quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

.: Como perder tempo e se desgastar no Carrefour São Vicente

Por Mary Ellen Farias dos Santos*
Em fevereiro de 2019  


"Deve haver para tudo isso alguma explicação", está no refrão da canção "As coisas", interpretada por Érika Machado. Contudo, há estabelecimentos que levam isso extremamente a sério. E foi a vez de eu cair numa dessas e levar meu marido para tal experiência. Lá para o fim do mês de janeiro, no Carrefour São Vicente, encontrei camisetas de heróis em promoção. Ué! Sou pequena e caibo perfeitamente nelas, algumas até ficam largas. 

Na quarta-feira, 6 de fevereiro estávamos por lá e lembramos: Será que a promoção continua? Vamos pegar outras. Eis que desta vez a promoção estava em placas amarelas anunciando: "CAMISETA MC MSCL MARVEL", de R$ 25,99 por R$15,97, economize R$ 10,02.

Assim, eu e meu marido procuramos os modelos que me agradavam no tamanho e que cairiam como uma luva em mim e marcando os tais R$ 25,99. Afinal, ali nos anúncios amarelos, não havia qualquer código de barras, logo se conclui que a promoção era para produtos marcando tais preços nas etiquetas.



Eis que no caixa, passou uma, duas, três, dentro do valor do anúncio, mas a quarta marcou R$ 19,99, enquanto que a quinta R$ 25,99 e a sexta e última os R$15,97 das três primeiras. A atendente de caixa prontamente chamou a responsável para identificar o ocorrido, que por duas vezes me informou o valor diferenciado para as camisetas da bancada, embora todas ali tivessem sido retiradas das araras com cabides da loja.

Em tempo, as camisetas da bancada eram bem diferentes das que estava prestes a comprar. Eis que ela conferiu, mas ao retornar pediu para que eu a acompanhasse para mostrar as placas da promoção. Ainda diante dos anúncios em amarelo, fui informada de que as peças estavam misturadas, o que não era verdade, uma vez que ao retirar uma para compra, ficaram outras três idênticas -o que mostrei para ela. Estavam misturadas e juntinhas? Impossível!

Em meio a desculpas descabidas, a atendente alegou descaradamente que a camiseta registrada no caixa no valor de R$25,99, no marcador de preços da arara custava, na verdade R$29,99. Repetindo o mesmo para a outra registrada por R$ 19,99 -na arara em que havia muitas, muitas outras idênticas.

Antes de qualquer dúvida, todas as camisetas eram Marvel e estavam em cabides, não dobradas em qualquer bancada. Delas, cinco eram do "Homem-Aranha" e uma de "Os Vingadores". 

Ao fim, diante de tamanho desrespeito do Carrefour São Vicente, deixei as duas camisetas que havia provado e decidido comprar. Ali, aprendi que é extremamente desgastante perder tempo diante das propagandas enganosas que levam a lugar nenhum.


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm


.: Canal Brasil presta homenagem aos 110 anos de Carmen Miranda


Na semana em que cantora portuguesa mais brasileira que já existiu, Carmen Miranda, completaria 110 ano, o Canal Brasil exibe o documentário “Carmen Miranda - Bananas Is My Business” (1995), de Helena Solberg. O filme, que vai ao ar no dia 09 de fevereiro, às 19h30, conta a história da estrela brasileira que conquistou a imaginação e o coração do mundo. 

Nascida em Portugal e criada no Brasil, Carmen Miranda, mesmo muitos anos depois de sua morte, permanece como a mais famosa brasileira a conquistar as telas do cinema.  Já famosa na América do Sul, em 1939, ela foi descoberta por Lee Schubert, que a levou para os EUA, onde tornou-se "The Brazilian Bombshell"

No entanto, para os americanos ela era mais conhecida como uma figura caricata que carregava uma enorme pilha frutas na cabeça. O filme tenta resgatá-la desse estigma, revelando sua real identidade. 



CARMEN MIRANDA - BANANAS IS MY BUSINESS (1995) (95’)
Direção: Helena Solberg
Classificação: Livre
Horário: sábado, dia 09/02, às 19h30.

.: Walcyr Carrasco: livros estimulam crianças a se livrar de preconceitos

Em três obras, publicadas pela editora Moderna, autor aborda por meio de metáforas temas como discriminação, bullying e diferenças sociais


Viver em sociedade não é tão fácil quanto parece. Num país tão diverso quanto o Brasil, conviver com o diferente torna-se um desafio ainda maior. Esta realidade acaba se refletindo no universo infantil, onde as crianças muitas vezes desenvolvem preconceitos que podem acabar carregando para a vida inteira. Por conta disso, o dramaturgo e escritor Walcyr Carrasco traz em suas obras, publicadas pela Editora Moderna, uma abordagem lúdica e metafórica sobre como lidar com tantas diferenças.

No lançamento "Laís, a Fofinha", Walcyr aborda o drama da personagem-título, que passa a sofrer bullying na nova escola por ser gordinha. Desanimada com a vida, Laís inventa dietas malucas que colocam sua saúde em risco e se torna uma criança triste, até que vê a oportunidade de superação. O livro traz uma importante lição sobre aceitação própria e como questões estéticas se revelam tão sem importância no decorrer da vida.

"Escrevi este livro baseado em muitas meninas que conheci. É horrível quando alguém houve piadas por causa de sua aparência. Mas quem atormenta o colega, dizendo que é só brincadeira, também acaba perdendo. Perde, no mínimo, a chance de fazer um amigo", diz Walcyr.

Assim como a discriminação por questões estéticas, também existe um grande preconceito em relação a deficiências físicas. Este é um tema, por exemplo, que o autor aborda em outra de suas obras: "A Ararinha do Bico Torto" conta a história de Nina, uma pequena arara que nasceu com o biquinho torto, impedindo-a de se alimentar. Isso fez com que ela fosse rejeitada pela família. A sorte de Nina foi ser encontrada pelo garoto Mário, que se tornou seu amigo e a alimentou. Depois de grande, a deficiência de Nina se tornou chamariz para amizades com outros pássaros.

A temática animal também aparece em "Pituxa, a Vira-Lata", outra obra do escritor. O livro conta a história da menina Alice, uma garota rica e cercada de luxo que adorava seus dois pastores-alemães. Sempre que saía com sua mãe, Alice se incomodava com a presença de um catador de papelão próximo a uma banca, sempre acompanhado de sua cadela vira-lata Pituxa. Um dia, o pobre catador adoeceu e Pituxa ficou sozinha. Triste e sem comer, Pituxa foi adotada pela mãe de Alice, para desespero da menina e dos dois cães de guarda. Uma reviravolta do destino, porém, fez com que Pituxa ganhasse uma importância tremenda na vida de todos.

"No meu dia a dia, vejo que as pessoas dão muita importância à posição social. Às vezes, alguém se exibe porque tem uma roupa mais cara que a do outro, mora em uma casa maior, enfim, vive com mais luxo. Queria dizer, com este texto, que diferenças não importam. Somos todos iguais", fala o autor.
Os três títulos mencionados contam com ilustração de Ana Matsusaki e fazem parte da série Todos Juntos, que conta também com o título Meus dois pais

Sobre o autor: Dramaturgo e roteirista de televisão, Walcyr Carrasco nasceu em Bernardino de Campos (SP), e foi criado em Marília. Formou-se em Jornalismo pela Escola de Comunicação e Artes de São Paulo. Por muitos anos trabalhou como jornalista nos maiores veículos de comunicação do país, ao mesmo tempo que iniciava sua carreira de escrito na revista Recreio. Desde então, escreveu diversas novelas, peças de teatro e publicou mais de 30 livros infanto-juvenis, tendo recebido por suas obras muitos prêmios ao longo de sua carreira. É cronista de revistas semanais e membro da Academia Paulista de Letras, onde recebeu o título de Imortal.

Sobre a Editora Moderna: A Moderna atua há mais de 50 anos com o compromisso de educar para um mundo em constante movimento, compreendendo cada ecossistema formativo para ajudar a construir projetos de vida alinhados às expectativas de cada indivíduo. Com uma equipe de autores e especialistas que conhecem as necessidades do brasileiro e das instituições de ensino públicas e privadas, a Moderna investe em pesquisas, inovações e novas metodologias para criar e elaborar conteúdos didáticos, literários e projetos educacionais efetivos. Assim, ao lado de escolas e famílias, desenvolvemos habilidades, competências e valores para os desafios pessoais e profissionais que estão por vir. Desde 2001, como parte da Santillana, grupo editorial e de educação presente em 22 países, a Moderna contribui com projetos sociais de fomento à educação e à cultura, em parceria com a Fundação Santil lana e outras entidades do setor. Também apoia a formação de professores e gestores, com a realização de cursos, oficinas e seminários gratuitos e a disponibilização de obras de referência para fomentar reflexões e políticas públicas em prol da melhoria da qualidade do ensino.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

.: Entrevista com Fran Ferraretto, atriz do espetáculo "A Minicostureira"

Fran Ferraretto está em cartaz com o imperdível espetáculo "A Minicostureira", que fala de maneira sutil sobre temas pouco apresentados para crianças. Foto: Fabio Audi

Por Helder Moraes Miranda, em fevereiro de 2019.

Fran Ferraretto tem uma força inexplicável, seja no palco ou nas telas do cinema e da televisão. Tal entrega às artes faz com que seja impossível não torcer ou sentir empatia pelos personagens que defende com unhas e dentes. Nessa trajetória de sucesso, lançou na mostra internacional de cinema o filme "O Pequeno Mal" ("Petit Mal") e acabou de estrear na MTV o seriado "Feras", com a personagem Mirella. 

Além disso, foi atriz-pesquisadora da cia. Club Noir por quase cinco anos, quando atuou em mais de 12 espetáculos de teatro, dirigidos por Roberto Alvim e Juliana Galdino. Foi atriz do Núcleo de Artes Cênicas por dois anos e participou do primeiro espetáculo profissional dirigido por Lee Taylor.

Agora, está em cartaz nas tardes de sábados e domingos no Teatro Porto Seguro com a peça "A Minicostureira", em que contracena com Antoniela Canto, Bruno Ribeiro e Mateus Monteiro, e é dirigida por Cynthia e Débora Falabella. O espetáculo, livremente inspirado em um texto de Marina Colasanti trata com muita sensibilidade temas que falam tanto com crianças, como com adultos. A temporada é curta: só até 17 de março. Por isso, corra para o Teatro Porto Seguro e permita-se sentir. 

RESENHANDO - Com muita delicadeza, vocês abordam um tema espinhoso: relacionamento abusivo. Como é falar disso para crianças? 
FF - O projeto de "A Minicostureira" carrega muitos objetivos, desde os mais subjetivos até os mais concretos. O termo "relacionamento abusivo" é dado e observado por nós adultos, principalmente mulheres, que rapidamente fazemos um paralelo com a realidade atual, onde o feminismo veio dizer: "Basta!". Para o universo das crianças ali, a gente suavisou, colocando outras razões (não menos óbvias) que aquela relação (da peça) não estava sendo legal.


RESENHANDO - Como é ser dirigida pelas irmãs Cynthia e Débora Falabella? 
FF - É uma festa (risos), mas com muitas responsabilidades. As meninas são muito minhas amigas, a gente divide a vida, intimidade... Quando o texto chegou, era óbvio que teriam de ser elas as diretoras. Na época, eu estava mais próxima da Debinha, que aceitou de cara, e trouxe a Cyn, pra minha alegria e gratidão eterna. 


RESENHANDO - Como é ser dirigida em uma peça que você mesma escreveu?
FF - Estar atuando pela primeira vez num texto que eu própria escrevi, foi no mínimo esquizofrênico (risos), precisei demais delas como farol.


RESENHANDO - O que a personagem Clara, "A Minicostureira", tem a ver com você como pessoa?
FF - Nossa! Ela é uma parcela minha muito viva, onde aliás repousa o meu aspecto criativo, com certeza.


RESENHANDO - Por que discutir o autoconhecimento desde cedo, como a peça faz, é tão importante - sobretudo nos dias de hoje?
FF - Eu fui uma criança muito curiosa e questionadora, que por conta dos padrões da época, as coisas não eram faladas, ou eram escondidas até. Sinto que isso deixou marcas em mim, e depois criou uma vontade muito grande de dar o que eu não tive. A peça pra mim, não responde nada, mas abre espaço para a Clara (personagem de "A Minicostureira") perceber seus sentimentos reais, em contradição inclusive. Acredito que isso é observação própria, que gera experiência, que chamam de autoconhecimento. As crianças são capazes, muito capazes, eu só me surpreendo nesse sentido; onde elas mais me ensinam como assimilar algo, do que o contrário. Precisamos só apresentar as coisas como são a elas, sem subestimar. Talvez tenhamos adultos menos frustrados daqui a um tempo (risos).


RESENHANDO - Como lidar com a interação das crianças quando não se espera a interferência delas em cena? Por exemplo, um comentário espontâneo, e alto, para não rir em cena?
FF - Ah, eu amo! É tudo muito vivo num infantil, né? Elas comentam mesmo. E sempre, ou quase sempre que posso tento fazer algum gancho, e trazê-las pra dentro. É um limiar, onde quero que elas se sintam ouvidas, mas também não posso deixar de seguir a história e perder o fio. Sempre dá certo. É o melhor público, o mais generoso, o mais cruel, o mais fofo, o mais transformador. Ah...


RESENHANDO - Você atua na peça que escreveu. Como artista, você acredita que exista uma espécie de autobiografia nas escolhas artísticas que faz? Por quê?
FF - Com certeza! É muita exposição, né? Mas vale a pena na medida que você vê outras tantas pessoas se identificando com algo. Tudo fica mais poderoso se algum aspecto íntimo seu caminha junto do profissional, na verdade nem sei se é possível separar.


RESENHANDO - Quando você se expõe mais ao escrever - e, também, interpretar?
FF - A escrita é uma coisa nova, muito, muito recente, né? Ainda tô descobrindo. Tendo a dizer que, "não é que o palco te desnude, ele te deixa em carne viva".


RESENHANDO - Fazer teatro infantil em um país que não valoriza a arte é um desafio? Por quê?
FF - Fazer arte em geral. Somos "luxo" para muita gente. Como é que alguém vai levar o filho no Teatro, se a criança não tem escola, comida? Tá tudo errado, e desde lá atrás. O problema não somos nós. As pessoas confundem. A gente tá aqui sendo resistência, propondo pensamento, mudança, cumprindo o papel do artista. O problema é a miséria que vem aumentando, nível da educação que só cai, entende? É revoltante e, ao mesmo tempo, desolador. Passar num farol, por exemplo, e ver uma criança que poderia estar assistindo um espetáculo, um filme -onde muita coisa poderia despertar -e tudo que o país dá para ele é aquele cenário tão desigual...



RESENHANDO - Qual foi o maior desafio de adaptar uma peça inspirada em um texto - com tantas questões - como o da escritora Marina Colasanti? Por que essa escolha?
FF - Foi dentro de um processo de autoconhecimento que a carta do tarô egípcio "A Tecelã" apareceu. Foi imediato. Sabia que era aquilo e naquele momento. Apesar de parecer milagroso, o processo da escrita foi trabalho e  mais trabalho, e eu devo muito à minha amiga e musa da dramaturgia, Silvia Gomez, que tanto fez pelo meu processo. Sabe anjo?


RESENHANDO -
 Qual é o lado da Fran Ferraretto que ninguém conhece?
FF - Ihhh. Vários. Vou contar um: sou chata, insistente, disciplinada, tipo CDF no trabalho, sabe? Ascendente em virgem. Entendedores entenderão.


"A Minicostureira"
De 2 de fevereiro a 17 de março – Sábados e domingos, às 15h.
Ingressos: Plateia: R$ 50 / Balcão e frisas: 40.
Classificação: livre.
Duração: 60 minutos.
Gênero: comédia infantil

Teatro Porto Seguro
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone: (11) 3226.7300.
Bilheteria: de terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.
Capacidade: 496 lugares.
Formas de pagamento: cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.

Serviço de Vans: Transporte gratuito Estação Luz – Teatro Porto Seguro – Estação Luz. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. Como pegar: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Bicicletário – grátis.

Vendas: http://www.tudus.com.br
Facebook: facebook.com/teatroporto
Instagram: @teatroporto

Sobre o entrevistador
*Helder Moraes Miranda é bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.




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.: Venom: lista de 11 motivos para ter o DVD na sua coleção

Por Mary Ellen Farias dos Santos*
Em fevereiro de 2019



"Venom" é um personagem Marvel complexo, do tipo ame odiar ou odeie amar, pois jamais o esquecerá. Ainda mais que foi apresentado em "Homem-Aranha 3" (2007) como o antagonista do amado Peter Parker. Em uma produção toda do letal simbionte alienígena, a busca pelo hospedeiro perfeito na Terra, esbarra no jornalista investigativo Eddie Brock (Tom Hardy). Assim, o vilão assume que podemos mudar de ideia no meio do caminho. É a semelhança do total fracasso de Brock que faz com que Venom se funda a ele visando um novo e surpreendente plano. E apesar da figura monstruosa, há pontos admiráveis nele, facilitando amar ser Venom. Confira a lista de motivos para ser Venom e ter o DVD do ser de superpoderes extraordinários, afinal,#WeAreVenom, #NósSomosVenom!



1. O longa é estrelado por Tom Hardy, em parceria com Michelle Williams, ambos já indicados ao Oscar;

2. O DVD tem um descanso de tela de fazer cair o queixo;

3. Ver e rever o embate Venom e Riot que é de tirar o fôlego;

4. Os incríveis efeitos especiais a cada transição entre Eddie Brock e Venom;

5. "Venom" deixa claro que esse foi apenas o começo, quando, nas cenas finais, apresenta o hospedeiro do Carnificina.

6. A desconstrução de um anti-herói que assume, inclusive, uma forma surpreendente, She-Venom;

7. A espiada na pré-visualização, o famoso sneak peek, de "Homem-Aranha: no universo-aranha";

8. As cenas de perseguição do hospedeiro de "Venom" por toda São Francisco no comando de uma moto;

9. Entre os bônus do DVD está o videoclipe "Venom" por Eminem;

10. Ainda é possível deixar Venom tomar conta de você, aqui: wearevenom.com/br;

11. "Venom" foi dirigido por Ruben Fleischer e escrito por Jeff Pinkner& Scott Rosenberg e Kelly Marcel. 



Sinopse: San Francisco, Estados Unidos. Eddie Brock (Tom Hardy) é um jornalista investigativo, que tem um quadro próprio em uma emissora local. Um dia, ele é escalado para entrevistar Carlton Drake (Riz Ahmed), o criador da Fundação Vida, que tem investido bastante em missões espaciais de forma a encontrar possíveis usos medicinais para a humanidade. Após acessar um documento sigiloso enviado à sua namorada, a advogada Anne Weying (Michelle Williams), Brock descobre que Drake tem feito experimentos científicos em humanos. Ele resolve denunciar esta situação durante a entrevista, o que faz com que seja demitido. Seis meses depois, o ainda desempregado Brock é procurado pela dra. Dora Skirth (Jenny Slate) com uma denúncia: Drake estaria usando simbiontes alienígenas em testes com humanos, muitos deles mortos como cobaias.

Direção: Ruben Fleischer
Elenco: Tom Hardy, Michelle Williams, Riz Ahmed
País: EUA
Ano de produção: 2018
Classificação Indicativa: 14 anos


Trailer:

*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm



.: “Rua Azusa - O Musical” estreia temporada no Procópio Ferreira, dia 8

Criado por Caíque Oliveira, espetáculo retrata a segregação racial nos EUA no início do século XX e traz a história de 
William Seymour interpretada por um grande elenco da música gospel. Crédito: Wendy Vatanabe Cruz/divulgação
Após  temporada com sessões esgotadas, “Rua Azusa - O Musical” chega nesta sexta-feira, dia 8, ao Teatro Procópio Ferreira, com apresentações às sextas (20h), sábados (14h30 e 19h30) e domingos (14h30).

Em 1906, em meio ao grande conflito da segregação que dividia os Estados Unidos, um homem negro, filho de escravos, chamado William Joseph Seymour é escolhido para liderar o movimento que quebrou barreiras raciais, criando um espaço onde não existia distinção entre brancos e negros. O movimento na Rua Azusa marcou gerações, e permanece vivo até os dias de hoje.

Essa história centenária serve de inspiração para Elizabeth nos dias de hoje. A jovem sonhadora, impossibilitada de gerar um filho, luta para que seu marido aceite a adoção de Maria, uma criança negra de oito anos que carrega as marcas de uma sociedade preconceituosa em sua história.

“Rua Azusa - O Musical” tem criação de Caíque Oliveira,  que se aprofundou em uma pesquisa sobre a segregação racial da época e no impacto que o movimento pentecostal ocasionou na vida de negros e brancos.

O roteiro começou a ser desenvolvido em outubro de 2018 e em meados de novembro já estava pronto para os ensaios. Para compor o elenco, Caique convidou nomes importantes da música gospel como Soraya Moraes (Laura Smith), vencedora de prêmios Grammy Latino; Adhemar de Campos  (William Seymour), que revolucionou o estilo na década de 80; Benner Jacks (Sra. Dalila), que já se apresentou em  concertos por toda Europa; e Jéssica Augusto (Miss California), cujo canal no YouTube soma mais de 7 milhões de visualizações.

Com 47 atores dividindo o palco, o musical contou com a atriz da Broadway Patrice Covington , do musical “The Color Purple”, como preparadora de elenco. Ela veio dos EUA exclusivamente para ensinar técnicas aos atores de "Rua Azusa". A direção geral é de Caíque Oliveira, diretor fundador da Cia. de Artes Nissi. Toda renda do musical, excluindo-se as despesas de produção, é revertida para a Aldeia Nissi.

Ficha Técnica
Texto, direção e letras das músicas: Caíque Oliveira
Melodias e direção musical: Paulo Ocanha
Design de Som: Paulo Altafim
Design de luz:  Denilson Marques
Produção: Cia de Artes Nissi
Elenco: Adhemar de Campos, Aline Menezes, Benner Jacks, Fabricio Bittencourt, Jéssica Augusto, Kaiky Mello, Otavio Menezes, Soraya Moraes, Thales César e grande elenco composto por 47 atores. Para mais informações sobre a Cia de Artes Nissi, visite site.cianissi.com.

Serviço
“Rua Azusa - O Musical” 
Teatro Procópio Ferreira
Endereço: rua Augusta, 2823 - Jardins, São Paulo
Apresentações: sextas, às 20h | Sábados, às 14h30 e 19h30 |
Domingos, às 14h30
Capacidade: 624 lugares
Recomendação: 12 anos
Duração: 180 minutos (com intervalo de 15 minutos)

Ingressos: de R$ 25 a R$ 90
Meia-entrada: informações disponíveis na página da Ingresso Rápido.
Venda de ingressos: Ingresso Rápido:  https://www.ingressorapido.com.br/event/12425/d/54895 (com taxa de conveniência)
Bilheteria do Teatro Procópio Ferreira (sem taxa de conveniência)
Horário de funcionamento: de terça a quinta, das 14h às 19h; e de sexta a domingo, das 14h até o início do espetáculo (sem taxa de conveniência)

.: Analogia entre Cássia Eller, Cazuza e Cassiano Kruger na música brasileira


Três poetas musicais e um único propósito: eternizar mensagens positivas. Analogia entre o passado e o presente de compositores e cantores da música popular brasileira.


O sol, o amor e o vento...palavras presentes nas composições de três artistas da música brasileira: Cazuza, Cassia Eller e Cassiano Kruger. O nome começa com a mesma consoante C, ambos com talento notório e um pouco mais do que os brasileiros esperam ouvir. 

Cassiano Kruger compôs sua primeira música aos 16 anos e Cassia Eller quando ganhou seu primeiro violão aos 14. As vozes roucas e graves combinadas com o ecletismo musical, fizeram com que os poetas tenham deixado de alma todo o sucesso deles para Cassiano Kruger trilhar o seu caminho.

A voz e o estilo despojado de Cassiano Kruger trazem lembranças de Cazuza nos palcos, carreira que teve duração de 10 anos, porém bem vividos e destacados. Cazuza deixava sua banda ter liberdade para se expressar em seus shows e o mesmo acontece com Cassiano Kruger e a CK Jams, o coletivo musical que terá edições como festivais em 2019.

Cassia Eller foi a interprete que mais gravou canções de Cazuza. Ela, multi-instrumentista, subia no palco para mostrar sua verdade, assim como Cazuza, levantando bandeiras e revolucionando as questões de gênero e liberação de drogas. Cassiano Kruger surge para unir o melhor dos dois e faz a mistura dos estilos que agradam os amantes da musicalidade com a conexão de boas energias e desafios superados em sua vida.

“Me comprometo a continuar no meu propósito de disseminar mensagens positivas e de evolução nas minhas composições e no meu dia a dia”, afirma Cassiano em suas redes sociais.

Todas as composições de Cassiano Kruger são “Storytelling” de momentos, sentimentos, lutas e conquistas que passou em sua vida e o que ainda deseja alcançar. Seu último single, "Perto do Mar", fala sobre a gratidão que ele sente pela cidade de São Paulo, ao ter escolhido viver durante 14 anos, construído seus projetos musicais e conhecido o grande amor de sua vida, a artista plástica Natalia Xavier, porém ele deixa a babilônia e vai em busca da conexão com a natureza, deixando São Paulo sempre como passagem para voos altos.

"Era Assim", música de Cazuza, "Segundo Sol", de Cassia Eller, e "É Sol Viver" de Cassiano Kruger deixam claro a presente abordagem com a natureza, boas energias e o amor, que nunca morre. Está sempre presente. Já ouviu a obra de Cassiano Kruger? Enquanto Cazuza e Cassia Eller defendiam mais o lado do rock brasileiro, Cassiano trás o pop com reggae e bossa nova, numa imersão de alta qualidade.

Todos as músicas de Cassiano Kruger estão disponíveis nas principais plataformas digitais: Deezer, Spotify, Itunes e Google Play.

Sobre Cassiano Kruger
Gaúcho de ouvidos apurados, ator, modelo, compositor e músico, conecta as pessoas através de sua música e arte, transmitindo mensagens positivas e valores verdadeiros. Em 2015 lançou sua primeira música, "Filhos do Sol" e um EP com 4 faixas. Em 2016, lançou seu primeiro CD profissional de nove faixas, com composições próprias e de seu pai, Elso Kruger em Cassiano Kruger em Complemento. Em 2018, lançou singles “Vento Não Levou”, “Don’t Feel Down”, “Aquela Bossa”, “É Sol Viver” e “Perto do Mar” com composição 100% autoral junto a banda de coletivo de músicos, CK Jams.





.: Shopping Center 3 realiza exposição "O Mundo em Duas Rodas"

Público poderá conferir a evolução das bicicletas, modelos icônicos e contextos históricos do veículo mais popular do planeta e cuja adesão é crescente em São Paulo; visitação vai até 19 de fevereiro



Foto: Divulgação “O Mundo em Duas Rodas” 

O gênio Leonardo da Vinci já sonhava com elas, mas se passaram 500 anos até que as bicicletas se tornassem uma realidade, no final do século XIX, como primeiro dispositivo moderno de locomoção individual. Desde então, elas habitam não apenas o cotidiano, mas também a memória afetiva de adultos e crianças.

Para celebrar o veículo mais popular do planeta – a bicicleta, bike, magrela, camelo, o Shopping Center 3 promove a exposição “O Mundo em Duas Rodas” em seu novo lounge, no Piso Jardins. A mostra reúne 12 modelos icônicos em suas épocas, da American Star, com sua roda dianteira gigante, à Caloi Berlineta, sucesso entre a garotada nos anos 1970, ou a bike BMX, para a prática de bicicross, nos anos 80.

Todas as bicicletas estão posicionadas junto a painéis fotográficos que as inserem em suas épocas e seus usos (locomoção, lazer, esporte). Não falta nem o ET, transportado em um modelo Cross naquela que é uma das imagens mais revisitadas da história do cinema.

“Além do aspecto histórico, a exposição também tem o objetivo de sensibilizar os visitantes para assuntos como a preservação do meio ambiente e a mobilidade urbana, para os quais o uso da bicicleta contribui decisivamente”, afirma o superintendente do Center 3, Willian Furtado. Segurança e respeito ao ciclista são outros pontos lembrados na mostra, com a presença de uma ghost bike, a bicicleta branca usada mundialmente para marcar locais em que ciclistas perdem a vida em acidentes no trânsito.


Foto: Divulgação “O Mundo em Duas Rodas” 

As bicicletas em São Paulo: Vale lembrar que o Shopping Center 3 está localizado na Paulista, avenida símbolo de São Paulo e um dos espaços mais utilizados da cidade pelos ciclistas, uma vez que os canteiros centrais foram convertidos em ciclovias, amplamente usadas por pessoas de todos os perfis.

Menos trânsito de automóveis, menos poluição, ocupação e humanização dos espaços públicos e mais saúde são apenas alguns dos benefícios trazidos pela adoção da bicicleta como meio de transporte. De acordo com dados da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), São Paulo é hoje a capital com a maior malha cicloviária do país, com 468 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas.

Mesmo assim, as ciclovias correspondem a 2,9% da malha viária total da cidade, aspecto que torna a temática da exposição “O Mundo em Duas Rodas” ainda mais importante e bem-vinda.

Exposição “O Mundo em Duas Rodas” – Shopping Center 3
Local: lounge Piso Jardins
Data: até 19 de fevereiro
Atrações: 12 modelos de bicicletas criados ao longo do tempo, expostos junto a painéis realistas que as inserem em suas respectivas épocas

Shopping Center 3: Avenida Paulista, 2064 - Cerqueira César
Tel: (11) 3285-2458, www.shoppingcenter3.com.br

.: Pabllo Vittar promove sessão de autógrafos na Saraiva do Pátio Paulista


Estrela da música brasileira e referência LGBTQ+, Pabllo Vittar lança seu segundo álbum, "Não Para Não", nesta quinta-feira, 7 de janeiro, às 18h, na Saraiva do Shopping Pátio Paulista. O álbum, gravado em Los Angeles e produzido pelo Brabo Music Team (BMT), conta com dez faixas inéditas que conseguem unir a brasilidade da música nacional com a potência do som internacional. Não Para Não conta com a participação especial de Ludmilla, Dilsinho e Urias.

As músicas do novo trabalho estrearam no Top 40 Spotify Brasil (Buzina, Disk Me e Seu Crime no Top 3) e o álbum foi o mais escutado em 24 horas no Spotify, batendo um recorde nacional. O clipe de "Disk Me" (single de Ouro) já conta com mais de 26 milhões de visualizações no YouTube, e o clipe de Problema Seu (single de Platina), mais de 54 milhões.

Pabllo conta com mais de 7,7 milhões de seguidores em suas plataformas digitais e mais de 3,3 milhões de ouvintes mensais no Spotify. A #NãoParaNão ficou em primeiro lugar nos Trending Topics Mundiais do Twitter com apenas duas horas de lançamento do álbum digital. Para participar da sessão de autógrafos, é necessário retirar a senha na Saraiva do Shopping Pátio Paulista, das 10 às 22 horas. A participação no evento é limitada a 400 senhas numeradas. Será entregue uma senha por pessoa mediante a compra ou apresentação do CD Não Para Não. A fila será formada, por ordem numérica, a partir das 16 horas de quinta-feira.

As regras completas sobre a participação no evento estão disponíveis no site https://blog.saraiva.com.br/eventos/sessao-de-autografos-com-pabllo-vittar-para-lancamento-do-cd-nao-para-nao/.

Serviço
Lançamento do CD Não Para Não e sessão de autógrafos com Pabllo Vittar
Data: quinta-feira, 7 de fevereiro
Horário: a partir das 18 horas
Local: Saraiva do Shopping Pátio Paulista (Rua Treze de Maio, 1947, Bela Vista, São Paulo, Piso Paraíso)
A entrada é gratuita mediante a retirada de senha na Saraiva do Shopping Pátio Paulista

.: Tarde de artes nerds para o público no Cine Roxy 5, neste sábado

Equipe do Mosh Art Studios receberá público e produzirá artes, ao vivo, de personagens de filmes
A partir deste sábado, 9 de fevereiro, uma vez por mês, o Cine Roxy 5 (Av. Ana Costa, 443, Gonzaga) recebe a galera do Mosh Art Studio, de Denis Dym Freitas, das 16h às 19h. Na ocasião professores e alunos produzirão gratuitamente sketches, ou seja, artes na hora, dos personagens favoritos do público, com destaque para a estreia da semana. No caso, “Uma Aventura Lego 2”. A iniciativa visa divulgar os filmes de destaque e o trabalho do estúdio de criação.

O Mosh Art Studios é especializado em cursos e aulas, inclusive personalizadas, de desenhos, quadrinhos, ilustração e esculturas. Está localizado à Rua Fernão Dias, 46, sala 5, Gonzaga. Contato: moshartstudio@gmail.com.

Sobre "Uma Aventura Lego 2"
Cinco anos após os eventos do primeiro filme, a batalha contra inimigos alienígenas faz com que a cidade Lego torne-se Apocalipsópolis, em um futuro distópico onde nada mais é incrível. Neste contexto, Emmet constrói uma casa para que possa viver ao lado de Lucy, mas ela ainda o considera ingênuo demais. 

Quando um novo ataque captura não apenas Lucy, mas também Batman, Astronauta, UniKitty e o pirata, levando-os ao sistema planetário de Manar, cabe a Emmet construir uma espaçonave e partir em seu encalço. No caminho ele encontra Rex Perigoso, um navegante solitário que decide ajudá-lo em sua jornada.

Duração: 1h47m
Estreia: 7 de fevereiro de 2019


Trailer de "Uma Aventura Lego 2"

Tarde com Mosh Art Studio no Cine Roxy 5
Sábado, 9 de fevereiro, das 16h às 19h
Avenida Ana Costa, 443, Gonzaga, ao lado do Cine Café
Cada arte leva, em média, 20 minutos para ser produzida

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