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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

.: Cineflix estreia "O Morro dos Ventos Uivantes" e "Um Cabra Bom de Bola"

Hoje, 12 de fevereiro, a unidade Cineflix Cinemas de Santos, localizada no Shopping Miramar, apresenta duas estreias nas telonas: o romance "O Morro dos Ventos Uivantes" e a animação "Um Cabra Bom de Bola".

Seguem em cartaz os dramas "Des(controle)""Marty Supreme" e "Hamnet: A vida antes de Hamlet", o musical, documentário e show "Stray Kids: The dominATE experience", o suspense psicológico "A Empregada" e a produção brasileira premiada, "O Agente Secreto". Compre antecipadamente os ingressos aquihttps://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN.

Estão disponíveis para venda os baldes colecionáveis, de "Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada"A unidade de Cinemas Cineflix Santos, fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga.

"O Morro dos Ventos Uivantes". Gênero: drama, romance. Direção: Emerald Fennell. Elenco: Margot Robbie (Catherine Earnshaw), Jacob Elordi (Heathcliff), Hong Chau, Alison Oliver, Shazad Latif e Ewan Mitchell. Sinopse: A tragédia acontece quando Heathcliff se apaixona por Catherine Earnshaw, uma mulher de uma família rica na Inglaterra do século 18.

"Um Cabra Bom de Bola". Gênero: animação. Direção: Tyree Dillihay. Elenco: Carolina Dieckmann (Kátia), Júlia Rabello (Léo) e Caco Ciocler (Zeca). Sinopse: Uma pequena cabra com grandes sonhos recebe uma oportunidade única na vida de se juntar aos profissionais. A história acompanha Zeca Brito (Will na versão original), uma pequena cabra com grandes sonhos que recebe uma oportunidade única de se juntar aos profissionais e jogar berrobol — um esporte de alta intensidade que lembra o basquete. Zeca precisa provar que, mesmo sendo pequeno, tem talento para brilhar no esporte e mudar a história do jogo.

"Stray Kids: The dominATE experience". Gênero: musical, documentário e show. Direção: Paul Dugdale, Farah X. Elenco: Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin, I.N. Sinopse: Um filme-concerto documental que registra a turnê mundial do grupo Stray Kids, destacando performances no estádio SoFi e bastidores, com direção de Paul Dugdale e Farah X. Lançado em fevereiro de 2026, o longa mostra a trajetória dos oito membros, com foco na relação com os fãs, os STAYs, e no ritmo da turnê. 

"Des(controle)". Gênero: drama. Diretoras: Rosane Svartman e Carol Minêm. Elenco: Carolina Dieckmann (Kátia), Júlia Rabello (Léo) e Caco Ciocler (Zeca). Sinopse: A trama acompanha Kátia Klein, uma escritora bem-sucedida e mãe, que vive uma crise criativa, problemas no casamento e sobrecarga doméstica. Tentando encontrar alívio para a rotina caótica, ela passa de uma taça de vinho ao descontrole, sucumbindo ao alcoolismo e enfrentando uma recaída.

"O Agente Secreto". Gênero: thriller, drama. Diretor: Kleber Mendonça Filho. Elenco: Wagner Moura, ao lado de Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone. Sinopse: Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana do Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

"Marty Supreme". (Marty Supreme). Gênero: Biografia, Comédia Dramática, Esporte. Direção: Josh Safdie Roteiro: Josh Safdie, Ronald Bronstein Elenco Principal: Timothée Chalamet, Gwyneth Paltrow, Odessa A'Zion, Tyler, the Creator, Fran Drescher, Abel Ferrara. Duração: 2h 29min. Sinopse: Baseado na vida de Marty Reisman, um jogador de tênis de mesa. 


"Hamnet: A vida antes de Hamlet". (“Hamnet”). Gênero: drama histórico. Classificação indicativa: 14 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês. Direção: Chloé Zhao. Roteiro: Maggie O’Farrell e Chloé Zhao. Elenco: Jessie Buckley, Paul Mescal. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: 2h05. Cenas pós-créditos: não. Sinopse: William Shakespeare e a sua esposa, Agnes, celebram o nascimento do seu filho, Hamnet. No entanto, quando a tragédia os atinge, inspira Shakespeare a escrever a sua obra-prima, Hamlet.


"A Empregada". (The Housemaid). Gênero: Suspense Psicológico, Thriller. Direção: Paul Feig. Roteiro: Rebecca Sonnenshine, Freida McFadden. Ano de Lançamento: 2025. Data de Estreia (Brasil): 18 de Dezembro de 2025. País: EUA. Idioma: Inglês. Duração: 2h11m. Elenco Principal: Sydney Sweeney (Millie), Amanda Seyfried (Nina), Brandon Sklenar (Andrew), Michele Morrone. Baseado em: Livro de Freida McFadden. Sinopse: A história segue Millie Calloway, que, após sair da prisão, consegue um emprego como empregada na casa dos ricos Nina e Andrew Winchester, mas logo percebe a natureza perturbadora de Nina e as dinâmicas disfuncionais da família, levando a situações de manipulação e suspense, enquanto Millie tem seus próprios segredos. 


O Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021. Para acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no GonzagaConsulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN.


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.: Crítica: "O Agente Secreto" é filmaço imperdível com a cara do Brasil.: Crítica: "A Empregada" é suspense psicológico cheio de reviravoltas

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

.: “Barbie O Quebra-Nozes” celebra 25 anos e ganha nova versão na Netflix

A celebração dos 25 anos do clássico inclui, além do novo especial animado para a Netflix, o relançamento de filmes clássicos e uma linha inédita de produtos


A Barbie está se preparando para um ano de celebração mágica em comemoração ao 25º aniversário de Barbie: O Quebra-Nozes. O longa, que foi o marco inicial do legado de animação da marca, tornou-se um clássico que atravessa gerações. Para celebrar essa data, a Mattel anunciou uma série de novidades que incluem conteúdo inédito, brinquedos, o retorno de produções nostálgicas, além do lançamento de um novo especial animado na Netflix em 2026.

Com 45 minutos de duração e uma animação moderna, esta releitura traz uma abordagem fresca para a história clássica. Nesta aventura, Barbie “Brooklyn” Roberts assume o papel da Princesa Fada Açucarada, enquanto Barbie “Malibu” Roberts estrela como Clara. Juntas, elas exploram um mundo de sonhos musical focado em coragem e amizade. O projeto conta com a supervisão de Rob David e Teale Sperling, da Mattel Studios.

"Este aniversário é uma oportunidade de homenagear onde a narrativa animada da Barbie começou — e de convidar uma nova geração a vivenciar esses mundos à sua própria maneira", afirmou Nathan Baynard, Vice-Presidente e Líder da Barbie na Mattel. "Barbie em O Quebra-Nozes sempre foi sobre a imaginação em movimento, e este novo capítulo abre esse mundo novamente por meio de conteúdo reinventado, produtos inspiradores e experiências que incentivam a descoberta e o brincar", completa.


Novos brinquedos e experiências

Para celebrar este marco, a Barbie lançará uma linha inspirada no especial, trazendo o encantamento de O Quebra-Nozes à vida através de bonecas lindamente desenhadas, incluindo as bonecas das personagens principais e acessórios.

Os produtos serão lançados em grandes varejistas antes da estreia na Netflix e contarão com surpresas especiais. Outros produtos de consumo, incluindo colaborações com Loungefly, Brown Girl Jane, Funko, Hallmark, Glamlite, Just Play, Townley, Centric Brands, Alex + Ani e Crayola vão expandir ainda mais este mundo mágico.

Além disso, a Mattel Press lançará Barbie: O Quebra-Nozes, um livro ilustrado de capa dura recontando a história, com ilustrações originais de Mirelle Ortega e texto de Lorelai Hart. O livro estará disponível a partir do dia 8 de setembro de 2026.


Barbie Celebra seu Legado Animado

Como parte da celebração, a Mattel relançará especiais animados icônicos da Barbie. Os títulos incluem:


Barbie™ e Suas Irmãs em Uma Aventura de Cavalos 

Barbie™ e a Magia de Aladus 

Barbie™ em A Princesa e a Plebeia 

Barbie™ Moda e Magia 

Barbie™: O Quebra-Nozes (2001)


Cada animação será lançada no canal da Barbie no YouTube e estará disponível em plataformas de streaming selecionadas globalmente. A versão original de 2001 de Barbie: O Quebra-Nozes também será lançada na Netflix no final de 2026.


Sobre Barbie® 

Barbie foi criada em 1959 pela americana Ruth Handler, co-fundadora da Mattel, que percebeu que sua filha Bárbara, ou Barbie, como era apelidada, gostava de brincar com bonecas de papel que trocavam de roupa. Até então, todas as bonecas tinham aparência de bebês e a de papel era uma das únicas que tinha a feição mais próxima da de uma adolescente. Quando lançada, a boneca foi definida como a “modelo teenager vestida na última moda”. Hoje, a Barbie é reconhecida como uma das marcas mais fortes de todos os tempos e um ícone fashion mundial. Como toda diva, a partir dos anos 90 estilistas famosos como Christian Dior, Chanel, Versace, Givenchy, Carolina Herrera, Donna Karan, Giorgio Armani e Alexandre Herchcovitch a vestiram em várias ocasiões. Clássicos do cinema, teatro e TV também ganharam bonecas Barbie caracterizadas com seus personagens mais famosos, entre eles: Romeu e Julieta, O Mágico de Oz e Star Trek, além de musas como: Marilyn Monroe, Audrey Hepburn, Elizabeth Taylor, Vivien Leigh e Grace Kelly. Por mais de cinco décadas a boneca tem inspirado garotas de todas as idades a sonhar, “viajar” e descobrir que, brincando, elas podem ser o que quiserem. O estilo de vida da boneca, que já virou personalidade, sempre fez com que ela fosse popular entre crianças e adultos. Em 60 anos, ela já teve mais de 200 profissões, todas retratando aspectos da cultura e da sociedade de suas épocas. Alguns exemplos emblemáticos são: Barbie astronauta (1965); Barbie médica cirurgiã (1973); Barbie presidente dos EUA (1992). Clique aqui para mais informações.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

.: Indicada ao Oscar®, animação "Arco" ganha trailer e pôster oficiais

Distribuidora global, serviço de streaming e produtora, a MUBI e a distribuidora independente Mares Filmes apresentam o trailer e pôster oficiais da animação "Arco", de Ugo Bienvenu (L’entretien). Indicado ao Oscar®, o filme criado inteiramente em 2D chega aos cinemas brasileiros no dia 26 de fevereiro. Também indicada ao Globo de Ouro, a aventura em cores brilhantes é desencadeada por um encontro entre duas crianças de épocas diferentes.

Depois de sua estreia mundial na Seleção Oficial de Exibições Especiais do 78º Festival de Cannes, "Arco" conquistou os prêmios Cristal de Melhor Filme e SACEM de Melhor Trilha Sonora Original para um Longa-metragem no 64º Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy. Escrito e dirigido por Ugo Bienvenu e produzido por Natalie Portman, Félix de Givry, Sophie Mas e Ugo Bienvenu, o filme está entre os indicados ao Oscar® de Melhor Animação de 2026.

"Arco" é o primeiro longa-metragem dirigido pelo cineasta francês, conhecido por seu trabalho como ilustrador de HQs e animador de videoclipes e curtas-metragens. Influenciado por histórias em quadrinhos de ficção científica, o filme é voltado para o público infantil e familiar.

Ao contrário da tendência de autores de ficção científica contemporâneos e do passado, de retratarem o gênero em lentes negativas e apocalípticas, "Arco" oferece esperança à geração atual, apresentando um mundo que convida os espectadores a imaginar um futuro desejável e possível, em que a humanidade evolui em harmonia com a natureza.

Sinopse: Em um futuro distante e idílico, a humanidade detém o poder da viagem no tempo com trajes coloridos que projetam no céu um rastro de luz do arco-íris. Embora seja muito jovem para se aventurar nessas jornadas, o impaciente Arco foge sozinho – apenas para se ver preso no ano de 2075, em um mundo mais perigoso que o seu. Felizmente, Iris, de dez anos, vê o misterioso garoto cair do céu e, com a ajuda de seu robô cuidador, eles embarcam em uma comovente odisseia para levar Arco de volta para casa.

De cores vibrantes e uma construção de mundo singular a um núcleo terno de amizade, "Arco" abraça a maravilha atemporal da narrativa visual e nos convida a sonhar com um futuro mais brilhante.

Cristalino, o filme ilustra esse futuro próximo em que o jovem Arco é acolhido pela pequena Iris, um produto de seu tempo, criada por sua babá robô. Ela vive em um universo de ilusões, em que vê seus pais ausentes por meio de hologramas e a natureza é devastada por desastres. É através dos olhos de Arco, vindos de um tempo mais simples, que o absurdo do mundo em que Iris habita e a direção para a qual a humanidade caminha são revelados.


“Arco é uma metáfora para a melhor coisa que poderia acontecer”, Ugo Bienvenu


O filme original traz as vozes de Alma Jodorowsky (Rainhas do Drama), Swann Arlaud (Anatomia de uma Queda), Vincent Macaigne (A Musa de Bonnard), Louis Garrel (Os Sonhadores), William Lebghil (Nino) e do rapper francês Oxmo Puccino. Já a versão dublada no Brasil conta com Enrico Espada (Captão Tsubasa), Bianca Alencar (Turma da Mônica Jovem), Rodrigo Araújo (One Piece), Reginaldo Primo (Os Simpsons), Beto Macedo (Super Onze: Ares no Tenbin), e Diego Muras (Naruto Shippuden), entre outros.


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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

.: Semana do Cinema no Cineflix oferece filmes a R$ 12,00


A Semana do Cinema acontece de 5 a 11 de fevereiro na Rede Cineflix Cinemas, com unidades participantes em Santos, oferecendo ao público uma oportunidade imperdível de assistir a grandes produções por preços promocionais. Durante o período, os ingressos para qualquer filme em cartaz custam apenas R$ 12,00, incluindo salas VIP e sessões em 3D. Já o combo médio duplo sai por R$ 29,90, tornando a experiência ainda mais acessível para quem não abre mão da pipoca e do refrigerante.

A promoção é válida para todos os filmes em exibição no período, com exceção do documentário musical "Stray Kids: The dominATE Experience". Não é necessário apresentar nenhum tipo de documento para garantir o valor promocional. Vale destacar que a oferta não é cumulativa e, para compras realizadas online, podem ser aplicadas taxas adicionais.


Filmes em cartaz durante a Semana do Cinema no Cineflix Santos
"A Empregada" (2h11 | Suspense)

Millie é uma mulher passando por dificuldades que encontra a chance de um novo começo ao se tornar empregada doméstica de um casal rico. O alívio inicial logo dá lugar à tensão quando ela percebe que os segredos da família são mais perigosos do que os seus próprios.
Direção: Paul Feig
Elenco: Sydney Sweeney, Amanda Seyfried, Brandon Sklenar


"O Agente Secreto" (2h40 | Drama)
Ambientado em 1977, o filme acompanha Marcelo, um especialista em tecnologia acusado de atividades subversivas, que deixa São Paulo e se muda para Recife para escapar da perseguição do regime militar.
Direção: Kleber Mendonça Filho
Elenco: Wagner Moura, Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone

"Hamnet: A Vida Antes de Hamlet" (2h05 | Drama)
A história de Agnes, esposa de William Shakespeare, enquanto tenta lidar com a perda do filho Hamnet, em uma narrativa sensível e profundamente humana.
Direção: Chloé Zhao
Elenco: Jessie Buckley, Paul Mescal, Zac Wishart


"Marty Supreme" (2h29 | Drama)
Um jovem prodígio do tênis de mesa, dono de um estilo arrojado, faz de tudo para alcançar o reconhecimento que acredita merecer.
Direção: Josh Safdie
Elenco: Timothée Chalamet, Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion

"(Des)controle" (1h37 | Drama)
Pressionada pela família e pela carreira, Kátia Klein perde o controle emocional e vê sua rotina desmoronar.
Direção: Rosane Svartman
Elenco: Carolina Dieckmann, Caco Ciocler, Julia Rabello

"Song Sung Blue: Um Sonho a Dois" (2h13 | Biografia)
Um casal de músicos que percorre o país com shows em homenagem a Neil Diamond vive altos e baixos enquanto descobre que nunca é tarde para amar e sonhar.
Direção: Craig Brewer
Elenco: Hugh Jackman, Kate Hudson, Michael Imperioli

"O Diário de Pilar na Amazônia" (1h31 | Aventura)
Pilar embarca em uma jornada mágica pela Amazônia ao lado de novos amigos e seres do folclore brasileiro, enfrentando o desmatamento e buscando justiça para uma comunidade ribeirinha.
Direção: Eduardo Vaisman
Elenco: Lina Flor, Sophia Ataíde, Miguel Soares

Assista no Cineflix Cinemas mais perto de você
As principais estreias da semana podem ser assistidas na rede Cineflix CinemasPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

Cineflix Miramar | Santos | Sala 1
De 29 de janeiro a 4 de fevereiro | Sessões em português | 14h00 e 16h00 
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos / São Paulo. Ingressos neste link.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

.: Alexandre Lino expõe conflitos familiares e desafia rótulos em “A Miss”


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com. Foto: divulgação

Aos poucos, Alexandre Lino construiu uma trajetória marcada pela recusa ao óbvio. Ator de presença discreta, mas de escolhas contundentes, ele passa pelo teatro, pelo cinema e pela televisão interrogando papéis, estereótipos e expectativas - sobretudo aquelas projetadas sobre corpos, sotaques e origens. No filme "A Miss", em breve em cartaz na Rede Cineflix e em cinemas de todo o Brasil, ele dá vida a Athena, personagem marcado por angústias, disputas familiares e ambiguidades morais, reafirmando a vocação dele em dar vida a personagens que incomodam mais do que confortam. Nesta entrevista exclusiva para o portal Resenhando.com, o ator reflete sobre protagonismo tardio, humor como linguagem política, identidade nordestina, processos criativos e a responsabilidade ética de existir em cena sem se render à caricatura.


Resenhando.com - Athena, seu personagem em "A Miss", ajuda a subverter uma tradição familiar baseada em concursos de beleza. Em que momento da sua vida você também precisou “trapacear o roteiro” que o mundo tinha escrito para você?
Alexandre Lino - Subverti o roteiro quando cheguei ao Rio e me pediram para “neutralizar” meu sotaque nordestino para disputar testes e me enquadrar. Naquele momento, era uma exigência comum do mercado e eu precisava trabalhar, mas isso nunca apagou quem eu sou, mesmo tendo me submetido a essa imposição. Hoje vejo esse padrão sendo revisto e fico feliz em perceber como "A Miss" dialoga com essa quebra de expectativas e com a coragem de existir fora das molduras impostas.


Resenhando.com - Você passou décadas sendo um ator essencial, mas muitas vezes coadjuvante no audiovisual. O sucesso tardio no cinema muda o ego ou apenas confirma uma espera que sempre fez sentido para você?
Alexandre Lino - O cinema não inflou minha vaidade, mas tem confirmado uma trajetória construída degrau a degrau. Meu reconhecimento começou no teatro, onde alcancei protagonismos mais rapidamente, e o audiovisual veio depois como consequência dessa maturidade artística. "A Miss" chega como a coroação de uma carreira forjada nos palcos, sem alterar meu modo de encarar a profissão: continuo sendo um operário das artes.


Resenhando.com - Em "A Miss", o desejo da mãe fala mais alto que a escuta dos filhos. Na sua leitura, esse filme fala mais sobre identidade de gênero ou sobre o autoritarismo disfarçado de amor dentro das famílias brasileiras?
Alexandre Lino - "A Miss" é, antes de tudo, um filme sobre família. A discussão sobre identidade de gênero está presente, mas o centro dramático é esse amor que vira controle e a projeção de frustrações da mãe sobre os filhos. O quarteto central revela contradições muito humanas - gente que ama e machuca, acerta e erra - e é nessa ambiguidade que o filme se fortalece e torna-se universal.


Resenhando.com - Depois de dar voz a personagens socialmente invisíveis - porteiros, migrantes, figuras à margem - o que ainda o assusta mais: a invisibilidade ou a caricatura quando finalmente se ganha destaque?
Alexandre Lino - A caricatura me assusta mais que a invisibilidade, porque ela cristaliza estigmas e empobrece realidades complexas, sobretudo quando falamos do nordestino. Muitas vezes o público se surpreende ao encontrar reflexão por trás de personagens populares, como o Porteiro Waldisney. Meu compromisso é seguir oferecendo densidade a essas figuras que o audiovisual insiste em simplificar.


Resenhando.com - Você transita com naturalidade entre o riso popular e o drama sensível. Existe preconceito dentro do próprio meio artístico contra quem domina o humor antes de ser reconhecido como “ator sério”?
Alexandre Lino - Existe, sim, um preconceito estrutural contra quem vem do humor. O meio artístico ainda supervaloriza o drama e o experimental, enquanto subestima quem faz rir ou trabalha para públicos populares. Eu sigo transitando entre gêneros porque acredito que um ator se mede pela seriedade do trabalho e não pelo rótulo que tentam lhe impor. Sou plural e diverso na vida, e na arte cultivo essa multiplicidade, transitando entre gêneros, linguagens e personagens sem me prender a julgamentos e denominações.


Resenhando.com - Athena é irreverente, afetuoso e provocador. Ele carrega algo do Alexandre diretor, algo do Alexandre ator ou algo do Alexandre homem que não cabe mais em rótulos?
Alexandre Lino - Athena reúne muito do meu humor e da minha sensibilidade, mas também carrega as experiências acumuladas em 25 anos de carreira. Ele nasce dessa mistura entre vida pessoal e repertório artístico que todo ator mobiliza ao criar um personagem. E há algo raro ali: a capacidade de perdoar, que me comove e me interessa profundamente no ser humano.


Resenhando.com - Em "O Porteiro", você inverte o foco e coloca o “figurante da vida real” como protagonista. Em "A Miss", a inversão é de gênero e expectativa. A subversão virou um projeto político na sua arte?
Alexandre Lino - Não chamaria de um projeto político no sentido partidário, mas de uma escolha estética e ética: lançar luz sobre histórias simples e de pessoas comuns, corpos pouco celebrados e temas que costumam ficar à margem. "O Porteiro" nasce dessa vontade de inverter centros e provocar empatia por quem quase nunca ocupa o protagonismo. Já "A Miss" apresenta uma família disfuncional que serve de espelho para milhares de outras ao redor do mundo.


Resenhando.com - Depois de tantos anos criando pontes entre teatro, cinema e educação artística, o que ainda move você: reconhecimento, sobrevivência ou a necessidade quase física de contar histórias que incomodam?
Alexandre Lino - O que ainda me move é o desafio do novo e a necessidade de contar histórias conectadas às minhas raízes nordestinas, mas também capazes de deslocar olhares. Quero seguir construindo projetos que dialoguem com esse lugar de origem e com outros territórios simbólicos, mantendo viva a tríade que organiza minha vida artística: teatro, cinema e educação.


Resenhando.com - Você já afirmou que “ser homem hoje é reinventar-se”. O que o cinema brasileiro ainda precisa desaprender para representar novas masculinidades sem medos ou clichês?
Alexandre Lino - O cinema brasileiro precisa desaprender a objetificação feminina e os atalhos fáceis que ainda surgem, sobretudo na comédia. Representar novas masculinidades passa por mostrar homens que não se afirmam pela dominação, mas pelo respeito e pela parceria. Rir não pode servir de desculpa para uma liberdade marcada por preconceitos.


Resenhando.com - Se "A Miss" fosse menos sobre concursos de beleza e mais sobre o Brasil atual, que faixa simbólica você acha que o país está tentando usar, e qual ele definitivamente não merece?
Alexandre Lino - Se "A Miss" fosse uma metáfora direta do Brasil, eu diria que ainda estamos tentando ostentar uma faixa de certezas quando deveríamos assumir a da diversidade e do diálogo. O filme aponta que não existe beleza eterna nem modelo único de família, e que a polarização é a faixa que definitivamente não merecemos usar.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

.: “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” vai do felizes para sempre e cai no real

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora e criadora do Resenhando.com

Em fevereiro de 2025


"Song Sung Blue: Um Sonho a Dois" apresenta a história da vida real de Mike (Hugh Jackman) e Claire Sardina (Kate Hudson), um casal da cidade de Milwaukee, Wisconsin, que não alcançou o estrelato global no meio musical, embora tenha construído uma existência sustentada pela arte e o desejo de estar no palco como Lightning & Thunder, uma banda-tributo a Neil Diamond que vai além do sucesso "Sweet Caroline" e interpreta "Soolaimon".

De forma nua e crua a trama coloca os solteiros, mas com filhos num "encontro" nos bastidores de um show de imitação. Ele como Don Ho e ela como Patsy Cline. Claire que já o conhecia de apresentações em eventos anteriores cai na mira dele e o amor acontece. O longa de 2 horas e 13 minutos de duração parece ser uma linda e florida história de amor mesclada com o trabalho musical que tem como empecilho somente a breve resistência dos filhos. 

Contudo, "Song Sung Blue: Um Sonho a Dois" divide toda a carga emocional com o público quando em casa, Claire, quer dar uma cor no seu jardim plantando flores. Diante da janela da sala, acaba sendo vítima de um carro desgovernado. A cena impactante que tira o sorriso do rosto dela, acaba com todo o ar de felizes para sempre que vinha crescendo no filme. 

Perdida numa profunda tristeza, ela passa o peso do fardo para Mike e os três filhos. Todos sem saber qual rumo tomar diante da situação, uma vez que a mãe só está presente fisicamente e tudo mais distante. Dirigido e roteirizado por Craig Brewer (“Ritmo de Um Sonho”)"Song Sung Blue: Um Sonho a Dois" é inspirado no documentário homônimo de 2008, incluindo o encontro do casal com Eddie Vedder, do Pearl Jam.

A produção emocionante tem ainda os vocais de Hugh Jackman, experiente em musicais da Broadway e Kate Hudson, que lançou carreira no meio musical em 2024, tendo participado do seriado "Glee" com a professora Cassie. O resultado é uma dupla em perfeita sincronia, seja na interpretação ou no vocal. "Song Sung Blue: Um Sonho a Dois" toca no público não por somente fugir de uma história de ascensão meteórica e que não chega sucesso global, mas por apesar de tudo, seguir as trilhas do coração mesmo quando a matriarca da família tem a vida remexida de cabeça para baixo e todos os seus sofrem com tal impacto. No elenco ainda estão nomes como Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir, Jim Belushi, Michael Imperioli, Fisher Stevens e Hudson Hilbert Hensley. Imperdível!


Em parceria com a Cineflix Cinemas, o Resenhando.com assiste aos filmes em Santos, no primeiro andar do Miramar ShoppingPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Siga: @maryellen.fsm


Ficha técnica
“Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” | "Song Sung Blue" (título original)
Gênero: comédia musical, drama. Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos. Ano de produção: 2026. Idioma: inglês. Direção e roteiro: Craig Brewer. Elenco: Hugh Jackman, Kate Hudson, Michael Imperioli, Fisher Stevens, Jim Belushi, Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir, Hudson Hilbert Hensley. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: 2h13m. Cenas pós-créditos: não.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

.: "A Fratura" transforma um pronto-socorro em microcosmo da França


"A Fratura", de Catherine Corsini, transforma um pronto-socorro em microcosmo da França contemporânea, entre conflitos afetivos e a ebulição política dos protestos dos coletes amarelos. Foto: Photo 5 LF © / Carole Bethuel


Em cartaz gratuitamente no site sesc.digital e no aplicativo Sesc Digital, a comédia "A Fratura", de Catherine Corsini, transforma um pronto-socorro em microcosmo da França contemporânea, entre conflitos afetivos e a ebulição política dos protestos dos coletes amarelos. No filme, Raf e Julie, um casal prestes a se separar, estão em um pronto-socorro na noite de um grande protesto dos "coletes amarelos", em Paris.

O encontro com Yann, um manifestante ferido e furioso, vai chacoalhar suas certezas e preconceitos. Lá fora, a tensão aumenta e logo o hospital tem que fechar as portas, fazendo com que a equipe fique sobrecarregada. A noite será longa, trágica e hilária. Acesse gratuitamente sesc.digital neste link. Ou baixe o aplicativo, disponível para download nas lojas Google Play e App Store.


"A Fratura"
Direção: Catherine Corsini | França | 2021 | 98 minutos | Comédia | 12 anos
Elenco: Pio Marmaï, Valeria Bruni Tedeschi, Marina Foïs, Jean-Louis Coulloc'h  
Disponível até 20 de março de 2026. Grátis.  


Aplicativo Sesc Digital
Filmes de ficção, documentários, produções originais, shows, mostras e festivais dão vida à nova plataforma de streaming do Sesc São Paulo. Disponível para Apple e Android, o app Sesc Digital é uma ferramenta intuitiva com acesso gratuito a vídeos em até 4K. Compatível com Chromecast e AirPlay, permite ao usuário assistir às obras audiovisuais sem cadastro e gerenciar perfis para toda a família. 


Sesc Digital

A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. No ar desde 2020, a plataforma Sesc Digital apresenta gratuitamente ao público conteúdos de diversas linguagens artísticas, como teatro, música, literatura, dança, artes visuais, entre outras. Com curadoria do CineSesc, a programação de cinema oferece ao público, filmes premiados, clássicos e contemporâneos, ficções e documentários, produções brasileiras e de várias partes do mundo. Saiba mais em Sesc Digital. 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

.: "Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras" propõe mergulho em Edvard Munch


Em cartaz no site sesc.digital e no aplicativo Sesc Digital, o documentário "Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras", de Michele Mally" propõe um mergulho sensível e informativo no legado de Edvard Munch, ampliando o olhar para além de sua pintura mais famosa, "O Grito", e explorando a complexidade emocional e experimental de sua produção que inicia o gênero do expressionismo nas artes plásticas. A narração é de Ingrid Bolsø Berda. 

Nenhum artista no mundo é mais famoso e, ao mesmo tempo, menos conhecido do que Edvard Munch. Se seu "O Grito" se tornou um ícone de nossa época, o restante de sua obra não é tão famoso. Agora, Oslo, capital da Noruega, marca um ponto de virada em nosso conhecimento sobre o artista: o Museu Munch, inaugurado em outubro de 2021. 

Trata-se de um arranha-céu espetacular projetado para abrigar o imenso legado que o artista deixou para sua cidade: 28.000 obras de arte, incluindo pinturas, gravuras, desenhos, cadernos, esboços, fotografias e seus experimentos com cinema. Esse legado extraordinário nos proporciona uma visão excepcional da mente, das paixões e da arte desse gênio do Norte. Acesse gratuitamente sesc.digital neste link. Ou baixe o aplicativo, disponível para download nas lojas Google Play e App Store.


"Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras"
Direção: Michele Mally | Itália | 2025 | 90 minutos | Documentário | 12 anos
Disponível até 20 de março de 2026  


Aplicativo Sesc Digital
Filmes de ficção, documentários, produções originais, shows, mostras e festivais dão vida à nova plataforma de streaming do Sesc São Paulo. Disponível para Apple e Android, o app Sesc Digital é uma ferramenta intuitiva com acesso gratuito a vídeos em até 4K. Compatível com Chromecast e AirPlay, permite ao usuário assistir às obras audiovisuais sem cadastro e gerenciar perfis para toda a família. 


Sesc Digital
  
A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. No ar desde 2020, a plataforma Sesc Digital apresenta gratuitamente ao público conteúdos de diversas linguagens artísticas, como teatro, música, literatura, dança, artes visuais, entre outras. Com curadoria do CineSesc, a programação de cinema oferece ao público, filmes premiados, clássicos e contemporâneos, ficções e documentários, produções brasileiras e de várias partes do mundo. Saiba mais em Sesc Digital.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

.: “Song Sung Blue” aposta na música para narrar o valor do "quase" sucesso



Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

“Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” chega à Rede Cineflix e aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 29 de janeiro, apostando na delicadeza de uma história real que percorre a música, a persistência e o amor. Dirigido e roteirizado por Craig Brewer, o longa-metragem se inspira no documentário homônimo de 2008 para acompanhar a vida de Mike e Claire Sardina, um casal de músicos de Milwaukee que jamais alcançou o estrelato global, mas construiu uma existência sustentada pela arte e pelo desejo de permanecer no palco.

Hugh Jackman interpreta Mike, um cantor que sobrevive como imitador de Don Ho até cruzar o caminho de Claire, vivida por Kate Hudson, que se apresenta como Patsy Cline em feiras e eventos locais. O encontro dos dois resulta na criação da Lightning & Thunder, uma banda-tributo a Neil Diamond que conquista fama regional e transforma os protagonistas em pequenas celebridades de Wisconsin. A história, no entanto, nunca se rende ao mito do sucesso absoluto. Brewer prefere observar o que acontece quando o reconhecimento é limitado, quando os sonhos se realizam apenas em parte e quando isso, ainda assim, é suficiente.

A opção narrativa dialoga diretamente com a filmografia do diretor, especialmente com “Ritmo de Um Sonho” (2005), ao recusar a lógica da ascensão meteórica. Em vez disso, “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” constrói uma crônica íntima sobre sobreviver, insistir e dividir a vida com alguém que acredita no mesmo sonho, ainda que o mundo não pare para aplaudir. A câmera privilegia os bastidores emocionais do casal, os silêncios, as frustrações domésticas e, sobretudo, os momentos de comunhão no palco, quando a música funciona como abrigo.

Jackman, com sua formação nos musicais da Broadway, assume novamente o posto de showman carismático, cantando ele próprio as músicas do filme. Ainda assim, é Kate Hudson quem concentra o coração dramático da narrativa. Sua Claire equilibra vulnerabilidade e teimosia, esperança e desgaste, tornando-se o eixo emocional da história. Não por acaso, foi a única atuação do filme a receber reconhecimento na temporada de prêmios internacionais, segundo a imprensa especializada.

O elenco de apoio reforça o tom de humanidade cotidiana, com nomes como Michael Imperioli, Fisher Stevens, Jim Belushi, Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir e Hudson Hilbert Hensley, compondo uma galeria de personagens que orbitam o casal sem caricatura. Há também curiosidades que ajudam a dimensionar a singularidade da trajetória retratada: em 1995, os verdadeiros Lightning & Thunder chegaram a dividir o palco com Eddie Vedder, do Pearl Jam, em um encontro improvável que o filme recria de forma contida.

Ficha técnica
“Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” | "Song Sung Blue" (título original)
Gênero: comédia musical, drama. Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos. Ano de produção: 2026. Idioma: inglês. Direção e roteiro: Craig Brewer. Elenco: Hugh Jackman, Kate Hudson, Michael Imperioli, Fisher Stevens, Jim Belushi, Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir, Hudson Hilbert Hensley. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: 2h13m. Cenas pós-créditos: não.


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