quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

.: Otto apresenta show apocalíptico no Sesc Belenzinho em janeiro


O cantor pernambucano traz o show "Otto Apocalíptico" com músicas autorais criadas ao longo da sua carreira. Foto: Moric
 

Nos dias 9 e 10 de janeiro de 2026, o Sesc Belenzinho recebe o cantor Otto. As apresentações acontecem na sexta e sábado, às 20h30, na Comedoria da unidade. Os ingressos estão disponíveis no portal sescsp.org.br e nas bilheterias físicas das unidades Sesc, a R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia-entrada) e R$ 18,00 (Credencial Sesc). O show "Otto Apocalíptico" tem músicas autorais, das marcantes até as apocalípticas, criadas ao longo de sua carreira. Com temas como vida, morte, esperança, saudade, paz, amor, guerras, questões climáticas e relações interpessoais, a apresentação busca explorar a essência humana na sociedade.

 Ao longo de quase três décadas de estrada, o cantor, percussionista e compositor nascido no agreste pernambucano experimentou diversos estilos - do maracatu à brega, passando por manguebeat, samba, rock, eletrônica e além -, criando uma sonoridade notavelmente peculiar. Sua trajetória artística iniciou-se há mais de 30 anos, quando era percussionista das bandas Mundo Livre e Chico Science e Nação Zumbi (precursoras do movimento Mangue Beat). 

O disco "Samba pra Burro" (1998), primeiro álbum após sua saída do Mundo Livre S/A, banda em que tocava percussão. Aclamado pela crítica, foi eleito o melhor disco do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), com sua mistura arrojada entre música eletrônica, rap e ritmos folclóricos brasileiros. Cultuado até hoje, o trabalho motivou, em 2018, uma turnê em comemoração aos 20 anos do lançamento, com músicas simbólicas, como Ciranda de Maluco e Bob.

 Depois de dar as caras com seu “som do novo milênio”, como foi saudado à época, Otto lançou, em 2001, o sugestivo Condom Black. Movido pelo desejo de inovar, tomou um novo caminho e prestou sua homenagem à negritude brasileira. Flutuante, o Galego - como é chamado pelos mais íntimos - partiu para uma sonoridade mais ambiental, psicodélica e melódica em seu disco de 2003, "Sem Gravidade". Encerrando a trilogia iniciada com "Samba pra Burro" e seguida em "Condom Black", Otto revelou sua faceta mais densa e pensante. Composições inspiradas, "Como Lavanda", "Tento Entender", "Avisa Gil" e "Pra Quem Tá Quente" dão a tônica do álbum.

Após gravar seu primeiro DVD ("MTV Apresenta Otto"), em 2005, e carregando na bagagem trabalhos elogiados e apresentações em festivais como o Heineken Concerts, Otto já havia caído nas graças do Brasil com sua originalidade inata, mas ainda existia mais por vir: o mundo o aguardava. E isso aconteceu em 2009, com o lançamento de Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos.

Tido por muitos como sua grande obra-prima, o quarto álbum de estúdio do músico foi inspirado no clássico literário de Kafka ("A Metamorfose"). Com seu lirismo visceral, o disco converteu em poesia os lamentos de dor e desabafos pessoais do compositor, como "Crua", "Janaína", "6 Minutos" e "Filha", algumas das canções mais celebradas pelos fãs nos shows, fazem parte do disco.

Reunindo um pouco de tudo o que já tinha vivido, o pernambucano pariu, mais recentemente, em 2017, sua Ottomatopeia. Nela, Otto canta o amor e a política, tópicos aparentemente antagônicos, mas profundamente embrenhados em seus pensamentos, revelando-se mais maduro que nunca, porém ainda incansável. "Bala", "Carinhosa", "Meu Dengo" e "Atrás de Você" são algumas das principais faixas do álbum, que contou com participação de Roberta Miranda, Andreas Kisser e Zé Renato.

Durante a pandemia que acometeu todo o mundo, iniciou a criação e gravação do novo disco "Canicule Sauvage", este produzido e gravado pelo artista e seu fiel escudeiro Apollo 09 (o mesmo produtor musical de seu primeiro trabalho solo). A partir do aplicativo “garage band”, o inquieto e criativo artista, conseguiu tocar todos os instrumentos e criar músicas imersivas e dançantes como "Anna", "Você Pra Mim é Tudo" e "Canicule Sauvage", originando mais um respeitado trabalho em sua história musical. 

Neste ano encontra-se em turnê com o show "Otto Apocalíptico", verdadeiro espetáculo musical, permeado de músicas autorais, impactantes e proféticas criadas ao longo de carreira do artista. Temas musicais profundos como vida, morte, esperança, saudade, paz, amor, guerras, aspectos climáticos e relações interpessoais, revelarão as profundezas do homem em sua essência na sociedade. O repertório será baseado em músicas de sua extensa discografia, adentrando em outras obras de sua longeva carreira.


Serviço
Show "Otto Apocalíptico"
Dias 9 e 10 de janeiro de 2026. Sexta e sábado, às 20h30
Local: Comedoria (1000 lugares)
Valores: R$ 60,00 (inteira); R$ 30,00 (meia-entrada), R$ 18,00 (Credencial Sesc)
Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc
Classificação: 14 anos
Duração: 90 minutos
 
Sesc Belenzinho
Rua Padre Adelino, 1000 - Belenzinho / São Paulo
Telefone: (11) 2076-9700
 

Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

Transporte público
Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

.: "Gertrude, Alice e Picasso" volta aos palcos em São Paulo no Teatro das Artes


Em 9 de janeiro de 2026, aniversário de Paulo Goulart, a nova temporada estreia no Teatro das Artes, com Vanessa Goulartt assinando a direção. A montagem reúne em cena Bárbara Bruno, Patrícia Vilela e Joca Andreazza, que dão vida a uma narrativa pulsante, poética e cheia de humor sobre relações humanas, arte e memória. Foto: 
Jamil Kubruk


A peça “Gertrude, Alice e Picasso”, escrita por Alcides Nogueira, retorna aos palcos para uma emocionante temporada no Teatro das Artes, no Shopping Eldorado, em São Paulo, na Sala Wilson Rodrigues, a partir do dia 9 de janeiro de 2026 - uma data profundamente simbólica: o aniversário de Paulo Goulart, pai de Bárbara Bruno, que integra o elenco, e avô de Vanessa Goulartt, que assina a direção. 

A montagem reúne em cena Bárbara Bruno, Patrícia Vilela e Joca Andreazza, que dão vida a uma narrativa pulsante, poética e cheia de humor sobre relações humanas, arte e memória. “Gertrude, Alice e Picasso” mergulha no universo vibrante do modernismo do início do século XX, recriando - com liberdade poética, humor e inteligência - encontros entre três figuras essenciais para a história da arte e da literatura. 

Gertrude Stein surge como o eixo intelectual da trama: escritora, poeta e uma das maiores mecenas do modernismo, ela foi responsável por reunir, em seu lendário ateliê parisiense, alguns dos artistas mais revolucionários da época. No espetáculo, sua presença é forte, irônica e afetiva, conduzindo o público a reflexões sobre criatividade, identidade e o poder da palavra.

Alice B. Toklas, companheira dela, aparece como contrapeso de ternura e precisão. Guardiã das memórias e dos bastidores de Gertrude, Alice carrega charme, inteligência e uma enorme capacidade de observar nuances. Na peça, ela transita entre a devoção e a autonomia, revelando camadas profundas dessa relação histórica e afetiva.

Pablo Picasso, gênio indomável das artes plásticas, completa o trio com sua irreverência, intensidade e visão disruptiva. Seu diálogo com Gertrude e Alice cria tensões criativas e cômicas, ao mesmo tempo em que evoca o período mais efervescente da arte moderna, quando cubismo, literatura experimental e novos modos de existir estavam sendo inventados. 

A peça costura esses encontros com liberdade ficcional, transformando fatos históricos em oportunidades cênicas de humor, poesia e choque criativo - mostrando como essas três figuras, cada uma à sua maneira, ajudaram a reinventar o século. A nova temporada chega celebrando legado, presença e continuidade - exatamente como Paulo Goulart sempre viveu o teatro. A simbologia da estreia, alinhada ao peso afetivo dessa data, marca esta volta como um tributo delicado e vibrante à história da família e às artes cênicas brasileiras.


Serviço
Espetáculo “Gertrude, Alice e Picasso”
Texto: Alcides Nogueira
Direção: Vanessa Goulartt
Elenco: Bárbara Bruno, Patricia Vilela e Joca Andreazza.
Teatro das Artes – Sala Wilson Rodrigues
Sextas e sábados, às 21h00. Domingos, às 19h00.
De 9 de janeiro a 8 de fevereiro.
Link para venda de ingressos

.: Cineflix: "A Empregada", "Bob Esponja", "Valor Sentimental" e "Anaconda"

A partir de 26 de dezembro de 2025, a unidade Cineflix Cinemas de Santos, localizada no Shopping Miramar, faz quatro estreias nas telonas. O suspense psicológico "A Empregada", a animação "Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada", o drama "Valor Sentimental" e a comédia, com o ator Selton Mello, "Anaconda".

A Cineflix Cinemas de Santos também exibe a ficção científica, "Avatar: Fogo e Cinzas", a sequência de animação Disney "Zootopia 2" e a produção brasileira premiada, "O Agente Secreto". Compre antecipadamente os ingressos aquihttps://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN.

Estão disponíveis para venda os baldes colecionáveis, do longa "Wicked - Parte II", da animação "Zootopia 2", do infantil "D.P.A." e de "Avatar: Fogo e Cinzas"A unidade de Cinemas Cineflix Santos, fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga.

"A Empregada". (The Housemaid). Gênero: Suspense Psicológico, Thriller. Direção: Paul Feig. Roteiro: Rebecca Sonnenshine, Freida McFadden. Ano de Lançamento: 2025. Data de Estreia (Brasil): 18 de Dezembro de 2025. País: EUA. Idioma: Inglês. Duração: 2h11m. Elenco Principal: Sydney Sweeney (Millie), Amanda Seyfried (Nina), Brandon Sklenar (Andrew), Michele Morrone. Baseado em: Livro de Freida McFadden. Sinopse: A história segue Millie Calloway, que, após sair da prisão, consegue um emprego como empregada na casa dos ricos Nina e Andrew Winchester, mas logo percebe a natureza perturbadora de Nina e as dinâmicas disfuncionais da família, levando a situações de manipulação e suspense, enquanto Millie tem seus próprios segredos. 

"Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada". (The SpongeBob Movie: Search For SquarePants). Direção: Derek Drymon Roteiro: Pam Brady, Matt Lieberman, Marc Ceccarelli Elenco (Vozes originais): Tom Kenny, Clancy Brown, Rodger Bumpass Gênero: Animação, Aventura. Duração: 1h 28. Distribuidor: Paramount País de Origem: Estados Unidos  Sinopse: A história acompanha um Bob Esponja que descobre ter crescido e agora tem 36 mariscos de altura, querendo provar que não é mais um bebê, embarcando em uma aventura com o Holandês Voador para conseguir um certificado de aventureiro, o que o leva a uma jornada inesperada em Santa Monica.

"Valor Sentimental". (Sentimental Value). Direção: Joachim Trier. Roteiro: Eskil Vogt e Joachim Trier. Gênero: Drama, Comédia Duração: Aproximadamente 132 minutos País de Origem: Noruega (coprodução internacional). Distribuição no Brasil: Retrato Filmes e MUBI. Elenco Principal: Renate Reinsve (Nora) Inga Ibsdotter Lilleaas (Agnes) Stellan Skarsgård (Gustav) Elle Fanning (Rachel Kemp) Anders Danielsen Lie. Sinopse: As complexas dinâmicas de uma família após a morte da matriarca. Gustav, um cineasta outrora renomado, tenta se reconciliar com as filhas, Nora (uma atriz de teatro) e Agnes, ao oferecer a Nora o papel principal em seu novo filme autobiográfico. Diante da recusa da filha, ele escala uma jovem estrela de Hollywood (Elle Fanning), o que desencadeia novos conflitos e revisita traumas do passado. 

"Anaconda". (Anaconda). Direção: Derek Drymon Roteiro: Pam Brady, Matt Lieberman, Marc Ceccarelli. Gênero: Ação, Comédia, Terror, Aventura. Direção e Roteiro: Tom Gormican e Kevin Etten. País: Estados Unidos (EUA). Ano de Lançamento: 2025 (estreia em 25 de Dezembro nos EUA) Distribuição: Sony Pictures. Duração: 1h 39min. Estúdio: Columbia Pictures. Sinopse: Doug (Jack Black) e Griff (Paul Rudd) recriam seu filme favorito da juventude, mas uma anaconda gigante real surge, transformando a comédia em perigo mortal. A produção tenta satirizar a indústria de Hollywood e o filme original de 1997, com um ritmo rápido. 

"Avatar: Fogo e Cinzas". (Avatar: Fire and Ash). Gênero: Ação, Aventura, Drama, Ficção Científica, Fantasia.  Diretor: James Cameron. Ano de Lançamento: 2025. Data de Estreia (Brasil): 18 de Dezembro de 2025. País: EUA. Idioma: Inglês. Duração: Aproximadamente 195 minutos (3h 15min). Distribuidora: Disney/Walt Disney Studios. Elenco Principal: Sam Worthington, Zoe Saldaña, Stephen Lang, Sigourney Weaver, Kate Winslet, Oona Chaplin. Sinopse: Após conflitos anteriores, Jake Sully e Neytiri enfrentam uma nova tribo Na'vi agressiva, os "Povos das Cinzas", que controlam o fogo e representam um desequilíbrio para Pandora.

"Zootopia 2". (Zootopia 2). Direção: Direção: Jared Bush, Byron Howard. Produção: Walt Disney Animation Studios. Roteiro: Will Tracy. Gênero: Animação, Aventura, Comédia. Duração: 108 minutos. Elenco: Ginnifer Goodwin como Judy Hopps, Jason Bateman como Nick Wilde, Ke Huy Quan como Gary, a Cobra, Fortune Feimster como Castor Nibbles, Idris Elba. Sinopse: Zootopia 2 é um futuro filme de animação digital do gênero comédia de aventura americano produzido pela Walt Disney Animation Studios e distribuído pela Walt Disney Studios Motion Pictures. 

"O Agente Secreto". Gênero: thriller, drama. Diretor: Kleber Mendonça Filho. Elenco: Wagner Moura, ao lado de Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone. Sinopse: Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana do Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.


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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

.: "Dois de Nós" volta ao Teatro Tuca, em São Paulo, a partir de 15 de janeiro


Um dos maiores sucessos da recente temporada teatral no Brasil e em Portugal, a peça “Dois de Nós”, volta em cartaz em São Paulo, a partir de 15 de janeiro. A peça reúne um dos casais mais icônicos da televisão e do cinema brasileiros, Antonio Fagundes e Christiane Torloni, que se encontram pela primeira vez no teatro, ao lado dos atores Thiago Fragoso e Alexandra Martins. Espetáculo tem direção de José Possi Neto e texto de Gustavo Pinheiro. Foto: Renata Casagrande
 


Um dos maiores sucessos da recente temporada teatral no Brasil e em Portugal, a peça “Dois de Nós”, volta em cartaz em São Paulo, a partir de 15 de janeiro. A peça reúne um dos casais mais icônicos da televisão e do cinema brasileiros, Antonio Fagundes e Christiane Torloni, que se encontram pela primeira vez no teatro, ao lado dos atores Thiago Fragoso e Alexandra Martins. O texto inédito é de Gustavo Pinheiro, sob direção de José Possi Neto. A peça já foi assistida por 200 mil pessoas, em São Paulo, outras 12 cidades do Brasil e em 10 cidades de Portugal. A nova temporada se estenderá até 17 de maio. Neste ano, a peça manterá apresentações também às quintas-feiras, além de sexta a domingo. 

A peça celebra a amizade e a parceria profissional de Fagundes e Torloni, que completa 45 anos. Os dois trabalharam juntos pela primeira vez, na série “Amizade Colorida” (1981) e, em seguida, na novela “Louco Amor”, ambas da TV Globo. Depois, contracenaram na telona, no filme “Besame Mucho” (1987). Há 30 anos, em 1994, formaram um dos casais mais antológicos da teledramaturgia brasileira: Dinah e Otávio, em “A Viagem”. Os atores se encontraram pela última vez diante das câmeras em “Velho Chico” (2016), também da Globo.

Outro reencontro em cena é o de Fagundes com o ator Thiago Fragoso que, juntos, fizeram enorme sucesso na novela “Amor à Vida” (TV Globo). “Em primeiro lugar foi o elenco que me fez ser atraído por esse projeto, Fagundes e Chris Torloni são atores que não só admiro, mas que são exemplo e inspiração para mim. Quando li o texto então, já estava dentro”, conta Fragoso, que, além de novelas e séries de enorme repercussão, também dedicou boa parte da sua carreira ao palco em peças como “Romeu e Julieta” (1998), “O Beijo no Asfalto” (2000), “O Despertar da Primavera” (2001), “Veneza” (2005) e “Rock’n’Roll” (2009).

Na comédia “Dois de Nós”, dois casais de gerações diferentes, se encontram num quarto de hotel. Segredos e mentiras começam a ser revelados trazendo à tona um divertido turbilhão de sentimentos, com muita emoção e desafios, que mudarão a vida deles para sempre. “A peça propõe um jogo muito prazeroso e divertido para os atores e mais ainda para a plateia”, afirma Fagundes, há 22 anos sem encenar um texto de autor brasileiro (o último foi “Sete Minutos”, de sua própria autoria). 

De forma poética e bem-humorada, são abordados assuntos comuns aos casais, como rotina, filhos, dinheiro, tempo, realização profissional, desejo sexual, frustrações e mágoas, tudo à luz das mudanças velozes de comportamento, características da atualidade. Da interação dos personagens, emergem as picuinhas da intimidade, as questões mal resolvidas, as implicâncias, mas também as cumplicidades. “Estar com o meu querido Antonio Fagundes em ‘Dois de Nós’ tem sido uma celebração dos nossos 40+5! Uma provocação para uma 'viagem' ainda mais bonita. Dessa vez pelos palcos, nossa casa, compartilhando emoções com novos companheiros como Alexandra e Thiago e… mais um reencontro com meu delicioso e rigoroso diretor, amigo, irmão, José Possi. Evoé!”, celebra Christiane Torloni.

O projeto surgiu em julho de 2023 no Ciclo de Leituras do Teatro Adolpho Bloch, no Rio de Janeiro, onde peças inéditas são lidas gratuitamente para o público. Na leitura de “Dois de Nós”, os 350 lugares do teatro ficaram lotados e outras 200 pessoas ficaram de fora. “As pessoas gargalhavam e se emocionavam também! Essa resposta que tivemos do público no dia da leitura foi muito marcante para nos incentivar a fazer a montagem”, relembra Alexandra Martins que, além de atriz, estreia como produtora executiva do espetáculo ao lado de Fagundes, dando continuidade à parceria de sucesso do casal no teatro, cinema e TV. Os dois estiveram juntos na comédia “Baixa Terapia” entre 2017 e 2023, arrebatando 450 mil espectadores em 600 apresentações entre Brasil, EUA e Portugal.

Fagundes e Martins conheceram o autor Gustavo Pinheiro quando assistiram à peça “A Tropa”, de sua autoria, em 2017. Desde então, acalentavam a vontade de trabalhar juntos. “Nestes últimos anos, tenho a alegria de poder dizer que ficamos amigos. Tive as primeiras ideias para a peça em 2018, então conhecer o Fagundes e a Alexandra foi um motivo perfeito para finalmente colocar o texto no papel, propondo um jogo onde o público é surpreendido a cada minuto e as certezas são postas em xeque a cada nova reviravolta”, conta Pinheiro, também autor dos sucessos “A Tropa”, com Otavio Augusto, e “A Lista”, com Lilia Cabral e sua filha, Giulia Bertolli.

A montagem da peça “Dois de Nós” também renova a longa e bem-sucedida parceria profissional de Torloni com o diretor José Possi Neto, que já a conduziu em peças de sucesso como “O Lobo de Ray-Ban” (1988), “Salomé” (1997), “Joana D’Arc” (2000), “Mulher por um fio” (2005) e “Master Class” (2015-2019).  

“'Dois de Nós' é uma comédia que impõe e expõe ao espelho a história de dois casais contemporâneos e essencialmente brasileiros. Noves fora as rabugices e implicâncias que nos fazem morrer de rir, assistimos o desnudar de quatro personagens revelando suas dores e mazelas, suas vitórias e alegrias. Atravessam em uma hora e meia de espetáculo uma longa noite cumprindo o exercício fundamental do teatro que é enfrentar os deuses e mudar seu próprio destino”, afirma Possi Neto, um dos mais respeitados e premiados diretores do Brasil – vencedor, entre outros, de três Prêmios Mòliere; quatro Prêmios APCA e três Prêmios Mambembe –, e que trabalha pela primeira vez com Fagundes.

“A peça chega me oferecendo a alegria de trabalhar pela primeira vez com o grande Antonio Fagundes e voltar à sala de ensaios com minha parceira mais fiel, Christiane Torloni, somados ao privilégio de um primeiro encontro com os talentos de Alexandra Martins e Thiago Fragoso. Posso querer mais? Posso sim: divertir e encantar nosso público. Com esse time de frente eu tenho certeza que posso”, diz o diretor. Fabio Namatame, nos figurinos e no cenário, Wagner Freire, no desenho de luz, e André Abujamra, na música original, completam a ficha técnica.


Ensaios abertos
Assim como em outros espetáculos de Antonio Fagundes, como “Vermelho” e “Baixa Terapia”, esta produção também realizou ensaios abertos antes da estreia em 2024. Durante esse período, o público teve a oportunidade de acompanhar o processo de criação, observando de perto o desenvolvimento das cenas e o trabalho conjunto da equipe artística e técnica.A iniciativa busca aproximar o público do fazer teatral e revelar as diversas etapas que antecedem a estreia de um espetáculo.


Bastidores
O público também pode ter acesso aos bastidores, antes de todas as sessões, para vivenciar o que acontece por trás do espetáculo. O espectador que comprar o ingresso para o espetáculo, pode comprar também o ingresso de acesso aos bastidores, onde participa de um tour guiado pelo ator Antonio Fagundes, com visita aos camarins, acesso às coxias e sessão de fotos. Para realizar a visita, limitada a 40 participantes, o espectador tem que chegar ao teatro uma hora e meia antes do espetáculo começar. A experiência adicional é oferecida a R$150,00 (por pessoa). Excepcionalmente, não haverá bastidores no dia da estreia, 15 de janeiro.


Bate-papo
Ao fim de cada espetáculo, o elenco voltará ao palco para um bate-papo com a plateia, numa troca divertida e informal sobre a peça. Atenção: o bate-papo é realizado por liberalidade e cortesia da produção. A realização do bate-papo não é obrigatória. Sujeito a disponibilidade de agenda dos atores.


Ficha técnica
Espetáculo "Dois de Nós"
Texto: Gustavo Pinheiro
Direção: José Possi Neto
Assistente de direção: Antonio Fagundes
Elenco: Antonio Fagundes, Christiane Torloni, Thiago Fragoso e Alexandra Martins
Figurinos e cenários: Fábio Namatame
Desenho de luz: Wagner Freire
Desenho de som: Labsom
Música original: André Abujamra
Produção: Antonio Fagundes
Produção executiva: Gustavo de Souza e Alexandra Martins
Assistente de produção: Vanessa Campos
Assessoria de imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany


Serviço
Espetáculo "Dois de Nós"
Teatro Tuca - Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes / SP   
Telefone: (11) 3670-8455
Horários: quintas e sextas-feiras, às 21h00, sábados, às 20h00, e domingos, às 17h00. Ingressos: R$ 200,00 e R$ 100,00 (meia). Vendas: www.sympla.com.br ou na bilheteria do teatro de terça-feira a sábado, das 14h00 às 20h00, e domingos, das 14h00 às 18h00, Capacidade:  672 espectadores. Acessibilidade: sim. Duração: 90 minutos. Gênero: comédia. Classificação: 12 anos. Temporada: até 17 de maio . Redes Sociais: @doisdenosteatro / @fafacultural


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#DoisDeNós #AntonioFagundes #ChristianeTorloni #ThiagoFragoso #teatro

.: "Rivalidade Ardente", romance hot que inspirou série "Heated Rivalry", chega


O romance esportivo LGBTQIAPN+ "Rivalidade Ardente" ("Heated Rivalry"), que deu origem à série canadense de mesmo nome, acaba de entrar em pré-venda no Brasil pela Alt, selo de literatura jovem da Globo Livros, e já se consolida como um dos lançamentos mais aguardados do gênero. O título alcançou recorde de vendas nas primeiras 24 horas, impulsionado pelo enorme engajamento nas redes sociais. Escrito por Rachel Reid, o livro é traduzido no Brasil por Carlos César da Silva.

Parte da série de romances esportivos picantes Game Changers, a trama acompanha Shane Hollander, capitão do Montreal Voyageurs, um astro do hóquei profissional conhecido por sua disciplina e reputação impecável, e Ilya Rozanov, capitão do Boston Bears, provocador, confiante e tão talentoso quanto seu maior rival. Dentro do gelo, eles são adversários lendários; fora dele, a competição dá lugar a uma atração intensa e irresistível.

O que começa como encontros secretos rapidamente se transforma em algo maior - e mais arriscado. À medida que o desejo cresce, Shane e Ilya precisam decidir até onde estão dispostos a ir para proteger suas carreiras e se vale a pena enfrentar os holofotes do esporte profissional para viver um amor que desafia regras, expectativas e convenções.

A adaptação para a TV impulsionou ainda mais o sucesso do livro. Criada por Jacob Tierney para o canal canadense Crave, a série "Heated Rivalry" se tornou um fenômeno nas redes sociais, com cenas, personagens e diálogos que dominaram as timelines. Nos Estados Unidos, a produção é exibida pela HBO Max, que já anunciou a distribuição para a América Latina, ainda sem data de estreia confirmada. Com lançamento marcado para 5 de fevereiro de 2026, "Rivalidade Ardente" já desponta como um dos principais destaques da Alt no próximo ano. A história de Shane e Ilya continua em The Long Game, sequência que também terá edição brasileira pela Alt, com lançamento previsto para o segundo semestre. Compre o livro "Rivalidade Ardente", de Rachel Reid, neste kink.


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.: "Domingo no Parque", baseado em música de Gilberto Gil, estreia em SP


Com direção e texto de Alexandre Reinecke e direção musical de Bem Gil, espetáculo transforma em cena esse clássico com canções do próprio Gil, Carlos Lyra, Dominguinhos e Anastácia, Dorival Caymmi, Jorge Ben Jor, Chico Buarque, Tom Jobim e Jackson do Pandeiro e outras inéditas compostas pelos diretores da peça. Da esquerda pra direita: Alan Rocha, Rebeca Jamir, Guilherme Silva, Badu Morais. Foto: Priscila Prade

Clássico do Tropicalismo e uma das composições mais significativas na carreira de Gilberto Gil, a canção premiada "Domingo no Parque" vira musical negro, sob a direção de Alexandre Reinecke,  um dos diretores mais atuantes do país, e direção musical de Bem Gil. O espetáculo, que foi selecionado no edital Petrobras Cultural, tem sua temporada de estreia no Teatro Claro Mais SP, de 3 de janeiro a 8 de fevereiro de 2026, com apresentações às quintas e sextas, às 20h; aos sábados, às 17h00 e às 20h30; e aos domingos, às 18h00. A venda on-line antecipada já está aberta. 

O elenco protagonista é composto por Alan Rocha (Jozé), Rebeca Jamir (Juliana), Guilherme Silva (João), Badu Morais (Juci) e Adriana Lessa (Mãe Preta), a avó de Jozé. Apresentada pela primeira vez no 3º Festival da Música Popular da TV Record, em 1967, "Domingo no Parque" é considerada um dos marcos da Tropicália ao misturar elementos brasileiros - como o violão e o berimbau - com a guitarra elétrica e levou o segundo lugar no prêmio. A canção tinha arranjo de Rogério Duprat e participação da banda Os Mutantes.

No espetáculo, toda tarde, João, Jozé e um grupo de amigos se reúne para jogar capoeira, no bairro da Ribeira. É um momento de descontração e divertimento entre os amigos. A forte amizade entre João e Jozé fica abalada quando Jozé leva João para ver um show de sua “amada” Juliana e ela passa a frequentar a roda de capoeira da Ribeira. Juliana teve um forte romance com João no passado, que terminou quando ele engravidou a jovem Juci. Juliana seguiu seu sonho de ser cantora e passou a cantar nos bares da cidade; nesse tempo também se tornou atuante nos movimentos contra a ditadura e passou a ser vigiada pelos militares.

Com elenco e equipe majoritariamente formado por artistas e profissionais negros, o musical, que teve aprovação do próprio Gil, destaca importantes influências negras na cultura e sociedade, em elementos como os costumes, danças, a religiosidade, os arranjos musicais, as vestimentas, a alimentação e a capoeira. O projeto é um sonho antigo de Alexandre Reinecke, que há 30 anos tenta montar o espetáculo. “Sempre fui um apaixonado pela capoeira. Comecei a praticar com 14 anos. Pouco tempo depois comecei a fazer teatro e, assim que ouvi a música, pensei em um musical de capoeira. Em 1995 escrevi o primeiro esboço, mas tinha que ter o aval de Gil. O irmão de um amigo, Rodolpho Stroeter, estava produzindo um disco dele e fez a ponte. Em um belo dia, Gil me ligou e disse que havia gostado muito da história e que eu poderia seguir. Foi o que fiz. No começo eu mesmo queria fazer o João, nem era diretor nessa época.  Desde então venho batalhando para produzir. Tanta coisa mudou. Virei diretor e encenei 59 peças - esta é a 60ª. O país mudou e este é o momento”


Ditadura em foco
A trama se passa em Salvador, no início da década de 1970 e tem como pano de fundo toda a situação sociopolítica do Brasil, que atravessava a violenta opressão da Ditadura Civil-Militar. No bairro da Ribeira, toda tarde João, Jozé e um  grupo de amigos se reúnem para jogar capoeira, em um momento de descontração e divertimento. Quando Jozé leva seu amigo João para assistir a um show de sua amada Juliana, a relação entre os dois fica abalada. Juliana, que agora passa a frequentar a roda de capoeira, teve no passado um romance avassalador com João, que terminou quando ele engravidou a jovem Juci. Enquanto eles estavam afastados, Juliana seguiu seu sonho de ser  cantora e passou a cantar nos bares da cidade. Ela também tornou-se atuante nos movimentos contra a ditadura e passou a ser vigiada pelos  militares.

Como não poderia ser diferente, essa icônica tragédia urbana chega ao fim com uma grande roda de capoeira ao som do clássico de Gil, elevando o clima do espetáculo, que promete ainda momentos de drama, humor, romance e suspense. A trilha sonora conta com 20 músicas que atuam como fio condutor da história, sendo três delas compostas exclusivamente para o espetáculo (com letras de Alexandre Reinecke e melodia de Bem Gil), 10 de Gilberto Gil e as demais amplamente conhecidas pelo público, incluindo composições de Carlos Lyra, Dominguinhos e Anastácia, Dorival Caymmi, Jorge Ben Jor, Chico Buarque, Tom Jobim e Jackson do Pandeiro.


Ficha técnica
Musical "Domingo no Parque"
Texto e direção: Alexandre Reinecke
Direção musical: Bem Gil
Direção de arte: Billy Castilho
Figurinos: Lena Santana
Cenografia: Marco Lima
Iluminação: Cesar Pivetti
Diretora assistente: Glaucia da Fonseca
Assistente de direção: Sidney Sampaio
Assistente de direção musical: Bruno Di Lullo e Gabe Fabbri
Arranjador, preparação vocal e regências: Gabe Fabbri
Coreografia: Tainara Cerqueira
Diretora de produção: Vanessa Campanari
Coordenação de Produção: Edinho Rodrigues
Realização: Reinecke Produções e Brancalyone Produções
Elenco adulto: Adriana Lessa, Alan Rocha, Guilherme Silva, Rebeca Jamir, Badu Morais, Ananza Macedo, Gui Giannetto, Jean Amorim, Jack Mandinga, Júlia Perré, Júlia Sanchez, Mestre Tyson, Farini, Renée Natan, Rio Delgado, Sangela Aram, Thiago Mota e Wesley Guimarães.
Elenco infantil: Caio Santos, Mateus Vicente e Vitor Tomé.
Músicos: Bruno Di Lullo, Daniel Conceição, Gabe Fabbri e Mano Jotta.


Serviço 
Musical "Domingo no Parque"
Temporada: 3 de janeiro a 8 de fevereiro de 2026
Quinta a sexta-feira, às 20h00; aos sábados, às 17h00 e às 20h30, e aos domingos, às 18h00. Estreia vip: dia 5 de janeiro, às 20h00.
Teatro Claro Mais SP - Rua Olimpíadas, 360, Vila Olímpia Shopping - 5º Piso, Vila Olímpia – São Paulo
Ingressos: Plateia Premium - R$ 250,00 (inteira) e R$ 125,00 (meia-entrada) | Plateia - R$ 220,00 (inteira) e R$ 110,00 (meia-entrada) | Balcão Nobre - R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia-entrada) | Balcão -  R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada)
Bilheteria: de segunda a sábado: das 10h00 às 22h00. Domingos e feriados: das 12h00 às 20h00.
Telefone: (11) 3448-5061. 
Classificação: 12 anos.
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.


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.: "Diário de Um Banana: festa Insana" comemora a 20ᵃ continuação dos livros

 

"Quando a gente é criança, precisa fazer cada aniversário valer a pena porque, quando você vai ver, já virou adulto e a festa acabou", essa frase marca o 20º volume de "Diário de Um Banana", série best-seller de Jeff Kinney, lançado no Brasil pela VR Editora, com tradução de Alexandre Boide. No livro, o protagonista terá um aniversário frustrado quando os planos não saem conforme o esperado. Greg Heffley estava preparado para comemorar mais um ano de vida e achava que nada podia dar errado no seu aniversário. Até descobrir que a própria família esqueceu a data e preferiu disputar um concurso de tortas na igreja em vez de organizar a festa surpresa para ele. 

Decidido a compensar o fiasco, o garoto azarado resolve planejar uma nova comemoração, mas tudo vira uma confusão: convidados indesejados, brincadeiras constrangedoras e um desejo difícil de concretizar - ganhar de presente o card raríssimo das MicroCriaturas, que vale uma fortuna e é a nova obsessão de todo mundo da cidade. Enquanto tenta lidar com a vergonha pública de ser “o menino esquecido pela mãe”, já que o vídeo do aniversário frustrado viralizou nas redes sociais, Greg encara dilemas típicos da pré-adolescência: o medo de crescer, a vontade de ser notado e a decepção de ver seus planos se tornando um verdadeiro desastre.

Em "Diário de Um Banana: festa Insana", 20º volume da série best-seller lançada pela VR Editora no Brasil, Jeff Kinney prova que o universo de Greg continua atemporal e cheio de trapalhadas, ironia, caos familiar e muito humor. Em meio a um bolo perdido, crises existenciais e uma caça ao tesouro digna de reality show, a narrativa em formato de diário traz um lado cômico e ácido ao retratar a vida como ela é: confusa, exagerada e, acima de tudo, divertida.

Kinney ainda compartilha reflexões com os jovens leitores sobre expectativas, amadurecimento e o que realmente faz os momentos especiais valerem a pena.  Festa insana mostra que o valor de uma celebração não está nas surpresas ou em ganhar presentes, mas, sim, nas pessoas que continuam por perto e dando apoio quando tudo dá errado. Os livros da série "Diário de Um Banana" foram traduzidos para 62 idiomas e distribuídos em 74 países. Já são mais de 275 milhões de exemplares vendidos ao redor do mundo e, apenas no Brasil, a coleção já ultrapassa a marca de 14,3 milhões de cópias comercializadas. Compre o livro "Diário de Um Banana: festa Insana", de Jeff Kinney, neste link.


Sobre o autor
Jeff Kinney é um dos mais importantes autores da literatura infantojuvenil mundial contemporânea. A série Diário de um Banana, lançada em 2007, já foi traduzida para 62 línguas e está em 74 territórios. Desde o primeiro volume, suas obras constam na lista de best-sellers do jornal norte-americano The New York Times. Até hoje, são mais de 275 milhões de exemplares vendidos ao redor do mundo. Jeff já figurou na lista de personalidades mais importantes da revista Times. Kinney é proprietário da livraria independente An unlikely story. Vive em Massachusetts com a companheira e dois filhos. Instagram: @diaryofawimpykid. Compre o livro "Diário de Um Banana: festa Insana", de Jeff Kinney, neste link.

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.: Núcleo Experimental comemora 20 anos com "Codinome Daniel"


Com texto e direção de Zé Henrique de Paula e música de Fernanda Maia, espetáculo prestigia a vida de Herbert Daniel, importante ativista gay que desafiou o regime militar opressor e também os setores da esquerda que reproduziam a homofobia. Fotos: Ale Catan


O Núcleo Experimental reestreia o musical "Codinome Daniel", com texto e direção de Zé Henrique de Paula e música de Fernanda Maia. A peça presta uma poética homenagem à vida e a obra do ativista, jornalista e escritor Herbert Daniel (1946-1992). O espetáculo fica em cartaz na sede do grupo na Barra Funda, de 6 a 22 de janeiro de 2026. Com o espetáculo, o Núcleo Experimental dá início às celebrações de seus 20 anos e segue com diversas ações em 2026.

Em suas duas décadas de trajetória, o Núcleo Experimental vem desenvolvendo, em meio à multiplicidade de temáticas, atividades e ações, uma pesquisa contínua a respeito da utilização da música e sua relação com o teatro, sobretudo em relação ao modo brasileiro de se fazer Teatro Musical. Como resultado desse trabalho de investigação, entendemos a necessidade cada vez maior de nos aprofundarmos na concepção e criação de dramaturgia e musicais originais brasileiros, promovidos por um anseio em dar voz a grupos minoritários ou a temas urgentes no contexto sociopolítico atual.

Através do musical original "Codinome Daniel", o grupo pretende levar ao público a vida e a obra, ainda muito desconhecida, do jornalista e escritor Herbert Daniel, um revolucionário gay que desafiou tanto a ditadura de direita quanto os setores da esquerda que reproduziam a homofobia e a heteronormatividade. Um dos elementos de frente da luta armada, exilou-se em Portugal e na França, onde contraiu HIV, foi o último dos anistiados e uma vez de volta ao Brasil, tornou-se um ativista fundamental na luta pelos direitos das pessoas vivendo com HIV/Aids. Sua importância também se deve ao fato de ter sido o fundador do grupo de apoio Pela Vidda e um dos fundadores do Partido Verde. Atuou pelos direitos da população LGBTQIAPN+, das mulheres, dos negros, além de ativista ambiental. Herbert morreu em 1992 devido a complicações causadas pela AIDS.

Mas, afinal, quem foi Herbert Daniel?
A figura de Herbert Eustáquio de Carvalho - o nome de batismo de Herbert Daniel - é uma das mais esquecidas da nossa história recente, especialmente quando se leva em conta sua importância na luta pelo movimento gay e pelo ativismo em prol da democracia durante a ditadura no Brasil. Herbert foi um elemento importante na luta armada contra a ditadura de 1964 e no processo de redemocratização do Brasil. Estudante de medicina na UFMG, se engajou em grupos guerrilheiros ainda no final da década de 1960. Esteve na linha de frente de assaltos a bancos e dos sequestros de diplomatas estrangeiros que garantiram a soltura de mais de uma centena de presos políticos que corriam risco de morte. 

Na militância clandestina, Herbert descobriu e assumiu sua homossexualidade. De um lado, ele se encontrava acossado pela violência de uma ditadura moralizante e LGBTfóbica; de outro, não era aceito por parte dos seus companheiros de guerrilha. Para muitos setores das esquerdas naquele momento, a homossexualidade era vista como um desvio pequeno-burguês, uma degeneração, uma fraqueza moral, um desbunde de minorias improdutivas, em suma, um “pequeno drama da humanidade” que dividiria a “luta maior”. Herbert teve então que “esquecer sua homossexualidade” para “fazer a revolução”. Tanto se dedicou que seu rosto chegou a estampar os cartazes dos “subversivos” mais procurados pelo regime autoritário. No entanto, mesmo com o cerco crescente e o extermínio físico da luta armada, ele conseguiu escapar da prisão e das torturas, exilando-se em 1974 em Portugal e, depois, na França. No exterior, contraiu HIV e se tornou, ao retornar ao Brasil como o último dos anistiados, um ativista fundamental pelos direitos das pessoas vivendo com HIV e AIDS. 

Morto em 1992, Herbert foi um revolucionário gay que desafiou tanto a ditadura de direita quanto setores de esquerda que reproduziam a heteronormatividade. Passou pelo Partido dos Trabalhadores e fundou o Partido Verde e o grupo Pela VIDDA, sempre atuando pelos direitos dos homossexuais, pela ecologia e pelas lutas das mulheres e negros. Foi o responsável também pela criação da Declaração dos Direitos Fundamentais da Pessoa Portadora do Vírus da AIDS, que estruturou o discurso em relação à epidemia, além de cunhar o conceito de “morte civil” - referindo-se à condição de pária em que a pessoa com HIV é colocada, uma espécie de morte social antes da morte física - mostrando que não se trata apenas de uma questão de saúde, mas também sexual, social, econômica e de direitos humanos.

“Ele trouxe ideias revolucionárias para enfrentar a doença e o preconceito social, e elas ainda são válidas até hoje, como a ideia de solidariedade no combate à epidemia”, afirma o historiador e brasilianista norteamericano James Green, que lançou uma biografia de Daniel em 2018 ("Revolucionário e Gay: a Extraordinária Vida de Herbert Daniel"). “Ele era muito corajoso, foi uma das primeiras primeiras pessoas conhecidas a assumir ser gay e soropositivo.” A biografia escrita por Green é a grande fonte de inspiração para a dramaturgia de "Codinome Daniel", escrita por Zé Henrique de Paula. A música da peça é composta por Fernanda Maia.

O teatro - uma das primeiras paixões de Herbert Daniel em sua juventude (ele foi também dramaturgo) - pode ser uma ferramenta poderosa no sentido de reacender uma luz sobre essa figura menosprezada da história do movimento LGBTQIAPN+ no Brasil recente. Afinal, sendo a memória uma construção social, a peça ajuda a colaborar para que minorias possam entrar em contato com o inventário da luta pela democracia, diversidade e justiça social.

"Codinome Daniel" forma, junto com outros dois espetáculos musicais e autorais do Núcleo Experimental - Lembro todo dia de você e Brenda Lee e o Palácio das Princesas - o que chamamos de Uma trilogia para a vida. A trilogia traz como fio condutor das três peças um conjunto de discussões e pontos de vista a respeito da questão do HIV/Aids no Brasil, da década de 80 aos dias de hoje. No elenco do musical, estão Davi Tápias, Luciana Ramanzini, Fabiano Augusto, Robson Lima, Bruna Guerin, Cleomácio Inácio, Renato Caetano e Fábio Enriquez.


Ficha Técnica
Dramaturgia e Letras: Zé Henrique de Paula
Música original: Fernanda Maia
Direção: Zé Henrique de Paula
Direção musical: Fernanda Maia
Assistência de direção musical: Guilherme Gila
Assistência de direção: Mafê Alcântara
Cenografia: César Costa
Figurinos: Úga Agú e Zé Henrique de Paula
Assistência de Figurino: Cauã Stevaux e Ana Trucharte
Iluminação: Fran Barros
Desenho de som: João Baracho
Preparação de elenco: Inês Aranha
Visagismo: Dhiego D'urso
Cenotécnica: Jhonatta Moura
Produção: Laura Sciulli e Victor Edwards
Fotos: Ale Catan
Design gráfico: Laerte Késsimos
Textos para programa: Isa Leite
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Redes sociais: 1812 Comunicação 

Serviço
"Codinome Daniel", com Núcleo Experimental
Temporada: 6 a 22 de janeiro de 2026 
Terças, quartas e quintas, às 20h
Haverá bate-papo após todas as apresentações
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada)
Venda pela Sympla
Teatro do Núcleo Experimental - Rua Barra Funda, 637
Classificação: 12 anos
Duração: 120 minutos
Mais informações em @nucleoexp
Este projeto foi contemplado na 45ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo.

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.: Thiago Garcia é o vencedor do "The Voice Brasil 2025"



Thiago Leifert confirmou ainda nova temporada do reality musical no Disney+ e no SBT em 2026. Foto: Ricardo Bufolin/Formata

A grande voz do Brasil já tem nome. Na noite da última segunda-feira, dia 22 de dezembro, Thiago Garcia, do time Mumuzinho, foi consagrado vencedor do "The Voice Brasil 2025", após final exibida ao vivo no Disney+ e no SBT. Com performance marcante, interpretando "Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim", canção eternizada na voz de Ivete Sangalo, Thiago conquistou o público e garantiu o maior número de votos na decisão popular.

A final reuniu no palco os representantes dos times de Duda Beat, Matheus & Kauan, Péricles e Mumuzinho, que se apresentaram individualmente, evidenciando identidade artística e a evolução ao longo da competição. Na primeira etapa da noite, os técnicos escolheram apenas um integrante de seus times para avançar à disputa final.

Bell Éter foi escolhida por Duda Beat em uma disputa emocionante com Lara Vieira. Já no Time Matheus & Kauan, Jade Sales levou a melhor após um duelo intenso contra André & Luiz Otávio. Pelo Time Péricles, Jamah avançou à final no embate acirrado com Thales César. No Time Mumuzinho, Thiago Garcia garantiu sua vaga em uma disputa intensa com Gabriel Lima. 

Com os quatro finalistas definidos, a decisão ficou exclusivamente nas mãos do público. Após novas apresentações, a votação popular consagrou Thiago Garcia como campeão da temporada 2025. Com o sucesso da temporada, antes mesmo de anunciar o vencedor, Tiago Leifert confirmou no palco do programa que o "The Voice Brasil" terá uma nova temporada em 2026, com exibição no Disney+ e no SBT.

Antes do anúncio do resultado, o público acompanhou o +Voice, conteúdo exclusivo do Disney+, exibido às 22h30, com bastidores e entrevistas que antecederam o momento decisivo do reality. O "The Voice Brasil 2025" chega ao fim após uma temporada marcada por grandes performances, forte engajamento do público e a revelação de novos talentos, reafirmando o programa como uma das principais vitrines da música brasileira.

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terça-feira, 23 de dezembro de 2025

.: Australiano lança livro para quem está cansado do "motivacional vazio"


Chega ao Brasil, lançado pela Editora Cultrix, “Você Não Tem Que Ter Um Sonho – e Outras Lições para Quem Ousa Viver de Forma Autêntica”, de Tim Minchin, compositor australiano, cantor, pianista, comediante e ator de renome internacional. Além de suas turnês de música e comédia, sempre com ingressos esgotados, ele é escritor de três livros de ficção.

Em sua nova empreitada pela não ficção, por meio de um texto bem-humorado e inspirador, Tim brinda seus leitores com uma obra divertida e espirituosa, que une humor radical, empatia e reflexões sobre a passagem do tempo, o papel da arte e a busca por uma vida autêntica. Com um texto perspicaz e de grande sensibilidade – com as delicadas ilustrações de Andrew Rae –, o autor oferece não apenas conselhos, mas pilares para qualquer pessoa que queira sobreviver – e prosperar – no caos do cotidiano.

Lançado no ano passado na Austrália, em abril deste ano nos Estados Unidos, e com os direitos vendidos em cinco territórios, o livro foi inspirado em três de seus discursos mais marcantes, entre eles, o célebre “Nove Lições de Vida”, no qual Minchin transforma reflexões aparentemente simples em conselhos profundos. Ele nos lembra de que não é preciso seguir um roteiro épico para ter uma vida enriquecedora: basta viver com paixão, questionar com coragem, amar com intensidade – e nunca perder o senso de humor.

Distanciando-se do discurso fácil e artificial de livros motivacionais comuns, ele apresenta uma tapeçaria de ensinamentos que flertam com o existencialismo sarcástico de Kurt Vonnegut, mas com calor humano e esperança, centrado em pequenas vitórias que constroem significado verdadeiro, como: “Defina-se pelo que você ama”, “seja autêntico consigo mesmo”, “seja firme em suas opiniões!”, entre outras afirmações práticas e poéticas.

“Você Não Tem Que Ter um Sonho” é um tributo ilustrado à arte de viver - um passeio sensível e irreverente pelos altos e baixos da existência, em que o amor, a resiliência, a gentileza e o riso são faróis em meio à escuridão, um abraço bem-humorado a todos que já se sentiram perdidos, pressionados ou desconectados. Um lembrete de que, mesmo em um universo sem garantias, ainda podemos escolher o amor, o aprendizado e a autenticidade.


Trecho do livro
“Norte-americanos em programas de talentos sempre falam sobre seus sonhos. Tudo bem. Se tiver algo com que sempre sonhou, tipo, do fundo do coração, vá atrás disso! Afinal, é algo para fazer com o seu tempo… correr atrás de um sonho. E, se ele for grande o suficiente, você vai levar a maior parte da vida para alcançá-lo. Então, quando chegar lá e estiver olhando para o abismo sem significado da sua conquista, estará quase à beira da morte, mas não fará diferença. Na verdade, nunca tive um desses grandes sonhos. Defendo o empenho apaixonado à busca de objetivos de curto prazo. Ser microambicioso. Abaixe a cabeça e execute com orgulho qualquer tarefa que surgir à sua frente... Nunca se sabe onde ela vai dar. Apenas se mantenha atento, pois a próxima busca digna provavelmente aparecerá em sua visão periférica. É por isso que você deve ser cuidadoso com sonhos de longo prazo. Se se concentrar em algo muito à frente, não verá aquela coisa brilhante com o canto do olho.” 


Sobre o autor
Tim Minchin
é compositor, cantor, pianista, comediante, ator e escritor aclamado internacionalmente. Além de suas turnês de música e comédia, sempre com ingressos esgotados, ele é o compositor da música e das letras de "Matilda, o Musical" e de "Groundhog Day" (baseado na clássica comédia romântica "Feitiço do Tempo", de 1993), ambos vencedores do Olivier Award de Melhor Novo Musical. É também cocriador da premiada comédia de TV chamada "Upright" e autor de três títulos anteriores a este: "Storm", "When I Grow Up" e "Sometimes You Have to Be a Little Naughty". Ele mora com a família em Sydney, Austrália. 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

.: #LeituraMiau: "Mistério no Sótão", um segredo repleto de suspense


Por Cláudia Brino, escritora, ativista cultural e editora da Costelas Felinas

"Mistério no Sótão" da autora Gladys Floriano, é uma narrativa envolvente e sensível às experiências do público infantojuvenil, a obra conduz o leitor por uma aventura cheia de descobertas, laços e desafios. A história gira em torno de Diana, Raul, Luca e Malu - quatro jovens conectados por uma antiga casa e um segredo guardado no sótão.

A mudança de residência dá início à trama, quando Diana e Raul, recém-chegados ao novo lar, conhecem Luca, o ex-morador com informações valiosas, e Malu, a vizinha curiosa. Juntos, eles embarcam em uma investigação repleta de suspense, explorando pistas e enfrentando dilemas que tocam temas como justiça, amizade, escola e os primeiros sinais de paixão.

A autora equilibra mistério e cotidianidade com maestria, proporcionando momentos de tensão e também de identificação com situações comuns da vida de qualquer jovem leitor. Mais do que um enigma a ser resolvido, o livro é um convite à imaginação, à empatia e ao valor da colaboração.

Ideal para leitores em formação, 'Mistério no Sótão' é uma leitura instigante, leve e cheia de alma, que acende a curiosidade e o prazer pela leitura.

domingo, 21 de dezembro de 2025

.: Crítica: "A Cabra" une azarado e detetive para encontrar filha de CEO

"A Cabra" exibido durante o Festival de Cinema Francês do Brasil de 2025, na Cineflix Cinemas de Santos


Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em dezembro de 2025


A comédia com a dobradinha de Pierre Richard e Gérard Depardieu, "A Cabra"exibida durante o Festival de Cinema Francês do Brasil de 2025, na Cineflix Cinemas de Santos, apresenta uma história hilária e bastante inusitada. Tudo começa quando a filha de um ricaço e azarada Marie Bens (Corynne Charby) acaba sendo raptada por criminosos quando saiu para um rotineiro passeio, durante as férias que curtia no México.

Contudo, a trama coloca no centro das ações o também azarado François Perrin (Pierre Richard) que assume o posto de parceiro do detetive profissional Campana (Gérard Depardieu). Em meio aos desencontros e muitos desentendimentos, Campana avança na investigação bancada pelo CEO Bens e une os dois azarados garantindo boas gargalhadas para o público.

Indiscutivelmente atemporal, a produção que é um ícone da comédia de situações absurdas, reflete a química "irresistível" nas telas entre Pierre Richard e Gérard Depardieu. De humor refinado, faz uso do humor físico e ingênuo, comparado ao estilo de Jerry Lewis e com toques da comédia italiana. Vale a pena conferir tal clássico com o ator homenageado pelo Festival de Cinema Francês do Brasil de 2025, Pierre Richard!

O Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021. Para acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no GonzagaConsulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN.

"A Cabra"(La Chèvre). Gênero: comédia, aventura, policial. Duração: 1h35. Direção e Roteiro: Francis Veber. Ano de produção: 1981. Idioma: francês. Elenco: Pierre Richard, Gérard Depardieu, Pedro Armendáriz Jr. e Corynne Charbit. Distribuição no Brasil: Bonfilm. Cenas pós-créditos: não. Sinopse: Um detetive e um homem extremamente azarado viajam ao México para encontrar a filha desaparecida de um empresário. 

Trailer de "A Cabra"



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