sábado, 13 de abril de 2019

.: Thiaguinho lança álbum “AcúsTHico” com 23 músicas

Álbum tem parcerias com Luan Santana, Rael, Ah! Mr. Dan e Atitude 67, trabalho já está disponível em todas as plataformas digitais


Thiaguinho ousa mais uma vez e promete balançar o coração do público com o álbum “AcúsTHico”, lançamento da Som Livre, que mostra um lado mais intimista e romântico do cantor. O projeto contém 23 músicas, sendo seis novidades: duas inéditas e quatro regravações - confira. O single “Eu Ando Mentindo Demais”, em parceria com Luan Santana, é acompanhado de clipe, que já está disponível no canal do Youtube de Thiaguinho - assista aqui. “Sempre existiu a vontade de fazer uma música com o Luan. Conversávamos sobre isso, mas não conseguíamos casar agendas. Finalmente surgiu a oportunidade nessa música. Ele é um artista incrível e muito talentoso. Eu o admiro demais”, diz o cantor.

A outra faixa exclusiva é “Eu Não Sou Os Outros”, música que fala sobre as comparações feitas com ex-namorados em um relacionamento. “A Estrada”, “Do Nada” - part. Ah! Mr. Dan, “Sem Ar” e “Versos Simples” são os singles que ganharam uma nova roupagem acústica na voz de Thiaguinho. Todas elas ganharão clipes que estarão disponíveis nas próximas semanas, sempre aos sábados, até o dia 18/05.

As outras 17 faixas que completam o álbum foram lançadas em três EPs, entre agosto e dezembro de 2018. O artista explica como foi feita a seleção: “Eu escolhi essas músicas a dedo. Além das faixas inéditas, busquei hits marcantes, atemporais, que fizeram parte da minha carreira e da minha vida, para compor este trabalho”, explica.

O projeto “AcúsTHico” deu tão certo, que Thiaguinho resolveu transformá-lo também em uma turnê. “Eu recebi um retorno muito positivo do público com os três EPs que lancei ao longo do ano passado. Percebi que o pessoal se identificou com essa proposta e gostou do resultado. Fizemos um show nesse formato no Rio de Janeiro e dois em São Paulo com ingressos esgotados. Agora vamos percorrer o Brasil com o ‘Thiaguinho AcúsTHico’. Só tenho a agradecer”, conta Thiaguinho. 

Álbum “AcúsTHico” –Thiaguinho
Lançamento Som Livre – 12 de abril/2019

Ordem dos clipes:
12/04 - Álbum + Eu Ando Mentindo Demais
20/04 - A Estrada
27/04 - Do Nada
04/05 - Sem Ar
11/05 - Eu Não Sou Os Outros
18/05 - Versos Simples

Setlist “AcúsTHico”:
1. Eu Ando Mentindo Demais - part. Luan Santana
2. Anjo/Não Precisa Mudar
3. Versos Simples
4. Só Hoje
5. Miopia Ocular - part. Rael
6.Modo Avião - part. Atitude 67
7. Pra Você
8. Seja Bem-Vinda
9. Xeu falar
10. 4 da Manhã
11. Envolvidão
12. A Estrada
13. Eu Odeio Te Amar - part. Ah! Mr. Dan
14. Sem Ar
15.  Ponto Fraco
16. Do Nada - part. Ah! Mr. Dan
17. Na Nossa Sala
18. Deus Quer - part. Ah! Mr. Dan
19. Energia Surreal
20. Eu Não Sou os Outros
21. Neblina
22. Eu te Uso e Sumo - part. Ah! Mr. Dan
23. Poupa Meu Tempo
  
Sobre a Som Livre: De 1969 para cá o mercado fonográfico mudou, assim como a forma de se consumir música. Hoje, 50 anos depois de sua criação, a Som Livre é muito mais do que uma gravadora, é o espelho musical do país. Uma empresa 100% nacional voltada para a música, seja qual for a sua plataforma e que reflete, através de seus lançamentos, o gosto e o hábito de consumo do brasileiro.

A Som Livre possui diversas frentes de negócios: venda física, digital, shows, licenciamento e editora. Em seu time são mais de 100 artistas e sua editora é uma das mais importantes do país, representando os direitos de compositores nacionais e internacionais. Na linha de shows, a empresa aposta em festivais de música, que acontecem por todo o país, com as marcas Festeja, Viva Mais Música e Arena Pop.

somlivre.com | facebook.com/somlivre | instagram.com/somlivre

Ouça o álbum aqui: somlivre.lnk.to/AcusTHico_Thiaguinho

Assista ao clipe de “Eu ando Mentindo Demais” aqui:



sexta-feira, 12 de abril de 2019

.: Crônica: Tem dias que, sem condições, só por Deus

Em abril de 2019


Quem não conhece o desabafo "tem dias que o melhor, é nem sair de casa", que aguarde e confie. Um dia, você mesmo é quem vai dizer em alto e bom som tal frase. Contudo, nem todos os problemas estão na rua, mas eles chegam até você do mesmo modo.

Hoje, logo cedo meu marido foi importunado diversas vezes no WhatsApp -enquanto trabalhava. Motivo? Fiz uma compra no Mercado Livre e a vendedora exige a qualificação dela. Não satisfeita em mandar diversas mensagens, no próprio site, teve o atrevimento de cobrar pelo aplicativo de mensagens. Invasiva é pouco para classificá-la. Ainda não sei o motivo de ter colocado o número do celular dele para contato, mas tivemos aborrecimento dobrado. 

Nem mesmo peguei o pacote. Minhas compras vão para a casa da minha mãe. Prédio com portaria. Somente no sábado é que terei a chance de conferir o produto enviado. A dúvida que fica é, por que, hoje em dia, as pessoas apenas se comunicam de modo agressivo, mesmo precisando do outro? Educação não existe!

No entanto, a surpresa da rua estava por vir, ao levar o carro para a oficina, num cruzamento, o carro da direita, diante de uma valeta, parou e dei a partida. Eis que um rapaz, de bicicleta veio da esquerda para cima do carro. Na hora, entrei em desespero, só tremia e falei para que ele encostasse. Queria saber se estava bem. Não olhei o carro, que depois me dei conta, ficou todo ralado no parachoque. Arrancou até pedaço da pintura.

Assim concluo que pensamento negativo é contagioso e atrai coisas ruins, sim. Se querem tanto o seu mal, de um jeito ou de outro, algo não legal pode acontecer. Aos perturbados e perturbadores... muita luz! 


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm

.: "The Beatles: Yellow Submarine" é irresistível aventura gráfica

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em abril de 2019.


Pepperland é um paraíso fora da Terra, quase sem inverno e sem solidão, onde a brisa leva a toda parte o som da música e das risadas, a 80 mil léguas no fundo do mar, ele se encontra ou se perde. Eis que o Líder dos Maldosos Azuis, por detestar todo tipo de música, decide varrer Pepperland do mapa, tirando a cor e o som. Assim, as aventuras no submarino amarelo começam quando o marinheiro idoso jovem Fred recruta o quarteto de Liverpool: os Beatles, para trazer a paz e a música de volta ao lugar.

Para comemorar os 50 anos da animação "Yellow Submarine" (1968), com trilha sonora dos Sgt. Peppers, a editora dedicada ao terror e fantasia, Darkside Books, publica no Brasil o Graphic Novel, "The Beatles: Yellow Submarine" (compre neste link). Em 128 páginas de coloridos vibrantes, a psicodélica história de John, Paul, George e Ringo é resgatada num texto infantil, apresentando, assim, essa obra-prima para um novo público.

Seja para o beatlemaníaco completar a coleção, um interessado no estilo romance gráfico ou para o fã novato do quarteto de Liverpool, o lançamento é sem dúvida é uma bela aquisição -uma vez que o livro tem capa dura e páginas acetinadas. Em mãos, a história em quadrinhos "The Beatles: Yellow Submarine" é fascinante, pois resgate com perfeição um clássico do psicodelismo e aviva a perfeita harmonia na mistura de estilos que, mesmo no papel, explodem. 

Diante de tanto colorido, o enredo que denuncia o autoritarismo vivido pela geração da época, deixa claro que tudo o que se precisa na vida para ser feliz é amor e música. A fantasia da história contribui para que a leitura da trama aconteça de modo voluntário, assim, o leitor, envolvido, deseja devorar cada página. Seja o texto -em si- ou as imagens que complementam o conjunto. 

"The Beatles: Yellow Submarine" é diversão garantida, que incentiva o leitor -de todas as idades- a observar os detalhes das diversas ilustrações contidas em cada página, além de lembrar da importância de sonhar. Afinal, "está tudo na mente, você sabe."

Leia também: #ResenhandoQuiz: sabe tudo sobre "The Beatles"? Descubra!



Livro: "The Beatles: Yellow Submarine"
Baseado em uma canção de John Lennon e Paul Mccartney
Adaptação da história por Bill Morrison a partir do roteiro de Lee Minoff, Al Brodax, Jack Mendelsohn e Eric Segal.
Com agradecimentos a Roger McGough
Arte adaptada por Bill Morrison a partir do design e da arte de Heinz Edelmann
Ilustradores p.25 a 96: Andrew Pepoy com Tone Rodriguez
Cores: Nathan Kane
Letreiramento: Aditya Bidikar
Tradução: Bruno Dorigatti
Editora: Darkside Books


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Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: 
@maryellenfsm

Videoclipe da canção "Yellow Submarine"

Sobre o livro

.: Páscoa invade o Parque da Água Branca no feriadão

Além de muito chocolate, evento promove oficinas especiais e caça aos ovos pra criançada


Páscoa agita o Parque da Água Branca nos dias 19, 20 e 21 de abril, das 9h às 19h. Vai ter Festival de Chocolates e doces, muitas brincadeiras para a criançada, além da presença especial do Coelhinho da Páscoa, que estará nos três dias de evento, sempre a partir das 15h, para divertir os pequenos.

Entre as principais atrações está a tradicional caça aos ovos, que acontece no domingo (21), às 15h, e é voltada para crianças de 03 a 11 anos. Já no sábado, dia 20, às 12h, os pequenos contam com uma oficina super divertida de confecção de coelhinhos da páscoa que, ao final, oferece como brinde deliciosos ovinhos de chocolate pra completar a brincadeira. Ambas as atividades serão realizadas com inscrições antecipadas.

E tem mais! O visitante poderá participar, também, de uma oficina de máscaras de coelho, que acontecerá nos três dias, às 13h. Brinquedos infláveis (por R$6,00 cada), passeios de trenzinho, foto com o Coelhinho da Páscoa e visita à toca do Coelho fazem parte da programação.

Além de um pavilhão só de chocolate, com ovos de páscoa, sorvetes, fondues e opções para todos os gostos, o evento promove, ainda, na praça de alimentação, culinária típica "da roça", como galinhada, feijão tropeiro e muito mais, assim como artesanatos de interior e variedades.

Serviço:
Páscoa invade o Parque da Água Branca no feriadão
Data: 19, 20 e 21 de abril de 2019
Horário: das 9h às 19h
Local: Av. Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca, São Paulo – SP (a 800 metros da Estação Palmeiras - Barra Funda do Metrô)
Estacionamento: R$ 10,00 (para um período de até 12 horas)

.: Casa Fuerte: novo espaço em SP dedicado a botânica, artes e design

Focado em design, arte e botânica, espaço celebra e reúne projetos enraizados na cultura latina com programação de oficinas e galeria artística


Com ares de celebração à cultura latino-americana, o bairro da Lapa, em São Paulo, acaba de receber o novo espaço multicultural Casa Fuerte. Com uma curadoria selecionada de expositores dedicados à botânica, design e arte, o projeto traz oficinas e shows autorais reunidos em um só espaço de convivência, criado para hospedar as novidades do design contemporâneo e suas raízes latinas.

Idealizado por Daiana Cavalcante e Jonas Gomes, a dupla por trás do projeto buscou inspiração na obra de Luis Barragán, um dos expoentes da arquitetura mexicana, para o projeto sustentado em pé direito alto da colorida Casa Fuerte. No local, além da exposição das criações artesanais, haverá programação musical intimista com apresentações mensais, aos domingos, feitas com curadoria de Jonas – membro da Oto Gris, banda cearense radicada em São Paulo.

A partir do olhar sensível da dupla de curadores, o espaço promove intercâmbio cultural e traz em seu leque nomes como Paz! Design, Realindo, Gypso, Casa Flaminga, Estúdio Faia, Nódoa, Larissa Arantes, Uinverso, Susanna Mota, Polonnio, Schizzi Books, BeeGreen, Luci Sacoleira, Serpentário, além das marcas argentinas Fruto Estúdio e Imprenta Rescate.

Além da troca de conhecimento entre os expositores, os idealizadores do projeto preenchem a Casa Fuerte com oficinas de bordado e botânica, com Eduardo Hortensiano, e uma seção inteiramente artística, batizada MOSTRA, com trabalhos artísticos assinados por nomes da ascendente cena latina.

Ambientado em um edifício dos anos 40, a restauração do espaço promove a transformação da paisagem e interação com o bairro da Lapa ao contar também com projetos que visam a revitalização de praças nos arredores da Casa Fuerte, a fim de dar continuidade à hospedagem de novas iniciativas em ascensão na região. Possível de ser transformado conforme necessidade, a estruturação do local funciona, sobretudo, como um reduto de jovens empresários e designers permeados pela produção feita em pequena escala e consciente.

SERVIÇO
Casa Fuerte
Endereço: Rua Tito, 1469 – Lapa, São Paulo/SP 
Horário: segunda a sexta, das 10h às 18h; aos sábados, 10h às 16h
Telefone: (11) 3641-4881 / (11) 95224-4788
Facebook: /casafuerte1469 
Instagram: @casafuerte1469
Youtube: dose fuerte

.: Satyros comemora 30 anos com novo espetáculo no Sesc Consolação

Com 14 atores em cena, companhia volta a se apresentar fora de seu próprio espaço após 10 anos

Foto: Andre Stefano


Neste ano, a Cia. de Teatro Os Satyros celebra seu 30º aniversário. Para abrir a comemoração da efeméride, a trupe estreia Mississipi, em 20 de abril, às 21h, no Teatro Anchieta do Sesc Consolação. A partir de pesquisas realizadas pelo grupo sobre o cotidiano das pessoas em situação de rua que vivem no entorno da Praça Roosevelt, a produção aborda a questão urbana nos últimos 20 anos.

A criação retrata três momentos históricos distintos da Praça (1999, 2009 e 2019). Tais períodos são mesclados, de forma que as situações dramáticas quebram a ordem cronológica e propõem uma sequência de imagens que constrói a narrativa da peça.

Além do festejo das três décadas, e do retorno aos palcos fora de seu próprio espaço após 10 anos, vale ressaltar que essa é primeira vez que Os Satyros realiza uma temporada no Teatro Anchieta, espaço teatral icônico da cidade de São Paulo.

Segundo Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, fundadores da companhia, a presença do Satyros no Anchieta está relacionada à região, à proximidade conceitual e geográfica e, principalmente, ao acolhimento cultural que os três espaços (Satyros, Praça Roosevelt e Sesc Consolação) oferecem à população da cidade, cada vez mais ávida por ambientes culturalmente propícios à pluralidade e à arte.

Em continuidade às comemorações, no dia 02 de maio, quinta-feira, às 20h, no Teatro Anchieta, a companhia lança o livro "Mississipi" pela editora Giostri, obra homônima ao espetáculo, também inspirada em situações observadas e vividas pelo grupo na Praça Roosevelt.

Os Satyros: A Cia. De Teatro Os Satyros foi fundada em 1989, por Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez. Já em seus primeiros anos de existência, se destacou por sua linguagem radical e temas polêmicos, em montagens como Sades ou Noites com os Professores Imorais (1990) e Saló, Salomé (1991).
Em 1992, a companhia foi convidada a participar de festivais europeus, em Portugal e na Espanha. Devido à grave crise política e econômica que dominava o Brasil, a companhia se transferiu para Lisboa, em um exílio voluntário até 1999.

Em dezembro de 2000, retorna a São Paulo, abrindo uma sede na Praça Roosevelt, na época considerada uma das regiões mais deterioradas do centro de São Paulo.

A renovação estética e cultural na Praça Roosevelt
Os Satyros participou ativamente no processo de renovação arquitetônica da praça, até então dominada pelo tráfico de drogas, pela prostituição de travestis e michês, e com uma alta taxa de criminalidade.

Todos os anos, o grupo realiza o Festival Satyrianas, importante evento teatral da cidade de São Paulo. Em outra frente de trabalho, ao lado de outros coletivos, o grupo cria a ADAAP, Associação dos Artistas Amigos da Praça, responsável pela criação e administração da SP Escola de Teatro, instituição de formação nas artes do palco, e que mantém parceiras com várias universidades estrangeiras.

A rica vivência dos Satyros na Praça Roosevelt marcou profundamente a estética do grupo, com a participação fundamental de ex-prostitutas, transexuais que haviam sido marginalizadas, ex-traficantes e egressos do sistema prisional. O impacto da entrada de artistas advindos destes grupos sociais vulneráveis se deu em vários campos: na temática, na linguagem e na percepção da vida urbana.

Mississipi: A peça, com a estética de teatro-karaokê, se passa em 3 momentos (1999, 2009 e 2019) e é inspirada por uma série de situações que foram observadas, presenciadas ou vividas pelos integrantes do grupo Satyros. As cenas são intercaladas e criam um emaranhado de situações que, de alguma forma, se relacionam. Mississipi, personagem que dá nome ao texto, é uma pessoa em situação de rua. Sua chegada na Praça Roosevelt aconteceu há 20 anos, em 1999. Seus amigos vivem todos na rua. É por meio dos olhos de Mississipi que podemos conhecer uma praça além do frenesi dos bares e do paredão de prédios.

Em 1999, Raul é um bem-sucedido profissional que se estabelece na Praça Roosevelt e passa a se envolver sexualmente com homens em situação de rua.

Em 2009, Princesa e Vangloria vivem na rua. Princesa trabalhou em uma famosa boate dos anos 1970, Le Masqué. Vanglória é sua melhor amiga e companheira, e está sempre atenta sobre as indicações de placas de rua. Elas são amigas de Maresias, uma famosa atriz de TV. Maresias é deprimida e solitária, e apesar do sucesso e da estabilidade financeira, vive sistematicamente com a hipótese do suicídio em mente.

Em 2019, os moradores dos apartamentos da praça mantêm relações paradoxais com as pessoas da rua. Mariana é uma mulher independente que admira a vida livre dessa população. Max é um jovem antissocial que despreza essas pessoas. Ele e seu amigo Thomas consideram-nos fracassados. Alone é recém-chegado à praça e deseja moralizar a região, eliminando as pessoas que vivem na rua.

O espetáculo tem elementos de romance policial, espetáculo de denúncia, teatro narrativo e teatro-karaokê. Os Satyros utiliza a Praça Roosevelt como alegoria dos acontecimentos políticos e sociais que vêm marcando os últimos anos do país.

Os temas musicais são resgatados do universo brega brasileiro dos anos 1970, a partir de canções de Odair José, Paulo Sérgio, entre outros.

Sinopse: Durante os últimos vinte anos, a Praça Roosevelt passou por um processo de profunda transformação, de local perigoso a um efervescente ponto cultural. A montagem faz dela uma alegoria do cenário político e social do Brasil das últimas décadas.

Mississipi, personagem-título, tinha um sonho de criança, conhecer o estado americano em que seu nome era inspirado. Infelizmente, só conseguiu chegar à Praça Roosevelt, outro nome americano. Trata-se de um painel de personagens com pessoas em situação de rua e moradores da praça. Entre os temas abordados estão os desafios de suas vivências no centro da metrópole, como a intolerância e a violência social, a dificuldade de sobrevivência, a solidão, o abuso policial e a pedofilia, entre outros. Um romance policial, espetáculo denúncia, teatro narrativo e teatro-karaokê.

Lançamento do livro Mississipi: Assinado por Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, fundadores da companhia, o livro integra as comemorações dos 30 anos de existência do grupo.

Tendo como inspiração a praça e todas as situações vivenciadas pelo grupo, a obra cria um emaranhado de acontecimentos que se entrelaçam e se relacionam, dando vida as mais variadas personagens e historias.
O lançamento ocorre durante a temporada, no dia 02 de maio, às 20h, no Teatro Anchieta, com entrada franca. Marcio Aquiles, escritor e crítico teatral, participará do evento, compondo uma roda de conversas em parceria com os autores do livro.

SERVIÇO
Mississipi
Com Os Satyros
De 20 de abril a 26 de maio; sextas e sábados às 21h; domingos às 18h
Local: Teatro Anchieta (280 lugares)
Duração: 120 minutos
Não recomendado para menores de 16 anos
Ingresso: R$ 12,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculados no Sesc e dependentes/Credencial Plena) | R$ 20 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública com comprovante) | R$ 40,00 (inteira).
Ficha Técnica
Elenco: Ivam Cabral, Nicole Puzzi, Eduardo Chagas, Gustavo Ferreira, Henrique Mello, Sabrina Denobile, Fabio Penna, Julia Bobrow, Robson Catalunha, Felipe Moretti, Marcia Dailyn , Ju Alonso, Junior Mazine e Ingrid Soares
Texto: Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez
Direção: Rodolfo García Vázquez
Assistente de Direção: Silvio Eduardo
Iluminação e Operação de Luz: Flavio Duarte
Cenografia: Murillo Carraro
Design de Aparência: Adriana Vaz e Rogério Romualdo
Trilha Sonora e Dramaturgia Sonora: Marcello Amalfi
Preparação Vocal: Dan Ricca e Isis Nascimento
Vozes em Off: Thiago Mendonça e Marcelo Thomaz
Vídeos e Programação Visual: Henrique Mello
Texto do Programa: Marcio Aquiles
Assessoria de Imprensa: Robson Catalunha e Diego Ribeiro
Fotografias: Andre Stefano
Criação e Confecção de Máscaras: Eduardo Chagas
Confecção de Figurinos: Cleide Miwa
Operação de Som: Dennys Leite
Produção Executiva: Silvio Eduardo e Diego Ribeiro
Assistência de Produção: Maiara Cicutt
Administração: Israel Silva

Sesc Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245, Vila Buarque, São Paulo
Informações: (11) 3234-3000
Transporte Público: Estação Mackenzie do Metrô – Linha 4 – Amarela 
sescsp.org.br/consolacao
Facebook, Twitter e Instagram: /sescconcolacao

.: Artluv: plataforma de arte lança ebook sobre marketing para artistas

Publicação gratuita ensina o profissional a ser um influenciador digital e a divulgar suas obras



A Artluv, plataforma que conecta artistas a clientes e amantes da arte, lança neste mês, um ebook destinado à artistas. A publicação, intitulada "O artista e o marketing - Como se tornar um artista influenciador", adapta fundamentos do marketing para a construção de uma carreira no mercado da arte. Com linguagem didática e simples, a narrativa ensina o profissional a se promover e a divulgar suas obras. "A sensação de invisibilidade que alguns artistas sentem ao tentarem comercializar suas criações pode ser combatida com noções de marketing", comenta Wendell, CEO da Artluv. O empreendedor acredita que ouvir as "dores" dos profissionais é essencial para que o mercado artístico evolua. 

Sobre a Artluv: Lançada em agosto de 2017 por Wendell Toledo, a Artluv é uma ArtTech que conecta artistas a clientes com o objetivo de expandir o mercado de arte no Brasil. O site reúne, em um único ecossistema, marketplace e agenda cultural, conectando artistas, clientes e amantes de arte. A ideia surgiu de uma necessidade pessoal do fundador de vender um quadro de seu acervo particular. Hoje, o site reúne cerca de 400 artistas, aprovados por uma rigorosa curadoria feita por especialistas do Brasil e dos Estados Unidos, possui uma demanda diária de novos portfólios e realiza cerca de 15 transações por semana. Acesse: artluv.net

quinta-feira, 11 de abril de 2019

.: Tarsila Popular: 11 motivos para não perder a exposição no MASP

Abaporu, Tarsila do Amaral

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em abril de 2019



A mostra mais ampla da pintora modernista Tarsila do Amaral, está em cartaz no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, MASP, até 28 de julho. "Tarsila popular" propõe um novo olhar em direção aos temas, personagens e narrativas presentes no trabalho daquela que queria ser "a pintora do Brasil", tratando de questões políticas, sociais, e raciais. Com curadoria de Adriano Pedrosa e Fernando Oliva, reúne cerca de 113 obras da artista, entre pinturas e desenhos. Confira a lista e descubra os 11 motivos para não perder a exposição mais ampla de Tarsila do Amaral!


1. A experiência de estar diante de cada obra representativa para a fase modernista e importante para a história do Brasil é uma sensação inigualável.

2. O apoio de placas descritivas que facilitam a interpretação de cada quadro exposto. Das 52 telas expostas, 40 têm textos analíticos inéditos escritos por pesquisadores convidados.

3. "Tarsila Popular" está no MASP. Portanto, é fácil chegar, pois está localizado no coração de São Paulo, na famosa Avenida Paulista.

4. A exposição a ser devorada pelo público propõe olhares inéditos e femininos, com organização de Fernando Oliva e Adriano Pedrosa.

5. Apreciar cada detalhe do original e famoso quadro "Abaporu" é uma vivência marcante e inesquecível.

6. Pertencente ao ciclo de mostras “Histórias das mulheres, histórias feministas”, nesse catálogo houve a contribuição de duas pesquisadoras negras Amanda Carneiro e Renata Bittencourt. Até então nenhuma autora, pesquisadora, curadora, crítica negra havia escrito sobre Tarsila. 

7. É a exposição mais ampla de Tarsila do Amaral, pois abrange as pinturas de 1921 até 1969. A maior foi realizada na Pinacoteca, em 2008, com "Tarsila Viajante" que incluiu cerca de 100 desenhos da artista.

8. "Tarsila Popular" reúne pela primeira vez obras importantes como "A Negra" (1923), emprestada pelo MAC (Museu de Arte Contemporânea de São Paulo), O Abaporu (1928), que pertence ao Malba (Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires) e O Pescador (1925), vendido por Tarsila em 1931 para o museu Hermitage, na Rússia, que nunca havia sido exposto no Brasil.


Autorretrato, Tarsila do Amaral

9. A exposição é organizada em cinco partes, conforme o ano de produção e a relação das obras. No início, estão o "Autorretrato" de casaco vermelho (1923), o "Autorretrato II" (1924) e "A Negra" (1923).

10. Sem seguir uma ordem cronológica, mas de semelhanças, a mostra traz um setor de nus, de viagens, manifestações religiosas, além dos trabalhos da artista que mais se relacionam com o popular. 

11. O catálogo de "Tarsila popular" pode ser adquirido no MASP Loja, ponto de vendas do museu com entrada gratuita, independente das exposições. Valores: R$ 139 (brochura) e R$ 169 (capa dura).


Religião Brasileira, Tarsila do Amaral

TARSILA POPULAR
Abertura: 4 de abril, às 20h
De 5 de abril a 28 de julho de 2019
Local: 1º andar
Endereço: Avenida Paulista, 1578, São Paulo, SP
Telefone: (11) 3149-5959
Horários: quarta a domingo: das 10h às 18h (bilheteria aberta até as 17h30); terça-feira: das
10h às 20h (bilheteria até 19h30)
Ingressos: R$ 40 (entrada); R$ 20 (meia-entrada)
O MASP tem entrada gratuita às terças-feiras, durante o dia todo.
AMIGO MASP tem acesso ilimitado e sem filas todos os dias em que o museu está aberto.
O ingresso dá direito a visitar todas as exposições em cartaz no dia da visita.
Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam R$ 20 (meia-entrada).
Menores de 11 anos de idade não pagam ingresso.
O MASP aceita todos os cartões de crédito.
Estacionamento: é preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do
museu.
CAR PARK (Alameda Casa Branca, 41)
R$ 18 até 12h
seg - sex: 7h-23h
sáb, dom e feriado: 8h-20h
PROGRESS PARK (Avenida Paulista, 1636)
seg - sex, 7h-23h: R$ 20
sáb, dom e feriado, 7h-18h: R$ 20
Acessível a deficientes físicos, ar condicionado, classificação livre


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm




.: Portela abre crowdfunding para a 1ª edição da FLIPORTELA

A Portela pretende fazer a 1ª edição da Festa Literária FLIPORTELA e para isso abriu um crowdfunding. Ao todo, a escola de samba precisa atingir três metas, cada uma definirá o alcance do evento, e a primeira delas é de R$32 mil e precisa ser conquistada até o dia 20 deste mês. Caso contrário, todo o valor arrecadado até o momento terá que ser devolvido.

O evento tem como datas os dias 20 e 21 de abril, na quadra da escola (RJ), e contará com debates, leituras, oficinas, saraus poéticos, exibição de filmes, artesanato, gastronomia, entre outras coisas.

Para contribuir, acesse o site: benfeitoria.com/Fliportela2019

.: Um passeio monitorado no Cafezal Urbano do Instituto Biológico

É domingo de manhã e a Avenida 23 de Maio pulsa movimento naquele que é considerado o dia do descanso. Logo ao lado, guindastes de obras também não tiram folga e levantam estruturas que fazem de São Paulo a cidade que nunca dorme. O Museu de Arte Contemporânea (MAC) vê seus corredores ficarem cheios de gente faminta de cores e formas. O Parque do Ibirapuera recebe aqueles ansiosos por lazer e relax em seu gramado. Em meio a tudo isso, o Cafezal Urbano do Instituto Biológico (IB), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento paulista, recebe um pouco de cada uma dessas influências em uma visita monitorada que une história, lazer, economia, cultura e agricultura.

Enquanto a cidade é construída, o trânsito escorre pelas ruas e a descontração toma conta do gramado do maior parque da América Latina, um grupo de 30 pessoas de todas as idades se prepara para conhecer um dos principais motores que ditaram esse ritmo frenético de hoje: o café. Conhecer em seu mais amplo sentido, com direito a comer o grão, sentir o cheiro das cerejas que colorem de vermelho os galhos e descobrir como a força da cafeicultura paulista foi construída. A produção dos cafés do Brasil equivale a 36% do total mundial.

A pesquisadora Harumi Hojo guia o grupo ricamente heterogêneo, com estudantes de Comércio Exterior, representantes da indústria, baristas e famílias curiosas por um programa dominical diferente, informativo e divertido. Antes de levar todos para a imensidão verde do cafezal, nesta época salpicada de tons de vermelho das cerejas do grão, familiariza os presentes com uma das mais completas cadeias produtivas do agro.

Nossa guia explica que o café dá no pé uma vez ao ano, que a coloração e o sabor são resultados dos diferentes tipos de torra e que uma maior qualidade da bebida está ligada ao pouco processamento. É a partir de fevereiro que o grão começa a amadurecer – seguindo a sabedoria da natureza que ameniza a temperatura para a chegada do Outono. Mas em um ritmo que precisa ser respeitado para ter bom sabor. "Se o grão amadurece muito depressa interfere na qualidade. O amadurecimento é que faz a mudança dos açúcares", esclarece.

Essa verdadeira aula, à sombra de um abacateiro, à frente de grandes e frondosas filas de dois mil pés de café tipo arábica das variedades Catuaí e Mundo Novo, continua ao ensinar mais uma vez a perfeição da natureza – o pé de café produz apenas onde os raios solares alcançam. Vem daí a necessidade de um manejo constante que libere ao sol aqueles raios que ainda não produziram seus frutos. É preciso luz para que o verde seja lindamente manchado por frutas de rica paleta de vermelhos.

Enquanto o filho ainda pequeno se diverte juntando a grama recém-cortada, Yukari Toyoshima presta atenção às orientações e descobre que são necessários dois quilos de grãos para se fabricar 250 gramas de café em pó. Que os grãos não podem ser colhidos de qualquer maneira porque possuem amadurecimentos diferentes e que alguns cafés são mais caros do que outros justamente por esse cuidado.

Contente por ter uma manhã de domingo educativa e divertida ao mesmo tempo ao lado do marido, dos sogros e do pequenino, ela elogia a iniciativa do IB. "É um lugar muito rico para se conhecer. Vou indicar para a escola do meu filho para trazer os alunos aqui para aprenderem tudo isso". Não é o primeiro contato dela com o Instituto, já que o feijão que a família consome é de uma marca que faz questão de estampar em sua embalagem que seu produto foi analisado pelo Laboratório de Resíduos de Pesticidas.

Mas foi sim a primeira vez que seus olhos vislumbraram a beleza de um cafezal, ainda maior nos meses de setembro e outubro – quando a florada do café pinta de branco a área, deixa o ar com um perfume indescritível (que já despertou o interesse de uma grande fabricante de cosméticos) e oferece um show visual para quem visita o local ou tem a sorte de vê-lo em sua totalidade do alto do prédio do MAC.

Mas não é preto?
Olhos e ouvidos continuam atentos para aprender que o café não é semeado. Seu plantio é feito com mudas: une-se duas ou três delas, sadias e de variedade apropriada de acordo com o local, para se formar um pé de café – que pode crescer como qualquer outra árvore se não for realizada a poda de acordo com o que se espera da planta.

Enquanto pisam na terra cheia de matéria orgânica que aduba a plantação – que não utiliza nada químico -, o grupo experimenta o grão in natura para que alguns descubram algo que parece surpreendente para os leigos: o grão recém-colhido não tem o gosto do café que conhecemos – este sabor é conferido pela torra. Café não é preto, é verde. Café não nasce no pacote que compramos na prateleira do supermercado.

É justamente por nascer no solo, à disposição dos humores de um céu aberto e suas intempéries, que o pé de café pode, assim como os animais e outras plantas, ficar doente. Um dos principais focos do Instituto Biológico é justamente a sanidade animal e vegetal, e no Cafezal Urbano esse conhecimento é aplicado no combate à broca, um besouro bem pequeno que, sem ser convidado, entra na cereja, devora o grão e causa muito prejuízo.

Combate-se ainda o bicho mineiro e a ferrugem – ambos responsáveis por danificar as folhas e motivar uma explicação que pode parecer simples, mas é extremamente valiosa para quem vive de vender os grãos: com menos folhas, a fotossíntese também é menor. Com menos fotossíntese, há menos produtividade. Ou seja, menos folhas = menos grãos = menos vendas = tristeza do cafeicultor.

Melhor do mundo
Mas para deixar o clima alegre de novo, nada como um bom elogio. Daqueles de despertar sorrisos: "é o melhor do mundo!". É como o barista Daniel Carvalho classifica o café brasileiro. Cheio de orgulho e conhecimento, dá uma verdadeira aula sobre exportação, beneficiamento e cafés especiais. Conta um pouco da história do famoso grão colombiano, que tomou o espaço das plantações de coca. Explica a formação de preços no mercado internacional e enriquece o passeio/aula/vivência/diversão/tudo isso junto.

Uma experiência como esta pode ser vivida por todo mundo que tem curiosidade sobre um dos principais produtos agrícolas brasileiros. Para se ter a consciência de que a história do café se confunde com a do Estado de São Paulo, toda a população pode agendar uma visita como esta. Pode ainda mais: colher os grãos direto dos pés.

Não, não é algo muito distante de você. Na manhã do próximo 24 de maio, o IB abre suas portas para quem quiser participar do "Sabor da Colheita", evento realizado no Dia do Café para marcar oficialmente mais um início deste trabalho de colher, secar, beneficiar, ensacar e levar o nome do Brasil para grande parte do mundo – com um sabor delicioso, arrancando elogios e dando água na boca.

Quer um gole?

.: Expoflora: Produtores abrem estufas de flores e plantas para turistas

Foto: Divulgação

Inspirados em evento semelhante que acontece em diversas regiões da Holanda desde a década de 1970 - Kom in de kas (Entre na estufa) -, seis produtores de flores e plantas e a Faagroh - Faculdade de Agronegócios de Holambra - apresentam aos visitantes, de maneira lúdica, como funciona todo o processo do cultivo das flores e plantas ornamentais. Serão três saídas no sábado (dia 13) e domingo (14), a partir das 9h. Os ingressos custam R$ 72,00 e estão à venda no site www.ingressorapido.com.br

Para atender à grande curiosidade do público, um grupo de seis produtores de flores e plantas ornamentais e a Faculdade de Agronegócios de Holambra (Faagroh) uniram-se para criar o evento “Estufas Abertas” e, assim, permitir que o público conheça como é feito o cultivo, a tecnologia empregada e todo o desenvolvimento dos processos com práticas sustentáveis em suas produções. Os passeios acontecem no próximo fim de semana (sábado, dia 13, e domingo, 14), às 9h, às 10h e às 11h.

As saídas serão do estacionamento do Parque da Expoflora (Rodovia SP-107, em frente ao Moinho Povos Unidos). O visitante poderá ficar quanto tempo quiser em cada produção. O transporte percorrerá as estufas a cada 15 minutos para a continuidade do passeio ou retorno ao local de embarque. “O passeio pode durar o dia inteiro ou apenas duas horas. O visitante é quem determina o tempo das visitas”, explica Margareth Pennings, da organização do evento. Não é permitido o uso de veículo próprio.

Produções: As produções visitadas serão a Isidorus Flores (rosas em vaso e crisântemos bola belga), Jan de Wit (lírios), Panorama Flores (cíclames e hibiscos), Rancho Raízes (crisântemos em vaso), Van der Heijden (plantas verdes) e Viva Flora (spathyphilium, popularmente conhecida como “bandeira branca”).                      

O evento é inspirado no Kom in de kas (Entre na estufa), promovido em diversas regiões da Holanda desde a década de 1970. Serão apresentadas aos visitantes desde as inovações utilizadas atualmente na agricultura até a valorização do capital humano. O passeio inclui a visita à Faagroh, primeira instituição brasileira de ensino superior com cursos focados na Horticultura e com instalações que possibilitam ao aluno a atividade prática durante toda sua permanência no campus.

As visitas são permeadas pelas histórias de seus anfitriões – imigrantes holandeses -, remetendo a seus hábitos, costumes, curiosidades e à adaptação à cultura brasileira.  “Tudo num clima familiar e acolhedor, visto que essas fazendas produtivas são como uma segunda casa para os produtores e seus funcionários”, explica Margareth.

Foto: Divulgação

Ingressos: Os ingressos custam R$ 72,00, estão à venda no site ingressorapido.com.br e incluem o estacionamento e o transporte para as estufas. Terão direito ao pagamento de meia-entrada todos aqueles garantidos por lei e, também, jovens com idades entre 15 e 29 anos pertencentes a famílias de baixa renda, pessoas com deficiência e seu acompanhante, diretores de escolas, coordenadores pedagógicos, supervisores e professores. O evento tem o apoio da Cooperativa Veiling Holambra, da Sicredi - Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Associados de Holambra - e da Prefeitura Municipal de Holambra.

Referência na produção de flores e plantas ornamentais, Holambra está localizada a 140 km da capital paulista, sendo hoje um dos principais polos produtivos e comerciais neste segmento.

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