quinta-feira, 21 de maio de 2020

.: "Coisa Mais Linda": primeiras imagens revelam nova protagonista


Estreia no dia 19 de junho, só na Netflix, a segunda temporada do aclamado drama de época "Coisa Mais Linda", produzido pela Prodigo Films para o principal serviço de entretenimento por streaming do mundo. Além da data de lançamento, foram divulgadas, nesta quarta-feira, as primeiras imagens da nova fase da série nacional. 

Malu (Maria Casadevall) continua sendo a mulher determinada, mãe dedicada e amiga leal que conhecemos na primeira temporada. No entanto, agora ela tem uma força ardente, alimentada por um grande trauma, se tornando mais forte, sem filtro e desinibida. Já Thereza (Mel Lisboa) opta por dedicar-se à casa e família, mas não demora muito para sentir falta de outra realização: o trabalho, desta vez, em uma rádio. 

Antes de seu casamento, Adélia (Pathy Dejesus) pensa muito em sua infância e em seu pai, Duque (Val Perré). Ela quer começar do zero com Capitão e seguir em frente para sempre. Enquanto isso, sua irmã, Ivone (Larissa Nunes), passa de uma adolescente típica a uma talentosa aspirante à artista, que terá a chance de provar sua capacidade para uma indústria ainda dominada por homens, com a ajuda de Malu. 

Também retornam nesta temporada Fernanda Vasconcellos, como Lígia; Ícaro Silva, como Capitão; Leandro Lima, como Chico; Gustavo Machado, como Roberto; Alexandre Cioletti, como Nelson; e Gustavo Vaz, como Augusto. Entre os novos integrantes, além de Perré, estão Breno Ferreira, Eliana Pittman,  Angelo Paes Leme, Alejandro Claveaux e Kiko Bertholini. 

Serão seis episódios de 50 minutos cada, produzidos por Beto Gauss e Francesco Civita, repetindo a dobradinha da primeira temporada. A criação é de Heather Roth e Giuliano Cedroni. Roth também assina o roteiro com Patricia Corso e Mariana Tesch. A direção geral é de Caito Ortiz, com Julia Rezende à frente de parte dos episódios.

.: Intrínseca lança "Inimigo Mortal: Nossa Guerra Contra os Germes Assassinos"


Com histórias da linha de frente da guerra contra diversas doenças infecciosas, "Inimigo Mortal" ajuda a entender a atual pandemia de Covid-19.

O novo coronavírus, responsável pela Covid-19, pegou a maior parte da população mundial de surpresa e deixou a vida no planeta em suspenso, enquanto cientistas buscam incessantemente tratamentos e vacinas contra esse inimigo invisível. 

Poderia ter sido diferente. Em "Inimigo Mortal: Nossa Guerra Contra os Germes Assassinos", Michael T. Osterholm, um dos grandes nomes da epidemiologia internacional, mostra como poderíamos estar muito mais bem preparados para essa pandemia e analisa diversos outros surtos e epidemias de doenças infecciosas, como Sars, Aids e Ebola, suas causas e desdobramentos. Escrito com Mark Olshaker, coautor de outro grande sucesso de não ficção, Mindhunter, o livro chega ao Brasil pela Intrínseca em maio e certamente dará ferramentas para compreendermos a pandemia que estamos vivendo.

Males como câncer e cardiopatias têm efeitos arrasadores, em grande parte das vezes restritos aos indivíduos e seus familiares. Desastres naturais provocam destruição, geralmente em uma área limitada e por um período mais curto. Nada, no entanto, se compara às doenças infecciosas, que têm o terrível poder de impactar o cotidiano das pessoas em escala global, consumindo de forma avassaladora recursos públicos e privados, interrompendo o comércio e o transporte. Como as explosões de Covid-19, Ebola, Mers e Zika demonstraram, estamos lamentavelmente despreparados para lidar com o colapso mundial. Então o que pode - e deve - ser feito para nos proteger do inimigo mais mortal dos seres humanos? 

Com base no que há de mais recente nas ciências médicas, estudos de caso, pesquisas e lições epidemiológicas aprendidas a duras penas, Inimigo mortal explora os recursos e programas que precisamos desenvolver para nos manter a salvo de doenças infecciosas. Os autores mostram como devemos enfrentar essa nova realidade em que muitos antibióticos não curam mais, o bioterrorismo é uma certeza e a ameaça de outra pandemia desastrosa só aumenta a cada dia. Apenas entendendo os desafios que estamos enfrentando seremos capazes de impedir que o impensável se torne inevitável.

“Este livro vai mudar a maneira como você pensa. Claro, bem escrito, com uma narrativa digna de Stephen King. Se todas as pessoas – sobretudo as pessoas certas – tiverem acesso a esse livro, ele terá o potencial de fazer o que poucos livros podem: salvar muitas vidas.”
John M. Barry, autor de "A Grande Gripe"



Sobre os autores
Dr. Michael T. Osterholm é professor e diretor fundador do Centro de Pesquisa e Formulação de Políticas sobre Doenças Infecciosas (Cidrap) da Universidade de Minnesota. Epidemiologista renomado, esteve na vanguarda dos protocolos de preparação da saúde pública, liderou muitas investigações de surtos de importância internacional e aconselha governos sobre como lidar com a lista cada vez maior de ameaças microbianas. 

Mark Olshaker é documentarista premiado com o Emmy e autor de cinco romances e dez livros de não ficção best-sellers do The New York Times. "Mindhunter", seu livro com John Douglas, pioneiro em criação de perfis do FBI, publicado no Brasil pela Intrínseca, vendeu milhões de cópias, inspirou a série homônima da Netflix e oferece uma perspectiva única e intrigante da ciência comportamental e da análise de investigações criminais. (Foto: Chantal Lavine)

"Inimigo Mortal: Nossa Guerra Contra os Germes Assassinos"
Tradução: Ana Rodrigues, Bruno Casotti, Jaime Biaggio e Marina Vargas. Páginas: 304. Editora: Intrínseca. Livro impresso: R$ 49,90. E-book: R$ 34,90.


.: Dona Jacira e a oficina de confecção de bonecas de pano em live gratuita


Dona Jacira, mãe de Emicida e Fióti, é a convidada deste sábado, dia 23, às 17h, na live do Intensivão #CulturaEmCasa. A live, que será uma oficina de confecção de bonecas de pano, será transmitida pela plataforma de streaming e vídeo #CulturaEmCasa, lançada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. O projeto é gerido pela Organização Social Amigos da Arte.

Contadora das suas próprias memórias, Dona Jacira, trabalha com a criação artística se utilizando do bordado, que contam sobre as diásporas africanas e as musicais, patrimônio imaterial da humanidade. "Na minha infância, brincar era quase um pecado, tudo era voltado ao trabalho. A gente praticamente tinha que fugir para brincar", lembra Dona Jacira.

Aos 55 anos, Dona Jacira compreendeu a importância de se reconectar com a sua criança. Passou a confeccionar então bonecas de pano em parceria com pessoas que moram no Cachoeira, bairro na Serra da Cantareira, zona norte de São Paulo. Nessa oficina, Dona Jacira estende o convite de brincadeira e reconexão a outras mulheres que também tiveram a sua infância roubada a produzirem suas próprias bonecas.

O Intensivão #CulturaEmCasa - uma série de aulas e oficinas de cultura e economia criativa voltadas a diversos públicos - é transmitido diariamente às 17h. Conta com a participação de profissionais renomados do setor cultural e criativo, que compartilham conhecimento e expertise em aulas sobre os diversos ofícios nos campos da cultura e da criatividade. As lives são acessadas pelo site http://www.culturaemcasa.com.br.

.: Trava-línguas para brincar na quarentena e nas férias escolares


Já usada como ferramenta para alfabetizar as crianças, o trava-línguas hoje é uma brincadeira divertida que pode ser feita durante esse período de distanciamento social para conter a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). E é um ótimo passatempo para o período de férias escolares. Confira a seguir algumas frases separadas pelo Colégio Marista Ribeirão Preto para você se divertir em família.

Para crianças:

  • O rato roeu a roupa do Rei de Roma e a rainha com raiva resolveu remendar;
  • Toco preto, porco fresco, corpo crespo;
  • Fala, arara loura. A arara loura falará;
  • Bagre branco, branco bagre;
  • Chega de cheiro de cera suja;
  • A babá boba bebeu o leite do bebê;
  • Um limão, mil limões, um milhão de limões;
  • Caixa de graxa grossa de graça;
  • Atrás da porta torta tem uma porca morta;
  • Teto sujo, chão sujo.

Para jovens:

  • A Iara agarra e amarra a rara arara de Araraquara.
  • Se o Pedro é preto, o peito do Pedro é preto e o peito do pé do Pedro também é preto.
  • Um ninho de carrapatos, cheio de carrapatinhos, qual o bom carrapateador, que o descarrapateará?
  • O bispo de Constantinopla, é um bom desconstantinopolitanizador. Quem o desconstantinopolitanizar, um bom desconstantinopolitanizador será.
  • Há quatro quadros três e três quadros quatro. Sendo que quatro destes quadros são quadrados, um dos quadros quatro e três dos quadros três. Os três quadros que não são quadrados, são dois dos quadros quatro e um dos quadros três.
  • O princípio principal do príncipe principiava principalmente no princípio principesco da princesa.
  • Se vaivém fosse e viesse, vaivém ia, mas como vaivém vai e não vem, vaivém não vai.
  • Tecelão tece o tecido em sete sedas de Sião. Tem sido a seda tecida na sorte do tecelão.
  • Para ouvir o tique-taque, tique-taque, tique-taque. Depois que um tique toca é que se toca um taque.
  • Em rápido rapto, um rápido rato raptou três ratos sem deixar rastros.


Sobre a Rede Marista de Colégios
O Colégio Marista Ribeirão Preto integra a Rede Marista de Colégios (RMC), presente no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica alinhada ao mercado. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

.: #ResenhaRápida: Cris Linnares abraça medos e loucuras na quarentena


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.
Enquanto no mundo inteiro vários especialistas na área de saúde menta passam informações e estratégias para as pessoas não enlouquecerem durante a pandemia, no Brasil a escritora Cris Linnares propõe justamente ao contrário: abraçar os medos e loucuras para se libertar dessa ansiedade e pânico.

Psicóloga especialista em mulheres há 20 anos, ela lançou o livro “Doidas no Divã”. Ela explica que, depois de sofrer com depressão pós parto, ansiedade crônica e síndrome do pânico por mais de dez anos, ela precisou aprender a respeitar o funcionamento do cérebro em fases de crise e incertezas. 

Cris Linnares também é palestrante internacional, mãe e autora da aclamada comédia “Divas no Divã”. Foi a única brasileira nomeada pela revista Glamour americana como uma das 50 heroínas dos Estados Unidos pelo trabalho que envolve saúde mental e empoderamento feminino, e foi convidada a compartilhar sua história e trabalho pioneiro em dois TEDxtalk, a conferência dos maiores pensadores do mundo. Nesta entrevista exclusiva, responde o que ninguém nunca teve a ousadia de perguntar para ela.

#ResenhaRápida com Cris Linnares

Nome completo: Cris Linnares.
Apelido: Cris.
Data de nascimento: 23 de novembro de 1976.
Qualidade: doida assumida.
Defeito: impaciente.
Signo: sagitário.
Ascendente: não sei.
Uma mania: assistir romance cafona.
Religião: amor.
Time: Corinthians.
Amor: Jesus.
Sexo: gostoso.
Mulher bonita: minha mãe.
Homem bonito: meu marido.
Família é: tudo.
Ídolo: Madre Tereza.
Inspiração: minha mãe.
Arte é: compartilhar.
Brasil: meu amante.
Fé: minha gasolina.
Deus é: apaixonado por mim.
Política é: mudança.
Hobby: dançar.
Lugar: my casa.
O que não pode faltar na geladeira: suco de limão.
Prato predileto: strogonoff de frango.
Sobremesa: bolo de banana.
Fruta: papaia.
Cor favorita: amarela.
Medo de: não atingir todo meu potencial.
Uma peça de teatro: "Divas no Divã" - crítica do livro neste link.
Um show: U2.
Um ator: Antônio Banderas.
Uma atriz: Meryl Streep.
Um cantor: Renato Russo.
Uma cantora: Ivete Sangalo.
Um escritor: Jean Yve Leloup.
Uma escritora: Clarice Lispector.
Um filme: "A Vida É Bela".
Um livro: "O Poder do Mito", de Joseph Campbell.
Uma música: "Where The Streets Have No Name" - U2.
Um disco: Legião Urbana.
Um personagem: Scarlett O'hara, de "...E o Vento Levou".
Uma novela: "Roque Santeiro", de Dias Gomes.
Uma série: "Handmaid's Tale".
Um programa de TV: jornal.
Um site: Brené Brown.
Um blog: Elisabeth Gilberg.
Um podcast: Dressroom.
Um canal no YouTube: Ester Perel.
Uma saudade: meu pai.
Algo que me irrita: gente invejosa.
Algo que me deixa feliz é: generosidade.
Não abro mão de: meus filhos.
Do que abro mão: de gente negativa.
Digo sim a: novos lugares.
Digo não a: ficar na mesmice.
Sonho: ver a violência doméstica extinta.
Futuro: sempre melhor que o passado.
Morte é: vida.
Vida é: respirar.
Uma palavra: amor.
Ser escritora é: amar.
Ser atriz é: doar.
Ser mulher hoje é: enlouquecedor.


.: "A Fofa do Terceiro Andar": um diário sobre bullying e preconceitos


O bullying no Brasil é duas vezes maior que a média internacional. Um a cada dez estudantes é vítima. Dadas as estatísticas, como criar uma rede de apoio em paralelo aos programas e ações para combater a violência física e emocional contra estudantes?

A resposta é: (in)formação. Como arte formadora, a literatura é um valioso instrumento para fomentar a empatia e situar os limites nas relações com os colegas. Nesse sentido, o livro "A Fofa do Terceiro Andar" é uma excelente indicação de leitura para o público jovem e, assim, fica como sugestão para divulgação em seu veículo.

Autora de "A Fofa", Cléo Busatto assina 25 obras, entre literatura para crianças e jovens, teóricos sobre oralidade e mídias. É também mediadora de leitura e mestre em Teoria Literária.

Bullying: descortinando a ignorância e os preconceitos
"A Fofa do Terceiro Andar" abre debate com o público adolescente ao apresentar o diário de Ana, uma jovem perdida em meio a relacionamentos e problemas de autoestima

Ana Vitta era uma criança alegre e brincalhona, mas ao chegar à adolescência passou a sofrer quando se descobriu gorda e desajeitada com os esportes. O enredo de "A Fofa do Terceiro Andar", da escritora Cléo Busatto, traz à luz um tema com reflexos para todas as idades: o bullying

Voltada ao público adolescente, a obra é escrita como se fosse um diário, em que a protagonista registra os fatos que vivencia e, principalmente, revela os sentimentos de uma fase repleta de dilemas e inquietações. Ana é uma jovem perdida em meio a relacionamentos, problemas de autoestima e à intimação de colegas.

Quando conhece o menino Francisco, sua vida muda. A partir da descoberta do amor, do enfrentamento da morte, dos desafios de fazer dieta, estudar e se aceitar como é, Ana cresce e amadurece. Nessa jornada de autoconhecimento, ela redescobre o mundo à sua volta e se liberta dos excessos e preconceitos. 

Publicada pela Galera Júnior, do Grupo Record, "A Fofa do Terceiro Andar" traz valiosos ensinamentos e faz o leitor se identificar com as dúvidas, a coragem e os desafios tão marcantes nesta fase da vida. "O livro não é apenas a história de uma menina gorda que resolve emagrecer e se livrar dos adjetivos indesejados. Ana descobre que o mais importante é eliminar todos os excessos: físicos, emocionais, espirituais. Ela descobre que pode ser livre”, destaca a autora.


Sobre a autora:
Cléo Busatto é uma artista da palavra. Publicou seu primeiro livro "Dorminhoco", em 2001. Tem 25 obras editadas, entre literatura para crianças e jovens, teóricos sobre narração oral, oralidade e mídias digitais, que venderam aproximadamente 300 mil exemplares. Eles fazem parte de programas de leitura e catálogos internacionais, como o da Feira do Livro Infantil de Bolonha – Itália. 

Contou histórias para mais de 150 mil pessoas, no Brasil e exterior. Produziu e narrou histórias no meio digital, resultado de uma pesquisa que originou cinco mídias e 3 livros e foi tema da sua dissertação de mestrado na UFSC.

Formou em torno de 80 mil pessoas, em oficinas e palestras, com os temas literatura, leitura e oralidade. Mestre em Teoria Literária, pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Pesquisadora transdisciplinar formada pelo Centro de Educação Transdisciplinar – CETRANS | SP. Realizou centenas de ações educativas-culturais em Secretarias de Educação, de Cultura, unidades do SESC e outras instituições públicas e privadas, em mais de 150 municípios do Brasil e do exterior.

.: Documentário "Um Crime Entre Nós" gera debates por onde passa


O documentário “Um Crime Entre Nós”, produzido e idealizado pela Maria Farinha Filmes, Instituto Liberta e Instituto Alana, faz um alerta sobre o cenário da exploração sexual infantil no Brasil. Estima-se que este crime afete cerca de 500 mil crianças e adolescentes ao ano no país, isso significa que, em média, são mais de mil casos por dia. 

No entanto, apenas dez por cento são notificados às autoridades, segundo a Childhood Brasil, uma das organizações apoiadoras do filme. A produção, que traz depoimentos de ativistas, agentes da justiça e figuras como Drauzio Varella, Gail Dines, Jout Jout e Luciano Huck, investiga os motivos que posicionam o Brasil em segundo lugar entre os países com maior número de ocorrências de Exploração Sexual Infantil, de acordo com The Freedom Fund.

“Um Crime Entre Nós” ressalta que crianças de Norte a Sul são exploradas diariamente em benefício de adultos que as veem como troca mercantil, porém a desigualdade social e racial é um grande fator para o crime. Impossível sair de uma sessão desse filme sem um resquício de choque.

.: Galápagos lança 1° jogo de tabuleiro de Dungeons & Dragons® no Brasil


“A Masmorra do Mago Louco” traz o RPG mais famoso do mundo para a versão de tabuleiro com mais de 40 miniaturas e 13 aventuras inéditas em português.

maior RPG da história, Dungeons & Dragons®, teve um lançamento inédito no Brasil nesta segunda-feira, dia 18: "A Masmorra do Mago Louco: Board Game". A Galápagos Jogos - principal editora no Brasil dos maiores títulos mundiais de jogos de tabuleiro modernos, cartas e RPG - informa que o produto já está disponível em lojas parceiras e também na sua loja online (www.galapagosjogos.com.br).

Um produto aguardado pelos brasileiros fãs da marca, "A Masmorra do Mago Louco: Board Game" é um jogo que traz toda a experiência do Role Playing Game (RPG) para uma versão de tabuleiro. Com 43 miniaturas e 13 cenários exclusivos, o jogo pode ser combinado com outros itens Dungeons & Dragons®, sendo suas miniaturas compatíveis com os grids de RPG.

jogo é totalmente cooperativo, ou seja, os participantes se juntam para derrotar os desafios apresentados durante a partida. Os jogadores criam seus personagens e se aventuram nos labirintos de uma masmorra sob o domínio de Halaster, o Mago Louco. Em busca de tesouros, encontrarão surpresas, monstros, armadilhas e mistérios, numa história que se revela com as escolhas dos jogadores.

Reproduzindo uma das aventuras mais aclamadas de D&D®, o jogo comporta até cinco participantes, e pode ser desfrutado também em modo solo. As partidas têm duração de cerca de 60 minutos.

Por conta da adaptação para jogo de tabuleiro, "A Masmorra do Mago Louco" é indicado também para aqueles que querem experimentar o universo do RPG mas não sabem por onde começar.

Adepta ao movimento #FiqueEmCasa, a editora reforça aos fãs que busquem, neste momento de isolamento social, plataformas online para se divertir com os amigos em segurança.

Sobre Dungeons & Dragons®
Reconhecido como o Role Playing Game (RPG) mais famoso do mundo, Dungeons & Dragons® é uma série de aventuras em livros que se desenrolam a partir da imaginação dos participantes, guiados por um mestre que conduz toda a narrativa. Ambientado no cenário medieval, o jogo envolve criaturas fantásticas, dragões e elfos num verdadeiro exercício de interpretação e criatividade. 

A história do D&D® teve início em 1974, conquistando as gerações nascidas na década de 80, que foram marcadas no Brasil pelo desenho animado "Caverna do Dragão" e, mais recentemente, pela icônica série "Stranger Things". Até os dias de hoje, as emocionantes partidas trazidas por D&D® movem multidões e buscam estimular a diversidade e o fortalecimento das relações humanas no mundo offline.

Sobre a Galápagos Jogos
Fundada em 2009, a Galápagos Jogos é a principal editora de jogos de mesa modernos no Brasil. Por meio de licenciamento, tradução e distribuição, a empresa foi uma das pioneiras no país a trazer acesso aos principais títulos de sucesso internacional da atualidade. 

A editora conta com um catálogo de mais de 300 produtos voltados para diferentes idades e públicos, incluindo jogos de tabuleiro, card games, miniaturas, livros de RPG, massinha e quebra-cabeças. Entre os grandes sucessos estão Dixit, Dobble, Black Stories, Zombicide, Ticket to Ride, Keyforge, Dungeons & Dragons e Pandemic. Em 2018, a Galápagos Jogos passou a fazer parte do grupo francês Asmodee, o maior do mundo no mercado de jogos de mesa.

.: Silvia Figueiredo faz live nesta quarta-feira e percorre do clássico ao MPB


Considerada uma das vozes mais potentes da atualidade, a cantora Silvia Figueiredo faz uma live nesta quarta-feira, às 20h, em seu perfil no Facebook, que pode ser acessado neste link. Cantora há 25 anos, ela começou a carreira profissional nos bares de Curitiba, onde, durante quatro anos, apresentou-se com várias bandas de estilos musicais variados.

Em 1994, Silvia participou de Festival da Canção da Universidade Federal do Paraná (UFPR), classificando duas músicas, que fizeram parte de uma coletânea das 14 primeiras colocadas, gravadas em CD. Depois do sucesso no festival, a cantora passou a fazer shows nos teatros e bares na região de Curitiba, mostrando músicas de compositores locais e grandes sucessos da MPB.

Dentro da música popular brasileira, seu repertório é variado, incluindo dos clássicos de Cartola ao MPB atual. Sua versatilidade faz com que seus shows tenham o mesmo impacto, seja acompanhada por uma banda completa ou em voz e violão.
        
O trabalho de Silvia Figueiredo tem grandes vertentes já que ela faz questão de se apresentar onde o povo está, em lugares e situações diferentes. Uma cantora profissional que, aos poucos, e com todo o seu talento, conquista mais espaço a cada dia. Ela divide o seu talento com jovens cantores, ensinando canto e coral na Escola de Música Teclarte, em Peruíbe, no litoral de São Paulo, e no
Coral Amêndola.

terça-feira, 19 de maio de 2020

.: #ResenhaRápida: os segredos de Luiz Fernando Almeida, de "Dama da Noite"


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do ResenhandoFoto: Camila Vech

Ator e produtor multitalentoso, Luiz Fernando Almeida foi entrevistado recentemente pelo Resenhando (entrevista com ele neste link) e o sucesso da entrevista fez com que ele retornasse rapidamente, desta vez na coluna #ResenhaRápida. Há nove anos, ele protagoniza o monólogo "Dama da Noite", baseado no conto do escritor e jornalista Caio Fernando Abreu, mas o Resenhando quis saber mais e investiu em perguntas que nunca foram feitas a ele.


#ResenhaRápida com Luiz Fernando Almeida

Nome completo: Luiz Fernando de Almeida.
Apelido: não tenho.
Data de nascimento: 25 de setembro de 1974.
Qualidade: empata.
Defeito: analítico, metódico.
Signo: libra.
Ascendente: aquário.
Uma mania: passar fio dental.
Religião: umbandista.
Time: Santos.
Amor: a essência da vida.
Sexo: um trem bão.
Mulher bonita:  Beyoncé.
Homem bonito: Sean Pean.
Família é: meu alicerce.
Ídolo: (Robert) De Niro.
Inspiração: o mar, me inspira, me acalma, me purifica.
Arte é: essencial para a vida. Já imaginou que chato viver sem arte?
Brasil: atualmente uma vergonha. Mas é o país que amo e continuo acreditando em dias melhores.
Fé:   é a carência do ser humano.  Todo ser humano e carente de fé, precisa acreditar em algo.
Deus é:  Depende que Deus. Esse Jesus Surfista não e o meu.
Política é:  tudo na vida e politica.
Hobby: ir à praia.
Lugar: qualquer cachoeira.
O que não pode faltar na geladeira: queijos, iogurte.
Prato predileto: feijoada.
Sobremesa: pudim de leite condensado.
Fruta: maçã.
Cor favorita: azul.
Medo de: porta do guarda roupa aberta à noite.
Um show: Maria Bethânia.
Um ator: Al Pacino.
Uma atriz: Meryl Streep.
Um cantor: Luiz Melodia.
Uma cantora: Liniker.
Um escritor: Santiago Nazarian.
Uma escritora: Patrícia Melo.
Um filme: "A Cor Púrpura" ( amo).
Um livro: "Pequenas Criaturas", de Rubem Fonseca.
Uma música: atualmente  "Cota Não É Esmola" - Bia Ferreira
Um disco: "Refavela", de Gilberto Gil.
Um personagem: Theodore Twonbly, do filme "Her".
Uma novela: "Avenida Brasil", de João Emanuel Carneiro.
Uma série: "How to Get Away with Murder".
Um programa de TV: "Masterchef".
Um siteIntercept.
Um blog: Leonardo Sakamoto.
Um podcast: Esquizofrenoias (com Amanda Ramalho)
Um Twitter: @Cecillia
Um canal no YouTube: Tempero Drag.
Uma saudade: governo do PT.
Algo que me irrita: Bolsominions, falta de empatia, autocentrismo.
Algo que me deixa feliz é: meu cachorro Fred.
Quem levaria para uma ilha deserta: eu levaria meu o Fred, meu cachorro com toda certeza.
Se pudesse ressuscitar qualquer pessoa do mundo quem seria: acho que ninguém, credo!
Se pudesse fazer uma pergunta a qualquer pessoa do mundo, qual seria: faria ao Bolsonaro. Perguntaria se, ao deitar, ele sente paz e tranquilidade pra dormir, se a consciência dele não o atormenta.
Não abro mão de: de ser respeitado.
Do que abro mão: tantas coisas, abro mão o tempo todo para conviver em sociedade.
Ser ator é: um sacerdócio. sem vocação você desiste fácil.
O que seria se não fosse ator: psicólogo.
Caio Fernando Abreu é: o meu autor predileto, o primeiro a mexer comigo profundamente.
"Dama da Noite" é: o personagem mais importante da minha carreira até hoje.
"Gotas de Codeína" é: um espetáculo performativo que criei para dialogar sobre suicídio. Um alerta para a sociedade que não sabe como lidar com esse tema.
Teatro é: a minha vida, meu chão, meu lugar sagrado onde sou feliz.
Ser homem hoje é: ser empata. É conseguir olhar pro outro de verdade.
Luiz Fernando Almeida por Luiz Fernando Almeida: eu sou um eterno. aprendiz. Não sei de nada, estou aqui, aprendendo o tempo todo.


.: Divertida e espacial: Netflix divulga trailer oficial de "Space Force"


A Netflix divulgou o trailer oficial de "Space Force" (www.netflix.com/SpaceForce). A comédia gira em torno do general Mark R. Naird (Steve Carell), um piloto condecorado que sonha em comandar a Força Aérea, mas é surpreendido pela notícia de que vai liderar a mais nova divisão das Forças Armadas dos EUA: a Força Espacial. 

Cético e dedicado, Mark arrasta sua família para uma base remota no Colorado. É lá que ele e uma equipe de cientistas e “astronautas” recebem da Casa Branca a missão urgente de pisar (de novo) na lua e dominar totalmente o espaço. Criada por Carell e Greg Daniels (The Office), Space Force é um novo tipo de comédia sobre o ambiente de trabalho, onde os riscos são altos,  e as ambições ainda mais. John Malkovich, Diana Silvers, Tawny Newsome e Ben Schwartz estão no elenco da série, que tem a participação especial de Lisa Kudrow, Jimmy O. Yang, Noah Emmerich, Alex Sparrow e Don Lake. A produção executiva é de Howard Klein/3Arts (The Office). Space Force estreia dia 29 de maio, só na Netflix. 

"Inside Joke: Space Force": podcast estreia dia 29 de maio 
O espaço é difícil, mas este podcast faz com que pareça fácil. O ator e apresentador Jimmy O. Yang receberá o elenco e o time de produção de Space Force para explorar as histórias de bastidores da série em um podcast de dez episódios, às segundas e quintas, a partir do dia 29 de maio. Entre os convidados, estão Steve Carell, Greg Daniels, John Malkovich, Ben Schwartz, Tawny Newsome e Diana Silvers, entre outros.  O podcast estará disponível somente em inglês neste link



.: MPB pura: "Abricó-de-Macaco" é o novo álbum e DVD de João Bosco


Por Lucas Nobile. Fotos: Marcos Hermes

Novo disco do cantor, compositor e violonista está disponível nos aplicativos de música nesta sexta, 15 de maio, e traz 16 faixas, sendo duas inéditas. DVD, dirigido por Fernando Young, fica liberado online, até 19 de maio, no canal do YouTube de MPB da Som Livre. O álbum é uma co-produção da gravadora com a MP,B Discos e o Canal Brasil  e sai em formato físico em 22 de maio.

Já se conta quase meio século da estreia fonográfica de João Bosco. Desde que despontou no lado B de um compacto do Pasquim com "Agnus Sei" (feita com seu parceiro mais constante, Aldir Blanc), João transvê a arte como forma de alento e de elevação. Se fosse "só" isso já estaria de bom tamanho. Porém um ponto primordial, no caso de João Bosco, é que desde aquele distante ano de 1972 ele também compreende a arte como reação.

Ladeado de Aldir e de tantos outros parceiros - de Antônio Cícero e Waly Salomão a Chico Buarque, de Belchior a Paulo Emílio, passando por Abel Silva, João Donato, Caetano Veloso, Capinan, Nei Lopes -, João Bosco pensa sua música, a partir de seu singular violão, como instrumento de contundente contestação.

Assim como craques de outros saberes e fazeres artísticos (Glauber Rocha, Gianfrancesco Guarnieri, Plínio Marcos, Chico Anysio e Graciliano Ramos), João sempre tratou das miudezas e profundezas - incluindo os desvios - da alma brasileira. Com a diferença, em comparação com os aqui citados, que ele segue vivo e atuante.

Em tempos de calmaria social a música de João Bosco já seria significativa. Agora, num arrastado momento de naturalização de discursos e práticas fascistas, ela é essencial.

Neste novo trabalho - digno de figurar na prateleira das grandes obras, que, logo de cara instigam e já dizem a que vêm -, a provocação inteligente sobressai, de arrancada, no título: "Abricó-de-Macaco" (Som Livre / MP,B Discos). A alegoria, proposta em parceria por João e seu filho Francisco Bosco, é tão complexa quanto bela. Um fruto tropical fechado, de casca dura, em forma de esfera; ameaçado de extinção, entressonha a esperança de uma estação vindoura para enfim abrir-se em flor. Se algo aí lhe soa familiar, não se espante. Afinal, é de um Brasil mergulhado em obscurantismos, com sua potência incubada num banzo, de que falam os autores.

É obra de espírito amplo, evocando a inesgotável fortuna de conhecimentos gestada nas bordas de uma nação continental. O que atravessa as 16 faixas aqui bordadas é o ouro cultural emanado das periferias do Norte (presente em "Senhoras do Amazonas", parceria de João com Belchior) ou do Nordeste (pontuada em "Forró em Limoeiro", do genial Jackson do Pandeiro, em espécie de suíte nordestina, com o perfume de Sivuca, João do Vale, Marinês e Gonzaguinha), do Brasil real, das periferias, dos subúrbios e dos morros cariocas. Aragem tão funda que IBGE nenhum é capaz de apurar ou traduzir.

Portanto, não é ocasional o encontro entre Os Tincoãs, de Mateus Aleluia e Dadinho, com Dorival Caymmi e Silas de Oliveira, na bem sacada junção de "Cordeiro de Nanã" e "Nação" (João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio), consagrada na década de 1980 pela iluminada voz de Clara Nunes. Assim como não são nada fortuitas as menções ao jongo de Aniceto do Império, à ancestralidade da Rainha Quelé (Clementina de Jesus), aos choros de Pixinguinha e Paulinho da Viola, aos sambas de Donga, Candeia e Sinhô, às macumbas de João da Baiana - todos presentes em "Cabeça de Nego".

Da mesma forma, no mesmo DVD cabem um Brasil que tem como um de seus maiores capitais a diversidade e o sincretismo religiosos ("Terreiro de Jesus") e um Brasil em que muito malandro - seja de colarinho branco, seja eleito pelo voto popular - se julga mais malandro do que a própria malandragem ("Profissionalismo É Isso Aí").

Tal e qual num sonho de Brasil mais humanizado e aberto ao encontro, este DVD é feito de pontes. Elas se erguem, por exemplo, em "Chora, Chorões", relembrando o dia em que o choro de Ernesto Nazareth, Waldir Azevedo, Zequinha de Abreu e outros mestres desfilou na avenida, no antológico samba-enredo apresentado pela Estácio de Sá, em 1985.

Neste extenso novelo de uniões em forma de alumbramentos, há também o elo entre a música norte-americana - pelo blues ou pelo jazz - e a música brasileira. Todas bebendo na mesma fonte, a música negra. É só ouvir o que João Bosco faz com "My Favorite Things" (clássico eterno de Rodgers e Hammerstein), com "Blue in Green" (disponível como faixa bônus, apenas na internet) ou com "Água de Beber", de Tom e Vinicius, vertida em afrosamba à la Baden.

Todas elas, assim como a maioria das músicas deste DVD, são regravações. O que, no caso de João, jamais pode ser definido como um "cover". Dono de identidade artística tão ímpar e marcante, mesmo quando apresenta obras que não são de sua autoria, João Bosco é um intérprete-compositor. Por suas mãos ou sua voz, canções que não são inéditas apresentam-se absolutamente novas. Na mesma linha do que ele fizera recentemente com "Clube da Esquina nº 2" (Milton Nascimento/ Lô Borges/ Márcio Borges) ou com "Coisa nº 2" (Moacir Santos). Seu violão e as divisões rítmicas de seu canto se reafirmam, mais uma vez, como algo da ordem das raridades.

Sem prejuízo, este frescor é revelado tanto nos números em que João Bosco vai só de voz e violão, como quando ladeado pelos excepcionais músicos com quem vem tocando há tempos: Ricardo Silveira, na guitarra; Kiko Freitas, na bateria; Guto Wirti, no contrabaixo. Confirmação de que com o passar dos anos o sujeito pode combinar maturidade com um espírito renovado e renovador - inspirado nos versos "A minha casa vive aberta/ Abri todas as portas do coração", de "Água de Beber" -, João acerta ao se aproximar de gerações mais novas do que a sua. Isso se reflete nas participações das vozes de Alfredo del Penho, João Cavalcanti, Moyseis Marques e Pedro Miranda, do acordeon de Marcelo Caldi, do violão 7 cordas de Marcello Gonçalves e do clarinete mágico da israelense Anat Cohen.  

Por fim, além de "Abricó-de-Macaco", a outra faixa inédita é "Horda”, feita também em parceria de João e Francisco Bosco. Nela, evocam-se inspirações de "The Duke" - sobrenatural gravação de Miles Davis e Gil Evans em tributo a Duke Ellington - e do inacreditável álbum "The Blues and The Abstract Truth", de Oliver Nelson. Em tempos de invenções bizarras e distorcidas, como "pós-verdades" e afins, João e Chico jogam do mesmo lado do campo que Manoel de Barros, escultor do seguinte verso: "Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira". A tabelinha entre pai e filho faz lembrar, e não é de hoje, de um imaginário encontro entre Zizinho (João) e Rivaldo (Francisco): dois craques de tempos diferentes, simultaneamente cerebrais e poéticos, incapazes de propor uma jogada burocrática ou pedante. Jogadores irrequietos e extraclasse, que, parafraseando o poeta Manoel, não gostam nem do som nem da palavra acostumada.




João Bosco - "Abricó-de-Macaco" (clipe oficial)


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