domingo, 17 de maio de 2020

.: Faro Editorial lança nova edição de “O Óbvio que Ignoramos” de Jacob Petry



Best-seller que fala sobre talento volta as livrarias em edição revista.

Você já deve ter ouvido falar tantas e tantas vezes que fulano tem o dom para aquilo, ou sicrana nasceu para fazer isso. E aposto também que já parou para pensar se realmente as pessoas nascem com algum talento específico para algo, uma espécie de missão. Pois pode estar certo de que sim, as pessoas tem talentos específicos, mas geralmente eles são deixados de lado ou pouco explorados, é aquele óbvio que muitas vezes acaba ignorado: o caminho que te leva ao sucesso.

A Faro Editorial lança este mês a edição revista do best-seller de Jacob Pétry, “O Óbvio que Ignoramos”. Nesta obra o autor fala sobre o porquê as pessoas de sucesso conseguem atingir certos patamares na vida. Sorte? Destino? Mais oportunidades? Dinheiro?

Destruindo inúmeros mitos sobre sucesso e fracasso, o autor apresenta uma compreensão clara dos problemas que impedem a realização do nosso potencial. Usando exemplos de pessoas como Gisele Bündchen, Sylvester Stallone, John Kennedy, entre muitos outros, percebemos o que diferencia as pessoas com resultados extraordinários das demais: princípios simples e óbvios, mas geralmente ignorados pela maioria.

Pessoas de sucesso seguem uma lógica óbvia e simples, mas muito poderosa, elas investem e seu talento, suas características mais fortes. Ao colocar luz sobre essa lógica, Jacob Petry oferece um fascinante padrão de atitudes que facilmente pode ser aplicado por qualquer um que queira explorar ao máximo seu potencial.

“O óbvio que ignoramos é uma investigação profunda sobre talento, ciência do sucesso e os comportamentos necessários para transformar um potencial em resultado”, diz Joel Jota, ex-atleta da seleção brasileira, escritor e especialista em alta performance.

Sobre o autor:
Jacob Petry é jornalista, pesquisador e escritor brasileiro radicado nos Estados Unidos. É autor de livros que tratam de temas diversos como psicologia da cognição, inteligência emocional e desenvolvimento pessoal. É também autor dos livros Poder e Manipulação, Seja Singular e As 16 leis do sucesso, todos publicados pela Faro Editorial.

Ficha técnica
Título: O Óbvio que ignoramos
Nº de páginas: 240
Preço: R$39,90

sábado, 16 de maio de 2020

.: Silva lança versão ao vivo de “Júpiter” gravada em show intimista

Faixa integra álbum “Ao Vivo em Lisboa”, que traz registro de show intimista.

O cantor Silva lança nesta sexta-feira, 15, o single “Júpiter”. A faixa faz parte do álbum “Ao Vivo em Lisboa”, gravado durante sua última turnê em Portugal. Com o registro dos shows na capital portuguesa, o projeto apresenta 16 faixas que incluem composições autorais e alguns clássicos da MPB e do samba. No álbum, “Júpiter” ganha versão mais intimista e um vídeo animado com a letra da canção no canal do artista no YouTube.

Faixa-título de seu terceiro álbum lançado em 2015, “Júpiter” traz acolhimento às sensações de parte da população que está em isolamento social. “A faixa tem tudo a ver com esses tempos, com essa sensação de ver tantas coisas dando errado ao nosso redor, algo que estamos tendo que lidar agora. ‘Júpiter’ propõe um novo lugar, um recomeço. É uma alegoria a isso na verdade. Precisamos continuar refletindo para evitar o ainda pior e propor um recomeço justo como sociedade”, explica Silva sobre a escolha do primeiro single do projeto.

O vídeo de “Júpiter” conta com desenhos do artista visual Matheus Tomé. “Em momentos como esses, a criatividade depende inteiramente da minha imaginação. Não tem rotina, pessoas na rua ou histórias engraçadas com amigos. Fiquei muito feliz pelo convite do Silva. Foi uma oportunidade de expandir as plataformas do meu desenho”, conta Matheus que, juntamente com o animador Daniel W., levou duas semanas para finalizar o vídeo com a letra da faixa.

Ao Vivo em Lisboa
Com canções autorais e outras que ficaram conhecidas na voz de grandes intérpretes da MPB, “Ao Vivo em Lisboa” apresenta um show mais intimista e acolhedor - formato inédito na carreira do artista. “Lisboa é uma cidade que me recebe desde que lancei meu primeiro disco, mas eu ainda não tinha feito um show nesse formato voz, violão e bateria/percussão”, conta Silva. “O público de Lisboa é quente, mas da sua maneira. As pessoas fazem um silêncio sepulcral durante as músicas e aquela festa quando termina”, declara o cantor sobre o acolhimento da plateia portuguesa. 


Foto: Juliana Amorim

Com seis apresentações no Cineteatro Capitólio de Lisboa, em março de 2019, Silva levou um show intimista para o público português. No palco, acompanhado do percussionista Hugo Coutinho, Silva apresenta parte do seu último álbum de estúdio, “Brasileiro”, e composições conhecidas na voz de grandes nomes da MPB como Pixinguinha, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Martinho da Vila e Marisa Monte. “Ao Vivo em Lisboa”, lançado pelo slap – selo da Som Livre,  chega às plataformas digitais no dia 22 de maio. 

Sobre Silva
Seis álbuns, um EP, turnês nacionais e internacionais, diversas canções autorais, releituras que o levaram à indicação ao Grammy Latino e parcerias com grandes nomes da cena nacional. São alguns dos feitos da carreira do cantor Silva, um dos maiores nomes da nova geração da MPB.

“Brasileiro”, seu álbum de estúdio mais recente (2018), um mergulho nas sonoridades nacionais, o levou para uma turnê em Portugal. O álbum ultrapassou 94 milhões de streams e 53 milhões de visualizações nas plataformas digitais, o que totaliza mais de 147 milhões de plays. “Fica Tudo Bem”, parceria com a cantora Anitta, se tornou a canção de maior destaque do projeto, ultrapassando mais de 94 milhões de execuções entre todas as plataformas. Somam ainda à sua discografia “Bloco do Silva” (2019), “Silva Canta Marisa” (2016), “Júpiter” (2015), “Vista pro Mar” (2014), “Claridão” e “SILVA EP” (2012). 

Em 2019, o cantor iniciou sua imersão ao mundo do carnaval com o “Bloco do Silva”, que gerou um registro ao vivo lançado nas plataformas digitais. Em 2020, as seis apresentações do projeto tiveram os ingressos esgotados, somando mais de 25 mil pessoas - tornando o “Bloco do Silva” o evento mais buscado na folia em São Paulo.

Seu último lançamento, em janeiro deste ano, foi o single “Pra Vida Inteira”, com Ivete Sangalo. O cantor ainda colaborou com Gal Costa, Tom Zé, Lulu Santos, Marisa Monte, Ludmilla, entre outros. Silva já recebeu estatuetas por “Nova Canção” no Prêmio Multishow de Música Brasileira com o single “Amor Pra Depois” (2013) e Troféu APCA como “Melhor Cantor” (2013). Seu nome também esteve em destaque como Melhor Cantor no consagrado Prêmio da Música Brasileira de 2017. 

.: #ResenhaRápida: Tony Goes responde perguntas insolentes e infames


Por Helder Moraes Miranda, editor do Resenhando. Foto: Instagram do artista

Não sei exatamente quando comecei a ler o blog do Tony Goes antes de se tornar essencial para o meu dia a dia. O fato é que, bem antes de ele ser conhecido como crítico de TV da Folha, na coluna Multitela, ele já era uma espécie de guru de ideias na minha casa - lido em voz alta, comentado, compartilhado para amigos íntimos via WhatsApp. 

Essa admiração vem por ele escrever (quase) tudo o que a gente pensa, melhor do que nós escreveríamos. Isso faz com que eu, e acredito que muitos o que o lêem, me sinta próximo dele, sem nunca ter conversado pessoalmente, embora o leia. TODOS. OS. DIAS.  Quando Tony GOes escreve, há um alerta no meu celular, quando concordo, fico feliz. Quando discordo, fico meio desapontado, mas logo passa. Porque gosto do que escreve e a escrita vai além de concordar ou não, está mais relacionada à escrita ser bem estruturada.

A escrita me fez gostar dele, e gostar das ideias que ele transmite, educando, mesmo que não intencional, muita gente. Tony Goes é necessário para o mundo, independentemente de ser um mundo ideal, como o que a gente espera, ou nefasto como este agora: as ideias dele estão lá para melhorar. E melhoram, também, o dia de muita gente. 

Quando essa coluna foi criada, eu pensei nele, mas por receio de uma negativa, esperei a coluna crescer e se consolidar com muita gente interessante antes de convidá-lo, uma espécie de reverência. Um dos orgulhos do Resenhando, já com 16 anos (criamos logo que saímos da faculdade para receber alguns livros sem imaginar que cresceria tanto), é agregar tanta gente boa e do bem. A coluna #ResenhaRápida, um tipo de entrevista pouco usada nos tempos de hoje, dá um refresco para esses tempos sombrios. 

É leve, é divertida e vira o entrevistado de cabeça para baixo com perguntas infames, insolentes e que revelam absolutamente tudo o que todos querem saber sem nenhuma sutileza. Já entrevistei o Tony outras vezes, para outros veículos, mas esta é a minha preferida porque me revelou muita coisa que eu não sabia, material bastante precioso para qualquer fã que se preze. Eu me sinto próximo dele, embora não seja, mas existe um carinho recíproco, coisas que só a escrita pode proporcionar. Com vocês, com exclusividade e com muito carinho, Tony Goes.


#ResenhaRápida com Tony Goes

Nome completo: Luiz Antonio Barreto Goes.
Apelido: Tony (detesto qualquer outro).
Data de nascimento: 20 de outubro de 1960.
Qualidade: otimismo.
Defeito: preguiça.
Signo: libra.
Ascendente: virgem.
Uma mania: meu blog - tonygoes.com.br.
Religião: nenhuma, mas meio que acredito em Deus. Meio.
Time: nenhum. Zero interesse por futebol.
Amor: sempre.
Sexo: também.
Mulher bonita: Aishwara Rai.
Homem bonito: Eduardo Noriega.
Família é: quem a gente escolhe.
Ídolo: Freddie Mercury.
Inspiração: gente que valoriza o estudo, a gentileza e o bom humor.
Arte é: para fazer pensar, para passar sensações. Não precisa ser bonita.
Brasil: gosto, mas não sou apaixonado. Iria embora amanhã, sem o menor problema.
Fé: às vezes.
Deus é: o amor.
Política é: quase tudo o que a gente faz.
Hobby: escrever. Que também é a minha profissão.
Lugar: minha cabeça.
O que não pode faltar na geladeira: suco de alguma coisa (gosto de vários).
Prato predileto: bife com batata frita.
Sobremesa: neste momento, o manjar branco que eu aprendi sozinho a fazer.
Bebida favorita: Cherry Coke (me julguem).
Fruta: pêssego, abacaxi, tangerina...
Cor favorita: azul esverdeado.
Medo de: gente que se jacta da própria ignorância.
Uma peça de teatro: muitas. Mas a que mais impactou até hoje foi “Trate-me Leão”, do Asdrúbal Trouxe o Trombone, quando eu tinha 17 anos.
Um show: “Louca pelo Saxofone”, Patricio Bisso. Vi umas 15 vezes nos anos 80.
Um ator: Timothée Chalamet.
Uma atriz: duas: Glenn Close e Marisa Orth.
Um cantor: Benjamin Biolay.
Uma cantora: Kate Bush.
Um escritor: Manuel Puig (“O Beijo da Mulher Aranha”).
Uma escritora: Fernanda Young.
Um filme: “Funny Face” (“Cinderela em Paris”), com Audrey Hepburn e Fred Astaire.
Um livro: milhares. Dos recentes, o “Sapiens” do Yuval Harari me marcou muito.
Uma música: “Senza Fine”, Gino Paoli.
Um disco: “A Night at the Opera”, Queen.
Um personagem: Tintin.
Uma novela: “Vale Tudo”, de Gilberto Braga.
Uma série: “Absolutely Fabulous”.
Um programa de TV: “Almorzando com Mirtha Legrand”, no ar há mais de 50 anos. A Hebe 
Camargo da Argentina, que exige que seus convidados a chamem de senhora.
Um site: The Film Experience, melhor site de cinema que eu conheço.
Um blog: Cleycianne, a musa gospel, que ressuscitou mais ungida do que nunca
Um podcast: Café da Manhã, da Folha. Ouço todo dia.
Um Twitter: Online Maps. Adoro mapas.
Indique um canal no YouTube: MyNews, um canal de notícias cheio de gente bacana: Mariliz Pereira Jorge, Antonio Tabet, Pedro Doria, Joel Pinheiro da Fonseca...
Uma saudade: Cerejinha, um refrigerante que não existe mais
Algo que me irrita: homofobia, racismo, machismo, intolerâncias em geral.
Algo que me deixa feliz é: viajar, para qualquer lugar
Quem levaria para uma ilha deserta: neofascistas. E deixaria todos lá.
Se tivesse o poder de ressuscitar qualquer pessoa do mundo, quem seria?: todos os meus bichos que já se foram.
Uma pergunta a qualquer pessoa do mundo: “o que tem para o almoço?”, para quem estiver cozinhando.
Não abro mão de: internet. Jamais farei um detox digital. E de ler e escrever.
Do que abro mão: canais de esporte no meu pacote de TV paga.
Ser blogueiro é: ter sua própria rede social.
Ser crítico de TV é: conversar com quem produz e com quem vê.
O que seria se não tivesse sido publicitário: jornalista.
Ser homem hoje é: saber que a mulher tem os mesmos direitos.
Tony Goes por Tony Goes: preciso emagrecer.


.: Wanessa Camargo comemora 20 anos de carreira com "Fragmentos"



"Fragmentos, Pt I" ganha seu primeiro videoclipe e está disponível nos aplicativos de música.

Talento incontestável, voz inconfundível e rosto marcante, Wanessa Godoi Camargo Buaiz ou Wanessa Camargo para os íntimos, é fruto do time de popstars do ano 2000 que arrastou multidões e lotou plateias, marcando a vida de muitos jovens.

Quem nunca cantou em alto e bom tom trechos de “O Amor Não Deixa” – primeiro grande hit da cantora, “Amor, Amor”, “Me Engana que Eu Gosto”, “Eu Quero Ser o Seu Amor”, “Shine It On”, e muitos outros sucessos da primogênita de Zezé Di Camargo?

Wanessa Camargo surgiu no cenário pop nacional, com um brilho próprio, mesclando letras românticas e performances coreografadas, conquistando o coração do público teen da época como uma verdadeira estrela internacional. Com o passar dos anos, provou que veio para ficar e garantiu seu nome no cenário da música brasileira. Ao longo de duas décadas, a cantora acumula dez álbuns e dois DVDs, além de inúmeros sucessos.

Comemorando oficialmente vinte anos de carreira no dia 11 de outubro de 2020, a cantora programou diversas ações para festejar esse grandioso marco, e o pontapé inicial foi a #LivedaWanessa, exibida em seu canal do YouTube, no último dia 3 de maio.

“Foi uma apresentação muito especial, cantei praticamente todos os meus hits desses vinte anos. Eu estava com muita saudade e pude relembrar várias músicas”, disse. Dando continuidade às comemorações, Wanessa Camargo lançará fragmentos com conteúdo inédito, entre singles, EPs, releituras de músicas, lives, minidocumentários e outros materiais exclusivos que narrarão sua trajetória artística. Ao todo serão vinte ações até a data oficial da comemoração, dia em que será anunciado o projeto “Uni/Verso”, composto por todo conteúdo lançado até então.

“Uni significa indivíduo e Verso são suas versões. Cada existência é uma versão desse grande universo que a gente compõe, por isso, cada fragmento será um verso desse grande uni que são os meus vinte anos de carreira”, explica. Nesta sexta-feira, dia 15 de maio, Wanessa lança o primeiro fragmento dessa história: três faixas inéditas. 

As primeiras músicas liberadas serão “Incapaz”, composta em parceria com Zezé Di Camargo e Liah Soares, “Nem Ela, Nem Eu”, em parceria com Cesar Lemos, compositor de seus maiores clássicos do início da carreira e por fim, “Inquebrável”, com participação da cantora mexicana María Leon, acompanhado de um videoclipe da mesma canção, gravado de forma totalmente orgânica nesse período de isolamento.  As duas outras canções terão seus conteúdos em vídeos divulgados nas próximas semanas.

A parceria internacional entre as cantoras começou em 2019 no México, quando Wanessa visitou o país para participar de um projeto especial chamado Studio Live Mexico. Lá, María mostrou a versão original em espanhol de “Inquebrantable”. Wanessa gostou tanto da música que propôs uma versão em português, mais lenta e acompanhada de um piano. Assim, surgiu “Inquebrável”. "Fragmentos, Pt I" já está em todos os aplicativos de música e o videoclipe de “Inquebrável” está disponível no canal oficial da cantora no YouTube.


Wanessa Camargo e María Leon - “Inquebrável”

.: Intrínseca lança "A Grande Gripe: a História da Gripe Espanhola"


Obra premiada de historiador americano, referência sobre a pandemia que dizimou milhões de vidas em 1918, é lançada no Brasil pela Intrínseca.

Em 1918, quando a Europa era o palco da Primeira Guerra, o mundo enfrentou a maior e mais letal pandemia da história, que matou o equivalente a 5% da população do planeta na época. Batizado de gripe espanhola, o surto testou os limites da ciência no combate a um inimigo invisível - no caso um novo vírus Influenza -, capaz de se propagar em uma velocidade vertiginosa entre os humanos. A “gripe”, que de espanhola não tinha nada, surgiu em uma base militar no Kansas, nos Estados Unidos, migrou para a Europa levada pelas tropas americanas e, de lá, se espalhou para os quatro cantos do planeta.

Em meio à crise sanitária global gerada pela pandemia de covid-19, chega pela primeira vez ao Brasil, pela Intrínseca, um estudo valioso, e de linguagem acessível ao público geral, que tem muito a ensinar para o mundo de hoje. Em A grande gripe: a história da gripe espanhola, a pandemia mais mortal de todos os tempos, o historiador americano John M. Barry mergulha em temas relevantes para o cenário atual, como a necessidade do isolamento social e do uso das máscaras para frear o contágio, além do colapso dos sistemas de saúde, provocado pelo excesso de pacientes. Neste best-seller internacional, o pesquisador também mostra a corrida contra o tempo da comunidade científica norte-americana para combater a pandemia em 1918 e como se deu uma das principais descobertas da medicina do século XX.

Obra de referência sobre a gripe espanhola, premiada pela Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos, A grande gripe é também um relato sobre poder, política e guerra, com importantes lições para um mundo sob a constante ameaça do bioterrorismo e do surgimento de novas epidemias globais. Barry crê que, nesses casos, a principal arma é sempre a informação.

Sobre o autor
John M. Barry é historiador e jornalista, autor de "Rising Tide: The Great Mississippi Flood of 1927 and How It Changed America"; "Power Plays: Politics, Football, and Other Blood Sports"; "The Transformed Cell: Unlocking the Mysteries of Cancer" (em coautoria com Steven Rosenberg); e "The Ambition and the Power: The Fall of Jim Wright: A True Story of Washington". Divide seu tempo entre Nova Orleans e Washington. (Foto: Chris Granger)

"A Grande Gripe", de John M. Barry
Tradução: Alexandre Raposo, Carmelita Dias, Cássia Zanon, Livia Almeida, Maria de Fátima Oliva Do Coutto e Paula Diniz. Páginas: 608. Editora Intrínseca. Livro: R$ 59,90. E-book: R$ 39,90.



.: #Provoca traz Patrícia Melo e Sérgio Vaz nesta terça


​No #ProvocaEmCasa desta terça-feira, dia 19, Marcelo Tas entrevista remotamente a escritora Patrícia Melo e o poeta Sérgio Vaz. Na primeira edição dupla do programa, Patrícia fala sobre violência contra mulher nesse momento de pandemia, feminicídio e outros assuntos. Enquanto Sérgio dá ênfase à situação de invisibilização histórica da periferia, sua relação com a poesia e diversos temas. #Provoca vai ao ar às 22h15 na TV Cultura e no YouTube.

Patrícia, que atualmente vive na Suíça, é autora de livros como "Mulheres Empilhadas". Na edição, ela afirma: "Eu falo que a gente vive uma pandemia dentro de uma pandemia, né, porque essa mulher que hoje está sendo vítima da violência nesse quadro de coronavírus, na verdade, ela já era vítima. O que aconteceu é que, com o coronavírus, ela ficou confinada com seu algoz e a violência que ela sofria esporadicamente, ou nos fins de semana, ou quando esse homem estava mais disponível em casa, agora ela sofre todos os dias".

Ainda no #Provoca, Sérgio, criador do Sarau da Cooperifa, expõe a sua visão sobre o momento atual do Brasil. "Eu acho que a nossa arrogância é maior que a pandemia. a gente vai ficar dentro de casa e talvez saia pior. A gente fala que é um país racista, homofóbico, violento, misógino. [Ao mesmo tempo que] a gente sempre acreditou que Deus é brasileiro, que é o melhor carnaval do mundo, que é o melhor futebol do mundo... Mas, agora, estamos vendo como as pessoas são más, como elas fazem questão de ser más", ele declara.


sexta-feira, 15 de maio de 2020

.: Marília Barbosa, 70 anos. Por Luiz Gomes Otero


Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico musical.

É muito difícil ser artista no Brasil e chegar de forma íntegra na maturidade. São tantos os percalços que ele enfrenta que ele pode acabar desviando da rota que ele traçou lá no início. Mas há aquelas pessoas que perseveram em sua missão de levar a cultura e a arte para o público com autenticidade e, principalmente, dignidade.

Hoje, com um relativo atraso, presto tributo aos 70 anos da atriz e cantora Marília Barbosa, completados no mês de abril. Marília é a mais perfeita definição do que chamam “cantriz”, pois ela consegue mostrar um talento nato tanto na frente das câmeras e no palco atuando como cantando com sua voz afinada e doce.

Marília nasceu no Rio de Janeiro. Desde cedo começou a cantar, incentivada pela família. Seu pai costumava levá-la ao circo e nas rádios. E apesar do tamanho pequeno, já se sentia a vontade ao cantar e ouvir os aplausos do público.

Chegou até a televisão ainda nova. Participou de festivais de música. Passou a ser notada nas novelas da Rede Globo que fizeram muito sucesso nos anos 70 e 80, entre as quais, "Saramandaia" e "A Sombra dos Laranjais", só para citar dois exemplos. Passou a ser admirada por pessoas que considerava como ídolos. Um deles era Grande Otelo, que quem guarda com carinho uma carta que demonstrava o seu apreço e admiração.

Em paralelo desenvolveu uma carreira musical. Sua voz foi ouvida em várias trilhas de novelas. Lançou um elogiado álbum intitulado Filme Nacional, que mesclava composições de Rita Lee, Egberto Gismonti e Roberto Carlos. E protagonizou um memorável espetáculo em homenagem a Aracy Cortes, contando com a participação da homenageada.

Em 2007, afastada das novelas, ela participou do programa "Rei Majestade" no SBT. E o seu carisma ao cantar continuava intacto. Conquistou o público cantando as canções da época das novelas e fez uma homenagem para Elis Regina cantando "Alô, Alô, Marciano" de forma divina.

Marília mora atualmente no Sul de Minas. Vive uma vida pacata próxima da natureza, como sempre sonhou. Lançou um CD em 2015 comemorando 50 anos de carreira produzido por Zell Stefany.

Em tempos de pandemia, quando o que mais se divulga é notícia ruim nos veículos de comunicação, saber que Marília chegou aos 70 anos ainda em plena forma é um alento. E de quebra, ela ainda colocou um site no ar (www.mariliabarbosa.com.br) onde conta um pouco de sua rica história na arte e na cultura.

Por tudo isso é que temos que comemorar e reverenciar os 70 anos da nossa cantriz. E reproduzo aqui a mensagem que ela deixou em uma entrevista concedida em 2015:  “A consciência da maturidade irreversível. Daqui prá frente, não dá para dar um passo errado e dizer que "não vi a pedra logo à frente do meu nariz"! É, para mim, uma consciência tão plena daquilo que é mesmo meu dever cumprir, sem conversas, sem nhém, nhém, nhem... O tempo é o nosso bem mais precioso, é preciso serenidade para que não o vivamos à toa”.

"A Sombra dos Laranjais"

"O Circo"

"Caso Você Case"

"Olha"


.: HBO anuncia evento virtual de estreia de "Hard"


Com apresentação de Penélope Nova, ação acontecerá por meio de live na página do Instagram da HBO Brasil neste domingo, dia de estreia da nova produção

A HBO promove tapete vermelho virtual para o lançamento da primeira temporada da comédia "Hard", nova série brasileira exclusiva da HBO, que estreia em 17 de maio, às 23h, no canal HBO e na HBO GO. Com apresentação de Penélope Nova, o evento contará com a presença do diretor Rodrigo Meirelles e de talentos da produção, incluindo a protagonista Natália Lage. 

O tapete vermelho acontecerá no dia da estreia, 17 de maio, a partir das 19h, por meio de live na página do Instagram da HBO Brasil. As atrizes Denise Del Vecchio e Martha Nowill, e os atores Julio Machado e Fernando Alves Pinto também estão entre os convidados. O evento será o primeiro tapete vermelho virtual promovido pela HBO para produções na América Latina.

"Hard" conta a história de Sofia, dedicada dona de casa que acaba de ficar viúva. Elegante e discreta, ela renunciou à carreira como advogada para cuidar da família. Após a morte repentina do marido, Sofia vê sua vida perfeita desmoronar ao descobrir que ele mentiu a vida toda sobre a profissão e que sua herança vem na forma de uma produtora de filmes pornô. Agora, ela deve se adaptar à sua nova vida. Realizada em coprodução com a Gullane, a trama é uma adaptação da série homônima exibida na França.

Após a exibição de cada novo episódio, o podcast oficial de "Hard" entra no ar na HBO GO, no site da HBO e nas principais plataformas de podcasts. Com a participação de Natália Lage, do diretor Rodrigo Meirelles e de Luiza Campos, diretora dos episódios 4 e 5, a conversa apresentada por Vinicius Calderoni vai aprofundar os temas retratados na trama.

A série é produzida por Roberto Rios, William Benshimol, Eduardo Zaca e Rafaella Giannini, da HBO Latin America Originals, e Fabiano Gullane e Caio Gullane, da Gullane, com recursos da Condecine – Artigo 39. A direção geral é de Rodrigo Meirelles, e a direção de episódios é de Julia Jordão, Diego Martins e Luiza Campos. O roteiro é escrito por Danilo Gullane, Juliana Rosenthal, Patricia Leme, Mariana Zatz e Laura Villar.

.: “Largados e Pelados” estreia na Band nesta segunda-feira


A Band estreia na próxima segunda-feira, dia 18, às 22h45, o aclamado reality show "Largados e Pelados", uma produção exibida pelo canal Discovery.

A cada episódio, uma dupla de sobreviventes (um homem e uma mulher), são deixados nus na selva para sobreviver por 21 dias, podendo desistir a qualquer momento. Os dois são sempre desconhecidos, apresentados um ao outro quando já estão nus, no próprio local onde serão testadas suas habilidades para sobrevivência. Consigo eles não levam absolutamente nada além de seus conhecimentos prévios e um item pessoal, em geral um adorno ou amuleto.

Em cada episódio semanal, a série narra a aventura de sobrevivência de um dos casais compostos por pessoas com as mais distintas experiências profissionais e culturais: de dublês do cinema a professores de técnicas de sobrevivência, de especialistas em caça primitiva a naturalistas, todos eles precisarão driblar o constrangimento inicial e aprender a usar um estranho como seu único aliado em meio aos perigos da natureza.

Eles estão em um país que desconhecem e foram deixados sem comida, sem água e sem abrigo. Serão necessários nervos, músculos e muita concentração para suportar as condições que não poderiam ser mais adversas: frio, tempestades, animais selvagens, ferimentos e muita pressão psicológica quando as vulnerabilidades e medos são expostos. Diante de todos os desafios que eles terão pela frente, a vergonha de estar despido em frente às câmeras logo assume um papel irrelevante.

Desde a estreia, o programa já foi exibido em mais de 30 países, gerando dois spin-offs: "Largados e Pelados: A Tribo" - com mais participantes por episódio, formando grupos maiores que lutam pela sobrevivência durante mais dias - e "Largados e Pelados: Sozinhos". "Largados e Pelados", uma produção do canal Discovery, será exibido toda segunda-feira, às 22h45, na tela da Band.

.: "Sol da Meia-noite", da autora de "Crepúsculo", conta a versão de Edward

Aguardado há mais de uma década, "Sol da Meia-noite", novo livro do universo de "Crepúsculo", chega ao Brasil em lançamento mundial no dia 4 de agosto.

Um dos maiores fenômenos editoriais dos últimos tempos, a saga Crepúsculo narra a icônica história de amor de Bella Swan, uma garota tímida e desastrada, que acaba de mudar de cidade, e Edward Cullen, um rapaz misterioso que esconde um segredo aterrorizante: é um vampiro. Desde a primeira troca de olhares, ele fez tudo para ficar longe dela, mas e se as coisas não tiverem acontecido exatamente assim?

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações.

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?

Em "Sol da Meia-noite", Stephenie Meyer faz um retorno triunfal ao universo de Crepúsculo e nos transporta mais uma vez para Forks, convidando-nos a revisitar cada detalhe dessa história que conquistou milhões de fãs em todo o mundo. Em meio a uma paixão cercada de perigos sobrenaturais, vamos descobrir como Edward encara seus prazeres mais profundos e as consequências devastadoras de um amor proibido e imortal.

Sobre a autora
Stephenie Meyer se formou em literatura inglesa na Brigham Young University. Estreou como autora com "Crepúsculo", e a saga se tornou um best-seller internacional, vendendo mais de 150 milhões de exemplares. Com a enorme repercussão da série de livros, a escritora foi considerada pela revista Time uma das cem pessoas mais influentes do mundo. Além de "Crepúsculo", "Lua Nova", "Eclipse" e "Amanhecer", Stephenie Meyer também publicou pela Intrínseca "A Hospedeira" e "A Química". Ela mora com o marido e os três filhos no Arizona.

"Sol da Meia-noite", de Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca. Páginas: 736. Preço: R$ 59,90. E-book: R$ 39,90.



.: Katy Perry apresenta “Daisies”, primeiro single do próximo álbum


Em ação especial, a superestrela surpreendeu os fãs brasileiros que acompanhavam o lançamento e participou de Watch Party, mediada pelo influenciador Hugo Gloss.

Katy Perry lançou “Daisies”, o primeiro single do quinto álbum de estúdio. Até o momento, o novo disco não teve o nome divulgado, mas vem sendo chamado pelos fãs de “KP5”. A nova faixa havia sido anunciada pela cantora na semana passada, por meio de suas redes sociais. A nova música e clipe ficaram disponíveis para o público durante essa madrugada.

“Daisies” foi produzida pelo coletivo de produtores The Monsters & Strangerz. Katy Perry compôs a canção em parceria com Jon Bellion, Jacob Kasher Hindlin, Michael Pollack e os membros do coletivo The Monsters Jordan K e Stefan Johnson. O clipe oficial, apresentado junto com a canção, mostra a artista performando “Daisies” em um ambiente intimista. Produzido em isolamento, o vídeo teve suas imagens captadas pela filmmaker Liza Voloshin seguindo as orientações de distanciamento social para garantir a segurança dos envolvidos. 

Para impulsionar as ações de divulgação da nova música, Katy Perry lançou uma loja online de buquês de flores virtuais. Ao acessar a página, os fãs podem enviar cartões animados para qualquer pessoa. No site, estão disponíveis vários modelos com ilustrações de diversos tipos de flores. Os usuários ainda podem personalizar a mensagem que acompanha o cartão. Confira aqui: http://www.katysdaisies.com.

Para o lançamento oficial do single, Katy preparou um Q&A (perguntas e respostas) para os fãs, que será seguido de uma apresentação ao vivo de “Daisies”, em parceria com a Amazon Music. A artista esteve disponível para interação com os fãs por meio da plataforma. Na sequência, a cantora apresentou algumas de suas músicas preferidas pelo público, além de fazer a primeira performance ao vivo da nova faixa. A ação teve também o objetivo de conscientizar o público sobre o fundo “MusicCares”, com o fim de ajudar profissionais da indústria musical que foram prejudicados pela pandemia. No próximo dia 17, Katy volta a performar a nova música ao vivo, na final do “American Idol”.

Em março, Katy Perry causou comoção entre seu público ao anunciar sua primeira gravidez no clipe de “Never Worn White”. A música é uma balada composta ao piano em colaboração com Johan Carlsson, John Ryan e Jacob Kasher Hindlin e foi produzida por Carlsson. Com letra e melodia emocionantes, a artista fala sobre amor e casamento. No vídeo, ela aparece vestida de branco, cercada de flores, em um cenário onde predominam tons pasteis. Assista aqui: 


Na madrugada desta sexta-feira, dia 15, Katy Perry invadiu uma watch party exclusiva para fãs brasileiros, organizada pela Universal Music e mediada pelo influenciador Hugo Gloss. O evento aconteceu para celebrar o lançamento do novo single de Katy, “Daisies”, que já está disponível em todas as plataformas digitais. O vídeo da faixa também já pode ser visto no canal oficial da cantora no YouTube, onde já acumula mais de 1.2 milhão de visualizações em apenas 12 horas.

Katy Perry surpreendeu a todos e interagiu com os 15 fãs presentes na watch party, acompanhando de perto as reações dos “katycats” ao lançamento de seu novo single e clipe. Por meio das redes sociais, Katy havia disponibilizado um hotsite para que fãs do mundo todo enviassem links de suas “Zoom Parties” para assistir à première de “Daisies”. A artista também selecionou algumas festas virtuais para serem invadidas por ela e se divertiu ao lado dos fãs.

Katy Perry - “Daisies”

quinta-feira, 14 de maio de 2020

.: #ResenhaRápida com Pat Barreto, a advogada de alma musical


Por 
Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.


A ligação de Pat Barreto com a música vem de muito tempo. Esta paulistana pediu para a mãe (com quem compartilha a data de aniversário) matriculá-la em um curso de violão quando tinha apenas sete anos de idade. Na adolescência, foi a vez de se dedicar ao balé. Quando entrou na primeira faculdade (ela também é formada em marketing), o mundo testemunhava a explosão da lambada e de outros ritmos dançantes de origem africana e latina, e ela mergulhou de cabeça nisso, dançando e dando aulas.

Depois, com o surgimento das plataformas digitais de música, ela se entregou ao prazer de ampliar os conhecimentos musicais. “Tive a oportunidade de ouvir músicas de todas as partes do mundo, você percebe estilos diferentes, nuances”, reflete. Dedicou-se ao direito e, ao contrário do que muitos pensam, a profissão de advogada, no entanto, nunca a desviou por completo da música, e em determinado momento, Pat decidiu voltar a ter aulas de violão. E o professor Claudio Olliver, que também ensina canto, se mostrou o parceiro ideal para que sua veia como compositora viesse à tona, inicialmente para homenagear o afilhado Kayky.

A segunda cria da parceria, “Inocência”, foi gravada em formato acústico (vozes, violão e percussão) e chegou a ser tocada em uma rádio em Minas Gerais. Ficou claro para Pat que estava aberto um caminho sem volta. O EP “Descoberta” é o primeiro trabalho completo lançado pela cantora e compositora paulistana, e contou com a produção de Daniel Conti. “Aprendi com ele na prática, gravar esse EP foi uma escola. Opinei em tudo, construímos juntos, adorei esse aprendizado”. Nesta #ResenhaRápida, ela responde a perguntas ousadas e reveladoras.


#ResenhaRápida com Pat Barreto

Nome completo: Patricia Barreto Gavronski.
Apelido: Pat.
Data de nascimento: 22 de novembro de 1969.
Qualidade: alegria.
Defeito: crítica.
Signo: sagitário.
Ascendente: leão.
Uma mania: de pensar com a mão no nariz.
Religião: espírita, mas sou adepta a toda e qualquer religião que promove o bem e a caridade.
Time: não tenho um time do coração.
Amor: é um sentimento forte que ultrapassa o contato físico.
Sexo: complementa o amor.
Mulher bonita: Paolla Oliveira e Gisele Bündchen.
Homem bonito: Reynaldo Gianecchini e Pierce Brosnan.
Família é: o meu maior bem.
Ídolo: Malala Yousafzai – conhecimento é direito de todos.
Inspiração: natureza.
Arte é: uma das formas de sentir prazer.
Brasil: o país da corrupção.
Fé: que vai dar certo.
Deus é: o lado puro de cada um.
Política é: tenho vergonha dos políticos que nos representam.
Hobby: natação, pilates e funcional.
Lugar: no mar.
O que não pode faltar na geladeira: fruta.
Prato predileto: feijoada e bife à milanesa.
Sobremesa: pudim de leite e brigadeiro.
Fruta: mamão pela manhã.
Cor favorita: azul da cor do mar.
Medo de: perder as pessoas que amo.
Uma peça de teatro: "Le Rêve - The Dream" (Las Vegas).
Um show: George Benson e Sade Adu.
Um ator: Wagner Moura, Mark Ruffalo.
Uma atriz: Ana Paula Arósio e Julianne Moore.
Um cantor: João Bosco, Alejandro Sanz.
Uma cantora: Rita Lee, Dionne Warwick.
Um escritor: Paulo Coelho.
Uma escritora: minha amiga Alessandra Rubim.
Um filme: "Ensaio Sobre a Cegueira", que de alguma forma nos remete ao tempo presente.
Um livro: "O Homem mais Rico da Babilônia", de George S. Clason.
Uma música: "Fallen", Presuntos Implicados. 
Um disco: Simply Red.
Um personagem: já que adoro ir para Disney, o Mickey.
Uma novela: "Vamp", de Antônio Calmon.
Uma série: "Outlander", o romance mais bonito que já vi.
Um programa de TV: não curto muito televisão.
Indique um blog: adoro os falam de dança e de ritmos.
Indique um podcast: não tenho nenhum predileto.
Indique um Twitter: não utilizo.
Indique um canal no YouTube: Aula de violão com Michael Doni.
Uma saudade: passear de carro pela cidade, procurar a lua e ouvir músicas com a janela aberta.
Algo que me irrita: uma pessoa que fala muito rápido ou não me deixa falar.
Algo que me deixa feliz é: estar na praia, com família, amigos e os meus bichos.
Não abro mão de: estar em família.
Do que abro mão: da hipocrisia das pessoas.
Digo sim a: verdade.
Digo não a: mentira.
Sonho: viajar e conhecer o mundo.
Futuro: espero que seja longo e próspero.
Morte é: o término de uma jornada.
Vida é: a oportunidade que temos para aprender e evoluir.
Uma palavra: gratidão.
Ser cantora é: é poder se expressar através da música.
Ser mulher hoje é: compartilhar talento.


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