sexta-feira, 19 de novembro de 2021

.: Grupo Tapa apresenta peça de Edward Albee no Teatro Aliança Francesa


Clara Carvalho e Brian Penido vivem casal em peça do Grupo Tapa com texto de Edward Albee. Foto: Ronaldo Gutierrez

Espetáculo "De Todas as Maneiras que Há de Amar", do Grupo Tapa, segue em cartaz no Teatro Aliança Francesa. A montagem fica até 5 de dezembro, com sessões sextas e sábados, às 20h e domingos, às 17h.

É a primeira vez que o texto de Edward Albee (1928-2016) teve a uma montagem no Brasil. E é a primeira peça do autor montada pelo Grupo Tapa. A peça, que leva o nome de "Counting the Ways" no original, é baseado em um soneto da poeta inglesa Elizabeth Barrett. A montagem tem direção de Eduardo Tolentino de Araujo e é protagonizada por Clara Carvalho e Brian Penido, um casal que faz um balanço de toda uma vida.

Na trama, casados ​​há muito tempo, mas conscientes de que o tempo provocou mudanças no relacionamento, os dois trocam reminiscências alegres, tristes e até mesmo brutais. A versão brasileira leva o nome "De Todas As Maneiras Que há de Amar", uma referência a música de Chico Buarque.

“São personagens mais maduros e vivem um casamento que já passou por tudo. É um texto que questiona as maneiras de amar, o que sobra de uma vida de casal após todo esse tempo juntos? Ao longo da peça, vem lembranças, trocas ácidas, detalhes do cotidiano que refletem sobre a finitude do amor, tudo regado com humor, às vezes, até meio corrosivo”, conta o diretor.

Clara Carvalho e Brian Penido tem uma ligação no palco por toda a jornada com o Tapa em mais de 40 anos de carreira. Inclusive, em 1989, na montagem de "Nossa Cidade", de Thornton Wilder, ambos interpretavam um casal em cena. 

O autor americano deixa as relações viradas do avesso em suas obras, atributo que o coloca como uma espécie de herdeiro do sueco August Strindberg (1849-1912), dramaturgo bem conhecido pelo Grupo Tapa que já montou "Camaradagem", "Credores", "Senhorita Julia" e "Brincando com Fogo". Edward Albee venceu três vezes o prêmio Pulitzer e cinco Tony Awards. Sua obra mais popular "Quem Tem Medo de Virginia Woolf?" teve adaptação para o cinema em 1966 com Elizabeth Taylor e Richard Burton

“Albee tem um trabalho sedutor, mordaz, terrível e distorcido ao mesmo tempo. Traz uma comedia flamejante com esse espetáculo. São personagens fortes que passaram pelas grandes mudanças no mundo, estão situados em algum tempo dos anos 50 e 60, inseridos em um mosaico de tramas que trazem identificação e pode ser a história de qualquer casal, inclusive atualmente”, conclui Tolentino.


Ficha Técnica: "De Todas as Maneiras que Há de Amar"
Texto:
Edward Albee. Tradução: Augusto César. Direção: Eduardo Tolentino de Araujo. Elenco: Clara Carvalho e Brian Penido. Fotos: Ronaldo Gutierrez. Arte Gráfica: Mau Machado. Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Direção de produção: Ariel Cannal.


Serviço:
"De Todas as Maneiras que Há de Amar"
De 5 de novembro a 5 de dezembro. sexta-feira e sábado às 20h. Domingo às 17h. Preço: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Compra on-line: www.sympla.com.br. Classificação: 14 Anos. Duração: 55 Minutos


Teatro Aliança Francesa
Rua General Jardim, 182 - Vila Buarque. Capacidade: 80 lugares + 4 PNE. Ar-condicionado. Informações: (11) 3572-2379. www.teatroaliancafrancesa.com.br


Protocolos de segurança

  • A capacidade máxima do teatro está reduzida;
  • Apresentação obrigatória do passaporte da vacina;
  • Abertura da plateia meia hora antes do espetáculo;
  • É imprescindível o uso de máscara no teatro antes, durante e após o espetáculo;
  • Monitoramento do uso de máscaras através das câmeras de segurança;
  • Álcool em gel estará disponível para o público;
  • Equipe do espetáculo (inclusive elenco) não receberão o público no saguão antes ou depois do espetáculo.
  • Quem for pedir carros de aplicativos/táxi, poderá esperar na plateia para não aglomerar em frente ao teatro.

.: Zabelê lança releitura de "Deusa do Amor" com Evandro Mesquita


Cantora convida músico para tocar gaita na nova versão de clássico de Pepeu Gomes - pai da artista. Foto: Fernando Young

A cantora Zabelê lançou uma versão inédita para "Deusa do Amor", originalmente interpretada por Pepeu Gomes - um dos integrantes do icônico grupo Novos Baianos e que também é seu pai. Esta nova roupagem serve como um aquecimento para "Auê", seu segundo álbum solo com estreia prevista ainda para este ano. A canção traz também a colaboração do cantor Evandro Mesquita, que toca gaita na faixa produzida por Wagner Fulco, que já trabalhou com diversos nomes como Elton John, Alanis Morissette, Bob Dylan, Guns N’ Roses, entre outros.

Após uma bem sucedida recepção do primeiro single "Preta Pretinha", dueto lançado em meados de outubro com o cantor e multi-instrumentista Carlinhos Brown, o projeto segue com mais uma homenagem a um dos membros dos Novos Baianos. Primeiramente lançada no disco "Masculino e Feminino" (1983) porPepeu Gomes, "Deusa do Amor" representa uma das canções escolhidas para serem revisitadas por Zabelê em seu próximo álbum.

Por se tratar de uma obra tão importante da discografia do seu pai, Zabelê conta que a faixa precisava ser repensada neste momento, já que aborda uma mensagem de amor e esperança. "Eu tenho uma memória afetiva muito grande com essa e todas as canções dos meus pais, porque elas fizeram parte da minha construção como cantora. Eu sempre os acompanhei durante as turnês, gravações, escolhendo e compondo as músicas. Então, eu sinto que participei de alguma forma de todas essas faixas. ‘Deusa do Amor’ é uma balada intimista e introspectiva. Tem uma atmosfera diferente da que veio em ‘Preta Pretinha’ que é foi uma releitura totalmente solar", explica.

Para esta nova versão Zabelê convidou o cantor, compositor e ator Evandro Mesquita, vocalista da banda Blitz, que toca gaita na faixa, o que é um elemento diferente da música original. A cantora explica que esta releitura é um pouco mais eletrônica e tem um ritmo mais lento. "Eu contei com o nosso produtor para incluir a belíssima gaita tocada pelo Evandro Mesquita dentro da modernidade e desse novo arranjo. Dentro de um universo pop - que tenho dentro de mim desde o SNZ - nós estamos prezando por essa mistura orgânica também. Trazer o Evandro está sendo uma alegria, porque eu acho que ele trouxe um brilho diferente e romantizou ainda mais a canção", avalia.

Ao aceitar o convite de Zabelê para colaborar na faixa, Evandro conta que se sentiu muito honrado, por considerar Pepeu como um dos seus super-heróis e tem um carinho muito especial por Zabelê. Ele relata como foi gravar o instrumento na canção: "Como é uma gaita de Blues, tentei fazer umas suaves linhas colorindo alguns pontos da música sutilmente. Zabelê vem forte, feroz e suave como seu nome. Espero que a música seja recebida com muito carinho e atenção que ela merece. Produção de primeira!", declara.

Responsável por produzir "Deusa do Amor" e todas as outras canções do álbum que está por vir, o produtor e diretor artístico Wagner Fulco acredita que a escolha dessa canção para foi muito difícil, por ser um profundo admirador de toda a obra do pai de Zabelê. "Eu acho que esta faixa não podia faltar, porque era uma das músicas mais fortes do Pepeu. Eu já fiz turnê com o ele tocando guitarra e produzi um dos discos dele, por isso fico feliz de fazer parte desse processo criativo. Foi muito interessante imaginar como seria essa obra se tivesse sido lançada nos tempos atuais", afirma.

Previsto para ser lançado ainda este ano, o novo álbum de Zabelê sucede o disco homônimo "Zabelê" (2015). "Eu falo com muito amor e gratidão a minha história musical, tudo que pude e tive privilégio de receber dos meus pais, fico realmente muito feliz em poder estar sendo essa pessoa, e espero cumprir com excelência e levar ao público todas essas canções que são marcantes na minha vida. E quero que quem não conheça, agora possa conhecer", conclui.

Antes da estreia desse próximo álbum, no dia 26 de novembro, sexta-feira, Zabelê apresenta o show "Auê" Session’s, às 20h, no Teatro Riachuelo, com um repertório repleto de canções em homenagem aos pais Pepeu Gomes e Baby do BrasilNovos Baianos, hits da música pop brasileira, além dos sucessos do saudoso grupo SNZ - no qual iniciou sua trajetória - e ainda músicas dos seus projetos solo. "Esse show vai ser bastante intimista e será como um aquecimento para a turnê que virá em 2022. Estou muito feliz que contarei com a participação do meu pai e mais outro convidado surpresa. Vai ser demais!", revela.

Zabelê - "Deusa do Amor"



quinta-feira, 18 de novembro de 2021

.: "Mais Forte - Entre Lutas e Conquistas" reflete sobre temas fundamentais


Em novembro, chega às livrarias brasileiras o segundo livro da publicitária, escritora,  executiva e apresentadora Luana Génot. Intitulado "Mais Forte - Entre Lutas e Conquistas", a publicação que sai pela editora Objetiva aborda as vivências e opiniões de Luana sobre os mais variados temas como autoestima, beleza, ancestralidade, maternidade, empreendedorismo, tendo como fio condutor a palavra "forte", usada por muito tempo para definir o que mulheres negras deveriam ser. O livro é um convite aos leitores para um olhar em perspectiva sobre como as vivências ao longo da vida te fortalecem.

E para expressar a essência das histórias e deste convite à introspecção e autoconhecimento, foi convidado o ilustrador e designer gráfico Thiago Limón para criar a capa do projeto. Conhecido por trabalhos como as ilustrações exibidas no documentário "Amarelo - É Tudo Pra Ontem", do cantor Emicida; além de ações com a Biblioteca Mario de Andrade, o artista traz, para o livro, uma versão estilizada de Luana Génot em frente a palavras que fazem parte do conteúdo editorial como "sonhos", "modelo de negócios", "propósito" e "antirracismo". 

E para a orelha do livro, a autora foi fotografada pelo renomado retratista carioca Jorge Bispo. O livro "Mais Forte - Entre Lutas e Conquistas", de Luana Génot já está em pré venda nas principais livrarias do país e pelo link https://amzn.to/3DwdqeB.

Sobre Luana Génot
Fundadora e Diretora Executiva do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), que impulsiona práticas antirracistas no mundo corporativo e na sociedade, Luana Génot é mãe da Alice, publicitária e mestra em Relações Étnico-Raciais pelo CEFET-RJ. Autora do livro "Sim à Igualdade Racial - Raça e Mercado de Trabalho", que foi finalista do Prêmio Jabuti 2020. Já foi voluntária na campanha de Barack Obama e tem treinado executivos no Brasil, Estados Unidos, México, França, entre outros. 

Livro: "Mais Forte - Entre Lutas e Conquistas"
Luana Génot
Número de páginas: 176
Lançamento: 23/11/2021


.: Felipe Simas, Raphael Montes e cantor Rubel escrevem série para a Disney+


Uma das primeiras produções originais brasileiras do Disney+ está ganhando vida pelas mãos de uma mistura inusitada de talentos: O produtor artístico Felipe Simas (idealizador e realizador do filme "Ana e Vitória") se juntou ao escritor de romances policiais Raphael Montes (criador de "Bom Dia, Verônica") e ao cantor e compositor Rubel (autor do hit "Partilhar") para escrever uma comédia romântica que tem como pano de fundo a busca desenfreada pelo sucesso e a relação de músicos aspirantes com as métricas e os algoritmos que pautam atualmente a indústria da música pop. As filmagens terão início ainda em novembro e o lançamento está previsto para 2022.

Felipe Simas começou sua carreira no show business há 20 anos como produtor de shows. É sócio-fundador da F/SIMAS, empresa responsável pela gestão de carreira das artistas Anavitória e Manu Gavassi. Os produtos fonográficos lançados pela F/SIMAS já ultrapassaram a marca de 3 bilhões de streamings nas plataformas digitais e foram agraciados com 4 Grammys Latinos. De uns anos para cá, a F/SIMAS passou a atuar também na área do audiovisual com a produção "in house" de projetos customizados para seus artistas como longa metragens, documentários, clipes, DVDs e campanhas publicitárias.


.: Ao abordar preconceito e afetividade, "Queenie" é livro para levar para a vida


Uma imersão no mundo engraçado e ao mesmo tempo devastador de uma mulher que soube como carregar suas dores.

"Queenie" é o romance de estreia de Candice CartyWilliams, que mostra a vida de uma jovem negra com raízes jamaicanas, que vive em Londres e vê seu relacionamento com Tom, um homem branco, desmoronar após uma série de “brincadeiras” racistas feitas pela família dele - na verdade, o problema é que Tom nunca se posicionou perante as agressões sofridas por Queenie.

Quando Tom decide dar um tempo, é como se todas as áreas da vida de Queenie também fossem por água abaixo: ela começa a ir mal no emprego que tanto lutou para conquistar; começa a se envolver com homens machistas e racistas na busca de não se sentir sozinha; precisa voltar a morar com seus avós; e tem uma briga feia com uma de suas melhores amigas.  A edição brasileira é da editora Astral Cultural.

A autora conseguiu, por meio de uma narrativa sarcástica e cheia de sensibilidade, abordar temas como racismo, machismo, feminismo e distúrbios psicológicos ao apresentar um romance devastador e divertido, perfeito para quem tentou buscar o amor e encontrou algo bem diferente em seu lugar. Você pode comprar o livro neste link.


Sobre a autora

Candice CartyWilliams é executiva de marketing, além de ser autora e jornalista radicada em Londres. Fruto de um romance entre um taxista jamaicano e uma recepcionista jamaicanaindiana com dislexia, Candice trabalhou na imprensa antes de migrar para o mercado editorial, aos 23 anos. Em 2016, a autora criou e lançou o Guardian 4th Estate BAME Short Story Prize, é mentora do prêmio Penguin Books WriteNow e também contribui regularmente para Refinery29, BEAT Magazine, Guardian e i-D. Queenie é o seu primeiro romance. 


Livro: "Queenie"
Mês de lançamento: novembro
Categoria: Literatura internacional; Ficção
ISBN: 978-65-5566-196-5
Formato: 16X23
Páginas: 352
Edição: 1ª
Editora: Astral Cultural

.: Musical "Forever Young" estreia temporada on-line com Nany People


Sucesso de público e crítica, o musical "Forever Young"  entra em temporada on-line de 23 de novembro a 5 de dezembro, com sessão todos os dias às 20h (exceto dia 29 de novembro). A montagem de Erik Gedeon, com direção de Jarbas Homem de Mello promove uma reflexão bem humorada sobre exclusão social na velhice. O Resenhando.com fez a crítica - "Forever Young" leva alegria em país devastado pelo luto - e listou dez motivos para você assistir ao espetáculo - "Forever Young" em 10 motivos para não perder esse super musical.

No palco, Carmo Dalla Vecchia, Nany People, Keila Bueno, Paula Capovilla, Ton Prado, Fred Silveira e Miguel Briamonte, representam seis velhinhos que já foram artistas e agora moram em um asilo sob as ordens de uma enfermeira que vive podando a manifestação artística do grupo. Tudo muda quando ela se ausenta, pois eles revelam grande alegria e vigor cantando hits do pop e do rock. 

O público poderá ouvir sucessos do rock/pop mundial de diversos anos, passando pelas décadas de 50, 60, 70, 80 até chegar aos anos 2000. como "I Love Rock and Roll", "Smells Like a Teen Spirit", "I Will Survive", "I Got You Babe", "Satisfaction", "Roxanne", "Rehab", "Sweet Dreams", "Music", "San Francisco", "California Dreamin", "Let It Be", "Imagine" e a emblemática "Forever Young", da banda Alphaville. O repertório nacional é composto por canções como "Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás", de Raul Seixas, "Do Leme ao Pontal", de Tim Maia, e "Valsinha", de Chico Buarque.

"Forever Young" é um musical com uma trajetória de sucesso por várias capitais do Brasil, reuniu nomes de destaque no elenco em uma história que retrata a velhice de forma bonita, poética e bem-humorada. O espetáculo chega para uma temporada on-line de 23 de novembro a 5 de dezembro, com sessão todos os dias às 20h, com exceção do dia 29 de novembro. Os ingressos podem ser adquiridos pelo Sympla.

O musical traz seis grandes atores que representam a si mesmos no futuro, quase centenários. Apesar das dificuldades eles continuam cantando, se divertindo e amando. Tudo acontece no palco de um teatro, que foi transformado em retiro para artistas, sempre sob a supervisão de uma enfermeira. Quando ela se ausenta, os simpáticos senhores se transformam e revelam suas verdadeiras personalidades por meio do bom e o velho rock’n’roll e mostram que o sonho ainda não acabou e que eles são eternamente jovens.

O espetáculo consegue relatar não apenas o problema da exclusão social na velhice, mas também aborda questões sobre a velhice com muito humor e músicas que marcaram várias gerações. "Forever Young" é uma homenagem a todos os artistas que trouxeram tanta magia para as pessoas. E, principalmente, passa a mensagem que ser jovem é algo eterno, que a vida não para, apenas muda-se a frequência das ações. A montagem foi indicada a diversos prêmios como Bibi Ferreira, Shell, Arte Qualidade Brasil e Reverência.


Ficha técnica - "Forever Young"
Autor: Erik Gedeon. Direção geral: Jarbas Homem de Mello. Supervisão artística/tradução/adaptação: Henrique Benjamin. Direção musical e canções adicionais: Miguel Briamonte. Elenco: Carmo Dalla Vecchia, Nany People, Keila Bueno, Paula Capovilla, Ton Prado, Fred Silveira e Miguel Briamonte. Assistência de direção: Fernanda Lorenzoni. Supervisão cenográfica: Luís Rossi. Direção de arte: Rosa Berger. Figurino: Paulette Pink. Visagismo: Hugo Daniel e Paulette Pink. Preparação corporal: Renata Mello. Designer de luz: Fran Barros. Designer de som: Rafael Caetano. Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Direção de produção: Henrique Benjamin. Produtor Executivo: Fabio Hilst. Realização: Benjamin Produções.


Serviço - "Forever Young":
De 23 de novembro a 5 de dezembro - Todos os dias, às 20h (12 sessões).
Com exceção do dia 29 de novembro, que não haverá sessão.
Classificação etária: 14 anos. Duração: 100 minutos.
Sympla: https://www.sympla.com.br/produtor/foreveryoungmusical


Encerramento do espetáculo no Teatro Liberdade




.: "Ghostbusters: Mais Além: razões para novos personagens e adaptação

"Ghostbusters: Mais Além" estreia no Cineflix nesta quinta-feira, dia 18 de novembro, e traz consigo um legado de família. O diretor, Jason Reitman, é filho do criador da franquia, Ivan Reitman. E em algumas oportunidades, já chegou a rechaçar a ideia de produzir um longa-metragem dos "Caça-Fantasmas", mas isso mudou. Motivado por sua própria história e de sua família, ele decidiu levar às telonas uma adaptação que fisgasse as crianças de hoje em dia, mas sem decepcionar a velha guarda.

Em recente entrevista, Reitman revelou que a inspiração foi não apenas seu passado, pois quando criança sempre respirou "Ghostbusters", mas também o presente. Hoje, com mais idade, quis retratar nas telonas o desejo de cada pequeno na época: "E se eu fosse eles?". O diretor afirma que queria contar uma história sobre todos aqueles que sempre quiseram ser um Caça-Fantasmas."A emoção para mim é de contar algo tão pessoal dentro de um grande filme de entretenimento. A ideia que eu tive de trazer isso é meio que o legado da minha família, enquanto contava um pouco da minha história. Foi muito gratificante", revela Jason.


Mudança em relação ao original
De cara, quem for curtir "Ghostbusters: Mais Além" vai se deparar com uma ideia diferente da original. O filme dos anos 80 era sobre três professores recém-demitidos da Universidade de Columbia que decidem acreditar em suas convicções sobre fenômenos paranormais e abrem um negócio especializado em detectar esse tipo de aparição do além.

Já na adaptação, o filme conta a história de uma mãe solo - que acaba de perder o pai - e seus dois filhos adolescentes que acabam de chegar a uma cidade do interior. Logo, quando estão organizando as coisas na nova casa, onde o avô morava, os jovens Phoebe e Trevor descobrem artefatos que podem estar relacionados com os verdadeiros Caça-Fantasmas e dão indícios de que o recém-falecido se preparava para lutar contra antigas entidades do mal.

A escolha por uma narrativa diferente também remete à família. Segundo o diretor, adicionar uma mulher como figura principal do filme, tem a ver com o impacto que ele gostaria de causar especialmente dentro de casa."Queria fazer um filme sobre família e para milha filha. Ela tem a mesma idade que a Phoebe (personagem), e minha vontade era criar uma heroína para ela. Uma jovem brilhante e incompreendida que se torna uma heroína ao colocar nas costas aquela mochila de prótons", relata Jason Reitman.




Em parceria com o Cineflix Cinemas, o Resenhando.com assiste aos filmes em 
Santos, no primeiro andar do Miramar Shopping. O Cineclube do Cineflix traz uma série de vantagens, entre elas ir ao cinema com acompanhante quantas vezes quiser - um sonho para qualquer cinéfilo. Além disso, o Cinema traz uma série de projetos, que você pode conferir neste link.

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

.: "Querido Evan Hansen" é história de mentiras e a santificação dos mortos

Por: Mary Ellen Farias dos Santos 

Em novembro de 2021


Um jovem com dificuldades de se relacionar que segue acompanhamento médico com orientação de escrever cartas para si. Esse é Hansen (Ben Platt, "The Politician", "A Escolha Perfeita 1 e 2"), o protagonista do longa musical "Querido, Evan Hansen", que conhecemos um pouco melhor por meio da canção "Waving Through a Window". Sim! Essa é a primeira canção do musical, a mesma que a cantora Katy Perry já regravou. 


Dos diretores de "La La Land - Cantando Estações" e "O Rei do Show", o longa adaptado do musical de sucesso da Broadway, é voltado ao público jovem, portanto a trama aborda diversos temas relacionados, seja a falta de diálogo em família, a ansiedade e o isolamento, depressão, a necessidade de criar uma imagem para ser aceito por um grupo a ponto de esbarrar na contação de mentirinhas para ser feliz -ainda que por pouco tempo- em um mundo paralelo. 


No longa de 2h 17min, Hansen somente tem como amigo o primo, Jared (Nik Dodani). Segundo Jared, tecnicamente não se pode considerar amizade, pois há o laço familiar entre eles. Em meio a conversas esquisitas, engraçadas e tensas, Evan expõe seus segredos, mas é um mal-entendido que agita a história do rapaz que vive isolado em  um universo próprio. 

Uma das cartas escritas por Hansen é encontrada com Connor Murphy (Colton Ryan) após cometer suicídio. Desolada, a senhora Murphy, Cynthia (Amy Adams, "Encantada") e o padrastro Larry Murphy (Danny Pino, de "Arquivo Morto") vão até a escola para entregar a carta para Evan e acreditam que os dois eram amigos. E como acreditamos somente no que queremos, Cynthia vê a assinatura de Connor no gesso de Evan e a aproximação dos Murphy com Evan acontece, causando ciúme em Heidi Hansen (Julianne Moore, "Ensaio Sobre a Cegueira"), mãe do novo "contador de histórias".


Evan, solitário, começa a frequentar a casa da família rica, onde é sempre muito bem tratado. Prato prontinho para ele, uma vez que está apaixonado por Zoe (Kaitlyn Dever), a irmã de Connor. Conforme a mãe pergunta sobre a amizade inexistente entre ele e Connor, Evan começa a criar diversas histórias e, por incrível que pareça, a imagem ruim que Zoe tinha do irmão mais velho começa a mudar. É como se a morte fosse a santificação para alguém que em vida perturbou muitas pessoas.

Nesse processo de alimentar um passado que nunca existiu, diversos conflitos surgem e tudo é sempre musicado. E é lindo de se ver. A atuação de Platt é para aplaudir de pé, ainda mais considerando a jovialidade que passa a ponto de agir de modo desengonçado. Na versão dublada é como se estivesse num musical adaptado para nós brasileiros, enquanto que em inglês, é como se fosse uma apresentação da Broadway para a televisão, assim como já aconteceu com "Grease", há alguns anos. É um filme lindo para se assistir em família!


Em parceria com o Cineflix Cinemas, o Resenhando.com assiste aos filmes em Santos, no primeiro andar do Miramar Shopping. O Cineclube do Cineflix traz uma série de vantagens, entre elas ir ao cinema com acompanhante quantas vezes quiser - um sonho para qualquer cinéfilo. Além disso, o Cinema traz uma série de projetos, que você pode conferir neste link.


Filme: Querido Evan Hansen (Dear Evan Hansen)

Ano: 2021, Class: 14 anos, Idioma: Inglês, Sala: 4

Diretor: Stephen Chbosky

Elenco: Ben Platt, Amy Adams, Julianne Moore, Danny Pino, Kaitlyn Dever, Nik Dodani

* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm

.: Retomada da Sinfônica de Santos terá transmissão ao vivo pelo YouTube


A Orquestra Sinfônica Municipal de Santos fará sua primeira apresentação desde a paralisação das atividades por conta da pandemia da covid-19, nesta quinta-feira, dia 18, a partir das 20h, no Teatro Municipal Braz Cubas, em Santos, no litoral de São Paulo.

O grupo musical santista será acompanhado por uma banda de rock, em um concerto que irá homenagear os "40 Anos do Rock Brasil". A noite de hits que marcaram época também prestará homenagem aos profissionais de saúde de Santos, que estarão na plateia prestigiando o espetáculo. Quem não estiver no Teatro Municipal poderá curtir o show de onde quiser, ao vivo, assistindo à transmissão realizada pelo canal Cultura Santos (www.youtube.com/culturasantos).


BRock
Na apresentação, a Orquestra Sinfônica de Santos, regida pelos maestros Guga Petri e José Consani, terá a companhia de Cristopher Clark e Carol Germano nos vocais, Bruno Silveira na bateria, Mauro Hector na guitarra e Paulo Faria no baixo.

Sucessos de Cazuza, Legião Urbana, Blitz, Titãs, Kid Abelha, Ritchie, entre outros, serão executados numa roupagem especial, em arranjos empolgantes, com a mesma excelência exibida nos concertos Clássicos do Rock (2018) e em homenagem aos Beatles (2019) nas areias do Gonzaga.

O público presente deverá obedecer todos os protocolos sanitários previstos no Plano SP, incluindo o uso de máscaras e apresentação do comprovante de vacinação contra a covid-19. O Teatro Municipal Braz Cubas fica na Avenida Senador Pinheiro Machado, 48, Vila Mathias.

.: "Adultos" marca o retorno de Marian Keyes à cena literária brasileira


"Adultos"
, o aguardado novo romance de Marian Keys, conta a história dos Casey: uma família imperfeita que sabe bem como manter as aparências, mas quando um acidente acontece e todos os segredos da família são revelados, finalmente chega a hora de encarar a verdade. 

O livro gira em torno de Johnny Casey, seus dois irmãos, Ed e Liam, suas lindas e talentosas esposas e seus filhos passam bastante tempo juntos - festas de aniversário, celebrações de bodas, viagens nos feriados. E são uma família feliz. Pelo menos Jessie, esposa de Johnny - e também a mais rica de todos -, pode jurar que eles são.Mas basta chegar um pouco mais perto para sentir o cheiro da farsa. 

Enquanto uns não se suportam, outros se gostam um pouco demais da conta...Apesar disso, a ordem familiar segue inabalada, até que Cara, esposa de Ed, sofre uma concussão e se torna incapaz de guardar para si o que pensa. Basta um comentário descuidado na festa de aniversário de Johnny, com todo mundo presente, para Cara começar a vomitar todos os segredos cabeludos da família perfeita.

Depois de lavar a roupa suja, os Casey sentem que é chegada a hora de finalmente encarar a realidade, e apenas uma pergunta passa a ocupar os pensamentos dos adultos da família: será que não está na hora de crescer? Lançado pela Bertrand Brasil, o livro "Adultos" é o mais novo, mais divertido e mais engraçado romance de Marian Keyes, autora do best-seller internacional "Melancia"Você pode comprar o novo livro de Marian Keyes neste link.


O que disseram sobre o livro
“Eu amei cada palavra. Vou sentir falta desses personagens maravilhosos e inesquecíveis por muito, muito tempo”Liane Moriarty, autora de "Pequenas Grandes Mentiras".

“Personagens complexos, confusos e perdidos que me fizeram lembrar que poucas pessoas conseguem de fato ter algum controle da própria vida.”, Jojo Moyes, autora de "Como Eu Era Antes de Você".

“Vidas magnificamente complicadas genialmente descomplicadas. Engraçado, doce e completamente envolvente!” - Graham Norton, ator, apresentador e escritor.


Livro: "Adultos"
Autora: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil
Tradução: Carolina R. Horta
Encadernação: Brochura
Formato: 15,5 x 23 x 3,1
Páginas: 658
Ano de edição: 2021
Ano copyright: 2021
Edição: 1ª




.: "Eu Não Dava Praquilo" traz Cassio Scapin de volta ao monólogo


Cassio Scapin apresenta seu premiado espetáculo dirigido por Elias Andreato, "Eu Não Dava Praquilo", a partir da biografia da atriz Myriam Muniz. Peça teatral mergulha no ofício teatral, a partir de depoimentos e fatos vividos pela atriz e diretora paulistana Myriam Muniz (1931-2004). Foto: João Caldas

Estrelado por Cassio Scapin, que assina o texto ao lado do dramaturgo e poeta Cássio Junqueira, o espetáculo tem direção de Elias Andreato e cenografia e figurino de Fabio Namatame. A peça, que rendeu a Cássio Scapin o prêmio APCA e Qualidade Brasil de melhor ator, além de indicação ao Prêmio Shell, firmou ainda mais a parceria entre Elias Andreato e Cassio, que vem de longa data. Fizeram juntos, entre outros trabalhos, "Visitando o Sr. Green", de Jeff Baron, com Paulo Autran.  

Este monólogo tragicômico, além de contar, a partir de sua biografia, passagens da vida pessoal e profissional da atriz e diretora paulista Myriam Muniz, uma das maiores personalidades do teatro brasileiro, uma grande atriz, dona opiniões firmes, pretende ser uma homenagem ao ofício teatral e sua importância como agente de transformação, tanto do indivíduo quanto da sociedade. 

A peça conta muito mais do que uma passagem da nossa memória cultural, mas nos mostra, através das experiências e da visão de vida desta grande artista, a importância de valorizar o individuo e suas capacidades, a importância do autoconhecimento, da descoberta de si mesmo e de suas potencialidades. Myriam mostra como a experiência teatral é relevante para a abertura das portas dessa capacidade, como a arte e a cultura tem papéis definidos para que o indivíduo possa abrir o pensamento. 

“Dona de uma história ímpar de vida, com sua graça, sensibilidade e talento, Myriam nos ensinou que a crença nas possibilidades do indivíduo é um instrumento importante para o crescimento de todos e a construção um mundo melhor! Uma senhora que trazia de maneira simples e divertida um dos mais avançados pensamentos de valorização do potencial de trabalho, moldado de forma humanística e gentil!”, conta Cássio Scapin

“Pretendemos que este espetáculo seja uma semente em um terreno fértil, para que cada um se reconheça na história dessa atriz que soube aprender com as experiências e os instrumentos que lhe foram oferecidos, mesmo nas situações adversas, e tirar disso com bom humor o melhor proveito para construção de um homem melhor!”, completa o dramaturgo Cássio Junqueira.


Ficha técnica
Espetáculo:
"Eu Não Dava Praquilo"                                              
Texto: Cássio Junqueira e Cássio Scapin
Atuação: Cássio Scapin
Direção: Elias Andreato
Assistente de direção: André Acioli
Iluminação: Elias Andreato e Cleber Eli
Operação de luz: Cleber Eli
Cenário e figurino: Fabio Namatame
Trilha sonora: Jonatan Harold
Operação de som: Diego Redondaro
Direção de produção: Ricardo Grasson
Produção executiva: Heitor Garcia
Administração: Isabel Gomez
Fotos: João Caldas
Assessoria: Pombo Correio
Produção geral: Dub Serviços Artísticos 
Realização: Nosso Cultural


Sesc Belenzinho
Endereço:
R. Padre Adelino, 1000 - Belenzinho, São Paulo - SP, 03303-000
Sexta-feira, dia 19 de novembro - 21h
Sábado, dia 20 de novembro - 21h
Domingo, dia 21 de novembro - 18h
Duração: 1h30
Ingressos: R$ 40 inteira - R$ 20 (meia entrada)

.: Confira os finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura


Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado anuncia os finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura 21 obras foram selecionadas entre os 281 inscritos, sendo 11 finalistas mulheres. Vencedores estão previstos para serem revelados em dezembro deste ano.

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo anunciou os 21 finalistas da 14ª edição do Prêmio São Paulo de Literatura, o maior do país em premiação individual para o gênero. Serão contemplados um autor pela categoria "Melhor  Romance do Ano de 2020" e outro como "Melhor Romance de Estreia do Ano de 2020".  Cada ganhador receberá o prêmio de R$ 200 mil. Entre os concorrentes, 11 são mulheres. Os vencedores estão previstos para serem revelados em dezembro deste ano.

Neste ano são 21 finalistas na 14ª edição, devido ao empate técnico pelo corpo de jurados na categoria "Melhor Romance de Estreia". Estão na disputa autores naturais de oito estados brasileiros: São Paulo (7), Rio de Janeiro (3), Rio Grande do Sul (3), Minas Gerais (3), Bahia (2), Goiás (1), Paraná (1) e Pernambuco (1). Ao todo, 281 livros foram cadastrados na premiação, um recorde comparado ao ano anterior, quando houve 200 inscritos.

Os finalistas são avaliados pelo júri do Prêmio composto por: Eduardo Cesar Maia, Flávio Carneiro, Iris Amâncio, Juliana de Albuquerque, Ketty Valencio, Leo Lama, Luciana Araujo Marques, Paula Fábrio, Paulo Lins e Tom Farias. 


Confira os finalistas da 14ª Edição do Prêmio São Paulo de Literatura:


Melhor Romance do Ano de 2020

Edimilson de Almeida Pereira, "Front" (Nós)

Giovana Madalosso, "Suíte Tóquio" (Todavia)

Jeferson Tenório, "O Avesso da Pele" (Schwarcz)

Maria José Silveira, "Maria Altamira" (Instante)

Menalton Braff, "Além do Rio dos Sinos" (Reformatório)

Michel Laub, "Solução de Dois Estados" (Schwarcz)

Nélida Piñon, "Um Dia Chegarei a Sagres" (Record)

Noemi Jaffe, "O que Ela Sussurra" (Schwarcz)

Sandra Godinho, "Tocaia do Norte" (Penalux)

Sheyla Smanioto, "Meu Corpo Ainda Quente" (Nós)


Melhor Romance de Estreia do Ano de 2020

Caê Guimarães, "Encontro Você no Oitavo Round" (Record)

Emmanuel Mirdad, "Oroboro Baobá" (Penalux)

Eury Donavio, "Fiados na Esquina do Céu com o Inferno" (Coqueiro)

Glaucia Vale & Willian Vale, "A Mãe do Ouro" (Giostri)

José Falero, "Os Supridores" (Todavia)

Marcela Dantés, "Nem Sinal de Asas" (Patuá)

Mariana Brecht, "Brazza" (Moinhos)

Morgana Kretzmann, "Ao Pó" (Patuá)

Renata Belmonte, "Mundos de Uma Noite Só" (Faria e Silva)

Sidnei Xavier dos Santos, "A Linha Augusta do Campo" (Quelônio)

Wagner G. Barreira, "Demerara" (Instante)



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