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quarta-feira, 21 de setembro de 2022

.: "Mulher-Hulk: Defensora de Heróis" em melhores momentos da estreia

A nova produção da Marvel Studios estreia novos episódios às quintas-feiras

 

O seriado “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” está disponível no Disney+ com novos episódios toda quinta-feira. A nova série da Marvel Studios para a plataforma é estrelada por Tatiana Maslany como Jennifer Walters, uma advogada solteira, que é responsável por cuidar de uma divisão especializada em casos sobre-humanos. É também prima de Bruce Banner (Mark Rufallo), o Hulk e com a ajuda de seu parente, Jennifer consegue se transformar na versão feminina do eterno vingador, a Mulher-Hulk

A série conta com 9 episódios, que serão lançados toda quinta-feira exclusivamente na plataforma. Veja aqui os melhores momentos do primeiro episódio e confira mais!


A ORIGEM DE TUDO

Logo nos primeiros minutos da produção, o público é apresentado à Jennifer Walters em seu escritório de advocacia. Na cena, ela quebra a quarta parede, revelando que já havia se transformado na Mulher-Hulk. Nesse momento, a série volta alguns meses no tempo e mostra a origem de seus poderes, quando, na tentativa de salvar seu primo Bruce Banne – o Hulk – de um acidente de carro, acaba tendo contato com o sangue do primo, o que a faz despertar seus poderes (e suas novas responsabilidades).


TREINAMENTO HULK

Ciente do peso e dos perigos que os poderes Hulk trazem, Bruce leva sua prima Jennifer a seu refúgio, localizado em algum lugar no México. Lá, é revelado ao público que o local foi construído com a ajuda de Tony Stark, o Homem de Ferro,

Durante a estadia dos dois, Bruce tenta entender os poderes e treinar Jennifer para que suas novas habilidades não se tornem um perigo para ela mesma e para todos à sua volta. O que ele não esperava é que sua prima possuísse um controle muito maior que o seu dos poderes de Hulk, até mesmo ultrapassando suas habilidades em alguns momentos.


MULHER HULK X HULK

Convencida de que está pronta para voltar à sua vida normal, Jennifer tenta ir embora de volta para os Estados Unidos, porém, sabendo dos perigos e preocupado com sua prima, Bruce a tenta impedir, resultado no primeiro conflito físico entre os primos, que medem suas forças em uma luta pela praia. Nesse momento, mesmo Hulk já tendo um controle de anos de seus poderes, a Mulher-Hulk mostra que consegue medir forças com seu primo.


PRIMEIRA APARIÇÃO PÚBLICA

Depois de apresentar a história de como Jennifer Walters conseguiu seus poderes, a série volta ao presente com ela atuando como advogada em um julgamento. Quando todos menos esperam, um perigo surge dentro do tribunal, o que faz com que a protagonista precise mostrar publicamente e pela primeira vez sua nova identidade: a de Mulher-Hulk.


CENA PÓS-CRÉDITO

Como de costume nas produções da Marvel Studios, o primeiro episódio de “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” também apresenta cenas pós-créditos que acrescentam mais detalhes e humor ao enredo da série. Mas essa o público vai ter que assistir para ter mais detalhes. #nospoiler


Leia + sobre os episódios de "She-Hulk", "Mulher-Hulk"

domingo, 18 de setembro de 2022

.: 1x5: "She-Hulk" chega em fada madrinha para mudar visual

Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em setembro de 2022


No quinto episódio, intitulado "Mean, Green, and Straight Poured into These Jeans", da série "She-Hulk", finalmente reencontramos, em cena -e não somente por menções-, a vilã Titânia (Jameela Jamil, de "The Good Place") em confronto contra Jen, a advogada Jennifer Walters (Tatiana Maslany), transformada na verdona. Para tanto, nos tribunais, ela, mesmo sendo uma boa advogada, é representada por Amelia (Renee Elise Goldsberry), justamente para disputar o uso do nome "Mulher-Hulk".

Como isso?! Pois bem. Titânia foi mais esperta e ultra rápida ao registrar direitos de uso do nome "She-Hulk",a ponto de criar uma linha de produtos diversos voltados para estética. Estranho, mas na visão de negócios de Titânia um acerto perfeito para levantar dinheiro fácil. Enquanto as duas trocam acusações, Nikki (Ginger Gonzaga) verbaliza o que tem incomodado grande parte do público: as vestimentas de Jen quando é "Mulher-Hulk".

Sendo uma super melhor amiga, Nikki consegue chegar a um designer para dar uma melhorada no visual da verdona ainda que seja obrigada a cumprir um acordo com Pug (Josh Segarra). É num cenário de produtos de heróis pirateados, que surge a cereja do bolo do episódio sem participações especiais -como vinham acontecendo. Assim, quando a "Mulher-Hulk" fica encantada com as criações e experimenta os modelos criados para ela. Numa caixa, está a nova máscara de alguém que esperamos rever melhor -e renovado, mas nem tanto: Demolidor (Charlie Cox). 

Eis que surge a pergunta que não quer parar de disparar na nossa mente: veremos Charlie Cox na atual série? A resposta é um gigante sim. Afinal, o nome dele está na lista do elenco de "Mulher-Hulk". "Mean, Green, and Straight Poured into These Jeans" é um episódio morninho, mas segue o lado cômico, principalmente quando Titânia destaca bem o tamanho de Jen em relação a ela. Enfim, está muito agradável acompanhar "Mulher-Hulk"! Ah! O quinto episódio não tem cena pós-créditos.


Seriado: She Hulk: Attorney at Law, Mulher Hulk: Defensora dos Heróis

Episódio: 5, "Mean, Green, and Straight Poured into These Jeans"

Elenco: Tatiana Maslany, Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Mark Ruffalo, Josh Segarra, Jon Bass, Renée Elise Goldsberry, Tim Roth, Benedict Wong, Charlie Cox

Exibido em 8 de setembro de 2022


*Editora do portal cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm


Leia + sobre os episódios de "She-Hulk", "Mulher-Hulk"

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

.: 1x4: "She-Hulk" enfrenta seres de portais em "Is This Not Real Magic?"


Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em setembro de 2022


Em "Is This Not Real Magic?", o quarto episódio da série "She-Hulk", começa num som pesado para chegar a uma fracassada apresentação da antiga arte da levitação por Donny Blaze. Eis que no público a voluntária Madisynn, erguendo uma taça, participa de um número de magia que não empolga ninguém mais no espaço. Donny, então, é incentivado a fazer "aquela coisa". Para tanto, saca o anel que abre portais interdimensionais, uma vez que é um ex-aluno das Artes Místicas. 

Sim! Wong (Benedict Wong) está de volta no quarto episódio de "Mulher-Hulk" e, além de receber a visita da Madisynn com dois "Ns" e um "Y", toma um spoiler chocante para "Os Sopranos"! E como a advogada Jennifer Walters (Tatiana Maslany) sabe ler os pensamentos de boa parte das pessoas, entra em cena batendo um papo com o público e comenta sobre a felicidade de quem está do outro lado da tela por ver o Mago Supremo das Artes Místicas que aprendemos a amar em "Doutor Estranho"

Ainda brinca como a presença de Wong reflete no Twitter. Inteligente essa jogada, não é?! De fato, "Deus, todos amam Wong!". A cara e o olhar dela para a câmera quando Wong se retira de cena é algo impagável. Impossível não rir com "She-Hulk", o que é provocado inclusive pelas falas e caretas da personagem. Rir dos efeitos visuais?! Não. Nos episódios anteriores, o CGI ruim deixou raiva e frustração. Com o CGI melhorado, principalmente quando ganha close no rosto, Jen cria um perfil num site de namoro, "Matcher", mas como Jennifer Walters. Entretanto, nem um toque da amiga Nikki atrai pretendentes para a advogada.

Eis que o caso de Donny Blaze entra em julgamento, porém a "Mulher-Hulk" defende Wong. Na corte, Madisynn com dois "Ns" e um "Y" surge para tornar o episódio ainda mais hilário, embora complique a situação de Jen e, claro, de Wong.  Jennifer Walters embarca numa insana busca pelo par perfeito, mas é como "She-Hulk" que as chances aceleram. Ouve até um "incrível" como elogio, pelo enfrentamento contra Titânia e também por ser prima do Hulk (Mark Ruffalo).

E como a defesa de Wong e o encontro amoroso de "Mulher-Hulk" se conectam em "Is This Not Real Magic?"?! Num erro do farsante Donny Blaze, demônios chegam ao mundo em formato de morcegos extra fortes, o que chega a remeter a morte de Eddie, em "Stranger Things". Assim, "She-Hulk" é convocada para uma caçada e ouve do querido Wong o que muitos esperavam: "Seja um Hulk!"

Por sorte, a "Mulher-Hulk", de fato, encontra um homem doce que a escuta -até a página dois. Tanto é que após o enfrentamento, o encontra no sofá de casa lendo "Bad Femnist", de Roxane Gay. Como é retorno da verdona?! Ela chega, chegando. Revigorada, na manhã seguinte, Jen, em forma humana, reencontra-se com a decepção e ainda descobre estar sendo processada. Cenas pós-créditos?! São de Wong e Madisynn com dois "Ns" e um "Y". Acompanhar "Mulher-Hulk" está bom demais!


Seriado: She Hulk: Attorney at Law, Mulher Hulk: Defensora dos Heróis

Episódio: 4, "Is This Not Real Magic?"

Elenco: Tatiana Maslany, Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Mark Ruffalo, Josh Segarra, Jon Bass, Renée Elise Goldsberry, Tim Roth, Benedict Wong, Charlie Cox

Exibido em 8 de setembro de 2022


*Editora do portal cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm


Leia + sobre os episódios de "She-Hulk", "Mulher-Hulk"

domingo, 4 de setembro de 2022

.: 1x3: "She-Hulk" traz enfrentamento de "The people vs. Emil Blonsky"

Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em setembro de 2022


No terceiro episódio da série "She-Hulk", intitulado de "The people vs. Emil Blonsky", o resuminho recapitula como a advogada Jennifer Walters (Tatiana Maslany) virou "Mulher-Hulk", reforça a entrada da grande rival da verdona e o caso em que trabalha para defender o "fugitivo", Emil Blonsky, o Abominável (Tim Roth). Para tanto, Jenn vai até a prisão de segurança máxima na tentativa de entender o que fez Emil sair e retornar para a cela. E a resposta é: Wong (Benedict Wong)! Sim! O Mago Supremo das Artes Místicas que o público aprendeu a amar em "Doutor Estranho" e vive fazendo aparições em outras produções Marvel.

A sacada é boa, tanto é que depois que o nome do mago é mencionado pelo Abominável, a amiga da advogada pesquisa quem é o tal mago e faz com que a senhorita Walters fale com a câmera, ou melhor, com quem está do outro lado da tela. De fato, a curiosidade em ver Wong em cena passa a ser gigante. "She-Hulk" aproveita para ressaltar que as participações especiais não fazem da série uma produção presa nisso, uma vez que é sobre ela. Boa brincadeira com pegada crítica!

Assim, a "Mulher-Hulk" ganha a mídia e as redes sociais. Entretanto, a existência dela é questionada, incluindo a reclamação sobre “todos os heróis estarem virando mulheres” ou ainda um protesto de que “tiraram a masculinidade do Hulk e depois deram para uma mulher”. Fica um registro a respeito da excessiva crítica sobre heroínas como Jennifer Walters e Carol Danvers (Capitã Marvel), uma vez que não se encaixam no padrão de “feminilidade”.

A verdade é que "Mulher-Hulk" vai além de ser uma série com participações especiais e sobre uma advogada que com raiva fica enorme e na cor esmeralda. Embora tenha um CGI de visual duvidoso, é capaz de por em pauta tantos questionamentos do público que atingiram a produção, principalmente da necessidade da representatividade feminina entre os heróis Marvel de destaque. Seja pela escolha de dar um seriado para o lado mulher de Bruce Banner, o Hulk (Mark Ruffalo) ou por não criarem uma nova heroína -mesmo que existam tantas que ainda seguem mantidas à sombra. É indiscutivelmente um grande feito!

Entre os casos que tornam o episódio muito empolgante, está o de uma elfa da luz metamorfa de Nova Asgard que se passou por Megan Tee Stallion e tirou uma grana violenta de um ex-parceiro de trabalho de Jen, Dennis Bukowski. E enquanto era apresentada a esse caso, acontece a entrada de Wong. Ele ao lado de "She-Hulk" é um visual que incomoda, pois a nova heroína está em roupas largas, de tamanho gigante e com um andar bastante desengonçado. Muito estranho de se ver!

Enquanto o caso da elfa metamorfa, Runa que se transforma de modo similar ao de Loki, a senhora Walters defende a soltura de o Abominável, uma vez que ele está recuperado e tem à espera sete mulheres para amá-lo. Num bar, com a amiga, chega Pug (Josh Segarra) e Walters vira para a câmera e fala: "conectando a história A e B. Legal!"

De fato, "She-Hulk" pode não ter o melhor CGI para a protagonista, mas não só garante várias participações, como conecta diversas histórias das já apresentadas, seja de "Homem Aranha: Sem Volta Para casa" ou "Thor: Ragnarok", por exemplo. Sim! Aos fãs mais observadores diversas informações extras são apresentadas a cada episódio. E as cenas pós-créditos desse episódio estão imperdíveis com a participação de Megan Tee Stallion! Vale a pena conferir todos os minutos de "The people vs. Emil Blonsky", sim!


Seriado: She Hulk: Attorney at Law, Mulher Hulk: Defensora dos Heróis

Episódio: 3, "The People vs. Emil Blonsky"

Elenco: Tatiana Maslany, Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Mark Ruffalo, Josh Segarra, Jon Bass, Renée Elise Goldsberry, Tim Roth, Benedict Wong, Charlie Cox

Exibido em 1 de setembro de 2022


*Editora do portal cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm


Leia + sobre os episódios de "She-Hulk", "Mulher-Hulk"

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

.: "Mulher-Hulk: Defensora de Heróis" e as heroínas da vida real

O elenco ainda é formado por Charlie Cox, de volta como "Demolidor" para a alegria do público; Jameela Jamil, a grande antagonista da série, que ficou famosa com seu papel em “The Good Place” (2016); Benedict Wong, como o Feiticeiro Wong; Tim Roth, o Abominação; entre outros bons nomes como Ginger Gonzaga, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra.

Enredo

A trama traz o conflito de Walters, que renega suas novas habilidades – distribuídas em mais de dois metros de altura, coberta por uma pele verde e músculos não conquistados na academia –, tendo que aprender a controlar intensos poderes, conviver com a visibilidade inesperada e enfrentar alguns vilões por aí. “Ela realmente é a antítese da maioria das narrativas de super-heróis”, disse a atriz recentemente à Revista Empire. A personagem não tem o menor interesse em ser uma super-heroína e esse dilema, mesclado com questões do dia a dia dos ‘meros mortais’, rendem uma linguagem cômica para a série, ainda mais pelo fato de o público poder contar com a quebra da quarta parede, que adiciona pitadas bem engraçadas ao enredo."

Durante entrevista ao programa de TV norte-americano “Good Morning America”, Tatiana fez um paralelo entre Walters e Elle Woods, do filme “Legalmente Loira” (2001). “É uma comédia com muitos pedaços de vida real que não costumamos ver em programas de super-heróis, como ela ajudando o pai a mover móveis pesados dentro de casa”, contou ela, que também vive nas telas o desafio de equilibrar tantas funções, entre elas as mais comuns como ser reconhecida profissionalmente e ter um relacionamento saudável, o checklist perfeito para uma mulher forte e independente como ela.

Mulheres na produção

Tirando o uniforme de super-heroína, que faz com que a história configure uma ficção, por trás das câmeras essa narrativa se repete. Elenco e equipe de produção contam com nomes importantes e um time feminino de muita qualidade e vigor. Não só pela protagonista, a canadense Tatiana Maslany - filha de um marceneiro e uma tradutora, que começou a dançar aos quatro anos e hoje exibe uma lista numerosa de trabalhos, personagens, estilos de interpretação, indicações e prêmios, como o Emmy® Awards, em 2016 - mas também outros nomes, como a roteirista principal, Jessica Gao. Ela foi a criadora do episódio favorito dos fãs do desenho cult “Rick and Morty”, o ’Pickle Rick’, que também lhe rendeu um Emmy®. A americana iniciou a carreira com programas infantis e seguiu na televisão. Já a dupla Kat Coiro e Anu Valia se divide na direção e também soma uma filmografia de peso. Não à toa os espectadores estão contando os dias para a estreia de Mulher-Hulk, a atração está cercada por mulheres extremamente admiráveis, dentro e fora dos sets.



Mulheres-Hulk da vida real

Por aqui, em terras brasileiras, há também bons exemplos de Mulheres-Hulk em versões mais cotidianas, mas não menos louváveis. É o caso das advogadas, produtoras de conteúdo e influenciadoras digitais Gabriela Prioli, Carol Novaes e Bia Napolitano. Juntas, elas somam milhões de seguidores e transitam em territórios importantes e delicados, como política, educação, empoderamento social, moda, beleza e lifestyle.

No ar com o programa “À Prioli”, na CNN, a advogada mestra em Direito Penal, professora universitária, colunista, comentarista política, ativista, grande influenciadora, entre outros atributos, Gabriela tem fãs ávidos por suas explanações didáticas a favor da conscientização da sociedade. Por vezes ela já usou suas pautas para tratar de temas em defesa da mulher e das minorias.

Carol Novaes, presidente da Comissão de Igualdade Racial, ficou conhecida após participar de um reality show. Hoje ela também conta um perfil robusto nas redes sociais. “Sem dúvidas me sinto, sim, uma heroína. Não só por ser mulher, porque na verdade todas somos heroínas pelo peso que carregamos em uma sociedade um tanto quanto machista, mas também por poder ajudar outras mulheres injustiçadas com a minha profissão”.

Formada e pós-graduada em Direito, Bia Napolitano ingressou na área pelo seu aflorado senso de justiça, mas com o tempo, entendeu que aquele universo não lhe satisfazia mais. Resolveu deixar a carreira de advogada após viralizar com um vídeo de uma viagem com o marido. Foi assim que descobriu seu lado comunicadora e agora aposta no humor, com a divulgação de conteúdos leves e divertidos. 

Hoje, eu me sinto uma heroína. Eu me sinto corajosa por ter deixado para trás uma carreira sólida, que muitos entendem como ‘tradicional’ e mergulhado num sonho que eu ainda não sabia se tornaria realidade. Que bom que tive esse momento heroico, esse momento que eu lutei por mim, pela minha felicidade. Que bom que não me mantive na inércia... Logo eu, que sempre gostei de garantias... Que bom que eu lutei por mim!”, analisou Bia, completando o raciocínio com o desejo de que essa realidade se estendesse e ampliasse horizontes. 

“Entendo que todas as mulheres deveriam ter a mesma oportunidade de se entregar ao mercado de trabalho naquilo que amam e serem reconhecidas de forma igual, sem os preconceitos que existem em volta da maternidade e trabalho, sobre o mito de que cabe à mulher a maior parte do cuidado com o filho, que mulher não consegue equilibrar todas as suas incumbências. Já demonstramos diversas vezes que conseguimos e somos capazes de equilibrar de forma heroica todas as nossas tarefas e que lugar de mulher é exatamente onde ela quiser estar! Sou muito feliz em ser mulher e poder falar isso!”.

Esses são apenas três exemplos, mas grandes modelos de como é possível transformar suas vidas e a das pessoas ao redor para melhor, com conhecimento, atitude, coragem e cuidado. Não seriam esses ingredientes para uma receita digna de super-heroína?

“Mulher-Hulk, Defensora de Heróis” estreou exclusivamente no Disney+ em 18 de agosto.


Trailer


Leia + sobre os episódios de "She-Hulk", "Mulher-Hulk"


domingo, 28 de agosto de 2022

.: 1x2: "She-Hulk" insere Abominável em "Superhuman Law"

Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em agosto de 2022


O segundo episódio da série "She-Hulk", em 20 minutos -sem introdução, resumo e créditos finais-, consegue desenvolver melhor a trama do que no piloto, em que tudo ocorreu de modo apressado. Em "Superhuman Law", Jennifer Walters (Tatiana Maslany) vê a carreira na área de direito ser ameaçada. Na verdade, ela é sumariamente demitida com a justificativa de que ao salvar as pessoas na corte, durante o ataque de Titânia (Jameela Jamil, de "The Good Place"), chamou atenção para si e prejudicou o andamento do caso que defendia.

No entanto, como nada de ruim acontece sozinho, Jen é chamada para um jantar em família. E a fala de um primo sem noção piora mais a forma que Jen enxerga a atual situação de vida profissional. A "Mulher-Hulk", chega até a questionar os anos de estudo e dedicação, mas o apoio do pai serve como uma injeçãozinha de ânimo. O chororô acaba quando, tenta afogar as mágos num bar e a senhorita Walters é abordada pelo cabeça da empresa de advogados rivais do caso em que trabalhava.

Antes de iniciar no emprego dos sonhos, chegar até a grande sala com janelas para todos os lados em que irá trabalhar, a advogada é designada a um departamento e recebe a informação de que será necessário vir trabalhar na forma de "She-Hulk. Imposição interessante, não é?! Afinal, é ofertado um excelente cargo a uma mulher mediante a um determinado abuso -o que acaba sendo normalizado. Eis o mundo dos heróis inspirado no real.

Ao ser chamada na sala do chefe recebe um desafio que envolve o primo Bruce Banner (Mark Ruffalo) , o Hulk: a advogada deverá defender o Emil Blonsky, o Abominável (Tim Roth). Surge a dúvida cruel: é aceitar tal afronta ou perder o cargo que tanto desejou. Para tanto, uma ligaçãozinha coloca o Hulk de novo em "She-Hulk", que provavelmente não deve aparecer nos próximos episódios, já que ele está dentro de uma nave no espaço.

"She-Hulk" empolga não somente por permitir que as situações aconteçam de modo mais orgâncio, mas por trazer mais um grande e importante vilão com grandes chances de colocar o Hulk inteligente no chinelo. No entanto, talvez ele seja a "cura" que provocará o nível de raiva adequado no verdão a ponto de fazê-lo perder a inteligência. "Mulher-Hulk" está ficando muito interessante para o MCU, sim!


Seriado: She Hulk: Attorney at Law, Mulher Hulk: Defensora dos Heróis

Episódio: 2, "Superhuman Law"

Elenco: Tatiana Maslany, Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Mark Ruffalo, Josh Segarra, Jon Bass, Renée Elise Goldsberry, Tim Roth, Benedict Wong, Charlie Cox

Exibido em 25 de agosto de 2022


*Editora do portal cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm


Leia + sobre os episódios de "She-Hulk", "Mulher-Hulk"


sábado, 20 de agosto de 2022

.: 1x1: She-Hulk, "A Normal Amount of Rage" é apresentação apressada


Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em agosto de 2022


Não há como negar que o verdão interpretado pelo ator Lou Ferrigno, no seriado "O Incrível Hulk", espalhou medo com seus surtos de irritação ao fazer o doutor David Banner (Bill Bixby) crescer, mudar de cor e partir para a pancadaria com o peito desnudo. O tempo passou, o monstro incontrolável ganhou filmes solos -que foram bastante criticados, "Hulk" (2003) e "O Incrível Hulk" (2008)-, atuou ao lado de "Os Vingadores" e em 2022 chega ao Disney Plus no seriado da prima, a "She-Hulk", em português "Mulher-Hulk" (Tatiana Maslany).

Antes de começar o primeiro episódio, intitulado "A Normal Amount of Rage" (Uma Quantidade Normal de Raiva), ouve-se a música-tema da Marvel, sem acelerar como feito na série de curtas animados "I´m Groot" e constata-se a inserção da Poderosa Thor"Ms. Marvel" na marca. Em tempo, o letreiro do Universo Cinematográfico Marvel nunca esteve tão feminino como agora. Sim! Há ainda a Viúva-Negra, Capitã Marvel, Gamora, Okoye e mais.

"She-Hulk", que na primeira aparição da advogada Jennifer Walters (Tatiana Maslany), após lançar a pergunta "qual é a responsabilidade de quem está no poder?", conquista um grande caso, mas volta para a salinha de escritório para falar com quem está do outro lado da tela. Sim! Em "She-Hulk" há o uso da interação com o público. Assim, Jen volta alguns meses quando ela fazia uma viagem com o primo Bruce Banner (Mark Ruffalo) que trabalha há tempos na cura de seu braço -perdido em confronto no longa "Os Vingadores: Ultimato"

Aliás, é justamente por conta de uma falha nesse "curativo" que tudo muda na vida de Jen que passa a ficar verdona quando irritada. E não é que a transformação chega a ser instantânea?! É justamente nesse ponto que o artificial ganha bastante a tela com "Mulher-Hulk". Mesmo após a chuva de críticas dos fãs, a heróina não ficou perfeita visualmente. Volta e meia deixa a sensação do quanto tudo ali se trata de computação gráfica. Todavia, quem disse que existe algum Hulk, não é mesmo?! É uma história de heróis somente!

Bruce, então, passa a estudar a prima, a ajuda lidar com os poderes e, o principal, a controlá-los. Ela é uma boa aluna e aprende tudo rápido e sempre inserindo algumas piadinhas. Entre elas está o assunto: virgindade do Capitão América. No entanto, uma hora ela se cansa de viver numa cabana no México e parte para seguir na carreira advogada. Ao levar o público de volta ao início do episódio, enquanto está atuando, ou melhor, iniciando o argumento, assusta-se -assim como todos os presentes- ao brotar ali a grande vilã da prima de Banner: Titânia (Jameela Jamil, de "The Good Place"). 

O episódio com somente 30 minutos de trama, excluindo os créditos acontece de modo bastante apressado, incluindo a contaminação e o imediato efeito no organismo de Jen, o treinamento da heroína e, claro, a forma precisa que nocauteia tão poderosa rival no primeiro embate. Contudo, é extremamente satisfatório ter a história de mais uma mulher poderosa, assim como vem acontecendo, incluindo as recentes produção de "Ms. Marvel" e inserindo a Poderosa Thor no longa "Thor: Amor e Trovão". Vale lembrar que há cena pós-créditos com uma revelação!

Seriado: She Hulk: Attorney at Law, Mulher Hulk: Defensora dos Heróis

Episódio: "A Normal Amount of Rage"

Elenco: Tatiana Maslany, Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Mark Ruffalo, Josh Segarra, Jon Bass, Renée Elise Goldsberry, Tim Roth, Benedict Wong, Charlie Cox

Exibido em 18 de agosto de 2022


*Editora do portal cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm


Leia + sobre os episódios de "She-Hulk", "Mulher-Hulk"


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