos os aspectos, é um excelente álbum; um grande material e uma grande performance dos Rolling Stones; um grande álbum de rock and roll, sem nenhuma pretensão, uma conquista significante tanto nas letras quanto na música”. Wenner também colocou Mick na capa da edição, com uma orgulhosa manchete, “The Stones Fazem o Grande Retorno de Sua Carreira.”

Muito depois de seu lançamento original, o lendário jornalista de rock e autor Ben Fong-Torres anunciou Beggars Banquet como “um álbum cheio de clássicos instantâneos magistrais e rosnantes que respondem mais ao caos de 1968 e para si mesmos do que para qualquer outro artista... o clima é de dissolução e resignação, sob a aparência de uma voz de autoridade ambivalente.”

Como Fong-Torres se refere, “Street Fighting Man,” a música mais política dos Stones de todos os tempos, foi parcialmente inspirada pela experiência de Mick Jagger em um comício antiguerra na embaixada dos EUA em Londres, onde ele ouviu o ativista Tariq Ali. Simultaneamente, os protestos estudantis em Paris estavam ocorrendo, levando a uma enorme rebelião em maio, na qual quase um quarto da nação participou das greves e das manifestações. Jagger disse à Rolling Stone em 1997: “Foi uma época muito estranha na França. Mas não apenas na França, mas também na América, por causa da Guerra do Vietnã e de inúmeros distúrbios... Eu pensei que era uma coisa muito boa na época. Tinha toda essa violência acontecendo. Quero dizer, eles quase derrubaram o governo na França...”. Assista ao lyric video especial ‘Street Fighting Man’ aqui:


Fevereiro de 1969 marcou o lançamento do segundo single do álbum, “Sympathy For the Devil”, escrito principalmente por Jagger depois que Marianne Faithfull lhe deu uma cópia do romance de Mikhail Bulgakov, “The Master and Margarita”. A estória segue o diabo enquanto ele visita a União Soviética da era Stalin. Originalmente planejado para ser tocado em estilo folk, Richards sugeriu mudar o ritmo e adicionar percussão, transformando o ritmo em um samba.

Com o lançamento em 1969 de Beggars Banquet no Japão, foi incluído um disco flexi de 7" com uma entrevista por telefone entre Mick Jagger e um representante da King Records, gravadora japonesa dos Stones. O título deste raro momento foi traduzido para "Hello, Aqui é Mick Jagger! De Londres para Tóquio, no dia 17 de abril de 1968" e foi restaurado e reeditado em um disco flexi com a mesma arte de capa. 

Uma tiragem limitada será incluída no pacote da Edição Limitada em Vinil do 50º Aniversário, em todo o mundo, tornando este material pela primeira vez disponível fora do Japão. Um momento de malícia na conversa captada pelo telefone, do outro lado do mundo, enquanto a banda estava ocupada gravando o álbum no Olympic Sound Studios que ainda não tinha recebido o nome de Beggars Banquet, perguntaram para Jagger: “Qual você acha que será a direção futura da sua música?”. E, sem hesitação, ele respondeu: “Incerta.” 

A capa original do álbum "Beggars Banquet" foi inicialmente rejeitada tanto pela London Records, sua gravadora americana quanto pela Decca, sua gravadora do Reino Unido. A fotografia de Michael Vosse de uma parede de banheiro vandalizada (Jagger e Richards forneceram o grafite, o banheiro estava dentro de uma concessionária da Porsche) foi considerada ofensiva, possivelmente porque a tampa da privada aberta  aparecia na foto. 

A capa substituta foi simplesmente o nome da banda e o título do álbum escrito num estilo de um convite de casamento e permaneceu assim por vários anos antes que a foto do banheiro não fosse mais vista como ofensiva, e finalmente ganhasse seu lugar na capa do álbum. "Beggars Banquet" (Edição de 50 anos) presta homenagem a ambas as capas, já que o pacote sairá com a foto de Vosse, embrulhado com a “inofensiva” arte do convite de casamento. 

.: "Cebolinha – Recuperação" é a 20ª edição do selo Graphic MSP

A obra assinada pelo quadrinista brasileiro Gustavo Borges traz os planos infalíveis arquitetados pelo personagem da Turma da Mônica, que fica de recuperação na escola.

Cebolinha é a estrela da nova graphic novel da Mauricio de Sousa Produções e da editora Panini. Com roteiro e arte do quadrinista gaúcho Gustavo Borges, "Cebolinha – Recuperação", será lançado em 10 de outubro.

A trama se passa durante o segundo semestre e, no final desse período, Cebolinha fica de recuperação na escola por focar em uma disputa com outro menino e deixar de lado os estudos. Na releitura do clássico personagem de Mauricio de Sousa, Gustavo Borges enfatiza os planos infalíveis que o menino é mestre em arquitetar, mas seus problemas irão muito além da escola, trazendo outro tipo de aprendizado.

O selo Graphic MSP possibilita que autores brasileiros convidados reimaginem os clássicos personagens de Mauricio de Sousa em seus próprios estilos. Este é o 20º título do prestigiado selo e reúne as armações e aventuras do personagem, regado a muita diversão e emoção.

"Cebolinha – Recuperação" estará disponível na www.lojapanini.com.br, principais bancas de jornal e livrarias de todo o país, em capa dura e brochura.

.: Zeca Baleiro lança "Zureta", EP infantil no Dia das Crianças


No Dia das Crianças, Zeca Baleiro presenteia a criançada (e os grandinhos também), com o EP "Zureta". Produzido por Rogério Delayon, o EP, que chega nas plataformas digitais dia 12 de outubro, inclui quatro canções inéditas e o single "O Esquimó", lançado em 2017.

Tata Fernandes, Vange Milliet e Vanessa Bumagny estão entre as vozes que se juntam à de Zeca Baleiro para cantar as interrogações dos pequenos em "O Que É Isso Que Vocês Chamam de Paciência?" e "O Que Tem no Fim". Baleiro volta a falar de uma de suas paixões em "Pelada" - Ídolos do Futebol - e a usar sua verve afiada na espirituosa "Papai e Mamãe".

"Zureta" é uma prévia do segundo trabalho infantil de Zeca Baleiro que, desde que se tornou pai de Vitória e Manuel, entre 98 e 2000, passou a compor compulsivamente para os filhos, acumulando um repertório de mais de 60 canções.

Artista plural, Zeca Baleiro construiu uma carreira sólida, sempre surpreendendo público e crítica a cada trabalho. O que muita gente não sabe é que sua carreira começou no teatro infantil, aos 18 anos, em São Luís do Maranhão. Baleiro fazia trilhas para clássicos do teatro e da literatura infantis como "Flicts", de Ziraldo, e "O Reizinho Mandão", de Ruth Rocha.

.: Sósia brasileira de Nicki Minaj faz cirurgias para aumentar semelhança


Karen Havary, sósia brasileira de Nicki Minaj, define  que não tem mais limites para fazer cirurgias. Essa semana, ela postou uma foto em suas redes sociais sobre a última harmonização facial que realizou antes de viajar pela Europa. “Amo fazer procedimentos estéticos. As pessoas podem até achar que é vício, mas é uma forma de me fazer sentir bem”, fala.

A sósia está investindo pesado nesses procedimentos para ficar ainda mais parecida com a rapper. Na harmonização, ela afinou ainda mais as bochechas. Questionada sobre como são os pós operatórios, ela revela que a dor se torna um prazer. “O resultado compensa”.



Fotos: Divulgação | CO Assessor

.: Edições Sesc lançam "Elogio do Político", do filósofo Vincent Peillon

O que é um tempo apolítico ou mesmo antipolítico? E como sair dele? É certamente um tempo, o nosso, que resulta de demasiadas decepções ou de transigências ou de feridas que precisamos compreender em vez de julgar. Pois não é possível que se tenha chegado aí sem razão. Livro busca recuperar o sentido da filosofia política na vida contemporânea ao abordar a necessidade de relação da sociedade com a política, a filosofia e a cidade

Em "Elogio do Político: Uma Introdução ao Século XXI", o filósofo francês Vincent Peillon distingue a política, entendida como aquilo que se relaciona com o poder e seus representantes, do que é genuinamente político. Seu objetivo é compreender não a política como ferramenta de poder, mas o político como a racionalidade imprescindível à conquista do bem comum e à vida na cidade.

De acordo com Peillon, o caráter apolítico, ou mesmo antipolítico do homem contemporâneo, reflete a dissociação do indivíduo com o tempo presente, algo que se deve à globalização e à aceleração do tempo – responsáveis pelo fortalecimento do individualismo –, e também a um sentimento de descrença e de perda do sentido da vida em sociedade.

Baseando-se na obra filosófica do também francês Maurice Merleau-Ponty, para quem “não só filosofia e política são inseparáveis, como a política precede e comanda a filosofia”, e também nos preceitos filosóficos de Sócrates, Maquiavel e Claude Lefort, o autor se vale de fatos marcantes do século XXI para mostrar como as bases filosóficas, políticas e sociais do passado não se sustentam mais no presente.

O filósofo ressalta que a filosofia e a política, além de indissociáveis, são responsáveis pela construção e a consolidação da democracia, devendo influenciar na organização social do espaço público.

No texto de orelha, a professora Silvana Ramos, do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo, reforça esse conceito ao afirmar que “Peillon defende que, como na democracia antiga, não há na cidade contemporânea coincidência entre fato e direito, de modo que, nesse lugar de não coincidência, é possível encontrar um espaço público para produzir um pensamento crítico da cidade sobre si mesma. Eis o lugar da filosofia política, lugar de busca da verdade e de compromisso político com essa busca”.

As publicações das Edições Sesc São Paulo podem ser adquiridas em todas as unidades do Sesc São Paulo (capital e interior), nas principais livrarias e também pelo portal www.sescsp.org.br/livraria. Os e-books das Edições Sesc São Paulo podem ser encontrados em livrarias virtuais como portal Sesc São Paulo, Amazon, Livraria Cultura, Livraria Saraiva, Kobo e Apple Store

Sobre o autor
Vincent Peillon é filósofo e deputado europeu. Entre seus principais livros estão "Une Religion pour la République" (2010), "La Révolution française n’est pas terminée" (2008), "L’Épaisseur du cogito: trois études sur la philosophie de Maurice Merleau-Ponty" (2004), "Pierre Leroux et le socialisme républicain" (2003), "Jean Jaurès et la religion du socialisme" (2000) e "La Tradition de l’esprit: itinéraire de Maurice Merleau-Ponty" (1994).

.: Barbatuques faz Só + 1 Pouquinho no Sesc Belenzinho



O Especial Brincadeira no mês da criança no Sesc Belenzinho tem música e percussão corporal e vocal para a garotada com o Barbatuques. O grupo estreia seu novo show, Só + 1 Pouquinho, nome também do CD que será lançado ainda em 2018.

A primeira apresentação acontece no dia 6 de outubro, sábado às 12h. No dia das Crianças, dia 12 de outubro, duas sessões prometem agitar o Teatro da unidade, às 12h e às 18h. Entre os dias 13 e 27, os shows acontecem aos sábados e domingos, sempre às 12h. Crianças menores de 12 anos, acompanhadas do responsável, não pagam ingresso.

Só + 1 Pouquinho é o segundo projeto do grupo concebido especialmente para as crianças (o primeiro foi Tum Pá, em 2012). O show promete inspirar os pequenos e despertar sentidos para a música por meio da percussão corporal e vocal. 

As novas canções do Barbatuques são inspiradas nas relações que permeiam o universo da criança, abordando temas e situações do dia a dia, como por exemplo: o medo de dormir, as inseguranças na escola, a formação da identidade, a relação com os pais, avós e bichos de estimação e a amizade, sem esquecer as fantasias e a imaginação, fatores tão presentes e importantes durante a infância.

Ficha técnica - Direção musical: Carlos Bauzys. Direção cênica: Dafne Michellepis. Desenho de luz: Miló Martins. Técnicos de som: Wlademir Pradella, Daniel Martins e André Magalhães. Projeção, figurino, cenário: Anna Turra. Assessoria de imprensa: Cais Cultura. Produção executiva: Renata Pimenta. Agenciamento: benzaDeus Produtora. Ilustração: André Hosoi. Músicos: André Hosoi, André Venegas, Charles Raszl, Giba Alves, Helô Ribeiro, João Simão, Luciana Cestari, Luciana Horta, Mairah Rocha, Marcelo Pretto, Maurício Maas, Renato Epstein e Tais Balieiro.

Descrição: Descrição: Barbatuques -foto de Jonathan Nóbrega e Bel Medeiros -1bb.jpgBarbatuques - Fundado, em 1997, a partir de pesquisas e criações de Fernando Barba, o grupo musical paulistano desenvolveu em sua trajetória uma abordagem impar da música corporal por meio das composições, técnicas, exploração de timbres e procedimentos criativos. Sua forma inovadora de fazer música e as possibilidades que exploraram, para extrair sons do corpo, tornaram o grupo reconhecido e atuante, tanto no meio artístico quanto educacional. O resultado do trabalho do Barbatuques pode ser conferido em espetáculos musicais, álbuns, oficinas e treinamentos que já foram levados a mais de 30 países. O grupo tem quatro CDs lançados, Ayú (2015), Tum Pá (2012 - para o público infantil), Corpo do Som (2002) e O Seguinte é Esse (2005), além de dois DVDs, Corpo do Som ao Vivo (2007) e Tum Pá - Ao Vivo (2014). Entre os prêmios que ganhou, destaque para o TIM de Música como Melhor Grupo de MPB (2006) e Troféu Inspiração do Amanhã (2014). O Barbatuques participou de eventos como Olimpíadas Rio 2016 (encerramento), Copa do Mundo da África do Sul (2010), International Body Music Festival (EUA), Festival Europalia (Bélgica) e Lollapalloza Brasil. Seu trabalho está também em trilhas sonoras para cinema (Rio 2, O Menino e o Mundo, Trash, Tropa de Elite),  publicidade (Nike, Heinekein, Vinheta Final de Ano Rede Globo), jogos (Rio 2 e Andry Birds) e série de TV (Buuu - Um Chamado para a Aventura).

Especial Brincadeira é um projeto institucional do Sesc Belenzinho, cuja intenção é valorizar a cultura da infância.

Serviço 
Show/crianças: Barbatuques
Em: Só + 1 Pouquinho
Datas:
06 de outubro. Sábado, às 12h
12 de outubro. Sexta, às 12h e às 18h
13 a 27 de outubro. Sábados e domingos, às 12h
Local: Teatro (392 lugares). Livre. Duração: 65 minutos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante); R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes). Vendas pelo Portal e nas unidades do Sesc.
Grátis p/ menores de 12 anos.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP). Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento: Para espetáculos com venda de ingressos, após as 17h: R$ 15,00 (não matriculado); R$ 7,50 (credencial plena no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).

.: Galera Record leva novo romance de Brittainy C. Cherry às livrarias

Bastou as aulas começarem para Aria e Levi aprenderem que uma decisão pode mudar totalmente o curso da vida. Aria, por exemplo, não é mais a garota invisivel do colégio. Depois que descobre que está grávida aos 16 anos, de uma hora para outra ela vira o assunto dos corredores. Mas a verdade é que ela está aterrorizada com a ideia de ser mãe e nunca se sentiu tão sozinha.

Já Levi se mudou para a cidade para morar com o pai e tentar estreitar a sua relação com ele. Na prática, essa ideia acaba se mostrando nada animadora. No colégio, ele vira o garoto popular. O problema é que Levi não tem nada em comum com essa gente,  ele nunca esteve interessado em bebidas, festas ou relacionamentos de apenas um dia. Não importa quantas pessoas o rodeiem, Levi só quer a atenção de Aria.

“Arte & alma”, que chega às livrarias este mês pela Galera Record, é a história de dois adolescentes passando por momentos difíceis e que, sem querer, encontram um no outro alguém que compreenda o que estão passando. Quando estão juntos eles compartilham seus medos e incertezas. Apaixonar-se, definitivamente, não era o plano, mas às vezes é difícil resistir quando alguém parece entender tão bem o que você está sentindo.

Brittainy C. Cherry é formada em artes cênicas, com especialização em escrita criativa pela Carroll University, em Wisconsin.

Livro: Arte & Alma (Art & Soul)
Autora: Brittainy C. Cherry
Tradutor: Priscila Catão
Páginas: 308
Preço: R$ 39,90
Editora: Galera Record | Grupo Editorial Record

.: Peça interativa "Orion, O Portal", leva cultura gratuita e integra valores

Projeto realizado com o apoio do Proac (secretaria da cultura do estado de São Paulo), será realizado em ginásios esportivos, centros culturais e auditórios de escolas  abertas ao público em geral, de setembro à novembro de 2018, nas cidades de Suzano, Barueri e São Bernardo.

Com objetivo de democratizar a cultura e agregar valores éticos e morais a espectadores de todas as idades, o teatro “Orion, O Portal”, promove sessões gratuitas em locais abertos ao público nas cidades de Suzano, Barueri e São Bernardo. O espetáculo conta a história de um grupo de crianças que, em um passeio do colégio a um parque da cidade, se dispersam e encontram um portal mágico, o portal de Orion. Ao entrarem neste portal, encontram seres mágicos e evoluídos que podem ser vitais para a salvação do planeta Terra. 

O projeto faz parte de uma iniciativa público-privada para oferecer cultura e informação para uma convivência social mais harmônica: “produzimos a peça para democratizar o acesso à cultura e à arte, além de promover valores éticos e morais, importantes para o crescimento pessoal de todos”, afirma Guilherme Stella, idealizador do projeto. Para a apresentação gratuita do teatro itinerante, o projeto conta com o apoio de ginásios, centros culturais e colégios das cidades participantes.

A agenda e horários das sessões  podem ser conferidos no site www.orionoportal.com.br. A entrada é gratuita e aberta ao público infanto-juvenil.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

.: Romance 1984, de George Orwell, volta ao Teatro Porto Seguro

Crédito da foto: Ronaldo Gutierrez


A adaptação teatral do Núcleo Experimental para o romance de George Orwell (1903-1950), 1984 volta em cartaz para uma temporada de 17 de outubro a 6 de dezembro, com sessões às quartas e quintas, às 21h. Com direção de Zé Henrique de Paula, o elenco é formado por Carmo Dalla Vecchia, Rodrigo Caetano, Gabriela Fontana, Eric Lenate, Rogerio Brito, Inês Aranha, Laerte Késsimos, Fabio Redkowicz e Chiara Scallet.

Considerado um dos romances mais influentes do mundo no século 20, a distopia 1984, do jornalista e romancista britânico George Orwell (1903-1950) foi publicada em 65 países e virou minissérie, filmes, quadrinhos, mangás, ópera e até inspirou o reality show Big Brother, criado em 1999 pela produtora holandesa Endemol. Recentemente, a obra foi transformada em uma adaptação teatral dos ingleses Duncan MacMillan e Robert Icke. Esta última versão foi o ponto de partida da montagem brasileira.

Escrita em 1949, a obra-prima de Orwell voltou a ganhar enorme destaque na era de Donald Trump, na qual a pós-verdade e os “fatos alternativos” tomaram conta da política. Prova disso é que o livro subiu na lista dos mais vendidos na Amazon desde a posse do presidente norte-americano e, segundo a editora, as vendas aumentaram em 10.000%.

A distopia se passa no fictício Estado da Oceânia, governado por um líder supremo chamado Grande Irmão, que chegou ao poder depois de uma guerra mundial que eliminou as nações e criou três grandes potências totalitárias. Esse Estado é pautado pela burocracia, censura e, sobretudo, pela vigilância. Quase sem qualquer forma de privacidade, cidadãos são espiados o tempo todo pelas “teletelas”, uma espécie de televisores espalhados nos lares e em lugares públicos, capazes de monitorar, gravar e espionar tudo.

Nesse lugar vive Winston Smith, funcionário do Ministério da Verdade, responsável por falsificar registros históricos para garantir que eles respaldem os interesses do Grande Irmão. O protagonista detesta o novo sistema, mas não tem coragem de desafiá-lo. Ele apenas declara seu ódio nas páginas de um diário secreto. Isso muda quando ele conhece Júlia, uma funcionária do Departamento da Ficção. Juntos eles sonham com uma rebelião e praticam pequenos atos de desobediência. A represália aos amantes será brutal.

“No Núcleo Experimental, costumamos dizer que os temas que nos interessam discutir sobre o palco são aqueles que nos provocam raiva. Esta montagem de 1984 vem contaminada dessa revolta, dessa profunda indignação em relação à Polícia das Ideias que persegue o livre pensamento e vaporiza quem não corrobora o sistema, em relação ao Ministério da Verdade que produz uma sequência interminável de notícias falsas que confundem e manipulam os fatos, em relação ao Departamento de Ficção que imbeciliza e amansa a população e até mesmo à Novafala, a tentativa do poder estabelecido de minar a linguagem ao ponto de impedir a capacidade de pensamento”, comenta o diretor.

Sobre a adaptação de Duncan MacMillan e Robert Icke, Zé Henrique de Paula acrescenta: “Ela ressalta e funde duas ideias aparentemente opostas, ficção e realidade. Qual delas é mais preponderante sobre a outra? Elas são necessariamente excludentes? No que acreditar mais, naquilo que se supõe ficcional ou no que nos ensinaram que é real? Em época de ficcionalização da vida privada através das infames redes sociais, os adaptadores colocam Winston Smith – que ainda traz em si uma centelha de consciência – no centro de um redemoinho de acontecimentos ora reais, ora ficcionais, que poderia muito bem ser encarado como um reality show a respeito do próprio Winston. Isso amplifica o alcance do romance e aproxima a distopia ao nosso presente”.

SINOPSE: O Grande Irmão assumiu o poder da fictícia Oceânia depois de uma guerra global que eliminou as nações e criou três grandes Estados transcontinentais. O líder supremo instalou um grande sistema de censura, burocracia e vigilância em seu território. Winston Smith trabalha no Ministério da Verdade, responsável por falsificar registros históricos com a missão de moldar o passado à luz dos interesses do Estado. Ele escreve sua opinião contrária ao sistema nas páginas de seu diário, mas não tem coragem de desafiá-lo. Isso muda quando se apaixona por Júlia, funcionária do Departamento de Ficção. Eles passam a acreditar que uma rebelião é possível.

Sobre Zé Henrique de Paula: Vencedor dos prêmios Shell, APCA, Reverência, Aplauso Brasil e Arte Qualidade Brasil, é Zé Henrique de Paula é mestre em direção teatral pela University of Essex, London. Ele também é bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Mackenzie e pós-graduado em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Fez curso de Costume Design For Theatre and Screen, na Central Saint Martins/College of Art and Design - London, com Gary Thorne.

Alguns dos espetáculos que dirigiu são “Cândida”, “Senhora dos Afogados”, “As Troianas - Vozes da Guerra”, “Bichado”, “No Coração do Mundo”, “Mormaço”, “Nossa Classe”, “Ou Você Poderia me Beijar”, “Preto no Branco”, “Sideman”, “Urinal, o Musical”, “Ao Pé do Ouvido”, “Lembro Todo Dia de Você” e “Carrossel, o Musical”.

FICHA TÉCNICA
Direção: Zé Henrique de Paula
Assistente de direção: Felipe Ramos
Direção musical: Fernanda Maia
Elenco: Carmo Dalla Vecchia (O'Brien)
Rodrigo Caetano (Winston)
Gabriela Fontana (Julia)
Eric Lenate (Charrington)
Rogerio Brito (Parsons)
Inês Aranha (Sra. Parsons)
Laerte Késsimos (Martin)
Fabio Redkowicz (Syme)
Chiara Scallet (criança)
Adriana Alencar (Stand in Sra. Parsons)
Zé Henrique de Paula (Stand in O'Brien)

Preparador corporal: Gabriel Malo
Cenografia: Bruno Anselmo
Figurinos: Zé Henrique de Paula 
Iluminação: Fran Barros 
Designer de som: João Baracho 
Videomapping: Laerte Késsimos
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Produção: Claudia Miranda
Realização: Núcleo Experimental
1984, de George Orwell
De 17 de outubro a 6 de dezembro - Quartas e quintas, às 21h.
Ingressos: R$ 60,00 – plateia / balcão R$ 50,00 / frisas - R$ 40,00.
Classificação: 14 anos.
Duração: 90 minutos.
Gênero: Drama.

TEATRO PORTO SEGURO
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226.7300.
Bilheteria: De terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.
Capacidade: 496 lugares.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.
Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Bicicletário – grátis.
Gemma Restaurante: Terças a sextas-feiras das 11h às 17h; sábados das 11h às 18h e domingos das 11h às 16h. Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras das 17h às 21h.
Vendas: http://www.tudus.com.br
Facebook: facebook.com/teatroporto
Instagram: @teatroporto

.: #ResenhandoExplica: O que é redundância?

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2018



Conforme definição recorrente nos dicionários de Língua Portuguesa, redundância é a qualidade ou a característica do que é redundante, isto é, insistência desnecessária de ideias repetitivas; excesso de palavras, de expressões; prolixidade, abundância.

Esse vício de linguagem é chamado de pleonasmo, pois repete uma ideia já explícita no discurso. Contudo, a leitura frequente é um santo remédio para dar fim a tamanho problema de fala e escrita. Ao surgir um ser leitor, o vocabulário se expande, dando fim ao uso excessivo de sinônimos.


Confira alguns vícios de linguagem:

acabamento final;
acrescentar mais uma;
adiar para depois;
agora já;
amanheceu o dia;
amigo pessoal;
antecipar para antes;
cabeça decapitada;
canja de galinha;
conclusão final;
conviver junto;
decapitar a cabeça;
demente mental;
descer pra baixo;
elo de ligação;
encarar de frente;
entrar para dentro;
exportar para fora;
exultar de alegria;
ganhar grátis;
gelo gelado;
goteira no teto;
há anos atrás;
hemorragia de sangue;
hepatite do fígado;
inaugurar o novo recinto;
introduzi dentro;
labaredas de fogo;
louca da cabeça;
manter o mesmo;
metades iguais;
minha própria autobiografia;
novidade inédita;
panorama geral;
pequenos detalhes;
planos para o futuro; 
protagonista principal;
planejar antecipadamente;
repetir de novo;
sair para fora;
sentir pêsames;
sorriso nos lábios;
subir pra cima;
surpresa inesperada;
todos são unânimes;
viúva do falecido.


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm


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