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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

.: Entrevista com Nuno Mindelis, um simpático músico ranzinza


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação

Ele se autodenomina um músico ranzinza. Mas está muito longe de ser algo parecido. Angolano radicado no Brasil há anos, Nuno Mindelis desenvolve uma carreira sólida como músico ligado principalmente ao blues, muito embora sua formação musical eclética inclua os medalhões da Gravadora Stax Records e os ícones do hard rock dos anos 60 e 70. E claro, alguns elementos de nossa música popular brasileira. Mindelis conseguiu a proeza de gravar discos com a icônica banda de apoio de um de seus ídolos (Steve Ray Vaughan), a Double Trouble. E chegou a ter seu talento reconhecido com destaque em publicações no Exterior. Em entrevista para o portal Resenhando.com, ele conta um pouco sobre sua trajetória na música e seus planos para o futuro. “O blues precisa ser reinventado, assim como toda forma de arte”.

Resenhando.com - Você é reconhecido como um dos nomes mais marcantes do Blues. Mas sua formação é mais eclética, abrangendo inclusive a soul music da gravadora Stax Records, Fale sobre suas principais influências musicais.
Nuno Mindelis - Antes, quero agradecer pela oportunidade da entrevista. Ouvi absolutamente tudo que se fez em música desde pelo menos os cinco anos, é quando me lembro de mim, até aos 17, em 1975, quando fui exilado de guerra, partindo para o Canadá e depois para o Brasil. Na época, perdi tudo e precisei de mais de década para me recompor, recomeçar. Nesse período, ouvi sempre muita coisa, mas já com outros ouvidos. Não gostava de nada do final dos anos 70: disco, punk etc, e nem dos anos 80. Mas, com o tempo, passei a gostar de algumas coisas. Quando era muito pequeno, ouvia muita música erudita, meus pais ouviam muito, todas as sinfonias de Beethoven, Wagner, Tannhäuser, considero o coro dos peregrinos espetacular, e outros. Lá pelos seis anos ouvi The Shadows e Beatles e ali a coisa mudou de figura. Aquelas guitarras eletrizantes me reviraram as moléculas corpo e do cérebro. Logo depois, aos nove anos, tive a sorte de um cara mais velho me mostrar Otis Redding e era tão criança que me lembro de ter que decifrar aquela massa sonora mais densa. Mas havia algo importante na época: respeito pelos mais velhos. Se alguém mais velho me aconselhava algo, era porque era  para ser decifrado mesmo, nunca desistiria. Conheci tudo de Otis, da gravadora Stax, Booker T & The Mgs é a minha banda de cabeceira. Não gosto do clichê mas encaixa perfeitamente: as primeiras audições da música de Otis Redding eram como o primeiro sexo, pode doer mas você quer mais. Otis, Stax, Booker T & The MGs e todo o cast viraram meu templo. Costumo dizer que a minha vida mudou várias vezes, essa foi a terceira. A primeira, a descoberta da música, a música clássica e canção francesa: Gilbert Bécaud, George Brassens etc, que meu pai ouvia bem. A segunda: Beatles e Shadows e depois veio a, na época, chamada música progressiva: Steppenwolf, Grand Funk Railroad, Led Zeppelin, Deep Purple, The Doors, Pink Floyd etc., todos aqueles derivados do Blues, do Soul, do Country, Folk, Celta, depois o Woodstock que foi algo transcendental. Aos 11, ouvi Big Bill Broonzy e isso levou a ouvir todo o Blues produzido antes e depois no planeta, seja acústico, elétrico etc. O acesso a discos era tão fluido em Luanda como em Londres, vinha direto da fonte e rápido. Eu tinha cerca de 2000 LPs aos 17 anos, edições originais, fora as centenas de singles. Perdi tudo quando me exilei.

Resenhando.com - Em seu canal no YouTube há vários vídeos onde você comenta sobre determinados músicos ou outros assuntos ligados a música. Como foi que surgiu essa ideia?
Nuno Mindelis - Comecei a fazer videos do tipo zoando, ironia sutis, série tipo crimes e castigos. Se você for flagrado tocando Blues como amplificador transistorizado. Pena: dois anos de reclusão + escutar Kenny G e Galvão Bueno por duas horas seguidas com fones irremovíveis. Esse tipo de coisa. Na verdade nos anos 80 eu tinha inventado essa série, quase sem querer, numa revista de música, Cover Guitarra, a convite do editor que era o Regis Tadeu. A turma lembrava disso até hoje, acredita? Viviam me relembrando disso. Então resgatei, meio sem querer, de novo. A galera pirou com esses videos, são tipo shorts, ainda estão no canal, depois passei para videos mais longos ficaram um pouco mais sérios e tal, e um dia perfilei um guitarrista e percebi que a galera engajou um monte, então continuei perfilando guitarristas. Quando acabarem todos os guitarristas da Terra farei parte 2 ou passarei a outra coisa qualquer. Ou já terei morrido (risos).

Resenhando.com - Na sua opinião, o blues pode ser reinventado ou deve permanecer na forma tradicional?
Nuno Mindelis - Deve ser reinventado, como toda a forma de arte, mas não porque seja uma obrigação técnica ou moral ou algo assim. É o próprio artista que normalmente é, ou deveria ser, irrequieto, que sente que precisa desconstruir. Como Miles Davis, o tradicional foi a grande escola dele mas depois ele foi lá e derreteu tudo. Hendrix idem. Picasso, Van Gogh etc. O que me parece é que há 60 anos ninguém, exceto talvez Jeff Beck e um ou outro mais, teve esse ímpeto. Jovens americanos, e não só,  nascem por estes dias e continuam fazendo o que se fazia há 60 anos. É certo que é fundamental que se conheçam muito bem as regras e isso requer ouvir muito e aprender bem todo o tradicional mas é muito importante que se as quebrem depois de bem sabidas. Como dizia Zappa, "Without deviation from the norm progress is not possible" ("Sem desvios da norma, o progresso não é possível"). Vejo um monte de artistas de Blues que conhecem as regras como ninguém e não saem daquilo. 

Resenhando.com - Você gravou dois discos com os músicos da mítica banda Double Trouble, que acompanhou Steve Ray Vaughan. Fale sobre essa experiência.
Nuno Mindelis - Ajustei com um produtor de Austin, no Texas (Eddie) para fazer um disco para a gravadora Antone’s. Ele tinha ouvido um disco meu e gostado muito. Antone’s é um selo e casa noturna altamente cult, gente como Buddy Guy, Muddy Waters e outros frequentaram e gravaram por ali. Ele me pediu uma fita demo para ter ideia do que eu pensava para o disco novo. Para saber que músicos chamar, se mais  blues negro ou mais rock branco, essas coisas. Entrei no estúdio e gravei baixo, guitarra bateria e piano e mandei para ele o rascunho. Ele tocava aquilo na gravadora durante o dia, no sistema de som geral ,todo o mundo ouvia. Tommy Shannon entrou ali por alguma razão (pegar um cachê ou algo assim) e perguntou o que era. Ele explicou: “é um brasileiro que eu vou produzir, o Nuno etc." e ali o Eddie, falando sério fingindo ser brincando, sabe como é, para não parecer ousadia, perguntou: “quer participar?”. E o Tommy disse: “sim, gostaria”. Ele me ligou exultante, "Hey Beast", tinha saído artigo de capa da Revista Austin Blues “The Southamerican Beast Whos Coming To Your Town, "você não vai acreditar, Tommy vai gravar uma música no seu disco. E obviamente Chris também". Depois gravaram o disco todo. "Texas Bound" gravamos em 95, saiu em 96. Depois, gravei outro em 1999, "Blues On The Outside", saiu acho que já em 2000.


Resenhando.com - Como você avalia o blues na atualidade?
Nuno Mindelis - 
Na real, nem avalio mais. Quase não ouço. É tudo muito igual. E grandes revolucionários como Little Walter, John Lee Hooker, Skip James etc. são cada vez mais raros. Não é saudosismo, havia de fato algo que transcendia ali. Hoje parece meio fabricado em série, especialmente do lado branco. Atenção: não me refiro à habilidade, o pessoal detona pra caramba, são artistas altamente proficientes e habilidosos, músicos de quilate. Mas não saem daquilo, me refiro ao conceito, às suas obras. Qual será o legado? Haverá?

Resenhando.com - Você pretende lançar um novo disco?
Nuno Mindelis - Há duas direções aqui. Do ponto de vista prático, preciso lançar algo mais rapidamente porque os números das plataformas caíram um pouco. Spotify e afins são como redes sociais, se parar de mexer caem os números, acredite. E eu parei de lançar coisa por um tempo. Entre 2022 e 2025 anunciei uma série “um single por mês” (acabou sendo um a cada dois ou três meses na real. Em 2025, só gravei mas não lancei. Então vou ver se lanço uma coletânea com isso tudo mais os inéditos de 2025. Serão cerca de 12 ou 13 faixas até onde vasculhei. Penso em criar algo físico, cassete ou pendrive. Esse negócio de não ser dono do produto não funciona. Nas plataformas, você não é dono de nada, o pessoal que curte quer algo para chamar de seu. LP não penso, porque é caríssimo no Brasil, absurdo, extorsivo. A segunda direção é um trabalho novo que desconstrua o que fiz até agora. Enquanto soar previsível, para mim mesmo, pelo menos, não farei nada. Estou atrás dessa inspiração e desse laboratório mas os videos do Youtube me tomam muito tempo e energia. Mas está na pauta, só preciso conseguir tempo e alguma inspiração. Também gostaria de trabalhar com alguém de nova geração com afinidade com produções eletrônicas mas parece que essa turma foge. No meu tempo, era ao contrário, idolatrávamos os pioneiros e faríamos de tudo para poder colaborar com eles. Vide U2 com BB King, Santana e o álbum "Supernatural", etc. 

Resenhando.com - Como está o plano para shows ao vivo?
Nuno Mindelis - Vou fazer um em Florianópolis e soube que está “sold out” (com ingressos esgotados). Em 2026, não sei bem o que será, uma turnê média em Minas é certeza. Apresentações no Blue Note e no Bourbon Street em São Paulo podem acontecer. 

Vídeo sobre Steve Ray Vaughan

 
"I Know What You Want"

"Stormy Minded Man"

sábado, 24 de dezembro de 2022

.: 1x2: Wednesday é um "desgosto solitário" -ou mais ou menos

Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em dezembro de 2022


O suspense dita o ritmo no segundo episódio de "Wandinha/Wednesday", intitulado de "Desgosto solitário" que faz diversas referências ao mestre da literatura dos contos macabros e de mistério, Edgar Allan Poe, incluindo uma Copa estudantil batizada com o sobrenome dele. Além de sobrar tempo para contemplar Sartre com a citação incrível de que "o inferno são os outros". De fato, após tais nomes consagrados, ao fim, Wandinha e o público chegam numa biblioteca secreta. 

Contudo, aos fãs do seriado "Supernatural", diante do mistério de quando o morto do episódio anterior volta a aparecer vivo e ainda trocando de "persona", rapidamente pode identificá-lo como um metamorfo. Em cena, a professora Marilyn Thornhill (Christina Ricci) faz pairar a dúvida de que se ela é amiga ou inimiga de Wandinha (Jenna Ortega). Contudo, dá um conselho sobre o dom que a Addams carrega: "a habilidade de nunca deixar os outros definirem você". Sem contar o quão agradável é ver em cena a atual e a Wandinha dos filmes dos anos 90.

É aqui que o duelo entre Bianca (Joy Sunday) e Wandinha fica em evidência para todos de "Nunca Mais", pois em aula, quando tentam mostrar conhecimento sobre flores, aproveitam para trocar farpas. De fato, as ofensas tornam-se pessoais. No entanto, Bianca revela não ter somente Wandinha como alvo, mas também a lobinha Enid Sinclair (Emma Myers). O que incomoda Bianca em Wandinha?! "Ela se acha melhor do que todo mundo". O que, quando tem chance, na cara, Wandinha cutuca de volta para constar que ela somente se acha melhor do que Bianca.

Na disputa da Copa Poe, que tinha tudo para ser roubada mais uma vez pelos Dourados, time das sereias, Wandinha, estando no grupo Gato Preto, consegue uma ajuda especial de Mãozinha que entra em ação na hora certa e muda o desfecho do evento escolar. Apesar do mistério do morto que torna a aparecer vivo e a Copa dos alunos, Wandinha tenta mostrar, principalmente para a diretora de "Nunca Mais" o quão diferente é de Mortícia. Todavia, recebe a dica de que ela e a mãe "talvez sejam mais parecidas do que acha"

Em tempo, o encontro de duas Wandinhas de eras diferentes, lança para a protagonista a provocação de que "você é a chave" e coloca um circo de pulgas atrás das orelhas do público. Assim, é ao estalar os dedos, por duas vezes, que Wandinha abre todo um universo para seguir com a investigação que vem trabalhando -ou quase isso. Bora assistir o terceiro episódio!

Seriado: Wandinha/Wednesday
Temporada: 1
Episódio: 2, "Desgosto solitário" 
Exibição: 23 de novembro de 2022
Emissora original: Netflix
Criadores: Miles Millar, Alfred Gough
Diretor: Tim Burton
Elenco: 
Jenna Ortega (Wednesday Addams), Christina Ricci (Marilyn Thornhill), Catherine Zeta-Jones  (Mortícia Addams, Luis Guzmán (Gomez Addams), Gwendoline Christie (Larissa Weems), Emma Myers (Enid Sinclair), Isaac Ordonez (Pugsley Addams), George Burcea (Lurch), Thora Birch (Fred), Armisen (Tio Fester Addams),  Hunter Doohan (Tyler Galpin), Georgie Farmer (Ajax Petropolus), Bianca Barclay (Joy Sunday)

*Editora do site cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm


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terça-feira, 2 de novembro de 2021

.: 5x6: "9-1-1" traz história mirabolante com "Ghost Stories"

 


Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em novembro de 2021

O sexto episódio, da quinta temporada de "9-1-1", após uma semana de hiatus, leva o público até uma prisão americana. Para ambientar melhor a trama, um guarda chega para um dia de trabalho e vai passando por vários parceiros. Ele será responsável por abrir a porta da cela de um prisioneiro para o banho de Sol. E, os fãs de "Supernatural" sacam na hora de quem se trata, o ator intérprete de "Lúcifer" (Mark Pellegrino). Aqui ele é Mitchel. Logo, uma confusão começa, assim como fogo e caos instaurados ali. Esse é o início de "Ghost Stories"!

A equipe do 118 é convocada para controlar o fogo. Prisioneiros tentam fugir, até que dois deles colocam um plano em ação. Sequência de fazer grudar os olhos na tela uma vez que há feridos em resgate também. Sim! Contudo, uma surpresa desagradável, uma dupla de prisioneiros está no caminhão dos bombeiros com Buck (Oliver Stark) e Eddie (Ryan Guzman). 

Enquanto Buck está sob a mira de uma arma, uma rápida volta ao passado para detalhar exatamente como que os dois prisioneiros conseguiram pegar as roupas e armas dos guardas. Ainda na prisão, Bobby Nash (Peter Krause), fica alerta sobre o perigo que todos ali correm, uma vez que para os prisioneiros não existe segurança máxima suficiente. Uma verdade! 

Longe, Athena (Angela Basset) busca informações sobre Mitchel e puxa todo o histórico de crimes dele, até que esbarra num nome importante e que envolve um dos prisioneiros fugitivos: Savannah Richards. Trancafiados numa sala com o médico da prisão, parte da equipe 118 segue atendendo uma das vítimas dos fugitivos, um dos guardas que foram agredidos pelos criminosos que tentam colocar o plano em prática.

Com o carro de resgate, Mitchel e seu parceiro de fuga, chegam ao hospital tendo ao lado Buck e Eddie. Enquanto Mitchel permanece no veículo com Eddie, Buck leva uma vítima para atendimento tendo o outro criminoso junto a ele. O lugar está totalmente vazio, o que faz Buck desconfiar, mas tudo  acontece muito rápido, pois policiais partem para cima dos dois. Sim! Buck chega a ser algemando.

Eis que o verdadeiro deseja de Mitchel de ir ao hospital é detalhado nos pormenores: ele quer doar o coração ao filho, Nolan, que espera por um há mais de um ano. Não é que o criminoso de lista extensa tem bom coração?! Enquanto Bob busca pelo armário com cilindros de gás, Hen permanece na sala com o médico da prisão que está com uma das mãos machucadas. Resultado: é Hen quem faz um procedimento na vítima sendo guiada pelo médico. Modesta, Hen recebe os parabéns como sendo uma doutora, mas logo responde a ele que ainda não é. Eis que no fim desse episódio temos mais informações sobre isso.

Por meio do sistema de tubulação da prisão, o gás é espalhado deixando os prisioneiros inconscientes -e até alegrinhos. E toda a história de Mitchel ganha mais informações. Ele quer ser morto pelo Estado para poder doar o coração ao filho. "Preso" no veículo dos bombeiros com ele, Eddie tenta negociar com o pai desesperado e ponto de convencê-lo que irá buscar um coração para o filho dele. Em tempo, durante a conversa, Mitchel diz "Family Bussiness"?! É uma fala tão de "Supernatural". Sensacional!

Uma nova sequência de fazer cair o queixo acontece. Eddie desce do carro de resgate, seguido por Mitchel. Por um momento, Mitchel ergue a arma e parece que irá atirar em Eddie, mas na sequência entendemos o que, de fato, aconteceu. Eddie dá o melhor para manter o coração de Mitchel funcionando. Assim, o plano final de Mitchel é concretizado. 

Buck, ferido no rosto, volta para casa e reeencontra a namorada. Ela que é jornalista, quer mais detalhes sobre o ocorrido, uma vez que ele esteve envolvido numa história policial e tanto. Abraços mostram que ter a oportunidade de estar mais uma vez com quem se ama é uma grande chance da vida. Para tanto, Eddie vai até o filho e faz o episódio terminar com uma cena bem fofa. Que venha o episódio "Cell Block 9-1-1", por favor!!


Seriado: 9-1-1
Temporada: 5
Episódio: 6 
Exibição: 1 de novembro de 2021
Emissora original: Fox Broadcasting Company
Criadores: Ryan Murphy, Brad Falchuk, Tim Minear
Produtores executivos: Ryan Murphy, Brad Falchuk, Tim Minear, Alexis Martin Woodall, Bradley Buecker
Elenco: 
Angela Bassett (Athena Grant), Peter Krause (Bobby Nash), Jennifer Love Hewitt (Maddie Buckley), Oliver Stark (Evan "Buck" Buckley), Aisha Hinds (Henrietta "Hen" Wilson), Kenneth Choi (Howie "Chimney" Han), Noah Bean (Jeffrey Hudson) Marcanthonee Reis (Harry Grant), Ryan Guzman, Rockmond Dunbar.

*Editora do site cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm


quinta-feira, 30 de setembro de 2021

.: 10x7: "American Horror Story: Double Feature" no "Death Valley"


Por: Mary Ellen Farias dos Santos 

Em setembro de 2021


O primeiro episódio da segunda parte da série American Horror Story: Double Feature, intitulada de "Death Valley", mas sétimo da décima temporada, batizado de "Take Me To Your Leader" começa ao som de "That´s Amore" tocando numa vitrola. A mãe musical não se dá conta de que um redemoinho de areia se aproxima enquanto que seu filho brinca fora de casa. O garoto some, ela volta para casa fechando a porta até que o telefone toca e é alertada pela criança para não temer. Assim temos mãe ao teto, mas não fica em chamas como em "Supernatural", ela apenas flutua e com olhos esbranquiçados comete um crime.



Em tempo, na abertura quando surgem os letreiros de Sarah Paulson como produtora executiva, a própria está em cena na pele da esposa do presidente, é Mamie Eisenhower e mais uma vez, a camaleoa esbanja talento -ainda que numa micro cena-, parecendo ser até uma senhora -visualmente e pelo modo de falar-, bem diferente da Tuberculosis Karen da primeira parte da décima temporada de AHS ou de Linda Tripp de "American Crime Story: Impeachment". 



Em 1954, na California, um jogo de golfe entre amigos e o presidente Dwight 'Ike' Eisenhower (Neal McDonough) é interrompido. Enquanto acompanha as buscas pelo ocorrido no lugar amplo, uma nova descoberta. Amelia Earhart (Lily Rabe) que traz revelações para a trama. Tendo marcas no corpo, alega terem sido provenientes de agulhas, pois, queriam o sangue dela e também injetavam coisas nela. A verdade é que ela estava sumida há 20 anos.


Enquanto não decidem se irão envolver ou não o FBI, um extraterrestre é analisado numa mesa cirúrgica, mas cabeças explodem para vários lados -ao menos as cenas são em preto e branco. Uma ameaça surge no estilo lenda da menina do corredor, mas em roupas branquinhas e sem muito interesse de negociar, mesmo conversando com o 34º presidente dos E.U.A.


Em cores, num bar jovens se encontram. Como não lembrar do episódio natalino "The Naughty List", que estrelou o episódio "Bro House" da série spin-off de AHS, "American Horror Stories"? Até a filha da Cindy Crawford, Kaia Gerber, que estrelou os episódios na Murder House em "American Horror Stories" está de volta e é a jovem Kendal. Num barzinho elegante, as conversas dos amigos pendem para a sexualidade e brota uma ceninha picante. Algo bem estilo Ryan Murphy.



Contudo, toda a apresentação dos jovens é feita para que aconteça um dia entre amigos no deserto. Tal qual um filme juvenil, os quatro amigos preparam o acampamento e até se divertem, mas perceberem estar em perigo e se mandam do local. Mesmo dentro do carro que para de funcionar, o inesperado acontece. Assim os jovens modernos e tecnológicos começam a falar de abdução. Apesar do ataque, todos os quatro sobrevivem, embora todos tenham ficado grávidos.


Ainda que "Death Valley" tenha uma abertura própria, não há como dizer com todas as letras que o episódio empolga para assistir a sequência. Para quem acompanhou a décima temporada até aqui, o que são mais três episódios, não é?! 


Seriado: American Horror Story
Temporada: 10
Episódio 7: 
"Take Me To Your Leader" "(Leve-me ao Seu Líder)"
Exibido em: 29 de setembro de 2021, EUA.
Elenco: Sarah Paulson (Mamie Eisenhower), Neal McDonough (Dwight 'Ike' Eisenhower), Kaia Gerber (Kendall), Lily Rabe (Amelia Earhart), Rebecca Dayan (Maria), Leslie Grossman (Dra. Calico), Cody Fern (Valiant Thor), Nico Greetham, Rachel Hilson, Angelica Ross, Isaac Powell, Craig Sheffer (Richard Nixon), Alisha Soper (Marilyn Monroe), Mike Vogel (John F. Kennedy), John Sanders (Buzz Aldrin), Briana Lane


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter:@maryellenfsm





quarta-feira, 22 de setembro de 2021

.: Capítulo 8: "As Winsherburgs" em "Doce Fantasia"


Por: Mary Ellen Farias dos Santos

 

Com o carro parado, ao se dar conta de que atropelou alguém, Lolita, permaneceu sem se mover, em estado de choque, quando deixou escorrer uma lágrima pelo olho esquerdo. Samantha, decidida e prática, rapidamente abriu a porta do carro e correu até a mulher.

Aparentemente, a jovem que Lolita acertou com o carro não se feriu em nada, apenas deixou um dos calçados voar longe e nada falava. Enquanto uma e outra perguntavam se ela estava bem, as irmãs não pensaram muito e resolveram colocar a mulher no carro até o hospital Santa Clara. E no trajeto o silêncio fez o momento ser de total apreensão.

As gêmeas, nervosas, acabaram tropeçando nas palavras ao tentar explicar o que acontecera para a recepcionista. Quando Lolita foi apontar para a mulher, logo cutuca Samantha que também se vira, e é iniciada busca pela jovem atropelada, mas a mulher havia simplesmente desaparecido.

Seria impossível ter entrado direto para atendimento, uma vez que naquela noite o plantão estava tranquilo e a situação da quase paciente não era grave -aparentemente.

 

*  *  *

Ellen e Mary já tinham voltado para a casa dos Winsherburgs após passar a manhã no Colégio Santa Helena. Mary e Tarissa conversavam por chamada de vídeo longe da mãe, professora, que aproveitava o tempo de o arroz ficar pronto para o almoço entre mãe e filha, assim começou a separar o material que iria usar no dia seguinte de aula.

Folheou um livro em busca de rever o conteúdo a ser trabalhado e, com os estalos da geladeira ecoando pelo corredor, nem percebeu quando Mary chegou sorrateiramente atrás dela, ergueu o celular com a câmera filmando tudo, em alto e bom som e colocou para tocar a introdução de três segundos do clássico “I feel good”, na voz de James Brown.

Ao contrário do que esperava, Ellen não jogou algo para o alto ou gritou de susto como nos vários vídeos que rolam pelas redes sociais. A dona Winsherburg foi certeira. Com a mão fechada, deu um tapão na face de Mary, numa resposta rápida e impensada por qualquer um que quer se defender do perigo.

Com o coração acelerado, Ellen simplesmente perguntou o que fora aquilo. Mary permaneceu sem reação a ponto de nem ter voz suficiente para responder.

A filha se encheu de vergonha, primeiro pela audácia da brincadeira e depois por ter ficado com uma das bochechas mais vermelhas do que um morangão. Como resultado, somente colocou as mãos no rosto, pousando uma delas diretamente na área que estava quente igual ao sertão nordestino.

Definitivamente, Mary não esperava uma reação forte e precisa de Ellen. Na verdade, ficou arrasada com aquele tapão. Sem saber lidar com a situação, abaixou a cabeça e foi para o quarto, segurando firmemente a pedra misteriosa, quando alertou a mãe que iria usar o notebook enquanto a comida não ficava pronta.

O pior é que o arroz daquele almoço queimou.

Sete minutos depois, recomposta, Ellen arrumou a louça na mesa para o almoço com a filha, sem gritar, o que Bernardo achava muito feio. Então, para avisar Mary que estava tudo pronto, mandou uma mensagem pelo WhatsApp.

Melhor escolha.

A filha tinha começado a assistir o documentário “Mamãe morta e querida” que retrata o caso macabro entre mãe e filha, Gypsy Rose e Clauddine Blanchard. Mary havia assistido a série “The Act” e ficara estarrecida com a atitude macabra da jovem. Acreditava que iria diminuir a raiva que ficou de Gyspy e seu plano perverso. Sem contar que aquela história era 100% real.

Imagine se Ellen entrasse no quarto e entendesse tudo errado?! Afinal, Ellen era o tipo de mãe pra lá de dramática. Certamente chamaria o detetive Bira do canal Fatos Desconhecidos.

*  *  *

No dia seguinte, as gêmeas, numa pausa no trabalho, saboreavam umas delícias na Cafeteria Dollywood. Enquanto Samantha não parava de mastigar, Lolita pesquisava na internet. Como aquela mulher sumiu? Naquele momento, ela se sentiu igual a um personagem na série “Supernatural”, sendo que ela assumiu o papel do irmão mais novo, o Sam, enquanto que Samantha era perfeitamente o Dean.

Eis que Lolita encontra uma notinha jornalística a respeito de um atropelamento, de ontem, mas há quatro quadras de distância.

- Samantha, olha isso!

Distraída e mais envolvida com os lambiscos matinais, a irmã somente olhou, sem dar a mínima atenção. Estava interessada em se dedicar ao pecado da gula.

- Samantha! Presta atenção!, ralhou Lola com a irmã.

- A foto da câmera de segurança... Dá para ver que é a mulher do acidente comigo, mas não é no mesmo lugar!

Involuntariamente, Sam arregalou os olhos e deixou um donut que levaria a primeira mordida cair virado na mesa.

- Mana! Não é possível isso!!

Lolita sente um forte arrepio na espinha, mas é no olhar de Samantha que o medo maior é representado. Quem levava tudo na brincadeira simplesmente chorou ao se dar conta da situação:

- Será que era uma bruxa?! Por que assim, surge do nada, é atropelada, colocamos no nosso carro e daí evapora. Aliás, leu o livro “HEX”, de Thomas Olde Heuvelt?! Samantha se embanana toda para falar o sobrenome até que esbraveja um “Ah!”.

Lola fecha a cara e pede para a irmã levar a situação a sério.

- Você e a Mary só ficam assistindo essas séries cheias de coisas do outro mundo, com espiritinho. Mana, isso é realidade. Já não basta o som da agência funcionar quando desligado?! E até me chamou...

Samantha fica boquiaberta e logo retruca:

- Som ligando sozinho?! Ah, não! Ainda chamou você?! Isso aí não é série de terror, mas de “WandaVision”!

Irritada, Lola ameaça ir embora e fala:

- A vida não é fantasia!

*  *  *

Antes de se juntar à mãe para almoçar, Mary recebe mensagens no WhatsApp.

 

Olá, Mary!? Aqui é a Melinda! Podemos conversar?!

 

 

 

Feels like I'm dreaming, but I'm not sleeping

(sweet, sweet fantasy)

Fantasy

Sweet fantasy

You're my fantasy

Sweet fantasy

Sweet, sweet fantasy

 

Fantasy, Mariah Carey



*~~~~ Capítulo 9: "As Winsherburgs" em "Acenando Através de Uma Janela" ~~~~*


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm 


Assista em vídeo como história ilustrada




sexta-feira, 18 de junho de 2021

.: Resenha crítica: "Rogai Por Nós" contra os falsos profetas

Por: Mary Ellen Farias dos Santos


Em épocas ruins é fácil se apegar a algo para ajudar a superar problemas diversos. Geralmente, a ferramenta mais usada pelos sagazes para atrairem os corações humildes é a fé. Eis os lobos em pele de cordeiros. Tal qual a premissa de que quando Deus constrói uma igreja, o diabo constrói uma capela ao lado. Eis que "Rogai por nós", longa com produção de  Sam Raimi, Evan Spiliotopoulos e Rob Tapert, caminha justamente nesse tema delicado e entrega um terror religioso. 

Ainda nos primeiros minutos de filme, em 1845, num ritual macabro de condenação, uma mulher é aprisionada -com direito a correntes- em uma boneca. Remetendo aos julgamentos e condenações das Bruxas de Salém. Assim, é lançada a primeira provocação que pauta a trama de 99 minutos. Sim! Tudo estará conectado a esse primeiro minuto da película.


Nos tempos atuais, em Boston, Massachusetts, o jornalista freelancer Gerry Fen (Jeffrey Dean Morgan, John Winchester, da série "Supernatural"), marcado pela invenção de uma história que sujou, inclusive, o nome do jornal, tenta emplacar uma nova trama convincente. Para tanto, segue até Banfield, fundada em 1817, para encontrar o enredo que o ajudará a colocá-lo de volta ao topo do jornalismo.

Na cidadezinha de 2.688 habitantes, a história de mutilação de gado não é verdadeira, mas Gerry é atraído até uma árvore que preserva uma espécie de Rainha da Colheita -datada de 31 de fevereiro de 1845-, a narrativa passada de geração para geração é de que essa boneca trazia sorte para a safra. Como todo grande inventor de histórias, Gerry cria a narrativa de que pelo talismã quebrado, mutilações surgiram no gado da cidade.

Eis que ao partir da cidade, enquanto dirige, tempera mais e mais a história inventada, até que o amante da fama, Gerry, envolve-se em um acidente automobilístico, quase atropelando a jovem Alice (Cricket Brown), sobrinha do Padre Hagan (William Sadler). A moça que é deficiente auditiva fala na frente do forasteiro após adentrar a mata e se posicionar diante de uma árvore. É a partir desse momento em que todos os elementos apresentados conectam-se, além de costurar o duo bem e mal, nessa trama protagonizada por falsos profetas modernos.

"Rogai por nós", filme baseado no livro "Shrine", do falecido escritor britânico James Herbert -autor de obras que inspiraram outras adaptações cinematográficas como "Lembranças de uma Vida" e "Ilusões Perigosas"-, não deixa de garantir bons sustos enquanto faz refletir a respeito da carência de grande parte dos humanos que fatalmente "é sanada" ao seguir líderes que prometem a realização de desejos, mas que, na verdade, apenas fazem o que interessa a si. 

Aos fãs de filmes de terror, "Rogai por nós" é uma excelente opção pelo clima de suspense, as sequências da aparição para Gerry, além de trazer o ator Jeffrey Dean Morgan mais uma vez nas narrativas de medo. Entre os destaques está a novata Cricket Brown, a atriz passa uma verdade angelical a ponto de convencer, inclusive o público

No elenco ainda estão William Sadler (Homem de Ferro 3Presidente Ellis), Katie Aselton (Terror na Ilha, Abby), Cary Elwes (Stranger Things, Prefeito de Hawkins) e Diogo Morgado (Ouro Verde, José Maria Magalhães / Jorge Monforte). O longa navega na fé cristã, mas deixa claro que nem tudo o que parece ser, é. Vale super a pena assistir!


"Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores." Mateus 7:15. 


Filme: Rogai por nós, The Unholy, 2021

Duração: 99 minutos, aproximadamente

Classificação Indicativa: 14 anos

Direção e Roteiro: Evan Spiliotopoulos

Produção: Sam Raimi, Evan Spiliotopoulos, Rob Tapert

Produção Executiva: Romel Adam, Andrea Ajemian

Elenco: Jeffrey Dean Morgan (Gerald, Gerry), Cricket Brown (Alice), William Sadler, Katie Aselton, Cary Elwes, Diogo Morgado, Bates Wilder, Marina Mazepa, Christine Adams, Dustin Tucker


Plataformas digitais de Aluguel e Compra:

Apple TV (iTunes), Google Play e Microsoft Films &TV (Xbox)

Plataformas digitais exclusivamente para aluguel:

Looke, NOW, SKY e Vivo Play


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm


Trailer




quarta-feira, 7 de abril de 2021

.: Canal Photonovelas é catálogo virtual de Barbies e brinquedos em vídeos


Um catálogo virtual de Barbies e brinquedos em vídeos. O Canal no YouTube chamado Photonovelas, youtube.com/c/Photonovelas, em mais de 700 vídeos já apresentou detalhes de Barbies da linha Fashionistas, profissões e, inclusive, colecionáveis e similares, como por exemplo, a Poppy Parker. Contudo, há também vídeos de alguns bonecos Falcon, do antigo brinquedo Carga Pesada, de alguns Playmobil System e Funko Pop, como por exemplo, dos irmãos Winchester, Sam e Dean, da série "Supernatural".

"Filmo a minha coleção de Barbie, similares e tudo o que complementa esse lindo universo, mas também tenho algumas antiguidades guardadas que foram minhas e do meu irmão na infância. No entanto, o foco são as Barbies", comenta a responsável pelo canal, a jornalista e professora Mary Ellen Miranda.

No canal também são disponibilizadas as lives realizadas com colecionadores de Falcon. "Fazemos às quintas, eu e meu marido, no instagram do @bonecofalcon e depois disponibilizamos no YouTube do Photonovelas. Todas as conversas são sempre muito divertidas e cheias de histórias de infância", destaca a colecionadora que mantém o Photonovelas.

Para quem curte histórias, há também a fotonovela com brinquedos inspirada no romance de Roberto Drummond, "Hilda Furacão", que foi seriado de televisão pelas mãos de Glória Perez, sendo que a adaptação para fotonovela, não indicada para crianças, foi batizada de "Furacão"

Até o desembrulhar de algumas bonecas foi transformado em historinha, mas para saber de causos, o interessante é acompanhar as histórias diversas de a "Turma da Dona". Além do canal no YouTube, o Photonovelas também conta com uma página no Facebook, facebook.com/Photonovelas, além do blog, photonovelas.blogspot.com. Inscreva-se no Photonovelas youtube.com/c/Photonovelas.


Barbie Fashionistas Glam


Maleta do Falcon Agente Secreto feita na impressora 3D


Barbie Lia Laços de Perfume


Duo: Poppy Parker e Ginger Gilroy

Playmobil System: Bandido Mexicano


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

.: Diário de uma boneca de plástico: 1 de fevereiro de 2021

Querido diário,

Hoje é o primeiro dia de fevereiro. Huhuhuuu!!

Um mês novinho em folha para mostrar tantas Barbies lá no YouTube do Photonovelas, ficar agarradinha no Auden Pink, ler "Antologia Dark", pedir para a minha dona escrever "Winsherburgs" e também comemorar o aniversário da minha vó no dia 25. 

Ainda estamos em plena pandemia de Covid-19 e os números de mortes aumentaram... muito, muito medo e todo cuidado sendo tomado sempre! Não dá para ficar só em casa, mas sempre que dá... já sabe. É aqui que fico e feliz da vida com maridão, mesmo com esse calor insuportável!! 

Assim como o último dia de janeiro, após assistir o novo vídeo do Photonovelas, da Barbie Fashionistas Rainbow (https://www.youtube.com/watch?v=rrSRRW_P5Nc&t=19s), lá veio o YouTube me sugerir um novo vídeo: o curta "La Luna". Agora, estou pensando... Qual será o novo curta que serei influenciada a assistir? Se continuar nesse jeitinho, eu vou amar de montão!

Calma, diário! Eu amo demais "Cobra Kai", "American Horror Story", "Wandavision", "Stranger Things", "Glee", "Supernatural", mas eu também aaaaaaamo desenhos. Se for Disney... fico dooida de amor. Enfim... kkkkkkk


Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg

Foto do meu ensaio fotográfico "Where The Streets Have No Name": photonovelas.blogspot.com/2012/09/where-streets-have-no-name.html



segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

.: Diário de uma boneca de plástico: 25 de janeiro de 2021


Querido diário,

Estou encantada por "WandaVision" que também lembra muito um episódio de "Supernatural" em que o trickster -que depois descobrimos ser o anjo Gabriel- que prende Sam e Dean em canais televisivos e os fazem passar por diversos programas, de um seriado dos anos 70 a até um programa de asiático de quiz, sendo que Dean leva a pior.

Na última sexta-feira foi liberado o terceiro episódio de  "WandaVision", que acontece nos anos 70, e quem levou a pior foi Geraldine, quem gerou desconfiança desde quando ela se apresentou para Wanda. Eu percebi que ela titubeou ao dizer o nome. Estranho!? Com certeza, mas Wanda deu um jeitinho nela nesse terceiro episódio...

Mas, diário, sabe de quem estou mais desconfiada? É da vizinha Agnes que é pra lá de prestativa. Por que ela é tão amiga de Wanda? Pelo o que soube, Agnes é Agatha, uma bruxa original de New Salem. Tem até fotos dos bastidores das gravações confirmando essa teoria... Será mesmo?!

Bom, serão nove episódios, então ainda há muita água para rolar, pois as cores já chegaram na série. Agora, basta esperar que aconteçam as dicas dadas por Tom King na CCXP Worlds. Espero ansiosa pelo momento em que Wanda vai se cansar e enlouquecer de vez.

Ah! Diário, meu querido, sabe o legal da série sair aos poucos? É que Auden Pink está assistindo comigo, mesmo sem entender nada, por mais que eu explique. Apesar da falta de entendimento, estou amando essa parceria!!


Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg


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