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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

.: Semana do Cinema no Cineflix oferece filmes a R$ 12,00


A Semana do Cinema acontece de 5 a 11 de fevereiro na Rede Cineflix Cinemas, com unidades participantes em Santos, oferecendo ao público uma oportunidade imperdível de assistir a grandes produções por preços promocionais. Durante o período, os ingressos para qualquer filme em cartaz custam apenas R$ 12,00, incluindo salas VIP e sessões em 3D. Já o combo médio duplo sai por R$ 29,90, tornando a experiência ainda mais acessível para quem não abre mão da pipoca e do refrigerante.

A promoção é válida para todos os filmes em exibição no período, com exceção do documentário musical "Stray Kids: The dominATE Experience". Não é necessário apresentar nenhum tipo de documento para garantir o valor promocional. Vale destacar que a oferta não é cumulativa e, para compras realizadas online, podem ser aplicadas taxas adicionais.


Filmes em cartaz durante a Semana do Cinema no Cineflix Santos
"A Empregada" (2h11 | Suspense)

Millie é uma mulher passando por dificuldades que encontra a chance de um novo começo ao se tornar empregada doméstica de um casal rico. O alívio inicial logo dá lugar à tensão quando ela percebe que os segredos da família são mais perigosos do que os seus próprios.
Direção: Paul Feig
Elenco: Sydney Sweeney, Amanda Seyfried, Brandon Sklenar


"O Agente Secreto" (2h40 | Drama)
Ambientado em 1977, o filme acompanha Marcelo, um especialista em tecnologia acusado de atividades subversivas, que deixa São Paulo e se muda para Recife para escapar da perseguição do regime militar.
Direção: Kleber Mendonça Filho
Elenco: Wagner Moura, Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone

"Hamnet: A Vida Antes de Hamlet" (2h05 | Drama)
A história de Agnes, esposa de William Shakespeare, enquanto tenta lidar com a perda do filho Hamnet, em uma narrativa sensível e profundamente humana.
Direção: Chloé Zhao
Elenco: Jessie Buckley, Paul Mescal, Zac Wishart


"Marty Supreme" (2h29 | Drama)
Um jovem prodígio do tênis de mesa, dono de um estilo arrojado, faz de tudo para alcançar o reconhecimento que acredita merecer.
Direção: Josh Safdie
Elenco: Timothée Chalamet, Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion

"(Des)controle" (1h37 | Drama)
Pressionada pela família e pela carreira, Kátia Klein perde o controle emocional e vê sua rotina desmoronar.
Direção: Rosane Svartman
Elenco: Carolina Dieckmann, Caco Ciocler, Julia Rabello

"Song Sung Blue: Um Sonho a Dois" (2h13 | Biografia)
Um casal de músicos que percorre o país com shows em homenagem a Neil Diamond vive altos e baixos enquanto descobre que nunca é tarde para amar e sonhar.
Direção: Craig Brewer
Elenco: Hugh Jackman, Kate Hudson, Michael Imperioli

"O Diário de Pilar na Amazônia" (1h31 | Aventura)
Pilar embarca em uma jornada mágica pela Amazônia ao lado de novos amigos e seres do folclore brasileiro, enfrentando o desmatamento e buscando justiça para uma comunidade ribeirinha.
Direção: Eduardo Vaisman
Elenco: Lina Flor, Sophia Ataíde, Miguel Soares

Assista no Cineflix Cinemas mais perto de você
As principais estreias da semana podem ser assistidas na rede Cineflix CinemasPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

Cineflix Miramar | Santos | Sala 1
De 29 de janeiro a 4 de fevereiro | Sessões em português | 14h00 e 16h00 
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos / São Paulo. Ingressos neste link.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

.: Alexandre Lino expõe conflitos familiares e desafia rótulos em “A Miss”


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com. Foto: divulgação

Aos poucos, Alexandre Lino construiu uma trajetória marcada pela recusa ao óbvio. Ator de presença discreta, mas de escolhas contundentes, ele passa pelo teatro, pelo cinema e pela televisão interrogando papéis, estereótipos e expectativas - sobretudo aquelas projetadas sobre corpos, sotaques e origens. No filme "A Miss", em breve em cartaz na Rede Cineflix e em cinemas de todo o Brasil, ele dá vida a Athena, personagem marcado por angústias, disputas familiares e ambiguidades morais, reafirmando a vocação dele em dar vida a personagens que incomodam mais do que confortam. Nesta entrevista exclusiva para o portal Resenhando.com, o ator reflete sobre protagonismo tardio, humor como linguagem política, identidade nordestina, processos criativos e a responsabilidade ética de existir em cena sem se render à caricatura.


Resenhando.com - Athena, seu personagem em "A Miss", ajuda a subverter uma tradição familiar baseada em concursos de beleza. Em que momento da sua vida você também precisou “trapacear o roteiro” que o mundo tinha escrito para você?
Alexandre Lino - Subverti o roteiro quando cheguei ao Rio e me pediram para “neutralizar” meu sotaque nordestino para disputar testes e me enquadrar. Naquele momento, era uma exigência comum do mercado e eu precisava trabalhar, mas isso nunca apagou quem eu sou, mesmo tendo me submetido a essa imposição. Hoje vejo esse padrão sendo revisto e fico feliz em perceber como "A Miss" dialoga com essa quebra de expectativas e com a coragem de existir fora das molduras impostas.


Resenhando.com - Você passou décadas sendo um ator essencial, mas muitas vezes coadjuvante no audiovisual. O sucesso tardio no cinema muda o ego ou apenas confirma uma espera que sempre fez sentido para você?
Alexandre Lino - O cinema não inflou minha vaidade, mas tem confirmado uma trajetória construída degrau a degrau. Meu reconhecimento começou no teatro, onde alcancei protagonismos mais rapidamente, e o audiovisual veio depois como consequência dessa maturidade artística. "A Miss" chega como a coroação de uma carreira forjada nos palcos, sem alterar meu modo de encarar a profissão: continuo sendo um operário das artes.


Resenhando.com - Em "A Miss", o desejo da mãe fala mais alto que a escuta dos filhos. Na sua leitura, esse filme fala mais sobre identidade de gênero ou sobre o autoritarismo disfarçado de amor dentro das famílias brasileiras?
Alexandre Lino - "A Miss" é, antes de tudo, um filme sobre família. A discussão sobre identidade de gênero está presente, mas o centro dramático é esse amor que vira controle e a projeção de frustrações da mãe sobre os filhos. O quarteto central revela contradições muito humanas - gente que ama e machuca, acerta e erra - e é nessa ambiguidade que o filme se fortalece e torna-se universal.


Resenhando.com - Depois de dar voz a personagens socialmente invisíveis - porteiros, migrantes, figuras à margem - o que ainda o assusta mais: a invisibilidade ou a caricatura quando finalmente se ganha destaque?
Alexandre Lino - A caricatura me assusta mais que a invisibilidade, porque ela cristaliza estigmas e empobrece realidades complexas, sobretudo quando falamos do nordestino. Muitas vezes o público se surpreende ao encontrar reflexão por trás de personagens populares, como o Porteiro Waldisney. Meu compromisso é seguir oferecendo densidade a essas figuras que o audiovisual insiste em simplificar.


Resenhando.com - Você transita com naturalidade entre o riso popular e o drama sensível. Existe preconceito dentro do próprio meio artístico contra quem domina o humor antes de ser reconhecido como “ator sério”?
Alexandre Lino - Existe, sim, um preconceito estrutural contra quem vem do humor. O meio artístico ainda supervaloriza o drama e o experimental, enquanto subestima quem faz rir ou trabalha para públicos populares. Eu sigo transitando entre gêneros porque acredito que um ator se mede pela seriedade do trabalho e não pelo rótulo que tentam lhe impor. Sou plural e diverso na vida, e na arte cultivo essa multiplicidade, transitando entre gêneros, linguagens e personagens sem me prender a julgamentos e denominações.


Resenhando.com - Athena é irreverente, afetuoso e provocador. Ele carrega algo do Alexandre diretor, algo do Alexandre ator ou algo do Alexandre homem que não cabe mais em rótulos?
Alexandre Lino - Athena reúne muito do meu humor e da minha sensibilidade, mas também carrega as experiências acumuladas em 25 anos de carreira. Ele nasce dessa mistura entre vida pessoal e repertório artístico que todo ator mobiliza ao criar um personagem. E há algo raro ali: a capacidade de perdoar, que me comove e me interessa profundamente no ser humano.


Resenhando.com - Em "O Porteiro", você inverte o foco e coloca o “figurante da vida real” como protagonista. Em "A Miss", a inversão é de gênero e expectativa. A subversão virou um projeto político na sua arte?
Alexandre Lino - Não chamaria de um projeto político no sentido partidário, mas de uma escolha estética e ética: lançar luz sobre histórias simples e de pessoas comuns, corpos pouco celebrados e temas que costumam ficar à margem. "O Porteiro" nasce dessa vontade de inverter centros e provocar empatia por quem quase nunca ocupa o protagonismo. Já "A Miss" apresenta uma família disfuncional que serve de espelho para milhares de outras ao redor do mundo.


Resenhando.com - Depois de tantos anos criando pontes entre teatro, cinema e educação artística, o que ainda move você: reconhecimento, sobrevivência ou a necessidade quase física de contar histórias que incomodam?
Alexandre Lino - O que ainda me move é o desafio do novo e a necessidade de contar histórias conectadas às minhas raízes nordestinas, mas também capazes de deslocar olhares. Quero seguir construindo projetos que dialoguem com esse lugar de origem e com outros territórios simbólicos, mantendo viva a tríade que organiza minha vida artística: teatro, cinema e educação.


Resenhando.com - Você já afirmou que “ser homem hoje é reinventar-se”. O que o cinema brasileiro ainda precisa desaprender para representar novas masculinidades sem medos ou clichês?
Alexandre Lino - O cinema brasileiro precisa desaprender a objetificação feminina e os atalhos fáceis que ainda surgem, sobretudo na comédia. Representar novas masculinidades passa por mostrar homens que não se afirmam pela dominação, mas pelo respeito e pela parceria. Rir não pode servir de desculpa para uma liberdade marcada por preconceitos.


Resenhando.com - Se "A Miss" fosse menos sobre concursos de beleza e mais sobre o Brasil atual, que faixa simbólica você acha que o país está tentando usar, e qual ele definitivamente não merece?
Alexandre Lino - Se "A Miss" fosse uma metáfora direta do Brasil, eu diria que ainda estamos tentando ostentar uma faixa de certezas quando deveríamos assumir a da diversidade e do diálogo. O filme aponta que não existe beleza eterna nem modelo único de família, e que a polarização é a faixa que definitivamente não merecemos usar.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

.: “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” vai do felizes para sempre e cai no real

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora e criadora do Resenhando.com

Em fevereiro de 2025


"Song Sung Blue: Um Sonho a Dois" apresenta a história da vida real de Mike (Hugh Jackman) e Claire Sardina (Kate Hudson), um casal da cidade de Milwaukee, Wisconsin, que não alcançou o estrelato global no meio musical, embora tenha construído uma existência sustentada pela arte e o desejo de estar no palco como Lightning & Thunder, uma banda-tributo a Neil Diamond que vai além do sucesso "Sweet Caroline" e interpreta "Soolaimon".

De forma nua e crua a trama coloca os solteiros, mas com filhos num "encontro" nos bastidores de um show de imitação. Ele como Don Ho e ela como Patsy Cline. Claire que já o conhecia de apresentações em eventos anteriores cai na mira dele e o amor acontece. O longa de 2 horas e 13 minutos de duração parece ser uma linda e florida história de amor mesclada com o trabalho musical que tem como empecilho somente a breve resistência dos filhos. 

Contudo, "Song Sung Blue: Um Sonho a Dois" divide toda a carga emocional com o público quando em casa, Claire, quer dar uma cor no seu jardim plantando flores. Diante da janela da sala, acaba sendo vítima de um carro desgovernado. A cena impactante que tira o sorriso do rosto dela, acaba com todo o ar de felizes para sempre que vinha crescendo no filme. 

Perdida numa profunda tristeza, ela passa o peso do fardo para Mike e os três filhos. Todos sem saber qual rumo tomar diante da situação, uma vez que a mãe só está presente fisicamente e tudo mais distante. Dirigido e roteirizado por Craig Brewer (“Ritmo de Um Sonho”)"Song Sung Blue: Um Sonho a Dois" é inspirado no documentário homônimo de 2008, incluindo o encontro do casal com Eddie Vedder, do Pearl Jam.

A produção emocionante tem ainda os vocais de Hugh Jackman, experiente em musicais da Broadway e Kate Hudson, que lançou carreira no meio musical em 2024, tendo participado do seriado "Glee" com a professora Cassie. O resultado é uma dupla em perfeita sincronia, seja na interpretação ou no vocal. "Song Sung Blue: Um Sonho a Dois" toca no público não por somente fugir de uma história de ascensão meteórica e que não chega sucesso global, mas por apesar de tudo, seguir as trilhas do coração mesmo quando a matriarca da família tem a vida remexida de cabeça para baixo e todos os seus sofrem com tal impacto. No elenco ainda estão nomes como Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir, Jim Belushi, Michael Imperioli, Fisher Stevens e Hudson Hilbert Hensley. Imperdível!


Em parceria com a Cineflix Cinemas, o Resenhando.com assiste aos filmes em Santos, no primeiro andar do Miramar ShoppingPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Siga: @maryellen.fsm


Ficha técnica
“Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” | "Song Sung Blue" (título original)
Gênero: comédia musical, drama. Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos. Ano de produção: 2026. Idioma: inglês. Direção e roteiro: Craig Brewer. Elenco: Hugh Jackman, Kate Hudson, Michael Imperioli, Fisher Stevens, Jim Belushi, Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir, Hudson Hilbert Hensley. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: 2h13m. Cenas pós-créditos: não.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

.: "A Fratura" transforma um pronto-socorro em microcosmo da França


"A Fratura", de Catherine Corsini, transforma um pronto-socorro em microcosmo da França contemporânea, entre conflitos afetivos e a ebulição política dos protestos dos coletes amarelos. Foto: Photo 5 LF © / Carole Bethuel


Em cartaz gratuitamente no site sesc.digital e no aplicativo Sesc Digital, a comédia "A Fratura", de Catherine Corsini, transforma um pronto-socorro em microcosmo da França contemporânea, entre conflitos afetivos e a ebulição política dos protestos dos coletes amarelos. No filme, Raf e Julie, um casal prestes a se separar, estão em um pronto-socorro na noite de um grande protesto dos "coletes amarelos", em Paris.

O encontro com Yann, um manifestante ferido e furioso, vai chacoalhar suas certezas e preconceitos. Lá fora, a tensão aumenta e logo o hospital tem que fechar as portas, fazendo com que a equipe fique sobrecarregada. A noite será longa, trágica e hilária. Acesse gratuitamente sesc.digital neste link. Ou baixe o aplicativo, disponível para download nas lojas Google Play e App Store.


"A Fratura"
Direção: Catherine Corsini | França | 2021 | 98 minutos | Comédia | 12 anos
Elenco: Pio Marmaï, Valeria Bruni Tedeschi, Marina Foïs, Jean-Louis Coulloc'h  
Disponível até 20 de março de 2026. Grátis.  


Aplicativo Sesc Digital
Filmes de ficção, documentários, produções originais, shows, mostras e festivais dão vida à nova plataforma de streaming do Sesc São Paulo. Disponível para Apple e Android, o app Sesc Digital é uma ferramenta intuitiva com acesso gratuito a vídeos em até 4K. Compatível com Chromecast e AirPlay, permite ao usuário assistir às obras audiovisuais sem cadastro e gerenciar perfis para toda a família. 


Sesc Digital

A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. No ar desde 2020, a plataforma Sesc Digital apresenta gratuitamente ao público conteúdos de diversas linguagens artísticas, como teatro, música, literatura, dança, artes visuais, entre outras. Com curadoria do CineSesc, a programação de cinema oferece ao público, filmes premiados, clássicos e contemporâneos, ficções e documentários, produções brasileiras e de várias partes do mundo. Saiba mais em Sesc Digital. 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

.: "Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras" propõe mergulho em Edvard Munch


Em cartaz no site sesc.digital e no aplicativo Sesc Digital, o documentário "Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras", de Michele Mally" propõe um mergulho sensível e informativo no legado de Edvard Munch, ampliando o olhar para além de sua pintura mais famosa, "O Grito", e explorando a complexidade emocional e experimental de sua produção que inicia o gênero do expressionismo nas artes plásticas. A narração é de Ingrid Bolsø Berda. 

Nenhum artista no mundo é mais famoso e, ao mesmo tempo, menos conhecido do que Edvard Munch. Se seu "O Grito" se tornou um ícone de nossa época, o restante de sua obra não é tão famoso. Agora, Oslo, capital da Noruega, marca um ponto de virada em nosso conhecimento sobre o artista: o Museu Munch, inaugurado em outubro de 2021. 

Trata-se de um arranha-céu espetacular projetado para abrigar o imenso legado que o artista deixou para sua cidade: 28.000 obras de arte, incluindo pinturas, gravuras, desenhos, cadernos, esboços, fotografias e seus experimentos com cinema. Esse legado extraordinário nos proporciona uma visão excepcional da mente, das paixões e da arte desse gênio do Norte. Acesse gratuitamente sesc.digital neste link. Ou baixe o aplicativo, disponível para download nas lojas Google Play e App Store.


"Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras"
Direção: Michele Mally | Itália | 2025 | 90 minutos | Documentário | 12 anos
Disponível até 20 de março de 2026  


Aplicativo Sesc Digital
Filmes de ficção, documentários, produções originais, shows, mostras e festivais dão vida à nova plataforma de streaming do Sesc São Paulo. Disponível para Apple e Android, o app Sesc Digital é uma ferramenta intuitiva com acesso gratuito a vídeos em até 4K. Compatível com Chromecast e AirPlay, permite ao usuário assistir às obras audiovisuais sem cadastro e gerenciar perfis para toda a família. 


Sesc Digital
  
A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. No ar desde 2020, a plataforma Sesc Digital apresenta gratuitamente ao público conteúdos de diversas linguagens artísticas, como teatro, música, literatura, dança, artes visuais, entre outras. Com curadoria do CineSesc, a programação de cinema oferece ao público, filmes premiados, clássicos e contemporâneos, ficções e documentários, produções brasileiras e de várias partes do mundo. Saiba mais em Sesc Digital.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

.: “Song Sung Blue” aposta na música para narrar o valor do "quase" sucesso



Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

“Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” chega à Rede Cineflix e aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 29 de janeiro, apostando na delicadeza de uma história real que percorre a música, a persistência e o amor. Dirigido e roteirizado por Craig Brewer, o longa-metragem se inspira no documentário homônimo de 2008 para acompanhar a vida de Mike e Claire Sardina, um casal de músicos de Milwaukee que jamais alcançou o estrelato global, mas construiu uma existência sustentada pela arte e pelo desejo de permanecer no palco.

Hugh Jackman interpreta Mike, um cantor que sobrevive como imitador de Don Ho até cruzar o caminho de Claire, vivida por Kate Hudson, que se apresenta como Patsy Cline em feiras e eventos locais. O encontro dos dois resulta na criação da Lightning & Thunder, uma banda-tributo a Neil Diamond que conquista fama regional e transforma os protagonistas em pequenas celebridades de Wisconsin. A história, no entanto, nunca se rende ao mito do sucesso absoluto. Brewer prefere observar o que acontece quando o reconhecimento é limitado, quando os sonhos se realizam apenas em parte e quando isso, ainda assim, é suficiente.

A opção narrativa dialoga diretamente com a filmografia do diretor, especialmente com “Ritmo de Um Sonho” (2005), ao recusar a lógica da ascensão meteórica. Em vez disso, “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” constrói uma crônica íntima sobre sobreviver, insistir e dividir a vida com alguém que acredita no mesmo sonho, ainda que o mundo não pare para aplaudir. A câmera privilegia os bastidores emocionais do casal, os silêncios, as frustrações domésticas e, sobretudo, os momentos de comunhão no palco, quando a música funciona como abrigo.

Jackman, com sua formação nos musicais da Broadway, assume novamente o posto de showman carismático, cantando ele próprio as músicas do filme. Ainda assim, é Kate Hudson quem concentra o coração dramático da narrativa. Sua Claire equilibra vulnerabilidade e teimosia, esperança e desgaste, tornando-se o eixo emocional da história. Não por acaso, foi a única atuação do filme a receber reconhecimento na temporada de prêmios internacionais, segundo a imprensa especializada.

O elenco de apoio reforça o tom de humanidade cotidiana, com nomes como Michael Imperioli, Fisher Stevens, Jim Belushi, Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir e Hudson Hilbert Hensley, compondo uma galeria de personagens que orbitam o casal sem caricatura. Há também curiosidades que ajudam a dimensionar a singularidade da trajetória retratada: em 1995, os verdadeiros Lightning & Thunder chegaram a dividir o palco com Eddie Vedder, do Pearl Jam, em um encontro improvável que o filme recria de forma contida.

Ficha técnica
“Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” | "Song Sung Blue" (título original)
Gênero: comédia musical, drama. Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos. Ano de produção: 2026. Idioma: inglês. Direção e roteiro: Craig Brewer. Elenco: Hugh Jackman, Kate Hudson, Michael Imperioli, Fisher Stevens, Jim Belushi, Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir, Hudson Hilbert Hensley. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: 2h13m. Cenas pós-créditos: não.


Assista no Cineflix Cinemas mais perto de você
As principais estreias da semana podem ser assistidas na rede Cineflix CinemasPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.


Cineflix Miramar | Santos
29 de janeiro a 4 de fevereiro | Sessões legendadas | Sala 3 | 15h30 e 20h50 
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos / São Paulo. Ingressos neste link.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

.: Em cartaz no Sesc Digital, "Aprender a Sonhar" enfoca o acesso à educação


Em cartaz no site sesc.digital e no aplicativo Sesc Digital, o documentário "Aprender a Sonhar" enfoca questões sociais de pertencimento em relação ao acesso à educação. No filme de Vítor Rocha, estudantes negras e indígenas que ingressam na universidade por meio das políticas de cotas, são acompanhadas ao longo de sete anos, articulando trajetória individual e transformação estrutural, sem romantizar os obstáculos do percurso e o choque de uma estrutura acadêmica que se vê na necessidade de aprender com os saberes ancestrais e a cultura popular.

Quando estudantes negras e indígenas realizam o sonho de cursar uma faculdade, estimuladas pela política de cotas, levam consigo conhecimentos ancestrais que têm muito a ensinar à academia. O filme acompanha os personagens ao longo de sete anos, entre 2016 e 2022, numa emocionante jornada de superação e transformação social. Acesse gratuitamente sesc.digital neste link. Ou baixe o aplicativo, disponível para download nas lojas Google Play e App Store.


"Aprender a Sonhar"
Dir.: Vítor Rocha | Brasil | 2025 | 83min | Documentário | 10 anos
Disponível até 20 de março de 2026  


Aplicativo Sesc Digital
Filmes de ficção, documentários, produções originais, shows, mostras e festivais dão vida à nova plataforma de streaming do Sesc São Paulo. Disponível para Apple e Android, o app Sesc Digital é uma ferramenta intuitiva com acesso gratuito a vídeos em até 4K. Compatível com Chromecast e AirPlay, permite ao usuário assistir às obras audiovisuais sem cadastro e gerenciar perfis para toda a família. 


Sesc Digital
  
A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. No ar desde 2020, a plataforma Sesc Digital apresenta gratuitamente ao público conteúdos de diversas linguagens artísticas, como teatro, música, literatura, dança, artes visuais, entre outras. Com curadoria do CineSesc, a programação de cinema oferece ao público, filmes premiados, clássicos e contemporâneos, ficções e documentários, produções brasileiras e de várias partes do mundo. Saiba mais em Sesc Digital.

domingo, 25 de janeiro de 2026

.: "Hamnet", o livro que inspirou o filme vencedor do Globo de Ouro


"Hamnet"
, vencedor do Globo de Ouro nas categorias Melhor Filme de Drama e Melhor Atriz em Filme de Drama, é uma adaptação do livro de mesmo nome de Maggie O'Farrell, publicado no Brasil pela Intrínseca em 2021. Nesta obra vencedora do Women’s Prize for Fiction, a autora se inspira na tragédia de William Shakespeare para retratar uma família destroçada pelo luto e pela perda e uma reconstituição delicada e memorável de um menino cuja vida foi esquecida, mas cujo nome intitula uma das peças mais celebradas de todos os tempos. A tradução é de Regina Lyra.

Um dos favoritos para receber o Oscar de Melhor Filme, é estrelado por Paul Mescal e Jessie Buckley e dirigido por Chloé Zhao, que já ganhou a estatueta de melhor direção em 2021 por Nomadland. No livro e no filme, em 1596, o filho de 11 anos de William Shakespeare, Hamnet, morreu em Stratford-upon-Avon, pequena cidade na Inglaterra, de causa desconhecida. Poucos anos depois, o famoso dramaturgo inglês escreveu a peça considerada por muitos sua obra-prima, dando a seu herói trágico uma variação do nome de seu filho morto. 

Passados quase quatro séculos, Maggie O’Farrell era adolescente, quando, na escola, ouviu falar do menino pela primeira vez. A semente da curiosidade plantada há trinta anos se transformou em um romance premiado e arrebatador que, sem mencionar o nome do dramaturgo, mergulha profundamente na história da família ― focando na trajetória da mãe da criança, a quem a autora chama de Agnes (outra variação do nome da esposa de Shakespeare seria Anna), e nas suas tentativas desesperadas de salvar o filho. 

É a partir dessas poucas referências disponíveis sobre a vida do bardo que Maggie O’Farrell cria magistralmente a trama protagonizada por Agnes, uma mulher excêntrica e selvagem que costumava caminhar pela propriedade da família com seu falcão pousado na luva e tinha dons extraordinários, como prever o futuro, ler pessoas e curá-las com poções e plantas. Enquanto isso, o personagem mais famoso do romance não tem nome; ele é chamado de “seu marido”, “o pai”, “o tutor de latim”. Filho de um luveiro caído em desgraça e com péssima reputação na cidade, ele casou-se com a protagonista, detentora de uma generosa porção de terra e alguns anos mais velha. Tiveram uma filha e um casal de gêmeos.

Após o casamento, Agnes se torna uma mãe superprotetora e a força centrífuga na vida do marido, que seguira para Londres com o objetivo de se estabelecer como dramaturgo. A vida do casal é gravemente abalada quando o filho Hamnet sucumbe a uma febre repentina. Compre o livro "Hamnet", de Maggie O'Farrell, neste link.


O que disseram sobre o livro

“Hamnet é a prova de que sempre há novas histórias a serem contadas até quando se trata de uma das figuras históricas mais conhecidas. A obra também revela a escrita extremamente versátil de O’Farrell, com um entendimento profundo dos laços humanos - qualidades atribuídas também a um certo professor de latim de Stratford.” ―The Observer


Sobre a autora

Nascida na Irlanda do Norte em 1972, Maggie O'Farrell cresceu no País de Gales e na Escócia e mora atualmente em Edimburgo. Também é autora de "A Mão Que Me Acariciou Primeiro" (vencedor do Costa Novel Award); "Instructions for a Heatwave"; "This Must Be the Place"; e, mais recentemente, "Existo, Existo, Existo: 17 Tropeços na Morte". Foto: Murdo Macleod. Compre os livros de Maggie O'Farrell neste link.

Ficha técnica
“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” | “Hamnet”
Gênero: drama histórico. Classificação indicativa: 14 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês. Direção: Chloé Zhao. Roteiro: Maggie O’Farrell e Chloé Zhao. Elenco: Jessie Buckley, Paul Mescal. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: 2h05. Cenas pós-créditos: não.

Assista no Cineflix Cinemas mais perto de você
As principais estreias da semana podem ser assistidas na rede Cineflix CinemasPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

Cineflix Miramar | Santos
25 a 28 de janeiro | Sessões legendadas | Sala 3 | 18h00 
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos / São Paulo. Ingressos neste link.

.: Renata Sorrah estreia como dubladora em "Cara de Um, Focinho de Outro"


Lenda da dramaturgia brasileira dará voz à Rainha Inseto, personagem de Meryl Streep na versão original. Fotos: divulgação
 

A versão brasileira da animação "Cara de Um, Focinho de Outro" acaba de receber um reforço de peso. A The Walt Disney Brasil anunciou na última quinta-feira, dia 22 de janeiro, durante o intervalo do "Big Brother Brasil", que a atriz Renata Sorrah fará sua estreia na dublagem no novo filme da Pixar.

Lenda da dramaturgia brasileira, Renata Sorrah dispensa apresentações. Com uma carreira brilhante, cheia de papéis marcantes nos palcos, no cinema e na televisão, a atriz vai dar voz à Rainha dos Insetos, figura importante para o reino animal da animação. Na versão original, a personagem é dublada por ninguém menos do que Meryl Streep

"Cara de Um, Focinho de Outro" conta a história de Mabel, uma jovem amante dos animais que usa tecnologia para transferir a própria consciência para um castor robótico e hiper-realista. Com isso, a jovem passa a se comunicar com a vida selvagem, desvendando mistérios inimagináveis pelo caminho. O filme tem direção de Daniel Chong e chega aos cinemas do Brasil em 5 março de 2026.

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.: Stray Kids dominam o cinema e transformam turnê em experiência


A estreia de “Stray Kids: The DominATE Experience” na Rede Cineflix e nos cinemas brasileiros transforma o fenômeno do K-pop em espetáculo de tela grande e reforça a força do grupo sul-coreano Stray Kids fora dos palcos. Com sessões antecipadas em pré-venda e lançamento marcado para 5 de fevereiro, o filme-concerto chega ao circuito exibidor como um evento pensado para os fãs - e não apenas como registro de turnê. 

Narrada pelos próprios oito integrantes, a produção combina imagens de apresentações esgotadas no SoFi Stadium com bastidores inéditos, depoimentos pessoais e momentos de intimidade que ajudam a compreender a trajetória do grupo e a relação afetiva construída com os STAYs - os fãs oficiais do grupo sul-coreano. O nome do fandom foi escolhido pelo próprio grupo e carrega um sentido simbólico forte: stay, em inglês, significa ficar, permanecer - a ideia é que os fãs “fiquem” ao lado do Stray Kids ao longo da trajetória artística.

Dirigido como uma experiência imersiva, o documentário aposta em linguagem de show cinematográfico, com som e edição que valorizam a escala do espetáculo e a energia do público. A proposta é menos a de um retrato cronológico e mais a de um mergulho sensorial na era "dominATE", título que sintetiza o momento de consolidação internacional do Stray Kids, hoje apontado pela imprensa especializada como um dos principais nomes do K-pop contemporâneo. Não por acaso, o grupo já tem presença confirmada como headliner do Palco Mundo no Rock in Rio 2026, reforçando seu alcance global.

Distribuído pela Universal Pictures, “Stray Kids: The DominATE Experience” acompanha a tendência recente da indústria de transformar turnês de grande porte em lançamentos cinematográficos, prática já adotada por outros artistas globais e que tem encontrado resposta imediata do público jovem. Ao reunir show, bastidores e narrativa em primeira pessoa, o filme amplia o alcance da turnê e funciona como porta de entrada para novos espectadores, sem perder o vínculo direto com a base fiel de fãs.


Ficha técnica
“Stray Kids: The DominATE Experience” (título original)
Gênero: documentário / filme-concerto. Classificação indicativa: a definir. Ano de produção: 2025.
Idioma: coreano e inglês. Direção: a confirmar. Roteiro: Stray Kids. Elenco: Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: a confirmar. Cenas pós-créditos: não.


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

.: Quais as cenas adicionais de "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei"?


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

A reestreia de "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei" na Rede Cineflix e em cinemas brasileiros, neste sábado, dia 24 de janeiro, em versão estendida, recoloca na tela grande o capítulo final da trilogia dirigida por Peter Jackson, agora como parte das comemorações pelos 25 anos de "A Sociedade do Anel", adaptação do clássico de J. R. R. Tolkien. Lançado originalmente em 2003, o longa-metragem - vencedor de 11 Oscars, incluindo Melhor Filme, Diretor e Roteiro Adaptado - volta ao circuito, quando a Warner Bros. Pictures promove a exibição integral da trilogia em sessões especiais, um filme por dia, sempre em versão legendada. Trata-se de um convite tanto à memória afetiva de uma geração quanto à descoberta, em escala monumental, de uma das experiências cinematográficas mais ambiciosas do século XXI.

Concluindo a jornada iniciada dois anos antes, "O Retorno do Rei" acompanha a aproximação do desfecho da Guerra do Anel. Enquanto Frodo (Elijah Wood) e Sam (Sean Astin) avançam rumo à Montanha da Perdição, enfrentando o esgotamento físico e a manipulação final de Gollum (Andy Serkis), os povos livres da Terra-média se reúnem para resistir ao cerco de Sauron. Gandalf (Ian McKellen) tenta salvar Minas Tirith do colapso moral e político imposto por Denethor (John Noble), Aragorn (Viggo Mortensen) assume o peso de sua herança e lidera homens, elfos e anões rumo a uma última esperança, enquanto Éowyn (Miranda Otto) rompe expectativas e protagoniza um dos momentos mais emblemáticos da saga.

Dirigido por Peter Jackson e escrito por ele em parceria com Fran Walsh e Philippa Boyens, a partir da obra de J.R.R. Tolkien, o filme encerra a trilogia com uma combinação rara de espetáculo épico, emoção íntima e rigor técnico. Não por acaso, tornou-se a maior bilheteria mundial de 2003, ultrapassando a marca de US$ 1,1 bilhão, além de figurar entre os títulos mais premiados da história do cinema. Para a crítica internacional, de veículos como The New York Times, The Guardian e Variety, o longa-metragem consolidou o feito de transformar uma obra considerada “infilmável” em fenômeno cultural e industrial, capaz de dialogar com públicos distintos sem sacrificar densidade dramática ou coerência narrativa.

A diferença entre a versão exibida originalmente nos cinemas e a versão estendida agora reapresentada é substancial e vai além do mero acréscimo de minutos. O corte de cinema tem cerca de 201 minutos; a versão estendida ultrapassa 250, acrescentando aproximadamente 50 minutos de cenas inéditas ou ampliadas. Esses acréscimos aprofundam personagens, relações políticas e consequências morais da guerra. Há mais tempo dedicado à loucura de Denethor, ao desgaste psicológico de Frodo, ao protagonismo de Éowyn no campo de batalha e, sobretudo, à dimensão simbólica do poder. 



Quais são as cenas adicionais de "O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel" (com spoiller)
Na versão estendida de "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei", a narrativa ganha fôlego adicional e densidade dramática logo nos primeiros movimentos. Após a vitória em Isengard, Saruman surge novamente no alto da torre de Orthanc, protagonizando uma cena ausente do corte de cinema. O antigo mago enfrenta Gandalf, Théoden e Aragorn em um embate verbal carregado de ironia, ressentimento e decadência moral. A sequência encerra definitivamente seu arco, revelando o custo da corrupção pelo poder e oferecendo um desfecho mais coerente para um personagem central da trilogia.

Em Minas Tirith, a versão estendida aprofunda o colapso psicológico de Denethor. Cenas adicionais mostram sua relação abusiva com Faramir, marcada por humilhação e desprezo, deixando mais explícito o contraste entre o amor perdido por Boromir e a rejeição ao filho sobrevivente. O uso do Palantír por Denethor é sugerido de forma mais clara, reforçando que sua loucura não é apenas fruto do desespero, mas também da influência direta de Sauron. Gandalf, por sua vez, ganha mais espaço como figura política e estratégica, não apenas como guia espiritual.

A jornada de Aragorn, Legolas e Gimli pela Senda dos Mortos é significativamente expandida. O Exército dos Mortos não surge apenas como um recurso narrativo imediato, mas como um desafio moral e simbólico: almas presas por juramentos quebrados, que exigem de Aragorn mais do que coragem: querem legitimidade, palavra e liderança. O encontro é mais tenso, sombrio e ritualístico, reforçando o peso histórico da linhagem do herdeiro de Isildur.

A Batalha dos Campos de Pelennor também se torna mais extensa e brutal. Há novas escaramuças, maior atenção aos horrores da guerra e ao impacto humano do conflito. Merry e Éowyn ganham cenas adicionais após a queda do Rei-Bruxo de Angmar, enfatizando não apenas o heroísmo do feito, mas suas consequências físicas e emocionais. Éowyn, ferida e exausta, deixa de ser apenas símbolo de bravura para se tornar corpo vulnerável em meio à devastação.

Um dos acréscimos mais emblemáticos ocorre diante do Portão Negro. A Boca de Sauron aparece como emissário do mal, exibindo supostos pertences de Frodo e provocando desespero nos líderes aliados. A cena explicita a guerra psicológica travada por Sauron e testa os limites da esperança de Aragorn e Gandalf, reforçando que a batalha final não se dá apenas com espadas, mas com informação, medo e manipulação.

Em Mordor, a caminhada de Frodo e Sam é prolongada por momentos de silêncio, exaustão e desespero. A versão estendida enfatiza o colapso físico de Frodo e a solidão radical da missão, enquanto Sam assume, de forma ainda mais clara, o papel de sustentação ética e afetiva da jornada. A tensão com Gollum é ampliada, tornando seu fim ainda mais trágico e inevitável.

O pós-guerra também ganha novos contornos. A coroação de Aragorn é mais cerimonial, reforçando a restauração simbólica da ordem. Os reencontros são mais demorados, permitindo que o espectador assimile o custo emocional da vitória. Por fim, a despedida nos Portos Cinzentos é estendida, sublinhando a melancolia que atravessa o encerramento da trilogia: a vitória sobre o mal não apaga as marcas deixadas pelo caminho, e nem todos podem permanecer no mundo que ajudaram a salvar.


Ficha técnica
“O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei” | “The Lord of the Rings: The Return of the King” (título original) | “O Senhor dos Anéis: O Regresso do Rei” (título em Portugal)
Gênero: fantasia épica, aventura. Classificação indicativa: 12 anos. Ano de produção: 2003. Idioma: inglês. Direção: Peter Jackson. Roteiro: Peter Jackson, Fran Walsh e Philippa Boyens (baseado na obra de J.R.R. Tolkien). Elenco: Elijah Wood, Sean Astin, Ian McKellen, Viggo Mortensen, Orlando Bloom, Miranda Otto, Andy Serkis, Cate Blanchett, Hugo Weaving, entre outros. Distribuição no Brasil: Warner Bros. Pictures. Duração: 251 min (versão estendida). Cenas pós-créditos: não.

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Cineflix Miramar | Santos
Dia 22 de janeiro | "O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel" | Sala 3 | 18h00
Dia 23 de janeiro | "O Senhor dos Anéis - As Duas Torres" | Sala 3 | 18h00
Dia 24 de janeiro | "O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei" | Sala 3 | 18h00
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos / São Paulo. Ingressos neste link.







.: No Sesc Digital, drama "Bom Trabalho" é inspirado em romance "Billy Budd"


Em cartaz no site sesc.digital e no app Sesc Digital, o drama "Bom Trabalho", de Claire Denis, revisita a masculinidade, o desejo e o autoritarismo em uma história inspirada pelo romance "Billy Budd" de Herman Melville, ambientada na Legião Estrangeira. 

No filme, o oficial da Legião Estrangeira, Galoup, relembra sua vida outrora gloriosa, liderando tropas no Golfo de Djibouti. Sua existência lá era feliz, estrita e regrada, mas a chegada de um jovem recruta promissor, Sentain, planta as sementes do ciúme na mente de Galoup. Acesse gratuitamente sesc.digital neste link. Ou baixe o aplicativo, disponível para download nas lojas Google Play e App Store.


"Bom Trabalho"
Direção: Claire Denis | França | 1999 | 91 minutos | Ficção | 16 anos
Elenco: Denis Lavant (Galoup), Michel Subor (Bruno Forestier) e Grégoire Colin (Gilles Sentain). 
Disponível até 20 de março de 2026  


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Filmes de ficção, documentários, produções originais, shows, mostras e festivais dão vida à nova plataforma de streaming do Sesc São Paulo. Disponível para Apple e Android, o app Sesc Digital é uma ferramenta intuitiva com acesso gratuito a vídeos em até 4K. Compatível com Chromecast e AirPlay, permite ao usuário assistir às obras audiovisuais sem cadastro e gerenciar perfis para toda a família. 


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.: TV Cultura exibe documentário inédito sobre o escritor Otto Lara Resende


Neste sábado, dia 24 de janeiro, a TV Cultura leva ao ar o documentário inédito "Otto: De Trás P/ Diante", sobre o escritor e jornalista Otto Lara Resende (1922-1992), dirigido por Helena Lara Resende e Marcos Ribeiro. A exibição acontece às 23h00. Para contar essa história, foi recriado o escritório na casa de campo que pertenceu ao escritor. 

O ator Rodolfo Vaz interpreta Otto; a atriz Júlia Lemmertz lê trechos de sua obra; e a viúva, Helena Pinheiro de Lara Resende, e sua filha temporã, a jornalista Helena Lara Resende, revelam bilhetes e trechos de cartas inéditos. O jornalista e escritor Humberto Werneck também participa do filme, pontuando e comentando fatos da vida de Otto. Tal qual o seu personagem, o filme é acessível a todos, seja através da emoção, do informação, da reflexão, do humor, e sobretudo através de sua humanidade. Compre os livros de Otto Lara Resende neste link.

.: Documentário "Limpam com Fogo" investiga incêndios em favelas de SP


Em cartaz no site sesc.digital e no app Sesc Digital, o documentário brasileiro "Limpam com Fogo", de Rafael Crespo, Conrado Ferrato e César Vieira, investiga incêndios em favelas paulistanas, revelando as engrenagens da especulação imobiliária e suas conexões com o poder público, enquanto os moradores encontram dificuldade para receber ajuda, denunciar e garantir seu direito à moradia. 

Entre análises de especialistas e depoimentos marcantes das vítimas, o filme investiga os reais motivos por trás da seletividade do fogo, e explora a relação entre empresas do setor imobiliário e os vereadores que participaram da CPI dos Incêndios em Favelas na Câmara dos Vereadores de São Paulo. Acesse gratuitamente sesc.digital neste link. Ou baixe o aplicativo, disponível para download nas lojas Google Play e App Store.


"Limpam com Fogo"
Direção: Rafael Crespo, Conrado Ferrato e César Vieira | Brasil | 2016 | 84min | Documentário | 14 anos
Disponível até 20 de março de 2026  


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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

.: E os indicados ao Oscars 2026 foram... "O Agente Secreto" garante quatro

A cerimônia da 98ª edição do Oscars, marcada para o dia 15 de março de 2026 e o Brasil garantiu quatro indicações ao Oscar 2026, como filme brasileiro "O Agente Secreto", dirigido por Kleber Mendonça Filho. São elas: "Melhor Filme", "Melhor Filme Estrangeiro", "Melhor Ator" (que faz história como o primeiro brasileiro indicado nesta categoria principal) e "Melhor Direção de Elenco", nova categoria. Antes do Oscar, o filme nacional já havia vencido prêmios importantes como o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama para Wagner Moura. 

O anúncio feito em 22 de janeiro de 2026 também trouxe outro feito, colocando o longa "Pecadores" em destaque como o filme com mais indicações ao prêmio, somando 16, duas a mais do que "A Malvada "(1950), "Titanic" (1997) e "La La Land: Cantando Estações" (2016). Até então, o recorde era dividido entre os três filmes, somando 14 indicações. Assim, "Pecadores" representa uma ameaça ao favoritismo de "Uma Batalha Após a Outra", que tem 13. Confira a lista dos indicados!


Melhor Filme

O Agente Secreto

Uma Batalha Após a Outra

Bugonia

F1: O Filme

Frankenstein

Hamnet

Pecadores

Marty Supreme

Valor Sentimental

Sonhos de Trem

Melhor Filme Internacional

O Agente Secreto

Foi Apenas Um Acidente 

Valor Sentimental

Sirat 

A Voz de Hind Rajab 

Melhor Ator

Timothée Chalamet - Marty Supreme

Ethan Hawke - Blue Moon

Wagner Moura - O Agente Secreto

Michael B. Jordan - Pecadores

Leonardo DiCaprio - Uma Batalha Após a Outra


Melhor Atriz

Jessie Buckley - Hamnet

Rose Byrne - Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria

Kate Hudson - Song Song Blue: Um Sonho a Dois

Renate Reinsve - Valor Sentimental

Emma Stone - Bugonia


Melhor Direção

Chloé Zhao - Hamnet

Josh Safdie - Marty Supreme

Paul Thomas Anderson - Uma Batalha Após a Outra

Joachim Trier - Valor Sentimental

Ryan Coogler - Pecadores


Melhor Ator Coadjuvante

Benício Del Toro - Uma Batalha Após a Outra

Jacob Elordi - Frankenstein

Sean Penn - Uma Batalha Após a Outra

Delroy Lindo - Pecadores

Stellan Skarsgård - Valor Sentimental


Melhor Atriz Coadjuvante

Elle Fanning - Valor Sentimental

Inga Ibsdotter Lilleaas - Valor Sentimental

Teyana Taylor - Uma Batalha Após a Outra

Wunmi Mosaku - Pecadores

Amy Medigan - A Hora do Mal


Melhor Roteiro Original

Blue Moon

Foi Apenas Um Acidente

Marty Supreme

Valor Sentimental

Pecadores


Melhor Roteiro Adaptado

Bugonia

Frankenstein

Hamnet

Uma Batalha Após a Outra

Sonhos de Trem

Melhor Direção de Elenco

Hamnet

Marty Supreme

Uma Batalha Após a Outra

O Agente Secreto

Pecadores


Melhor Animação

Guerreiras do K-Pop

Zootopia 2

Elio

Arco 

A Pequena Amélie


Melhor Documentário

Alabama: Presos do Sistema

Embaixo da Luz de Neon

Rompendo Rochas

Mr. Nobody Against Putin

A Vizinha Perfeita


Melhor Fotografia

Marty Supreme

Frankenstein

Pecadores

Uma Batalha Após a Outra

Sonhos de Trem


Melhor Figurino

Avatar: Fogo e Cinzas

Frankenstein

Hamnet

Marty Supreme

Pecadores


Melhor Montagem

F1: O Filme

Marty Supreme

Uma Batalha Após a Outra

Valor Sentimental

Pecadores


Melhor Design de Produção

Frankenstein

Hamnet

Marty Supreme

Uma Batalha Após a Outra

Pecadores

Melhor Trilha Sonora

Bugonia

Frankenstein

Hamnet

Pecadores

Uma Batalha Após a Outra


Melhor Canção Original

"Dear Me" - Diane Warren: Relentless

"Golden" - Guerreiras do K-Pop

"I Lied to You" - Pecadores

"Sweet Dreams of Joy" - Viva Verdi

"Sonhos de Trem" - Sonhos de Trem


Melhor Maquiagem e Penteado

Frankenstein

Kokuho

Pecadores

Coração de Lutador: The Smashing Machine

A Meia-Irmã Feia


Melhor Som

F1: O Filme

Pecadores

Sirat

Frankenstein

Uma Batalha Após a Outra


Melhores Efeitos Visuais

Avatar: Fogo e Cinzas

F1: O Filme

Jurassic World: Recomeço

Pecadores

O Ônibus Perdido


Melhor Curta Animado

Butterfly

Forevergreen

The Girl Who Cried Pearls

Retirement Plan

The Three Sisters


Melhor Curta Documentário

All the Empty Rooms

Armed with a Only a Camera: The Life and Death of Brent Renaud

Children No More: "Were and Are Gone"

The Devil is Busy

Perfecly a Strangeness


Melhor Curta

Butcher's Stain

A Friend of Dorothy

Jane Austen's Period Drama

The Singers

Two People Exchanging Saliva


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