quinta-feira, 25 de outubro de 2018

.: Tudo sobre a boneca Fulla, a Barbie dos países islâmicos e do Oriente Médio


A Fulla é uma boneca, com o mesmo tamanho da famosa Barbie, porém, com costumes e roupas diferentes. Ela foi lançada em 2003 na Síria, pela NewBoy Design Studio. A boneca vem com véu e hijab (um vestido usado por muçulmanas por cima das roupas que cobre o corpo e deixa o rosto e as mãos de fora), além de um tapete para orações, cor-de-rosa.

Fulla é comercializada em países islâmicos e do Oriente Médio, sendo um total de 22 países e mais de 200 produtos comercializados da boneca. Em 2004, ela vendeu mais de 1 milhão de bonecas, sendo considerada a mais popular do Oriente Médio.

Apesar de ter caído em desgraça entre as meninas egípcias, esta boneca mantém seu prestígio em países do golfo como a Arábia Saudita, onde a Barbie é proibida e a Fulla oferece, além disso, uma extensa unidade familiar formada por seus pais, dois irmãos gêmeos chamados Bader e Nur, e duas amigas íntimas, Yasmin e Nada. 

Fulla já exerce duas funções, professora e médica, e é a versão islâmica da Barbie criada para suprir as necessidades das crianças criadas dentro da cultura muçulmana e que não aceitam o padrão e  costumes ocidentais da boneca americana.

Antes considerada a "queridinha" das crianças do Oriente Médio, pois a boneca tem o mesmo tipo físico e modo de vestir das mulheres árabes, ela vem passando por uma crise. Diferente da Barbie onde os seios são ”empinados”, a Fulla tem uma forma física mais modesta e busto menor. Além disso, o véu islâmico e o recatado guarda-roupa da Fulla, ainda uma das bonecas mais vendidas no Oriente Médio, já não seduzem tanto as meninas egípcias, que agora preferem as saias curtas e os vestidos justos da Barbie.

"A Fulla desapareceu de nossas prateleiras. Ninguém mais procura por ela porque está fora de moda", disse à Agência Efe a jovem Nevine Ibrahim, funcionária de uma loja de brinquedos do bairro de Dokhi, no Cairo. A boneca foi batizada com o nome de um típico jasmim da região. De acordo com Hani Orfali,  diretor da divisão de brinquedos da NewBoy, a Fulla representa o mundo muçulmano com sua cultura, valores e esperanças.

"A Fulla simboliza o sonho de toda menina árabe: uma personalidade popular e divertida que contribui positivamente para a sociedade e ressalta a importância da vida familiar", assinalou Orfali,, que garantiu que as vendas da boneca nos últimos anos foram "mais altas que as de qualquer outra boneca no Oriente Médio", mas preferiu não mencionar números nem dar detalhes sobre a atual situação.

No entanto, o comerciante egípcio Talat Mustafa, dono de uma loja de brinquedos em um centro comercial, destacou que ela já quase não é vendida no Egito. "Durante alguns anos, as vendas do produto subiram sem parar, mas era uma moda passageira. Agora, nenhum cliente a solicita", comenta.

De fato, nas prateleiras de seu estabelecimento, as únicas concorrentes da Barbie são as pomposas princesas ocidentais, de vestidos rosa brilhante. Já não há lugar para a Fulla porque, segundo Mustafa, a boneca islâmica "perdeu a batalha do marketing"

"Mas quem sabe? Se voltar a aparecer na televisão, talvez nossos clientes nos obriguem a trazê-la de volta à loja", acrescentou. "Muitos pais pensaram que, se sua filha brincasse com uma boneca islâmica, seria uma boa religiosa quando crescesse. Mas esse conceito mudou", ressaltou.




Na loja de brinquedos de Ibrahim também não há rastro dos olhos castanhos e do cabelo preto da Fulla, mas sim restam algumas concorrentes de traços árabes e véu islâmico que, por serem mais baratas, esperam que algum comprador se compadeça delas. 

As "primas" islâmicas da Fulla são Karima ("generosa", em árabe), que veste um longo vestido azul e tem um véu branco, e Yamila ("bela"), produzida com uma "abaya", túnica negra usada nos países do Golfo Pérsico que cobre da cabeça aos pés.

Ao contrário da Fulla, fiel à ortodoxia muçulmana que só aceita as relações entre homem e mulher dentro do casamento, Yamila tem um companheiro com túnica e turbante brancos, Yamil, alternativa ao namorado da Barbie, Ken. Sobre esse assunto, Orfali acredita que é cedo para que a boneca muçulmana tenha um marido porque representa uma jovem de 16 anos, e não revela se seu casamento chegará com a maioridade.

No entanto, a Fulla não é apenas uma boneca, já que produtos como eletrodomésticos, faqueiros, perfumes e inclusive um kit de oração composto por um véu e um tapete são comercializados em seu nome. Para Orfali, a criação deste universo próprio se deve a que a Fulla continua no foco de algumas jovens árabes "sem renunciar ao véu nem aos trajes típicos de alguns países" e, além do guarda-roupa, compartilha com elas aspirações profissionais.

"A Fulla, como outras meninas de sua idade, sonha em desenvolver uma carreira no futuro", disse o diretor da NewBoy para justificar que a boneca já dispõe de versões como professora, dentista e estilista. "Terá outras muitas profissões, que serão escolhidas com base em nossas pesquisas sobre os sonhos das adolescentes árabes".




"Barbie islâmica"
Fulla é uma boneca "muçulmana" com "feições" árabes, mais popular das Arabias e apelidada de Barbie muçulmana ou Barbie árabe. A boneca é muito similar à "prima" ocidental que adora "vestir" modelitos mais ousados que a versão das Arábias.

Muito querida pelas meninas do Oriente Médio, ela apresenta o mesmo tipo físico e modo de vestir das meninas das Arabias. Fulla é morena (mas também existe a versão loira), tem olhos castanhos e grandes, usa hejab e vestes modestas como toda boa muçulmana deve usar. Diferente da Barbie onde os seios são " empinados" a Fulla tem uma vestimenta, tipo uma segunda pele feita sobre o próprio corpo da boneca, que cobre suas partes mais intimas e metade da perna também.

As roupas de Fulla são lindas e têm para todos gostos: abaya escura com hejab, vestes de oração com tapetinho e tudo, trench-coat com hejab branco (estilo sírio), noiva, saia e blusa, vestidos. Acessórios curiosos para o mundo ocidental, cada um mais bonito do que o outro.

A fama da boneca lançada em 2003 alcançou os outros países árabes e muçulmanos ficando conhecida como a "Barbie islâmica". Em pouco tempo, todas as garotinhas queriam uma Fulla para brincarem e se identificarem. Com o sucesso do brinquedo, outros produtos que levam sua estampa foram lançados, e vão desde mochilas, lancheiras, sombrinhas, cortinas, roupas, roupa de banho e cama, até cadernos a cereal matinal com a foto ou desenho da boneca muçulmana.

Embora a Fulla seja a mais popular das bonecas muçulmanas, ela possui concorrentes como a Jamila Doll, Sara e Dara, Razane e Saghira. No site americano da Fulla, a boneca saia por U$ 16. Com certeza na Síria deve ser mais barata. Dificilmente a boneca é vista na Turquia, onde podem ser encontradas Barbies sendo vendidas na lojas. E, no Brsil, é item de colecionador.



Comercial de produtos com o nome Fulla

.: Diário de uma boneca de plástico: 25 de outubro de 2018


Querido diário,


Sou uma Barbie turisteira e como hoje é dia de TBT... Vou voltar no tempo!!


Assim como a minha dona, adoro turistar. Já viajei por muitas cidades brasileiras e até saí das terras tupiniquins. Visitei o Paraguai. Lá, ficamos no hotel mais caro do país e visitamos a bela Catedral paraguaia. Foi até legal, mas a parte de comércio, a Ciudad del Leste... Não curti aquele vuco vuco, não!

O bom desse comércio insano foi que lá, meus donos encontraram a minha trigêmea. Na caixa, lacradinha... está desse mesmo jeito até hoje, inclusive.

Na Argentina estivemos até em hotel que também era cassino, conhecemos bem a cidade do Messi, Rosário, mas amei mesmo Buenos Aires. Estive na Barbie Store, rotulada pelo povo como "Casa da Barbie". Hoje, não existe mais!! Se bem que... lá as dolls eram super caras!! Mas ir até lá, foi tão divertido, meus donos me levaram até de trem para Pallermo.

Não são doidos? Em outro país, inventar um passeio desses por conta? Eles conseguiram. O mais doido foi que, enquanto eles conversavam, os argentinos ficavam de "ouvidão", tentando entender o que eles diziam. kkkkk

Quem não ama ouvir a conversa alheia? Se for de um hermano, melhor ainda!!


Beijinhos pink cintilantes e até loguinho,

Donatella Fisherburg


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.: Brasileiro é finalista em prêmio mundial de livros infantis

Com ilustrações de Daniel Cabral e poema de Paulo Leminski, "Um livro pra gente morar" é lançado pela Editora Positivo


A livraria Cultura, em Curitiba, foi palco do lançamento nacional da obra “Um livro pra gente morar”, da Editora Positivo. A antologia de poemas organizada por Silvia Oberg e ilustrada por Daniel Cabral já nasce premiada: o livro foi selecionado como finalista do prêmio Nami Concours, concurso internacional que destaca os maiores representantes de livros infantis do mundo. 

Silvia Oberg reúne catorze poemas de escritores consagrados brasileiros: Alexandre Azevedo, Elias José, Eloí Elisabet Bocheco, Fernando Paixão, Ferreira Gullar, Henriqueta Lisboa, José Paulo Paes, Paulo Leminski, Ricardo Azevedo, Roseana Murray, Sérgio Capparelli e Sylvia Orthof. A organizadora reuniu textos que trazem bons sentimentos - como os de uma casa - para as crianças. “A antologia foi pensada como uma forma de compartilhar poemas que pudessem fazer o leitor imaginar, pensar, se espantar, rir e se encantar com as palavras. Sim, porque coisas incríveis podem acontecer quando lemos um poema. Passeios por lugares desconhecidos, surpresas, desafios, descobertas”, escreveu Silvia Oberg, no prefácio da obra.

Em meio aos poemas, as ilustrações coloridas de Cabral remetem à vida em uma pequena casa de chão. Com muitas cores e detalhes conhecidos na infância de muitos, os desenhos mostram partes de casa, animais de estimação, flores de quintal e brinquedos, sempre incentivando a imaginação. O ilustrador conta que o processo de criação foi bem demorado, mas valeu a pena. “Foi um processo que demandou um entendimento dos poemas. Cada poema fala de um aspecto diferente, alguns são mais engraçados, outros mais afetivos. São muitos temas e linguagens diferentes, então busquei uma linguagem visual que conversasse bem com todos”, explica Cabral. Sobre o prêmio, o ilustrador relata que não se inscrevia para algum concurso assim há bastante tempo e foi incentivado pela esposa, também ilustradora, a concorrer no Nami Concours. “Eu não tinha muita expectativa porque foram muitos os inscritos, mas só de estar entre os finalistas, ao lado de profissionais que admiro e que me inspiram, já me sinto muito honrado”, diz.

“Um livro pra gente morar” concorreu com outros 1.844 títulos, de 98 países e agora disputa entre os 106 finalistas de 42 nações. A próxima etapa do concurso requer o envio das ilustrações em formatos específicos e os vencedores serão anunciados em janeiro de 2019. O Nami Concours tem o objetivo de encorajar a criatividade artística e contribuir com o avanço da qualidade de livros ilustrados, e é organizado a cada dois anos pela Ilha de Nami, localizada ao norte da Coréia do Sul, desde 2013. As obras finalistas estarão lado a lado na exposição bienal que integra o concurso, o Festival Nami Island International Children’s Book, que tem como foco livros ilustrados infantis de todo o mundo.

Indicado para crianças de 6 a 8 anos, a obra “Um livro pra gente morar” (48 páginas, R$ 43,90) pode ser encontrada nas maiores livrarias de todo o Brasil ou no site www.editorapositivo.com.br.



Um livro pra gente morar

Organização: Silvia Oberg
Ilustrações: Daniel Cabral
Editora Positivo
48 páginas
R$ 43,90


A organizadora – Silvia Oberg

Nascida em Bauru (SP), Silvia Oberg mora na capital paulista desde 1979. Graduada em Letras (PUC-Campinas), tem especialização em Literatura Portuguesa pela Universidade de Coimbra e é mestre e doutora em Literatura pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Já foi curadora, autora e adaptadora de coleções da Folha de S. Paulo. Como autora, publicou “Pé na Lua, pé na rua” (1997) e “O presente de Manzandaba e outras aventuras” (2016).

O ilustrador – Daniel Cabral

Ilustrador há mais de 20 anos, Daniel Cabral é nascido em RIbeirão Preto (SP) e atualmente mora em Curitiba (PR). Cursou Escultura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap). Foi finalista do Prêmio Jabuti com o livro de imagens Arapuca (2009).

.: Deck: "Toquinho - 50 Anos de Carreira" em CD e DVD

Um dos grandes ícones da música nacional, Toquinho comemora seus 50 anos de carreira com o lançamento de um CD e DVD gravados ao vivo. O registro foi feito durante um show especial no Teatro WTC (São Paulo), em março de 2016, produzido pela Circuito Musical. Nele estão os maiores sucessos do instrumentista, cantor e compositor. “Toquinho - 50 Anos de Carreira (Ao Vivo)” já está disponível nas plataformas digitais e chega às lojas em CD e DVD pela gravadora Deck.

Iniciando o show ele canta que “o som não tem fronteiras, é made in coração” (“Made in Coração”). O registro traz 14 músicas que transitam em diferentes fases de sua carreira, como “Quem Viver, Verá”, “Que Maravilha”, “Samba de Orly” e “Samba pra Vinícius”. O sucesso “Aquarela”, que marcou várias gerações, também está no repertório.

Lembrando “algumas canções que fazem parte desse nosso lado lúdico, porque quando a gente esquecer esse lado a gente envelhece rápido”, como ele mesmo diz, Toquinho canta o pot-pourri com “A Casa/ O Pato/ O Ar /O Vento/ A Bicicleta/ O Caderno”. O DVD registra mais um pot-pourri, dessa vez de canções de sua autoria com Vinícius de Moraes: “Regra Três”, “Como Dizia o Poeta”, “Para Viver um Grande Amor”, “Testamento”, “Morena Flor” e “Cotidiano Nº 2”.

Além de trazer parceiros nas autorias, como Vinicius, Chico Buarque e Jorge Ben Jor, Toquinho recebe no palco alguns convidados especiais para cantarem com ele. Interpretando “O Velho e a Flor” e “Veja Você”, a cantora Verônica Ferriani, “com uma técnica vocal primorosa e personalidade cativante”, comenta Toquinho. E completa falando que “cada nota que ela canta tem um charme especial”.

“Desde minha parceria com Vinicius, a presença feminina tornou-se marcante nos shows. Além de tudo, valorizam o espetáculo com sua graça e fluência de palco. Principalmente quando há sincronia natural de vozes e amizade”, conta Toquinho. Afirmando essa presença, mais duas cantoras participam do show. Com Tiê ele canta o sucesso da cantora, “A Noite”, única música do disco da qual Toquinho não é autor. “Tiê gravou comigo sua primeira canção e viajamos para uma série de shows pelo Brasil e na Europa, ela fazendo a parte mais intimista, procurando um estilo próprio. É um prazer tê-la como parceira nos palcos.  E sempre que surge uma oportunidade, aproveito para desfrutar de seu talento.  Portanto, ela não podia ficar de fora na gravação desse trabalho”, conta Toquinho.

Outra cantora que o acompanhou em diversos shows, Anna Setton faz um dueto com ele na música “Carolina Carol Bela”. “Vi Anna cantar no Baretto, onde ela se apresentava toda semana. Logo percebi que sua característica vocal se adaptaria à minha maneira de interpretar as canções e que poderíamos formar uma parceria a valorizar sobremaneira meus shows. Não deu outra: ela passou a fazer parte de minhas apresentações desde 2012, atuando ao meu lado em sucessivas temporadas pelo Brasil, na Argentina, no Uruguai, no Chile, na Espanha e na Itália, tornando-se uma atração a abrilhantar o espetáculo com sua presença suave e voz impecavelmente afinada”.

“Mutinho trabalhou como baterista em minha banda durante mais de vinte anos. Tornou-se amigo de tantas venturas e aventuras nos Circuitos Universitários que fazíamos junto do Vinicius de Moraes e do baixista Azeitona. Éramos os “quatro mosqueteiros musicais”, invadindo as estradas do interior de Minas a São Paulo. Em meio a essas andanças, tornou-se meu parceiro em cerca de 30 canções, entre elas, “Escravo da alegria”, “Ao que vai chegar”, “Canção pra Jade”, “Oi-lá” e todas as faixas do disco “Casa de Brinquedos”. E “Turbilhão”, na qual ele participa nesse DVD, simbolizando o valor de uma amizade duradoura, base de toda parceria”, explica Toquinho.

Última participação do DVD, seu amigo de muito tempo Paulo Ricardo canta com ele “Tarde em Itapoã”, canção que já haviam registrado juntos no CD “Toquinho e Paulo Ricardo cantam Vinicius”. “Além de ser um ídolo do rock brasileiro, Paulo Ricardo é capaz de transitar com talento por outros gêneros musicais, expondo-se a diferentes desafios. Prova disso é o álbum em homenagem ao Vinicius de Moraes, de 2010, no qual eu quis gravar músicas do poeta de uma forma inusitada, com arranjos modernos, numa linguagem diferente de tudo o que já foi feito.  Na gravação do DVD em homenagem aos 50 anos de minha carreira, Paulo está cantando comigo essa canção, uma das mais importantes dessa trajetória musical, pela perfeita junção entre melodia e letra. E também porque foi depois dela que Vinicius de Moraes passou a depositar inteira confiança em meu trabalho fazendo deslanchar nossa parceria”.

Encerrando o show, Toquinho fala de sua indignação com a política do país e manda tudo, assim como fez no passado, para “A Tonga da Mironga do Kabuletê”.

O DVD ainda traz extras, com imagens de Toquinho interpretando sete canções clássicas em voz e violão: “Serenata do Adeus”, “Abismo de Rosas”, “Jesus, Alegria dos Homens”, “Bachianinha Nº 1”, “Asa Branca”, “Gente Humilde” e “Deixa”. O registro também traz nos extras um making of com depoimentos de amigos da área musical e esportiva.


Ficha técnica
Músicos:
Guga Machado – percussão
Ivâni Sabino – baixo
Nailor Proveta Azevedo – clarinete e sax alto
Pepa D’Elia – bateria

Participações Especiais:
Anna Setton
Mutinho
Paulo Ricardo
Tiê
Verônica Ferriani

Show gravado ao vivo, em duas sessões, no Teatro WTC, Hotel Sheraton, São Paulo, em 25 de março de 2016
Direção musical e roteiro: Toquinho
Direção de produção: Genildo Fonseca
Direção artística: Cassius Cordeiro
Direção de áudio, mixagem e masterização – Betho Ieesus
Diretor de Fotografia – Geann Toni
Sonorização e produção executiva – Flavio Batichotte e Ricardo Vieira
Projeção mapeada – Bruno Vita Pintucci
Cenografia – Paulo Vereda e Leonardo Salvador
Light design – Robson Rapoza
Fotógrafo – Luis Seyssel

Gravação de vídeo:
Engenharia e coordenação técnica – William Pacini
Operação de câmera – Tiago SilvaCam, Caio P. de Souza, Tato Vilela, Rodrigo Caldas, Wellington Farias e Rodolfo Figueiredo.
Logger – Ricardo Vieira
Assistentes de câmera – Paulo Sobral e Igor Sobral
Diretor de corte – Peter Lucas
Fornecedora de equipamentos – Brazil Camera Rental

Gravação de áudio:
Unidade móvel de áudio digital Sun Trip - Betho Ieesus, Claudio Rodrigues, Rian Alves e Kauê Leite
Equipe:
Coordenador de produção - Wagner Amorosino
Assistentes de produção – Alexandre Castro e Diógenes Fonseca
Técnico de som – Maurício Trindade
Técnico de luz – Marcelo Behr
Roadie – Fernando Alvarez
Capa – Elifas Andreato
Projeto gráfico – Dennis Vecchione
Pesquisa – João Carlos Pecci
Consultor cultural – Aguinaldo Silva Filho

Ouça “Toquinho - 50 Anos de Carreira (Ao Vivo)”: Toquinho.lnk.to/50AnosDeCarreira  
Preço sugerido: CD R$ 24,90 / DVD R$ 39.90

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

.: DVD "Jurassic World: Reino Ameaçado" tem surpresas incríveis

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em outubro de 2018



Clássicos do cinema são intocáveis. Contudo, acrescentar efeitos visuais modernos, uma dose a mais de inteligência e respeito com a obra originária que, com maestria, estourou nas telonas há mais de 20 anos, pode ser o caminho perfeito para o resgate de um filme clássico. A franquia "Jurasic World" é exemplo de que o novo, não pode ignorar o sucesso e qualidade do produto inicial, apenas moderniza-lo. 

É inegável que a sequência dos filmes do mundo dos dinossauros, "Jurassic Word: Reino Ameaçado" (2018), mais uma vez agrada ao público jovem -que pode até desconhecer o clássico- e não esquece os que tiveram o prazer de assistir "Jurassic Park" (Parque dos Dinossauros, 1993), inclusive nos cinemas -aqueles que estão bem crescidinhos e são fãs da narrativa.

Dosando os feitos da trilogia "Jurassic Park" (1993, 1997 e 2001) e o sucesso de "Jurassic World" (2015), o longa de 2018, com o subtítulo "Reino Ameaçado" traz o que os fãs dos dinossauros esperavam numa sequência moderna. Inicialmente, numa pegada "Titanic", o filme de 2h8min, retorna com humanos ao parque temático dos dinossauros, na Ilha Nublar. Qual o motivo? As buscas pelo tão afamado DNA, no caso da criação Indominus rex. Claro! De outra forma, os dinossauros não poderiam ser criados em laboratórios e a trama não teria continuidade.

Mantendo os protagonistas do mundo jurássico, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard), após três anos, diante da eminente destruição do mais recente parque jurássico, por um vulcão prestes a entrar em erupção, o casal precisa se reencontrar. É inevitável rever personagens -John Hammond, pai do Jurassic Park, mesmo na pintura de um quadro e Ian Malcolm (Jeff Goldblum), matemático e teórico do caos, num tribunal- ou cenas clássicas da franquia -uma fuga alucinante do T-Rex- e passar impune. A emoção é mais forte! Mais uma vez vemos os carros do eterno Jurassic Park.

Até que ponto a tecnologia pode mudar o futuro? Mantendo em segredo um livro com uma fotografia -grande trunfo da nova franquia-, na primeira conversa entre o avô Benjamin Lockwood (James Cromwell) e a neta Maisie (Isabella Sermon) que um resumo do passado e do que irá acontecer, surge na telona. 



Diante da dúvida entre retornar à ilha para salvar os animais ou abandoná-los para uma nova extinção, a dupla, opta por resgatar os dinossauros. Acompanhados da médica veterinária Zia Rodriguez (Daniella Pineda) e do analista de sistemas que ajuda a acessar o defeituoso sistema de segurança, Franklin Webb (Justice Smith), Owen e Claire descobrem que foram enganados, pois as criaturas também serão leiloadas na mansão de Lockwood. Como não recordar de "King Kong" (2005)? 

Que cena arrepiante é a do vulcão tomando conta de toda a ilha. No excelente e antigo jogo de sombras e luzes originários de raios -no ambiente externo- ou num museu privado e de pouca iluminação, o suspense ainda cria o perfeito ambiente para a tensão. Contudo, "Reino Ameaçado" traz novas cenas de grande potencial para serem clássicas, seja a pata do Indoraptor quase pegando a pequena Maisie ou a caça do mesmo dinossauro por Maisie em toda a mansão Lockwood, por exemplo.

Por outro lado, entre os dinossauros, Blue destaca-se mais uma vez. Não somente pela feição com humanos -embora todo o comportamento dela seja explicado por meio de vídeos de estudo de Owen-, mas pela força que contém. Aos fãs, dentro do DVD há um encarte para interagir com a baby blue, a partir do messenger, utilizando a câmera e escaneando o código. Esse DVD é sensacional!!


DVD: A aventura de 128 minutos traz extras que permitem entender toda a produção, seja os bastidores na visão do ator Chris Pratt ou comentários do produtor, diretor e do legendário Steven Spielberg. Os extras de "Jurassic World: Reino Ameaçado" são: No set com Chris & Brice; O Reino Evolui; Ilha da ação; Nascimento do Indoraptor; Que comece o leilão; Morto por um dinossauro; Monstro numa mansão; Confronto do telhado; O regresso de Malcolm; A Evolução dos efeitos especiais; O Diário Jurássico de Chris Pratt; Ver tudo; Vivian Baker Maquiadora; Mary Mastro Cabeleireira; Chris Murphy, 1º assistente de som; Dean Bailey Motorista de braço de filmagem; Peter Harcourt mergulhador; Daniela Pineda  e Justice Smith, Atores; Jody Witshire, Assistente de Produção; Kelly Krieg, Supervisora Assistente de Roteiro; J.A Bayona Diretor; James Cox Dublê; Rachelle Beinart; Dublê;Chris Pratt, Ator.


Filme: "Jurassic World: Reino Ameaçado" ("Jurassic World: Fallen Kingdom")
Direção: J.A. Bayona
Elenco: Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Rafe Spall
País: EUA
Ano de produção: 2018

DVD Colorido
Gênero: Ação
Duração: 128 minutos
Formato de Tela: Widescreen 2.39.1 Anamórfico
Áudio: INGLÊS (DD 5.1), ESPANHOL (DD 5.1), PORTUGUÊS (DD 5.1)
Legenda: INGLÊS (SDH), PORTUGUÊS, ESPANHOL
Classificação Indicativa: 12 anos
Lançamento: 10 de Outubro de 2018
Preço Sugerido: R$ 39,90



*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm

.: Coral USP traz sonoridade do bairro do Bixiga para a Casa-Museu Ema Klabin

Com um variado repertório, o Coral da USP é detentor de cinco  premiações  da Associação Paulista de Críticos de Artes. 
Coral da Usp traz clássicos de  Adoniran Barbosa, Celso Viáfora, entre outros.  Foto: Ulisses Matando


O grupo Dona Yayá, do Coral da Usp, se apresenta na Casa-Museu Ema Klabin no próximo dia 27 de outubro, às 16h30,  com o  projeto “Bixiga”. O coral retrata,  através de peças originais para coro e arranjos vocais,  o ambiente sonoro de um dos bairros mais tradicionais da cidade de São Paulo. O concerto gratuito faz parte do Programa Tardes Musicais.

Com regência de Mauro Aulicino , o repertório é composto por:  "Pequeno Poema pra Oxalá" (Jonathan Silva), "Tradição" (Geraldo Filme), "No Morro da Casa Verde" (Adoniran Barbosa), "Abrigo de Vagabundos" (Adoniran Barbosa) ,"Que nem a Gente" (Celso Viáfora), "Praça 14 Bis" (Eduardo Gudin), "Já Fui Uma Brasa" (Adoniran Barbosa) e  "São Jorge" (Kiku Dinucci) .

Visite a Exposição “Porcelana europeia da Coleção Ema Klabin”
A Casa-Museu Ema Klabin promove até o dia  16 de dezembro a exposição “Porcelana Europeia da Coleção Ema Klabin”.  Com curadoria do arquiteto Paulo de Freitas Costa. A mostra apresenta  39 peças raras das manufaturas de Sèvres, Berlim, Viena, Meissen, Limoges,  Coalport, entre outras. 

Além da exposição de porcelanas, é possível conhecer  o acervo permanente da Casa-Museu que abriga mais de 1500 obras, entre pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, talhas do mineiro Mestre Valentim, mobiliário, peças arqueológicas e artes decorativas.

Serviço:
Tardes Musicais: Grupo Dona Yayá, do Coral da Usp -   projeto “Bixiga
Data: 27 de outubro, sábado
Horário: 16h30
Grátis
Livre
170 lugares
Visita livre ao museu: das 14h às 17h

Fundação Ema Klabin
Endereço: Rua Portugal, 43, Jardim Europa - São Paulo.  Tel: 55 11 3897-3232         
www.emaklabin.org.br

.: Diário de uma boneca de plástico: 24 de outubro de 2018


Querido diário,

Domingo foi um dia cheio de surpresas maravilhosas. Realmente foi incrível, desde cedo. Eu e Karenina participamos da festa de 140 anos do bairro Bixiga. Teve galera da Vai-Vai, um cantor italiano... Que divertido!! Mais tarde, show dos "Demônios da Garoa", mas não pude ficar, pois tínhamos que comer. 


Assim, fomos para o meu shopping predileto da Avenida Paulista -todo o lazer estava interrompido por uma tremenda farofa. Após lancharmos, seguimos para o Teatro Porto Seguro e assistimos "Quarta-feira sem falta lá em casa", com os monstros do teatro Eva Wilma e Suely Franco. Eu chorei ao fim! Pois é... tentei segurar, mas... chorei e bastante. Que cena linda para o desfecho!!

E não que, apesar do horário, seguimos até o Teatro Viradalata, que fica perto no metrô Vila Madalena. Nossa! Aquelas ruas são um sobe e desce que só, mas o teatro é sensacional. Super agradável e lembra muito o Teatro Folha, outro que amo demais. Ali, na rua Rua Apinajés, 1387 assistimos o esplendoroso "Os últimos 5 anos", com o casal Beto Sargentelli e Eline Porto. Que vozes de arrepiar!! 

E a narrativa? É tão inteligente! Em um palco espelhado, um conta o passado e outro presente desses anos de namoro e casamento. Tudo embalado por canções tão lindas... Amo musicais e "Os últimos 5 anos" está entre os meus queridos de 2018!


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.: "My Name Is Now, Elza Soares" - Doc. estreia nacional em 1º de novembro


O documentário "My Name Is Now, Elza Soares", de Elizabete Martins Campos, estreia no dia 1º de novembro. O filme entra em cartaz no circuito nacional por meio do projeto Circulabit - Circuito Laboratorial de Produção e Difusão do Audiovisual em multiplataformas, com os eixos LabiT- Incubadora de Criações, Prêmio Circulabit, Circuito Salas de Cinema, Laboratório de Acessibilidade, Exibição ao Ar Livre e Circuito Brasil - exibições gratuitas. 

A edição tem início em outubro deste ano e vai  até abril de 2019, com programação no Brasil e em Portugal, em diferentes formatos, plataformas e parcerias. Em São Paulo, o filme entra em cartaz nas salas: Espaço Itaú de Cinema Augusta, Espaço Itaú de Cinema Frei Caneca, Cinearte Petrobras,  Reserva Cultural

 No filme, Elza Soares chega em casa, em Copacabana, e cara a cara, diante do espelho, nos desafia, numa saga, que ultrapassa o tempo, explosões, pedreiras, lama, preconceitos, perseguições, perdas. Mas, ela é dura na queda: num rito, nua e crua, ao mesmo tempo frágil e forte, real e sobrenatural, como uma fênix transcende em música e canta gloriosa.Este não é um filme sobre a carreira da cantora, mas sim um filme que ela está vivendo. 



.: Imagine Dragons: zero é parte da trilha sonora do filme “Detona Ralph 2”

O Imagine Dragons lança hoje o videoclipe de “Zero”, que faz parte da trilha sonora do novo filme da Disney ,“Detona Ralph 2”, com lançamento previsto para novembro. O vídeo conta com a direção do consagrado Dave Meyers e leva o espectador para o mundo de “Detona Ralph”, dentro de uma casa de videogames com clima dos anos 80.

A canção trata sobre auto aceitação e busca de identidade, com uma letra forte e um ritmo bastante animado. O vocalista do Imagine Dragons, Dan Reynolds, falou sobre a música: “É um filme bastante oportuno de várias maneiras, pois aborda algumas das questões de identidade e solidão exclusivas dessa geração da Internet. A luta interna de Ralph pela auto aceitação realmente ressoou em nós, e essa música fala sobre isso ", disse Reynolds.

A banda também disponibilizou a pré-venda de seu quarto álbum de estúdio, “Origins”. Com produção de Joel Little, Mattman & Robin e John Hill, o novo projeto traz as faixas “Zero” (umusicbrazil.lnk.to/zero) e “Natural” (umusicbrazil.lnk.to/IDNatural), além de outras 13 músicas, e chega às plataformas digitais em 9 de novembro. Com uma mistura de rock, hip-hop, pop e folk, o álbum segue trazendo a assinatura da banda em suas letras. Saiba mais em: imaginedragonsmusic.com.

Assista aqui:


.: Likes, crushes e matches: os novos tempos do romance cibernético

Em tempos de redes sociais, aplicativos de relacionamentos, crushes e likes, fica cada vez mais complicado entender os comportamentos do romance cibernético


Fonte: Blog das Amarildas

“Quem aí nunca usou app de namoro? Hoje em dia, muitos de nós acabam partindo para esse tipo de ferramenta na hora de conhecer alguém”. A frase é da orientadora emocional para mulheres, com foco em relacionamentos, Camilla Couto. “A vida anda corrida, é cada vez mais difícil conhecer pessoas na forma, digamos, tradicional, e é aí que os apps entram, dando uma ajudinha na hora de encontrar o parceiro ideal. Mas acontece que essa aventura nem sempre é tão simples quanto pode parecer. Porque os novos tempos do romance virtual também trouxeram novos comportamentos, muitas vezes difíceis de entender”, lembra ela.

Camilla explica: “sabe aquela pessoa que você conheceu e com quem estava saindo, numa boa, e que, de repente, sumiu, do nada? Ou então aquela com quem que deu match, que vive curtindo suas fotos, acompanhando seus posts, mas nunca te chamou para sair? Ou aquela que é gente boa pra caramba, vocês têm tudo a ver, mas aí você descobre que é comprometida?” Essas são situações comuns no dia de hoje.

Para Camilla, o romance cibernético ou aquele que começa na internet tem um quê a mais de superficialidade: “é claro que quando se trata de relacionamentos, qualquer pessoa pode sumir da nossa vida quando menos esperamos, pode se interessar por outra, pode se revelar comprometida, pode aparecer só de tempos em tempos. Mas esses comportamentos acabaram se tornando mais comuns e até aceitos, de certa forma, com o surgimento e a proliferação dos romances nascidos na internet”.

Se você conhece alguém por intermédio de um conhecido, por exemplo, é mais difícil que essa pessoa simplesmente desapareça sem dar satisfações: “o mundo virtual nos dá a falsa impressão (que talvez não seja tão falsa assim, de todo modo) de que o envolvimento é mais superficial e que, portanto, ninguém vai sair assim tão machucado. Dá respaldo para que a pessoa pense e haja como ela quer, sem se importar, necessariamente, com o que o outro está sentindo”, lembra a orientadora.

Camilla dá a dica: “o mais importante é sempre ter consciência do tipo de relação em que você está entrando. Dar o tempo certo para conhecer o outro e entender a dinâmica da relação é essencial. Além disso, mostrar-se transparente desde o início e evitar joguinhos emocionais a qualquer custo deveriam ser regras básicas dos romances modernos. Deixar de ser superficial é uma decisão dos dois, sempre. Mas podemos dar o primeiro passo. Afinal, caso o outro não queria ou demonstre desinteresse, só estará encurtando o caminho que já está traçado desde o começo”.

Saiba mais: www.amarildas.com.br

Sobre Camilla Couto: Camilla Couto é Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em Relacionamentos. Criadora/ autora do Blog das Amarildas e fundadora do PAR - Programa Amarildas de Relacionamentos. Orientadora emocional, Terapeuta Floral (TF-153-17/SP) e Contoterapeuta, viveu durante 8 anos no exterior conhecendo diferentes culturas e comportamentos. No blog amarildas.com.br, compartilha seus estudos sobre amor, relacionamentos e dependência emocional - com o propósito de promover mais entendimento sobre esses temas e de incentivar as mulheres a se amarem e valorizarem cada vez mais.



.: "Dancing Brasil" terá noite especial dedicada à música brasileira

Reality show de dança realiza noite especial dedicada à música brasileira. Estrelas se apresentam embaladas por sucessos como “Fascinação” e “O que É que a Baiana Tem”. Xuxa anuncia, ao vivo, a quarta dupla eliminada do programa
  

Uma noite especial dedicada à música brasileira no Dancing Brasil desta próxima quarta-feira, dia 24 de outubro. As 11 duplas que continuam na disputa apresentam coreografias embaladas por grandes sucessos nacionais como “Amor I Love You”, “Fascinação”, “Medo Bobo”, “Você Não Soube Me Amar”, “Meu Erro” e “O que É que a Baiana Tem”, entre outros. Os jurados, Fernanda Chamma, Jaime Arôxa e Paulo Goulart Filho prometem ser ainda mais rígidos nesta etapa da atração.

Após as apresentações, Xuxa Meneghel e Junno anunciam os pares com a menor pontuação da noite e que vão encarar a votação do público. A quarta dupla que deixará o programa deixará para trás a oportunidade de levar para casa o prêmio de R$ 500 mil.

"Dancing Brasil", formato da BBC Studios com produção da Endemol Shine Brasil, tem direção de Marcelo Amiky e direção do núcleo de realities de Rodrigo Carelli, e é exibido, ao vivo, às quartas-feiras, logo após "A Fazenda 10 + Conectada", a partir das 23h.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

.: Há 6 anos... "Salve Jorge" trouxe Nanda Costa com um quê de Cláudia Abreu


Por André Araújo*, em outubro de 2018.

"Salve Jorge" fez 6 anos de estreia nesse 22 de outubro (2018!)... Era pra ter sido um marco, mas o excesso de personagens e a trama central arrastada causou um certo desgaste no público , fazendo com que sua antecessora, "AVENIDA BRASIL", continuasse no topo como a melhor (e inovadora!) novela do ano (2012).

(...)

Gloria Perez encheu a novela de personagens e prometeu muitas tramas paralelas quentes, o que não aconteceu; aliás, ela sempre se enrola e a novela teve um começo muito picotado.Valeu pela denúncia e pelo fato de a autora ter inventado um monte de personagens para ajudar amigos desempregados!

Os invejosos chamavam a atriz NANDA COSTA de "nada consta", como se dissessem que foi um erro escalá-la como protagonista da trama! Nada a ver esse recalque! A atriz é talentosa mesmo! Nanda tem um quê de Cláudia Abreu que impressiona. Espero que ter assumido ser homossexual não atrapalhe sua carreira para futuros papéis.

*André Araújo é um apaixonado por telenovelas. Tanto que ele escreve algumas por aí e publica pela internet, arrebatando fãs e distribuindo inspiração. Da cabeça dele já saíram grandes personagens. Entre as novelas virtuais, é autor de "Uma Vez Na Vida! e "Flor de Cera".

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