quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

.: Baseado em Freud, espetáculo "Corpo" prorroga temporada até dia 8 de março


Com peças curtas de Silvia Gomez, Carla Kinzo, Fernanda Rocha, Lucas Mayor e Marcos Gomes, "Corpo" prorroga temporada no Teatro Cemitério de Automóveis. Criados a partir de texto de Sigmund Freud, os cinco textos que compõem o espetáculo exploram noções de corpo e do efeito de estranhamento que as pessoas encontram no cotidiano. Fotos: Lucas Mayor e Cristiane Jatobá.

Cinco jovens dramaturgos que têm se destacado nos últimos anos na cena teatral paulistana – Carla Kinzo, Fernanda Rocha, Lucas Mayor, Marcos Gomes e Silvia Gomez – escreveram peças curtas para compor o espetáculo "Corpo". O elenco é formado pelos atores Andrea Tedesco, Antoniela Canto, Daniela Schitini, Ester Laccava, Monalisa Vasconcelos, Nelson Peres, Pablo Perosa, Rebecca Leão e Pedro Guilherme.

“Temos investigado há algum tempo a questão das formas breves nas narrativas. E nossos trabalhos  nesse tempo, por vezes, tem sido convidar outros dramaturgos para escrever conosco cenas ligadas por algum tipo de temática. Na nossa oficina de dramaturgia, pensamos a estrutura do conto para a concepção de uma peça”, revela Lucas Mayor, que assina a direção  do espetáculo junto com Marcos Gomes.

A ideia de criar a montagem surgiu do dramaturgo Marcos Gomes em 2018 e partiu do artigo “O Inquietante” (sob o título original de “Das Unheimliche”, que também pode ser traduzido como o “estranho-familiar”), escrito por Sigmund Freud (1856-1939). Na obra, o fundador da psicanálise comenta exemplos da literatura que provocam no leitor um efeito de estranhamento do cotidiano.

Outras grandes referências são as peças dos autores ingleses Caryl Churchill e Harold Pinter (1930-2008), nas quais as características estranhamente familiares apontadas por Freud surgem de maneira teatral, como, por exemplo, a questão do “duplo” (a sensação angustiante de ver a si mesmo como um outro, como quando uma pessoa olha no espelho e não se reconhece).

Os dramaturgos do projeto partiram desses textos e conceitos para criar as próprias cenas curtas. A questão do corpo como foco central da dramaturgia surgiu quando Silvia Gomez e Fernanda Rocha entregaram os primeiros textos e ambos abordavam esse tema, sem deixar o mote inicial se perder.

A encenação é minimalista, com poucos objetos em cena, e prioriza a dramaturgia e o trabalho do ator. “Eu e o Marcos trabalhamos para aglutinar esses textos de maneira que a costura se desse de forma natural. Por exemplo, uma música que encerra uma cena vai estruturar o início de outra - é um tipo de ligação um pouco mais invisível. Deixamos que a plateia faça essa relação a partir da temática e que as cenas tenham autonomia por si”, segundo Mayor.

Entre as situações retratadas nas peças, estão um casal que discute as mudanças em suas vidas trazidas pela chegada do filho; uma consulta indiscreta de uma mulher que tem uma mancha na visão com sua oftalmologista; a relação inusitada entre dois vizinhos; uma mulher e um homem que se confrontam com o aparecimento de algo estranho no corpo de um deles; e os comentários de duas irmãs sobre a gravidez de uma terceira.

Sinopse
O espetáculo "Corpo" reúne cinco peças curtas de Carla Kinzo, Fernanda Rocha, Lucas Mayor, Marcos Gomes e Silvia Gomez que surgiram a partir do texto “O Inquietante”, de Sigmund Freud. As cenas investigam de diferentes maneiras as noções de corpo e do efeito de estranhamento do cotidiano. Entre as situações retratadas nas peças curtas, estão um casal que discute as mudanças em suas vidas trazidas pela chegada do filho. Uma consulta indiscreta de uma mulher que tem uma mancha na visão com sua oftalmologista. A relação inusitada entre dois vizinhos, uma mulher e um homem que se confrontam com o aparecimento de algo estranho no corpo de um deles. Além de os comentários de duas irmãs sobre a gravidez de uma terceira.

Ficha técnica
Dramaturgia: Carla Kinzo, Fernanda Rocha, Lucas Mayor, Marcos Gomes e Silvia Gomez. Direção: Lucas Mayor e Marcos Gomes. Elenco: Andrea Tedesco, Antoniela Canto, Daniela Schitini, Ester Laccava, Monalisa Vasconcelos, Nelson Peres, Pablo Perosa, Rebecca Leão e Pedro Guilherme.

Serviço
"Corpo", com direção de Lucas Mayor e Marcos Gomes. Duração: 60 minutos. Temporada: 25 de janeiro a 8 de março, aos sábados, às 21h; e domingos, às 20h - a peça não faz apresentações no carnaval. Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$20 (meia-entrada). Classificação: 16 anos. 

Teatro Cemitério de Automóveis
Rua Frei Caneca, 384, Consolação.

.: Tiê celebra dez anos de carreira no Sesc Pinheiros


Cantora traz na bagagem quatro discos lançados, turnês internacionais, participações em grandes festivais, dez músicas em trilhas sonoras de novelas e diversas parcerias musicais. Foto: Johnny Moraes

A cantora Tiê celebra seus dez anos de carreira e o caminho que percorreu para chegar ao atual momento profissional no dia 28, sexta-feira, 21h, no Teatro Paulo Autran. A artista, que já morou no Japão e em Nova York, fez turnê com o Toquinho antes de traçar os projetos solos e gravou ao lado de David Byrne, Jorge Drexler e Luan Santana.

Para registrar a primeira década de carreira, Tiê gravou no último mês seu primeiro DVD ao vivo no YouTube Space. O projeto traz releituras, sucessos e inéditas, totalizando 17 faixas, com produção de Paul Ralphes, direção de Clara Cavour, arte de Rita Wainer, cenário de Nina Becker, figurino de Carol Roquuete e beleza de Brenno Melo.

Nomeado “Dix” (dez em francês), o registro audiovisual conta com as participações de Cynthia Luz e do cantor e compositor Rael. “Tem um olhar de maturidade diferente nesse trabalho. Estou mais leve, porém ainda muita intensa. O número dez representa a ausência e a completude ao mesmo tempo. Ou seja, a falta de um repertório só de inéditas, como estou acostumada a lançar, mas a totalidade de revisitar o caminho até aqui”, reflete a cantora. O show conta com André Whoong (guitarra e teclado), Gianni Salles (contrabaixo) e Matheus Souza (bateria).

Serviço:
Show – Tiê – 10 Anos
Dia 28 de fevereiro, sexta-feira, às 21h. Local: Teatro Paulo Autran (1010 lugares). Recomendação: dez anos. Duração: 90 minutos (aproximadamente). Preços: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia entrada: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência) e R$ 12 (credencial plena do Sesc - trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).

Sesc Pinheiros 
Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros. Bilheteria: Terça a sábado das 10h às 21h. Domingos e feriados das 10 às 18h. Telefone: (11) 3095-9400. Estacionamento com manobrista: terça a sexta, das 7h às 21h30. Sábados, das 10h às 21h30. Domingos e feriados, das 10h às 18h30. Taxas / veículos e motos: para atividades no Teatro Paulo Autran, preço único: R$ 12 (credencial plena do Sesc) e R$ 18 (não credenciados). Transporte Público: Metrô Faria Lima - 500m / Estação Pinheiros - 800m. Sesc Pinheiros nas redes: Facebook, Twitter e Instagram

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

.: As últimas apresentações de "As Mãos Sujas", de Jean-Paul Sartre


Com direção de José Fernando Peixoto de Azevedo, "As Mãos Sujas" segue em cartaz até dia 1º no CCSP. A partir da obra de Jean-Paul Sartre, espetáculo propõe uma reflexão sobre a política, o indivíduo e o coletivo e adota recursos cinematográficos inspirados pelo filme "Terra em Transe", de Glauber Rocha. Foto: Padu Palmeiro.

Depois de uma bem-sucedida temporada no Sesc Ipiranga, a versão de José Fernando Peixoto de Azevedo para "As Mãos Sujas" do filósofo, crítico e escritor Jean-Paul Sartre (1905-1980), caminha para as últimas apresentações CCSP – Centro Cultural São Paulo. O elenco traz Gabriela Cerqueira, Georgina Castro, Paulo Balistrieri, Paulo Vinícius, Rodrigo Scarpelli, Thomas Huszar e Vinicius Meloni, além do músico Ivan Garro e do câmera Yghor Boy.

A montagem, que foi indicada ao prêmio APCA 2019 (Associação Paulista de Críticos de Arte) nas categorias de melhores espetáculo e ator, conta a história de um jovem intelectual que decide matar o líder de seu partido após este propor uma aliança com conservadores. A encenação de Azevedo estabelece diálogo entre o teatro e o cinema, à medida que imagens captadas ao vivo por uma câmera são projetadas em um telão que é posicionado em vários lugares no palco. “Em seus deslocamentos espaciais, a câmera de fato contracena com os atores. Ela assume uma função de saturar as suas presenças e intensificar planos”, conta o diretor. 

A escolha por esses recursos cinematográficos é inspirada no filme "Terra em Transe", uma das obras-primas do cineasta Glauber Rocha, lançada em 1967, cuja estética também inspirou os figurinos e as músicas executadas ao vivo por Ivan Garro. A trilha sonora sobrepõe sonoridades presentes no filme a outras que foram pensadas a partir do texto de Sartre.

José Fernando Peixoto de Azevedo conta que o desejo de montar esse texto surgiu há mais de uma década, em meio a pesquisas feitas em conjunto com a companhia Teatro de Narradores (1997-2016) sobre engajamento político nas artes, que contemplava textos do francês, de Glauber Rocha, do dramaturgo alemão Bertolt Brecht e do cineasta italiano Pier Paolo Pasolini.

O espetáculo elabora o que o diretor nomeia como “deslizamentos temporais”, de modo que a cena transita entre 1943 (ano em que Sartre situa a ação), o presente e interrogações a um futuro próximo. Com esses deslizamentos temporais, a peça discute questões como o conceito de um partido político, o sentido e as consequências das alianças com forças conservadoras e guerra ideológica que vivemos nos dias de hoje. 

O diretor complementa que a reflexão também se estende para as condições que o engajamento político impõe a um indivíduo. “Quais são as alianças necessárias para a sobrevivência da esquerda e qual é a real necessidade disso?”, questiona-se.

Sobre José Fernando
Zé Fernando, como é conhecido, é professor na Escola de Arte Dramática,
 no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas  e no Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Estudou cinema, possui graduação e doutorado em Filosofia pelo Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, onde defendeu tese sobre o teatro do dramaturgo alemão Bertolt Brecht. 

Atua como pesquisador nas áreas de história e estética do teatro brasileiro e do teatro negro, além de estética e filosofia contemporânea. Foi fundador, dramaturgo e diretor do Teatro de Narradores e é colaborador do grupo de teatro negro Os Crespos. Atua também como curador. Dirigiu recentemente o espetáculo "Navalha na Carne Negra" e publicou, pela editora n-1, o volume da coleção Pandemia intitulado "Eu, Um Crioulo" e pelas editoras Cobogó/Sesc como co-organizador, o livro "Maratona de Dramaturgia".

Sinopse
Hugo é um jovem intelectual burguês que se engaja no Partido Comunista
 numa região ocupada pelo inimigo fascista. O líder do partido, Hoederer, propõe uma aliança com partidos conservadores, contra o ocupante. Seus companheiros se opõem a essa política de alianças e sua linha conciliatória e decidem eliminar o líder. Para tal tarefa convocam Hugo, como condição para sua legitimação no coletivo, numa espécie de "batismo de fogo". Anos depois, já fora da prisão, Hugo depara-se com os desdobramentos da política do partido.

Ficha Técnica
"As Mãos Sujas"
Texto: Jean-Paul Sartre. Dispositivo de cena e direção geral: José Fernando Peixoto de Azevedo. Assistente de direção: Murilo Franco. Tradução: Homero Santiago. Elenco: Gabriela Cerqueira, Georgina Castro,  Paulo Balistrieri, Paulo Vinícius, Rodrigo Scarpelli, Thomas Huszar e Vinicius Meloni. Direção musical: Guilherme Calzavara. Desenho de som e sonoplastia: Ivan Garro. Música em cena: Ivan Garro, Rodrigo Scarpelli e Thomas Huszar. Câmera em cena e edição: Yghor Boy. Iluminação: Guilherme Bonfanti. Operação de luz: Guilherme Soares. Figurino: Marcelo Leão e José Fernando Peixoto de Azevedo. Assessoria para o trabalho de voz: Mônica Montenegro. Consultoria teórica: Franklin Leopoldo e Silva. Assessoria de imprensa: Pombo Correio. Produção: Corpo Rastreado.

Serviço
“As Mãos Sujas”, de Jean-Paul Sartre
CCSP – Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000, Paraíso.
Até 1º de março. Às sextas-feiras, sábados e  domingos, às 20h. Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$10 (meia-entrada). Bilheteria: de terça a sábado, das 13h às 21h30; e aos domingos, das 13h às 20h30. Informações: (11) 4000-1139.
Ou pelo site: https://www.sympla.com.br/corporastreadoCapacidade: 321 lugares. Duração: 180 minutos. Classificação: 14 anos.

.: "Não se Humilha, Não": Isabela Freitas contra relacionamentos abusivos


Em novo livro, que aborda experiência com relacionamento abusivo, autora mineira constrói o universo que deu origem ao best-seller "Não se Apega, Não".

Quando conheceu Gustavo, Isabela parecia ter encontrado o garoto que se encaixava perfeitamente nos seus sonhos. Ela havia acabado de reencontrar os amigos na volta às aulas da faculdade de Direito e estava saindo com um colega do curso de inglês, mas sabia que a relação não tinha futuro. Em uma festa badalada da Medicina, ela fica com Gustavo, aluno novato da universidade e membro de uma família tradicional de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Como sempre acontece nas grandes paixões, o início do relacionamento foi arrebatador, e Isabela sentia como se estivesse vivendo um conto de fadas.

Com o tempo, no entanto, a história dos dois ganhou novos contornos. Ninguém imaginava que, por trás das declarações de amor de Gustavo nas redes sociais, havia uma garota que a cada dia ia se anulando, perdendo o brilho e que se via obrigada a medir cada gesto, a ponto de nem se reconhecer mais. Passada a fase inicial de encantamento, Isabela começa a identificar traços preocupantes da personalidade do namorado: ele é excessivamente ciumento, possessivo e capaz de oprimi-la com duras palavras. Como superar a sensação de fracasso e recuperar a autoestima para sair dessa?

"Não se Humilha, Não" prepara o terreno para os acontecimentos narrados nos três primeiros volumes da série, que já vendeu 1,5 milhão de exemplares no Brasil. Seu lançamento está sendo ansiosamente aguardado pelos fãs: mais de 10 mil exemplares foram comercializados no primeiro mês de pré-venda um recorde na história da Intrínseca. A trajetória da protagonista começou a ser contada em 2014 com o livro "Não se Apega, Não", que ganhou adaptação para a televisão, em episódios exibidos no programa "Fantástico", com supervisão de roteiro de Manoel Carlos. 

A nova trama traça o cenário que vai levar a personagem a buscar o desapego, construindo o universo que dá origem à série de livros. Aos 29 anos, e recorrendo aos recursos narrativos da autoficção, Isabela Freitas explora temas relevantes como autoaceitação, relacionamentos tóxicos, empoderamento feminino e pressões sociais impostas às mulheres.

Sobre a autora
Isabela Freitas, 29 anos, é autora dos best-sellers "Não se Apega, Não", publicado em 2014, "Não se Iluda, Não", de 2015, e "Não se Enrola, Não", de 2016, que juntos venderam 1,5 milhão de exemplares. Sucesso nas redes sociais, a escritora mineira morou em São Paulo, no Rio de Janeiro e em 2019 retornou a Juiz de Fora, onde se dedica à maternidade e à literatura.

"Não se Humilha, Não"
320 páginas
Impresso: R$ 39,90
E-book: R$ 19,90

.: "Vidas Secas - Uma Cantata Nordestina" em cartaz até dia 8


O espetáculo “Vidas Secas - Uma Cantata Nordestina” segue em cartaz até dia 8 de março no Teatro Raul Cortez, em São Paulo. Dirigido por Rafael de Castro - Prêmio Especial do Júri de Pesquisa dramatúrgica com olhar para Infância e Juventude no XVII Festival Nacional de Teatro de Guaçuí - a peça conta a vida dos personagens Fabiano, Sinhá Vitória, o Patrão, o Soldado e a cachorra Baleia.

Com seis atores no palco “Vidas Secas – Uma Cantata Nordestina” é uma adaptação do romance “Vidas Secas” de Graciliano Ramos, publicado em 1932, com uma estética no espetáculo em ritmos com o maracatu, cantigas de ninar e forró. Os ingressos podem ser adquiridos no site da Sympla - https://bileto.sympla.com.br/event/64393/d/81892/s/425262 - ou na bilheteria do teatro.

Espetáculo infantil
Com estética inspirada no cordel brasileiro, todo o universo sertanejo proposto por Graciliano Ramos toma vida nessa montagem inédita realizada pelo Grupo Artemis de Teatro de São Paulo. Um clássico da literatura brasileira, o livro Vidas secas, de Graciliano Ramos, escrito entre 1937 e 1938, com dez milhões de cópias e traduzido em três idiomas, ganhou do Grupo Artemis de Teatro de São Paulo, uma adaptação para os palcos. 

A história retrata uma família de retirantes nordestinos que luta para sobreviver em meio a tantas angústias e aflições, numa terra onde falta água, mas transborda esperança. É, agora, retratada no formato musicado, como uma cantata, com uma trilha sonora original que passa pelos mais diversos ritmos brasileiros, como forró, maracatu e cantigas de ninar.

O espetáculo traz seis atores que interpretam os integrantes da família: Fabiano, Sinhá Vitória, seus filhos, o Patrão, o Soldado e a cachorra Baleia que é interpretada por um manipulador de marionetes. A peça é permeada por músicas, cantorias que ajudam os personagens a organizar e a contar a história e um pouco de si.

O grupo Artemis de Teatro existe há 20 anos, sempre buscando os meios de contar bem suas histórias. O espetáculo foi ganhador do Prêmio Especial do Júri Para Pesquisa com Olhar para a Infância e Juventude no XVII Festival Nacional de Teatro de Guaçuí e Indicado e Recomendado pela FDE – Fundação para o Desenvolvimento da Educação, inserido no Projeto Cultura Ensina e integra o projeto Território Sesi-SP de Arte e Cultura, que visa incentivar e difundir a produção artística regional. 

Ficha técnica
Dramaturgo e diretor geral: Rafael de Castro, fundador e idealizador do grupo. ElencoMárcia Oliveira, Vinícius Franzolini, Lucas Fiorello, Jonathan Well, Valmir D'Fiama e Felipe Rodrigues.

Serviço
"Vidas Secas - Uma Cantata Nordestina"
Local: Teatro Raul Cortez - Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista, São Paulo. Até dia 8 de março. Sábados e domingos, às 15h. Telefone: (11) 3254-1633. E-mail para contato: teatro.raulcortez@fecomercio.com.br. Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do teatro ou na plataforma Sympla: https://site.bileto.sympla.com.br/teatroraulcortez/

*Atualizado em 26 de fevereiro de 2020.

.: Teatro grátis: "Morte Acidental de Um Anarquista" até dia 1º em São Paulo


Sucesso de público e crítica, "Morte Acidental de Um Anarquista", escrita no inicio dos anos 70, cumpre temporada no Teatro Alfredo Mesquita, até 1º de março, com entrada gratuita. A irreverente comédia de Dario Fo  já vista por mais de 250 mil espectadores e fez turnê em 27 das principais cidades brasileiras.

A peça parte de um caso verídico, uma controversa investigação de um caso ocorrido em Milão, em 1969, e tem como pano de fundo os ataques a bomba que feriram e mataram dezenas de pessoas nas cidades de Milão e Roma. O mote é o suposto suicídio de um anarquista acusado pelos atentados que teria se jogado da janela do prédio da polícia durante o interrogatório. O caso ficou nebuloso com as diversas versões e incoerências nos depoimentos dos policiais envolvidos, porém ninguém foi condenado por falta de provas.

Um ano após o episódio na história da Itália, Dario Fo estreou sua peça ficcional, uma comédia, que coloca dentro da delegacia naquele dia a figura de um louco revelando práticas de torturas física e psicológica nos interrogatórios policiais. Na dramaturgia, o louco é acusado de falsidade ideológica, por se passar por outras pessoas, porém se revela mais esperto que o delegado e, ali mesmo, engana a todos fingindo ser um juiz.

O que teria acontecido realmente naquele dia? O anarquista se jogou ou fora jogado do quarto andar? A polícia afirma que o anarquista teria se jogado pela janela do quarto andar, a imprensa e a população acreditam que ele tenha sido jogado. O louco brincando com o que é ou não é real vai desmontando o poder e revelando a verdade ao assumir várias identidades como médico cirurgião, psiquiatra, bispo, engenheiro naval, entre outras, além de juiz. Os espectadores se tornam aliados tanto do ator quanto do personagem e ao serem convidados a participar trazem à tona flashes do momento político atual do país para ajudá-lo na reconstituição do suposto crime.

"Morte Acidental de Um Anarquista" é a peça mais conhecida e premiada de Dario Fo. Montada no mundo inteiro, recentemente, em Londres, foi encenada com referências ao caso Jean Charles (brasileiro que ficou conhecido após ser confundido e assassinado erroneamente pela Scotland Yard no Metrô de Londres). No Brasil, já foi montada com Antonio Fagundes e Sérgio Britto como protagonistas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Nesta montagem, há quatro anos em cartaz, com direção de Hugo Coelho, o público é saudado pelo elenco no hall do teatro e convidado a entrar na sala de espetáculo. Já no palco o elenco conta rapidamente o que aconteceu na vida real e explica o porquê de montar o espetáculo, seguindo a estratégia que Dario Fo utilizava em suas apresentações visando uma aproximação e reconhecimento do público. Em seguida, os espectadores são convidados a tirar dúvidas a respeito do caso e, só depois de todos estarem prontos, o espetáculo começa.

Sinopse 
Um louco cuja doença é interpretar pessoas reais é detido por falsa identidade. Na delegacia ele vai enganando uma a um, assume várias identidades e se passa por um juiz na investigação do misterioso caso do anarquista. Brincando com o que é ou não é real o Louco desmonta o poder e acaba descobrindo as verdades escondidas por todos.

Ficha Técnica
"Morte Acidental de Um Anarquista" 
Texto: Dario Fo. Tradução: Roberta Barni. Direção: Hugo Coelho. Elenco: Marcelo Laham, Henrique Stroeter, Claudinei Brandão, Alexandre Bamba, Maira Chasseraux e Rodrigo Bella Dona. Sons ao vivo: Demian Pinto. Cenário: Marco Lima. Figurino: Fause Haten. Iluminação: Hugo Coelho. Assistente de Direção: Maira Chasseraux. Assessoria de imprensa: Morente Forte. Projeto gráfico: Denise Bacellar. Foto de estúdio: Heloísa Bortz. Fotos de cena: Erik Almeida. Filmagens e edições para web: Tropico Filmes. Realização: RMR Produção Artística Ltda. e 10ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura.

Serviço
"Morte Acidental de Um Anarquista" Teatro Alfredo Mesquita (198 lugares). Avenida Santos Dumont, 1770 - Santana. Informações: (11) 2221-3657. Estacionamento gratuito no local. Sexta e sábado, às 21h, domingo, às 19h. Ingressos gratuitos. Distribuição será realizada uma hora antes da apresentação. Duração: 90 minutos. 
Classificação indicativa: dez anos. Gênero: comédia. Estreou em 23 de setembro de 2015. Reestreou dia 31 de janeiro de 2020. Temporada: até 1º de março.


.: Tudo sobre o musical "Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate"

O Ministério da Cidadania e Brasilprev apresentam o espetáculo musical "Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate". Baseado no livro de Roald Dahl. Libreto: David Greig. Música: Marc Shaiman. Letras: Scott Wittman e Marc Shaiman. Direção geral: John Stefaniuk. Direção musical: Daniel Rocha. Versão brasileira: Mariana Elizabetsky e Victor Mületahler. Estreia dia 19 de março no Teatro Alfa.

O Instituto Artium de Cultura traz aos palcos o primeiro projeto do seu plano anual de atividades, com 15 crianças no elenco revezando-se em seis sessões semanais, na primeira versão não-réplica do musical autorizada pela Warner Bros. Company em acordo especial com a Music Theatre International (MTI), de Nova Iorque.

Fundado em abril de 2019, o Instituto Artium de Cultura, presidido por Carlos A. Cavalcanti, sociedade sem fins lucrativos, traz aos palcos “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate” musical apresentado pelo Ministério da Cidadania e pela Brasilprev (líder e especialista do setor de previdência privada), baseado na obra de Roald Dahl, um dos mais importantes escritores do mundo. 

O plano anual de atividades do instituto, aprovado pelo Ministério da Cidadania em 2019, articula três projetos teatrais, que serão produzidos e apresentados em 2020, com um robusto projeto educativo em artes cênicas que contempla atividades e cursos gratuitos voltados a formação de público de baixa renda, em especial estudantes e professores da rede pública de ensino e formação de profissionais para a cadeia produtiva do teatro, bem como ações de preservação de patrimônio histórico tombado e exposições de artes visuais.

Dezenas de atividades educativas serão realizadas ao longo do ano, entrelaçando os espetáculos produzidos, seus valores literários e o jogo teatral, em cursos e workshops com o objetivo de proporcionar autonomia de pensamento, ação e prontidão para o enfrentamento de desafios profissionais, em um mundo em acelerada transformação. A produtora Atelier de Cultura, presidida por Cleto Baccic e dirigida por Vinicius Munhoz, co-produzirá os espetáculos, em parceria que se beneficiará de sua longa e exitosa carreira na produção de musicais.

O diretor canadense John Stefaniuk, que realiza sua terceira incursão no Brasil, após ter colaborado na montagem de "O Rei Leão", da Disney e dirigido "Billy Elliot", do Atelier de Cultura, conta com 38 atores em cena para levar aos palcos a história de Charlie Bucket, um garoto pobre, que acha um dos cobiçados bilhetes dourados que lhe dá o direito a visitar a misteriosa fábrica do chocolateiro Willy Wonka.

Willy Wonka está há anos isolado em seus pensamentos e fantasias. Sai ao mundo para buscar um sucessor de coração puro que possa tomar seu lugar. Ele lança o concurso de busca a um dos cinco bilhetes dourados colocados aleatoriamente em suas barras de chocolates. As estratégias de cada um dos premiados para encontrarem os bilhetes começará a revelar suas formas de lidarem com situações e revelará suas personalidades.

As crianças premiadas, acompanhadas por um familiar, entram na fábrica acolhidas por seu dono, e mergulham em um mundo da mais pura fantasia. Este passeio, por vários dos setores que fabricam e desenvolvem seus incríveis e mágicos produtos, permitirá a gradativa eliminação das crianças que não tem os atributos de valores e afeto que Willy Wonka enxerga em si mesmo, quando ele próprio era uma criança.

O público deve esperar as icônicas cenas dos dois filmes de "A Fantástica Fábrica de Chocolate". É com grande encantamento que serão apresentadas a fonte de chocolate, o laboratório de miniaturização, a sala dos esquilos, o elevador de vidro que sobrevoa o palco e efeitos especiais como a menina que infla como uma amora gigante.

O diretor John Stefaniuk construiu um Willy Wonka engraçado, irônico e repleto de emoções. Sua direção imprime um ritmo muito dinâmico, que se mescla com as arrojadas coreografias de Floriano Nogueira. “Charlie para mim é um conto que tem a habilidade de encontrar aquilo que há de melhor em nós mesmos”, diz o diretor John Stefaniuk. “Eu criei um mundo de imaginação criatividade e muito, mas muito, chocolate! Eu mal posso esperar para vocês desbravarem essa fábrica conosco!”.

Willy Wonka será interpretado pelo ator Cleto Baccic (premio de melhor ator de teatro pela APCA, em 2014, por seu D. Quixote em "O Homem de La Mancha"). Para Baccic essa é uma história sobre escolhas. “Ela nos leva a observar nossos limites e consequências sobre nossas atitudes. Ninguém consegue passar pela vida sem ser testado por ela. Willy faz isso com os ganhadores dos bilhetes dourados. Ele os coloca diante de seus maiores desejos para assim testar seus valores”.

Michael Carnahan ("Billy Eliott", São Paulo) é o responsável pelo projeto do maior cenário de musical construído no Brasil. Seu projeto imprime alegria às cenas por utilizar muitas cores e recursos tecnológicos avançados. O figurino de Lígia Rocha e Marco Pacheco harmoniza-se com os cenários e dá ampla liberdade de movimentos para as coreografias. As personagens serão lúdicas e caracterizadas por cores que articulam-se com o design de luz, a cargo do premiado Mike Robertson ("Annie", "Billy Eliott" e "Escola do Rock", todos em São Paulo). O visagismo baseia-se no humor e no excesso, sob talento de Feliciano San Roman.

A direção musical estará sob a batuta do Maestro Daniel Rocha (Premio Bibi Ferreira por "Annie") que regerá uma orquestra completa para a orquestração original, com 17 músicos para executar as músicas de Marc Shaimann. Ele também assina as letras ao lado de Scott Wittmann.  Serão executadas também músicas originais do filme, compostas por Leslie Bricusse e Anthony Newly.

A montagem conta com efeitos especiais nunca antes vistos em cena no Brasil, como os que serão usados para o desaparecimento das crianças ao longo da visita à Fábrica. Além disso, oito projetores de ponta foram locados especificamente para o projeto, devido às diversas cenas com projeção mapeada.

A primeira tradução mundial do original em inglês está sob as talentosas mãos de Mariana Elizabetsky e Victor Mületahler. O espetáculo estreará no Teatro Alfa, um dos mais importantes e tradicionais palcos do país. O Teatro Alfa é o único do país capaz de receber a temporada de "Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate", devido à complexidade técnica do seu cenário com 15 metros de altura, efeitos especiais pirotécnicos e elevador de vidro que voa pelo palco.

A empresa Fly by Foy foi contratada para realizar o momento mágico do voo do elevador de vidro. É uma das empresas mais experientes do mundo em efeitos especiais, tendo participado de produções como "Mary Poppins", "Billy Elliot", "Wicked", "O Rei Leão", "Harry Potter e a Criança Amaldiçoada", entre outros. A produção também contratou a designer de bonecos Bea Brandauer, de Hamburgo, responsável pelos bonecos da montagem de "O Rei Leão", da Disney, para criar os Oompas Loompas.

Escrito por Roald Dahl, o livro "Charlie and the Chocolate Factory" foi publicado em setembro de 1964, inicialmente nos Estados Unidos. Em 1971, foi lançada a primeira adaptação para o cinema. O primeiro esboço para o roteiro foi escrito pelo próprio Roald Dahl e posteriormente reescrito por David Seltzer, dando origem ao filme "Willy Wonka and the Chocolate Factory", com direção de Mel Stuart e Gene Wilder no papel de Willy Wonka.

No Brasil, o filme foi traduzido como "A Fantástica Fábrica de Chocolate". Em 1972, o filme foi indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora Original e Gene Wilder foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia ou Musical.

A segunda adaptação para o cinema foi feita em 2005, com direção de Tim Burton, roteiro de John August e Johnny Depp no papel de Willy Wonka, lançada com o título original do livro: "Charlie and the Chocolate Factory". No Brasil, o filme foi novamente traduzido como "A Fantástica Fábrica de Chocolate". Foi indicado ao Oscar na categoria de Melhor Figurino e ao BAFTA nas categorias de Melhor Maquiagem, Melhor Figurino, Melhor Direção de Produção e Melhores Efeitos Especiais. Johnny Depp foi indicado ao Globo de Ouro na categoria de melhor Ator em Comédia ou Musical e Wonka’s Welcome Song foi indicada ao Grammy na categoria de Melhor Canção.

Em junho de 2013, o musical "Charlie and the Chocolate Factory" estreou no West End (UK), adaptado por David Greig. Além de utilizar a música Pure Imagination, retirada da adaptação cinematográfica de 1971, o musical apresentou uma nova trilha escrita por Marc Shaiman e Scott Wittman. O musical foi reformulado na Broadway e estreou em 2017. Em 2018, foi iniciada uma turnê do espetáculo nos Estados Unidos. Em seguida o espetáculo foi realizado em Sydney (2019), Melbourne (2019), Milão (2019) e Oslo (2019).

“A fantástica fábrica de chocolate de Willy Wonka divertiu muitas gerações com as suas diferentes versões. Esse é mais um projeto apresentado pela Brasilprev que tem como objetivo ser um programa de entretenimento para toda a família”, comenta Ângela Beatriz de Assis, diretora Comercial e de Marketing da Brasilprev.

Sobre a Brasilprev Com 26 anos de atuação, a Brasilprev Seguros e Previdência S.A tem como acionistas a BB Seguros, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. Líder do setor, a companhia conta com mais de R$ 289,2 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2 milhões de clientes. Especialista no negócio de previdência privada, com produtos acessíveis e serviços diferenciados, a Brasilprev conta com a rede de agências do Banco do Brasil como seu principal canal de distribuição.

Ficha Técnica
"Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate"
Baseado no livro de Roald Dahl. Libreto: David Greig. Música: Marc Shaiman. Letras: Scott Wittman e Marc Shaiman. Canções do filme: Leslie Bricusse e Anthony  Newley. Direção geral: John Stefaniuk. Direção musical: Daniel Rocha. Cenógrafo: Michael Carnahan. Coreógrafo: Floriano Nogueira. Figurino: Ligia Rocha e Marco Pacheco. Designer de luz: Mike Robertson. Designer de som: Gastón Briski. Visagista: Feliciano San Roman. Designer de projeção: Protótipo Filmes / Richard Luiz. Design de bonecos: Bea Brandauer. Versão brasileira: Mariana Elizabetsky e Victor Mületahler. Cenógrafo associado: Amelia Bransky e Craig Napolielo. Designer de luz associado: Tom Mulliner. Designer de som associado: Alejandro Zambrano. Elenco: Cleto Baccic (Willy Wonka). Felipe Costa, João Pedro Delfino e Pedro Sousa (Charlie Bucket). Rodrigo Miallaret (Vovô Joe). Sara Sarres (Senhora Bucket). Isidoro Gubnitsky, Rodrigo Espinosa e Vinícius Spada (Augustus Gloop). Vânia Canto (Senhora Gloop). Anna Luiza Cuba, Isabella Daneluz e Luisa Bresser (Veruca Sal). Thiago Perticarrari (Senhor Sal). Lorena Castro, Nina Medeiros e Lanna Moutinho (Violeta Beauregarde). Guilherme Leal (Senhor Beauregarde). Agyei Augusto, Leonardo Freire e Sam Sabbá (Mike Tevê). Talita Real (Senhora Tevê). Arízio Magalhães (Jerry). Lia Canineu (Cherry). Ensemble: Aline Serra, Carla Vazquez, Carol Tanganini, Clarty Galvão, Danilo Martho, Della, Giovana Zotti, Guilherme Gonçalves, Jana Amorim, Leonam Moraes, Marco Azevedo, Rany Hilston, Rodrigo Garcia e Sandro Conte. Apresentado por: Ministério da Cidadania e BRASILPREV. Patrocínio Master: Comgás e Vivo. Patrocínio: Prosegur, Alelo, UOL e Eurofarma. Apoio: Ernest Young. Hotelaria oficial: Radisson Blu São Paulo. Realização: Instituto Artium de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal.

Serviço
"Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate"
Teatro Alfa (1.100 lugares). Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro. Bilheteria: de segunda a sábado das 11h às 19h; domingos das 11h às 17h. Em dias de eventos até o início dos mesmos. Aceita cartões de crédito (Amex, Visa, Credicard e MasterCard), cartões de débito (Visa Electron e Redeshop) ou dinheiro. Ar condicionado. Acessibilidade. Estacionamento terceirizado com manobrista. Vendas: www.sympla.com.br. Quinta e sexta-feira, às 20h30. Sábado e domingo às 15h e 19h30. Ingressos: de R$ 50 a R$ 310. Duração: 150 minutos (com 20 de intervalo). Classificação: livre. Gênero: Teatro Musical. Estreia dia 19 de março de 2020. Clientes Brasilprev tem 30% de desconto na aquisição de ingressos do musical "Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate". Desconto não cumulativo, válido para todas as sessões, exceto no setor Balcão II.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

.: Resumo do 464º ao 468º capítulo de "As Aventuras de Poliana", do SBT


As Aventuras de Poliana

Resumo dos Capítulos 464 a 468 (24 a 28.02)


Capítulo 464, segunda-feira, 24 de fevereiro
Brenda bloqueia Jeff em todas as redes sociais. Foto: Lourival Ribeiro/ SBT

Mirela diz para Nancy que a suposta mãe de Waldisney na verdade é uma atriz. Pendleton e Luisa ficam com receio de que Filipa tenha visto o beijo. João e Bento discutem. Filipa mostra a foto do beijo de Pendleton e Luisa para Roger e ele pede para a filha mostrar a Marcelo. Marcelo pede para Débora desistir do processo. Antônio diz a Branca que está desconfiado com a chegada repentina da filha. Brenda bloqueia Jeff em todas as redes sociais. Após o ataque de ciúmes de Arlete na live, Lindomar pede muitos seguidores. Afonso pede conselhos amorosos para Durval. Lorena diz a Raquel que está com ciúmes da aproximação do pai com os gêmeos. Luisa pergunta a Ester se a menina tem algo contra ela. Samuel cria uma situação constrangedora entre Sophie e Violeta.


Capítulo 465, terça-feira, 25 de fevereiro

Débora mostra o vídeo do beijo para Marcelo. Foto: João Raposo/ SBT

Após o beijo, Pendleton pede desculpas a Luisa e diz que não irá se repetir. Após ser revelada como Dark Lady, Raquel ganha fãs na escola. Filipa chantageia Débora para conseguir ser protagonista na apresentação de dança. Violeta esbarra com Branca na rua. Débora mostra o vídeo do beijo para Marcelo. Waldisney inventa uma desculpa pela mentira que contou a Nancy, e ela o perdoa. Os amigos de Mário tentam fazer o menino para de jogar Vetherna. Iure passa um trabalho em dupla aos alunos, e Poliana sugere que João e Bento façam juntos. Brenda desconfia que Luca e Gabi estejam envolvidos com a falsa Dark Lady. Luisa conta para Cláudia e Joana sobre o beijo com OTTO. Raquel encontra Jerry e Carla conversando na rua e estranha a aproximação entre os dois. João e Bento levam o trabalho para o pessoal e acabam discutindo na aula.


Capítulo 466, quarta-feira, 26 de fevereiro


Débora não cumpre o combinado com Filipa e a menina fica furiosa. Foto: Lourival Ribeiro/ SBT

Afonso tenta impressionar Fernanda, mas seus planos não saem como esperado. Marcelo vai até a casa de Pendleton e questiona Luisa quanto ao beijo. Bento diz a Ruth que eles estavam melhor antes da chegada de João na casa. Débora não cumpre o combinado com Filipa e a menina fica furiosa. Gleyce vai até a O11O e tem uma séria conversa com Roger sobre o andamento das obras do CLP. Eric e Poliana começam a se aproximar. Mirela vê Carla saindo do prédio do Luca e fica desconfiada. Ruth diz para João ter paciência com Bento. Marcelo desabafa com sua mãe sobre a conversa com Luisa, Violeta escuta tudo. Lindomar recebe as contas de casa e teme que não consiga pagar. Vini informa Durval sobre uma diferença no caixa da padaria, e eles suspeitam de Mosquito. Mirela encontra uma capa preta no quarto de Luca.


Capítulo 467, quinta-feira, 27 de fevereiro

Luisa e Marcelo discutem. Foto: Lourival Ribeiro/ SBT

Marcelo discute com Pendleton e o agride. Mirela desconfia cada vez mais de que Luca possa ser a Dark Lady. Lorena, Gael e Benício convidam Mário para uma missão. Bento rasga a almofada de Ruth por acidente e culpa Feijão. Vini diz a Durval que viu Mosquito esconder um bolo de dinheiro no bolso. Violeta descobre que o pai está namorando e não fica feliz com a notícia. Iure pede que Sophie dê uma segunda chance a seu pai. Roger demite Sérgio da O11O. Eric vai até a casa de Poliana para fazer um trabalho escolar. Luisa e Marcelo discutem. Mosquito se sente ofendido com a desconfiança dos funcionários da padaria. Jeff tenta fazer as pazes com Brenda.


Capítulo 468, sexta-feira, 28 de fevereiro

 Samuel não consegue aceitar que seu filho namore Sophie. Foto: Lourival Ribeiro/ SBT

Antônio apresenta formalmente Branca a sua filha Violeta. Samuel não consegue aceitar que seu filho namore Sophie. Ruth decide deixar Feijão fora de casa. Roger chama Nadine e Débora para pensar em uma solução que contorne a situação com o CLP. Filipa fica furiosa ao descobrir que Eric está na casa de Poliana. João defende Feijão e diz que ele não foi o responsável por rasgar a almofada. Iure peita seu pai e diz que não irá tolerar que ele desrespeite Sophie. Ester conta para Poliana sobre o beijo de Pendleton e Luisa. Marcelo pede que Nadine levante mais provas contra Pendleton. Débora vê Marcelo e Violeta juntos na padaria e fica enciumada. Durval vai até a casa de Mosquito para pedir desculpas pessoalmente ao menino.


“As Aventuras de Poliana” é exibida de segunda a sexta às 20h50 no SBT. Site oficial: sbt.com.br/novelas/as-aventuras-de-poliana


.: Imperdível, "Push Up" tem últimas apresentações nesta terça e quarta


"Push Up" é um texto do talentoso e reconhecido autor e diretor alemão Roland Schimmelpfennig, um dos mais prolíficos em seu país, com peças já traduzidas em mais de 20 línguas e amplamente elogiadas na Europa. A peça trata de pessoas que trabalham no mundo corporativo e que, ao dedicar seu tempo a essa grande empresa, parecem não escapar do pêndulo entre os campos profissional e privado.

Cada um dos executivos e executivas da empresa tenta convencer o CEO que seu projeto é o melhor e mais adequado, o que será um trampolim para a grande filial em Nova Délhi, na Índia. A luta entre Angelika e Sabine vai além da competência profissional de ambas por conta de uma possível traição, o que provoca uma desestabilização na relação entre as duas. 

Patrizia e Robert, por sua vez, após uma noite épica de amor não sabem como lidar com a situação e são colocados, por seu chefe, diante de mais um impasse: aprovar ou não o projeto de Patrizia. Assim como os outros, Hans e Frank concorrem simultaneamente a um cobiçado cargo em Délhi, o que traz à tona o embate entre as gerações e a ética nesse tipo de relação. Os dois concièrges, Henrique e Maria, estão a postos do início ao fim da peça, assim como na entrada e saída dos gladiadores na arena de um mundo dirigido pela lógica do capitalismo neoliberal, da qual ambos parecem ser os únicos livres dessa determinação que precariza a condição humana.

Essas pessoas conseguirão atingir o sucesso? Ou estariam mais perto de um desastre profissional e pessoal? Chegam ao topo ou são descartadas? São felizes? Será que elas vão aprender a discernir seus reais desejos das frustrações ou continuarão imersas na solidão e na alienação, condições essas impostas pela sociedade contemporânea?

Ficha Técnica
"Push Up"
Texto: Roland Schimmelpfennig. Direção: César Baptista. Elenco: Antoniela Canto, Daniel Faleiros Migliano, Fabio Acorsi, Fulvio Filho, Isabella Lemos, João Bourbonnais, Karlla Braga, Monalisa Vasconcelos. Assistência de direção: Chico Ribas. Produção: Nathalia Gouvêa. Designer de luz: Wagner Pinto. Figurino: André Do Val.

Serviço
"Push Up". Viga Espaço Cênico. Sala Piscina (35 lugares). Rua Capote Valente, 1323. Informações: (11) 3801.1843. Terças e quartas, às 21h. Ingressos:
R$ 50. Duração: 80 minutos. Recomendação: livre. Estreou dia 15 de outubro de 2019. Reestreou dia 14 de janeiro de 2020. Até esta quarta-feira, 26 de fevereiro.


.: Gorete Milagres comemora 25 anos da personagem Filomena no teatro


“Filomena 25 anos de Peleja”. Única apresentação. Dia 28 de março, 18h, no Teatro Gazeta. Foto: Leandro Furia

Gorete Milagres faz única apresentação de seu espetáculo “Filomena 25 anos de Peleja”. O solo celebra os 25 anos de sucesso de sua famosa criação, já entre as maiores personagens de humor do Brasil.

No espetáculo são retratados os melhores causos vividos em todos estes  anos. A direção é de Ana Kutner. “Optamos pelo formato stand-up por entender que Filomena precisa estar não só em teatros, mas em praças, bibliotecas, museus e escolas contando suas histórias, emocionando e retratando o Brasil de todos nós”, fala Kutner.

Filomena, ou melhor, Filó,  é o retrato da população brasileira com suas lutas, conquistas, afetos, encontros, criatividade, amor, humor, amizade e solidariedade. Graças ao seu perfil popular a personagem alcançou um público de todas as idades e classes sociais. Ela estreou em Belo Horizonte em maio de 1994 e chegou a televisão em 1997 e a identificação foi imediata junto ao povo brasileiro. O sucesso nacional foi imediato.

Esperta como ela só e com traços de anti-herói nacional, a mineirinha saiu da roça rumo à cidade trabalhou como empregada doméstica, faxineira e governanta. Acompanhando as mudanças sociais e percebendo a escassez de empregados domésticos no mercado ela abriu a sua própria agência de domésticas, a “FilóDaEmprego.com”, que depois virou o aplicativo de celular “Diaristas”.

Filomena protagoniza uma visão crítica de duas classes: a da empregada doméstica que agora quer ter empregada e deixar de ser doméstica para virar balconista, atendente, recepcionista, etc. e a da patroa que se vê obrigada a pegar no batente e que, muitas vezes, rejeita as melhorias impostas pelas leis trabalhistas a essa classe tão desprestigiada.

“Filomena 25 Anos de Peleja” mostra estas transformações da personagem nos últimos anos até chegar aos dias atuais, em que, devido à crise enfrentada pelo país, Filó retorna à sua peleja como faxineira, diarista e vendedora. Como todos os brasileiros, ela não perde a fé em um futuro melhor e vai à luta em busca de oportunidades. 


Sobre Gorete Milagres
Formada pelo TU – Teatro Universitário da UFMG – Belo Horizonte e Roteirista pela Universidade Anhembi / Morumbi – São Paulo. No seu primeiro ano do TU, escreveu um texto para sua personagem Filomena que já era encenada para amigos e familiares desde sua adolescência e a apresentou para um diretor paulista que iria dirigir a "Opereta Il Festino", que reunia o Teatro Universitário, a Escola de Música e o Coral Ars Novas da UFMG. 

Foi aprovada e selecionada para protagonizar o espetáculo interpretando o hilário personagem Arlequim da "Comédia Dell’ Arte". Para essa composição, a atriz teve um treinamento intensivo com estudos de roteiros, corpo e improvisação da comédia Italiana. No seu espetáculo de formatura interpretou outro personagem cômico e masculino: Trinculo do espetáculo "Tempestade" - versão do antilhano Aimé Césaire da comedia Shakespeare. 

Em seguida, foi chamada para integrar o grupo de Teatro de Rua Atrás do Pano em Belo Horizonte, e com essa companhia participou com um espetáculo do FIT/BH – Festival Internacional de Teatro de Palco e Rua. Nesse mesmo evento, estreia a sua Filomena, com o roteiro baseado e inspirado na comédia Italiana, em um pocket show e caiu na graça do público Mineiro. A partir daí, começou a desenvolver uma carreira solo, com vários personagens cômicos.

O trabalho de Gorete Milagres é pautado na humanização de suas criações e, na tentativa de aproximá-las cada vez mais ao povo, ela nunca abre mão da improvisação, sua marca registrada. Gorete faz um resgate da cultura popular com um humor caloroso simpático para um variado público de todas as idades. Depois de conquistar o público mineiro, levou Filomena, sua mais famosa criação, para a televisão. Desde então atraiu as atenções da mídia nacional, que apontava a aparição da personagem como líder do Ibope. O bordão “Ô, Coitado!”, levou Filomena além das montanhas de Minas e ganhou o Brasil, de norte a sul e também o exterior.

Com 29 anos de carreira, atuando no Teatro, Cinema e TV- programas humorísticos, novelas e seriados, a atriz já recebeu vários prêmios pelo seu desempenho. Gorete tem duas filhas, a atriz e publicitária Alice Mondaca Milagres e a modelo e estudante de moda Maria Milagres Rique.

Serviço:
“Filomena 25 Anos de Peleja”
Gênero: comédia. Classificação: livre. Duração: 90 minutos.
Data: 28 de março. Horário: 18h. Ingresso: R$ 60 (inteira) | R$30 (meia)
Local: Teatro Gazeta (700 lugares).  Avenida Paulista, 900 – Térreo – Metrô Trianon Masp.  Bilheteria: (11) 3253.4102.  Vendas onlinewww.teatrogazeta.com.br e www.sympla.com.br/teatrogazetaBilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h até 20h, ou até o horário do espetáculo. Grupos e caravanas: rmbrasileventos@uol.com.br. Telefone: (11) 99286.5010. Convênio com estacionamento Multipark: rua São Carlos do Pinhal 303.

Ficha Técnica:
Autor: Gorete Milagres. Elenco: Gorete Milagres. Direção: Ana Kutner. Figurino: Gorete Milagres. Iluminação: Mario de Castro. Trilha Sonora: Flavio Tagliafferi. Realização: Gorete Milagres Produções Artísticas.




.: O rock nas veias de Angus Young em livro da editora Best Seller

No momento em que o AC/DC anuncia seu retorno, editora Best Seller lança a biografia de seu líder, o lendário guitarrista Angus Young. 

Em "High Voltage" ("High Voltage - The Life of Angus Young, AC/DC's Last Man Standing"), o biógrafo Jeff Apter esmiúça a trajetória e revela bastidores de gravações e shows, entre estes a participação no primeiro Rock in Rio, em 1985

Sempre vestido de uniforme colegial, com o cigarro se equilibrando nos lábios, uma aparência agressiva como o som de sua guitarra e de uma inquietude enquanto toca nos palcos, Angus Young é das figuras mais indistintas do mundo do rock

O caçula da família, hoje com 64 anos, é conhecido por ser guitarrista, compositor, líder e fundador, junto com o seu irmão Malcolm, da famosa banda de rock AC/DC. 

Com o olhar do cronista, mas também de fã - como demonstra em um epílogo no fim do livro - Jeff Apter lança "High Voltage" (Ed. BestSeller), a primeira biografia focada em Angus Young. O autor aborda com detalhes de "como essa coisa de inseto se contorcendo" se tornou habitual para o guitarrista, a influência de Richard Wayne e Chuck Berry para seu estilo musical, a morte de seu irmão e companheiro Malcolm, e as mudanças na estrutura da banda, como a substituição de Brian Johnson por Axl Rose, vocalista do Guns N' Roses.

Neste livro, o leitor conhece a vida da família Young, que nem sempre foi guiada por holofotes. Fugindo do pior inverno em 200 anos do Reino Unido, o casal Margaret e William decidiram ir para Austrália com os filhos George, 16, Malcolm, dez, e Angus, de oito anos. O destino era a periferia de Sydney, na Villawood Migrant Host, um conjunto habitacional, onde cada casa abrigava duas famílias, sendo raro os momentos de privacidade. Eles ficaram pouco tempo ali, mas foi o suficiente para Malcolm descrever a experiência como similar a um campo de concentração.

A primeira influência do rock estava dentro de sua própria casa. Na década de 1960, George fez sucesso com a The Easybeats, atuando como guitarrista e coautor de diversas canções, mas apesar do reconhecimento internacional, o grupo não durou muito tempo. O infeliz exemplo, porém, seria útil para a futura banda dos outros dois irmãos, como uma espécie de "fórmula do sucesso". George seguiu a carreira como compositor e produtor, junto com seu parceiro Vanda, e acabaram produzindo os primeiros álbuns do AC/DC, como "Powerage" e "High Voltage".

Em 1973, após trabalhar em alguns lugares e fazer parte de bandas que não deram certo, foi a vez de Angus e Malcolm engatarem para sempre no mundo do rock. Com Dave Evans no vocal, Larry Van Kriedt no baixo, Colin Burguess nas baquetas, Malcolm na guitarra-base e o caçula na guitarra-solo: estava pronta a primeira formação do AC/DC. O nome foi dado por Margaret que, ao costurar mais um uniforme de Angus, olhou um adesivo da máquina onde estava escrito as siglas. Na hora, eles não imaginavam que as letras eram um código utilizado pela comunidade gay, mas, mesmo após a descoberta, não desistiram da ideia. A configuração da banda, porém, mudaria ao longo do tempo.

A última turnê da banda terminou em 2016 e pela primeira vez não teve a presença de Malcolm, que estava afastado por problemas de saúde e foi substituído pelo sobrinho Stevie Young. Além disso, Phil Rudd havia sido preso recentemente, Brian Johnson foi proibido de fazer shows por estar com problemas auditivos, e Cliff Williams declarou sua aposentadoria. Diante desse cenário, Angus confessou que não sabia como seria o futuro do AC/DC.

"você me pergunta porque gosto de dançar/ e porque gosto de cantar/ e porque gosto de tocar/ é que tenho que ter prazer de alguma forma/ e se me perguntar como é que sou/ venha e deixe-me ouvi-la gritar na alta", o trecho traduzido da música High Voltage, define o que os artistas do AC/DC sentiam enquanto estavam no palco: um prazer, que se medido, estaria na frequência das guitarras.

O autor
Jeff Apter é um mestre em biografias. Com mais de 20 livros publicados, a maioria sobre o mundo da música, ele já escreveu sobre Keith Urban, Jeff Buckley e The Bee Gees. Como ghostwriter, já trabalhou com Kasey Chambers, Mark Evans, baixista original do AC/DC, e Richard Clapton. Também fez parte da equipe da Rolling Stone Australia por quatro anos.

"High Voltage"("High Voltage - The Life of Angus Young, AC/DC's Last Man Standing")
Jeff Apter
Tradução de Daniel Croce
280 págs. | R$49,90
Ed. BestSeller| Grupo Editorial Record

.: Ex-BBB Dicesar sobre vencedor do reality: “Não é o público que escolhe”


Foto: Andrea Dallevo

O maquiador Dicesar Ferreira, em recente entrevista ao programa "Sensacional", deu declarações contundentes a respeito do reality show "Big Brother Brasil". Ex-participante da décima edição do programa, Dicesar contou que um amigo o convenceu a enviar o vídeo de inscrição para o programa. “Mas sou muito gay, sou muito viado. Vou assustar a televisão”, respondeu ele na época. “Quem me levou para o 'Big Brother' não fui eu, foi a Dimmy Kieer, foi a drag queen”, declara. Dicesar foi o primeiro transformista a entrar na casa.

Questionado se há algum tipo de edição nas imagens para criar mocinhos ou vilões, Dicesar afirma: “Existe. Existe de verdade!”. Ele relembra que a décima temporada era a da diversidade, dos fortões, dos intelectuais e também de ex-BBBs. “Quando entrou o Dourado, eu sabia que ele iria ganhar, senti alguma coisa ali (...) O papel dele era ser o homofóbico de plantão”, diz. Já sobre o vencedor do programa ser escolhido previamente, como um carta marcada no jogo, pondera: “Não sei, mas acho que tem um fundamento aí, tem um babado aí”.

“Não é o público que escolhe (o ganhador)! Cadê a auditoria disso? Eu nunca vi”, contestou o entrevistado em relação aos votos dos telespectadores. “Tem que pôr na casa quem está dando ibope, não é em quem o povo vota”, finalizou. Apresentado por Daniela Albuquerque, o programa "Sensacional" vai ao ar às quintas-feiras, às 22h45, na RedeTV!

"Big Brother Brasil" - Barraco entre Dicesar e Dourado

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