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quinta-feira, 14 de maio de 2026

.: Com direção de Isabel Teixeira, Cia. Mungunzá apresenta "Elã" na Funarte


Por conta da demolição sem comunicado prévio do Teatro de Contêiner, o Complexo Cultural Funarte acolheu os espetáculos que o grupo faria em sua sede nesta mesma época. Foto: Roberto Setton


Depois de ter sido despejada de seu Teatro de Contêiner em janeiro de 2026, a Cia. Mungunzá trabalha para reconstruir o espaço cultural em um terreno cedido pela Prefeitura de São Paulo. Durante esse processo, o Complexo Cultural Funarte acolhe ações que já estavam contratadas para acontecer. Dentro da programação de maio estão apresentações gratuitas de "Elã", em cartaz até  24 de maio, na sexta às 19h30, sábados e domingos, às 16h00 (sessão extra acontece na quinta-feira, dia 21 de maio, às 19h30).

Em retrospectiva a esse difícil processo de mudança, Léo Akio e Marcos Felipe, artistas do grupo, comentam: “2025 foi um ano caótico. De um lado, enfrentamos pressão e violência para a saída do Teatro de Contêiner; de outro, celebramos a criação e a estreia de um novo espetáculo. Encerramos o ano esgotados, mas íntegros: nosso novo trabalho foi um sucesso e fizemos de tudo para que a mudança do Teatro de Contêiner acontecesse de forma digna e justa, respeitando nossos compromisso, nossa história e reafirmando um projeto de cidade mais humana e inclusiva”

Ainda sobre a nova sede, Léo acrescenta: “Estamos buscando diálogo e uma posição formal da Prefeitura sobre o terreno ofertado na Rua Helvetia 807, mas ainda sem sucesso”. Marcos completa: “Não temos a opção de parar. Até que a transferência do Teatro de Contêiner seja concluída, vamos transferir a programação contratada para outros espaços”


Sobre Elã
Com direção de Isabel Teixeira, "Elã" é o trabalho mais recente da companhia. A partir do “Livro de Linhas”, o espetáculo é uma trama permeada por oito histórias criadas por atores-escritores que se passam em diferentes tempos e espaços. Todas as histórias se cruzam de maneira sobreposta e cabe ao público escolher seu ângulo e montar a sua teia narrativa.

Entre essas histórias, estão: um andarilho, dentro de um jogo de videogame, através dos diferentes tempos da linha da sua vida, tenta se livrar de uma herança ancestral deixada pelo seu pai // Um ator - vendedor de morangos - que tenta convencer uma renomada diretora a dirigir seu próximo espetáculo, incluindo sua mãe no elenco // A mãe que entra no espetáculo dirigido pelo filho e, cena após cena, vai se libertando do papel que lhe foi imposto // Uma mulher, após construir uma família de alta performance, decide matar a  família para realizar seu sonho de ser cantora de boate, honrando sua avó, vítima da Guerra Civil Espanhola // Uma mãe, enquanto enfrenta o luto e cria os filhos, reacende a sexualidade reprimida em suas ancestrais, através de uma retomada do poder feminino // Um homem descobre, na morte, o maior empreendimento capitalista de todos os tempos: a empresa “Animador de Velórios” // Uma mulher, convencida de ser uma aranha tecendo o destino do mundo, tenta impedir uma explosão, voltando no tempo e manipulando cada passo dos envolvidos // Um homem-bomba, ao se explodir, deixa pistas para sua filha, guiando-a por um outro olhar sobre o mundo.


Sobre a Cia Mungunzá
A Cia. Mungunzá é uma das companhias mais inovadoras do cenário teatral brasileiro. Criada em 2008, o grupo desenvolve uma pesquisa cênica continuada, alinhando arte, cultura e vida, construindo uma narrativa e uma linguagem autoral, com montagens de peças com grande poder de comunicação com o público.

A Mungunzá firmou-se como grupo que trabalha com diretoras e diretores convidados, fator que ajuda a manter os processos cênicos vívidos. Na sua pesquisa busca a polifonia e o hibridismo das linguagens artísticas, propondo a encenação como dramaturgia e o ato performático como atuação. Fomenta o fazer artístico como prática política e social.

O grupo expande suas fronteiras ao criar, em 2017, o Teatro de Contêiner Mungunzá, uma ocupação artística que se tornou sede da companhia e um dos espaços culturais independentes mais importantes do país. Reconhecido por sua programação e por uma gestão cultural de forte impacto em contextos de extrema vulnerabilidade social, o espaço também se destaca por sua arquitetura sustentável, transformadora e comunitária. Em 2025, o teatro sofreu um despejo e, atualmente, sua reconstrução segue em meio a um processo de disputa política.

Ficha Técnica
Direção geral: Isabel Teixeira | Assistência de direção e preparação de elenco: Lucas Brandão | Elenco criador: Dilma Correa (convidada), Léo Akio, Lucas Bêda, Marcos Felipe, Pedro das Oliveiras, Sandra Modesto, Verônica Gentilin, Virginia Iglesias | Participação especial: Miranda Caltabiano Bannai e Gregório Modesto de Oliveira | Dramaturgia a partir da Escrita na Cena®: elenco criador e direção | Direção de movimento: Castilho | Direção musical: Dani Nega e Isabel Teixeira | Produção musical: Dani Nega | Arranjos, colaboração e preparação musical: Flávio Rubens e Renato Spinosa |  Gravação sax, guitarra, harpa e violão: Gabriel Moreira | Composições originais: Jonathan Silva | Música de saída “O romance, o sorriso e a flor”: Renato Teixeira | Operadora e técnica de som: Paloma Dantas | Operador de microfones: Samuel Gambini | Desenho de Som: Bruno Castro e Paloma Dantas | Desenho de Luz: Wagner Freire | Adaptação de Luz: Eduardo Estefano, Pedro das Oliveiras e Wagner Freire | Operação de Luz e Vídeo: Eduardo Estefano e Lucas Brandão | Cenografia: Isabel Teixeira, Lucas Bêda e elenco criador | Cenotécnicos: Fábio Lima e Zé Valdir Albuquerque | Vídeos: Pedro das Oliveiras | Figurinos: Joana Porto e Rogério Romualdo | Costura ciclorama: Coletivo Tem Sentimento | Visagismo: Fabia Mirassos | Auxiliar de visagismo e contrarregra: Isabelle Iglesias | Instrutor de escalada: Luciano Iglesias | Fotos divulgação: Roberto Setton | Registro audiovisual: Bruno Rico | Assessoria de imprensa: Pombo Correio | Identidade visual: Isabel Teixeira e Léo Akio | Design gráfico: Léo Akio | Produção: Tati Caltabiano | Produtor associado: Gustavo Sanna - Complementar Produções | Apoio: Funarte.


Funarte acolhe programação do Teatro de Contêiner - Ocupação Mungunzá
Até dia 24 de maio
Ingressos: grátis, devem ser reservados em https://www.sympla.com.br/produtor/teatrodeconteiner
Sextas-feiras, às 19h30, sábados e domingos, às 16h00. Sessão extra acontece na quinta-feira, dia 21/05 às 19h30. Duração: 120 minutos . Classificação: 16 anos.

segunda-feira, 13 de abril de 2026

.: Crítica: "O Drama" é a potencialização de possibilidades paranoicas

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora e criadora do Resenhando.com

Em abril de 2026


"O Drama" protagonizado por Zendaya (franquias atuais de "Homem-Aranha" e "Duna") e Robert Pattinson ("Batman" e saga "Crepúsculo"), na pele de Emma Harwood e Charlie Thompson, respectivamente, leva para telona Cineflix Cinemas de Santos toda a ebulição de sentimentos de um casal prestes a contrair matrimônio enquanto ainda tem que definir o cardápio servido na cerimônia, assim como os passos de dança para abrir o salão da festa. 

Justamente durante a escolha dos pratos que segredos pipocam à mesa e passam a serem potencializados ao longo de 1 hora e 45 minutos de produção. Num momento de descontração, ao lado do casal Rachel (Alana Haim, de "Licorice Pizza" e "Uma Batalha Após a Outra") e Mike (Mamoudou Athie, de "Elementos" e "Tipos de Gentileza"), Charlie e Emma embarcam num jogo de confissões que acabam revelando segredos que estavam mantidos a sete chaves.

Sendo Emma a última a fazer a revelação de um plano do passado juvenil, enquanto ainda era estudante, justificando a perda de audição de um dos ouvidos, a madrinha Rachel com uma interpretação da possibilidade do que poderia ter ocorrido, força tudo a ganhar gigantescas proporções. De modo espantoso, a revelação ganha tantos desdobramentos que acaba respingando em todos os convidados, uma vez que a problemática cresce tal qual uma bola de neve.

Diante do excesso de paranoia geradora de cenários possíveis, a trama do romance "O Drama" é construída. Ora fazendo rir, ora surpreendendo com tanta invencionice, assim como garante adrenalina, mas também emociona (com direito a tirar algumas lágrimas dos mais sensíveis e emotivos). O longa dirigido e roteirizado pelo norueguês Kristoffer Borgli ("O Homem dos Sonhos") consegue ser inovador e irreverente mesclando drama psicológico com momentos cômicos e honestos sobre relacionamentos modernos. Filme imperdível!


A equipe Resenhando.com assiste aos filmes em Santos, no primeiro andar do Miramar ShoppingPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN

"O Drama" (The Drama). Gênero: Comédia, Drama, RomanceDireção e Roteiro: Kristoffer BorgliDuração: 1h 50 minutos. Distribuição: Diamond Films. Elenco: Zendaya, Robert Pattinson, Alana Haim, Mamoudou Athie, Zoë Winters. Sinopse: A trama acompanha um casal (Zendaya e Robert Pattinson) nos preparativos finais para o seu casamento. A relação é abalada quando revelações inesperadas e segredos inimagináveis vêm à tona, forçando-os a questionar o quanto realmente conhecem um ao outro e o futuro da união.

Trailer de "O Drama"




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quarta-feira, 1 de abril de 2026

.: Crítica: "Nuremberg" estuda mente de nazista orgulhoso de carnificina

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora e criadora do Resenhando.com

Em abril de 2026


O drama histórico "Nuremberg", com direção e roteiro de James Vanderbilt (conhecido por escrever "Zodíaco" e "O Espetacular Homem-Aranha"), leva o público a entender um pouco da mente de nazistas, principalmente, o sucessor de Hitler, o veterano da Primeira Guerra Mundial Hermann Wilhelm Göring, militar alemão, político e líder do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o nazista número 2 da Alemanha, assim como seus ardorosos seguidores.

Num momento fim de guerra, Hermann (Russel Crowe, "O Exorcista do Papa") se entrega em Radstadt, na Áustria, perto de Salzburg, no dia 7 de maio de 1945, estando no carro com motorista, esposa e filha. Ardiloso, procura as forças americanas na tentativa de evitar a captura pelos soviéticos. Após a rendição ser considerada incondicional para a Alemanha, ele é detido. Contudo, nesse processo, um médico entra em cena, o psiquiatra Douglas Kelley (Rami Malek, "Bohemian Rhapsody") quem tenta interpretar a mente do nazista, antes de ser levado a julgamento internacional em Nuremberg.

No entanto, é sabido que quem brinca com fogo acorda queimado. Portanto, num contato direto com os admiradores do nazismo e, claro, com Hermann, Douglas é fisgado tal qual um inocente a ponto de ser manipulado. Embora comece a amolecer quando conhece Edda, filha de Hermann. Assim, vai além de seu estudo de buscar e identificação de um "traço biológico ou psicológico" único que explicasse o mal nazista, para desvendar algo que distinguisse os criminosos do resto da humanidade.

Douglas acaba tomado pela ideia de que diante dele há um ser humano, ainda que tenha praticado imensurável crueldade impiedosa do nazista Hitler. Enquanto o julgamento é o ápice da trama, não somente pelo confronto de representantes internacionais com Hermann, mas por ainda conseguir entregar revelações, atribuindo mais humanidade ao enredo e facilitando a reflexão a respeito de que aquele que pratica o mal nunca se vê como errado e abusivo. Vale a pena tal aula de humanidade na telona Cineflix Cinemas de Santos!


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"Nuremberg"(Nuremberg). Gênero: Drama, guerra, thrillerDireção e Roteiro: James Vanderbilt. Duração: 2h 28min. Distribuição: Diamond Films Brasil. Elenco: Rami Malek (Douglas Kelley) Russell Crowe (Hermann Göring) Michael Shannon (Robert H. Jackson) Leo Woodall Richard E. Grant. Sinopse: Situado em 1945, logo após a Segunda Guerra Mundial, o filme acompanha o psiquiatra do exército dos EUA, Douglas Kelley, com a missão de avaliar a sanidade de 22 oficiais nazistas, incluindo Hermann Göring, o braço direito de Hitler, enquanto o promotor Robert H. Jackson tenta garantir condenações por crimes contra a humanidade

Trailer de "Nuremberg"



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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

.: Crítica: "Isso Ainda Está de Pé?" nos altos e baixos de um casal no stand-up

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora e criadora do Resenhando.com

Em fevereiro de 2025


Uma casamento desgastado, perto do fim e 15 dólares levam Alex Novak (Will Arnett) ao stand-up comedy em "Isso Ainda Está de Pé?". Vagamente baseado na vida do comediante inglês John Bishop, que recebeu crédito pela história, o longa dirigido por Bradley Cooper (que também interpreta o personagem Arnie) revela nos bastidores, por meio de conversas de profissionais, os segredos de como fisgar o público contando situações cotidianas engraçados, tendo diante de si um microfone. 

Na trama Alex e Tess (Laura Dern, "Um Filho", "Jurassic World: Domínio") concluem que o divórcio é a solução para ambos, uma vez que o casamento não funciona mais. No entanto, entre eles há dois filhos de 10 anos. Na luta para não contar a real situação, entram na jogada os pais de Alex em conversas tumultuadas na cozinha, mas também como apoio.

A grande fuga encontrada no stand-up comedy vai aprimorando ao se envolver em conversas com outros experientes. Assim, descobre a importância de escrever para melhorar. E com a separação, num dia de estadia dos filhos com ele, os garotos encontram as anotações do pai e mergulham num conflito emocional, embora Alex reforce que muita informação ali é inventada.

Embora não seja um grande filme, justamente por não desenvolver e aprofundar temas levantados, o longa consegue retratar os altos e baixos de uma relação a dois e suas mais diversas interferências. "Isso Ainda Está de Pé?" é um drama com pegada de comédia numa história em que o comodismo imperava. De fato, levar a vida a dois com leveza sempre é a melhor opção e nesse ponto o filme acerta em cheio. Vale a ida ao cinema, sim!


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* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Siga: @maryellen.fsm


"Isso Ainda Está de Pé?" Gênero: comédia dramática. Direção: Bradley Cooper. Elenco: Will Arnett como Alex, Laura Dern como Tess, Bradley Cooper (atua e dirige). Sinopse: A trama acompanha um casal (Alex e Tess) que decide se divorciar de forma amigável após anos de casamento, enquanto Alex tenta se encontrar no cenário da comédia stand-up em Nova York.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

.: Crítica: "Um Cabra Bom de Bola" ensina a criar raízes profundas e sonhar

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora e criadora do Resenhando.com

Em fevereiro de 2025


Sonhar grande e criar raízes profundas. Assim, a animação "Um Cabra Bom de Bola" apresenta o jovem Zeca Brito, um cabrito que, com o apoio da mãe, mergulha no sonho do berrobol, um esporte de alta intensidade e contato total, dominado pelos animais mais velozes e ferozes do mundo. Mesmo sem o tamanho suficiente, hoje um rapaz, Zeca com sotaque nordestino, vive sozinho e sem dinheiro para pagar o aluguel.

Até que uma grande oportunidade surge enquanto tenta defender Jaque Fonseca, lenda do esporte que é o fundamento da inspiração do pequeno. Contudo, estando diante de seu ídolo, nem tudo é o que sempre acreditou ser. Assim, após pura sorte, entrar para o time dos sonhos, Jaque também vira um desafio, fazendo com que Zeca prove o seu valor ao lado dela em busca do título.

A versão brasileira de nomes na dublagem dá um toque todo brasileiro, seja pelas brincadeiras, inclusive no nome do protagonista ou até do esporte praticado pelos animais. O sotaque nordestino de Zeca Brito também imprime uma brasilidade na animação estadunidense, desenvolvida pela Sony Pictures Animation, estúdio responsável por “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso" e "K-Pop Demon Hunters".

A produção entrega um colorido de encher os olhos e deixar a telona de cinema com um brilho e cores vibrantes, ultimamente tão apagados em outros estúdios há um certo tempo. "Um Cabra Bom de Bola" pode não surpreender com inovações, como aconteceu em Aranhaverso, mas firma a qualidade de seus traços em cima de tramas muito bem elaboradas e fundamentadas.

"Um Cabra Bom de Bola" é um filme para toda a família, não somente como entretenimento, mas também pela mensagem que reforça a respeito de origens e nunca esquecer seu sonho maior apesar das dificuldades diversas. Afinal, a produção de Stephen Curry, focada em superar limitações físicas, ainda entrega um bom humor e visual belíssimo que faz valer cada centavo do ingresso. Imperdível!


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"Um Cabra Bom de Bola". Gênero: animação. Direção: Tyree Dillihay. Elenco: Carolina Dieckmann (Kátia), Júlia Rabello (Léo) e Caco Ciocler (Zeca). Sinopse: Uma pequena cabra com grandes sonhos recebe uma oportunidade única na vida de se juntar aos profissionais. A história acompanha Zeca Brito (Will na versão original), uma pequena cabra com grandes sonhos que recebe uma oportunidade única de se juntar aos profissionais e jogar berrobol — um esporte de alta intensidade que lembra o basquete. Zeca precisa provar que, mesmo sendo pequeno, tem talento para brilhar no esporte e mudar a história do jogo.

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