Mostrando postagens com marcador SetimaArte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SetimaArte. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de maio de 2026

.: Crítica: "Mortal Kombat II" é puro entretenimento gamer com cultura pop


Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em maio de 2026


O longa "Mortal Kombat II", dirigido por Simon McQuoid ("Mortal Kombat I"), é entretenimento gamer nostálgico estampado na telona de cinema em sua forma pura. A nítida evolução em relação ao filme de 2021, capaz de corrigir falhas do antecessor, ao focar diretamente no torneio e nas sequências de cenas de ação. Em 1 hora e 56 minutos, a produção entrega lutas coreografadas com excelência na atmosfera contagiante e facilitadora de estabelecer toda conexão com o clássico jogo.

Com muita pancadaria, sangue jorrando e momentos épicos em cenários que mudam constantemente, a produção automaticamente alimenta no público a sensação de estar assistindo a um modo história dos videogames. De fato, a ambientação com boa qualidade de computação gráfica, assim como cenários icônicos bem elaborados e as luta em meio a luz do dia ou antes do cair da noite, fugindo da constante escuridão para esconder falhas técnicas digitais, fazem o longa fluir a ponto de ser palatável, inclusive para quem não assistiu ao primeiro filme e/ou nunca jogou Mortal Kombat.

Sem tramas confusas, o longa de 2026 entrega a essência caótica e divertida da franquia clássica de lutas mortais por meio de personagens mais do que conhecidos. Assim, Johnny Cage (Karl Urban, saga "O Senhor dos Aneis", "The Boys"), personagem da série de jogos eletrônicos inspirado em Jean-Claude Van Damme, entra na história como todo o peso de ser um ator narcisista famoso por filmes de artes marciais, mas que está ultrapassado e até esquecido pelo público. No entanto, para lutar ele é necessário. Logo, o confuso Cage traz muito alívio cômico para a trama.

Contudo, cabe também a Josh Lawson ("O Fantástico Mundo de Blaze") interpretando Kano entregar muito bom humor com sacadas rápidas e divertidas, equilibrando a tensão e a violência garantindo boas risadas para o público. Destaque também para as cenas de protagonismo de Hanzo Hasashi, o Scorpion, na pele de Hanzo ("Trem Bala", "John Wick 4: Baba Yaga"), assim como a Kitana de Adeline Rudolph ("Hellboy e o Homem Torto"). 

"Mortal Kombat II" pode não ser o melhor filme de todos os tempos por ainda esbarrar em falhas pontuais, como certas representações de poderes, mas garante o seu lugar entre as melhores adaptações de videogames para o cinema. O resultado é um filme de puro entretenimento gamer regado de cultura pop que garante muita diversão. Vale a pena conferir na telona de cinema!

"Mortal Kombat II" ("Mortal Kombat II"). Gênero: Ação, artes marciais. Direção: Simon McQuoid. Roteiro: Jeremy Slater. Duração: 1h 56 minutos. Classificação Indicativa: 18 anos. Distribuição: Warner Bros. Elenco: Carl Urban (Johnny Cage), Adeline Rudolph (Kitana), Lewis Tan (Cole Young), Tadanobu Asano (Raiden), Martyn Ford (Shao Kahn), Hiroyuki Sanada (Scorpion). Sinopse: A sequência do longa de 2021 traz o aguardado torneio entre a Terra e a Exoterra.

Trailer de "Mortal Kombat II"




Leia+

.: Crítica: "Trem-Bala" é proibidão do mundo do crime. Imperdível!

.: "John Wick 4: Baba Yaga" é perfeição do gênero com visual avassalador

.: Crítica: "Não Fale o Mal" entrega tensão pura com McAvoy demoníaco

.: Crítica: "Charuto de Mel" é fuga de aprisionamento feminino nos anos 90

.: Crítica: "Michael" promove reencontro com figura insubstituível da mídia

.: Crítica: "A Noiva!" é saboroso delírio em thriller gótico feminista efervescente

.: Crítica: "Frankenstein" de Guillermo del Toro é deleite visual em trama gótica

.: Crítica: imperdível "Velhos Bandidos" faz rir e entrega desfecho inesperável

.: Resenha: "Fome Animal", comédia e terror gore de Peter Jackson

.: #ResenhandoQuizz: sabe tudo de "O Senhor dos Anéis"? Descubra!

.: Crítica: "Omen" é história de choque cultural em busca por pertencimento


"Omen" pode ser assistido no site e aplicativo Reserva IMOVISION

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em maio de 2026


O primeiro longa congolês a estrear em uma mostra competitiva do Festival de Cannes, vencedor do prêmio Nova Voz, o drama fantástico "Omen" (Augure), é um mergulho em histórias distintas que se assemelham quando apresentadas em quatro capítulos que permeiam crenças que fortalecem feridas coloniais. De estética exuberante, repleta de simbolismos e sequências fascinantes, o filme que soma 1 hora e 30 minutos é uma crítica social onírica, que transita em contos de fadas, imprimindo a dinâmica do exílio, luto e desconexão com o próprio povo.

A narrativa de choque cultural pautada nas vidas de cultura africana, escrita e dirigida pelo artista belga-congolês Baloji apresenta histórias paralelas que se conectam por meio dos personagens Koffi (Marc Zinga), o rejeitado pela mãe na juventude por nascer com uma grande marca de nascença, Paco (Marcel Otete Kabeya), o menino de rua que lidera uma gangue que veste em roupas rosa e está em luto pela morte da irmã, Tshala (Eliane Umuhire), a irmã de Koffi, adepta do poliamor que se prepara para imigrar para a África do Sul e Mujila (Yves-Marina Gnahoua), mãe de Koffi, uma figura forte e controversa.

Ainda que Koffi seja introduzido primeiro na trama, a força da matriarca da família, Mama Mujila, o pilar da família, desenha o rumo do filho, Koffi que volta da Bélgica para a República Democrática do Congo acompanhado de sua noiva grávida. Sem conhecer a própria cultura devido a seu banimento, a relação conturbada com a mãe que o mandou para viver longe por considerá-lo feiticeiro. No entanto, é o desconhecido que conecta mãe, filho, filha (Tshala) e um garoto de rua. Todos marcados como um zabolo (feiticeiro maligno na língua suaíli).

Aliás, o ponto central de "Omen" (Augure) está no estigma de cada personagem ser rotulado pela sociedade local tradicional como "diabo" ou portador do "sinal do diabo". De um ritual para o descrédito instantâneo no outro seguindo uma crença para a anulação de cada indivíduo, a marcante colisão entre antigas crenças tribais, misticismo e as expectativas do mundo moderno, fazem com que a produção afrofuturista entregue um choque cultural brutal em meio a tentativas de pertencimento. Imperdível!

Assine a Reserva Imovision, streaming com qualidade e inteligência
A equipe do Resenhando.com acompanha os filmes por meio da plataforma de streaming Reserva Imovision, dedicada ao cinema independente e autoral. Para acessar o catálogo completo, conferir novidades e realizar sua assinatura, o aplicativo da plataforma ou o visite o site oficial neste link. A Reserva Imovision reúne filmes e séries cuidadosamente selecionados, ampliando o acesso a obras que valorizam a diversidade cultural, a reflexão e experiências cinematográficas diferenciadas.

"Omen" (Augure). Gênero: Drama, fantasia, thriller. Direção: Baloji. Roteiro: Baloji e Thomas van Zuylen. Duração: 1h 30 minutos. Classificação Indicativa: 14 anos. Distribuição: MUBI. Elenco: Marc Zinga (Koffi), Lucie Debay (Alice), Eliane Umuhire (Tshala), Yves-Marina Gnahoua (Mama Mujila) . Sinopse: A trama segue quatro personagens estigmatizados e acusados de serem "bruxos" ou "feiticeiros", que encontram uma maneira de se ajudar mutuamente para escapar de seus destinos socialmente impostos.

Trailer de "Omen"



Leia+

.: Crítica: "Não Fale o Mal" entrega tensão pura com McAvoy demoníaco

.: Crítica: "Charuto de Mel" é fuga de aprisionamento feminino nos anos 90

.: Crítica: "Michael" promove reencontro com figura insubstituível da mídia

.: Crítica: "Barba Ensopada de Sangue" é excelente suspense introspectivo

.: Crítica: "Narciso" entrega magia ao tratar a dura realidade de órfãos negros

.: Crítica: "A Noiva!" é saboroso delírio em thriller gótico feminista efervescente

.: Crítica: "Frankenstein" de Guillermo del Toro é deleite visual em trama gótica

.: Crítica: imperdível "Velhos Bandidos" faz rir e entrega desfecho inesperável

.: Crítica: "Um Gato Em Paris" é cinema noir animado para todas as idades

"Um Gato Em Paris" pode ser assistido no site e aplicativo Reserva IMOVISION

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em maio de 2026


A animação francesa "Um Gato Em Paris" (Une vie de chat) é uma perfeita história de gato e rato, cabendo ao felino em questão o trabalho de costurar toda a trama. De estética artesanal feita à mão, numa atmosfera inspirada no Cinema Noir (estilo cinematográfico, fortemente associado a suspenses e dramas criminais de Hollywood), a produção dirigida por Jean-Loup Felicioli e Alain Gagnol, apresenta a história da garotinha Zoé que perdeu o pai nas mãos de um mafioso e tem uma mãe policial muito atarefada.

A menina muda cuida de seu animal de estimação, o gato Dino, sem imaginar que seu bichinho é um autêntico representante da vida boêmia a ponto de levar uma vida dupla, uma vez que no cair da noite ele é parceiro de um gatuno, o ladrão de bom coração, Nico. Contudo, o crime volta a bater de frente com a pequena Zoé que ao ser raptada, acaba sendo a chave para a solução de uma rede de criminalidade e ajuda a mãe a chegar em quem tanto deseja.

O longa de 1 hora e 10 minutos de duração, tem traços à mão em visual vibrante e cores quentes que remetem a pinturas em movimento que contribuem para a criação da atmosfera perfeita de suspense. Logo, o enredo policial, em cenários de linhas tortas e distorcidas, prende a atenção, gerando curiosidade em torno das reviravoltas e do desfecho. 

De enorme prestígio internacional e indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação, "Um Gato Em Paris" é voltado para todas as idades por transitar com maestria por temas diversos como luto, traumas, vingança e corrupção com maturidade e sobriedade. Vale a pena conferir na Reserva IMOVISION!

PRÊMIOS: A produção de trajetória celebrada em eventos do cinema mundial acumulou indicações a prêmios, além do Oscar (2012), na categoria de Melhor Filme de Animação, também esteve entre os favoritos do Prêmio César (2011), na categoria Melhor Filme de Animação (a principal premiação do cinema francês), no European Film Awards (2011) na categoria Melhor Filme de Animação Europeu e no Annie Awards (2012) esteve na categoria de Melhor Direção em uma Produção de Longa-Metragem.

Assine a Reserva Imovision, streaming com qualidade e inteligência
A equipe do Resenhando.com acompanha os filmes por meio da plataforma de streaming Reserva Imovision, dedicada ao cinema independente e autoral. Para acessar o catálogo completo, conferir novidades e realizar sua assinatura, o aplicativo da plataforma ou o visite o site oficial neste link. A Reserva Imovision reúne filmes e séries cuidadosamente selecionados, ampliando o acesso a obras que valorizam a diversidade cultural, a reflexão e experiências cinematográficas diferenciadas.

"Um Gato Em Paris" (Une vie de chat). Gênero: Animação, aventura, policial, infantil. Direção: Alain Gagnol e Jean-Loup Felicioli. Roteiro: Alain Gagnol e Jacques-Rémy Girerd. Duração: 1h 10 minutos. Classificação Indicativa: livres. Distribuição: Bonfilm. Vozes originais: Dominique Blanc (Jeanne, a comissária de polícia), Bruno Salomone (Nico, o ladrão), Jean Benguigui (Victor Costa, o principal gângster/vilão), Bernadette Lafont ( Claudine), Oriane Zani (Zoé, a garotinha), Patrick Descamps (Lucas), Patrick Ridremont (Sr. Sapo). Sinopse: Dino, um gato que vive uma vida dupla: de dia mora com uma garotinha muda, e à noite ajuda um simpático ladrão a escalar os telhados da cidade.

Trailer de "Um Gato Em Paris"



Leia+

.: Crítica: "Não Fale o Mal" entrega tensão pura com McAvoy demoníaco

.: Crítica: "Charuto de Mel" é fuga de aprisionamento feminino nos anos 90

.: Crítica: "Michael" promove reencontro com figura insubstituível da mídia

.: Crítica: "Barba Ensopada de Sangue" é excelente suspense introspectivo

.: Crítica: "Narciso" entrega magia ao tratar a dura realidade de órfãos negros

.: Crítica: "A Noiva!" é saboroso delírio em thriller gótico feminista efervescente

.: Crítica: "Frankenstein" de Guillermo del Toro é deleite visual em trama gótica

.: Crítica: imperdível "Velhos Bandidos" faz rir e entrega desfecho inesperável

segunda-feira, 18 de maio de 2026

.: Crítica: "Não Fale o Mal" entrega tensão pura com McAvoy demoníaco


Por 
Mary Ellen Farias dos Santos, editora e criadora do portal Resenhando.com

As aparências enganam e podem até custar a vida de quem nelas acredita, mesmo quando são completamente mentirosas. "Não Fale o Mal", dirigido por James Watkins leva uma família composta de pai, mãe e filha, da movimentada Londres até a exuberante Itália. Contudo, os segredinhos e dificuldades dos três, Ben Dalton (Scoot McNairy), Louise Dalton (Mackenzie Davis) e Agnes (Alix West Lefler) são as pontas soltas que unidas pelo vilão fazem a trama de puro suspense caminhar prendendo a atenção do público gerando total curiosidade quanto ao desfecho. O filme é um dos mais assistidos da plataforma de streaming Reserva Imovision.

Assim, na linda Itália, a família Dalton conhece os alegres e sempre harmoniosos Paddy (James McAvoy) e Ciara (Aisling Franciosi), também pais, mas de um menino, o Ant (Dan Hough) que tem um problema na fala. Envolvidos, os Daltons acreditam estabelecer uma amizade sincera a ponto de visitar por alguns dias o outro casal no sítio em que vivem.

Dependente emocional de um coelhinho de pelúcia, Agnes leva o brinquedo com ela e é justamente por causa dele que a família mergulha profundamente numa história de luta pela sobrevivência, enquanto que lidam com a própria transfiguração do demônio na Terra. Por vezes, a dúvida sobre o que vai acontecer na sequência faz roer as unhas, uma vez que as reviravoltas são chocantes.

Não há como negar, James McAvoy é incrivelmente talentoso de tão versátil que é. Num show de atuação como o insano Paddy, no remake do longa dinamarquês de 2022, é quem dita o ritmo da trama, dando destaque também para Mackenzie Davis brilhar em cena. Ela que se mostra muito mais valente e necessária na história do que seu marido, interpretado por Scoot McNairy.

As crianças também foram sabiamente escaladas, não deixando uma cena que seja soar falsa. A dupla, Alix West Lefler e Dan Hough complementam à altura cada momento de tensão, mesmo quando Ant tenta fazer revelações e Agnes não as entende por completo. 

Tendo a Blumhouse envolvida, "Não Fale o Mal" é certamente uma recente produção de qualidade no patamar do fabuloso "O Telefone Preto", embora no novo filme haja força maior de um terror social, longe de espíritos. E ainda tem a música "Eternal Flame", da banda The Bangles para tornar tudo ainda mais sinistro e um pouquinho romântico. Filmaço imperdível! 

Ficha técnica
"Não Fale o Mal"
| "
Speak No Evil" (título original)
Gênero: terror. Classificação: 18 anos. Duração: 1h50. Ano: 2024. Distribuidora: Universal Pictures.
Direção: James Watkins. Roteiro: James Watkins. Elenco: James McAvoy (Paddy Field), Mackenzie Davis (Louise Dalton), Aisling Franciosi (Ciara Field). Sinopse: Uma família anseia em passar suas férias no campo. Contudo, o que era pra ser um sonho em família para relaxarem e descontraírem, acaba virando um terrível pesadelo. Assista na plataforma de streaming Reserva Imovision.


Assine a Reserva Imovision, o streaming que respeita a sua inteligência
A equipe do Resenhando.com acompanha os filmes por meio da plataforma de streaming Reserva Imovision, dedicada ao cinema independente e autoral. Para acessar o catálogo completo, conferir novidades e realizar sua assinatura, o aplicativo da plataforma ou o visite o site oficial neste link. A Reserva Imovision reúne filmes e séries cuidadosamente selecionados, ampliando o acesso a obras que valorizam a diversidade cultural, a reflexão e experiências cinematográficas diferenciadas. 
Assine a plataforma de streaming Reserva Imovision neste link.

quarta-feira, 13 de maio de 2026

.: Crítica: "Charuto de Mel" é fuga de aprisionamento feminino nos anos 90

"Charuto de Mel" pode ser assistido no site e aplicativo Reserva IMOVISION

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em maio de 2026


O longa dramático focado em comportamento"Charuto de Mel"dirigido por Kamir Aïnouz, mergulha na naturalização imposta pelo patriarcado, o que, fatalmente, esbarra na falta de liberdade sexual. Assim, os dilemas da jovem Selma (Zoé Adjani), crescem tal qual uma bola de neve, uma vez que ela está numa família argelina tradicional que vive na França dos anos 90. Rebelde para transgredir algumas normas impostas, Selma, metade argelina e outra metade francesa, luta pela liberdade, o que acaba refletindo no modo de a obediente mãe (Amira Casar) tomar decisões, inclusive.

Disponível no site e aplicativo Reserva IMOVISION, a produção de 2020 exibida no Festival de Veneza e na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, permeia tabus de sexualidade e regras patriarcais quando a paixão juvenil entra em pauta. É ao se apaixonar pelo também estudante Julien que brota em Selma a necessidade de transgressão, o que ganha contornos notáveis aos pais.

Na tentativa de encaminhar a filha para um possível casamento com um conhecido e de família endinheirada, os pais a jogam para experimentar o pior de uma vida feminina. Contudo, Selma mantém em silêncio as dores de ser mulher, enquanto amadurece e busca independência. Focando no amadurecimento e comportamento, sem floreios e encantamentos, no excelente  "Charuto de Mel", a história de vida Selma revela aproximação, em certos pontos, com a de qualquer outra mulher. Imperdível!


Assine a Reserva Imovision, streaming com qualidade e inteligência
A equipe do Resenhando.com acompanha os filmes por meio da plataforma de streaming Reserva Imovision, dedicada ao cinema independente e autoral. Para acessar o catálogo completo, conferir novidades e realizar sua assinatura, o aplicativo da plataforma ou o visite o site oficial neste link. A Reserva Imovision reúne filmes e séries cuidadosamente selecionados, ampliando o acesso a obras que valorizam a diversidade cultural, a reflexão e experiências cinematográficas diferenciadas.

"Charuto de Mel" (Cigare au miel). Gênero: DramaDireção: Kamir Aïnouz. Roteiro: Kamir AïnouzDuração: 1h 40 minutos. Classificação Indicativa: 16 anos (Violência, Conteúdo Sexual, Drogas Lícitas). Distribuição: Imovision. Elenco: Zoé Adjani (Selma)Amira CasarLyès SalemLouis PeresIdir Chender. Sinopse:  história narra a trajetória de Selma, uma jovem argelina de 17 anos que, ao se apaixonar e explorar sua sexualidade, enfrenta as rígidas regras patriarcais de sua família e o crescente fundamentalismo em seu país, buscando sua liberdade.

Trailer de "Charuto de Mel"



Leia+

.: Resenha crítica: "Rio de Sangue" é filme-denúncia sobre garimpo ilegal

.: Crítica: "Michael" promove reencontro com figura insubstituível da mídia

.: Crítica: "O Drama" é a potencialização de possibilidades paranoicas

.: Crítica: "Nuremberg" estuda mente de nazista orgulhoso de carnificina

.: Crítica: "Barba Ensopada de Sangue" é excelente suspense introspectivo

.: Crítica: "Narciso" entrega magia ao tratar a dura realidade de órfãos negros

.: Crítica: "A Noiva!" é saboroso delírio em thriller gótico feminista efervescente

.: Crítica: "Frankenstein" de Guillermo del Toro é deleite visual em trama gótica

.: Crítica: imperdível "Velhos Bandidos" faz rir e entrega desfecho inesperável

.: CCCB traz ao Brasil o diretor coreano Jang Kun-jae para masterclass e sessão


Em parceria com a Semana ABC e o Centro Cultural São Paulo, o cineasta participa de dois encontros gratuitos, nos dias 14 e 15 de maio, com debates sobre o cinema independente coreano e a exibição do longa "Porque Eu Odeio a Coreia". Na imagem, cena do filme de Jang Kun-jae


O Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) promove, em maio, a vinda do diretor sul-coreano Jang Kun-jae ao Brasil para duas atividades gratuitas e abertas ao público em São Paulo. Acompanhado pelo produtor de seus filmes, Youn Hee-young, o cineasta participa, nesta quinta-feira, dia 14 de maio, de uma masterclass na Semana ABC 2026, na Cinemateca Brasileira, e, no dia 15, sexta-feira, de uma sessão especial do longa "Porque Eu Odeio a Coreia" (2023), seguida de bate-papo, no Centro Cultural São Paulo (CCSP).

Reconhecido como uma das vozes mais consistentes do cinema independente sul-coreano contemporâneo, Jang Kun-jae construiu sua trajetória entre a direção e a fotografia. Ele já atuou em mais de 45 produções, dirigiu nove longas-metragens e foi diretor de fotografia em cerca de 30 filmes independentes. Entre seus principais reconhecimentos estão a abertura do Busan International Film Festival de 2023 com Porque eu odeio a Coreia, o Prêmio DGK pelo longa A Midsummer's Fantasia (2014), também em Busan, e o Prêmio Dragões e Tigres no Vancouver International Film Festival por Eighteen (2009). O diretor também passou pela Mostra Internacional de Cinema em São Paulo em 2014, com "Noite em Claro".

A vinda do cineasta ao país amplia o diálogo entre o audiovisual brasileiro e o coreano. "Trazer o Jang Kun-jae ao Brasil é abrir uma porta dupla: a do encontro do público com um cinema coreano que vai além do que circula nos grandes festivais e a do diálogo entre realizadores brasileiros e coreanos sobre como se faz cinema independente hoje. O CCCB acredita que o intercâmbio cultural se constrói também nesses bastidores, na conversa entre quem produz", afirma Cheul Hong Kim, diretor do Centro Cultural Coreano no Brasil.

As atividades realizadas no Brasil formam um percurso complementar: a masterclass na Semana ABC traz o olhar do realizador sobre os processos de produção e formação no cinema coreano contemporâneo, enquanto a sessão no CCSP coloca o público em contato direto com sua obra mais recente.


Masterclass na Semana ABC – 14 de maio, na Cinemateca Brasileira
Na quinta-feira, 14 de maio, das 10h às 12h, o CCCB integra a Mesa 5 da Semana ABC 2026, dedicada ao tema "O Cinema Coreano Hoje: Caminhos de Formação e Consolidação Global". A masterclass do diretor aborda sua trajetória autoral e percorre três eixos: a experiência de formação na KAFA (Korean Academy of Film Arts) e seu impacto na carreira; o ambiente de produção do cinema independente coreano, incluindo processos, orçamentos e métodos de trabalho; e a experiência de coprodução internacional a partir do longa A Midsummer's Fantasia (2014). A Semana ABC 2026, principal evento brasileiro voltado à cinematografia, é realizada pela Associação Brasileira de Cinematografia (ABC) e pela Cinemateca Brasileira entre os dias 13 e 15 de maio, com programação gratuita.


Sessão especial de cinema – 15 de maio, no CCSP
Nesta sexta-feira, 15 de maio, às 19h00, o CCCB e o Centro Cultural São Paulo realizam uma sessão especial com a exibição de "Porque Eu Odeio a Coreia" ("Because I Hate Korea", 2023), seguida de bate-papo com o diretor e o programador da mostra. O drama acompanha Gye-na, jovem que decide deixar a Coreia em busca de felicidade no presente. A partir de uma narrativa intimista, o filme tensiona pertencimento, deslocamento e os dilemas de uma geração que questiona o projeto de vida estabelecido. A sessão é gratuita e os ingressos devem ser retirados na bilheteria do CCSP uma hora antes do início. A programação amplia as iniciativas do CCCB voltadas ao intercâmbio audiovisual entre Brasil e Coreia que, por sua vez, terão desdobramentos na próxima edição da Mostra de Cinema Coreano.

Sobre o CCCB
O Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) é uma instituição oficial do governo da República da Coreia, vinculada ao Ministério da Cultura, Esportes e Turismo. Integrante da rede global de Centros Culturais Coreanos presente em 30 países, o CCCB está sediado na Avenida Paulista desde 2019. Com a missão de fortalecer as conexões culturais entre Brasil e Coreia, desenvolve uma programação ampla e multidisciplinar que abrange exposições, mostras de cinema, apresentações musicais, festivais temáticos e atividades educativas. Entre os destaques estão os cursos gratuitos de língua coreana, realizados em parceria com o Instituto Rei Sejong, além de cursos de K-pop, dança tradicional, taekwondo e oficinas temáticas. Em 2025, o Centro recebeu mais de 86 mil visitantes em sua sede e atingiu mais de 463 mil pessoas em eventos pelo Brasil.


Serviço
Masterclass com Jang Kun-jae – Semana ABC 2026 
Realização: Associação Brasileira de Cinematografia (ABC) e Cinemateca Brasileira
Apoio: Centro Cultural Coreano no Brasil
Quinta-feira, dia 14 de maio, das 10h00 às 12h00
Local: Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino, São Paulo/SP
Entrada: gratuita, mediante credenciamento prévio Credenciamento: Link

Sessão Especial de Cinema Coreano - "Porque Eu Odeio a Coreia"
Realização: Centro Cultural Coreano no Brasil
Parceria: Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Data: sexta-feira, dia 15 de maio de 2026, às 19h00
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1.000, Liberdade, São Paulo/SP
Faixa etária: livre
Entrada: gratuita
Retirada de ingressos: na bilheteria uma hora antes da sessão
Dúvidas: contato@kccbrazil.com.br

.: Drama de casal que incendiou cinema francês estreia na Reserva Imovision


Por
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com. Foto: David Koskas/Autoral Filmes

Destaque na programação do Festival de Cinema Francês do Brasil do ano passado, o drama “Eu, Que Te Amei” (“Moi qui t’aimais”) estreia na plataforma de streaming Reserva Imovision, nesta quinta-feira, dia 14 de maio. Dirigido por Diane Kurys, o longa-metragem revisita a intensa e muitas vezes conturbada história de um dos casais mais emblemáticos da cultura francesa: Yves Montand e Simone Signoret. Ele, astro de alcance internacional; ela, uma das maiores intérpretes do cinema europeu. Interpretados por Roschdy Zem e Marina Foïs, Montand e Signoret voltam à vida em performances que capturam o brilho, as fraturas, a lealdade e os conflitos que marcaram décadas de parceria, incluindo a célebre e dolorosa traição de Montand com Marilyn Monroe.

Apresentado na seção Cannes Classics do Festival de Cannes 2025, o filme marca o retorno de Diane Kurys ao evento após quase quatro décadas - a última participação na mostra havia ocorrido em 1987. O roteiro, assinado por Kurys ao lado de Martine Moriconi e Sacha Sperling, levou cerca de cinco anos de investigação, mergulhando em arquivos, memórias e registros históricos. Produzido pela New Light Films, o título chega ao Brasil pela distribuidora Autoral Filmes, acompanhando a nova fase do festival no país.

No centro da narrativa está o retrato de um amor real, movido por cumplicidade e desgaste, entre duas figuras que ajudaram a moldar o imaginário do cinema francês. Simone Signoret foi a primeira atriz da França a conquistar o Oscar de Melhor Atriz, por “Almas em Leilão”, em 1960. Casada com Montand entre 1951 e 1985, ela enfrentou escândalos e turbulências sem assumir o papel de vítima - e ambos, apesar dos abalos, sempre se reconheceram como parte fundamental um do outro. 

Ficha técnica do filme
“Eu, Que Te Amei” | “Moi qui t’aimais” (título original)
Classificação indicativa: 14 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: francês. Direção: Diane Kurys. Roteiro: Diane Kurys, Martine Moriconi e Sacha Sperling. Elenco: Roschdy Zem (Yves Montand), Marina Foïs (Simone Signoret), Thierry de Peretti, entre outros. Distribuição no Brasil: Autoral Filmes. Duração: 1h58m. Cenas pós-créditos: não. 

Assine a Reserva Imovision, o streaming que respeita a sua inteligência
A equipe do Resenhando.com acompanha os filmes por meio da plataforma de streaming Reserva Imovision, dedicada ao cinema independente e autoral. Para acessar o catálogo completo, conferir novidades e realizar sua assinatura, o aplicativo da plataforma ou o visite o site oficial neste link. A Reserva Imovision reúne filmes e séries cuidadosamente selecionados, ampliando o acesso a obras que valorizam a diversidade cultural, a reflexão e experiências cinematográficas diferenciadas.

terça-feira, 12 de maio de 2026

.: Cinco curiosidades mostram que “O Diabo Veste Prada 2” está mais afiado


Por
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

Se tem um salto alto que atravessa décadas sem perder o equilíbrio, ele atende pelo nome de "O Diabo Veste Prada". E agora, quase 20 anos depois, ele volta a ecoar pelos corredores - ainda mais largos - da Runway. Com Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci de volta ao jogo, "O Diabo Veste Prada 2", em cartaz nos cinemas, entrega mais do que figurinos impecáveis: aquele prazer quase culposo de revisitar um clássico que nunca saiu de moda - só estava aguardando a estação certa para reaparecer. A seguir, listamos cinco curiosidades que fazem essa sequência parecer menos um retorno e mais um reencontro com velhos conhecidos - daqueles que a gente jura que superou, mas continua stalkeando com carinho.

1. A sequência que ninguém quis... até querer muito
Diferente de tantas continuações que nascem por insistência de bilheteria, aqui o impulso foi outro: recusa. Logo após o sucesso de 2006, a equipe preferiu deixar a história em paz, intacta, como um bom vestido que não precisa de ajustes. Foi o tempo que mudou tudo. Duas décadas depois, com o jornalismo impresso em crise e o mundo digital ditando novas regras, a pergunta deixou de ser “por que voltar?” e passou a ser “como elas sobreviveram a isso?”. E, convenhamos, imaginar Miranda Priestly lidando com algoritmos já vale o ingresso.


2. A melhor cena (segundo Anne Hathaway) não tem Anne Hathaway
Nem sempre o auge de uma experiência é protagonizado por quem conta a história. A própria Anne Hathaway confessa que sua cena favorita envolve apenas - “apenas” - Meryl Streep desfilando como Miranda Priestly na Galleria Vittorio Emanuele II. A atriz pediu para assistir à gravação como quem invade discretamente um desfile privado e saiu de lá com a certeza de ter presenciado um daqueles momentos raros em que cinema, cenário e presença se alinham sem esforço. Não é pouca coisa.


3. Figurino: mais é mais (e muito mais)
Se no primeiro filme a moda já era personagem, aqui ela assume o protagonismo sem pedir licença. A figurinista Molly Rogers apostou em uma estética que mistura tempo e trajetória: Andy Sachs agora veste a experiência, combinando peças novas com achados vintage, enquanto Miranda permanece… Miranda. No placar final: mais de 45 looks para Hathaway e quase 30 para Streep - alguns criados exclusivamente para o filme. Porque, afinal, ninguém entra na Runway repetindo roupa. Nem depois de 20 anos.


4. Quando o figurino vem da farmácia
Há um certo prazer em descobrir que, por trás de toda sofisticação, existe acaso e até improviso. Em meio à busca por acessórios à altura de Miranda, quem resolveu o impasse foi a própria Meryl Streep, surgindo com um par de brincos de argola comprado… numa farmácia. Perfeitos. Discretos, mas não demais. Elegantes, mas sem competir com a peruca icônica. O detalhe? Era o único par. E a equipe passou as filmagens tratando aquelas argolas como se fossem joias da coroa.


5. Um escritório à altura do ego (e da história)
Se o mundo cresceu, a Runway não ficaria para trás. O novo escritório de Miranda Priestly foi reconstruído do zero e multiplicado por oito. Inspirado em redações reais como a da "Vogue", o espaço aposta em mesas longas e uma atmosfera que mistura imponência e tensão. É o tipo de lugar onde uma frase sussurrada pode soar mais ameaçadora que um grito. No fim das contas, "O Diabo Veste Prada 2" parece entender algo essencial: certos universos não envelhecem - só acumulam camadas. E, entre crises editoriais, figurinos impecáveis e silêncios cortantes, talvez a pergunta mais interessante não seja o que mudou, mas o que continua exatamente igual.

"O Diabo Veste Prada 2" - Trailer legendado


.: Warner Bros. Pictures realiza diversas ações na divulgação de "Mortal Kombat"


A Warner Bros. Pictures apostou na presença no cotidiano dos brasileiros para promover o lançamento do filme "Mortal Kombat 2", em cartaz nos cinemas brasileiros. Com ativações em espaços urbanos de grande circulação, eventos imersivos e parcerias estratégicas, a campanha buscou traduzir os temas centrais do longa, como ação, nostalgia e a intensidade dos combates, para diferentes contextos culturais e de consumo. 

Potencializando a narrativa de ação e cultura pop, o estúdio apostou em experiências imersivas. Em parceria com a Reebok, o estúdio convidou influenciadores como Ismeiow, Priscila Moroni, Eagle, Aline Diniz, Fábio Gomes, Beleleca Thaina Natani, Luan Ribeiro, Hades Plays e Kaká Vieira a mergulharem no universo do filme com uma aula de lutas marciais especial na Reebok Sports Club do Shopping Cidade Jardim.

Seguindo o tom de combate, o estúdio levou uma ativação à praça da Liberdade, em São Paulo, no dia 2 de maio. Em parceria com o Instituto Chaolin e com o Metrô de São Paulo, a ação pública ofereceu aulas de Kung Fu e Tai Chi, apresentação de dragões e uma estação de jogos com games icônicos da franquia disponíveis para o público competir. A iniciativa conectou o espírito do filme à rotina de quem passava pelo local, gerando grande visibilidade. 

Para os fãs, a Warner Bros. Pictures promoveu um grande Fan Event no Cine Marquise, reunindo mais de 300 pessoas entre admiradores da franquia, cosplayers e criadores de conteúdo. O espaço contou com experiências interativas como estações de jogos e cenários para fotos exclusivas. Ainda no pilar de experiência, o estúdio ofereceu uma exibição especial antecipada para Whindersson Nunes, um dos maiores nomes da internet brasileira e fã da franquia "Mortal Kombat", e convidados,   

Para conectar ainda mais o filme ao ecossistema dos games, a campanha marcou forte presença na gamescom latam 2026. No sábado, 2 de maio, o Palco Journey foi espaço para um painel comandado pelos hosts Ana Xisdê e Rodrigo Coelho. O encontro reuniu o caster de eSports Victor “Buiu”, o dublador Marcelo Salsicha, voz do icônico Johnny Cage, e o diretor de dublagem Diego Lima, que compartilharam com o público as expectativas e novidades do aguardado retorno dos campeões do Plano Terreno aos cinemas. Além do painel, o estúdio também marcou presença no espaço da TCL, um dos maiores estandes do evento. Através de uma ativação exclusiva, as pessoas puderam tirar fotos em um cenário imersivo do filme, e jogar os games da franquia. 

A campanha também marcou presença no ramo alimentício, com duas parcerias estratégicas. A rede de hamburguerias Santowich adicionou ao cardápio o combo Fatality, disponível nas unidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Já a franquia de comida asiática Tokai passou a oferecer um temaki temático de Mortal Kombat 2, com dinâmica de compre e ganhe ingressos para assistir ao filme nos cinemas. Esses lançamentos foram impulsionados por uma forte presença digital, materiais impressos, mídia exterior e influenciadores. 

Na linha de itens colecionáveis, o estúdio realizou uma parceria com a Loja Kings, produzindo uma coleção de camisetas exclusivas inspiradas no filme, mantendo a dinâmica promocional de ganhar ingressos para o cinema ao realizar a compra de um item. A sinergia com o universo de colecionadores contou também com a IRON Studios, que ofereceu bonecos colecionáveis da franquia a influenciadores que estiveram no Fan Event em São Paulo. 

Além disso, o filme também ganhou destaque nas lojas free shop da Dufry, presente nos maiores aeroportos do Brasil, com ingressos disponíveis em uma ação de compre e ganhe, e nas comunicações da  ExitLag, empresa nacional de tecnologia voltada para jogos online, que integrou influenciadores, CRM, redes sociais e mídia digital na divulgação conjunta do lançamento. 

A estratégia de mídia digital foi desenhada para garantir presença e alcance no cotidiano de diferentes públicos. Na TV aberta, o estúdio realizou inserções de 15 segundos na programação da Rede Globo nas praças São Paulo e Rio de Janeiro, alcançando mais de 16 milhões pessoas. A comunicação também se estendeu para uma robusta rede de Out-of-Home (OOH) estático e digital, onde foi espalhada por quatro grandes centros urbanos (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte), inserindo a intensidade da produção nos trajetos diários da população brasileira, atingindo mais de 17 milhões pessoas. 

Para complementar, a campanha on-line, que tem como foco o público masculino com interesse em jogos e no gênero cinematográfico. Utilizando plataformas como Meta, TikTok, X, 365 Scores, Uber, Warrior, XT Media e YouTube com foco em acessibilidade, a estratégia construiu reconhecimento de marca e impulsionou a conversão, alcançando mais de 102 milhões de impactos estimados. 

"Mortal Kombat 2" traz de volta os lendários guerreiros do universo do jogo, agora acompanhados por Johnny Cage (Karl Urban), em uma batalha épica pela sobrevivência contra as ameaças do poderoso Shao Kahn (Martyn Ford), soberano da Exoterra. Com uma direção que eleva a adrenalina e o combate a outro nível, o filme explora a jornada dos heróis enquanto enfrentam desafios mortais para proteger seu mundo.
Postagens mais antigas → Página inicial
Tecnologia do Blogger.